Friboi na Fonte TV: “O PMDB não tem que esperar o PT”

Peemedebista fez críticas ao governo do Estado, disse que não vai esperar o PT e que o candidato do PMDB é escolhido pelo PMDB

Foto: Divulgação


O pré-candidato do PMDB ao governo de Goiás, Júnior Friboi, concedeu no domingo, 9 de março, entrevista à Fonte TV, no estúdio da emissora. Na entrevista, que durou mais de uma hora, fez críticas ao governo do Estado, disse que não vai esperar o PT e que o candidato do PMDB é escolhido pelo PMDB. Confira, abaixo, a entrevista.

Pergunta: Boa noite, Júnior
Friboi: Boa noite a todos. Luzeni Almeida, Wellington, Alberto Carlos, Apóstolo César Augusto...

Pergunta: Quem é o senhor?
Friboi: Nasci aqui em Goiás, em Anápolis. Dia 12 de fevereiro de 1960. Tenho 54 anos de idade. Meus pais vieram de Minas. Matavam um boi por dia. Meu pai foi pioneiro na construção de Brasília. Ele abatia o gado em Brasília e fornecia carne para as construtoras que foram fazer Brasília.

Pergunta: O senhor era criança.
Friboi: Não tinha nem nascido. Nasci na rua 4, em Anápolis. Fiz lá o ensino fundamental. Meus pais depois mudaram para Brasília, eu fui junto, aí meu pai comprou uma indústria em Formosa. Meu DNA é gostar de gente. Não tive infância. Sempre liderei pessoas. Toquei muito boi na estrada. Não tinha caminhão. Fui capataz de boiada. 30 dias, 30 marchas. Fui motorista de caminhão depois. Lombei muito boi nas costas. Entreguei muita carne no açougue de madrugada. Depois fui para a área administrativa. Trabalhei no almoxarifado. Trabalhei com vendas, compras. Passei por todas as etapas. Assumi a empresa com 20 anos de idade. Com 18 anos de idade fui para Brasília montar uma distribuição de carnes. Para vender direto para o açougue. Toda vida acreditei muito em pesquisa, em equipe, em disciplina, em qualidade. Fiz pesquisa e vi o que o mercado precisava no momento.

Pergunta: E o salto para a política?
Friboi: Presidi a empresa por 25 anos. Formei uma grande equipe. Sempre identifiquei pessoas que completam. Coloco pessoas certas nos lugares certos. Somos a maior multinacional brasileira. Estamos em cinco continentes. Diretos e indiretos estamos com mais de um milhão de colaboradores, sendo 200 mil diretos. Abrimos o capital. Liderei a família. A base de tudo é a família. Gosto de gente. Remunero as pessoas bem, dentro do contexto profissional. Prestei esse grande serviço para Goiás. Amo Goiás. Fizeram pra mim um convite para vir ajudar o Estado. Pedi licença da empresa. Deixei de ser um acionista controlador para ser apenas investidor. Tenho gratidão por Goiás. Tudo que tenho começou aqui. Foi o povo goiano que me deu a oportunidade. Achei que devo isso a Goiás. Do ponto de vista cívico.

Pergunta: O senhor não fez isso por poder? Para ter mais poder?
Friboi: Eu já tenho mais poder que todos. Não preciso de poder. Só tem poder quem faz. Ninguém consegue poder por poder. A JSB tem um orçamento anual hoje seis vezes maior que o de Goiás.

Pergunta: O senhor já foi filiado ao PSDB, PTB e PSB. Como se colocar como oposição a Marconi se o senhor já apoiou o Marconi?
Friboi: Presidindo a empresa, sempre participei das eleições, como todo empresário. Em 2005 me filiei ao PSDB. A filiação ao PSDB foi boa para conhecer a ideologia do partido. Mas no PSDB não tinha nenhuma chance, nenhum espaço. Então me desfiliei. Fui embora para os Estados Unidos. Em 2009 o Marconi me convida para ir ao PTB. Ele diz: "Você vai ser o candidato de consenso entre eu e o Iris, você precisa se filiar ao PTB". Fui lá e me filiei. Fui no Iris e perguntei se ele era candidato. Ele disse que a preocupação dele era só administrativa com a cidade de Goiânia. O Marconi disse que não sairia candidato se o Iris não saísse. O Meirelles veio para o PMDB, depois o Iris se lança candidato, o Marconi também sai candidato. O Marconi me convida para ser vice, eu não aceitei. Não poderia disputar nada contra o Iris. Me desfiliei do PTB. Em 2011, o Eduardo Campos me convida para ir para o PSB. Aceitei e fui comandar o PSB. Para me lançar candidato em 2014 para governador. Ele me garantiu a legenda. "Você pode fazer da legenda o que bem entender", me disse o Eduardo. Estruturei o partido. Em 2012, na eleição e reeleição de prefeitos, vários me procuraram. Queriam apoio partidário e doação eleitoral. Fiz com todos. Participei dos palanques. Elegi 120 prefeitos. Em 2013, veio então o convite do PMDB. Para que eu saísse do PSB e fosse para o PMDB. Porque no PSB era difícil os prefeitos me apoiarem. A executiva do PMDB me fez um convite, os prefeitos fizeram uma moção de apoio e então eu fui conversar com meu melhor amigo, Iris Rezende Machado. Fui no Iris. Disse ao Iris que só iria para o PMDB se fosse para ser pré-candidato a governador. O Iris disse que não tinha intenção de ser candidato. Mas o Iris disse que não iria na minha filiação. Que eu fosse o candidato do PMDB, não o candidato do Iris. Fui no Michel Temer e no Valdir Raupp. Referendei tudo. Estou no PMDB e estou impressionado com o partido.

