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<lastBuildDate><![CDATA[Wed, 10 Mar 2010 07:33:25 GMT]]></lastBuildDate>
<title><![CDATA[Jornal X]]></title>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/rss.php]]></link>
<description><![CDATA[Blog do jornalista Eduardo Horácio]]></description>
<pubDate><![CDATA[2010-05-21 10:58:00]]></pubDate>
<item>
<title><![CDATA[Goiás terá candidato ao Palácio do Planalto]]></title>
<description><![CDATA[<P>Está praticamente certo: na convenção nacional do partido, marcada para os dias 10 e 11 de abril, o Psol deve escolher Martiniano Cavalcante como candidato da legenda ao Palácio do Planalto.</P>
<P>Martiniano, que é presidente do Psol em Goiás, terá o apoio na convenção do grupo da presidenta do partido, Heloisa Helena, que é candidata ao Senado em Alagoas. </P>
<P>Devem concorrer com Martiniano na convenção do Psol os ex-deputados Babá e Plínio de Arruda Sampaio.</P>
<P>O Psol decidiu lançar candidato próprio a presidente depois que o PV, da candidata Marina Silva, passou a articular alianças com PSDB e DEM em várias regiões do país, especialmente o Rio de Janeiro.<BR></P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=874]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2010-05-21 10:58:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Os melhores filmes dos anos 00]]></title>
<description><![CDATA[<P>Quais são os dez melhores filmes dos anos 00? Foi essa a pergunta que o <STRONG>Jornal X</STRONG> fez a 14 cinéfilos, incluído este blogueiro, para tentar fazer um balanço do cinema neste período. Por que anos 00? Ora, a década atual só acaba no final de 2010, assim como ela só começou em janeiro de 2001, a exemplo do século. Poderiam entrar nas listas, portanto, filmes lançados entre 1º de janeiro de 2000 e 31 de dezembro de 2009, ou seja, entre o primeiro e o último dia dos anos 00. </P>
<P>O cineasta que mais apareceu nas listas foi o dinamarquês Lars Von Trier e o filme que mais marcou presença foi <EM>Dogville</EM>, do próprio. Pedro Almodóvar e Wong Kar-Wai vieram a seguir como cineastas mais lembrados. Os filmes lançados em 2003 foram os mais votados e os filmes de 2008 e 2009 foram os menos apontados. </P>
<P>Confira, abaixo, um pequeno balanço das listas e, a seguir, todas as 14 listas na íntegra. Algumas vieram com observações dos listeiros, outras falam por si mesmas. </P>
<P><STRONG>Cineastas que mais apareceram nas listas:<BR></STRONG>Lars Von Trier: 8 vezes<BR>Pedro Almodóvar: 7 vezes<BR>Wong Kar-Wai: 6 vezes<BR>Jean-Luc Godard: 5 vezes<BR>David Lynch: 5 vezes<BR>Eduardo Coutinho: 4 vezes<BR>Fernando Meirelles: 4 vezes<BR>Clint Eastwood: 4 vezes<BR>Joel Coen e Ethan Coen: 4 vezes</P>
<P><STRONG>Os filmes mais citados<BR></STRONG>* <U>Citado por 6 cinéfilos</U>:<BR>Dogville (2003, Dinamarca/Suécia/Noruega/Finlândia/Inglaterra/França/ Alemanha/Holanda, Lars Von Trier)</P>
<P>* <U>Citado por 5 cinéfilos</U>:<BR>Amor à Flor da Pele (2000, Hong Kong/França, Wong Kar-Wai)</P>
<P>* <U>Citados por 4 cinéfilos</U>:<BR>Fale com Ela (2002, Espanha, Pedro Almodóvar)<BR>Cidade de Deus (2002, Brasil, Fernando Meirelles)<BR>Cidade dos Sonhos (2001, EUA, David Lynch)</P>
<P>* <U>Citados por 3 cinéfilos</U>:<BR>Serras da Desordem (2006, Brasil, Andrea Tonacci)<BR>Edifício Master (Brasil, 2002, Eduardo Coutinho)<BR>Nossa Música (2004, França/Suíça, Jean-Luc Godard)<BR>Peixe Grande e suas histórias maravilhosas (2003, EUA, Tim Burton)<BR>Ponto Final - Match Point (2005, Inglaterra/EUA/Luxemburgo, Woody Allen)<BR>Encontros e Desencontros (2003, EUA, Sofia Coppola)<BR>Sobre Meninos e Lobos (2003, EUA, Clint Eastwood)<BR>Brilho Eterno de Uma Mente Sem Lembranças (2004, EUA, Michel Gondry)</P>
<P><STRONG>Os anos&nbsp;de lançamento de todos filmes que apareceram nas listas:</STRONG><BR>2000: 12 citações entre os 10 mais<BR>2001: 18 citações entre os 10 mais<BR>2002: 21 citações entre os 10 mais<BR>2003: 26 citações entre os 10 mais<BR>2004: 12 citações entre os 10 mais<BR>2005: 9 citações entre os 10 mais<BR>2006: 18 citações entre os 10 mais<BR>2007: 10 citações entre os 10 mais<BR>2008: 3 citações entre os 10 mais<BR>2009: 3 citações entre os 10 mais</P>
<P><BR>&nbsp;<IMG style="WIDTH: 497px; HEIGHT: 297px" border=0 hspace=0 alt="" src="http://www.jornalx.com.br/images/site/posts/amor%20flor%20da%20pele.jpg?0.12054349281449605" width=767 height=453><BR>Amor à Flor da Pele: filme de Wong Kar-Wai foi o segundo mais votado nas listas</P>
<P>&nbsp;</P>
<P><STRONG><U>Todas as 14 listas:</U></STRONG><BR>&nbsp;<BR><STRONG>A lista de Aline Leonardo</STRONG><BR>01) Amor à Flor da Pele (2000, Hong Kong/França, Wong Kar-Wai)<BR>02) Fale com Ela (2002, Espanha, Pedro Almodóvar)<BR>03) Amores Brutos (2000, México, Alejandro González-Iñárritu)<BR>04) O Segredo de Brokeback Mountain (EUA, 2005, Ang Lee)<BR>05) Hotel Ruanda (2004, África do Sul/Itália/EUA, Terry George)<BR>06) Dogville (2003, Dinamarca/Suécia/Noruega/Finlândia/Inglaterra/França/ Alemanha/Holanda, Lars Von Trier)<BR>07) Peixe Grande e suas histórias maravilhosas (2003, EUA, Tim Burton)<BR>08) O Filho da Noiva (2001, Argentina, Juan José Campanella)<BR>09) Cidade de Deus (2002, Brasil, Fernando Meirelles)<BR>10) Ponto Final - Match Point (2005, Inglaterra/EUA/Luxemburgo, Woody Allen)</P>
<P><BR><STRONG>A lista de Aline Mil</STRONG><BR>(ela preferiu mandar a lista sem ranking)<BR>Cidade de Deus (2002, Brasil, Fernando Meirelles)<BR>Brilho Eterno de Uma Mente Sem Lembranças (2004, EUA, Michel Gondry)<BR>As Invasões Bárbaras (2003, Canadá, Denys Arcand)<BR>Tiros em Columbine (2002, EUA, Michael Moore)<BR>Fale com Ela (2002, Espanha, Pedro Almodóvar)/Volver (2006, Espanha, idem)/Má Educação (2004, Espanha, ibidem)<BR>Ponto Final - Match Point (2005, Inglaterra/EUA/Luxemburgo, Woody Allen)<BR>300 (2007, EUA, Zack Snyder)<BR>Encontros e Desencontros (2003, EUA, Sofia Coppola)<BR>Procurando Nemo (2003, EUA, Andrew Stanton)<BR>Dançando no Escuro (2000, Dinamarca/Suécia/França/Rússia, Lars Von Trier)</P>
<P><STRONG>Observações de Aline Mil:</STRONG> Essa lista foi muito difícil de fazer. Sinto que deixei trilhões de filmes de fora. Mas preferi priorizar aqueles que tiveram, pra mim, seu valor para o cinema e também para as bilheterias, para o público. Não estão em ordem de melhor para pior e, no fim das contas, ficou bem pop. Essa lista eu deixei sem numeração para não sofrer mais ainda. Comentário de alguns filmes: A) <EM>Cidade de Deus</EM>, Fernando Meirelles: sem dúvida <EM>Cidade de Deus</EM> foi um marco em vários aspectos. Um dos fatores mais importantes trazidos pelo longa foi o destaque dado a Meirelles no cinema mundial. Lá fora, quando alguém fala Brasil, se ouve <EM>Cidade de Deus</EM> logo em seguida; B) <EM>Fale com Ela</EM>/<EM>Volver</EM>/<EM>Má Educação</EM>: acho impossível colocar só um. Sou muito fã do Almodóvar; C) <EM>Procurando Nemo</EM>: aqui vou fazer um comentário maior. Tenho certeza que algumas pessoas vão achar estranho eu querer indicar o pequeno peixinho perdido como um dos destaques desta década, mas acho que essa animação merece e muito. <EM>Procurando Nemo</EM> chamou a atenção da criançada e dos adultos pelo alto padrão de produção mas, diferentemente de filmes como o “estonteante” <EM>Avatar</EM>, o roteiro e os personagens de <EM>Procurando Nemo</EM> cativam. E isso faz falta nas animação. Uma execução belíssima não bate um bom roteiro, pelo menos pra mim. É claro que o roteiro de <EM>Nemo</EM> não é a última Coca-cola do deserto, mas é bem feito, bonito, e como já escrevi, cativa.</P>
<P><BR><STRONG>A lista de Carlos Willian Leite</STRONG><BR>01) Bastardos Inglórios (2009, EUA/Alemanha, Quentin Tarantino)<BR>02) Bonecas Russas (2005, França/Inglaterra, Cédric Klapisch)<BR>03) Antes que o Diabo Saiba que Você Está Morto (2007, EUA, Sidney Lumet)<BR>04) Na Natureza Selvagem (2007, EUA, Sean Penn)<BR>05) Apocalypto (2006, EUA, Mel Gibson)<BR>06) Confissões de uma Mente Perigosa (2002, EUA, George Clooney)<BR>07) Donnie Darko (2001, EUA, Richard Kelly)<BR>08) Brilho Eterno de Uma Mente Sem Lembranças (2004, EUA, Michel Gondry)<BR>09) Peixe Grande e suas histórias maravilhosas (2003, EUA, Tim Burton)<BR>10) Nove Rainhas (2000, Argentina, Fabián Bielinsky)<BR>&nbsp;</P>
<P><IMG style="WIDTH: 498px; HEIGHT: 347px" border=0 hspace=0 alt="" src="http://www.jornalx.com.br/images/site/posts/fale%20com%20ela.jpg?0.34737434640995146" width=400 height=300><BR>Fale com Ela: o filme de Almodóvar aparece em quatro listas de melhores filmes</P>
<P><BR><STRONG>A lista de Eduardo Horácio</STRONG><BR>01) Dogville (2003, Dinamarca/Suécia/Noruega/Finlândia/Inglaterra/França/ Alemanha/Holanda, Lars Von Trier)<BR>02) Os Sonhadores (2003, França/Inglaterra/Itália, Bernardo Bertolucci)<BR>03) Lavoura Arcaica (2001, Brasil, Luiz Fernando Carvalho)<BR>04) Dez (2002, Irã/França, Abbas Kiarostami)<BR>05) Fale com Ela (2002, Espanha, Pedro Almodóvar)<BR>06) Filme de Amor (2004, Brasil, Júlio Bressane)<BR>07) A Arca Russa (2002, Rússia, Alexander Sokurov) <BR>08) Nossa Música (2004, França, Jean-Luc Godard)<BR>09) Serras da Desordem (2006, Brasil, Andrea Tonacci)<BR>10) Encontros e Desencontros (2003, EUA, Sofia Coppola)</P>
<P><STRONG>Observações de Eduardo:</STRONG> Foi difícil chegar ao top 10 dos anos 00. Várias vezes mudei ordem, tirei e acrescentei filmes. Se eu fizer esta lista na próxima semana, é possível que ela seja diferente. Tenho, no entanto, a convicção de que <EM>Dogville</EM> é o filme mais importante e o que trouxe mais frescor ao cinema nos últimos anos e, Lars Von Trier, o cineasta mais interessante. Para mim, depois dele, os&nbsp;três maiores deste início de século são Kiarostami, Sokurov e Wong Kar-Wai. Do Brasil, destaco Luiz Fernando Carvalho,&nbsp;os belos filmes de Júlio Bressane&nbsp;e o retorno do Andrea Tonacci. Nos últimos dez anos, afirmou sem medo&nbsp;que as séries norte-americanas estão muito melhores do que o cinema norte-americano. Se o critério é ser competente na narrativa clássica hollywoodiana, a TV norte-americana tem feito isso bem melhor do que o cinemão (prometo desenvolver esta tese nos próximos dias e publicar aqui no blog). Voltando à lista, vou citar outros 16 filmes que poderiam figurar tranquilamente na lista dos 10 mais e que, em algum momento, até entraram no meu Top 10: 11) <EM>Síndromes e um século</EM> (2006, Tailândia, Apichatpong Weerasethakul); 12) <EM>Amantes Constantes</EM> (2005, França, Philippe Garrel); 13) <EM>Um beijo roubado</EM> (2007, Hong Kong/França/China, Wong Kar-Wai); 14) <EM>Onde os Fracos Não Têm Vez</EM> (2007, EUA, Joel Coen e Ethan Coen); 15) <EM>Medos Privados em Lugares Públicos</EM> (2006, França, Alain Resnais); 16) <EM>Oldboy </EM>(2004, Coréia do Sul, Park Chan-wook); 17) <EM>Entreatos</EM> (2004, Brasil, João Moreira Salles); 17) <EM>Bastardos Inglórios</EM> (2009, EUA/Alemanha, Quentin Tarantino); 18) <EM>Jogo de Cena</EM> (Brasil, 2007, Eduardo Coutinho); 19) <EM>Caché</EM> (2005, Áustria/França/Alemanha/Itália, Michael Haneke); 20) <EM>A Última Noite</EM> (2002, EUA, Spike Lee); 21) <EM>Cidade dos Sonhos</EM> (2001, EUA, David Lynch) ; 22)<EM> Amor à Flor da Pele</EM> (2000, Hong Kong/França); 23) <EM>Quase Famosos</EM> (2000, EUA, Cameron Crowe); 24) <EM>Santiago</EM> (2007, Brasil, João Moreira Salles); 25) <EM>Elefante </EM>(2003, EUA, Gus Van Sant); 26) <EM>Adeus, Lênin</EM> (2003, Alemanha, Wolfganger Becker).</P>
<P><BR><STRONG>A lista de Lisandro Nogueira</STRONG><BR><EM>(ele preferiu mandar a lista sem ranking)<BR></EM>Amor à Flor da Pele (2000, Hong Kong/França, Wong Kar-Wai)<BR>Dogville (2003, Dinamarca/Suécia/Noruega/Finlândia/Inglaterra/França/ Alemanha/Holanda, Lars Von Trier)<BR>Edifício Master (Brasil, 2002, Eduardo Coutinho)<BR>Elogio ao Amor (2001, França/Suiça, Jean-Luc Godard)<BR>A Inglesa e o Duque (2001, França, Éric Rohmer)<BR>Jogo de Cena (Brasil, 2007, Eduardo Coutinho)<BR>Medos Privados em Lugares Públicos (2006, França, Alain Resnais)<BR>Ponto Final - Match Point (2005, Inglaterra/EUA/Luxemburgo, Woody Allen)<BR>Santiago (2007, Brasil, João Moreira Salles)<BR>Serras da Desordem (2006, Brasil, Andrea Tonacci)<BR>Vou Para Casa (2001, Portugal/França, Manoel de Oliveira)<BR>&nbsp;</P>
<P>&nbsp;<IMG style="WIDTH: 497px; HEIGHT: 321px" border=0 hspace=0 alt="" src="http://www.jornalx.com.br/images/site/posts/cronicamente.jpg?0.7958877300068203" width=400 height=264><BR>Cronicamente Inviável&nbsp;é apontado por Lourival Belém como o melhor dos anos 00</P>
<P><BR><STRONG>A lista de Lourival Belém <BR></STRONG>01) Cronicamente Inviável (2000, Brasil, Sérgio Bianchi)<BR>02) O Príncipe (2002, Brasil, Ugo Giorgetti)<BR>03) Serras da Desordem (2006, Brasil, Andrea Tonacci)<BR>04) Edifício Master (2002, Brasil, Eduardo Coutinho)<BR>05) Entreatos (2004, Brasil, João Moreira Salles)<BR>06) Linha de Passe (2008, Brasil, Walter Salles e Daniela Thomaz)<BR>07) Nossa Música (2004, França, Jean-Luc Godard)<BR>08) Em Busca da Vida (2006, China/Hong Kong, Zhang Ke Jia)<BR>09) Cidade dos Sonhos (2001, EUA, David Lynch)<BR>10) O Pântano (2001, Argentina, Lucrecia Martel)<BR>&nbsp;<BR><STRONG>Observações de Belém:</STRONG> Fiz a lista com medo de estar esquecendo um filme "fatal" e com a certeza de ter deixado Ken Loach (<EM>Pão e Rosas</EM>), Lars von Trier (<EM>Dogville</EM>), Almodóvar e tantos que fizeram filmes maravilhosos. Mas para não ficar só com uma lista dos dez que mais me tocaram, tentei sentir os diversos países também, as diversas linguagens, o cinema visto daqui, aqueles que eu vi várias vezes etc. O primeiro de cada lista (a lista do ano de 2009 e a dos anos 00) realmente são os que eu gosto mais, mas depois as coisas se embaralham. Pode ser essa ordem mesmo. De qualquer forma é uma lista muito pessoal, se fosse feita por mim numa época em que eu me sentia mais "crítico", mais responsável, portanto, aí eu tentaria me colocar critérios estéticos mais definidos, seria bem difícil. Como cinéfilo e documentarista, parece que é só comigo mesmo.</P>
<P><BR><STRONG>A lista de Marco Vigário</STRONG><BR>01) Onde os Fracos Não Têm Vez (2007, EUA, Joel Coen e Ethan Coen)<BR>02) Bastardos Inglórios (2009, EUA/Alemanha, Quentin Tarantino)<BR>03) Dogville (2003, Dinamarca/Suécia/Noruega/Finlândia/Inglaterra/França/ Alemanha/Holanda, Lars Von Trier)<BR>04) Amor à Flor da Pele (2000, Hong Kong/França, Wong Kar-Wai)<BR>05) Cidade dos Sonhos (2001, EUA, David Lynch)<BR>06) Fale com Ela (2002, Espanha, Pedro Almodóvar)<BR>07) Sobre Meninos e Lobos (2003, EUA, Clint Eastwood)<BR>08) Os Donos da Noite (2007, EUA, James Gray)<BR>09) Edifício Master (2002, Brasil, Eduardo Coutinho)<BR>10) Wall-E (2008, EUA, Andrew Stanton)<BR></P>
<P><IMG style="WIDTH: 501px; HEIGHT: 339px" border=0 hspace=0 alt="" src="http://www.jornalx.com.br/images/site/posts/cidade%20dos%20sonhos.jpg?0.1773106877500098" width=465 height=308><BR>Cidade dos Sonhos: o filme de David Lynch aparece nas listas de Vigário e Bandeira</P>
<P><BR><STRONG>A lista de Marcos Bandeira</STRONG><BR>01) O Homem que Não Estava Lá (2001, EUA, Joel Coen e Ethan Coen)<BR>02) Cidade dos Sonhos (2001, EUA, David Lynch)<BR>03) Dançando no Escuro (2000, Dinamarca/Suécia/França/Rússia, Lars Von Trier)<BR>04) Elefante (2003, EUA, Gus Van Sant)<BR>05) Kill Bill: Volume 1 (2003, EUA, Quentin Tarantino)<BR>06) Amor à Flor da Pele (2000, Hong Kong/França, Wong Kar-Wai)<BR>07) Os Infiltrados (2006, EUA, Martin Scorsese) <BR>08) Volver (2006, Espanha, Pedro Almodóvar)<BR>09) Sobre Meninos e Lobos (2003, EUA, Clint Eastwood)<BR>10) Cidade de Deus (2002, Brasil, Fernando Meirelles)</P>
<P><STRONG>Observações de Bandeira:</STRONG> Resumir uma década de grandes produções numa lista de “As 10 Melhores” foi uma das tarefas mais inglórias a que me submeti nos últimos tempos. É com dor no coração que apresento os 10 melhores dos anos 00. </P>
<P><BR><STRONG>A lista de Mariana Tramontina</STRONG><BR>01) Kill Bill: Vol. 1 (2003, EUA, Quentin Tarantino)<BR>02) Onde os Fracos Não Têm Vez (2007, EUA, Joel Coen e Ethan Coen)<BR>03) 2046 - Os Segredos do Amor (2004, China/França/Alemanha/Hong Kong, Wong Kar Wai)<BR>04) Sin City (2005, EUA, Robert Rodriguez, Frank Miller e Quentin Tarantino)<BR>05) Bem Me Quer, Mal Me Quer (2002, França, Laetitia Colombani)<BR>06) Irreversível (2002, França, Gaspar Noé)<BR>07) Peixe Grande e suas histórias maravilhosas (2003, EUA, Tim Burton)<BR>08) Eu Não Tenho Medo (2003, Itália/Espanha/Inglaterra, Gabriele Salvatores)<BR>09) A Viagem de Chihiro (2001, Japão, Hayao Miyazaki)<BR>10) Cinema, Aspirinas e Urubus (2005, Brasil, Marcelo Gomes)</P>
<P><BR><STRONG>A lista de Micheli Nunes</STRONG><BR><EM>(ela preferiu mandar a lista sem ranking)<BR></EM>Medos Privados em Lugares Públicos (2006, França, Alain Resnais)<BR>O Homem que Não Estava Lá (2001, EUA, Joel Coen e Ethan Coen)<BR>O Fabuloso Destino de Amélie Poulain (2001, França/Alemanha, Jean-Pierre Jeunet)<BR>Brilho Eterno de Uma Mente Sem Lembranças (2004, EUA, Michel Gondry)<BR>A Viagem de Chihiro (2001, Japão, Hayao Miyazaki)<BR>Wall-E (2008, EUA, Andrew Stanton)<BR>Cidade de Deus (2002, Brasil, Fernando Meirelles)<BR>Nove rainhas (2000, Argentina, Fabián Bielinsky)<BR>Amores Brutos (2000, México, Alejandro González-Iñárritu)<BR>Simpatia pelo Sr. Vingança (2002, Coréia do Sul, Chan-wook Park)</P>
<P><BR><STRONG>A lista de Nathalya Toaliari</STRONG><BR><EM>(ela preferiu mandar a lista sem ranking)</EM><BR>Os Excêntricos Tenenbaums (2001, EUA, Wes Anderson)<BR>Kill Bill Vol. 1 e Vol. 2 (2003, EUA, Quentin Tarantino)<BR>Má Educação (2004, Espanha, Pedro Almodóvar)<BR>Dogville (2003, Dinamarca/Suécia/Noruega/Finlândia/Inglaterra/França/ Alemanha/Holanda, Lars Von Trier)<BR>Baixio das bestas (2007, Brasil, Cláudio Assis)<BR>Cidade dos Sonhos (2001, EUA, David Lynch)<BR>O Pianista (2002, França/Alemanha/Inglaterra/Polônia, Roman Polanski)<BR>Party Monster (2003, EUA/Holanda, Fenton Bailey e Randy Barbato)<BR>O Cheiro do Ralo (2006, Brasil, Heitor Dhalia)<BR>Elefante (2003, EUA, Gus Van Sant)<BR>&nbsp;<BR><STRONG>Observações de Nathalya:</STRONG> Na mesa do bar é fácil falar disso, mas tentar criar critérios para construir uma lista justa é outra história. E falando em justiça, não há como organizar a lista em formato de ranking. Para mim, todos aí estão em primeiro lugar e tornaram as salas de cinema lugares melhores para se viver. Adicionaria <EM>O Fabuloso Destino de Amélie Poulain</EM> e <EM>O Segredo de Brokeback Mountain</EM>, para quebrar um pouco da violência das obras elencadas; e <EM>Oliver Twist</EM> (2005), de Roman Polanski, que me deixou encantadíssima do começo ao fim.</P>
<P><BR><STRONG>A lista de Renato Dias</STRONG><BR>01) Os Sonhadores (2003, França/Inglaterra/Itália, Bernardo Bertolucci)<BR>02) Ventos da liberdade (2006, Espanha/Irlanda/França/Itália/Alemanha/Inglaterra/Ken Loach)<BR>03) Os Educadores (2005, Alemanha/Áustria, Hans Weingartner)<BR>04) Adeus, Lênin (2003, Alemanha, Wolfganger Becker)<BR>05) No Direction Home: Bob Dylan (2005, EUA, Martin Scorcese)<BR>06) Volver (2006, Espanha, Pedro Almodóvar)<BR>07) Batismo de Sangue (2007, Brasil/França, Helvécio Ratton)<BR>08) Condor (2007, Brasil, Roberto Mader)<BR>09) Cidadão Boilensen (2009, Brasil, Chaim Litewski)<BR>10) Os Desafinados (2008, Brasil, Walter Lima Jr.)<BR><BR><BR></P>
<P><IMG style="WIDTH: 504px; HEIGHT: 260px" border=0 hspace=0 alt="" src="http://www.jornalx.com.br/images/site/posts/russian-ark.jpg?0.7657974961991407" width=714 height=402><BR>Arca Russa: o filme de Sokurov aparece na lista do cinéfilo Rodrigo Cássio</P>
<P><BR><STRONG>A lista de Rodrigo Cássio</STRONG><BR>01) Nossa Música (2004, França/Suíça, Jean-Luc Godard) <BR>02) Síndromes e um século (2006, Tailândia, Apichatpong Weerasethakul) <BR>03) Um Filme Falado (2003, Portugal/França/Itália, Manoel de Oliveira) <BR>04) Elogio do amor (2001, França, Jean-Luc Godard) <BR>05) Império dos Sonhos (2006, EUA, David Lynch) <BR>06) Juventude em Marcha (2006, Portugal/França/Suíça, Pedro Costa) <BR>07) Dogville (2003, Dinamarca/Suécia/Noruega/Finlândia/Inglaterra/França /Alemanha/Holanda, Lars Von Trier)<BR>08) Caché (2005, Áustria/França/Alemanha/Itália, Michael Haneke) <BR>09) A Arca Russa (2002, Rússia, Alexander Sokurov) <BR>10) Amor à Flor da Pele (2000, Hong Kong/França, Wong Kar-Wai)</P>
<P><STRONG>Observações de Rodrigo:</STRONG> Perceber Godard como o autor de dois dos cinco melhores filmes da década é perceber que o diretor francês dá continuidade ao seu cinema em contato direto com os temas mais relevantes da contemporaneidade, e, ao mesmo tempo, reflete sobre a condição particular das imagens e dos filmes no novo século. Em poucas cinematografias o cinema tem tanta consciência de si mesmo. Seja em <EM>Nossa Música</EM> ou em <EM>Elogio do Amor</EM>, Godard retorna a temas já tratados em sua obra, como a “questão palestina”, o terrorismo ou o poder simbólico do cinema norte-americano. A linguagem de Godard não retrocede em relação às conquistas modernas, como outros de sua geração fizeram. Ao contrário, o diretor se dispõe a experimentar com as novidades técnicas (como o digital) sem deixar de problematizá-las. Concomitantemente a Godard, a década de 2000 foi marcada pela revelação do cineasta tailandês Apichatpong Weerasethakul, cujo <EM>Síndromes e um Século</EM> confere um frescor incontestável à concepção de cinema narrativo, fazendo avançar as possibilidades do filme encenado em uma na qual as pós-narrativas são discutidas como futuro da arte mais afeita à vanguarda. Numa linha semelhante, em <EM>Um Filme Falado</EM>, Manoel de Oliveira encontra um limite original entre a já ultrapassada separação entre documentário e ficção, conciliando a tensão entre o passado e o presente, a tradição e o moderno (temas recorrentes em sua obra) com a urgência de discutir o terrorismo; no filme de 2003, o 11 de setembro de 2001 ainda estava recente como marco geopolítico da década, e o cineasta português impressiona pela precisão e coerência da sua resposta a este evento catastrófico, tanto em termos políticos quanto estéticos: é um raro exemplo de cineasta que apreende o momento histórico com a singularidade do seu estilo. No cinema norte-americano, David Lynch realizou em 2006 a sua obra mais madura, acirrando a autorreflexão sobre a indústria cinematográfica, que já despontara em <EM>Cidade dos Sonhos</EM>, outro grande filme da década. Em <EM>Império dos Sonhos</EM>, Lynch se revela um dos poucos cineastas – talvez o único – que atua na Hollywood contemporânea e consegue realizar filmes formalmente relevantes para o cinema em seu estado atual, como arte, como pensamento. Esse, sem dúvida, é o critério pelo qual os filmes dessa primeira década do século XXI podem ser avaliados. Um filme se confirma como arte e como meio de expressão superior apenas na medida em que se instala no presente vivido, com a devida percepção dos problemas da sua época, do seu lugar na trajetória do próprio cinema, e, sobretudo, na medida em que há interesse e capacidade nos cineastas para traduzirem, em forma e conteúdo, os anseios deste momento histórico. </P>
<P><BR><STRONG>A lista de Victor Hugo Lopes</STRONG><BR>01) Menina de Ouro (2004, EUA, Clint Eastwood)<BR>02) Os Infiltrados (2006, EUA, Martin Scorsese)<BR>03) Sobre Meninos e Lobos (2003, EUA, Clint Eastwood)<BR>04) Alta Fidelidade (2000, EUA, Stephen Frears)<BR>05) Encontros e Desencontros (2003, EUA, Sofia Coppola)<BR>06) Sideways - Entre Umas e Outras (2004, EUA, Alexander Payne)<BR>07) Gladiador (2000, Inglaterra/EUA, Ridley Scott)<BR>08) Pequena Miss Sunshine (2006, EUA, Jonathan Dayton e Valerie Faris)<BR>09) O Pianista (2002, França/Alemanha/Inglaterra/Polônia, Roman Polanski)<BR>10) Sangue Negro (2007, EUA, Paul Thomas Anderson)</P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=873]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2010-01-09 11:45:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Mais listas em breve]]></title>
<description><![CDATA[Nos próximos dias, o blog publica também uma lista dos melhores filmes dos anos 00 (filmes feitos de 1º de janeiro de 2000 até 31 de dezembro de 2009) na opinião de quase vinte cinéfilos. Aguarde, pois as listas estão imperdíveis.]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=872]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2010-01-07 12:04:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Os melhores filmes de 2009 ]]></title>
<description><![CDATA[<P>Como já é tradição neste blog, publicamos agora a lista dos 10 melhores filmes do ano de 2009, na visão de 14 cinéfilos consultados pelo blog. </P>
<P>Nenhum filme conseguiu aparecer nas 14 listas. O que chegou mais próximo disso foi <EM>Bastardos Inglórios</EM>, votado por 12 dos 14 consultados, seguido de perto por <EM>Gran Torino</EM>, que foi indicado por 11 listeiros.</P>
<P>A regra é que deveriam valer apenas os filmes que tiveram estréia em 2009 no Brasil. Por isso há filmes lançados em 2006, 2007 e 2008 na lista: algumas dessas películas só tiveram estréia em território nacional (ou, pelo menos, em boa parte dele) em 2009. </P>
<P>Entre os consultados, teve quem listou menos de dez filmes, outros que listaram mais e quem preferiu citar dez filmes sem ordenar do melhor para o pior. O blog, no entanto, manteve as listas da forma como foram enviadas pelos colaboradores, gentis como sempre. </P>
<P>Se você também tem uma lista top 10 de 2009, coloque-a na seção de comentários. As listas vão sendo publicadas aqui até o fim do mês.</P>
<P>Abaixo, você confere agora a lista dos melhores filmes de 2009. Os listeiros foram ordenados alfabeticamente.<BR><BR><BR><STRONG>A lista de Aline Leonardo</STRONG> (visite seu blog <A href="http://canecadanina.blogspot.com/">clicando aqui</A>)<BR>1) Bastardos Inglórios (2009, EUA/Alemanha, Quentin Tarantino)<BR>2) Abraços Partidos (2009, Espanha, Pedro Almodóvar)<BR>3) Inimigos Públicos (2009, EUA, Michael Mann)<BR>4) Amantes (2009, EUA, James Gray)<BR>5) Gran Torino (2008, EUA, Clint Eastwood)<BR>6) Casamento de Rachel (2008, EUA, Jonathan Demme)<BR>7) Quem Quer Ser um Milionário (2008, Inglaterra/EUA, Danny Boyle)<BR>8) O Lutador (2009, EUA, Darren Aronofsky)<BR>9) Foi Apenas Um Sonho (2008, Inglaterra/EUA, Sam Mendes)<BR>10) Up - Altas Aventuras (2009, EUA, Pete Docter)</P>
<P><BR><STRONG>A lista de Aline Mil </STRONG>(visite seu blog <A href="http://www.pagina-par.blogspot.com/">clicando aqui</A>)<BR>1) Distrito 9 (2009, África do Sul/Nova Zelândia, Neill Blomkamp)<BR>2) A Riviera não é aqui (2008, França, Dany Boon)<BR>3) O Curioso Caso de Benjamin Button (2008, EUA, David Fincher)<BR>4) Inimigos Públicos (2009, EUA, Michael Mann)<BR>5) Up - Altas Aventuras (2009, EUA, Pete Docter)<BR>6) Bastardos Inglórios (2009, EUA/Alemanha, Quentin Tarantino)<BR>7) Abraços Partidos (2009, Espanha, Pedro Almodóvar)<BR>8) Avatar (2009, EUA, James Cameron)<BR>9) Watchmen - O Filme (2009, EUA/Canadá/Inglaterra, Zack Snyder)<BR>10) Se beber não case (2009, EUA/Alemanha, Todd Phillips)</P>
<P><STRONG>Observações de Aline Mil:</STRONG> Alguns filmes decidi que precisavam de comentários, outros falam por si. Os comentários: 1) <EM>Distrito 9</EM>: achei genial. Só o final que é meio sem graça. Tive aquela velha impressão de que, nos minutos finais, a trama estava tão complexa que foi difícil amarrar com precisão e sem perder o ritmo legal do filme. Mas é um filme muito interessante, que trabalha a exclusão social e o apartheid de um ângulo super criativo. 2) <EM>A Riviera não é aqui</EM>: divertido e muito bem feito. 3) <EM>O Curioso Caso de Benjamin Button</EM>: é de 2008 mas saiu em Goiânia em janeiro de 2009. Um bom tempo antes de ver o filme, li uma adaptação do livro de Fitzgerald e já gostei muito da história. Achei um filme bonito, com linda fotografia. Merecia mais prêmios no Oscar 2008. 5) <EM>Up - Altas Aventuras</EM>: Docter também dirigiu Monstros SA e os dois filmes têm personagens cativantes e fofos. Vá lá, eu adoro animações e provavelmente o filme vai aparecer só na minha lista numa posição tão boa. Não me importo, Up na versão 3D é uma delícia de se assistir. 6) <EM>Bastardos Inglórios</EM>: confesso que não sou muito fã de Tarantino, mas Bastardos Inglórios é muito bom. E olha que é Tarantino do começo ao fim. 7) <EM>Abraços Partidos</EM>: não é o melhor do diretor, mas é muito bom. 8) <EM>Avatar:</EM> eis a polêmica de fim do ano para todos os cinéfilos. Só pelo fato de eu ter tido dificuldade de achar uma cadeira vazia para assistir Avatar duas semanas depois de sua estreia acho que já vale a vaga aqui na lista. Ainda que um filme seja mediano, ele tem seu valor se atinge US$1 bilhão nas bilheterias ao redor do mundo em tão pouco tempo. Achei o filme incrivelmente bonito e bem feito, mas senti muita falta de um roteiro mais envolvente, de personagens mais interessantes. Acho chato começar a ver um filme encantada com os efeitos, babando na produção gráfica e logo depois da primeira meia hora já enjoar da trama. James Cameron poderia ter gasto um pouco mais dos cinco anos de produção no roteiro ao invés de focar todo o esforço na plástica do filme e fazer apenas uma releitura mais sofisticada de Pocahontas. 9) <EM>Watchmen</EM>: nunca fui fã dos quadrinhos e acabei perdendo a temporada de sessões de <EM>Watchmen</EM> nos cinemas. Vi em casa e adorei. Depois, li os quadrinhos e gostei muito. 10) <EM>Se beber não case</EM>: não posso deixar de colocar, já que foi o filme que mais me rendeu gargalhadas incessantes em pleno cinema. Como eu não esperava nada, foi uma agradável surpresa rir tanto. Mas também é só. Não traz nada de novo e eu não pretendo ver a continuação que já anunciaram.</P>
<P><BR><STRONG>A lista de Carlos Willian Leite </STRONG>(visite seu&nbsp;sítio <A href="http://www.revistabula.com/">clicando aqui</A>)<BR>1) Bastardos Inglórios (2009, EUA/Alemanha, Quentin Tarantino)<BR>2) O Lutador (2009, EUA, Darren Aronofsky)<BR>3) O Curioso Caso de Benjamin Button (2008, EUA, David Fincher)<BR>4) Gran Torino (2008, EUA, Clint Eastwood)<BR>5) Se Beber Não Case (2009, EUA/Alemanha, Todd Phillips)<BR>6) Entre os Muros da Escola (2008, França, Laurent Cantet)<BR>7) Loki - Arnaldo Baptista (2009, Brasil, Paulo Henrique Fontenelle)<BR>8) A Era do Gelo 3 (2009, EUA, Carlos Saldanha)<BR>9) Avatar (2009, EUA, James Cameron)<BR>10) UP - Altas Aventuras (2009, EUA, Pete Docter)</P>
<P>&nbsp;</P>
<P><IMG style="WIDTH: 476px; HEIGHT: 285px" border=0 hspace=0 alt="" src="http://www.jornalx.com.br/images/site/posts/la-teta-asustada.jpg?0.5791376079460023" width=560 height=353><BR>O filme peruano&nbsp;<EM>A Teta Assustada</EM> é um dos destaques do ano de&nbsp;2009</P>
<P><BR><STRONG>A lista de Eduardo Horácio</STRONG> (você já está no meu blog)<BR>1) Serras da Desordem (2006, Brasil, Andrea Tonacci)<BR>2) Bastardos Inglórios (2009, EUA/Alemanha, Quentin Tarantino)<BR>3) Frost/Nixon (2008, EUA/França/Inglaterra, Ron Howard)<BR>4) Abraços Partidos (2009, Espanha, Pedro Almodóvar)<BR>5) A Teta Assustada (2009, Peru, Claudia Llosa)<BR>6) Alexandra (2007, Rússia, Alexander Sokurov)<BR>7) Canção de Baal (2009, Brasil, Helena Ignez)<BR>8) À Procura de Eric (2009, França/Inglaterra/Itália/Bélgica/Espanha, Ken Loach)<BR>9) A Fronteira da Alvorada (2008, França, Philippe Garrel)<BR>10) O Grupo Baader Meinhoff (2008, Alemanha/República Tcheca/França, Uli Edel)</P>
<P><STRONG>Observações de Eduardo:</STRONG> Se houvesse um 11º colocado, apontaria para <EM>Anticristo</EM>, de Lars Von Trier. Não é a obra-prima dele, mas ainda é um grande filme. Merecem citação <EM>O Ninho Vazio</EM> (da boa safra argentina) e <EM>Cleópatra</EM> (do Bressane de sempre). Na parte pop da minha lista, quase entraram <EM>Watchmen</EM> e <EM>Star Trek</EM>. Foram dignos. Ainda não vi <EM>A Erva do Rato</EM>. Já vi <EM>Tudo pode dar certo</EM>, do Woody Allen, que só teve rápidas pré-estréias pelo país. Quando estrear em 2010, será forte candidato a estar na minha lista dos dez. Gostei muito de <EM>Frost/Nixon</EM> (que estreou no Brasil só em 2009), mas acho que sou o único. Tenho sérias restrições (algumas ideológicas, outras cinematográficas) às escolhas de Uli Edel no filme <EM>O Grupo Baader Meinhoff</EM>, mas como foi um filme que me incomodou muito (para o bem e para o mal), coloquei-o na lista. Gostei também de <EM>Guerra ao Terror</EM> (2009, EUA, Kathryn Bigelow), que infelizmente não estreou em nenhum cinema do Brasil e foi lançado direto em DVD. </P>
<P>&nbsp;</P>
<P><IMG style="WIDTH: 475px; HEIGHT: 296px" border=0 hspace=0 alt="" src="http://www.jornalx.com.br/images/site/posts/antichrist_larsvontrier.jpg?0.6397942743301875" width=592 height=358><BR><EM>O Anticristo</EM> foi apontado por&nbsp;três cinéfilos como o melhor filme de 2009</P>
<P><BR><STRONG>A lista de Lisandro Nogueira </STRONG>(visite seu blog <A href="http://lisandronogueira.blogspot.com/">clicando aqui</A>)<BR>1) O Anticristo (2009, Dinamarca/Alemanha/França/Suécia/Itália, Lars Von Trier)<BR>2) Onde mora o amor <BR>3) Bastardos inglórios (2009, EUA/Alemanha, Quentin Tarantino)<BR>4) Cleópatra (2008, Brasil, Julio Bressane)<BR>5) Simplesmente Feliz (2008, Inglaterra, Mike Leigh)<BR>6) À procura de Eric (2009, França/Inglaterra/Itália/Bélgica/Espanha, Ken Loach)<BR>7) Canção de Baal&nbsp; (2009, Brasil, Helena Ignez)<BR>8) Ninho Vazio (2008, Argentina, Daniel Burman)<BR>9) Palavra (En)cantada (2009, Brasil, Helena Solberg)<BR>10) A Erva do Rato (2009, Brasil, Julio Bressane)</P>
<P><BR><STRONG>A lista de Lourival Belém</STRONG><BR>1) Serras da Desordem (2006, Brasil, Andrea Tonacci)<BR>2) Deserto Feliz (2008, Brasil, Paulo Caldas)<BR>3) Gran Torino (2008, EUA, Clint Eastwood)<BR>4) À Procura de Eric (2009, França/Inglaterra/Itália/Bélgica/Espanha, Ken Loach)<BR>5) Palavra (En)cantada (2009, Brasil, Helena Solberg)<BR>6) Fados (2007, Portugal/Espanha, Carlos Saura)<BR>7) Entre os Muros da Escola (2008, França, Laurent Cantet)<BR>8) Che: parte um (2008, França/Espanha/EUA, Steven Soderbergh)<BR><STRONG><BR>Observações de Belém:</STRONG> Fui um cinéfilo displicente com as salas de cinema. Me dediquei mais aos filmes que, por uma ou outra razão, estava precisando ver ou rever em função dos meus próprios projetos ou das pessoas que fazem cinema comigo, e isso me ocupa demais. Por essa razão pensei que não deveria fazer essa lista, principalmente se comparo com o tanto de filmes que entram na cidade e que eu assisto a cada ano. Parece que essa mudança vem ocorrendo gradualmente, vejo agora que preciso acompanhar mais de perto os filmes nas salas de cinema, devo estar perdendo a chance de ver grandes filmes nas melhores condições e isso interfere em nossa apreciação, você não acha? O filme que mais me animou neste ano foi <EM>Serras da Desordem</EM>, gostei demais, mas ele só passou no cinema da Cidade de Goiás, uma ou duas exibições especiais no Fica, seguida(s) de um debate extraordinário com o diretor, que eu não conhecia pessoalmente. Fiquei admirado com a sua sensibilidade, sua delicadeza (não sei se pode ir para a lista). Gostei um bocado também de <EM>Deserto Feliz</EM>. Ele foi lançado nacionalmente em 28 de novembro de 2008, conforme uma informação que vi na internet. Não me lembro quando entrou em Goiânia nem quanto tempo ficou. </P>
<P>&nbsp;</P>
<P><IMG style="WIDTH: 475px; HEIGHT: 272px" border=0 hspace=0 alt="" src="http://www.jornalx.com.br/images/site/posts/inglorious_basterds.jpg?0.7595898551216385" width=600 height=360><BR><EM>Bastardos Inglórios</EM>, de Tarantino, é o filme de 2009&nbsp;mais citado pelos cinéfilos</P>
<P><BR><STRONG>A lista de Marco Vigário </STRONG>(visite seu blog <A href="http://primeiroplano.blogspot.com/">clicando aqui</A>)<BR>1) Bastardos Inglórios (2009, EUA/Alemanha, Quentin&nbsp;Tarantino)<BR>2) Inimigos Públicos (2009, EUA, Michael Mann)<BR>3) Abraços Partidos (2009, Espanha, Pedro Almodóvar)<BR>4) Gran Torino (2008, EUA, Clint Eastwood)<BR>5) Alexandra (2007, Rússia, Alexander Sokurov)<BR>6) Amantes (2009, EUA, James Gray)<BR>7) Filmefobia (2008, Brasil, Kiko Goifman)<BR>8) Entre os Muros da Escola (2008, França, Laurent Cantet)<BR>9) O Lutador (2009, EUA, Darren Aronofsky)<BR>10) A Janela (2008, Argentina/Espanha, Carlos Sorín)</P>
<P><BR><STRONG>A lista de Marcos Bandeira</STRONG><BR>1) Anticristo (2009, Dinamarca/ Alemanha/França/Suécia/Itália, Lars Von Trier)<BR>2) O Lutador (2009, EUA, Darren Aronofsky)<BR>3) Bastardos Inglórios (2009, EUA/Alemanha, Quentin Tarantino)<BR>4) Abraços Partidos (2009, Espanha, Pedro Almodóvar)<BR>5) Gran Torino (2008, EUA, Clint Eastwood)<BR>6) Amantes (2009, EUA, James Gray)<BR>7) Sinédoque, Nova York (2008, EUA, Charlie Kaufman)<BR>8) Desejo e Perigo (2007, EUA/China, Ang Lee)<BR>9) Watchmen - O Filme (2008, EUA, Zack Snyder)<BR>10) Avatar (2009, EUA, James Cameron)</P>
<P><BR><STRONG>A lista de Micheli Nunes</STRONG><BR><EM>(ela preferiu mandar a lista sem ranking)<BR></EM>Gran Torino (2008, EUA, Clint Eastwood)<BR>Milk (2008, EUA, Gus Van Sant)<BR>Bastardos Inglórios (2009, EUA/Alemanha, Quentin Tarantino)<BR>Inimigos Públicos (2009, EUA, Michael Mann)<BR>Che: parte um (2008, França/Espanha/EUA, Steven Soderbergh)<BR>UP - Altas Aventuras (2009, EUA, Pete Docter)<BR>Monstros versus Alienígenas (2009, EUA, Rob Letterman e Conrad Vernon)<BR>O Lutador (2009, EUA, Darren Aronofsky)<BR>Coraline (2009, EUA, Henry Selick)<BR>Star Trek (2009, EUA, J.J. Abrams)</P>
<P><BR><STRONG>A lista de Nathalya Toaliari </STRONG>(visite seu&nbsp;twitter <A href="http://twitter.com/toaliari">clicando aqui</A>)<BR>1) Bastardos Inglórios (2009, EUA/Alemanha, Quentin Tarantino) <EM>- é um dos fortes para entrar no top 10 da década<BR></EM>2) O Curioso Caso de Benjamin Button (2008, EUA, David Fincher)<BR>3) Watchmen - O Filme (2008, EUA, Zack Snyder) - <EM>outra ótima adaptação dos quadrinhos<BR></EM>4) O Natimorto (2009, Brasil, Paulo Machline) <EM>- outra boa história de Lourenço Mutarelli</EM><BR>5) Avatar (2009, EUA, James Cameron)<BR>6) Quem Quer Ser um Milionário? (2008, Inglaterra/EUA, Danny Boyle)<BR>7) Inimigos Públicos (2009, EUA, Michael Mann) <EM>- Deep sempre dá um toque especial em histórias não tão boas<BR></EM>8) Código de Conduta (2009, EUA, F. Gary Gray)<BR>9) Gran Torino (2008, EUA, Clint Eastwood)<BR>10) Hotel Atlântico (2009, Brasil, Suzana Amaral) <EM>- um filme brasileiro que tem seu</EM> <EM>charme</EM></P>
<P><BR><IMG style="WIDTH: 470px; HEIGHT: 265px" border=0 hspace=0 alt="" src="http://www.jornalx.com.br/images/site/posts/baader_meinhof01.jpg?0.11166139623590226" width=512 height=288><BR><EM>O Grupo Baader Meinhoff</EM> foi citado por dois cinéfilos no top 10 de 2009</P>
<P><BR><STRONG>A lista de Renato Dias </STRONG>(visite seu blog <A href="http://www.renatodias.blog.br/portal/">clicando aqui</A>)<BR>1) Inimigos Públicos (2009, EUA, Michael Mann)<BR>2) Che: parte dois (2008, França/Espanha/EUA, Steven Soderbergh)<BR>3) O Curioso Caso de Benjamin Button (2008, EUA, David Fincher)<BR>4) O Grupo Baader Meinhoff (2008, Alemanha/República Tcheca/França, Uli Edel)<BR>5) Cidadão Boilensen (2009, Brasil, Chaim Litewski)<BR>6) À procura de Eric (2009, França/Inglaterra/Itália/Bélgica/Espanha, Ken Loach)<BR>7) Gran Torino (2008, EUA, Clint Eastwood)<BR>8) Perdão, Mister Fiel (2009, Brasil, Jorge Oliveira)<BR>9) Abraços partidos (2009, Espanha, Pedro Almodóvar)<BR>10) Retrato 3/4 de um tempo (2009, Brasil, Ângelo Lima)</P>
<P><BR><STRONG>A lista de Rodrigo Cássio </STRONG>(visite seu blog <A href="http://vistoseescritos.wordpress.com/">clicando aqui</A>)<BR>1) Canção de Baal (2009, Brasil, Helena Ignez)<BR>2) Bastardos Inglórios (2009, EUA/Alemanha, Quentin Tarantino)<BR>3) Anticristo (2009, Dinamarca/Alemanha/França/Suécia/Itália, Lars Von Trier)<BR>4) O Ninho Vazio (2008, Argentina, Daniel Burman)<BR>5) Alexandra (2007, Rússia, Alexander Sokurov)<BR>6) Abraços Partidos (2009, Espanha, Pedro Almodóvar)<BR>7) Se nada mais der certo (2009, Brasil, José Eduardo Belmonte)<BR>8) A Teta Assustada (2009, Peru, Claudia Llosa)<BR>9) Inimigos Públicos (2009, EUA, Michael Mann)<BR>10) Gran Torino (2008, EUA, Clint Eastwood)</P>
<P><BR><STRONG>A lista de Vassil Oliveira </STRONG>(visite seu blog <A href="http://www.vassil.com.br/">clicando aqui</A>)<BR>1) Gran Torino (2008, EUA, Clint Eastwood)<BR>2) O Leitor (2008, EUA/Alemanha, Stephen Daldry)<BR>3) Abraços Partidos (2009, Espanha, Pedro Almodóvar)<BR>4) Intrigas de Estado (2009, EUA/Inglaterra, Kevin Macdonald)<BR>5) Sinédoque, Nova York (2008, EUA, Charlie Kaufman)<BR>6) Bastardos Inglórios (2009, EUA/Alemanha, Quentin Tarantino)<BR>7) Watchmen - O Filme (2008, EUA, Zack Snyder) <BR>8) Avatar (2009, EUA, James Cameron)<BR>9) A Troca (2008, EUA, Clint Eastwood)<BR>10) A Mulher Invisível (2009, Brasil, Cláudio Torres)<BR><BR><BR><STRONG>A lista de Victor Hugo Lopes</STRONG><BR>1) Anticristo (2009, Dinamarca/ Alemanha/França/Suécia/Itália, Lars Von Trier)<BR>2) Inimigos Públicos (2009, EUA, Michael Mann)<BR>3) Bastardos Inglórios (2009, EUA/Alemanha, Quentin Tarantino)<BR>4) Gran Torino (2008, EUA, Clint Eastwood)<BR>5) O Lutador&nbsp; (2009, EUA, Darren Aronofsky)<BR>6) Watchmen - O Filme (2008, EUA, Zack Snyder)<BR>7) Frost/Nixon (2008, EUA/França/Inglaterra, Ron Howard)<BR>8) Star Trek (2009, EUA, J.J. Abrams)<BR>9) Up - Altas Aventuras (2009, EUA, Pete Docter) <BR>10) Rede de Mentiras (2008, EUA, Ridley Scott)</P>
<P><BR><BR><STRONG>Leia também:<BR></STRONG><A href="http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=813">Clique aqui e confira a lista dos melhores filmes de 2008</A><BR><BR><A href="http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=656">Clique aqui e confira a lista dos melhores filmes de 2007</A></P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=871]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2010-01-07 11:52:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Luxemburgo (PT) senador pelo Tocantins?]]></title>
<description><![CDATA[<p>É isso mesmo: o técnico do Santos, Vanderlei Luxemburgo, é candidato ao Senado no ano que vem pelo Tocantins. O partido é o PT. A revelação foi do jornal Placar (<em>veículo apêndice da revista homônima, que circula apenas em São Paulo</em>) neste fim-de-semana. </p>
<p>O maior cabo eleitoral do polêmico treinador é o prefeito de Palmas, Raul Filho (PT). Luxemburgo sairá em dobradinha com Leomar Quintanilha (PR), que tentará a reeleição ao Senado (em 2010, cada Estado elegerá dois senadores). Quintanilha é presidente da Federação Tocantinense de Futebol (FTF) e sócio de Luxemburgo no IWL do Tocantins. O IWL também recebe verbas generosas da prefeitura de Palmas. </p>
<p>O técnico recebeu, semana passada, o título de cidadão palmense - em breve, receberá o título de cidadão tocantinense. Luxemburgo disse, em entrevista a jornalistas de São Paulo, que já fez pesquisas internas e está em segundo lugar nas intenções de voto no Tocantins. Não revelou quem está em primeiro nessas "pesquisas", nem o nome dos institutos. </p>
<p>Luxemburgo já está em campanha. Participou, recentemente, de várias inagurações da prefeitura de Palmas, sempre discursando no final. E, desde março, são realizadas na capital do Tocantins as "Copas Vanderlei Luxemburgo", destinadas a atrair jovens de 12 a 17 anos que queiram ser jogadores de futebol. A justiça eleitoral pode não querer enxergar, mas campeonatos com esse nome são uma forma de propaganda política extemporânea proibida por lei. </p>
<p>A legislação permite que Luxemburgo seja candidato pelo Tocantins mesmo não morando no Estado. Basta comprovar atividade política na região e possuir imóveis e negócios no Estado. É o que Sarney, por exemplo, faz no Amapá (lugar por onde sempre é eleito senador), embora não mantenha residência fixa no Estado. </p>
<p>Luxemburgo já está, também, filiado ao PT. Por quê o PT? O auxiliar de preparação física de Luxemburgo, desde o Palmeiras, é Lulinha (Luiz Cláudio Lula da Silva, filho caçula do presidente Luiz Inácio Lula da Silva). </p>
<p>Nas últimas semanas Luxemburgo participou, regularmente, de atividades públicas em quatro cidades do Tocantins: Araguaína, Miracema, Palmas e Gurupi.</p>
<p>O que estaria por trás da candidatura de Luxemburgo? Ele deixará o salário de R$ 600 mil mensais que tem no Santos (ou em algum time futuro) para ser senador por qual motivo? Se for senador, deixará de ser técnico? Luxemburgo alega que deseja servir ao país. É possível, no entanto, que ele esteja atrás de imunidade parlamentar, já que tem dezenas de processos nas costas. É só uma hipótese.</p>
<p>Para saber mais detalhes, visite o site do <a href="http://www.jornalplacar.com.br">jornal Placar</a>.</p>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=864]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2009-07-20 23:14:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Fim da obrigatoriedade não é fim do mundo]]></title>
<description><![CDATA[<P>O Supremo Tribunal Federal (STF) acaba de decidir, por 8 votos a 1, que o diploma de jornalismo não é mais obrigatório para o exercício do jornalismo. Particularmente, sempre estive do lado daqueles que defendem a obrigatoriedade. Não porque considero a técnica jornalística uma coisa dificílima de aprender (ao contrário), mas por entender que uma faculdade específica em jornalismo ajuda a criar um maior compromisso entre o profissional e os princípios que regem a atividade. </P>
<P>No entanto, o fim da obrigatoriedade do diploma em jornalismo para o exercício da atividade não é o fim do mundo. Mesmo que a decisão do STF fosse pela manutenção da obrigatoriedade do diploma, ainda assim pouca coisa mudaria. É preciso, especialmente nesse momento, entender alguns fatos. </P>
<P>O principal talvez seja desfazer um equívoco comum: uma coisa é ser contra o diploma de jornalista, outra coisa distinta é ser contra a obrigatoriedade do diploma de jornalismo para o exercício da profissão. Na publicidade, por exemplo, o&nbsp;canudo nunca foi obrigatório para o exercício da profissão e, ainda assim, as agências de publicidade preferem contratar, quase sempre, profissionais diplomados na área. Ou seja: o diploma não é obrigatório, mas o mercado recomenda que você tenha um. </P>
<P>Listo, abaixo, aspectos que devem ser considerados ao se discutir o fim da obrigatoriedade do diploma na área:</P>
<P><STRONG>1) Com ou sem a decisão do STF, o diploma em jornalismo não é mais obrigatório -</STRONG> Com a internet, qualquer um pode fazer jornalismo, mesmo que não seja formado em nada. E como a tendência é que jornais, TVs e rádios migrem totalmente para a web, mais cedo ou mais tarde não haveria mais como regular quem é jornalista e quem não é. A internet não tem como ser regulada - mesmo que alguém crie uma lei proibindo a prática do jornalismo por não-diplomados no Brasil, o sujeito pode abrir um site com um domínio fora do país (o que é fácil e barato), em lugares onde não existe a obrigatoriedade do diploma.</P>
<P><STRONG>2) O Brasil é um dos poucos que ainda exigia a obrigatoriedade -</STRONG> Dos mais de 200 países do mundo, apenas nove (quase todos da América do Sul) exigem o diploma de jornalismo para o exercício da profissão. Na Itália, no México, no Japão ou nos Estados Unidos, por exemplo, não existe essa exigência. E nem por isso o diploma em jornalismo é desvalorizado. </P>
<P><STRONG>3) As faculdades de jornalismo não vão acabar -</STRONG> Se uma faculdade de jornalismo existe apenas porque o diploma em jornalismo é obrigatório, algo há de errado. Em países em que o diploma não é obrigatório, as faculdades de jornalismo continuam crescendo em tamanho e quantidade de alunos. Por quê? Porque o mercado (com raras e conhecidas exceções) prefere um profissional com uma formação na área do que pegar outro que é cru no metié. Repito: no Brasil, não há obrigatoriedade da exigência do diploma para ser publicitário e as faculdades de publicidade só crescem - em quantidades de alunos, inclusive. </P>
<P><STRONG>4) Quem contratava gente com formação na área vai continuar contratando -</STRONG> Com uma ou outra exceção, a tendência é que os veículos que sempre contrataram gente com diploma continuem contratando quem tem diploma - e os que desobedeciam a lei, vão continuar desobedecendo. Até porque a desobediência à lei do diploma obrigatório nunca gerou multas nem outras penas - e mesmo quando gerou, foram só pequenas multas, irrisórias para qualquer veículo de comunicação. </P>
<P><STRONG>5) Não deve haver invasão de profissionais de outra área no jornalismo -</STRONG> Primeiro porque um editor sempre vai preferir contratar repórteres com diploma na área (é melhor do que ter de ensinar o be-a-bá para todos). Há apadrinhados? Sempre houve e sempre haverá, ou estou errado? Quando um dono de jornal quer que alguém entre no seu veículo, ele faz qualquer coisa, com ou sem diploma - coloca o cara para ser jornalista e registra ele como digitador, por exemplo. </P>
<P><STRONG>Por último, uma provocação:</STRONG> o maior culpado pelo fim da obrigatoriedade do diploma em jornalismo não é o STF, não são os grandes veículos, não é o capitalismo. Para mim, sempre foi a categoria. Sim, nós e nossos coleguinhas. Sempre defendemos a obrigatoriedade do diploma para o exercício da profissão, mas não conheço ninguém que jogue mais pedras em sua própria formação do que o jornalista. Se (quase) todo jornalista gosta de dizer que a faculdade valeu pouco e que se aprende mesmo é no mercado, porque o STF seria a favor da obrigatoriedade do diploma? Os argumentos do STF para explicar o fim da obrigatoriedade do diploma foram esdrúxulos, mas as nossas ações para manter a exigência da formação específica não foram muito diferentes. </P>
<P>Jornalista que sai por aí dizendo que, agora com a decisão do STF, seu diploma "não vale nada”, que os quatro anos de faculdade foram jogados no lixo, que jornalista com diploma é “otário”, etc. só acaba reforçando, ainda mais, a decisão do STF. Portanto, choremos menos.</P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=859]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2009-06-17 23:08:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Os 11 erros de Goiânia]]></title>
<description><![CDATA[<div style="text-align: left;"><span style="font-style: italic;">Por Eduardo Sartorato</span><br><br>O poder político e econômico foram determinantes para a escolha das 12
cidades-sedes da Copa 2014. Temos também, porém, que olharmos para o
nosso próprio umbigo e ver os erros que impediram Goiânia de chegar lá.
Aliás, não é nada difícil encontrar defeitos na "corrida” da nossa
capital por alguns jogos da Copa do Mundo e muitos milhões de reais em
investimentos em infraestrutura.<br><br>Falta de ação, incompetência
administrativa, inexperiência, projeto fraco, a não existência de um
forte interlocutor, falta de motivação, além de vários outros motivos,
levaram à derrocada goiana. Um insucesso que, repito, vai custar muito
para os goianienses a longo prazo.<br><br>Veja os principais erros do Comitê Executivo da Copa 2014 em Goiânia (Coexgyn) e envolvidos:<br><br style="font-weight: bold;"><span style="font-weight: bold;">1. Projeto desastroso
- </span>Não precisava ser perito para perceber que havia algo errado no
projeto do Serra Dourada para 2014. Desde o primeiro dia, o modesto
plano de obras foi criticado justamente. A principal gafe foi não
prever a cobertura total dos assentos do estádio (pelo projeto original
15% das arquibancadas não seriam cobertas). Fico imaginando um jogo de
Copa do Mundo, estádio lotado, e 15% do público tomando chuva. O
absurdo foi tão grande que dias antes do anúncio das sedes foi feita
uma correção no projeto. Uma vergonha! O plano de ação do Serra Dourada
estava mais para uma grande maquiagem do que adequação para a disputa
de uma Copa do Mundo.<br><br><span style="font-weight: bold;">2. Equipe sem experiência
– </span>Os 'cabeças' da Coexgyn, comandada pelo presidente da Agetur, Barbosa
Neto (PSB), não tinham a mínima experiência de como tocar um projeto
rumo a algo tão audacioso como sediar jogos da Copa 2014. Tudo foi
feito com muito amadorismo. O projeto, por exemplo, foi mandato à CBF
no limite do prazo e via Correios. Uma lástima.<br><br><span style="font-weight: bold;">3. Governo sem ações
–</span> O governo do Estado fez muito pouco para ver Goiânia como uma das
sedes da Copa 2014. Tirando a participação em alguns eventos e o apoio
verbal do Palácio das Esmeraldas à Coexgyn, nada mais foi feito.