Pergunta: E as pesquisas?
Friboi: Pra mim é uma grande surpresa. Estou preocupado com o trabalho. Em fazer um bom trabalho.

Pergunta: Como o senhor lida com as críticas de que o senhor só está emplacando no PMDB por causa do dinheiro?
Friboi: Estão falando mesmo. Não podemos ser hipócritas. Não se faz campanha sem dinheiro. Mentira quem diz isso. Nunca pedi um centavo para ninguém. Não tem doação financeira para mim até hoje. Vou aceitar doação financeira na campanha, desde que não seja criminosa. Pode ser um real, dois reais, dez reais. O que não vou fazer é acordo criminoso. Vender o Estado ou comprometer financiamentos que me impeçam de governar o Estado. Quem vai por recurso na campanha serei eu. Vou gastar do meu. É problemático quem entra sem dinheiro e sai rico.

Pergunta: A JBS vai continuar doando para outros candidatos?
Friboi: A JBS é uma empresa privada. Ela vai fazer suas doações. Não estou misturando JBS com meu projeto político. A JBS vai doar para 15 governadores, para a Presidência da República, dentro da lei e da normalidade. E vai doar para mim também. Sempre fizemos isso. Nunca fiz uma doação para um candidato para corromper o Estado. Foi sempre para ajudar o debate político. Você pode pode doar para ajudar no debate e não ser perseguido. E pode doar em troca de algo. Isso eu nunca fiz. Nunca. Me sinto leve. Tranquilo. Sou transparente. Meu projeto não é dinheiro. Meu projeto são ideias. Vai precisar de recurso financeiro? Lógico que vai. Posso gastar 80 ou 100 milhões, mas vou apresentar um número real. Sem caixa 2. Tem que parar com sacanagem. O povo não quer mais ser enganado. Me sinto mal quando vejo as pessoas mentindo. Eu estou gastando o que é meu, não estou gastando o que é do Estado. Se eu ponho o meu e não preciso vender o Estado, está tudo certo

Pergunta: O senhor não está comprando as pessoas do partido?
Friboi: Estou fazendo doação para o debate político.

Pergunta: Sem ser candidato o senhor continua investindo também?
Friboi: Vou sim. Vou me apresentar na convenção. Uma vez aprovado na convenção, me torno candidato. Vou abrir uma conta de candidato no TRE. Um documento. Quem quiser doar um real, dois reais, vou receber. Eu não vou é fazer coisas erradas. Goiás está nas páginas policiais. Tivemos problema sério com contravenção. Isso é que pode não pode ocorrer.

Pergunta: O senhor não teme o crescimento da candidatura do Antonio Gomide, do PT?
Friboi: Eu vejo que o PT é um grande partido. É legítimo ter um nome. Mas eu não temo nada. Se for o Gomide, vamos disputar. O PMDB não tem que esperar o PT. O PT não pode impor o candidato do PMDB. Não tem que esperar nada. Esperar 29 de março? Inclusive eu digo direto para o Gomide: "Gomide, não espere nada. Se o PMDB tem candidato e não querem acreditar, problema seu. O seu prazo é 29 de março, o meu é em junho".

Pergunta: Não é ruim esse racha com o PT?
Friboi: Não tem racha nenhum. O PMDB nacional está apoiando o PT nacional. Ponto. O PMDB goiano apoiou os 17 prefeitos do PT. Demos toda a cobertura. Em contrapartida, pedimos o apoio. Estou esperando a reciprocidade do PT local e nacional. Mas é uma decisão solitária deles.

Pergunta: O senhor disse que pode apoiar outro candidato a presidente se o PT não apoiar o senhor.
Friboi: Eu disse que se o PT não apoiar nossa candidatura, abrem-se outras alternativas. Eu não disse que não vou apoiar o PT. Eu acho que não deveria acontecer isso. Mas se o PT não apoiar o PMDB em Goiás, tem essa possibilidade. Continuo esperando o PT. Até 5 de abril eu espero o PT.