Informações apontam para dificuldades de captação de recursos e falta
de investimentos do governo na postulação da cidade. Uma participação
quase zero se comparada, por exemplo, com a do Mato Grosso, onde o
governador Blairo Maggi foi o grande articulador político da
candidatura de Cuiabá.<br><br><span style="font-weight: bold;">4. Slogan de derrota
– </span>A frase “Eu acredito!” é conhecidao nacionalmente no meio
futebolístico como a crença em um milagre. Muito usado quando um time
chega na última rodada precisando vencer e tendo que torcer por mais
três ou quatro resultados para não ser rebaixado. Não era esta a
situação de Goiânia. Quando o Brasil foi confirmado como sede da Copa
de 2014, a capital de Goiás era uma das favoritas. A Coexgyn
transformou Goiânia de "favorita" em "a espera de um milagre".<br><br><span style="font-weight: bold;">5. “Gol contra” da marca
–</span> A marca de Goiânia 2014, “A Copa no coração do Brasil”, jogou contra
a candidatura da cidade. Isto porque a localização geográfica era algo
que deveria ser minimizada, já que havia, como houve, prejuízos em
relação a proximidade com Brasília. Enquanto outras cidades arrumaram
marcas únicas, como Manaus, Belém e Rio Branco, que disputaram para ser
a cidade sede da Amazônia, Cuiabá e Campo Grande, que duelaram para ser
a representante pantaneira na Copa, Goiânia apostou em uma marca que
concorria com a capital federal, confirmada como cidade sede desde o
primeiro dia em que a Fifa concedeu ao Brasil o direito de organizar a
Copa 2014. Até mesmo Natal conseguiu uma marca melhor, “A capital
brasileira mais próxima da Europa”. A Coexgyn tinha que ter sido
criativa e puxado para Goiânia a marca do Cerrado, cidade Country,
agronegócio, ou qualquer outra coisa que fugisse do confronto com
Brasília.<br><br><span style="font-weight: bold;">6. A falta de trânsito da FGF na CBF
–</span> Não me lembro em que ano, mas a última vez que o Brasil concorreu
para sediar uma Copa (<span style="font-style: italic;">nota do Jornal X: foi quando o Brasil concorreu para sediar a Copa de 94 e perdeu para os EUA</span>), o presidente da CBF Ricardo Teixeira veio a
Goiânia e confirmou que a cidade seria sede, no caso de sucesso da
postulação nacional. Não foi daquela vez, mas a afirmação traduzia
muito bem a amizade de Teixeira com o ex-presidente da Federação Goiana
de Futebol, Wilson da Silveira. Após a morte de Silveira, o vice André
Pita assumiu a federação e as relações com a CBF nunca mais foram as
mesmas. Tanto que esta pode ser a primeira vez, em muito tempo, que
Goiânia não sediará um jogo da seleção nas eliminatórias.<br><br style="font-weight: bold;"><span style="font-weight: bold;">7. Falta de eventos
– </span>A organização de Goiânia-2014 foi a mais discreta de todas as outras
16 candidatas. Nada foi feito nesta reta final para divulgar o trabalho
e as qualidades da capital para ser escolhida como sede. A maior parte
dos goianienses até mesmo se esqueceu que Goiânia estava realmente
concorrendo a uma das 12 vagas. Além disto, os três fortes padrinhos da
cidade, o presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, o
ex-treinador de Brasil e Portugal, Luiz Felipe Scolari, e o
ex-presidente da FIFA, João Havelange, não foram requisitados hora
nenhuma. Divulgaram o apoio, e nada mais.<br><br style="font-weight: bold;"><span style="font-weight: bold;">8. Divulgação precária
–</span> A Coexgyn informou várias vezes que apresentou mais de 200 projetos
de melhorias da infraestrutura de Goiânia, no caso do sucesso da
candidatura. Em momento algum, porém se empenhou para a divulgação dos
mesmos. A população de Goiânia pouco foi informada e, com isto, não se
mobilizou em favor da cidade. Camisetas e faixas também foram raras na
capital, inclusive no dia no anúncio. Pode parecer pouca coisa, mas uma
cidade mobilizada pode fazer milagres.<br><br><span style="font-weight: bold;">8. Sem apoio político
–</span> A política goiana passa por uma das melhores fases em toda a
história. Temos o vice-presidente do Senado, os líderes de PTB, PR e
DEM na Câmara Federal, o relator da reforma tributária, além de fortes
interlocutores junto ao presidente Lula. Nada disto foi usado para que
a força política da cidade nos bastidores crescesse, o que certamente
faria a diferença.<br><br><span style="font-weight: bold;">10. O mal uso da proximidade com Brasília
- </span>O Brasil inteiro entendeu a mensagem transmitida por concorrentes de
Goiânia, de que a cidade não poderia sediar a Copa por causa da
proximidade com Brasília (cerca de 210 km). Goiânia, por sua vez, não
se importou em buscar um antídoto para tal. Deveria contratacar com uma
campanha maciça de argumentos, destacando a importância de um eixo
Goiânia-Brasília na Copa. Uma das saídas seria se aliar com a capital
federal, já que Brasília também teria mais força (para conseguir o jogo
de abertura, por exemplo) se Goiânia fosse sede. A distância pequena
entre duas sedes não é fator decisivo, tanto que Natal e Recife, duas
cidades eleitas, estão separadas por cerca de 290 km.<br><br style="font-weight: bold;"><span style="font-weight: bold;">11. Clima de derrota antes da hora
– </span>Já fazia alguns meses que as pessoas envolvidas no projeto Goiânia
2014, a Coexgyn e as administrações municipal e estadual, haviam
entregado os pontos. “A gente é obrigado a acreditar”, foi o que me
disse um político do alto escalão municipal quando questionei as
chances da cidade, no início de maio, apontando para um broxe da
campanha que ele usava na ocasião. Nos meios de comunicação todos
discursavam com o tom otimista. Com as câmaras e gravadores desligados
a descrença era geral.<br></div><br>Leia mais no blog de <a target="_blank" href="http://eduardosartorato.blogspot.com/2009/05/os-11-erros-de-goiania-2014.html">Eduardo Sartorato</a>.<br>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=858]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2009-06-01 10:43:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[A frase não poderia ser melhor]]></title>
<description><![CDATA[<P>- Estou me sentindo na final da Copa de 1950, no Maracanã.</P>
<P>A frase acima é do governador de Goiás,&nbsp;Alcides Rodrigues (PP), sobre a ausência de Goiânia na lista das 12 sedes da Copa do Mundo de 2014. </P>
<P>A frase não poderia ter sido melhor escolhida. Afinal, a exemplo da seleção brasileira na final do mundial de 1950, o comitê de Goiânia trabalhou o tempo todo com euforia, arrogância e se esqueceu do principal: de trabalhar.</P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=857]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2009-06-01 00:24:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Goianos não aceitam perder para Natal e Cuiabá]]></title>
<description><![CDATA[<P>Por Márcio Leijoto<BR><EM>Do site Terra.com.br</EM> 
<P>Goiânia não vai ser uma das sub-sedes da Copa do Mundo de 2014 e para o Comitê Executivo Copa do Mundo 2014 em Goiânia (Coexgyn), responsável pela organização e promoção da candidatura goianiense, não há nenhuma explicação técnica para isso. Os integrantes da comissão se mostraram indignados com a escolha de duas cidades específicas&nbsp;- Cuiabá (MT) e Natal (RN) -, alegando que Goiânia tinha muito mais estrutura e força econômica, turística e política, que estas duas rivais. 
<P>Um integrante do Coexgyn chegou a admitir que a decisão do Governo Federal em ter uma sede na região do Pantanal afastou as chances de Goiânia. Mas no discurso da maioria, o tom era de que não há lógida na preferência por Cuiabá, em relação à capital goiana. 
<P>"Nem sempre o melhor time vence. Goiás tem o 8º melhor futebol do país e perdeu para o 22º", disse o diretor-executivo da Coexgyn e presidente da Agência Goiana de Turismo (Agetur), Barbosa Neto, referindo-se a Mato Grosso. 
<P>De acordo com Barbosa Neto, Goiás é mais forte que Mato Grosso e Rio Grande do Norte tanto na área econômica, como de turismo e politicamente, e deixou a entender que a escolha pode não ter sido técnica. 
<P>"Nossa população é maior, nossa economia é maior, a força política do Estado é sem dúvida maior, temos grandes nomes no cenário político. Temos o Estádio Serra Dourada com um ótimo projeto de reforma, uma ótima localização geográfica, tudo em Goiás é melhor (que em Mato Grosso e Rio Grande do Norte). Então quem pode dizer porque não fomos escolhidos é a Fifa. Os critério da Fifa nunca foram divulgados", disse. 
<P>O clima em Goiânia já era de derrota mesmo antes do anúncio oficial da Fifa. A divulgação de supostas listas com os nomes das cidades escolhidas (sendo o de Goiânia ausente em todas) e declarações de próprios membros do comitê, já falando em um plano alternativo para a derrota, nos dias que antecederam a divulgação, reduziu o tamanho do evento. 
<P>Os membros aguardaram o anúncio da Fifa para uma sala dentro de um prédio histórico na região central de Goiânia, onde funciona a sede do Coexgyn, com menos de 100 pessoas presentes, todas integrantes ou funcionários da Coexgyn, parentes deles e jornalistas. 
<P>Além disso, havia um trio elétrico no Estádio Serra Dourada, segundo a assessoria de imprensa do comitê, esperando uma difícil vitória goianiense para percorrer as ruas da capital na frente de uma carreata, algo que não ocorreu. Não havia mais nada em nenhum ponto da cidade. Nas ruas, ninguém parecia apreensivo. Não havia faixas nem bandeiras ou qualquer coisa que lembrasse que hoje a Fifa escolheria as cidades para a Copa de 2014. 
<P>Foram gastos, segundo o Coexgyn, mais de R$ 1,7 milhão no planejamento da candidatura goiana, mas nas últimas semanas, conforme o <B>Terra</B> apurou, o comitê estava passando por dificuldades financeiras para seguir a iniciativa. Uma pessoa do comitê informou que não havia verbas públicas mais e que o "pouco dinheiro" que havia era da iniciativa privada, principalmente de um banco privado. "Não temos dinheiro nem para camisetas (com o símbolo da candidatura) suficientes para distribuir", disse essa pessoa. 
<P>Na sede do comitê, nem todos os membros compareceram, inclusive o presidente da Federação Goiana de Futebol (FGF), André Pitta, que, na última sexta-feira, havia dado declarações à imprensa admitindo ser muito difícil a escolha de Goiânia. 
<P>A entrevista de Pitta teria causado um mal estar dentro da comissão, principalmente para Barbosa Neto, que foi o único a não admitir falar com os jornalistas sobre uma possível derrota. Na mesma sexta-feira, ele chegou a responder rispidamente um jornalista que lhe perguntou sobre um possível "plano B". 
<P>A lista foi divulgada em ordem alfabética por volta de 15h30. Quando o presidente da Fifa, Joseph Blatter, anunciou o nome de Manaus, muitas pessoas presentes na sede da Coexgyn ficaram quietas, aguardando o próximo nome da lista, como se ainda houvesse alguma chance de erro. Barbosa Neto começou a chorar quando Blatter, na sequência, citou Natal. 
<P>Foi amparado pelas duas filhas e pela noiva. Alguns segundos depois, o telão improvisado na sala foi desligado e os jornalistas foram até o diretor-executivo da comissão. "O culpado é o critério da Fifa", sentenciou. <BR><BR>Leia mais <A href="http://esportes.terra.com.br/futebol/brasil2014/interna/0,,OI3797393-EI10545,00-Goianos+nao+aceitam+perder+Copa+para+Natal+e+Cuiaba.html" target=_blank>clicando aqui</A>.</P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=856]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2009-05-31 17:15:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Jornalistas lamentam ausência de Goiânia]]></title>
<description><![CDATA[<P>Comentários de dois jornalistas&nbsp;hoje na ESPN Brasil:</P>
<P>Arnaldo Ribeiro: é lamentável Brasília ser escolhida só porque é capital, uma cidade como Goiânia tem muita tradição futebolística&nbsp;e tem um estádio como o Serra Dourada. </P>
<P>Sônia Francine (Soninha): Para mim é a grande perda. É lamentável, muito lamentável Goiânia ficar de fora.</P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=855]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2009-05-31 17:06:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Derrota de Goiânia reflete improviso e arrogância]]></title>
<description><![CDATA[<P><STRONG>O Comitê chefiado por Barbosa Neto enterrou R$ 1,7 milhão em projeto desorganizado, fadado ao fracasso<BR></STRONG><BR>A&nbsp;não-escolha de Goiânia para sediar a Copa do Mundo de 2014 - sendo superada até por Natal (RN), que era considerada a maior zebra - reflete o improviso e a desorganização do Comitê Executivo de Goiânia-2014.</P>
<P>O projeto do Serra Dourada que Goiânia mandou à Fifa não foi concluído a tempo - e foi remendado a posteriori, dia 13 de maio desse ano, quando o prazo já havia sido esgotado. </P>
<P>Não há sinal de bagunça maior do que essa. Em novembro de 2007, por exemplo, Goiânia era a única das 17 candidatas que ainda não havia apresentado o projeto de reforma de estádio para a Copa do Mundo de 2014. </P>
<P>Quando a Copa do Mundo de 2014 foi confirmada para o Brasil, Goiânia era considerada favorita por todo mundo, sendo aposta certa. Desde que o governador Alcides Rodrigues (PP) anunciar o Comitê Executivo da Copa, presidido por Barbosa Neto (PSB), as chances de Goiânia só diminuíram. </P>
<P>Desde o início, o tom do discurso do presidente do comitê - Barbosa Neto (PSB) - era um só: arrogância e despreparo. Veja o que ele disse em entrevista no dia 18 de setembro de 2008 na rádio 730: <BR>- É lógico que Goiânia vai ser escolhida. Goiás tem times na "Fase A" (sic), na "Fase B" (sic) e na "Fase C" (sic) do Campeonato Nacional. Cuiabá nunca será sede da Copa, Goiânia dá de 10 a 0 em tudo, no estádio, nos transportes, na tradição, acho ridícula a hipótese de Cuiabá ser escolhida no lugar de Goiânia. </P>
<P>No mesmo dia, o governador Alcides Rodrigues também concedeu entrevista. Entre outras coisas, chamou a CBF de FBF, falando em "Federação Brasileira de Futebol". Goiânia fez mesmo de tudo para ficar de fora - e conseguiu.</P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=852]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2009-05-31 12:39:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[A pergunta que não quer calar]]></title>
<description><![CDATA[O presidente da Federação Goiana de Futebol (FGF), André Pitta, foi reeleito para ficar no comando da entidade até 2014. O argumento: porque Goiânia sediaria a Copa do Mundo. E agora que Goiânia está fora?]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=853]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2009-05-31 12:29:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Se houvesse 16 sedes, Goiânia também estaria fora]]></title>
<description><![CDATA[<P>Pela movimentação nos bastidores nos últimos dias, uma coisa ficou clara: Goiânia não está fora da Copa do Mundo por pouco. Ao contrário. Se a Copa tivesse 14 sedes, a capital goiana também ficaria excluída: provavelmente Florianópolis e Belém seriam escolhidas. Se fossem 16 sedes, igualmente estaríamos fora: Campo Grande e Rio Branco estariam confirmadas. </P>
<P>Goiânia só seria escolhida para ser uma das sedes da Copa se houvesse 17 vagas. E como só haveria 17 candidatas, a capital estaria, finalmente, dentro. Estaria? Provavelmente não. A depender do comando neófito e arrogante do governador, do secretário de turismo, do prefeito e de toda a tropa, ainda assim perderíamos a vaga.</P>
<P>Por que perder a oportunidade de sediar uma Copa é um problema? É um problema menos pelo futebol e mais pelos investimentos que aqui apareceriam. O governo federal já deixou claro que a maioria dos recursos do PAC vão para as cidades que sediarão a Copa: nisso está incluído infra-estrutura para turismo, estradas, melhorias no transporte, no aeroporto, fora os efeitos colaterais que um evento deste porte traz para o turismo e para a auto-estima de seus habitantes. </P>
<P>Goiânia perderá muito. O pior é que as autoridades daqui parecem, mesmo agora, nem ter entendido o tamanho disso. Logo, estarão sorridentes anunciando algum prêmio "de consolo", como sediar um amistoso da seleção brasileiro ou sorteio dos grupos. Lamentável.</P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=851]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2009-05-31 12:19:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Em 20 anos, muita coisa mudou]]></title>
<description><![CDATA[<P>A Copa América de 1989 - a última realizada no Brasil - contou com quatro sedes: Salvador, Goiânia, Rio de Janeiro e Recife. Das sedes, Goiânia sediou 10 jogos, Salvador ficou com 8, Rio de Janeiro com 6 e Recife com 2. Goiânia hospedou cinco seleções - incluindo a Argentina, de Maradona.</P>
<P>O que mudou de lá pra cá? Com a palavra, as autoridades goianas que chefiaram a campanha Goiânia-2014.</P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=854]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2009-05-31 11:47:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[PAC exclusivo para as 12 sedes]]></title>
<description><![CDATA[O governo federal acaba de&nbsp;confirmar que&nbsp;deve ser anunciado nos próximos dias um Plano de Aceleração do Crescimento (PAC) exclusivamente para as cidades-sede da Copa do Mundo de 2014.]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=850]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2009-05-31 11:46:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Fifa anuncia sedes sem surpresa]]></title>
<description><![CDATA[<P><SPAN class=Apple-style-span style="WORD-SPACING: 0px; FONT: 12px/18px Georgia; TEXT-TRANSFORM: none; COLOR: rgb(0,0,0); TEXT-INDENT: 0px; WHITE-SPACE: normal; LETTER-SPACING: normal; BORDER-COLLAPSE: separate; orphans: 2; widows: 2; -webkit-border-horizontal-spacing: 0px; -webkit-border-vertical-spacing: 0px; -webkit-text-decorations-in-effect: none; -webkit-text-size-adjust: auto; -webkit-text-stroke-width: 0">A Fifa acaba de anunciar as 12 sedes da Copa do Mundo de 2014. Nenhuma surpresa. Veja a lista:</SPAN></P>
<P><SPAN class=Apple-style-span style="WORD-SPACING: 0px; FONT: 12px/18px Georgia; TEXT-TRANSFORM: none; COLOR: rgb(0,0,0); TEXT-INDENT: 0px; WHITE-SPACE: normal; LETTER-SPACING: normal; BORDER-COLLAPSE: separate; orphans: 2; widows: 2; -webkit-border-horizontal-spacing: 0px; -webkit-border-vertical-spacing: 0px; -webkit-text-decorations-in-effect: none; -webkit-text-size-adjust: auto; -webkit-text-stroke-width: 0">Rio de Janeiro<SPAN class=Apple-converted-space>&nbsp;</SPAN><BR>São Paulo<SPAN class=Apple-converted-space>&nbsp;</SPAN><BR>Belo Horizonte<SPAN class=Apple-converted-space>&nbsp;</SPAN><BR>Porto Alegre<SPAN class=Apple-converted-space>&nbsp;</SPAN><BR>Curitiba<SPAN class=Apple-converted-space>&nbsp;</SPAN><BR>Brasília<SPAN class=Apple-converted-space>&nbsp;</SPAN><BR>Cuiabá<SPAN class=Apple-converted-space>&nbsp;</SPAN><BR>Manaus<SPAN class=Apple-converted-space>&nbsp;</SPAN><BR>Fortaleza<SPAN class=Apple-converted-space>&nbsp;</SPAN><BR>Salvador<SPAN class=Apple-converted-space>&nbsp;</SPAN><BR>Recife<SPAN class=Apple-converted-space>&nbsp;</SPAN><BR>Natal</SPAN></P>
<P><SPAN class=Apple-style-span style="WORD-SPACING: 0px; FONT: 12px/18px Georgia; TEXT-TRANSFORM: none; COLOR: rgb(0,0,0); TEXT-INDENT: 0px; WHITE-SPACE: normal; LETTER-SPACING: normal; BORDER-COLLAPSE: separate; orphans: 2; widows: 2; -webkit-border-horizontal-spacing: 0px; -webkit-border-vertical-spacing: 0px; -webkit-text-decorations-in-effect: none; -webkit-text-size-adjust: auto; -webkit-text-stroke-width: 0">O sonho de Goiânia, Florianópolis, Campo Grande, Belém e Rio Branco acabou.<BR>Quem acompanha o Jornal X teve acesso a essa lista no dia <A href="http://www.jornalx.com.br/imprimeBlog.php?id_post=832" target=_blank>20 de maio em post sobre isso</A>.</SPAN></P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=849]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2009-05-31 11:27:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Cuiabá, Natal e Manaus lideram disputas finais ]]></title>
<description><![CDATA[<P><STRONG>Rio Branco e Goiânia, que completam a lista de 17 candidatas, têm chances praticamente nulas.</STRONG></P>
<P><STRONG>Capital potiguar supera Florianópolis, e amazonenses e mato-grossenses predominam em "duelos ecológicos" <BR><BR>Nove cidades já são tidas como certas na lista das 12 que abrigarão partidas do segundo Mundial disputado no país, daqui a cinco anos <BR></STRONG><BR><EM>Hoje na Folha de S.Paulo</EM></P>
<P>As festas programadas para amanhã, dia em que a Fifa vai anunciar, nas Bahamas, as 12 cidades brasileiras que vão sediar a Copa do Mundo de 2014, são o melhor termômetro para indicar as três dúvidas que ainda restam na relação oficial.<BR>Natal, Cuiabá e Manaus planejam grandes eventos, enquanto suas concorrentes, respectivamente Florianópolis, Campo Grande e Belém, optaram pela discrição.<BR>Essas seis cidades disputam o direito de se juntar a Rio, São Paulo, Belo Horizonte, Porto Alegre, Curitiba, Brasília, Fortaleza, Recife e Salvador, que são escolhas certas - Rio Branco e Goiânia, que completam a lista de 17 candidatas, têm chances praticamente nulas.<BR>A Folha apurou que a cidade potiguar será anunciada amanhã como sede, e que Cuiabá e Manaus devem mesmo ser escolhidas nas Bahamas.<BR>Os governos, tanto os estaduais quanto os municipais, de Natal, Cuiabá e Manaus agem como se já tivessem recebido a informação oficial de que foram escolhidas pela Fifa. Tanto que organizaram grandes festas para celebrar a indicação.<BR>"O governo ia fazer uma festa pequena, sem tanto alarde. Mas a Coca-Cola decidiu fazer uma coisa maior. É ela quem está bancando o Jota Quest", afirmou o secretário de Planejamento do Amazonas, Denis Minev, sobre a principal atração do evento em Manaus, que ainda vai ter baterias das escolas de samba da cidade.<BR>A Coca-Cola é patrocinadora master da Fifa. E Manaus recorreu à empresa e à Sony, ambas com sede na capital, para fazer lobby na Fifa para incluir a cidade no Mundial de 2014. E as duas atuaram.<BR>Cuiabá terá 12 pontos de concentração, cinco telões espalhados e ainda shows pirotécnicos nas 33 maiores cidades de Mato Grosso.<BR>"O que existe são indícios. Confiamos nisso e estamos trabalhando para isso", disse Blairo Maggi, o governador de Mato Grosso, cuja influência política é tida como decisiva para sua cidade levar a melhor sobre Campo Grande na disputa pela vaga de sede pantaneira.<BR>Natal exala confiança -ela e Florianópolis disputam a vaga de uma cidade de porte menor, mas com forte apelo e estrutura turística. A capital potiguar planeja uma grande festa, até com a presença de DJs, na Ponta Negra, um de seus principais cartões-postais.<BR>Enquanto isso, as rivais diretas de potiguares, de mato- -grossenses e de amazonenses parecem derrotadas.<BR>Em Campo Grande, nenhuma grande estrutura foi montada para a população acompanhar o resultado -as autoridades vão só "incrementar" uma festa que tradicionalmente já acontece aos domingos em uma avenida da capital de Mato Grosso do Sul. O prefeito Nelson Trad (PMDB) diz que a ordem é "não colocar os carros na frente dos bois".<BR>O comitê do Belém diz que prepara evento numa praça com "artistas locais", ainda a serem confirmados. Os paraenses afirmam ter feito "tudo o que tinha que ser feito" e que cumpriram a missão.<BR>No Sul, o comitê em Florianópolis, a capital de Santa Catarina, diz esperar com "ansiedade" a escolha, mas sem festa.<BR>Outras cidades, estas na lista de certezas, deram outros sinais de que, além de decidida, a fatura já é de conhecimento de todas as candidatas.<BR>O prefeito de Curitiba, o tucano Beto Richa, disse anteontem que representantes da cidade irão participar de um link ao vivo da Rede Globo logo após o anúncio da Fifa e que isso não acontecerá com todas as candidatas ao Mundial.<BR>Em seu blog no site do jornal "O Globo", o jornalista Ancelmo Gois anunciou que Natal, Manaus e Cuiabá serão escolhidas. A CBF, por meio de sua assessoria, diz que não comentará o assunto e que nenhuma informação foi passada por ela.<BR>As cidades escolhidas para a Copa já têm a promessa de receberem investimentos do governo federal para obras de infraestrutura, especialmente em meios de transporte.</P>
<P><STRONG>Nordeste tem mais sedes<BR></STRONG>Na primeira Copa do Mundo que o Brasil organizou, em 1950, apenas uma das seis sedes ficava no Nordeste (em Recife). Agora, a mais pobre região do país vai emplacar quatro cidades entre as 12 que vão hospedar partidas no Mundial de 2014. A favor dos nordestinos (Recife, Salvador, Natal e Fortaleza), pesou a proximidade maior da região com a Europa, além do clima quente e da estrutura hoteleira.</P>
<P><STRONG>Festas</STRONG><BR>A conta do Mundial de 2014 vai aumentar com as festas programadas nas 12 cidades que serão indicadas pela Fifa amanhã.<BR>Nomes de peso da música nacional, shows pirotécnicos e montagem de estruturas complexas em várias áreas foram planejados por algumas das que já se consideram eleitas.<BR>Em Salvador, a cantora Ivete Sangalo será a atração no estádio Barradão.<BR>O governo da Bahia também já "convocou" a população a acompanhar o anúncio no Pelourinho, ao som dos dos blocos afro Olodum e Ilê Aiyê.<BR>Em Recife, a principal atração da celebração será o cantor Alceu Valença.<BR>As duas cidades sulistas que estão certas, Curitiba e Porto Alegre, organizarão eventos em grandes parques, com telões e shows musicais.<BR>Otimista de que Brasília estará entre as sedes, o governo do Distrito Federal preparou uma festa para amanhã, com telões que vão transmitir ao vivo o anúncio das cidades escolhidas. A estimativa do governo é a de que 5.000 pessoas compareçam.<BR>O evento não será na Esplanada dos Ministérios, local tradicional das festas oficiais da cidade, mas em Taguatinga, cidade-satélite de Brasília que reúne quase a metade da população do Distrito Federal. Também é o local para onde foi transferida a sede do governo quando José Roberto Arruda (DEM) assumiu o cargo de governador, em 2007.<BR>Além da transmissão ao vivo do anúncio, prevista para pouco depois das 15h, a festa vai ter animadores de palco, escolas de samba de Brasília e DJs.<BR>No Morumbi, o São Paulo planeja celebrar a escolha da capital paulista.<BR>Também favorita, Fortaleza não terá festa -segundo as autoridades locais, em respeito às vítimas das chuvas que têm atingido o Estado.</P>
<P><STRONG>Faltam policiais</STRONG><BR>Entre os países escolhidos para sediar a Copa, o Brasil é o segundo mais violento -só fica atrás da África do Sul-, segundo critérios de homicídios medidos pela ONU. E, hoje, o país tem um número insuficiente de policiais para garantir a segurança nas 12 cidades-sede.<BR>Das 12 prováveis sedes do Mundial, só uma tem índice de assassinatos abaixo da média nacional -Natal. Todas as outras têm números superiores.<BR>A média brasileira de homicídios é de 23,7 pessoas por 100 mil habitantes. Pelos critérios da ONU, índices acima de 10 por 100 mil pessoas já caracterizam epidemia de violência.<BR>A África do Sul tem número bem superior ao brasileiro. A taxa, em 2004, variava de 39,5 a 69 homicídios -a ONU divulga faixas, não médias precisas. À época, o órgão dava ao Brasil média de 26,2 a 30,8 mortes.<BR>Para minimizar o problema, os africanos irão mobilizar 40 mil homens, entre policiais e soldados do Exército, para proteger dez sedes, ou um agente para cada 1.197 habitantes.<BR>Com duas sedes a mais, o Brasil terá dificuldades de atingir, proporcionalmente, esse patamar. Para Régis Limana, coordenador-geral de Inteligência da Senasp (Secretaria Nacional de Segurança Pública) do Ministério da Justiça, não há uma preocupação em relação ao tamanho do efetivo.<BR>Limana, que coordena os projetos de segurança do Mundial e da candidatura olímpica Rio-2016, não consegue estimar quantos agentes serão usados em 2014. Segundo ele, ainda haverá reunião com os centros de segurança dos Estados.<BR>Ele, no entanto, já sabe que serão destacados 60 mil policiais para o Rio de Janeiro, se a cidade for sede olímpica.<BR>"É bem mais complexo [o esquema de segurança para a Copa]. O aparato que você movimenta para a Olimpíada tem que ser replicado por 12", disse.<BR>Questionada pela Folha, a assessoria de imprensa do Exército informou que não faz parte de suas atribuições a segurança pública do país. Ou seja, não pretende atuar na Copa.<BR>Sem o Exército, o Brasil contava com 411.896 policiais militares em 2006, segundo o governo. Para atingir o número de homens usado pelos africanos, proporcionalmente, o país teria de mobilizar em torno de 160 mil deles -39% da tropa.<BR>Mas se deve leva em conta que boa parte dos policiais não está nas cidades-sede. Pela última informação disponível, de 2003, cerca de 340 mil policiais atuavam nos Estados das 17 candidatas. Em resumo, haverá menos do que isso nas sedes.<BR>Outro dado preocupante é que o crescimento da tropa tem sido abaixo da média de aumento da população. Pelos números de 2004, de 13 cidades candidatas, 12 têm defasagens em sua tropa de policiais militares -outras quatro não forneceram dados ao governo.<BR>A ONU recomenda um agente de segurança para cada 250 habitantes, número registrado em países com índices mais baixos de violência. Considerados só os PMs, nenhuma região do país atinge esse índice.<BR>Com a soma dos bombeiros, que são militares, e dos policiais civis, o Centro-Oeste e o Norte conseguem chegar ao patamar de referência mundial. Mas as outras regiões seguem abaixo do índice exigido.<BR>Com a violência em alta e com poucos policiais, o Brasil terá o desafio de proteger um número inédito de turistas. Ou arcar com as consequências.<BR><BR></P>
<P>Leia mais <A href="http://www1.folha.uol.com.br/fsp/esporte/fk3005200914.htm" target=_blank>clicando aqui</A>.</P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=848]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2009-05-30 00:51:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[As cidades escolhidas]]></title>
<description><![CDATA[<P>Por Ancelmo Gois<BR><EM>Colunista do jornal O Globo</EM></P>
<P>Já estão escolhidas as 12 cidades onde serão os jogos da Copa de 2014, que a Fifa anuncia no domingo, em Nassau, nas Bahamas. São elas:</P>
<P>Rio de Janeiro <BR>São Paulo <BR>Belo Horizonte <BR>Porto Alegre <BR>Curitiba <BR>Brasília <BR>Cuiabá <BR>Manaus <BR>Fortaleza <BR>Salvador <BR>Recife <BR>Natal</P>
<P>O Rio, como se sabe,&nbsp;será o endereço da final, chance da definitiva reabilitação do Maracanã, após a derrota de 1950. </P>
<P>São Paulo, está quase certo, fica com o jogo de abertura - Belo Horizonte sua a camisa no lobby para tomar o lugar dos paulistas. </P>
<P>Cuiabá venceu Campo Grande, pelo prestígio político de Blairo Maggi, o governador do Mato Grosso. Manaus ganhou de Belém e Rio Branco o privilégio de ser a sede amazônica e Natal levou a última vaga, derrubando Florianópolis, por razões políticas e logísticas.</P>
<P>Saiba mais <A href="http://oglobo.globo.com/rio/ancelmo/" target=_blank>clicando aqui</A>.</P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=846]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2009-05-29 18:22:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Jornalista antecipa cidades escolhidas]]></title>
<description><![CDATA[<P><STRONG>Segundo Aydano André Motta, Florianópolis, Goiânia, Campo Grande, Belém e Rio Branco não estão na lista que a Fifa divulga domingo</STRONG> </P>
<P><EM>Do Portal IG</EM></P>
<P>SÃO PAULO - As 12 sedes da Copa do Mundo de 2014, no Brasil, serão anunciadas oficialmente pela Fifa somente neste domingo, por volta das 15h (de Brasília), em evento que acontece nas Bahamas. Porém, o jornalista Aydano André Motta, do jornal O Globo, antecipou a decisão, nesta sexta-feira.</P>
<P>De acordo com o jornalista, as 12 cidades selecionadas são as seguintes: Rio de Janeiro, São Paulo, Belo Horizonte, Porto Alegre, Curitiba, Brasília, Cuiabá, Manaus, Fortaleza, Salvador, Recife e Natal.</P>
<P>Se a informação do jornalista for confirmada pela Fifa, ficam de fora da Copa as cidades de Florianópolis, Goiânia, Campo Grande, Belém e Rio Branco.</P>
<P>O Maracanã, no Rio de Janeiro, deve mesmo receber a final da Copa do Mundo. Entretanto, prossegue o mistério quanto ao local do jogo de abertura do Mundial. A cidade de São Paulo é favorita, mas Minas Gerais ainda batalha nos bastidores para ter essa honra.</P>
<P>Logo após o anúncio oficial, na tarde de domingo, várias das cidades já anunciaram que farão uma grande festa para comemorar a escolha.</P>
<P>Leia mais <A href="http://esporte.ig.com.br/futebol/2009/05/29/jornalista+antecipa+cidades+escolhidas+para+receber+jogos+da+copa+2014+6427921.html" target=_blank>clicando aqui</A>.</P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=845]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2009-05-29 16:00:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Morumbi fora da Copa?]]></title>
<description><![CDATA[<P><EM>Por Juca Kfouri</EM></P>
<P>São cada vez mais fortes os rumores de que a Fifa vetará o Morumbi como estádio da Copa de 2014, o que levaria (a cidade de) São Paulo a construir novo estádio.</P>
<P>O consultor da CBF para o assunto é mesmo contra o campo do São Paulo, mas é pouco provável que a Fifa simplesmente anuncie que o veta já neste domingo.</P>
<P>No máximo dirá que há problemas.</P>
<P>Só que tem&nbsp;gente,&nbsp;na FPF e na prefeitura paulistana, muuuuuuuito interessada em construir um estádio&nbsp;na região de Pirituba, o que pode minar de vez o projeto do São Paulo FC que, diga-se, é mesmo insuficiente e tem de mudar.</P>
<P>Rebaixamento do gramado, reservado de imprensa no anel superior,&nbsp;área VIP e cobertura total do estádio,&nbsp;entre outras providências, não foram previstas no projeto de reforma e a Fifa irá exigi-las.</P>
<P>Resta saber se como ultimato ou não.</P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=844]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2009-05-29 10:06:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Duas cidades pela12ª  sede da Copa]]></title>
<description><![CDATA[<P><STRONG>Para blogueiro da RBS, Goiânia está mesmo sem chances de conseguir vaga</STRONG></P>
<P><EM>Do Blog do Zini - Portal RBS</EM></P>
<P>Rio de Janeiro, São Paulo, Belo Horizonte, Porto Alegre, Curitiba, Recife, Fortaleza, Salvador, Natal, Manaus e Brasília. São as 11 cidades que garantiram vaga na disputa pelas sedes da Copa do Mundo de 2014.</P>
<P>A última vaga está sendo disputada centímetro a centímetro entre Campo Grande e Cuiabá. O anúncio das 12 cidades escolhidas será feito neste domingo, durante congresso da FIFA, nas Bahamas. raros esperam surpresas de última hora.</P>
<P>Goiânia está fora. Brasília tomou seu espaço. Florianópolis perdeu a disputa para Natal, o caminho mais curto entre a Europa e o Brasil. Depois, seria quase impossível colocar três sedes no sul do país, envolvendo Rio Grande do Sul, Paraná e Santa Catarina.</P>
<P>A real é que Florianópolis dá um banho de turismo em Porto Alegre e Curitiba, duas cidades nas quais os turistas se perguntam? "O que há além de shoppings, bares e restaurantes".</P>
<P>Em Porto Alegre, por exemplo, a Cidade Baixa da balada nem luz decente tem e o trânsito, nas noites das baladas, é terra de ninguém.&nbsp; Dois péssimos cartões de visita na vitrine do Mundial.</P>
<P>A futura cidade gaúcha da Copa do Mundo precisam urgentemente de um gestor, de um gerente, de um organizador. Não só a nossa Capital, quase todas as outras. Poucos conseguem ler antecipadamente todo o significado de uma cidade-sede de uma majestosa Copa do Mundo. Quem já passou por uma quando a bola é império pode ajudar. Quem nunca viu seguramente não sabe o que fazer.</P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=843]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2009-05-29 10:02:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Cuiabá confirmada e Goiânia fora]]></title>
<description><![CDATA[<P><EM>Da Revista Época</EM></P>
<P>Está virando um segredo de Polichinelo o mistério em torno das 12 cidades-sede da Copa do Mundo do Brasil. A lista de escolhidas, dentre 17 candidatas, será anunciada no próximo domingo, em Nassau, nas Bahamas, onde a Fifa se reúne para seu congresso. </P>
<P>Uma fonte do governo matogrossense, que pediu anonimato para não criar embaraços junto à CBF, confirmou a ÉPOCA que Cuiabá será a "sede pantaneira” da Copa. A festa já está pronta e o site oficial da campanha cuiabana mal esconde a euforia local. Ricardo Teixeira quer uma cidade da região do Pantanal e outra da Amazônia na lista. Cuiabá, e não Campo Grande, foi a escolhida. Pesou nessa escolha a força política do governador de Mato Grosso, o rei da soja Blairo Maggi.</P>
<P>O estádio cuiabano na Copa será o novo Verdão. Em relação ao restante da lista, a única dúvida parece ser quanto à “sede amazônica”, entre Manaus, Belém e Rio Branco. As demais cidades, segundo as notícias que vazaram durante a semana, seriam, além de Cuiabá: Belo Horizonte, Brasília, Curitiba, Fortaleza, Natal, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, São Paulo e Salvador. Estariam fora da disputa, portanto, Campo Grande, Florianópolis e Goiânia. Sempre há tempo, porém, para gestões políticas de última hora.</P>
<P>Curiosamente, Cuiabá está entre as menos votadas - pelo menos até o instante em que este post foi escrito - de uma enquete feita por ÉPOCA em seu site, perguntando aos leitores quais as suas cidades favoritas para 2014. O resultado, às 18h da quinta-feira, 28 de maio, era o seguinte, computados 11.056 votos:</P>
<P>São Paulo: 13%<BR>Belo Horizonte: 11%<BR>Porto Alegre: 11%<BR>Rio de Janeiro: 11%<BR>Campo Grande: 7% (ao que tudo indica, efeito de uma campanha pela internet)<BR>Curitiba: 6%<BR>Florianópolis: 5%<BR>Fortaleza: 5%<BR>Recife: 5%<BR>Salvador: 5%<BR>Belém: 4%<BR>Brasília: 4%<BR>Goiânia: 4%<BR>Manaus: 3%<BR>Natal: 3%<BR>Cuiabá: 2%<BR>Rio Branco: 1%</P>
<P>Leia mais na revista Época, <A href="http://colunas.epoca.globo.com/matamata/2009/05/28/cuiaba-sera-uma-das-sedes-da-copa-2014/" target=_blank>clicando aqui</A>.</P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=842]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2009-05-29 09:57:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Presidente da CBF liga para senador goiano]]></title>
<description><![CDATA[<P>Uma informação confiável de última hora: o presidente da CBF, Ricardo Teixeira, ligou hoje para um senador goiano para dizer que almoçou com o secretário-geral da Fifa, o francês Jérôme Valcke, em Nassau (nas Bahamas) e passou a ele as mudanças que o Comitê de Goiânia fez no projeto do estádio Serra Dourada. </P>
<P>No relatório original, não havia a previsão de cobertura de 100% dos lugares do estádio, o que desagradou&nbsp;bastante&nbsp;os supervisores da Fifa. No dia 13 de maio, um novo projeto do estádio ficou pronto, desta vez atendendo a idéia de se cobrir 100% dos lugares onde o público assiste ao jogo. </P>
<P>Neste telefonema, Ricardo Teixeira disse ao senador que discutiu vários aspectos da candidatura de Goiânia.</P>
<P>Daí pode-se deduzir: se Ricardo Teixeira precisou mesmo discutir aspectos de Goiânia, é porque a capital goiana está, a priori, mesmo fora da lista das 12 escolhidas. </P>
<P>E mais: Ricardo Teixeira não prometeu nada ao senador, que é bastante próximo dele. </P>
<P>De toda forma, a assessoria deste mesmo senador já preparou argumentos para o "day after". Mais ou menos assim: 1) Se Goiânia for escolhida, trata-se de uma vitória deste senador, que batalhou pela capital; 2) Se Goiânia ficar de fora, a culpa é do governador do Estado, Alcides Rodrigues (PP) e do prefeito de Goiânia,&nbsp;Iris Rezende (PMDB).</P>
<P>Duvidam que isso vá acontecer? Esperem&nbsp;domingo chegar.</P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=840]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2009-05-28 12:23:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Cinco cidades não atingem cota de hotéis]]></title>
<description><![CDATA[<P>A Folha de S.Paulo trouxe em sua edição de hoje uma reportagem que mostra que cinco cidades candidatas a ser sede da Copa do Mundo de 2014 não atendem a um dos critérios exigidos pela Fifa: que cada cidade tenha número total de leitos em hotéis que represente 20% dos assentos dos estádios. </P>
<P>As cidades que não atingem esse requisito são Belém, Rio Branco, Manaus, Campo Grande e Cuiabá. </P>
<P>A matéria, de Rodrigo Mattos e Paulo Cobos, diz também que a Fifa já admitiu a autoridades brasileiras flexibilizar regras para a distância dos hotéis. Ou seja, seria permitido que os estabelecimentos ficassem a mais de 50 km do estádio. </P>
<P>Assim, hotéis em áreas de turismo rural, como nos arredores de Campo Grande e Goiânia, podem ser utilizados para atender aos pré-requisitos.<BR></P>
<P>Para ler a matéria completa, <A href="http://www1.folha.uol.com.br/fsp/esporte/fk2805200923.htm" target=_blank>clique aqui</A>.</P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=841]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2009-05-28 11:51:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Goiânia prepara carreata para anúncio da Fifa]]></title>
<description><![CDATA[<P>O&nbsp;Comitê Executivo de Goiânia 2014, chefiado pelo secretário Barbosa Neto,&nbsp;promete para sábado uma carreata, a partir das 17h. O motivo: às 15h30, em Nassau (Bahamas),&nbsp;a Fifa fará o anúncio das 12 sedes brasileiras da Copa do Mundo de 2014.</P>
<P>No momento do anúncio da Fifa, todos os membros do comitê estarão reunidos na sede do Coexgyn, na rua Olinto Manso Pereira (antiga rua 94), qd. F-16, Lt. 08, no Setor Sul, em Goiânia.</P>
<P>A carreata, prevista para 17h,&nbsp;sairá do pátio do Estádio Serra Dourada e percorrerá as ruas da cidade. </P>
<P>O que este blogueiro acha? As informações indicam que Goiânia ficará fora. Mas há&nbsp;chances: ainda que a CBF dê como certo, extra-oficialmente, que Goiânia não será escolhida, a palavra final cabe aos integrantes da Fifa.</P>
<P>No&nbsp;domingo, este blog vai acompanhar minuto a minuto a escolha das sedes da Copa.</P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=839]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2009-05-28 00:02:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Luciano do Valle diz que Cuiabá está confirmada]]></title>
<description><![CDATA[<P>O narrador Luciano do Valle, hoje à noite, durante a transmissão ao vivo do jogo entre Cruzeiro e São Paulo, na Bandeirantes, soltou essa: "Parabéns Mato Grosso, parabéns Cuiabá. Em 2014, a Band&nbsp;e a TV Cidade Verde juntos transmitindo a Copa do Mundo".</P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=833]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2009-05-27 22:36:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Fifa já definiu 12 sedes desde início de maio]]></title>
<description><![CDATA[<P><STRONG>Eduardo Arruda<BR></STRONG>Hoje na Folha de S.Paulo</P>
<P><B>Faz tempo.</B>&nbsp;A Fifa já definiu, desde o início de maio, as 12 sedes brasileiras para a Copa-2014. O anúncio só não foi feito em 20 de março porque a entidade pediu mais 15 dias para escolher. Desde então, guarda o nome das felizardas porque só pode anunciá-las em congresso oficial, o que ocorrerá no domingo.&nbsp;<BR><BR><B>Design.</B>&nbsp;Na próxima quarta-feira, todos os arquitetos envolvidos em projetos de estádios para a Copa-14 se reunirão pela primeira vez para trocar experiências. A ideia, a partir de então, é promover reuniões periódicas.&nbsp;</P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=835]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2009-05-27 21:42:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Na média, custo de arenas cresce 67%]]></title>
<description><![CDATA[<P><B>Projetos para o Mundial de 2014 têm gasto médio de R$ 309 milhões, acréscimo de dois terços sobre previsão da CBF&nbsp;<BR><BR>Com cinco novas praças e 12 reformadas, candidatas à Copa apresentam custos pouco inferiores ao preço do Engenhão e apelam a PPPs</B><BR><BR><B>MARIANA BASTOS</B><BR><B>RODRIGO MATTOS</B><BR>Hoje na Folha de S.Paulo</P>
<P>Pelos planos das cidades-sedes, os estádios da Copa-2014 custarão bem mais do que a estimativa inicial da CBF em 2007. A maioria dos 17 projetos envolve PPPs (Parcerias Público-Privadas), com abertura para uso de dinheiro público.<BR>Levantamento da Folha mostra que, em média, cada arena brasileira para o Mundial terá gasto de R$ 309 milhões. Para chegar a esse número, foram consideradas as informações de 15 cidades, cujos projetos somam R$ 4,6 bilhões -Curitiba e Belo Horizonte não divulgaram valores.<BR>Como serão 12 sedes no Mundial, o custo total ficaria em torno de R$ 3,71 bilhões, a ser mantida a média de despesas atual dos estádios.<BR>"A CBF, atualmente, estima que os investimentos na construção e na remodelagem de estádios serão de US$ 1,1 bilhão. Essa estimativa, no entanto, vai ser significativamente influenciada pelas cidades escolhidas finalmente para receber a Copa", disse a Fifa, em relatório de outubro de 2007.<BR>Pela cotação atual do dólar, a estimativa da confederação, que já queria 12 cidades na Copa, é de R$ 2,2 bilhões. Assim, o valor médio de cada estádio sairia por R$ 185,5 milhões.<BR>Ou seja, a estimativa da CBF já tem aumento de 67%.<BR>Excluídos os cinco projetos mais caros, o total fica próximo da expectativa da confederação: R$ 2,29 bilhões para 12 sedes. Mas isso tiraria cidades como Rio de Janeiro e Brasília, certas na lista da Fifa. É um cenário impossível.<BR>Na média dos 15 orçamentos, o custo por estádio da Copa-14 até agora é pouco inferior aos R$ 380 milhões gastos no Pan de 2007 com o Engenhão, que era novo e moderno.<BR>Agora, são 12 estádios que preveem obras e apenas cinco novos. Ressalte-se que, entre os reformados, quatro planejam remodelagem total.<BR>Entre os projetos, quatro envolvem apenas recurso privado, pois são de clubes. São os de Curitiba (Arena da Baixada), Porto Alegre (Beira-Rio), São Paulo (Morumbi) e Florianópolis (Arena Florianópolis).<BR>De resto, a maioria aposta em investidores para bancar as obras, por meio de PPPs. Quase todos os projetos incluem a construção de complexos comerciais, poliesportivos e de shows, por retorno financeiro.<BR>Mas as autoridades governamentais ressalvam que o compromisso de atender à Fifa é dos Estados e das prefeituras.<BR>Assim, Manaus e o Amazonas têm reservado verba em caixa para obras, entre elas a do novo Vivaldão. O Estado do Rio de Janeiro abriu licitação para fazer concessão do Maracanã, mas há brechas para o governo bancar parte da obra.<BR>Em troca do investimento, o Brasil terá estádios maiores, já que a maioria das reformas prevê a ampliação. A maior delas é no Mané Garrincha, em Brasília. É também a obra mais cara: R$ 520 milhões. A mais barata é a de Rio Branco, que tem custo de R$ 116 milhões.<BR>Uma tônica é que os projetos de estádios privados são, em geral, mais baratos. O Figueirense pretende gastar R$ 166 milhões no seu novo Orlando Scarpelli. O Internacional projetou custo de R$ 120 milhões para o Beira-Rio. O São Paulo estima R$ 135,7 milhões de verba para adequar o Morumbi. Eles almejam parcerias.<BR>São exceções. A CBF prometeu uma Copa só com dinheiro privado em estádios, entretanto não é o que mostram os milhões planejados por Estados.</P>
<P><STRONG>Manaus: 6 bi<BR></STRONG>Para lutar pela vaga amazônica na Copa, Manaus tem um projeto faraônico. O objetivo é investir R$ 6 bilhões em megaobras até o Mundial.<BR>Para efeito de comparação, o Pan-2007, que reunia todos os esportes olímpicos em uma só cidade, consumiu R$ 3,7 bilhões no Rio de Janeiro.<BR>Ressalte-se que a capital do Amazonas projeta metrô de superfície, ampliação do aeroporto, reformas de CTs, centro de convenção, shopping e hotéis. Em 2007, o Rio fez instalações esportivas e poucas reformas estruturais.<BR>Para o Mundial-14, o governo amazonense diz que pode bancar R$ 4,8 bilhões com seu próprio orçamento, mas espera contar com recursos de empresas privadas de capital nacional e internacional instaladas na Zona Franca.<BR>O projeto de Manaus como cidade-sede é desenvolvido em parceria com a consultoria Deloitte Touche Tohmatsu, que atua na Copa-2010, na África do Sul. Para o governador Eduardo Braga (PMDB), é possível "combinar equações entre a iniciativa privada e o poder público".<BR>E negou que o projeto seja faraônico. "Não é o mais caro. Isso é uma inverdade. Nós estamos falando do projeto completo de viabilidade para a Copa. Os outros estão falando só do estádio de futebol."<BR>Dentro dos investimentos previstos para Manaus, há os gastos com o estádio Vivaldo Lima.<BR>Inaugurado em 1970, foi reformado em 1995, quando o Vivaldão consumiu US$ 20 milhões em equipamentos modernos.<BR>O estádio será implodido para os jogos da Copa. No projeto, realizado pela empresa de arquitetura GMP, que projetou o estádio Olímpico de Berlim, o novo Vivaldão terá forma de arena multiuso. A engenharia e a arquitetura serão sustentáveis. O custo é de R$ 500 milhões.<BR>O Vivaldão terá 47.750 lugares, restaurantes (um com vista para o gramado), lojas e, talvez, um museu. O estacionamento terá 12.450 vagas, incluindo edifícios-garagem.<BR>Como o estádio fica ao lado da sede da vila olímpica, do sambódromo e de uma quadra poliesportiva, os prédios serão incorporados ao projeto. Mas tudo será reformado.<BR>Um dos articuladores do projeto da Copa em Manaus, o secretário de Estado de Planejamento, Denis Minev, diz que o investimento não se transformará em um "elefante branco". "A Fifa exige um estádio de altíssima qualidade. Nós sabemos que o nosso futebol hoje não comportaria e não justificaria um estádio como esse. O conceito hoje é que tudo seja um complexo esportivo, uma forma de energizar aquela área."<BR>O futebol amazonense viveu o auge nos anos 70, com times participando do Brasileiro. Hoje, apenas dez clubes disputam o Estadual do Amazonas. Só há equipes na Série D do Nacional. E é difícil ultrapassar a marca de 5.000 pagantes no Vivaldão, em jogos profissionais locais.<BR><BR>Leia mais <A href="http://www1.folha.uol.com.br/fsp/esporte/fk2705200922.htm" target=_blank>clicando aqui</A>.</P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=834]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2009-05-27 21:39:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Primeira reunião com sedes será dia 8]]></title>
<description><![CDATA[<P><STRONG>Eduardo Arruda<BR></STRONG>Hoje na Folha de S.Paulo</P>
<P>No encontro com Jérome Valcke, secretário-geral da Fifa, em Miami, o presidente da CBF, Ricardo Teixeira, definiu que fará a primeira reunião, no dia 8, no Rio, para discutir os estádios da Copa-2014. Após a escolha das 12 sedes do Mundial, a Fifa promete apontar publicamente todos os problemas em relação aos projetos das escolhidas. No encontro, serão discutidos cronograma e detalhamento das obras. O discurso na CBF é o de dizer que o governo Lula não colocará dinheiro nas arenas, apesar de muita gente duvidar.<BR><BR><B>Comitê.</B>&nbsp;Em Miami, Ricardo Teixeira almoçou com João Havelange e com Jérome Valcke. No encontro, que durou algumas horas, o presidente de honra da Fifa prometeu avalizar o projeto brasileiro da Copa do Mundo.<BR><BR>Leia mais <A href="http://www1.folha.uol.com.br/fsp/esporte/fk2605200901.htm" target=_blank>clicando aqui</A>.</P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=837]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2009-05-26 21:46:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Brasil aéreo é um grande pinga-pinga]]></title>
<description><![CDATA[<P><B>Apenas Brasília conta com voos sem escalas para todas as outras cidades candidatas a jogos da Copa do Mundo de 2014<BR><BR>Anac afirma que malha aérea é questão de mercado, Gol diz confiar no governo para sucesso do Mundial, e TAM não comenta assunto</B><BR><BR><B>PAULO COBOS</B><BR>Hoje na Folha de S.Paulo<BR><BR>Serão 12 sedes espalhadas por um país com dimensões continentais, o que torna o avião meio único de deslocamento para milhares de turistas, além de centenas de atletas, jornalistas e funcionários da Fifa, que virão ao Brasil para a Copa do Mundo de 2014.<BR>Mas o Brasil aéreo não se conversa. Pelo mapa atual de rotas do país, apenas uma cidade, a capital, Brasília, tem voos diretos para as outras 16 localidades que sonham em abrigar as partidas da competição.<BR>Rio Branco, no Acre, só tem ligação direta por via aérea com Brasília -três voos diários, que somam capacidade de aproximadamente 500 pessoas.<BR>Mesmo cidades de porte maior contam com poucas ligações com o resto do país.<BR>Porto Alegre, por exemplo, é conectada sem escalas com apenas outras cinco cidades candidatas ao Mundial.<BR>Nem o Rio de Janeiro, que deve ser o centro nervoso da Copa de 2014 -receberia a final e o comitê organizador-, chega perto dos 100% de voos diretos com outras cidades que sonham com o Mundial. Dos aeroportos cariocas partem aviões, sem escalas, para 13 candidatas ao evento.<BR>Na média, as cidades que seguem na disputa têm voos diretos com sete concorrentes.<BR>Isso significa horas perdidas em conexões. O tempo gasto em escalas num hipotético roteiro por sete cidades para acompanhar uma seleção finalista seria suficiente para um voo entre São Paulo e Miami, nos EUA -cerca de oito horas.<BR><BR><B>Jogo de empurra</B><BR>O debate para incrementar a malha aérea do país visando o Mundial ainda não entusiasma.<BR>Procurada pela&nbsp;<B>Folha</B>, a Anac, a Agência Nacional de Aviação Civil, que tem como missão "adotar as medidas necessárias para o atendimento do interesse público e para o desenvolvimento e fomento da aviação civil", disse, por meio de sua assessoria de imprensa, que a malha aérea do país é "uma questão de mercado" que cabe à iniciativa privada.<BR>A reportagem também procurou a opinião das principais empresas do país. A Gol afirmou que "acredita que o governo está preparando o país para a Copa, e as companhias aéreas se empenharão para atender ao público da melhor forma antes, durante e depois dos jogos".<BR>A TAM, a maior empresa aérea do Brasil, e patrocinadora da CBF, não respondeu ao questionário enviado no início da semana passada.<BR>Além das longas horas de viagem, que podem aumentar pela infraestrutura aeroportuária do país, os turistas que viajarem pelo país durante o Mundial terão, pelo cenário atual, que fazer bons investimentos.<BR>Em simulações nos sites das empresas, um torcedor que viajar para acompanhar pelo país sete jogos de uma seleção que for até a decisão gastaria até R$ 4.000, ou mais do que o dobro do que um torcedor que foi à Copa da Alemanha gastou. Isso contando o preço cheio, para fazer igual número de deslocamentos nos modernos, e pontuais, trens alemães.<BR>A Anac diz que existe liberdade tarifária para as empresas no país decidirem o quanto devem cobrar pelas passagens e que não vai intervir no assunto.<BR>Mas, em um mercado com poucos concorrentes (só Gol e TAM têm malhas nacionais), a diferença no preço das passagens, principalmente fora das tarifas promocionais, é mínima, ficando em alguns trechos na casa dos centavos.</P>
<P>Leia mais <A href="http://www1.folha.uol.com.br/fsp/esporte/fk2605200917.htm" target=_blank>clicando aqui</A>.<BR></P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=836]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2009-05-26 21:44:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Fontes da CBF confirmam 4 sedes nordestinas]]></title>
<description><![CDATA[<TABLE width=500>
<TBODY>
<TR>
<TD width=400>
<P><STRONG>Eduardo Arruda</STRONG><BR>Hoje na Folha de S.Paulo</P>
<P>Um forte lobby que contou com políticos de peso do Nordeste provocou tremendo mal-estar com candidatas de outras regiões na disputa pelas 12 sedes da Copa do Mundo de 2014. Nos corredores da CBF, é dado como certo que as quatro cidades da região - Salvador, Recife, Fortaleza e Natal - já estão escolhidas entre as 12 que serão anunciadas no dia 31 pela Fifa, nas Bahamas. A articulação política dos nordestinos foi feita diretamente com a Fifa. Candidatas como Florianópolis e Curitiba estão bastante irritadas.<BR><BR><B>Lobby.</B>&nbsp;A candidatura de Florianópolis aposta no bom relacionamento entre o presidente do Senado, José Sarney, e o presidente da CBF, Ricardo Teixeira, para ser uma das sedes da Copa-14. A senadora Ideli Salvati (PT-SC) é a ponte entre a cidade e Sarney.<BR><BR><B>Derby.</B>&nbsp;Quem comanda a candidatura de Florianópolis a abrigar a Copa é ligado ao Figueirense. E as vozes que dizem que a cidade não tem condição de ser uma das sedes vêm do arquirrival Avaí.</P></TD></TR></TBODY></TABLE>
<P>Leia mais <A href="http://www1.folha.uol.com.br/fsp/esporte/fk2405200901.htm" target=_blank>clicando aqui</A>.</P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=838]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2009-05-24 21:51:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Goiânia quase fora da Copa]]></title>
<description><![CDATA[<P>Leitores, conversei nos últimos dias com pessoas supostamente bem informadas sobre a CBF para saber quais são as chances de cada cidade de sediar a Copa do Mundo de 2014.</P>
<P>Há algumas certezas. Uma delas é que são mesmo 12 as sedes - e não 10, como se especulava.&nbsp; </P>
<P>Outra certeza é que o anúncio não será mais adiado. Será mesmo dia 31 de maio, em Nassau. </P>
<P>Enquanto São Paulo e Belo Horizonte brigavam entre si, cresceu nos últimos dias a chance de a abertura da Copa ser em Brasília.</P>
<P>Igualmente certo é que os comitês de Rio, São Paulo, Belo Horizonte, Recife, Salvador, Fortaleza e Curitiba já foram informados, ainda que extra-oficialmente, que serão sedes da Copa. </P>
<P>Hoje, as chances de Goiânia são mínimas. E todo mundo diz que o adversário de Goiânia é Natal. Nos últimos dias, a capital do Rio Grande do Norte trabalhou pesado - enquanto o comitê de Goiânia dormiu no ponto. Pelo menos é o que Ricardo Teixeira teria dito ao Sindicato Nacional da Arquitetura e Engenharia (Sinaenco), em reunião particular. Cuiabá deve vencer Campo Grande, mas ainda não se sabe quem será a sede amazônica - se vai ser Manaus ou Belém. </P>
<P>Confira a situação de cada sede hoje: </P>
<P>Rio de Janeiro - confirmado<BR>São Paulo - confirmado<BR>Belo Horizonte - confirmado<BR>Recife - confirmado<BR>Salvador - confirmado<BR>Fortaleza - confirmado<BR>Curitiba - confirmado<BR>Porto Alegre - confirmado<BR>Brasília - confirmado<BR>Natal - 80% de chances<BR>Cuiabá - 80% de chances<BR>Manaus - 60% de chances<BR>Belém - 40% de chances<BR>Campo Grande - 20% de chances<BR>Goiânia - 20% de chances<BR>Florianópolis - Praticamente sem chances<BR>Rio Branco - Praticamente sem chances<BR>Maceió - Praticamente sem chances</P>
<P>Se daqui até o dia 31 houver mudanças nesse panorama (é possível que haja), voltarei ao assunto no blog. </P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=832]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2009-05-20 18:02:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Florianópolis está fora da Copa, diz jornal]]></title>
<description><![CDATA[<P>O Diário Catarinense informa em sua edição de hoje que Ricardo Teixeira já disse ao catarinenses que Florianópolis está fora da Copa do Mundo de 2014. A informação é referendada pela coluna de Ancelmo Gois, do jornal O Globo.</P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=831]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2009-05-19 10:38:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Caderno X está no ar]]></title>
<description><![CDATA[Conforme anunciei no último dia 12, acaba de entrar agora no ar um outro blog deste escriba: Caderno X. O assunto? Games.<br><br>Se gosta do tema, não perca tempo. <a href="http://www.cadernox.com.br">Clique aqui</a> e apareça por lá. <br><br>Este blog, no entanto, seguirá no ar. E, em breve, sofrerá pequenas reformas.<br>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=829]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2009-04-06 03:15:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[O futuro da música, do cinema e da internet]]></title>
<description><![CDATA[<br>Quem diz o que está abaixo é o jornalista <a href="http://andreforastieri.uol.com.br/?p=450#comments">André Forastieri</a>:<br><br><span style="font-style: italic;">"Se você quer saber qual o futuro do cinema, jogue Metal Gear Solid 4.</span><br style="font-style: italic;"><br style="font-style: italic;"><span style="font-style: italic;">Se você quer saber qual o futuro da música, jogue Guitar Hero: Metallica.</span><br style="font-style: italic;"><br style="font-style: italic;"><span style="font-style: italic;">Se você quer saber qual o futuro das comunidades online, jogue Little Big Planet.</span>"<br><br>Como discordar?]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=830]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2009-04-06 03:13:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Placar diz que Goiânia está fora da Copa-2014]]></title>
<description><![CDATA[<P align=left><EM>Por Edson Cruz<BR>Do site da Placar</EM></P>
<P align=left>Tomando por base escolhas obrigatórias de metrópoles e o critério utilizado pela Fifa de abranger todo o Brasil, Placar apurou e antecipou as cidades escolhidas para abrigar a Copa. A única dúvida fica entre Belém, pela tradição da rivalidade entre Paysandu e Remo, e Manaus, a ‘capital da Amazônia’.<BR><BR>Assim, as 12 cidades-sede serão: Belo Horizonte, São Paulo, Rio de Janeiro, Curitiba, Porto Alegre, Cuiabá, Brasília, Salvador, Recife, Natal, Fortaleza e Belém ou Manaus.<BR><BR>Leia a matéria completa <A href="http://placar.abril.com.br/jornal-placar/placar-antecipa-cidades-escolhidas-copa-151925_p.shtml">clicando aqui</A>.</P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=828]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2009-03-31 12:37:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Hoje tem debate sobre vencedor de Cannes]]></title>
<description><![CDATA[<P>O melhor programa desta terça-feira é ir ao Cine Lumière (do Bougainville, em Goiânia) assistir ao filme <A href="http://cinema.uol.com.br/filmes/2009/03/12/entre-os-muros-da-escola.jhtm">Entre os Muros da Escola</A> (Palma de Ouro em Cannes) e, em seguida,&nbsp;acompanhar um debate sobre o filme. Entre os debatedores estarão as secretárias de Educação de Goiás e de Goiânia, Milca Severino e Marcia Carvalho, respectivamente, o professor da UFG Fernando Pereira e a professora de ensino médio da rede pública Cristina Batista de Araujo. </P>
<P>O filme começa às 18h30. Como são 2h08m de película, o debate deve começar entre 20h40 e 21h00. Tanto o debate quanto essa sessão específica do filme têm entrada franca. </P>
<P>Quem for poderá participar com perguntas, no melhor estilo "O amor, a morte e as paixões". A realização do evento é uma parceria entre o professor de cinema Lisandro Nogueira, o Cine Lumière, a Universidade Federal de Goiás e as Organizações Jaime Câmara.</P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=827]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2009-03-24 00:08:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Sistema adiado na F-1]]></title>