Pergunta: Como está sua relação com Iris Rezende?
Friboi: Somos amigos e irmãos. É um amigo querido que tenho. É uma grande referência. E ele me tem como referência. Eu e ele não temos divergência nenhuma. O Iris diz para todos que é conselheiro do PMDB. E que estará junto comigo assim que o PMDB me homologar na convenção. O partido vai convocar o Iris para ser senador. Ele já me disse que vai aguardar as convenções e não é candidato a governador. Quem incentiva essa briga é o governo. O governo quer escolher o candidato do PMDB. Mas o governador não vai escolher. Quem vai escolher é o PMDB. O que o PMDB decidir, eu cumpro. Se o PMDB escolher Iris Rezende, eu apoio o Iris. Mas se eu for escolhido candidato, o Iris vai estar comigo.

Pergunta: O governador Marconi, que é pré-candidato, vai tentar ser reeleito. Está trabalhando em todo o Estado. Quer uma boa aceitação de governo. Não seria melhor a oposição ter vários candidatos para derrotar o governador atual? Para minar o candidato à reeleição?
Friboi: O cenário correto, o melhor cenário, é ter 3 candidaturas. O cenário ideal. Se tivermos 4, tudo bem. Dividimos mais. Com certeza vamos para o segundo turno. Quem for para o segundo turno, vai ter 100% da união da oposição. Se o governador for para o segundo turno, ele perde. Ele só tem uma chance: ganhar no primeiro turno. Se não for, vai ser a primeira derrota da vida dele. Eu gostaria inclusive que o meu adversário seja o governador Marconi Perillo. Que ele não corra não. Eu quero que ele venha. Não corra não. Tenho muita coisa para perguntar pra ele. Não existe força que não se derrube. O governador bate no peito, diz que nunca perdeu, diz que derruba o Lula, então espero que ele seja o candidato. Eu queria que ele deixasse o cargo e viesse para a disputa sem o governo na mão. Ganhar a eleição com dinheiro do povo é desproporcional. Eu sou contra a reeleição. Tinha que ter mandato de cinco anos. Marconi está trabalhando muito? Só está fazendo a obrigação. E endividando o Estado. Capacidade de endividamento hoje é zero. E quanto mais ele trabalha, mais rejeição ele tem. Ninguém mais confia no governador. Ele quer melhorar a imagem do governo e do governador. É impossível. Quem perde credibilidade, perde. Não recupera fácil. O quadro fácil é o PT vir para o PMDB, juntar as chapas. Estamos abertos. Tenho 8 partidos me apoiando.

Pergunta: É melhor a união agora, né? O PT tem que pensar nisso, né?
Friboi: Lógico, lógico. Antes do intervalo, eu quero aqui mandar um beijo carinhoso para a minha esposa, a Josi, e para o neto. Um beijo.

Pergunta: O senhor gostaria de ter o Antonio Gomide como vice? E o senhor aceitaria ser vice do Iris?
Friboi: O Antonio Gomide só aceita sair da prefeitura para ser candidato a governador. Então a vice é do PT. O PT é que vai escolher a minha vice. Eu queria pedir desculpa ao PT, ao Gomide, mas as pessoas estão decepcionadas com os políticos. Ele, Gomide, foi reeleito para 4 anos e está querendo deixar a prefeitura com 1 ano e 3 meses. É falta de respeito. É isso que deixa as pessoas decepcionadas. Ele tem que cumprir o mandato.

Pergunta: Mas o PMDB também já fez isso?
Friboi: Errado. Não pode. Por isso que as pessoas vão para as ruas. Precisamos banir a corrupção. O povo está sofrendo muito. Quero um choque de gestão com cinco prioridades. Corrigir os desperdícios, a corrupção, as coisas erradas. Tolerância zero com a corrupção. Não temos mais condições de endividar o Estado. Vou priorizar a qualidade dos serviços. Na segurança pública. Tolerância zero com bandido. Precisa qualificar o servidor. Ouvir o servidor. Abrir o diálogo. A qualidade é uma bandeira. Na educação, vi nos EUA o quanto é importante. Temos que priorizar a ordem. A saúde, trazer qualidade nos serviços. Asfalto de primeira qualidade. Não quero lama asfáltica. Não temos energia, estrada, saneamento básico. E vamos gerar empregos. É o maior programa social que podemos oferecer. Oportunidade para as pessoas trabalharem. Precisamos de energia elétrica. Sem estrutura. Não temos distribuidora de energia. Quebraram a distribuidora.