<description><![CDATA[<P>A Fórmula 1 não vai adotar o novo sistema para definir o campeão neste ano, por pressão de pilotos e equipes. Fica para o ano que vem. Se não houver mais pressão até lá.</P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=826]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2009-03-21 05:30:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Irracional ou não, novo sistema melhora F-1]]></title>
<description><![CDATA[<P>Ao contrário de quase todas as análises que ouço e leio, adorei o novo sistema de classificação da Fórmula 1. Que seja campeão aquele que tiver mais vitórias, qual o problema?</P>
<P>O melhor motivo é que forçará os pilotos - todos que têm carros competitivos, pelo menos - a sempre ganhar as corridas. Pouco adiantará ser segundo ou terceiro colocado, já que a pontuação geral (que está mantida) só servirá para critério de desempate, em caso de dois ou mais pilotos terminarem com o mesmo número de vitórias ao final da temporada (o que, aliás, nem é tão difícil assim de acontecer). </P>
<P>Há ainda algo na Fórmula 1 - pelo menos é o meu palpite - que estava enterrado que voltará à tona: as ultrapassagens. Nos últimos anos, cada vez mais, o que menos se vê é um piloto ultrapassando o outro. Há o problema de desnivelamento da potência dos carros? Certamente. Mas o motivo maior é que tentar ultrapassar significava, até agora, um risco alto para uma recompensa pífia e incerta. Afinal, se você é segundo colocado numa prova, não vai arriscar tudo pelo primeiro lugar apenas para conseguir dois pontos a mais (a vitória vale 10 e o segundo lugar vale 8, no sistema que vigorava até 2008). Agora que a vitória será a única prioridade para quem quer ser campeão, o risco vai valer a pena. Ser segundo ou último será quase a mesma coisa.</P>
<P><STRONG>Descarte<BR></STRONG>O sistema me lembra um outro igualmente bom, que foi adotado na mesma Fórmula 1, no final dos anos 80: o sistema de descarte de provas. Em 1988, 1989 e 1990, funcionava assim: das 16 provas da temporada, o piloto tinha de eliminar os pontos conquistados&nbsp; nos cinco piores resultados. Simples: seus cinco piores resultados nas 16 provas deveriam ser descartardos. Na prática, Senna e Prost, os duelistas da época, só brigavam pelas vitórias, especialmente no final do campeonato. Qualquer outro resultado, incluindo o segundo lugar, não servia pra praticamente nada, pois geralmente os "segundos lugares" já se incluíam entre os piores resultados. </P>
<P>Em 1988, por exemplo, Prost terminou o campeonato com mais pontos do que Senna. Mas Senna foi campeão, porque seus cinco piores resultados eram "abandonos", enquanto os de Prost incluíam quarto lugar, terceiro lugar, quinto lugar, etc. Senna, no entanto, teve duas vitórias a mais que Prost no campeonato. </P>
<P>Ainda que o sistema de 2009 não inclua os "descartes", na prática isso vai acontecer. Dificilmente um piloto campeão do mundo vai aproveitar pontos que conquistou terminando um grande prêmio em quinto, sexto ou sétimo lugar. </P>
<P><STRONG>Racionalidade</STRONG><BR>Especialistas da área tendem a chamar de "mais racionais" aqueles pilotos que somam uns pontos aqui, outros acolá, sem se preocupar obsessivamente com vitórias. Daí que condendem o novo sistema. Eu, ao contrário, considero melhores (sim, talvez até menos racionais, e daí?) aqueles que procuram sempre a vitória. Por isso que sempre gostei mais dos estilos de Senna, Mansell e Schumacher do que de Nelson Piquet, que foi tricampeão do mundo tendo vencido poucas corridas, ou de Keke Rosberg e Mike Hawthorn, que foram campeões com apenas uma vitória em toda a temporada.</P>
<P>Em 1987, por exemplo, Piquet venceu 3 corridas e Mansell ganhou 6. Mas o campeão foi Piquet, por ter alcançado mais pontos. O mesmo já havia acontecido em 1981, quando Piquet também foi campeão, apesar de vencer bem menos corridas.<BR><BR>Se é para ter uma competição que mereça esse nome, parece mais justo apoiar pilotos e equipes cuja mentalidade é sempre vencer do que continuar incentivando os que preferem calcular quantos pontos é possível levar por prova.</P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=825]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2009-03-18 23:20:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Presidente da CBF se reúne com Marconi]]></title>
<description><![CDATA[<P><EM>O texto abaixo foi retirado do sítio da CBF na internet</EM></P>
<P>O presidente da CBF, Ricardo Teixeira, visitou nesta terça-feira, em Brasília, o vice-presidente do Senado, Marconi Perillo (PSDB-GO). No encontro, que aconteceu no gabinete da vice-presidência do Senado, Marconi Perillo fez um pedido pela candidatura de Goiânia, a capital do seu Estado, no pleito para ser uma das cidades-sedes da Copa do Mundo de 2014.</P>
<P>O presidente Ricardo Teixeira agradeceu o empenho de Goiás em participar ativamente da Copa de 2014. Lembrando que a decisão da escolha das sedes será feita de acordo com os critérios técnicos da FIFA, o presidente da CBF fez questão de cumprimentar, através do senador Marconi Perillo, os responsáveis pelo projeto e todo o povo goiano pela participação no processo de candidatura.</P>
<P>- Nesse processo, não há vencedores ou vencidos. Todo o país, através de seus mais variados segmentos, está de parabéns pela condução da Copa de 2014. Agradeço, dessa forma, o interesse do senador Perillo.</P>
<P>Mais informações no <A href="http://www.cbf.com.br/sitenoticias/_950215372009317.html">sítio da CBF</A> na internet<BR><BR><STRONG>Só um comentário deste blogueiro: </STRONG><STRONG><EM>Lendo um pouco do que já foi publicado sobre Marconi, CBF e Copa 2014 aqui no Jornal X, o leitor talvez entenda melhor o motivo deste post.</EM></STRONG></P>
<P><STRONG>Abaixo, com os respectivos links, o que já foi publicado aqui sobre o assunto:</STRONG></P>
<P>Marconi recebeu dinheiro da CBF em 2006 (<A href="http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=615">clique aqui</A>)<BR>Assessoria de Marconi quer capitalizar Copa 2014 (<A href="http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=613">clique aqui</A>)<BR>Marconi lidera 'Bancada da Bola' (<A href="hhttp://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=614">clique aqui</A>)<BR>Vale a pena sedir uma Copa do Mundo? (<A href="http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=820">clique aqui</A>)</P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=823]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2009-03-17 19:05:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Luz na Copa]]></title>
<description><![CDATA[<P>Por Ivan Mendonça<BR><EM>Do Diário da Manhã</EM></P>
<P>Ricardo Teixeira, da CBF, bateu à porta de Marconi Perillo, mas só falou com ele por telefone por causa da viagem do senador a Goiânia. A conversa foi remarcada para semana que vem.</P>
<P>A coluna pode ser lida <A href="http://www.dm.com.br/impresso/7799/politica_e_justica/66760,fio_direto">clicando aqui</A>.</P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=824]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2009-03-14 21:42:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Sede do Pantanal na Copa está ameaçada]]></title>
<description><![CDATA[<P>Por Renato Maurício Prado<BR><EM>Hoje no jornal "O Globo"</EM></P>
<P>Não foi à toa que a Fifa adiou em dois meses a definição das 12 cidades que deverão ser sedes da Copa do Mundo de 2014, no Brasil — o anúncio aconteceria no próximo dia 20 e agora será em maio.</P>
<P>Relatório técnico da Fifa diz que o Brasil não tem 12 cidades em condições mínimas de abrigar jogos do Mundial. Na maioria delas, faltam condições básicas, como rede hoteleira, de hospitais e de transportes em padrões compatíveis com os exigidos pela entidade máxima do futebol.</P>
<P>A famosa sede do Pantanal, por exemplo, está seriamente ameaçada: nem Cuiabá, nem Campo Grande foram consideradas aptas pelos inspetores da Fifa — que se mostram especialmente incomodados com as mais variadas pressões de políticos para eleger esta ou aquela cidade.</P>
<P>É a primeira vez na história das Copas que a definição das sedes foi adiada.</P>
<P>E já há quem creia que, diante das dificuldades, o Brasil terá que se contentar com as tradicionais 10 cidades para hospedar as partidas de 2014.</P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=822]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2009-03-13 03:05:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Em breve, novo blog]]></title>
<description><![CDATA[<P align=left>Nos próximos dias, um novo blog deste escriba entra no ar.&nbsp;Tratará de&nbsp;um assunto&nbsp;bem diferente do que você está acostumado a ler por aqui e apostará na conexão entre blog, microblog (viva o twitter!) e orkut. Assim que estrear, o leitor do Jornal X será o primeiro a saber. O Jornal X, no entanto, não acaba. Ao contrário. Será reformulado.&nbsp;Quando? Logo.</P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=821]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2009-03-12 00:17:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Vale a pena sediar uma Copa do Mundo?]]></title>
<description><![CDATA[<P>Ouço a pergunta com alguma frequência em jornais e rádios locais: vale a pena Goiânia ser uma das 12 sedes da Copa do Mundo de 2014? A escolha das sedes ocorrerá em menos de três semanas.</P>
<P>A pergunta, para mim, é outra: vale a pena o Brasil ser sede de uma Copa do Mundo? A resposta: não, não vale. Copa não deveria ser meta de país sub-desenvolvido. A corrupção está entranhada no mundo do esporte. As CPIs já comprovaram as nebulosidades da CBF e a organização megalomaníaca do Pan-2007.</P>
<P>Com tantas prioridades num país com dívida social tão grande, chega a ser surreal pensarmos em Copa do Mundo por aqui. Dizer que a Copa trará benefícios sociais (melhorias nos transportes, na saúde, na infra-estrutura) é cinismo e auto-atestado de incompetência. Afinal, para melhorarmos nossas cidades, precisamos de uma Copa? Sem Copa, não podemos investir transporte, saúde e infra-estrutura?</P>
<P>O pior de tudo é que, no Brasil, a pergunta cretina que encerra o parágrafo anterior faz sentido. Daí que não acho que o Brasil deva sediar uma Copa do Mundo. Mas, já que vai sediar, torço para que Goiânia seja uma das 12 escolhidas. </P>
<P>O Governo Federal já deu claros sinais que investirá bastante nas cidades que forem escolhidas para sediar a Copa. Apesar de ser uma regra torta e absurda para escolher onde investir, se essa regra existe, que Goiânia tente ser uma das escolhidas. Autoridades daqui que negligenciarem isso estarão boicotando a cidade onde moram e trabalham.</P>
<P>É claro que há boas chances de muito desse dinheiro ficar no meio do caminho. Para o Pan-2007, prometeu-se que o Rio de Janeiro teria diversas melhorias em infra-estrutura. Não houve uma sequer. O dinheiro foi todo enterrado no estádio do Engenhão e em praças olímpicas hoje abandonadas. Os espaços que restaram não são aproveitados nem por escolas de educação física. Não é impossível imaginar que o mesmo aconteça com o dinheiro público destinado a obras da Copa de 2014. </P>
<P>Mas, ainda assim, melhor investir em cidades que têm presença forte do futebol do que em outras cidades que não tem representantes nem na Série A nem na Série B do Campeonato Brasileiro. Se é absurdo Goiânia sediar uma Copa do Mundo (sim, há quem diga isso), mais absurdo são cidades como Cuiabá, Brasília, Campo Grande ou Natal constarem da lista das prováveis 12 escolhidas. Uma coisa absurda é investir dinheiro a fundo perdido em um estádio como o Serra Dourada, mas mais absurdo ainda é construir estádios onde nem há futebol regular, nem presença de público.</P>
<P>Outra pergunta recorrente: de que adianta sediar apenas três jogos? É pouco, mas não é tão pouco assim. A Fifa prevê que cada estádio escolhido sediará, no mínimo, cinco jogos da Copa do Mundo de 2014. A média, no entanto, deverá ser de oito jogos para cada estádio, ficando os menores com cinco ou seis jogos.</P>
<P>Benefícios haverá para quem for sede da Copa. Daqui até 2014, o turismo tenderá a crescer e a cidade passará a se mobilizar em torno do evento. Cidades-vizinhas no interior também deverão sair ganhando. </P>
<P>Mas, com Goiânia dentro ou fora, o ideal mesmo é que fizéssemos uma Copa do Mundo modesta, já que é para ser feita. Não dá pra competir com o que foi feito na Alemanha em 2006. Somos um país cheio de problemas, com carências mais urgentes, e nos próximos anos a crise econômica tende a ficar pior. Que o dinheiro público, portanto, fique longe de estádios e obras sem retorno para a população no pós-Copa.</P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=820]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2009-03-02 19:15:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Capitão Nascimento é uma ruína ambulante]]></title>
<description><![CDATA[<P>Inácio Araújo<BR><EM>Na Folha de S.Paulo de hoje</EM></P>
<P>Será "Tropa de Elite" (TC Pipoca, 20h; não recomendado a menores de 16 anos) um filme fascista, como acreditam muitos críticos? Essa pode ser uma impressão apressada, dessas em que se confunde o discurso da personagem com o do filme.<BR><BR>É verdade que Capitão Nascimento é um tipo a que não falta ambiguidade. Sua tropa está lá para barbarizar mesmo. Certo ou errado, ele sabe que participa de uma guerra em dois fronts: contra os traficantes, de um lado, e contra a política corrupta de outra.<BR><BR>Tudo isso faz dele uma mistura de Rambo com Eliot Ness, celebrizado por "Os Intocáveis". Não tem muito tempo para divagações e teorias. A teoria é um inimigo tão perigoso quanto uma bazuca. É proibido pensar: recebe-se o mundo tal como ele vem e pau na máquina. Esse último item ajudou Nascimento a se tornar um herói de pessoas para quem o mundo está pensado, não devemos nos ocupar com isso: basta agir.<BR><BR>A verdade, no entanto, é que a vida do capitão é uma ruína. A implantação de seus métodos tem um custo tão alto que ele não consegue nem ter uma família (e nem, de resto, implantá-los para valer, institucionalmente). Capitão Nascimento é uma ruína ambulante, assim como sua tropa.<BR><BR>No fundo, o que este filme faz é nos lembrar que questões como violência urbana e justiça social estão longe de serem resolvidas. Chama o Foucault, por favor.<BR><BR>Leia mais <A href="http://www1.folha.uol.com.br/fsp/ilustrad/fq0103200916.htm">clicando aqui</A>.</P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=818]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2009-03-01 23:32:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[O lutador: sensível e honesto]]></title>
<description><![CDATA[<P>Uma boa análise do melhor texto do jornalismo goiano: <BR>Duas ou três coisas sobre <EM>O Lutador</EM> (<A href="http://lisandronogueira.blogspot.com/2009/02/o-lutador-sensivel-e-honesto.html#links">clique aqui</A> e leia)<BR></P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=819]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2009-03-01 22:41:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Goiânia disputa com Florianópolis e Natal]]></title>
<description><![CDATA[<P>A informação do título desta matéria consta do primeiro parágrafo da matéria do sítio da ESPN Brasil na internet que relata como foi a visita da comitiva da Fifa à Goiânia no dia de hoje. A capital goiana disputa uma das 12 vagas para cidade-sede da Copa do Mundo de 2014.<BR><BR>Leia a matéria completa <A href="http://espnbrasil.terra.com.br/futebol/noticia/32043_ZEZE+DI+CAMARGO+SOLTA+A+VOZ+NA+BRIGA+DE+GOIANIA+PARA+RECEBER+COPA+DO+MUNDO">clicando aqui</A>.</P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=817]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2009-02-03 17:42:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Slavoj Zizek no Roda Viva de hoje]]></title>
<description><![CDATA[<P>O programa Roda Viva de hoje, 2 de fevereiro, entrevista o filósofo e psicanalista Slavoj Zizek (pronuncia-se Slávoi Jijec). </P>
<P>Zizek é professor da Universidade de Lubliana, na Eslovênia, é diretor Internacional do Instituto de Humanidades da Universidade de Londres, tem formação em psicanálise pela Universidade de Paris e é considerado um dos principais teóricos contemporâneos. </P>
<P>Ele fez o filme <EM>The Pervert's Guide to Cinema</EM> - escrito por ele e dirigido por Sophie Fiennes - em que discorre sobre cinema e psicanálise. </P>
<P>Tem tudo para ser um grande programa.</P>
<P>Participam como entrevistadores: Maria Rita Khel, psicanalista e escritora; Laura Greenhalgh, editora executiva dos cadernos Aliás e Cultura do jornal O Estado de S. Paulo; Emir Sader, sociólogo e o goiano Vladimir Safatle, professor do departamento de filosofia e do instituto de psicologia da Universidade de São Paulo.</P>
<P>O Roda Viva é tem início às 22h10.</P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=815]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2009-02-02 00:38:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Ainda sobre Goiânia e a Copa de 2014]]></title>
<description><![CDATA[<P>Não entendi o auê que se fez em Goiás com a declaração da CBF que o Pantanal e a Amazônia terão uma vaga cada na lista das 12 sedes da Copa do Mundo de 2014. Essa informação já circulava há meses, inclusive aqui neste mal-informado blog. </P>
<P>A informação, aliás, é até boa para as pretenções de Goiânia. Significa que, das quatro pretendentes (Belém e Manaus do lado amazônico e Cuiabá e Campo Grande do lado do Pantanal), só duas cidades serão escolhidas. </P>
<P>O que deve preocupar é a informação que Veja traz na edição desta semana na coluna Radar (<A href="http://veja.abril.uol.com.br/040209/radar.shtml">clique aqui e leia</A>) mostrando que o presidente Lula quer Belém na Copa do Mundo, contrariando a CBF e o Comitê da Copa 2014 que já haviam praticamente escolhido Manaus como sede amazônica. </P>
<P>Ou seja, de três alternativas, uma: 1) A CBF desagrada Lula e mantém Manaus; 2) A CBF agrada Lula e troca Manaus por Belém; 3) A CBF rifa uma cidade do Centro-Oeste e inclui Manaus e Belém. </P>
<P>A terceira hipótese, é óbvio, aumentaria as chances de Goiânia ser excluída da Copa de 2014. </P>
<P>Antes disso, em 18 de fevereiro (na edição de domingo), a Folha de S.Paulo fez uma extensa matéria sobre a Copa do Mundo de 2014 no Brasil e elencou as cidades que são favoritas, as que têm boas chances e as que correm por fora.</P>
<P>Para Goiânia, até então, uma boa notícia: Florianópolis - que é tida como principal concorrente - está entre as zebras. </P>
<P>Entre as favoritas, na apuração da Folha, estão sete cidades (<EM>veja relação abaixo</EM>). Das que têm chances, constam oito brigando por cinco vagas. Das oito, Recife, Fortaleza e Cuiabá saem na frente por relações estreitas com a chefia da CBF e com o Palácio do Planalto. Como uma vaga ficará entre Manaus e Belém, sobraria uma para Goiânia disputar com Natal e Campo Grande. E, como se sabe, Campo Grande está fora já que Cuiabá será escolhida. Ou mesmo que Campo Grande seja escolhida, Cuiabá estaria fora. Pelo menos assim deixou claro a CBF e a Fifa. </P>
<P>Confira, abaixo, as cidades elencadas pela Folha com suas respectivas chances de ser uma das 12 sedes da Copa:</P>
<P><STRONG>Cidades Favoritas: <EM>São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Salvador, Brasília, Curitiba e Porto Alegre</EM></STRONG></P>
<P><STRONG>Cidades com chances: <EM>Goiânia, Cuiabá, Campo Grande, Manaus, Belém, Fortaleza, Recife, Natal</EM></STRONG></P>
<P><STRONG>Cidades que correm por fora: <EM>Rio Branco, Florianópolis e Maceió</EM></STRONG></P>
<P><STRONG>P.S.:</STRONG> Uma coisa que me irrita em parte da imprensa goiana é sempre dizer que Goiânia luta para ser uma das "sub-sedes" da Copa de 2014. Em Copa do Mundo, não há sub-sedes. Há sedes. E no caso da Copa que será realizada no Brasil, serão 12 sedes. Nenhuma sub-sede (haja complexo de vira-lata!).</P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=816]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2009-01-28 00:09:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Maio de 68 e a `era dos extremos`]]></title>
<description><![CDATA[Nada mais irritante do que dizer que a temática do Maio de 68 está esgotada. Pelo contrário. A maioria do que se disse a respeito daquele mês-evento, até hoje, não sai de esteriótipos cínicos ou românticos - extremos que passam longe de algo minimamente calcado na realidade. <BR><BR>Falta discutir a fundo por que as mudanças políticas, artísticas e de costumes caminhavam tão juntas naquela época. Vivia-se o paradoxo de o cinema ser cada vez mais político e da política ser cada vez mais cinematográfica, assumindo um caráter festivo - que acabou conquistando a juventude. <BR><BR>As novas abordagens existencialistas, sociológicas, antropológicas e psicanalíticas que as sociedades - especialmente urbanas - ganharam nos anos 60 ainda são estudadas de forma isolada, sem vinculação com a política. Esquece-se que os mesmos jovens atores da revolução de costumes foram os que tentaram encaminhar a revolução política. Se os anos 60 foram uma década de alteração do paradigma político e de radicais mudanças comportamentais, porque continuar a estudar os dois fenômenos separadamente? <BR><BR>Não faz mal lembrar que a rebelião estudantil de Paris, que culminaria na paralisação do país, começou na Universidade de Nanterre com uma causa comportamental: em março, a reitoria da instituição baixou uma portaria proibindo que os rapazes visitassem mulheres em seus quartos. O reitor Pierre Grappin suspenderia as aulas e chamaria a polícia para "resolver" a situação. A Sorbonne também faria o mesmo, poucos dias depois. <BR><BR>O resto todo mundo já sabe: doze dias depois daquele incidente, Paris estava tomada nas ruas, com operários aderindo à causa estudantil. As reivindicações já assumiam caráter político com teor revolucionário. As pixações nos muros até hoje são lembradas. Em um mês, quase todos os 10 milhões de franceses já estavam em greve, incluindo aeroportos, redações de jornal e hospitais. Abatida com as derrotas sucessivas, a polícia saía da cena pública. No dia 28 de maio, o presidente De Gaulle desaparece do país e os estudantes declaram o que parecia ser uma utopia: a instalação da anarquia. <BR><BR>Depois, como também se sabe, com amplo respaldo dos militares, De Gaulle reaparece e convoca eleições gerais (inclusive para a Presidência). O presidente francês apela para o conservadorismo de cada cidadão e trabalha uma bem bolada campanha do medo contra a "revolução vermelha". De Gaulle, com pesquisas nas mãos, sabia que a maioria dos franceses tinha medo de um governo comunista de verdade. E como os estudantes ainda estavam surpresos com a potência política que a rebelião tinha conquistado, não houve tempo e união para bolar um plano mínimo de conquista do poder. Resultado: De Gaulle vence as eleições presidenciais, amplia sua maioria no parlamento e ganha capital político para reprimir qualquer manifestação popular dali em diante. <BR><BR><STRONG>Desafio - </STRONG>O maio de 68 foi a mais emblemática das rebeliões do século XX por não ter seguido nenhum modelo específico de transformação da sociedade. Embora houvesse forte citação de ícones como Marx, Marcuse e Mao, a influência era múltipla e, por isso, plural e diluída. O verdadeiro modelo de revolução, acreditava-se, seria construído pelos próprios protagonistas, ou seja, pelo próprio povo. <BR><BR>Curiosamente, entretanto, foi essa não-preparação da revolução que ajudou a tornar a rebelião frágil. O país todo esteve em greve e do lado dos estudantes, mas, em um segundo momento, com a reação do presidente francês, não havia unidade de discurso nem de ação para conseguir barrar o "discurso do medo" bem trabalhado por De Gaulle. <BR><BR>É esse, imagino, um dos grandes entraves da esquerda dita revolucionária hoje: preparar uma teoria e tentar enquadrá-la na realidade (correndo o perigo de se chegar a um stalinismo) ou construir a transformação aos poucos (correndo o perigo da rebelião não se sustentar por falta de unidade). ]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=868]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2009-01-27 19:17:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Enfim, o choque de civilização]]></title>
<description><![CDATA[<P><STRONG>Sistema de lugares marcados&nbsp;em salas de cinema chega a Goiânia</STRONG></P>
<P>A partir da sexta-feira, dia 16 de janeiro, o Cinemark de Goiânia (que fica no Flamboyant) vai passar a trabalhar exclusivamente com o sistema de lugares marcados, a exemplo do que ocorre com teatros há pelo menos cinco décadas. O cliente vai escolher o assento de preferência no ato da compra do ingresso, podendo visualizar um mapa geográfico e escolher o lugar que achar mais adequado. </P>
<P>Será possível também comprar o ingresso com lugar marcado pela internet e em pontos de vendas espalhados pela praça de alimentação. Pelo menos assim promete a rede de cinema.</P>
<P>Parece pouco mas, para quem gosta de ir ao cinema, é um choque de civilização. Filas e tumultos deixam de ser obrigatórios (afinal, há sempre aqueles que fazem fila para tudo). </P>
<P>Em 2003, em conversa com o proprietário dos cinemas Lumière, Gerson Santos, este blogueiro sugeriu a ele que fizesse isso em seus cinemas - copiando salas de São Paulo - e saísse na frente de todos aqui em Goiânia. Nas concorridas mostras de cinema que lá ocorriam ("O Amor, a Morte e as Paixões", com curadoria do professor Lisandro Nogueira) o tumulto era tão grande que era preciso estapear colegas para conseguir acesso a uma das cadeiras. Gerson, no entanto, disse que o "goiano jamais aceitaria isso". Talvez, agora, pense melhor. Ou a tentativa do Cinemark não vai prosperar e estou fantasiando?</P>
<P>Além disso - promete a assessoria do Cinemark em São Paulo - em uma das oito salas do Flamboyant, haverá exibição de filmes em 3D.<BR><BR>Para ficar mais civilizado ainda, falta ao Cinemark (e ao Severiano Ribeiro - e também ao Lumière) baixar os preços dos ingressos. Os&nbsp;valores cobrados por um bilhete&nbsp;nas salas de&nbsp;Goiânia hoje estão entre os mais&nbsp;altos do país. </P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=814]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2009-01-07 04:26:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Os melhores filmes de 2008]]></title>
<description><![CDATA[<P>Eis abaixo a lista dos 10 melhores filmes do ano de 2008, na visão de nove cinéfilos consultados pelo blog. Nenhum filme conseguiu aparecer nas&nbsp;nove listas. O que chegou mais próximo disso foi <EM>Vicky Cristina Barcelona</EM>, votado por oito dos nove consultados.</P>
<P>A regra é que deveriam valer apenas os filmes que tiveram estréia em 2008 em algum cinema do Brasil. Filmes que estrearam em 2007, mas continuavam em cartaz - ou reestrearam - em 2008, não deveriam valer.</P>
<P>Ano passado houve muitos listeiros indisciplinados. Desta vez, menos - mas eles ainda estão por aí. Uns preferiram não ranquear (e como tirar a razão deles?). Mas, desta vez, só dois votantes relacionaram mais de dez filmes. </P>
<P>Um dos listeiros comentou filme por filme. Outros, fizeram um rápido comentário geral e uns poucos não comentaram nada. O blog, no entanto, manteve as listas da forma como foram enviadas pelos gentis colaboradores. Se você também tem uma lista top 10 de 2008, coloque-a na seção de comentários. As listas vão sendo publicadas aqui até o fim do mês.</P>
<P>Se você quiser ver como ficaram a lista dos melhores de 2007, volte no tempo e <A href="http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=656">clique aqui</A>. </P>
<P><STRONG>A lista de Lisandro Nogueira</STRONG> <BR><EM>(ele preferiu mandar a lista sem ranking)</EM><BR>Gomorra - Matteo Garrone<BR>Queime depois de Ler - Ethan Coen e Joel Coen<BR>Vicky Cristina Barcelona - Woddy Allen<BR>Caos Calmo - Antonio Luigi Grimaldi<BR>Amor em cinco Tempos - François Ozon<BR>Um Beijo Roubado - Wong Kar-Wai<BR>Onde os fracos não têm vez - Ethan Coen e Joel Coen<BR>Sicko - SOS saúde - Michael Moore<BR>A Vida dos Outros - Florian Henckel von Donnersmarck<BR>A Espiã - Paul Verhoeven<BR>O Gângster - Ridley Scott<BR>Desejo e Reparação - Joe Wright<BR>Serras da Desordem - Andrea Tonacci<BR><STRONG><BR>A lista de Marco Aurélio Vigário</STRONG><BR>1) Onde Os Fracos Não Têm Vez - Ethan Coen e Joel Coen<BR>2) Não Estou Lá - Todd Haynes <BR>3) O Nevoeiro - Frank Darabont<BR>4) Sangue Negro - Paul Thomas Anderson<BR>5) Linha De Passe - Walter Salles<BR>6) Feliz Natal - Selton Mello<BR>7) Paranoid Park - Gus Van Sant<BR>8) Juízo - Maria Augusta Ramos<BR>9) Batman, O Cavaleiro Das Trevas - Christopher Nolan<BR>10) Vicky Cristina Barcelona - Woody Allen</P>
<P><EM>Observações&nbsp;de Marco</EM>: <EM>O Assassinato De Jesse James Pelo Covarde Robert Ford</EM> também entraria na minha lista. Eu o vi em janeiro de 2008, mas ele estreou em Goiânia em dezembro de 2007. Por isso não está lá.<BR></P>
<P><STRONG>A lista de Marcos Bandeira</STRONG><BR>1) Onde os Fracos Não Têm Vez - Ethan Coen e Joel Coen<BR>2) Um Beijo Roubado - Wong Kar-Wai<BR>3) Juno - Jason Reitman<BR>4) Sangue Negro - Paul Thomas Anderson<BR>5) Senhores do Crime - David Cronemberg<BR>6) O Gângster - Ridley Scott<BR>7) Ensaio Sobre a Cegueira - Fernando Meirelles<BR>8) Batman, O Cavaleiro das Trevas - Christopher Nolan<BR>9) Não Estou Lá - Todd Haynes<BR>10) O Sonho de Cassandra&nbsp; - Woody Allen</P>
<P><EM>Observações de Marcos</EM>: Peço licença para indicar o pior filme do ano: <EM>Meu Nome Não É Johnny</EM>. É um filme travestido de antídoto (ops!, Eduardo) para <EM>Tropa de Elite</EM>, mas que, definitivamente, não tem nem a competência técnica, nem narrativa, nem o conteúdo instigante de seu oponente. Ainda não assisti ao último de Woody Allen (<EM>Vicky Cristina Barcelona</EM>) e ao último dos Irmãos Coen (<EM>Queime Depois de Ler</EM>), diretores de grande potencial para figurarem em qualquer lista dos 10 mais. Também não assisti a <EM>Gomorra</EM>, que tem sido muito elogiado pela crítica.</P>
<P><STRONG>A lista de Victor Hugo Lopes</STRONG><BR>1) Vicky Cristina Barcelona - Woody Allen<BR>2) Queime Depois de Ler - Ethan Coen e Joel Coen<BR>3) Juno - Jason Reitman<BR>4) Batman, o Cavaleiro das Trevas - Christopher Nolan<BR>5) Ensaio sobre a Cegueira - Fernando Meirelles<BR>6) Hancock - Peter Berg<BR>7) Trovão Tropical - Ben Stiller<BR>8) Homem de Ferro - Jon Favreau<BR>9) 007, Quantum of Solace - Marc Foster<BR>10) A Duquesa - Saul Dibb<BR>&nbsp;<BR><EM>Observações de Victor Hugo</EM>: O problema é que este, particularmente, foi um ano em que fui pouco ao cinema. Grande parte dos filmes assisti em vídeo mesmo, em casa. Outros filmes interessantes, como Milk e Nixon, ainda não entraram em cartaz. Apenas elenquei os que assisti. Por isso a lista está tão pobre e cheia de blockbusters.<BR>&nbsp;<BR><STRONG>A lista de Micheli Nunes</STRONG><BR>1) Onde os Fracos não têm Vez - Ethan Coen e Joel Coen<BR>2) Queime depois de ler – Ethan e Joel Coen<BR>3) Antes que o Diabo Saiba que Você Está Morto - Sidney Lumet<BR>4) Persépolis - Vincent Paronnaud e Marjane Satrapi<BR>5) Juno - Jason Reitman<BR>6) Wall-e - Andrew Stanton<BR>7) Não estou lá - Todd Haynes<BR>8) Rolling Stones: Shine a Light - Martin Scorcese<BR>9) Vicky Cristina Barcelona - Woody Allen<BR>10) Na Natureza Selvagem - Sean Penn <BR>&nbsp;<BR><EM>Observações de Micheli</EM>: Em primeiro lugar uma dobradinha dos Coen, e nem é por eu ter visto menos filmes em 2008, os dois filmes são excelentes. <EM>Antes que o Diabo Saiba que Você Está Morto</EM> tem um título longo e interessante, narrativa idem. A graphic novel <EM>Persépolis</EM> já era minha paixão, tanto que vacilei ao saber do longa, mas como foi co-dirigido pela própria Marjane (autora dos quadrinhos), o resultado ficou perfeito. <EM>Juno</EM> é inédito, pop e irritantemente cativante. <EM>Wall-e</EM> foi uma das maiores surpresas de 2008. Eu, como desenhista, assisto à maioria das animações e adoro, claro que mantendo a expectativa de ir ao cinema ver um filme para crianças, mas <EM>Wall-e</EM> é um filme maduro e compete tranquilamente com os grandes. <EM>Não Estou Lá</EM> é um mosaico de difícil digestão, mas o resultado final é bastante poético. <EM>Shine a Light</EM> é outro filme sobre música que entra na minha lista, e sim, eu sou suspeita, mesmo não sendo um filme definitivo sobre os Stones, me satisfez como fã da banda e do diretor. Provavelmente se eu tivesse visto mais filmes em 2008, <EM>Vicky Cristina Barcelona</EM> não entraria na lista, mas apesar de não ter a mesma mão boa sempre, Allen foi menos repetitivo nesse que em <EM>O Sonho de Cassandra</EM>, e o filme é leve e vale destacar a exuberância das atrizes, especialmente Penélope Cruz. <EM>Na Natureza Selvagem</EM> é inspirador, tanto que carrega isso quase que como um estigma.</P>
<P><STRONG>A lista de Aline Mil</STRONG><BR>1) Wall-e - Andrew Stanton<BR>2) Vicky Cristina Barcelona - Woody Allen<BR>3) Meu nome não é Johnny - Mauro Lima<BR>4)&nbsp;Na Natureza Selvagem&nbsp;- Sean Penn<BR>5) Queime depois de ler - Ethan e Joel Coen<BR>6) Nome próprio - Murilo Salles (que só fui assistir porque li no Jornal X que era bom e gostei.)<BR>7) O Barbeiro Demoníaco da Rua Fleet - Tim Burton<BR>8)&nbsp;Homem de Ferro&nbsp;- Jon Favreau<BR>9)&nbsp;Não estou lá&nbsp;- Todd Haynes<BR>10) Eu, Meu Irmão e Nossa Namorada - Peter Hedges</P>
<P><EM>Observações de Aline</EM>: Foi difícil escolher dez. Não vi muitos filmes bons no cinema esse ano... Se fosse pra falar dos ruins, eu lembraria de quinze com mais facilidade!!</P>
<P><STRONG>A lista de Eduardo Horácio</STRONG><BR>1) Onde os Fracos não têm Vez - Ethan Coen e Joel Coen <BR>2) Um Beijo Roubado - Wong Kar-Wai<BR>3) Meu nome não é Johnny - Mauro Lima<BR>4) Nome Próprio - Murilo Salles <BR>5) Vicky Cristina Barcelona - Woody Allen<BR>6) Rolling Stones: Shine a Light - Martin Scorcese<BR>7) Queime depois de ler - Ethan e Joel Coen<BR>8) Feliz Natal - Selton Melo<BR>9) O Sonho de Cassandra - Woddy Allen<BR>10) Caos Calmo - Antonio Luigi Grimaldi</P>
<P><EM>Observações de Eduardo</EM>: Há filmes que têm tudo para estar na lista, mas não os coloquei porque me escaparam. É o caso de <EM>Paranoid Park</EM>, <EM>Sangre Negro</EM> e <EM>Gomorra</EM>. Outros, no entanto, são dignos da lista de piores, como <EM>Ensaio sobre a Cegueira</EM>, <EM>Última Parada</EM> e o "novo" <EM>Indiana Jones</EM>. <EM>Juno</EM> não entra na lista de melhores, nem na de piores: só copiou uma roupagem aparentemente moderna, mas tem linguagem cinematográfica pobre. <EM>Batman</EM> não me comoveu. Como nunca espero nada dele, Ridley Scott me surpreendeu positivamente com <EM>O Gângster</EM>, mas está ainda longe de merecer estar no top 10. Se houvesse um 11º colocado, este seria <EM>Linha de Passe</EM>, de Walter Salles.<BR><STRONG><BR></STRONG></P>
<P><STRONG>A lista de Marcos Haddad</STRONG><BR>1) Última Parada 174 - Bruno Barreto<BR>2) Meu Melhor Amigo - PJ Hogan<BR>3) Desejo e Reparação - Joe Wright<BR>4) A Vida dos Outros - Florian H. von Donnersmarck<BR>5) Vick Cristina Barcelona - Woody Allen<BR>6) Baby Love - Vincent Garenq <BR>7) Polaróides Urbanas - Miguel Falabella<BR>8) Era Uma Vez - Breno Silveira<BR>9) Antes de Partir - Rob Reiner<BR>10) Um Beijo Roubado - Wong Kar-Wai</P>
<P><EM>Observações de Haddad</EM>: Meus oito piores filmes são: <EM>La Leon</EM>, <EM>Ensaio Sobre a Cegueira</EM>, <EM>Rede de Mentiras</EM>, <EM>Gomorra</EM>, <EM>A Última Amante</EM>, <EM>Nossa Vida não cabe num Opala</EM>, <EM>O Silêncio de Lorna</EM> e <EM>Orquestra dos Meninos</EM>.<BR><BR><STRONG>A lista de Vassil Oliveira</STRONG><BR>1) Vicky Cristina Barcelona - Woody Allen (genial!)<BR>2) Onde os fracos não têm vez - Ethan e Joel Coen (intenso, vívido)<BR>3) Rede de Mentiras - Ridley Scott (um filme arisco)<BR>4) As Crônicas de Nárnia: O Príncipe Caspian - Andrew Adamson <BR>e As Crônicas de Spiderwick - Mark Waters (bonitos, fabulosos de se ver)<BR>5) Desejo e Reparação - Joe Wright (bom filme para uma história maravilhosa)<BR>6) Conduta de Risco - Sidney Pollack&nbsp; (intrigante)<BR>7) Sangue Negro - Paul Thomas Anderson (interessante)<BR>8) Kung Fu Panda - Mark Osborne <BR>e Madagascar 2 - Eric Darnell e Tom McGrath (legal, legal!)<BR>9) Homem de Ferro - Jon Favreau e<BR>&nbsp;Hellboy 2: O Exército Dourado - Guillermo del Toro (vibrei. Pra mim, não dariam bons filmes. Mas...)<BR>10) Noites de Tormenta - George C. Wolfe (uma boa história de amor. Gostei)</P>
<P><EM>Observações de Vassil</EM>: Fui em busca da lista dos filmes de 2008 e fiquei triste. Tanta coisa que não vi... Por exemplo: <EM>Ensaio Sobre a Cegueira</EM> (fiquei esperando, esperando, li o livro, aí...) e <EM>Gomorra</EM> (estou lendo o livro primeiro). Vi muitos desenhos, e poderia citar todos, porque gosto muito. Por fim, a lista segue um critério: filmes que gostei de ver. Quer dizer: não sou crítico, apenas gosto de filmes. Aliás, gosto muito. Menção honrosa para <EM>Sexy And The City</EM>, <EM>007: Quantun Of Solace</EM> e <EM>Horton e o Mundo dos Quem</EM>. O novo <EM>Batman</EM>? Não vi...&nbsp;</P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=813]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2009-01-06 15:49:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Goiânia x Florianópolis pela Copa-2014]]></title>
<description><![CDATA[<P>Entre o natal e o réveillon, a Fifa&nbsp;cedeu e disse&nbsp;que o Brasil terá 12 - e não mais 10 - cidades-sede na Copa do Mundo de 2014. </P>
<P>Das 12, cinco já estão definidas: Brasília, Rio de Janeiro, São Paulo, Belo Horizonte e Porto Alegre. </P>
<P>Faltam sete cidades. Hoje, especula-se que dificilmente Fortaleza, Recife, Salvador e Curitiba ficarão fora. Portanto, sobram ainda três vagas. </P>
<P>Estão na disputa Manaus, Belém, Cuiabá, Goiânia, Campo Grande e Florianópolis. Sabe-se, pelas entrevistas do presidente da CBF, Ricardo Teixeira, que a Região Norte terá uma vaga - que será de Manaus ou Belém.<BR><BR>Sobrariam duas vagas para serem disputadas por Cuiabá, Goiânia, Campo Grande e Florianópolis.</P>
<P>Por questões políticas (leia-se: proximidade do governador do Estado com o presidente da CBF), Cuiabá está praticamente dentro. E Campo Grande está praticamente fora. </P>
<P>Haveria uma vaga&nbsp;a ser disputada entre Goiânia e Florianópolis. A ex-ministra do Turismo, Marta Suplicy, já manifestou sua preferência por Florianópolis. Goiânia, no entanto, tem mais tradição no futebol, tem um estádio maior e melhor e chegou a sediar dez jogos da Copa América de 1989, quando a Argentina de Maradona e Cannigia jogou cinco vezes no estádio Serra Dourada.</P>
<P>Muita coisa deve ocorrer, no entanto, até março deste ano, quando CBF e&nbsp;Fifa baterão o martelo sobre quem serão as 12 sedes. Podem ocorrer zebras, como Curitiba, Fortaleza&nbsp;e Cuiabá ficarem fora. Mas o cenário, hoje, aponta para duas disputas: uma entre Manaus x Belém e outra entre Goiânia x Florianópolis.</P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=812]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2009-01-05 08:27:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Um ‘não’ ao técnico-adrenalina]]></title>
<description><![CDATA[<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt">Paralela à discussão do técnico estrangeiro, é preciso se atentar à outra: a do perfil do técnico da seleção.</P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt">&nbsp;</P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt">Nesse perfil, há um tipo no esporte que é insuportável: o técnico-adrenalina. Os melhores exemplos desta espécie são Luiz Felipe Scolari (futebol) e Bernardinho (voleibol).</P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt">&nbsp;</P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt">Conseguem resultados? Não há dúvida. Mas exageram na teatralização do esporte. Exageram tanto que até atrapalham uma melhor obtenção de resultados. Sem contar que essa ênfase na palavra "vibração" acaba soando falsa, um tanto caricatural. </P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt">&nbsp;</P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt">As "caras-e-bocas" que Bernardinho e Scolari fazem quando seus times jogam tem um "quê" de populismo de quinta categoria. </P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt">&nbsp;</P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt">Populismo que, claro, rende admiração recorde por parte do povo brasileiro. O estilo-vibração dá audiência, dá popularidade e, principalmente, patrocínio. </P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt">&nbsp;</P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt">No volei, por exemplo, considero o técnico José Roberto Guimarães um profissional muito mais preparado e competente que Bernardinho. Conseguiu duas medalhas de ouro no voleibol (masculino em 1992 e feminino em 2008), algo que nenhum outro treinador no mundo alcançou. </P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt">&nbsp;</P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt">No entanto, José Roberto não é garoto-propaganda de nada. Já Bernardinho (ouro em 2004) estrela dezenas (quiçá centenas) de comerciais de produtos. </P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt">&nbsp;</P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt">Um parêntese: Os comerciais dos quais Bernardinho participa são de péssimo-gosto. Mas isso não vem ao caso agora.</P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt">&nbsp;</P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt">No futebol, Scolari e Carlos Alberto Parreira conseguiram, cada um, ganhar uma Copa do Mundo. Com a diferença que o time de 1994 era bastante inferior às estrelas de 2002. </P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt">&nbsp;</P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt">Ainda assim, Parreira é visto como ranzina e - tal qual José Roberto - não é ídolo no Brasil. Scolari, ao contrário, é. Graças ao estilo-vibração, claro.</P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt">&nbsp;</P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt">Há, ainda, uma herança maldita do estilo-vibração: as aberrações que são criadas a partir desse falso-conceito. A principal delas é o técnico Dunga. </P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt">&nbsp;</P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt">Em função do seu passado ser cheio de adrenalina - e de Scolari não ter aceitado o convite da seleção em 2006 - Dunga foi convocado a ser técnico pela primeira vez na vida. Era a solução genérica. </P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt">&nbsp;</P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt">Afinal, imaginava o presidente da CBF e boa parte dos brasileiros, o que faltou em 2006 foi "vibração" - e não técnica, tática, treinamento, entrosamento... </P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt">&nbsp;</P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt">Quem sabe agora, cansado de adrenalina, o próximo técnico da seleção seja alguém mais lúcido. Que Dunga desocupe logo o lugar.</P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=810]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2008-09-18 11:16:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Um estrangeiro no lugar de Dunga]]></title>
<description><![CDATA[<P>Com Dunga na corda bamba - logo cai, mais cedo ou mais tarde-, retomo, aqui, uma idéia que postei aqui logo após a Copa do Mundo de 2006: de que um técnico estrangeiro assuma o comando da seleção brasileira de futebol. </P>
<P>A cada dia, mais e mais seleções experimentam essa idéia. Com a escassez de bons nomes no Brasil (Felipão nunca toparia; Luxemburgo só arruma problemas - e por aí vai), a melhor opção é estrangeira. </P>
<P>De todas as escolas estrangeiras, a minha preferida é a holandesa. </P>
<P>Que tal Guus Hiddink? Dois meses atrás, fez a Rússia brilhar na Eurocopa. Ele também levou a fraca Austrália às oitavas-de-final da última Copa. Na Copa de 2002, classificou a Coréia do Sul para a semifinal. Seu principal título foi ser campeão mundial de clubes, em 1999. Se com jogadores ruins ele vai bem, o que não faria no comando de uma seleção de grande porte, como o Brasil?</P>
<P>O técnico do Barcelona, o ex-jogador holandês Frank Rijkaard, sabe fazer seus times jogarem bonito e com eficiência.</P>
<P>Mas é uma pena que Johann Cruyff esteja aposentado da função de técnico de futebol. Seria a melhor opção. </P>
<P>Outro nome bom seria o sérvio Bora Milutinovic, que já disputou cinco copas com equipes fracas e surpreendeu em todas elas.&nbsp; </P>
<P>No final da Copa de 2006, também levantei a idéia de um técnico argentino. Há pelo menos três deles que são melhores do que a nata dos brasileiros. Mas sempre será difícil o torcedor brasileiro aceitar. </P>
<P>Aliás, já seria difícil que o torcedor brasileiro aceitasse um técnico estrangeiro dirigindo sua seleção, seja qual for este técnico, não importa o país. </P>
<P>Assim, repito, como provavelmente nunca será a opção da CBF, enquanto estiver nas mãos de quem hoje está.</P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=809]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2008-09-18 00:14:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Goiânia e Curitiba fora da Copa 2014?]]></title>
<description><![CDATA[<P>Por Paulo Vinícius Coelho<BR><A href="http://blogs.espn.com.br/pvc">Do blog do PVC</A></P>
<P>É muito difícil que a Fifa dê o aval para o Brasil ter 12 cidades-sede. </P>
<P>É cada dia mais provável que sejam dez as cidades escolhidas. </P>
<P>E, nesse caso, a crise que já se criou ano passado entre o governador paranaense, Roberto Requião, e o presidente da CBF, Ricardo Teixeira, deve tirar Curitiba do Mundial.</P>
<P>A zebra, mas muito provável sede da Copa, é Cuiabá. </P>
<P>Se a relação da CBF com o governador paranaense é ruim, com o governador do Mato Grosso, Blairo Maggi, é bom. Maggi promete dar estrutura que a CBF quiser, construir estádio e levar a Copa para Cuiabá.</P>
<P>Essa estrutura não é garantia em Manaus, o que faz de Belém a favorita para ser escolhida como a sede da Amazônia.</P>
<P>O anúncio será feito em março. O presidente Lula desejava que isso acontecesse em novembro, mas a CBF preferiu adiar a decisão, para evitar comprometimento com as eleições municipais.</P>
<P>Hoje, as dez sedes mais prováveis, quase garantidas são:</P>
<P><EM>Belém<BR>Belo Horizonte<BR>Brasília<BR>Cuiabá<BR>Fortaleza<BR>Porto Alegre<BR>Recife<BR>Rio de Janeiro<BR>Salvador<BR>São Paulo</EM></P>
<P>As disputas<BR>Belém ainda disputa com Manaus.</P>
<P>Natal ainda tenta tirar Fortaleza.</P>
<P>Florianópolis tem chance remota se a Copa tiver doze sedes.</P>
<P>Visite o blog de PVC <A href="http://blogs.espn.com.br/pvc">clicando aqui</A>.</P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=811]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2008-09-17 11:52:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[O pior filme de Fernando Meirelles]]></title>
<description><![CDATA[<P><A href="http://www.ensaiosobreacegueirafilme.com.br/">Ensaio sobre a cegueira</A> é a prova de que muitos filmes do tipo cult (que rótulo chato, aliás) são&nbsp; ruins. </P>
<P>Mais do que ruins, são vazios. Abusam da fotografia distorcida, do branco estourado, do foco difuso, das vozes desconhecidas para esconder o quão pobre o filme é. </P>
<P>Os primeiros dez minutos ainda têm algo de interessante. Depois, o filme não escapa de maneirismos exagerados - e fora de lugar. A parte da obra de Saramago que deveria ser subdimensionada acaba por ser superexplorada -&nbsp;e vice-versa. </P>
<P>Em resumo, Fernando Meirelles conseguiu fazer um filme pior que o fraco <EM>Jardineiro Fiel</EM>. E não tem a substância - nem o domínio da técnica, nem&nbsp;o sabor&nbsp;de originalidade&nbsp;- que <EM>Cidade de Deus</EM>, também do mesmo diretor, tem de sobra. </P>
<P><STRONG>Ensaio sobre a cegueira<BR>(Brasil/Canadá/Japão, 2008)<BR>Diretor: Fernando Meirelles<BR>Em cartaz: nos shoppings Goiânia e Flamboyant<BR>Avaliação: ruim</STRONG></P>
<P>&nbsp;<EMBED src=http://www.youtube.com/v/12zOOaLBlnE&amp;hl=pt-br&amp;fs=1 width=425 height=344 type=application/x-shockwave-flash allowfullscreen="true"></EMBED></P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=807]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2008-09-17 05:41:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Lisandro Nogueira na blogosfera]]></title>
<description><![CDATA[<P>Professor de cinema da Universidade Federal de Goiás há 20 anos, <A href="http://lisandronogueira.blogspot.com/">Lisandro Nogueira</A> também aderiu à blogosfera. É um dos blogs que merecem ser visitados diariamente. Ontem, por exemplo, Nogueira postou uma nota sobre <EM>Amor em cinco tempos</EM>, em cartaz no Cine Cultura. </P>
<P>Veja o texto da nota:</P>
<P>"François Ozon é um cineasta peculiar: filma como os grandes mestres dos anos 60. Os enquadramentos são precisos, não há muitos cortes (usual no cinema visceral da atualidade) e a abordagem da temática é pertinente e delicada. Um casal resolve se separar. Em vez da história costumeira, linear, que começa no namoro até a separação, acompanhamos o inverso. O casamento desgastante, o tempo bom do namoro, as primeiras brigas, os desentendimentos, os momentos felizes e o “amor à primeira vista”. Ozon inova e mostra os relacionamentos a dois de outro modo. Com melancolia e transparência."</P>
<P>Além das notas sobre cinema, Nogueira também&nbsp;é adepto de notas a favor do Vila Nova - e contra o Goiás, é claro. </P>
<P>Mestre em Cinema e TV pela USP e doutor em cinema e jornalismo pela PUC-SP, Nogueira promete postagens diárias. </P>
<P>Para ir ao blog de Lisandro Nogueira <A href="http://lisandronogueira.blogspot.com/">clique aqui</A>.</P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=808]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2008-09-17 05:09:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Gramado consagra "Nome Próprio"]]></title>
<description><![CDATA[<P><STRONG>Filme de Murilo Salles&nbsp; ganhou três Kikitos, entre eles os de melhor filme e melhor atriz </STRONG>
<P><B><FONT size=-1>SILVANA ARANTES</FONT><BR>Da Folha de S. Paulo</B>
<P>O júri oficial do 36º Festival de Cinema de Gramado deu a "Nome Próprio", de Murilo Salles, o Kikito de melhor filme, na noite do último sábado. "A Festa da Menina Morta", de Matheus Nachtergaele, recebeu o Prêmio Especial do Júri e os troféus de melhor filme segundo a crítica e o público. Domingos Oliveira foi o melhor diretor, por "Juventude", "sobre o universo psicológico do homem de 70 anos", segundo o cineasta.</P>
<P>Todos os demais prêmios da competição entre seis longas nacionais foram atribuídos aos filmes de Salles, Nachtergaele e Oliveira. Os concorrentes "Netto e o Domador de Cavalos", de Tabajara Ruas, "Pachamama", de Eryk Rocha, e "Vingança", de Paulo Pons, saíram sem troféus.<BR>Quinto longa de Salles, "Nome Próprio" estreou no mês passado em dez cidades brasileiras. Foi visto por aproximadamente 25 mil pessoas.<BR><BR>Para o diretor, os anêmicos resultados de bilheteria do cinema nacional neste ano "não são culpa dos filmes, mas da política". Ele cita o valor dos ingressos, "a R$ 20", e o tamanho do parque exibidor brasileiro, de "2.000 salas" como exemplos de que "falar em economia do cinema no Brasil é cinismo".<BR><BR>Salles diz que inscreveu o filme à disputa em Gramado mesmo após seu lançamento em circuito comercial porque sentia-se "devedor de um prêmio" à atriz Leandra Leal. Ela vive a protagonista Camila, jovem blogueira que anseia escrever seu primeiro livro, enquanto atravessa crises amorosas.<BR>"Nome Próprio" foi submetido a festivais estrangeiros, que o recusaram. Salles vê na rejeição "racismo das curadorias internacionais", que enxergariam "a angústia como um problema dos brancos" e estariam interessados apenas em filmes brasileiros sobre a miséria econômica e social da população, predominantemente negra.<BR><BR>Gramado saldou a dívida do cineasta com Leandra Leal, dando a ela o Kikito de melhor atriz. "Amo ser atriz. Agradeço muito por ganhar um prêmio por fazer o que gosto", disse ela.<BR>O melhor ator foi Daniel Oliveira, pela interpretação do líder religioso Santinho de "A Festa da Menina Morta". Quando subiu ao palco para receber seu troféu, Oliveira disse: "Está faltando perna. Está faltando braço. Estou me sentindo aquele cara que ganhou os 50 metros rasos [o nadador brasileiro César Cielo, medalha de ouro em Pequim]".<BR><BR>O longa de Nachtergaele, que trata da superação da dor e da religiosidade como mecanismo de produção de sentidos para a vida e a morte, esteve na mostra Um Certo Olhar do Festival de Cannes, em maio passado. Em Gramado, o filme teve a primeira exibição pública no país.<BR>"Está sendo bem mais bonito do que jamais imaginei. Obrigado, Gramado", disse Nachtergaele, ao receber seu quarto e último troféu da noite -o Prêmio Especial do Júri.<BR><BR>Oliveira agradeceu o Kikito de melhor diretor citando a acolhida que "Juventude" teve da platéia -a mais calorosa do festival. "A emoção que tive no dia em que o filme passou aqui foi inédita", afirmou.<BR>Na disputa entre os cinco longas estrangeiros, o vencedor foi o mexicano "Cochochi", produzido pelo ator Gael García Bernal e dirigido por Israel Cardenas e Laura Guzman.<BR><BR>A crítica elegeu o colombiano "Perro Come Perro" (cão come cão), e o público, o argentino "Por sus Propios Ojos" (com seus próprios olhos).<BR><BR>No Festival de Gramado, o júri popular não é formado pela totalidade da platéia das sessões competitivas, mas sim por um colegiado de 14 leitores de jornal, selecionados em diversos Estados.</P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=806]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2008-08-19 09:47:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Sem julgamentos apressados]]></title>
<description><![CDATA[<P>Há quem diga que <A href="http://www.murilosalles.com/film/proprio00.htm">Nome Próprio</A>, filme de Murilo Salles em cartaz nos cinemas, tenha clichês demais. </P>
<P>Quem aborda a relação das pessoas com a internet muitas vezes é tentado a cair nesse erro. </P>
<P>Mas a história - e sua protagonista - tem complexidades demais para um clichê. Aliás, o filme desmonta vários. </P>
<P><A href="http://www.murilosalles.com/film/proprio00.htm">Nome Próprio</A> faz um recorte histórico na vida da escritora Clarah Averbuck. Quem a interpreta é Leandra Leal, cada vez melhor atriz. </P>
<P>Clarah é da primeira leva brasileira de escritores nascidos na internet. Foi "revelada" na época do saudoso Cardosonline, distribuído por e-mail nos anos 90. Depois, consolidou-se com dois blogs, um deles já falecido (<A href="http://brazileirapreta.blogspot.com/">leia o antigo aqui</A> e o <A href="http://adioslounge.blogspot.com/">novo aqui</A>) e três livros.</P>
<P>Voltando ao filme, não há compromisso literal com a realidade - e nem se faz propaganda disso. No filme, Clarah recebe o nome de Camila Lopes. E a própria autobiografia que Clarah escreveu - e na qual o filme foi baseado - foi taxada por ela mesmo de ficcional. </P>
<P>Temos um olhar narrativo predominante. Em geral, o filme consegue fazer com que o público mergulhe dentro dos pensamentos instáveis de uma futura escritora que faz de tudo para não encarar a vida lá fora. Em outros momentos, o público toma distância. As razões que fazem o público entrar-e-sair (aderir-e-rejeitar) são boas amostras da riqueza do filme.</P>
<P>Como brinde, é interessante observar o resgate de como era a internet em 2001. Parece que aquilo ocorreu há 50 anos.<BR>&nbsp;<BR>Murilo Salles conseguiu passar, graças também à interpretação de Leandra Leal, uma forma de ver o mundo bastante recorrente por aí, mas que ainda não havia sido tratada no cinema sem julgamentos apressados. </P>
<P><A href="http://www.murilosalles.com/film/proprio00.htm">Nome Próprio<BR></A>(Brasil, 2008)<BR><STRONG>Diretor:</STRONG> Murilo Salles<BR><STRONG>Em cartaz:</STRONG> no Lumière Bougainville<BR><STRONG>Avaliação:</STRONG> ótimo</P><EMBED style="WIDTH: 348px; HEIGHT: 292px" src=http://www.youtube.com/v/mdebqV0LxX0&amp;hl=en&amp;fs=1 width=348 height=292 type=application/x-shockwave-flash></EMBED>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=805]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2008-07-30 02:54:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Mudanças no blog]]></title>
<description><![CDATA[<P>A partir de amanhã, a política vai sumir deste blog. No seu lugar, entram cultura, esportes, política internacional e outros assuntos.</P>
<P>Antes de seguir, peço duas licenças ao leitor. </P>
<P>A primeira, para falar em primeira pessoa. A segunda, para me alongar mais do que deveria, só para que não pairem confusões. </P>
<P>A política goiana some do blog porque amanhã tomo posse em um cargo jornalístico na <A href="http://www.assembleia.go.gov.br/?p=pg_noticia&amp;id=10987">Assembléia Legislativa</A>, graças a um concurso realizado em 2006. </P>
<P>Falar dos políticos do Estado e ser funcionário de uma casa política (como é a Assembléia) é algo incompatível. Não critico quem faz. É algo bem particular - daí inclusive eu usar a primeira pessoa. </P>
<P>E antes que alguém interprete errado, nada tem a ver com caráter, com experiência, isenção, cabelos brancos, nada disso. Sejamos menos pretenciosos. É bem menos do que isso. </P>
<P>É que julgo as duas funções conflitantes. Água e óleo. Só isso. Por mais que eu diga que serei isento nos dois ambientes, sempre poderei dar uma escorregada. Quem não daria? E quem garante que não usarei as informações de um lugar no outro? O nome disso é tráfico de influência. E o deputado, quando vier falar comigo, vai me ver como repórter de um jornal ou funcionário da Assembléia? </P>
<P>Se recebo uma informação na Assembléia, devo publicá-la? Claro que não. Mas como diferenciar uma informação que recebo? Como saber se ela vem do fato de eu trabalhar na Assembléia ou do mérito de ser um jornalista razoável? Impossível. Na dúvida, melhor separar logo as duas coisas.</P>
<P>Daí que minha coluna na Tribuna do Planalto também deixa de ser publicada. A última foi no domingo passado, dia 27/07.</P>
<P>De resto, é isso. Chega de primeira pessoa.</P>
<P>Alguém viu o filme <A href="http://www.murilosalles.com/film/proprio00.htm">Nome Próprio</A>?</P>
<P>Falarei dele no próximo post.</P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=804]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2008-07-30 02:52:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Outro não-jornal a ser lançado]]></title>
<description><![CDATA[<P>Quem informa é o jornalista Fleurymar de Souza: a Jaime Câmera vai lançar um jornal diário em Anápolis, nos mesmos moldes do Daqui, que circula em Goiânia.</P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=803]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2008-07-28 00:50:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Grampos, algemas e elites]]></title>
<description><![CDATA[<P><STRONG>Colunista da Folha relembra frase infeliz de Iris Rezende e diz que ele era "um tipo de capitão-do-mato, testemunha involuntária da cegueira da Justiça numa época em que o tucanato todo-poderoso reservava&nbsp;o ministério da Justiça&nbsp;para acertos com a fisiologia e o atraso".</STRONG></P>
<P><EM>Por Fernando de Barros<BR>Hoje na pág. 2 da Folha de SP</EM></P>
<P>Alçado ao Ministério da Justiça por FHC em 1997, o então senador goiano Iris Rezende também dizia que "o crime, muitas vezes, é inevitável".</P>
<P>Rezende era um tipo de capitão-do-mato, testemunha involuntária da cegueira da Justiça numa época em que o tucanato todo-poderoso reservava aquela pasta para acertos com a fisiologia e o atraso.</P>
<P>SÃO PAULO - "Chegamos a um ponto em que temos de nos acostumar com o seguinte: falar no telefone com a presunção de que alguém está escutando". Tarso Genro tem companhia, além do colega José Múcio, que comparou seu celular a uma "rádio comunitária". </P>
<P>Alçado ao Ministério da Justiça por FHC em 1997, o então senador goiano Iris Rezende também dizia que "o crime, muitas vezes, é inevitável".</P>
<P>Rezende era um tipo de capitão-do-mato, testemunha involuntária da cegueira da Justiça numa época em que o tucanato todo-poderoso reservava aquela pasta para acertos com a fisiologia e o atraso.</P>
<P>Evoluímos. No lugar do capataz, temos um falastrão do direito a comandar a temida PF. Conceda-se ao ministro Genro, como atenuante, que fazia uma "boutade" quando disse à platéia que, sim, estamos todos virtualmente grampeados e a vida é assim mesmo, ora, ora.</P>
<P>Um consumidor (ou cidadão?) menos afeito a ironias poderá não gostar da piada e exigir indenização (do governo?, das telefônicas?).</P>
<P>Mas Genro devia falar muito sério quando disse que as elites dão ao país uma inestimável contribuição ao apontar "lacunas legais" e "abusos" da polícia, o que só fazem agora porque a PF chegou até seu quintal.</P>
<P>O ministro brinca de luta de classes enquanto o governo a que serve as acomoda. Lula trata suas elites a pão-de-ló. A faxina da PF parece, de resto, seletiva. Quem se lembra dos "aloprados"? No final, tanto som e tanta fúria talvez tornem o país mais espetacular do que justo.</P>
<P>Genro, porém, nos oferece um suflê requentado do marxismo de almanaque mastigado pela retórica do bacharel. Quer fazer da universalização das algemas uma metáfora dos novos tempos republicanos. </P>
<P>Talvez acredite pavimentar seu caminho para 2010. Mas convém combinar com o mundo real. Os corpos que vemos diariamente na TV sendo arrastados até os camburões mostram que algema, para bandido pobre, ainda é privilégio de poucos, só uma pulseirinha de luxo.</P>
<P>Leia a coluna de Fernando de Barros no sítio da Folha <A href="http://www1.folha.uol.com.br/fsp/opiniao/fz2707200803.htm">clicando aqui</A>.</P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=802]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2008-07-27 21:37:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Iris cresce até quando erra]]></title>
<description><![CDATA[Até os iristas reconhecem: nos primeiros dias de 
campanha eleitoral em Goiânia, o PMDB derrapou. Não lançou idéias novas, foi 
pautado pelos adversários e se limitou a responder às provocações do pepista 
Sandes Júnior. <br><br>Ainda assim, os números da nova rodada da pesquisa Grupom apontam um favoritismo 
sem precedentes de Iris Rezende, candidato à reeleição. Se a eleição fosse hoje, 
Iris teria 70,8% dos votos - ou 82,4% dos votos válidos. Nem em julho de 1998, 
quando Iris foi candidato a governador com amplo favoritismo, seus índices eram 
tão bons. Naquele mês e ano - exatos dez anos atrás - o peemedebista alcançava 
menos de 70% dos votos (sofria leve queda em relação ao mês anterior). 