Pergunta: Não é culpa do PMDB?
Friboi: O PMDB vendeu Cachoeira Dourada. O Estado precisa de distribuição. Geradora não precisa. Você compra no leilão. Quem casa, quer uma casa. E cada casa que se constroi precisa de energia elétrica. Onde tiver uma família, o Estado vai estar presente. Hoje o Estado é provinciano. O governo pensa na minoria, nas próximas eleições, na corrupção, menos em ajudar o povo. Gasta uma fortuna com mídia, com placas, o povo vê que é mentira. Tenho visão de estadista. O estadista é quem projeta o Estado para os próximos 20 anos. Nas próximas gerações.

Pergunta: O senhor tem o apoio do Maguito?
Friboi: Maguito é meu amigo. Eu apoiei o Maguito em todas as eleições. Grande político, pai, gestor. É companheiro de muitos anos. Ele me convidou para este projeto. Ele disse que Goiás precisa de mim. E eu convidei o Daniel Vilela para ser deputado federal. Bom menino, pai de família. Rapaz educado. Quero também dizer aqui do Bruno Peixoto, Pedro Chaves, Luis do Carmo, Leandro Vilela, Waguinho, Sandro Mabel. Todos aqui vão ser reeleitos, com certeza. Prestam um bom serviço. Quero participar disso. Governo não governa sozinho. Precisamos de um pacto dos três poderes. Vocês sabem que Bloomberg governou Nova York por 12 anos e o salário dele era de um dólar por ano?

Pergunta: O senhor vai abrir mão do salário de governador?
Friboi: No início do governo vou mandar um projeto para Assembleia dizendo que meu salário será de um real por mês.

Pergunta: Por que um real?
Friboi: Porque não preciso.

Pergunta: Mas um real não vai fazer diferença...
Friboi: Mas é que não pode ficar sem receber.

Pergunta: É alguma piada, uma brincadeira...
Friboi: Não, é porque o governador não pode ficar sem receber.

Pergunta: Mas não vão aceitar na Assembleia. Não vai passar.
Friboi: Vão aceitar sim. Não vou andar no avião do Estado. Não preciso de emprego. Não vou usar o Estado. Estou horrorizado. Com pena. Precisa de intervenção para ajudar os pais que perdem os filhos para as drogas. Precisamos de ordem e progresso.

Pergunta: Segurança, quais são as ideias?
Friboi: É simples. A média nacional é um policial para 400 habitantes. Em Goiás tem um policial para 2 mil habitantes. Vamos colocar Goiás na média nacional. Vamos ter mais de 20 mil concursados na polícia. Sistema de inteligência. Vou visitar o Rudolph Giuliani, ex-prefeito de Nova York, entender o que é segurança e implantar em Goiás um sistema em que bandido vai para outro Estado. Goiás vai estar protegido. Farei o que for preciso.

Pergunta: O governo tem caixa?
Friboi: Estancando a corrupção, sem aumentar imposto, vamos aumentar a arrecadação. Temos que fazer com que todos paguem. 60% dos empresários não pagam impostos. Sonegação é muito grande. Conheço vários países do mundo. Goiás é maior que o Panamá, temos o dobro de habitantes. Temos que fazer um pacto federativo. Vou criar "Estados Unidos do Norte e Centro-Oeste". Porque se melhorarmos a qualidade de vida dos goianos, o povo de outros Estados vai vir tudo para Goiás. Temos que ter o pacto federativo.

Pergunta: Hoje saiu uma pesquisa EPP com o senhor em segundo lugar, atrás apenas do Marconi. Com 25%. Como o senhor recebeu isso?
Friboi: Recebi com muita felicidade, com muita alegria. Nem sabia da pesquisa. Não me preocupo com isso. Estou no caminho certo. Eles não colocaram o Iris porque o Iris não é candidato. Eu não sou o segundo, sou o primeiro colocado! O primeiro! Porque o Marconi não é candidato. Ele tem 38% de intenções de voto, mas ele não é candidato. Ele não é candidato. A pesquisa devia ter só eu, o Vanderlan e o Gomide. Então estou em primeiro lugar. Estou muito feliz por liderar a pesquisa.

Pergunta: Muito obrigado!
Friboi: Quero cumprimentar meu filho Fabrício, minha filha Fabíola, as mulheres pelo dia da mulher, vocês fazem a diferença. Vocês são importantes no debate político, na liderança da família. Se eleito, vou criar a Secretaria da Mulher.

Pergunta: Mas já existe.
Friboi: Mas não funciona. Esse é o problema. Vai funcionar comigo. Temos que acabar com politicagem. O povo precisa de políticas públicas. Inclusive O Popular tem insistido em colocar meu nome como José Batista Júnior. Não sei por quê. Por isso que não apareço bem nas pesquisas. Eles têm insistido. O meu nome na política é Júnior Friboi, igual Sandro Mabel. E não faço campanha da Friboi porque sou pré-candidato. A campanha é nacional e é de um produto nacional. A JBS está mostrando a qualidade da carne brasileira. Friboi é marca de qualidade e confiança. Jamais vou decepcionar esse nome e essa marca.


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