<br><br>Há, claro, outra diferença significativa entre 1998 e 2008. Há dez anos, 
Iris acabou perdendo a eleição. Agora, dificilmente isso volta a ocorrer. Mas há 
cuidados que Iris deve tomar. O primeiro deles é virar o disco da campanha e 
deixar de ser pautado por Sandes. O peemedebista cresceu muito em julho também 
porque há menos candidatos do que havia em abril, data da última pesquisa 
Grupom. <br><br>A vitória de Iris é uma certeza de todos os aliados e 
adversários. Por isso mesmo, os aliados estão trabalhando pouco, enquanto os 
adversários criam bases para tentar derrubar - ou, pelo menos, arranhar - a 
popularidade de Iris. <br><br>Alguns erros de 1998, Iris volta a cometer agora. 
O primeiro e mais grave deles é não comparecer aos debates. Em 1998 fugiu de 
todos no primeiro turno e deu desculpas esfarrapadas, como agora.<br><br>No debate de 
terça-feira, 22, na Rádio 730, o que se viu foi a união de todos os adversários 
contra Iris. Durante algumas horas, Iris apanhou como nunca e não teve como se 
defender - porque abriu mão dessa oportunidade. A curto prazo, a ausência faz 
pouco efeito. Mas ao longo da campanha - que terá dezenas de debates - o efeito 
negativo vira uma bola de neve, muitas vezes incontrolável.&nbsp; <br><br>Se der uma 
olhada nos gráficos das pesquisas de 1998, Iris vai notar que sua queda só 
começou a ser acentuada na segunda quinzena de setembro. <br><br>Naquela eleição, Iris 
faltou a 18 debates no primeiro turno. No dia 15 de setembro de 1998, Iris já 
perdia para Marconi Perillo entre os eleitores com curso superior. Quinze dias 
depois, Marconi passaria Iris entre todos os eleitores. No segundo turno, Iris 
resolve ir aos debates. Já era tarde demais.<br>&nbsp;<br>Iris deveria se espelhar mais 
em 2004 e menos em 1998. <br><br>Afinal, em 2004, Iris também liderou as pesquisas do 
início ao fim da campanha - mas não faltou a um debate sequer. E mais: derrotou 
todos os adversários (especialmente Pedro Wilson, do PT) em todos os confrontos. 
Não cometeu uma gafe e pautou os oponentes - principalmente nos temas transporte 
coletivo e pavimentação asfáltica.<br>&nbsp;<br>Se em 2004 foi a todos os debates e foi 
eleito, por que se ausentar agora? Excesso de confiança?<br><br>Outro erro da 
campanha peemedebista que começa a ser visualizado são os candidatos a vereador. 
Hoje, nenhum deles pede votos para Iris. Exemplo semelhante ocorreu em 1998. O 
PMDB fez a maior bancada da Assembléia Legislativa naquele ano, mas não 
conseguiu eleger o governador. Esse é um erro fácil de ser corrigido.<br><br>Por 
último, Iris novamente faz campanha confiando nos amigos. <br><br>Há um ponto positivo: 
a confiança. Há um negativo: o amadorismo.<br><br>Quem novamente faz sua campanha 
eleitoral é o marqueteiro Hamilton Carneiro. Em 1998, Carneiro foi desastroso do 
início ao fim. Marconi batia em Iris o tempo todo, mas Iris só começou a 
responder quando a eleição já estava perdida. O desastre foi tão grande que, no 
segundo turno, Carneiro foi dispensado e a equipe de Duda Mendonça assumiu seu 
posto. <br><br>Em 2004, Iris é que deu o mote da campanha - e não sua equipe de 
marketing. Sua intuição se sobrepôs ao marketing de Carneiro, o que fez com que 
vencesse a eleição. Carneiro também errou há dois anos, na campanha de Maguito a 
governador, tanto que também foi substituído no segundo turno - quando a derrota 
já estava consolidada.<br>&nbsp;<br>Iris, no entanto, prefere assessores de confiança - em 
vez de apostar no profissionalismo. Pode dar certo, mas é sempre um risco.]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=801]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2008-07-27 09:53:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Na lista-suja, só Iris aparece]]></title>
<description><![CDATA[<P>Na polêmica "lista-suja", preparada pela Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB), que varreu a folha corrida de 350 candidatos a prefeito e vice-prefeito nas 26 capitas brasileiras, apenas um de Goiás tem a "ficha suja", segundo os critérios da AMB. </P>
<P>É o prefeito de Goiânia Iris Rezende (PMDB), candidato à reeleição este ano.</P>
<P>O processo contra Iris é de improbidade administrativa, relativo ao ano de 2006. Foi julgado improcedente em primeiro grau. Tem a ver com uma invasão tida como irregular de uma área pública no Jardim Liberdade, em Goiânia. Como o Ministério Público recorreu, a ação aguarda decisão do Tribunal de Justiça de Goiás. </P>
<P>Para a elaboração do levantamento da AMB, publicado hoje, os magistrados consideraram apenas processos de iniciativa do Ministério Público e ações de improbidade administrativa. </P>
<P>A AMB diz em sua página que "todos os dados disponibilizados foram rigorosamente checados para evitar que informações incorretas venham a prejudicar qualquer candidato". </P>
<P>No entanto, na mesma página em que essa informação é dita, lá aparece que Iris é filiado ao PP - e não ao PMDB.</P>
<P>Para ter acesso à lista completa, vá ao sítio da AMB. Basta&nbsp;<A href="http://www.amb.com.br/portal/?secao=listacandidatos">clicar aqui</A>.</P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=800]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2008-07-22 23:53:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Anápolis: imprevisível como sempre]]></title>
<description><![CDATA[<P>A sucessão de Anápolis só tem uma semelhança com as anteriores realizadas na cidade: é imprevisível. </P>
<P>Os números da pesquisa Grupom divulgados na Rádio 730 na Tribuna do Planalto, se lidos na entrelinhas, reforçam essa idéia. </P>
<P>Faltando menos de 75 dias para a eleição, há ainda quatro candidatos no páreo: Frei Valdair (PTB), Onaide Santillo (PMDB), Antonio Gomide (PT) e Ridoval Chiareloto (PSDB). <BR><BR>Valdair e Onaide estão no pelotão da frente, ambos com 30,3% e 27,4% das intenções de voto, respectivamente. Mais de 15 pontos porcentuais atrás estão Gomide (12,2%) e Ridoval (10,7%). </P>
<P>Todos os quatro, no entanto, têm ainda chances (nada remotas) de ir para o segundo turno (cada vez mais provável), a ser realizado dia 26 de outubro.<BR><BR>É preciso ver, candidato a candidato, singularidades que fazem um nome ter fôlego e, outro, nem tanto. </P>
<P>Valdair, por exemplo, conta com a boa imagem passada em 2004, quando quase foi ao segundo turno. Hoje, líder nas pesquisas, tem a situação aparentemente facilitada com a saída de Otoni (irmão de Gomide) da disputa. De fato, sua potencialidade de voto estimulado alcança 49%, quando se leva em consideração as quatro primeiras indicações do eleitor. </P>
<P>Valdair, no entanto, perde para Gomide quando se observa apenas os eleitores com curso superior - justamente aqueles que formam a maioria dos formadores de opinião. A rejeição ao nome de Valdair também não é grande, mas é maior do que a rejeição a Gomide, por exemplo. <BR><BR>Onaide, empatada tecnicamente com Valdair, merece ser vista com desconfiança. </P>
<P>Nas duas últimas eleições, largou bem (até mesmo liderando as pesquisas), mas perdeu&nbsp;o poder&nbsp;de fogo&nbsp;no final, não ficando nem em segundo lugar. </P>
<P>No levantamento da Grupom, sua potencialidade de voto estimulado também alcança 49%, quando são levadas em consideração as quatro primeiras indicações do eleitor. Mas índice semelhante também foi exibido em 2004 - e sua campanha não decolou. <BR><BR>A candidata peemedebista ainda carrega a rejeição de seu marido (Adhemar), ex-prefeito da cidade. De todos os nomes, Onaide é a mais rejeitada. 26,4% dos eleitores dizem que jamais votariam nela. Em dois meses, sua rejeição cresceu mais de 6 pontos porcentuais. Não é um número assustador - ao contrário, é até reversível -, mas vai depender da capacidade de Onaide de criar fatos novos e mudar seu próprio estilo. </P>
<P>Se continuar seguindo o rumo e as idéias usadas nas campanhas anteriores, o eleitor vai logo sentir o cheiro de naftalina em Onaide&nbsp;- e sua rejeição crescerá ainda mais. <BR><BR>Há um ponto a favor de Onaide que não deve ser desprezado. De todos os nomes, é o mais experiente. Cansado de aventuras, o eleitor pode achar que Valdair, Gomide e Ridoval não estão preparados. </P>
<P>Há, ainda, o efeito Iris - que pode ecoar em Anápolis e levantar o ânimo do PMDB. Bem colocado nas pesquisas em Goiânia, Iris pode fazer com que o PMDB volte a ser forte onde não era há tempos, como é o caso de Aparecida com a candidatura de Maguito Vilela. <BR><BR>Gomide, do PT, aparenta não ter fôlego para a campanha, mas alguns detalhes das pesquisas apontam para o contrário. </P>
<P>Na última pesquisa Grupom, seu irmão Rubens Otoni ainda aparecia como candidato, com 23,4% das intenções de voto. Hoje, Gomide herda pouco mais da metade dos votos do irmão (12,2%).</P>
<P>Não é um mau início. Gomide tem um aspecto importante a seu favor: entre os eleitores com curso superior, lidera com 23,3%. Na fase atual da campanha, é um índice que deve ajudá-lo. </P>
<P>Por último, tem a menor rejeição de todos os candidatos. Não dá para dizer que ele é favorito, mas é possível dizer que tem boas chances de estar no segundo turno. <BR><BR>Já Ridoval, do PSDB, é o nome que mais surpreende. Está em quarto lugar, mas tem mais votos do que Valdair e Gomide no centro da cidade, por exemplo. </P>
<P>O tucano também tem rejeição baixa - só a de Gomide consegue ser menor. Por último, Ridoval tem o apoio de Marconi Perillo, que promete fazer campanha para ele. Marconi teve votação recorde em Anápolis quando foi candidato a governador em 2002 e melhorou os números em 2006, quando foi eleito para o Senado. No mínimo, é um cabo eleitoral que todo candidato deseja. <BR><BR>Apesar dos números da estimulada apontarem hoje para um segundo turno entre Valdair e Onaide, é bom estar atento ao segundo pelotão, onde figuram Gomide e Ridoval. </P>
<P>Todos os quatro têm boas chances de ir ao segundo turno. Além de todos os pontos fortes e fracos de cada candidato, a facilidade com que o eleitor anapolino muda de voto - algo comprovado em 2000 e 2004 - só vem reforçar ainda mais essa tese. </P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=798]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2008-07-20 14:20:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Meirelles quase perdeu BC]]></title>
<description><![CDATA[<P><STRONG>Lula decidiu trocá-lo quando Meirelles o procurou para dizer que seria candidato a governador em 2010</STRONG></P>
<P>KENNEDY ALENCAR<BR>colunista da Folha Online </P>
<P>O presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, quase deixou o cargo na virada de abril para maio. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva decidiu trocá-lo quando Meirelles o procurou para dizer que pensava em deixar o banco em 2009 a fim de disputar o governo de Goiás no ano seguinte. O presidente disse que seria melhor antecipar a mudança. O presidente do BC ficou surpreso, mas não teve como voltar atrás. E começou a dizer a pessoas próximas que deixaria o cargo. </P>
<P>Mais uma vez, a sorte, ou o melhor, o azar do governo Lula salvou Meirelles. No primeiro mandato, apareceu uma crise todas as vezes em que Lula e os opositores da política monetária se julgavam fortes para atacar o BC. </P>
<P>Dessa vez, Meirelles foi salvo por um fator econômico: a disparada da inflação levou Lula a desistir da mudança. O presidente avaliou que a mudança poderia contaminar as expectativas de inflação para 2008 e que poderia indicar algum relaxamento na intenção de combater a alta dos preços até o final de seu mandato, em 2010. </P>
<P>Havia duas opções na cabeça de Lula: indicar o diretor de Normas do Banco Central, Alexandre Tombini, que tem se dado melhor com a Fazenda nas discussões econômicas, ou tentar convencer o relutante economista Luiz Gonzaga Belluzzo a assumir o posto. </P>
<P>Na hipótese Belluzzo, havia chance de o superávit primário ser elevado para, pelo menos, 4,5% do PIB (Produto Interno Bruto). Seria uma forma de evitar reação negativa do mercado a um economista visto como desenvolvimentista e descrito por ele próprio como "keynesiano". Belluzzo tem defendido um aperto fiscal até maior nas reuniões internas do governo, das quais participa na condição de conselheiro. Lula já o convidou a assumir postos na área econômica, mas ele recusou. </P>
<P>Na alternativa Tombini, o governo avalia que o mercado o receberia bem. A quase saída de Meirelles foi muito influenciada pela péssima relação dele com o ministro da Fazenda, Guido Mantega. Os dois sempre se estranharam, mas na virada de abril para maio, quando o Brasil recebeu o grau de investimento, os dois viveram seu pior momento. </P>
<P>Para Meirelles, Mantega quis faturar politicamente o grau de investimento (grosso modo, um selo internacional de que o Brasil é um cumpridor de seus compromissos externos). O presidente do BC ficou chateado. Chegou a dizer a Lula que Mantega lhe dava chá de cadeira de horas e que demorava dias a dar retorno a um telefonema. Meirelles falou que se sentia desrespeitado pelo colega da Fazenda. </P>
<P>Mantega bombardeava Meirelles. Principal argumento: o BC teria errado ao não reduzir os juros mais rapidamente quando podia e tinha de voltar a subir a taxa Selic no primeiro semestre devido à alta da inflação. </P>
<P>Lula preferiu manter Meirelles no posto, deixando claro que deseja que o Banco Central atue para que a inflação volte ao centro da meta oficial do governo, que é de 4,5% ao ano pelo IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo). Reservadamente, o Planalto já admite que a inflação deverá superar o teto da meta oficial, que é de 6,5% ao ano. No sistema de meta de inflação do Brasil, há um intervalo de dois pontos percentuais para cima ou para baixo em relação ao centro de 4,5% a fim de acomodar choques. </P>
<P>Na última semana, um auxiliar de Lula disse que Meirelles fica e mais forte. </P>
<P><A href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/colunas/brasiliaonline/ult2307u423927.shtml">Clique aqui</A> e leia a matéria na Folha</P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=799]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2008-07-20 13:08:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[E não é que Sandes está certo?]]></title>
<description><![CDATA[<p><strong>Candidato do PP em Goiânia&nbsp;acerta no diagnóstico e nas propostas para o trânsito. Problema é acreditar nele. O que o pepista&nbsp;diz hoje é exatamente o contrário do que defendeu em 2004</strong></p>
<p>Em uma semana de campanha eleitoral, uma surpresa: Sandes Júnior. O candidato do PP a prefeito de Goiânia largou bem e, durante a semana, conseguiu mais espaço na mídia do que seus adversários, especialmente o candidato à reeleição Iris Rezende (PMDB). </p>
<p>Sandes está pautando a eleição de 2008, exatamente o que Iris fez na largada da campanha de quatro anos atrás. A maior surpresa, no entanto, é o fato do discurso de Sandes ter lógica própria e estar atualizado com o resto do mundo, diferentemente do que ocorreu quatro anos atrás. </p>
<p>Nesta primeira semana, Sandes propôs medidas precisas para o trânsito da capital. Uma delas: a substituição da Superintendência Municipal de Trânsito (SMT) pela Companhia de Engenharia de Tráfego (CET), o que já ocorre no Brasil todo. </p>
<p>Claro que a mudança não tem sentido se for só nominal. A questão principal é fazer com o que o novo órgão seja estritamente técnico, que planeje rumos a longo prazo e que todos os cargos sejam ocupados por profissionais concursados, evitando interferência política.</p>
<p>A SMT e a CMTC, nos moldes de hoje, não passam de órgãos paliativos. A SMT nas mãos de Iris tem proposto mudanças que só priorizam o trânsito dos carros (em vez de pedestres), não pensa suas obras em conjunto com entidades do meio-ambiente e faz recapeamentos mal-feitos (que vão destruindo qualquer meio-fio). </p>
<p>Entre as medidas populistas que priorizam os carros, as principais são: </p>
<p>1) construções de marginais, viadutos e trincheiras: obras desse tipo tornam a cidade refém de obras semelhantes. Basta ver o caso de São Paulo, por exemplo. A cada novo viaduto, o trânsito fica mais veloz no início e lento no médio prazo. A marginal Botafogo, em Goiânia, é um exemplo. Foi uma obra feita exclusivamente para carros que, hoje, é lenta em vários horários de pico; </p>
<p>2) implantação da onda verde: desde que Iris assumiu a prefeitura, o trânsito em avenidas como Castelo Branco e Assis Chateaubriand tem ficado mais rápido - e provocado, por conseqüência, acidentes mais graves. O motivo é a onda verde. Se um carro correr acima de 80 km/h, ele consegue pegar quase todos os sinais abertos. O pedestre não foi levado em consideração. Mas é uma medida populista, que agrada em cheio a classe média goianiense, apaixonada por automóveis.</p>
<p>Já a CMTC não enfrenta, de verdade, as empresas de transporte coletivo. Funciona muito mais como uma babá delas. Como a amizade de Iris com empresários do setor é forte, os interesses dos empresários muitas vezes se sobrepõem aos do cidadão. </p>
<p>A melhoria no transporte coletivo é uma promessa que Iris não conseguiu cumprir. Se os cargos da CMTC também fossem ocupados por técnicos, certamente a situação seria bem melhor. </p>
<p>Há, ainda, outro elogio que deve ser feito a Sandes: a recusa ao discurso fácil da "indústria da multa" que ele mesmo adotou em 2004. </p>
<p>Afinal, se há uma indústria no trânsito de Goiânia, essa indústria é da impunidade. Estudos da UCG estimam que menos de 1% de todas as infrações ocorridas no trânsito de Goiânia recebem multas. </p>
<p>Exagero? Basta o leitor por uma cadeira na calçada e observar o trânsito da avenida 85 por 10 minutos. Anote quantas infrações você vê nesse período. Certamente, dezenas. Conte, agora, quantas receberam multas. Provavelmente, nenhuma. Logo se vê que, se há indústria, não é de multas. </p>
<p><strong>E o metrô?</strong><br>Das propostas de Sandes, certamente a mais polêmica é a que envolve a construção de um metrô. É uma obra bastante cara - e que deve ser planejada a longo prazo. O que Sandes propõe inicialmente é que o metrô seja feito onde passam os ônibus do eixo Anhangüera. É a decisão mais sábia. Foi o que Henrique Santillo planejou para Goiânia 21 anos atrás, quando foi governador do Estado. Um metrô de superfície inicialmente no eixo Anhangüera teria custo mais baixo e impacto ambiental próximo de zero. </p>
<p>O que mais atrapalha Sandes, no entanto, é seu passado. Falta credibilidade. O que Sandes defende agora é exatamente o contrário do que ele propôs quatro anos atrás. Em 2004, Sandes falava em fazer "dezenas" de viadutos, elevados e trincheiras. Dizia, ainda, que Goiânia não deveria se preocupar com pedestres - porque eles eram raros. </p>
<p>E mais: era contra a construção do metrô e vivia propagando a lorota de que existe uma "indústria da multa" na capital. </p>
<p>Sandes dificilmente derrota Iris. Conquistar o voto da classe média é a sua maior dificuldade. Seu passado, como aqui já foi dito, é que o atrapalha. </p>
<p>Mas o candidato do PP terá saído vitorioso - e Goiânia, principalmente - se algumas das suas idéias forem adotadas pelos adversários, especialmente Iris Rezende, o virtual vencedor. Se as idéias de Sandes para o trânsito seguirem firmes - e ele continuar pautando a campanha eleitoral - o rumo do trânsito e do transporte público da cidade pode, enfim, começar a mudar.</p>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=797]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2008-07-12 04:41:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Tucanos e pepistas se distanciam]]></title>
<description><![CDATA[<P><EM>Por Fabiana Pulcineli<BR>Hoje em O Popular</EM></P>
<P>A análise das candidaturas nos 15 maiores municípios do Estado mostra o distanciamento entre os dois principais partidos da base aliada ao governo estadual. PP e PSDB estão unidos em sete municípios e separados na mesma quantia.</P>
<P>Em Anápolis, o PP ensaiou apoiar Ridoval Chiareloto (PSDB), mas acabou ficando neutro na disputa majoritária, em respeito a Frei Valdair (PTB) e Rubens Otoni (PT).</P>
<P>Em pelo menos dois municípios em que tucanos e pepistas marcham juntos, houve grande resistência na união. Em Goiânia, o PSDB relutou em apoiar o deputado federal Sandes Júnior (PP) e, mesmo participando da chapa, não mostra entusiasmo para a campanha.</P>
<P>Já em Luziânia, a resistência é do PP em se empenhar pela reeleição do prefeito Célio Silveira (PSDB). Os pepistas chegaram a fechar aliança com o PMDB, que lançaria Edmar Braz, mas a candidatura não decolou. "A legenda está oficialmente com Célio, mas as lideranças não vão trabalhar pela vitória dele”, diz o secretário-geral do PP, Sérgio Lucas.</P>
<P>Os atritos entre PSDB e PP são fortes também em Rio Verde. Os tucanos estão na chapa do peemedebista Wagner Guimarães contra o pepista Leonardo Veloso, candidato do prefeito Paulo Roberto Cunha (PP).</P>
<P>Os dois partidos estarão em lados opostos também em Aparecida de Goiânia, Jataí, Caldas Novas, Trindade e Senador Canedo. Em Formosa, o PSDB regional decretou intervenção no partido local para impor apoio do prefeito Clarival Miranda ao candidato do PP, Pedro Ivo. Clarival, porém, conseguiu na justiça manter sua candidatura.</P>
<P>Leia mais <A href="http://www.opopular.com.br/anteriores/06jul2008/politica/8.htm">clicando aqui</A>.</P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=796]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2008-07-06 03:19:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[PP x PSDB é o tom de 2008]]></title>
<description><![CDATA[<P>Terminada a pré-campanha, algumas constatações das eleições nas principais cidades do Estado. A principal: <STRONG>1)</STRONG> Alcides e Marconi querem o fim um do outro nem que, para tanto, o PMDB tenha de vencer. O PP é adversário do PSDB em muitos municípios (caso de Rio Verde, Luziânia, Caldas Novas e Aparecida, por exemplo). O PSDB lança candidato próprio em mais de 140 cidades, tentando preparar o terreno para 2010. </P>
<P>Outras: <STRONG>2)</STRONG> a redução de candidaturas se compararmos 2008 com 2004. Os partidos se aglutinaram mais; <STRONG>3)</STRONG> A base aliada está unida em Goiânia porque tem certeza que vai perder e está fragmentada nas cidades em que acha que pode ganhar; <STRONG>4)</STRONG> Em geral, o PMDB começa a campanha de 2008 bem melhor do que começou em 2004. É superfavorito em Goiânia, Aparecida e Rio Verde. Mas cometeu dois erros no funil pré-eleitoral: perder o PT (já entregue) Anápolis, Luziânia, Rio Verde e Aparecida e deixá-lo insatisfeito em Catalão; <STRONG>5)</STRONG> PTB e PR se comportaram como sempre: negociaram, cidade a cidade, os apoios. </P>
<P>Uma a uma, como ficou o panorama nas principais eleições deste ano: </P>
<P><STRONG>Goiânia</STRONG><BR>O PMDB deu um baile nos adversários. Já está em campanha há meses. A coordenação da campanha de Iris Rezende já tem a cidade mapeada há tempos. PT e PR integram a aliança. Sandes Júnior reuniu PP, PSDB, DEM, PTB e PSB juntos - o que só foi possível porque todo mundo tem certeza que Iris já ganhou. Apesar disso, a eleição goianiense nunca é morna. O único candidato da esquerda na eleição (Martiniano Cavalcante, do Psol) deve crescer, mas é improvável que alguém atrapalhe a reeleição de Iris. Dependendo do rumo da campanha, Gilvane Felipe (PPS-PV) e Martiniano podem terminar a eleição na frente do pepista. Sandes que, em 2004, disse que não ia fazer campanha em julho porque o eleitor queria férias, vai repetir a "estratégia". Vontade de perder tem ou não tem limite?</P>
<P><STRONG>Aparecida de Goiânia</STRONG><BR>Assim como&nbsp;em Goiânia,&nbsp;o PMDB é amplo favorito. Maguito só perde se errar muito. O PP vai apoiá-lo, rachando a base. Alcides contraria o partido (pelo menos nas aparências) e apóia Marlúcio Pereira, da coligação que tem PR, PSDB, PTB e PT. PT? Sim, Maguito vacilou e perdeu o apoio dos petistas. A eleição será, certamente, a mais "suja" do Estado, a julgar pelas ameaças proferidas por Marlúcio em tão pouco tempo. Não é novidade: em 2004 foi assim. Já Maguito continua em repouso. Também não é novidade. Foi assim nas duas últimas eleições para governador. </P>
<P><STRONG>Anápolis<BR></STRONG>Aqui, PMDB e PT se atrapalharam. O combinado era que o PMDB indicasse o vice do PT. Com a desistência da candidatura de Rubens Otoni, o PMDB abandonou o PT e resolveu lançar Onaide Santillo pela enésima vez. O PT erra em não lançar Otoni (e, sim, seu irmão Gomide). O PMDB erra em lançar Onaide, que sempre larga bem e termina mal. Bom para Marconi, que tem dois candidatos: o favorito Frei Valdair (PTB) e o ressuscitado Ridoval Chiarelotto (PSDB). Também em Anápolis, Marconi fez as pazes com Ernani de Paula. </P>
<P><STRONG>Catalão</STRONG><BR>Com o favoritismo de Jardel Sebba (PSDB), imaginava-se que o PMDB fosse mais humilde. Mas, ao contrário, o prefeito Adib mandou o PMDB ir de chapa pura, desprezando o PT (forte em Catalão) que se ofereceu para ser vice. O PT, no entanto, segue na aliança. O candidato do PMDB será Velomar Rios. Já Jardel terá ao seu lado o PP e o DEM (que na última eleição apoiou Adib). Dos grandes municípios, é um dos poucos que PP e PSDB estão do mesmo lado. </P>
<P><STRONG>Rio Verde</STRONG><BR>Nessa cidade, a&nbsp;base rachou de vez. O PMDB deu um grande golpe nos adversários. Conseguiu ter o PSDB - de Padre Ferreira - na vice. O peemedebista Wagner Guimarães - que perdeu a última eleição por menos de 400 votos - é amplo favorito. O PP de Alcides e do atual prefeito Paulo Roberto Cunha está isolado. Leonardo Veloso (PP) pode até ganhar a eleição, mas começou perdendo na pré-campanha. Nem o apoio do PT terá.</P>
<P><STRONG>Luziânia</STRONG><BR>O PSDB parecia fadado ao fracasso. PMDB, PT e PP lançariam uma chapa forte. No entanto, o prefeito Célio Silveira (PSDB) conseguiu trazer o PMDB de volta para a chapa. Sem alternativa, o PP abandonou o projeto anti-tucano e aderiu a Célio Silveira. </P>
<P><STRONG>Itumbiara</STRONG><BR>O atual prefeito - e candidato à reeleição - José Gomes da Rocha (PP) terá 18 partidos em sua coligação e apenas um adversário, o sindicalista João Maria (PSOL). A eleição de José Gomes parece certa, mas não será morna, até porque o candidato do Psol terá muito tempo de televisão. Basta observar que, em 2004, o mesmo aconteceu em Luziânia em torno de Célio Silveira. No fim, o candidato do PT que concorreu contra Célio teve mais de 30% dos votos. </P>
<P><STRONG>Jataí </STRONG><BR>O prefeito de Jataí, Fernando Peres (PR), é candidato à reeleição com o apoio de 13 partidos. Mas o PMDB lançou o ex-prefeito Humberto Machado, com chapa puro sangue. A disputa - entre Peres e Machado - tende a ser uma das mais equilibradas, embora hoje Machado tenha vantagem nas pesquisas. O PSDB corre por fora com Vítor Priori e o PT lançou a ex-vereadora Maria Eusébia.</P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=795]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2008-07-05 03:23:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Na reta final, Alcides fecha apoio de PSDB e PTB a Sandes]]></title>
<description><![CDATA[<P><STRONG>Com acerto de ontem, pepista chega à convenção com quase toda a base aliada ao seu lado</STRONG></P>
<P><EM>Bruno Rocha Lima<BR>Hoje em O Popular</EM></P>
<P>O governador Alcides Rodrigues (PP) conseguiu dobrar o PSDB e o PTB e acertou ontem, durante almoço com lideranças tucanas e petebistas no Palácio das Esmeraldas, o apoio dos dois partidos à candidatura do deputado federal Sandes Júnior (PP) a prefeito de Goiânia. Com isso, Sandes vai à convenção de seu partido hoje, onde será oficializada sua candidatura, com o apoio de praticamente toda a base aliada.</P>
<P>Participaram da reunião com o governador a deputada federal Raquel Teixeira e o ex-prefeito Nion Albernaz (ambos do PSDB), o deputado federal Jovair Arantes (PTB), o então pré-candidato a prefeito pelo PTB, Talles Barreto, e o secretário extraordinário Roberto Balestra.</P>
<P>O acerto foi fechado sem que os tucanos conseguissem a contrapartida do apoio pepista aos candidatos do PSDB em Anápolis (Ridoval Chiareloto) e Luziânia (Célio Silveira). A costura das alianças casadas nos municípios, que incluia o apoio do PSDB à candidatura de Leonardo Veloso (PP) em Rio Verde, era uma das exigências dos tucanos. </P>
<P>Porém, a decisão do PSDB de apoiar o candidato do PMDB em Rio Verde, deputado Wagner Guimarães, contra o PP, e a desarticulação da aliança do PMDB com os pepistas em Luziânia (leia mais abaixo), foram interpretadas como uma reação tucana à relutância do Palácio das Esmeraldas em amarrar o apoio nos municípios.</P>
<P>Nos bastidores, lideranças tucanas criticam a decisão e falam em "apoio de braços cruzados” a Sandes. O deputado estadual Daniel Goulart afirmou ontem que vai solicitar ao partido autorização para apoiar Gilvane Felipe (PPS). “Vou conversar com meu partido e com o governador antes, mas, dependendo dos desdobramentos, vou caminhar com Gilvane”, disse.<BR><BR>Leia mais <A href="http://www.opopular.com.br/anteriores/29jun2008/politica/11.htm">clicando aqui</A>.</P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=794]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2008-06-29 01:22:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Por que Iris é tão favorito?]]></title>
<description><![CDATA[<P>Assim que Iris Rezende (PMDB) se elegeu em 2004, imaginava-se que, sendo candidato à reeleição em 2008, sua vida seria menos fácil. Afinal, o PMDB - e mais especificamente, Iris – sempre simbolizou o que o PP (desde sempre) e o PSDB (desde sua criação, em 1988) sempre rejeitaram.</P>
<P>Marconi Perillo (PSDB) só uniu os partidos de oposição em 1998 porque Iris era 'o' adversário a ser batido. Se o candidato do PMDB a governador há dez anos fosse outro, a união entre PSDB, PP, PTB e PFL (hoje, DEM) certamente não teria sido tão fácil. </P>
<P>Depois de 1998, o PMDB continuou sendo o contraponto de todos esses partidos. Nas duas eleições para governador seguintes, só o PMDB teve chances de derrotar os aliados. Nas cidades do interior, quase sempre o PMDB é também o adversário – para não dizer 'inimigo'. É então surpreendente que, agora em 2008, Iris tenha vida facilitada por quem sempre o combateu. </P>
<P>Se a oposição é, no mínimo, omissa, é preciso dizer que Iris é candidato favorito à reeleição também por méritos próprios. </P>
<P>Faz um governo populista no melhor e no pior sentido da palavra. Ataca carências antigas (asfalto) e agrada a classe média (colocando os carros como prioridade no trânsito – e não os pedestres, como faz o resto do mundo). </P>
<P>Não cria conflitos com ninguém e é centralizador como sempre, o oposto de Pedro Wilson (PT), o antecessor que o povo rejeitou nas urnas.</P>
<P>Mas a oposição ao PMDB tem grande parcela de responsabilidade. Imaginar que Iris tentaria fazer tudo isso não era tarefa das mais difíceis. </P>
<P>Depois das duas derrotas (1998 e 2002), era mais do que esperado ver Iris tentando recuperar a popularidade. Sem oposição na Câmera de Vereadores, sua vida se tornou mais fácil. Com Marconi (na primeira metade do mandato) e Alcides (na segunda metade) não criando dificuldades no Palácio das Esmeraldas, o caminho ficou mais livre.</P>
<P>Politicamente, tudo passou a conspirar a seu favor. A começar pelo PT que, inesperadamente, topou não lançar candidato próprio (como sempre fez) em troca de indicar seu vice. Além de um adversário a menos, Iris ganhou parte da militância petista em sua campanha e um generoso tempo extra no programa eleitoral gratuito do rádio e da televisão. </P>
<P>Ainda no campo político, as picuinhas trocadas pelos grupos políticos de Alcides Rodrigues e Marconi Perillo ajudaram a fortalecer o projeto irista. Como PP e PSDB estiveram mais preocupados em puxar o tapete um do outro, o PMDB se preservou – estrategicamente, sempre defendendo o PP de Alcides. </P>
<P>Ademais, todos os partidos da base aliada (PP, PSDB, PR, PTB e DEM) iniciaram o mês de junho (faltando quatro meses para a eleição) sem nenhuma idéia sobre qual candidato lançar à prefeitura. Mais do que isso: sem idéia nem mesmo se seriam lançados um, dois, três ou até quatro candidatos distintos. </P>
<P>Só há poucos dias houve uma definição pela candidatura de Sandes Júnior (PP) e, até o fechamento desta coluna, ninguém sabia se outros candidatos também seriam lançados. </P>
<P>Mais do que disputa interna, faltou planejamento aos aliados. Nem Alcides, nem Marconi – em tese, os líderes desse grupo de partidos – planejaram-se minimamente para a campanha. </P>
<P>Não houve estratégia prévia, não houve montagem de calendário, não há plano de governo, não há um rumo, não houve nada que fizesse o favoritismo de Iris ser, pelo menos, atenuado. Nem mesmo factóides foram lançados – especialidade de muitos dos integrantes desse arco de partidos.</P>
<P>Portanto, Iris chega ao início da campanha eleitoral com tudo conspirando a seu favor. Sendo confirmada sua reeleição em outubro, ele já estará com outro projeto bem adiantado – o de 2010. </P>
<P>Enquanto seus adversários começam a se preocupar com 2008, o peemedebista já se organiza para a eleição seguinte.</P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=793]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2008-06-28 06:50:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Quem é que obriga?]]></title>
<description><![CDATA[<P>O prefeito de Goiânia, Iris Rezende (PMDB), disse hoje em entrevista à Rádio 730 que é centralizador por "obrigação". </P>
<P>Veja a frase inteira:<BR>"A vida inteira no Executivo eu - fui governador duas vezes e agora prefeito - recebo&nbsp;a pecha de centralizador. Eu sou, mas não gosto de receber esse rótulo. Sou, mas sou por obrigação."</P>
<P>Quem o obriga? O cargo? </P>
<P>Será que Iris já ouviu falar em democracia?</P>
<P>Ouça toda a entrevista de Iris <A href="http://www.radio730.com.br/?ver=vernoticia&amp;id=3567">clicando aqui</A>.</P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=792]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2008-06-27 00:06:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Legendas disputam ''passe'' de Meirelles]]></title>
<description><![CDATA[<P><STRONG>Presidente do BC é considerado forte candidato em Goiás</STRONG></P>
<P><STRONG>Chapa de 2010, com Meirelles tentando ser governador, teria Iris Araújo e Lúcia Vânia candidatas ao Senado</STRONG></P>
<P><STRONG>Vice de Meirelles seria Rubens Otoni, do PT</STRONG></P>
<P><EM>Fernando Nakagawa<BR>No Estadão de hoje</EM></P>
<P>Embalada pelos últimos acertos para a eleição municipal, teve início também a corrida para tentar atrair aquele que desponta como um dos mais fortes candidatos ao governo goiano nas eleições de 2010: Henrique Meirelles. Entre os partidos, o PP é o que mantém contatos mais freqüentes com o atual presidente do Banco Central (BC). Já há até um esboço para uma eventual chapa: Meirelles (pelo PP) como candidato e um petista como vice, provavelmente o deputado Rubens Otoni.</P>
<P>Alheias à subida da inflação - que tira o sono de Meirelles -, as principais lideranças goianas começaram a se movimentar de olho na popularidade do presidente do BC em Goiás e no investimento que o ex-presidente mundial do BankBoston estaria disposto a fazer na campanha para o Palácio das Esmeraldas. O PP, aliado do governo federal e partido do atual governador, Alcides Rodrigues, foi o que mais se aproximou dele, tendo até promovido encontros em Goiânia.</P>
<P>Essa aproximação é observada pelo PT e PMDB, que se uniram em coligação inédita para a reeleição de Iris Rezende à Prefeitura de Goiânia. A avaliação dos três partidos é que Meirelles se filie ao PP até 2009.</P>
<P>Da eventual chapa de 2010 também participariam a deputada federal e mulher do prefeito de Goiânia, Íris Araújo, e a senadora Lúcia Vânia, que seriam candidatas ao Senado. Íris é do PMDB e Lúcia, hoje do PSDB, está disposta a migrar para o PP.</P>
<P>Nas palavras de um deputado que colabora nas articulações, seria uma chapa "imbatível". Isso foi reforçado no início do mês, quando pesquisa do Instituto GPP mostrou que Meirelles tem imagem positiva para 53,9% dos goianos.</P>
<P>O apoio do PT a ele era completamente impensável há alguns anos, quando o BC sofria ataques freqüentes da base aliada do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Mas o quadro mudou nos últimos meses. O ápice da boa relação aconteceu no fim de maio, quando Meirelles recebeu a bancada petista no Congresso pela primeira vez em mais de cinco anos.</P>
<P>Apesar do estágio das conversas com o PP, outros aliados de Lula não jogaram a toalha. Entre os que querem ser uma opção estão PR, PRB e PTB. Além de almejarem o apoio do candidato do presidente, consideram que Meirelles é um dos maiores puxadores de votos de Goiás.</P>
<P>Nessa corrida, aliados e oposicionistas concordam que o azarão é o PSDB. Pouquíssimos apostam no retorno do presidente do BC ao partido escolhido por ele em 2002 para obter uma vaga na Câmara dos Deputados. </P>
<P>Leia a matéria <A href="http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20080625/not_imp195421,0.php">clicando aqui</A>.</P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=791]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2008-06-24 21:40:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Política Goiana]]></title>
<description><![CDATA[<P><STRONG>Desde a eleição de Marconi Perillo para o governo de Goiás, a política de Goiás está andando em círculos, como um animal ferido de morte à procura de alívio para seu inevitável fim</STRONG></P>
<P><STRONG>O PMDB é o sonho possível da sobrevivência do PT, que assiste a uma decadência gritante no cenário político regional</STRONG></P>
<P><STRONG>O caso de Goiás é&nbsp;ilustrativo: enquanto os partidos se engalfinham para garantir seus espaços, a sociedade dá mostras de cansaço</STRONG></P>
<P><EM>Por Joãomar Carvalho de Brito Neto<BR>Hoje no DM</EM></P>
<P>Desde a eleição de Marconi Perillo para o governo de Goiás, a política de Goiás está andando em círculos, como um animal ferido de morte à procura de alívio para seu inevitável fim. Claro, a política não morre, mas muda a forma de representar a sociedade. Em Goiás, não parece evidente movimento algum no sentido de fazer esta representação mais legítima, na forma de contemplar alguns sinais de organização de vários setores sociais do Estado.</P>
<P>Se olharmos o quadro das negociações com vistas às alianças para as próximas eleições, vamos constatar dois mundos, cada vez mais distantes um do outro, o da sociedade que realimenta sua dinâmica com maiores índices de organização de base, e o da política, que insiste em revitalizar sua velha e carcomida dinâmica de representar-se a si mesmo. Antes das experiências administrativas de partidos como PT, PSB, PDT, PSDB etc., imaginava-se que nada avançava por conta da natureza conservadora dos outros partidos. Não era verdade: uma vez no poder, as lideranças destes partidos foram buscar nos setores conversadores a base para sua sustentação. A sociedade ficou órfã e seus cidadãos perderam a utopia.</P>
<P>A eleição de Marconi Perillo se deu à frente de uma aliança que tinha tudo, menos coerência política. De fato, era difícil imaginar uma boa convivência política com partidos tão díspares, quando o PSDB, o PFL (DEM), o PC do B, o PP, o PTB etc., para citar apenas algumas siglas. Depois de dois mandatos, esta coligação, já sem muito gás, elege o grande nome do PP, o então vice-governador Alcides Rodrigues. Como a gestão anterior ficou com a cara de Marconi Perillo, o retrato do PSDB de Goiás, a nova gestão tem naturalmente a cara do PP de Alcides Rodrigues.</P>
<P>A base de apoio do presidente Lula, à exceção do DEM (ex-PFL), é constituída pelos mesmos partidos que sustentaram a administração FHC, tendo o PMDB como ideal parceiro. Na realidade, ele só cuidou de sua sobrevivência, por conta de uma extraordinária base em todo o País. Este quadro torna-se refém toda administração em crise, como a de Goiás, por exemplo. O governador dá sinais a cada dia que não sai mais do raio de influência de Brasília. Mais do que isto: deseja esta dependência.</P>
<P>Quem perde com isto? Claro, o grande aliado de ontem, o PSDB. Melhor dizendo, o senador Marconi Perillo. Para este, não sobra nem o consolo de manter aliança com parte do DEM, de Ronaldo Caiado e Demóstenes Torres. A parte favorável a esta aliança, encarnada por Vilmar Rocha, não tem mais representação em Brasília e pouca influência tem no partido em Goiás.</P>
<P>O que vemos então pelas páginas dos jornais? O governador Alcides Rodrigues construindo uma “nova” base de sustentação com partidos que são, quase sem exceção, filhotes da velha Arena, partido que sustentou a ditadura militar, ou partidos que se aliaram à ditadura, como o PTB. É neste conjunto desencontrado de partidos que se situa a oposição ao prefeito Iris Rezende, do PMDB, que já conseguiu fazer do PT, o partido do presidente da República, um fiel escudeiro de sua sonhada reeleição. E vai juntando algumas peças a mais no tabuleiro partidário de Goiás, para construir uma grande aliança que não conseguiu quando de sua eleição. O PMDB é o sonho possível da sobrevivência do PT, que assiste uma decadência gritante no cenário político regional.</P>
<P>O filhote do PMDB grande e descaracterizado é o PSDB. Foi por esta razão que os fundadores do partido fundaram a nova legenda para, supostamente, recuperar algumas bandeiras do velho MDB e ajustar-se às novas realidades políticas do mundo, pensando principalmente na experiência dos partidos socialistas ou social-democratas da Europa. Em Goiás, no entanto, o partido apenas abrigou quem estava descontente com as administrações do PMDB. Embora, em algum momento, se pensasse que seus quadros pudessem dar continuidade aos debates e aos encaminhamentos sugeridos pela Fundação Pedroso Horta, o PSDB no poder nem mesmo conseguiu repetir a trajetória que se viu, por exemplo, durante a administração Henrique Santillo.</P>
<P>Por isso, enquanto esteve no poder, repetiu a trajetória dos demais partidos, seja a Arena, o PFL e mesmo o PMDB: cresceu, ganhou adeptos de última hora, tornou-se referência. Na oposição, esfacelou-se, perdeu espaços e viu seus quadros migrarem para pequenos partidos de ocasião, que se aliam com quem quer que esteja no poder. Uma velha estratégia de sobrevivência. Um modelo que não foi quebrado.</P>
<P>O PSDB, como os demais partidos, vive uma crise: não criou quadros, esnobou possibilidades e apostou apenas na figura do seu governador, agora no Senado. Hoje, fora do poder e vendo seus espaços diminuírem a cada reforma da atual administração, só tem seu ex-governador como referência, num quadro de dificuldades crescentes, em que a outra senadora do partido, Lúcia Vânia, não vê a hora de sair do partido, embora prestigiada pela direção nacional do partido. Se o partido não se refundar, ele se tornará o DEM de hoje, com uma única liderança, buscando sobrevivência com alianças pontuais.</P>
<P>Estamos assistindo a uma cena reveladora: para enfrentar o prefeito Iris Rezende, que conseguiu ficar praticamente sem oposição até o momento, o governador Alcides Rodrigues está bancando um candidato que, pelo histórico recente, não tem a menor possibilidade de sucesso por duas razões, pelo menos. A primeira, ele não consegue unir a chamada base que elegeu o governador: o DEM não se sente contemplado no governo, e ao PSDB só interessa perder de menos. Sinal deste quadro é a revolta dos vereadores de Goiânia, que vêem seu sonho de reeleição comprometido pela forma como a direção regional do partido conduz as negociações. A segunda é que o próprio governador não teria muito interesse numa confrontação com o prefeito Iris Rezende, grande aliado em Goiás do presidente Lula.</P>
<P>Esta conformação da política de Goiás revela, a nosso ver, uma grave crise relativa à questão da representação da sociedade pelo aparato partidário. Há uma verdadeira crise e, não sem razão, se fala muito da necessidade de uma reforma política, que nunca sai do papel. O caso de Goiás é ilustrativo desta assertiva: enquanto os partidos se engalfinham para garantir seus espaços, a sociedade dá mostras de cansaço, enquanto vive uma saudável experiência de organização de seus vários segmentos.</P>
<P>Nascem deste quadro, demandas na área da saúde que não consegue melhorar seu desempenho, do transporte público&nbsp; que continua longe de atender ao cidadão da segurança que continua fazendo vítimas, inclusive do aparelho estatal e da educação, que continua patinando na incompetência da gestão pública etc. O aparato partidário parece não entender esta nova/velha realidade. Por isso, tem dificuldade de propor alternativas à sociedade.</P>
<P>Há uma dicotomia entre o que a sociedade quer e o que os partidos dizem representar. Está faltando sociedade na dinâmica dos partidos. Há uma crise de representação. Seria bom que os partidos pensassem a respeito. A sociedade mudou. Quer mais. Quer participar verdadeiramente das instâncias dos partidos. Hoje, a diferença é que os cidadãos estão cobrando mais e de maneira organizada. Os partidos não podem continuar marchando para o nada.</P>
<P>Joãomar Carvalho de Brito Neto é jornalista e professor doutor da UFG</P>
<P>Leia o texto também <A href="http://v5.dm.com.br/opiniao/politica_goiana">clicando aqui</A>.</P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=790]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2008-06-24 16:22:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[A memória da TV Globo é seletiva]]></title>
<description><![CDATA[<P>Leia nos três posts abaixo:<BR>- Globo tenta reescrever seu passado<BR>- Globo resume 1989 à edição do debate<BR>- Globo reconhece apoio a militares</P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=789]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2008-06-23 22:21:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Globo tenta reescrever seu passado]]></title>
<description><![CDATA[<P>O sítio <A href="http://memoriaglobo.globo.com/Memoriaglobo/0,27723,5270-p-21890,00.html">Memória Globo</A> também aborda o caso Time-Life (1962 - 1971), incluindo reprodução de jornal que mostra o depoimento de Roberto Marinho na CPI criada no Congresso Nacional. Neste caso, a Globo só se defende - tentando mostrar que nunca contrariou o artigo 160 da Constituição brasileira, que proibia a participação de capital estrangeiro na gestão ou propriedade de empresas de comunicação.<BR>&nbsp;<BR><STRONG>Proconsult<BR></STRONG>Em outro texto, a Globo tenta dizer que não teve nada a ver com o que aconteceu em 1982, no Rio de Janeiro, na eleição de Leonel Brizola para governador. A TV Globo tenta se eximir de qualquer culpa dizendo que nunca contratou a Proconsult. E até mostra um vídeo em que uma pesquisa Ibope de boca-de-urna dá vitória ao próprio Brizola. </P>
<P>Repito: se a Globo não tem nada a esconder, por que não abre que não abre todo o seu arquivo da época para consulta - e não apenas as partes que interessam à sua versão (para ler a versão de <A href="http://plogdopaulohenrique.zip.net">Paulo Henrique Amorim</A> - que era repórter da Globo na época - sobre o caso, <A href="http://plogdopaulohenrique.zip.net">clique aqui</A>). </P>
<P><STRONG>Diretas Já</STRONG><BR>Sobre a campanha pela volta das eleições diretas para presidente, em 1983 e 84, o sítio da Globo diz que "naquele primeiro momento, as manifestações não entraram nos noticiários de rede por decisão de Roberto Marinho". A explicação da Globo é a seguinte:</P>
<P><EM>"O presidente das Organizações Globo temia que uma ampla cobertura da televisão pudesse se tornar um fator de inquietação nacional. 'Mas a paixão popular foi tamanha que resolvemos tratar o assunto em rede nacional', afirmou ele em matéria publicada na revista Veja de 5 de setembro de 1984. <BR>(...)<BR>Se por um lado segmentos da sociedade pressionavam a Rede Globo para se engajar nas manifestações pelas Diretas, por outro a emissora vinha sendo pressionada pelos militares a não cobrir os eventos. Woile Guimarães, então diretor dos telejornais de rede, diz que ministros e generais ligavam para Roberto Marinho, ameaçando até mesmo retirar a concessão para o funcionamento da emissora."</EM>&nbsp;</P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=788]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2008-06-23 22:11:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Globo resume 1989 à edição do debate]]></title>
<description><![CDATA[<P>No episódio da edição do debate Collor x Lula na eleição presidencial de 1989, o sítio <A href="http://memoriaglobo.globo.com/Memoriaglobo/0,27723,5270-p-21752,00.html">Memória Globo</A> reconhece que o episódio provocou um dano à imagem da TV Globo. Mas tenta dar dimensão menor ao episódio, usando frases de petistas que reconhecem que Lula tinha mesmo saído mal no debate.</P>
<P>Quatro considerações:<BR><STRONG>1)</STRONG> O fato de Lula ter saído mal não significa que o debate devesse ter sido editado da forma como foi;<BR><STRONG>2)</STRONG> A Globo ajudou Collor em 1989 do início ao fim da campanha. Resumir tudo a uma edição de debate é tentar, de novo, enganar o (e)leitor. Aliás, a ajuda começou antes, na pré-campanha, quando da produção e exibição de um Globo Repórter inteiro sobre o "caçador de marajás" Fernando Collor de Mello; <BR><STRONG>3)</STRONG> O texto do sítio da Globo não fala nada da pesquisa Vox Populi que mostraria que "Collor teria vencido o debate" - muito menos menciona que o Vox Populi foi o instituto que fez pesquisas para Collor durante toda a eleição;<BR><STRONG>4)</STRONG> De novo, um pedido: se a Globo quer mesmo mostrar que houve independência na cobertura da campanha eleitoral de 1989, é fácil: basta abrir todo o seu arquivo ao público. Mas isso, claro, ela não fará. Dou meu depoimento pessoal: quando da escrita de minha dissertação de mestrado, mandei - por duas vezes - faxes e e-mails para a Rede Globo pedindo acesso às fitas do Jornal Nacional de maio a dezembro de 1989. Uma atendente chegou a me dizer que o acesso era, sim, possível. Mas, quando informei o ano (1989), dois dias depois a resposta foi "não". Claro que eu pagaria, rigorosamente, por todas as fitas. A emissora, no entanto, negou o acesso.</P>
<P>Trechos do texto da Globo:</P>
<P><EM>"No dia seguinte à exibição (do debate) ao vivo e na íntegra, a Rede Globo apresentou duas matérias com edições do último debate: uma no Jornal Hoje&nbsp; e outra no Jornal Nacional. As duas foram questionadas. A primeira por apresentar um equilíbrio que não houve, e a segunda por privilegiar o desempenho de Collor. Mas foi a segunda que provocou grande polêmica. A Globo foi acusada de ter favorecido o candidato do PRN tanto na seleção dos momentos como no tempo dado a cada candidato, já que Fernando Collor teve um minuto e meio a mais do que o adversário. </EM></P>
<P><EM>(...)</EM></P>
<P><EM>Os responsáveis pela edição do Jornal Nacional afirmaram, tempos depois, que usaram o mesmo critério de edição de uma partida de futebol, na qual são selecionados os melhores momentos de cada time. Segundo eles, o objetivo era que ficasse claro que Collor tinha sido o vencedor do debate, pois Lula realmente havia se saído mal.</EM></P>
<P><EM>Além disso, segundo o Ibope, a audiência total do debate – somadas todas as emissoras que compunham o pool – foi de 66 pontos, maior do que a do Jornal Nacional do dia seguinte, que apresentou 61 pontos. Isso significa que o número de pessoas que assistiu ao debate na íntegra foi maior do que o daqueles que viram a sua edição no JN. <BR>&nbsp; <BR>Mas o episódio provocou um inequívoco dano à imagem da TV Globo. Por isso, hoje, a emissora adota como norma não editar debates políticos; eles devem ser vistos na íntegra e ao vivo. Concluiu-se que um debate não pode ser tratado como uma partida de futebol, pois, no confronto de idéias, não há elementos objetivos comparáveis àqueles que, num jogo, permitem apontar um vencedor. Ao condensá-los, necessariamente bons e maus momentos dos candidatos ficarão de fora, segundo a escolha de um editor ou um grupo de editores, e sempre haverá a possibilidade de um dos candidatos questionar a escolha dos trechos e se sentir prejudicado."</EM>&nbsp;</P>
<P><A href="http://memoriaglobo.globo.com/Memoriaglobo/0,27723,5270-p-21752,00.html">Clique aqui</A> e leia o texto completo.</P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=787]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2008-06-23 22:03:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Globo reconhece apoio a militares]]></title>
<description><![CDATA[<P>Vasculhando o sítio <A href="http://memoriaglobo.globo.com/">Memória Globo</A> na internet, encontrei algo interessante: a Globo reconhece que apoiou a ditadura militar (1964-1985) no Brasil. No entanto, usa os termos "movimento militar" e justifica o apoio recíproco à ditadura com a idéia de ir contra o "nacional-populismo de João Goulart". </P>
<P>Tem mais preciosidades. O texto diz que Roberto Marinho "acreditava na vocação democrática do presidente Castello Branco". O texto, depois, acaba tentando fazer todos acreditarem que a Globo não teve ajuda dos militares, com o argumento de que não houve concessões públicas dadas a ela. De fato, não. A ajuda dos militares à Globo veio em forma de anúncios publicitários em quantia recorde na emissora, o que o texto não diz. </P>
<P>Veja, abaixo, alguns trechos do texto:</P>
<P><EM>"Afirma-se, com freqüência, que o crescimento da Rede Globo de Televisão se deu graças à sua estreita ligação com o regime implantado em março de 1964. O Globo, de fato, apoiou&nbsp; o movimento militar. Mas esta não foi uma posição exclusiva do jornal. Havia, naquele momento, um posicionamento amplamente majoritário contra o chamado nacional-populismo de João Goulart. Com exceção da Última Hora, todos os principais órgãos de informação do país apoiaram o golpe. Depois de instaurado o primeiro governo, alguns periódicos passaram para a oposição. Roberto Marinho seguiu dando apoio aos militares. Ele acreditava na vocação democrática do presidente Castello Branco e na eficácia da política econômica desenvolvida por Roberto Campos e Octavio Gouvêa de Bulhões. <BR>&nbsp; <BR>O presidente das Organizações Globo nunca negou sua simpatia em relação ao regime. </EM></P>
<P><EM>Desta forma, nenhuma das concessões obtidas pela TV Globo foi dada pelos militares. As duas únicas concessões foram outorgadas antes do período militar: a primeira em 1957, pelo presidente Juscelino Kubitschek, para a Globo do Rio , e a segunda em 1962, por João Goulart, para o canal da emissora em Brasília. </EM></P>
<P><EM>(...)<BR>&nbsp; <BR>Durante o período militar, a Rede Globo chegou a enfrentar dificuldades à sua expansão. Em 1978, por exemplo, lhe foi negada a concessão de um canal de televisão em João Pessoa. No mesmo período, a TV Globo também teve negado pedido de concessão para um canal de TV em Curitiba. <BR>&nbsp; <BR>O jornalismo da Globo não recebeu nenhum tratamento diferenciado durante o período militar. Como todos os veículos de informação, o seu noticiário sofreu com a censura, que atuava diretamente na emissora na forma de telefonemas, comunicações oficiais e memorandos. </EM></P>
<P><EM>Notícias de eventos considerados delicados para o governo, como a morte de Carlos Lamarca, por exemplo, provocavam a presença na emissora de oficiais do SNI (Serviço Nacional de Informação) e do chefe da polícia. Em agosto de 1969, a Globo chegou a ser retirada do ar durante algumas horas como punição pela leitura, no programa de Ibrahim Sued, de uma nota sobre a doença do presidente Costa e Silva. Mesmo no período da abertura, as pressões continuaram grandes sobre a TV Globo. Em 1981, quando ocorreu o atentado no Riocentro, os militares ocuparam a redação da emissora e não deixaram que quase nada fosse exibido sobre o assunto. <BR>&nbsp; <BR>A censura não se limitava às notícias: atuava também no entretenimento."</EM> </P>
<P><A href="http://memoriaglobo.globo.com/Memoriaglobo/0,27723,5270-p-21891,00.html">Clique aqui</A> para ver a íntegra do texto.</P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=786]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2008-06-23 22:01:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[O que você tem a ver com a corrupção?]]></title>
<description><![CDATA[<P><EM>Por Marcus Fidelis</EM></P>
<P>Foto e legenda que ilustram a matéria Prefeito prestigia lançamento da campanha "O que você tem a ver com a corrupção?" , publicada no <A href="http://www.goiania.go.gov.br/">site da Prefeitura de Goiânia</A>, em 16/06/2008.</P>
<P>Leia também, no <A href="http://www.mp.go.gov.br/portalweb/conteudo.jsp?page=1&amp;conteudo=noticia/ca68723f19c42bfe2b6021f00cdd49b1.html">site do Ministério Público</A>, matéria da mesma data: "MP lota auditório no lançamento estadual do movimento 'O que você tem a ver com a corrupção?'"</P>
<P>Leia mais no blog do <A href="http://entreatos.blogspot.com/">Marcus Fidelis</A>.</P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=784]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2008-06-23 19:04:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[A eleição do sim e do não]]></title>
<description><![CDATA[<P><EM>Por Fleurymar de Souza</EM> </P>
<P>Não quero ser o “desmancha-prazer” das oposições, mas essa eleição municipal de Goiânia está trazendo à lembrança o tempo da ditadura do general Alfredo Stroessner, que reinou por 35 anos, sete mandatos e inúmeros absurdos, no Paraguai, entre 1954 e 1989. Ditador assumido a ponto de oferecer abrigo até para nazistas caçados por Israel, Stroessner credenciou-se a máster em fraude eleitoral.</P>
<P>Deve-se ao bizantino ditador a invenção da cédula eleitoral emblemática de sua tacanha visão: trazia impressa duas únicas opções para o eleitor paraguaio votar: Sim ou Não. "Sim" significava a opção pela permanência de Stroessner no Poder. "Não" significava a opção para o ditador não deixar o Poder.</P>
<P>Da forma como as oposições estão facilitando as coisas, é provável que o eleitorado se dividirá entre os que dirão 'sim' ao segundo mandato de Íris e os que dirão 'não'. Tudo democraticamente.</P>
<P>Leia mais <A href="http://www.fleurymar.blogspot.com">aqui</A>.</P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=785]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2008-06-23 19:01:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Aliados: covardia e oportunismo]]></title>
<description><![CDATA[<P><STRONG>Sandes só tem boas chances de ser o candidato único da base aliada porque é fraco</STRONG></P>
<P><STRONG>Se fosse forte, ninguém aceitaria seu nome. Se Iris estivesse fraco, Sandes também não emplacaria</STRONG></P>
<P><STRONG>Ainda é cedo para cantar vitória: Marconi Perillo pode tentar última cartada para Sandes não ser candidato único</STRONG></P>
<P>De repente, parece que tudo se resolve em um segundo: Sandes Júnior é o candidato de praticamente todos os partidos da base aliada, algo que parecia impossível antes. </P>
<P>Embora se diga o contrário, não é uma decisão definitiva, sendo razoável a chance de acontecer reviravoltas. Mesmo sabendo que os partidos da base aliada (PP, PTB, PSDB, DEM, PSB, PR) são covardes, é também plausível acreditar que eles são oportunistas. </P>
<P>Mesmo percebendo que o candidato de Marconi Perillo (PSDB) não emplacou (pelo menos por ora), é no mínimo certo que o tucano tentará uma última cartada. </P>
<P>Há detalhes que ainda atrapalham Sandes. Um deles: mesmo dizendo que apóiam o pepista, os partidos ainda não oficializaram o apoio. </P>
<P>Em uma semana, muita coisa pode mudar. </P>
<P>Já Marconi Perillo ainda tem cartas na manga se optar por não apoiar Sandes. Uma delas é Raquel Teixeira (PSDB), até agora abandonada por seu próprio partido. Raquel ainda não oficializou sua desistência. Pode acabar candidata. </P>
<P>Uma outra opção é Gilvane Felipe (PPS), marconista de carteirinha. Se PSDB e PTB o apoiarem, sua candidatura ganha fôlego para, no mínimo, deixar Sandes para trás. </P>
<P>Pode até não haver reviravoltas. Mas é necessário reconhecer que Sandes Júnior (PP) só 'une' os partidos da base aliada porque todos eles acham impossível vencer Iris Rezende (PMDB) em 2008. E, já que ninguém pode vencer Iris, ninguém briga por ser candidato. </P>
<P>Se Iris estivesse fraco nas pesquisas, os tais "aliados" estariam se matando. Demóstenes não desistiria tão facilmente. Barbosa tentaria até o fim ser candidato. Aliados sabem que Sandes jamais vencerá. Escolhem o pepista para ver se conseguem alguns cargos no governo do Estado.</P>
<P>Sandes só é candidato, repita-se, porque tem todas as características que fariam dele um mau candidato para enfrentar Iris. Não tem voto na classe média, fala sandices o tempo todo (como bem definiu, em 2004, a então candidata Raquel Azeredo), tem uma falsa empostação de voz que diminui sua já baixa credibilidade, não sabe articular um pensamento minimamente decente e é conhecido por tremer em debates. </P>
<P>Além disso, Sandes é um péssimo advogado de qualquer aliado. Se Alcides Rodrigues for atacado na campanha eleitoral, o prefeitável pepista não saberá defendê-lo. </P>
<P>Todo atrapalhado, Sandes poderá, até mesmo, aumentar a credibilidade das críticas contra Alcides. Em 2004, quando perguntado sobre o que fazer no trânsito de Goiânia, Sandes disse que era preciso combater um 'mito' na cidade: a de que existem pedestres. Segundo ele, pesquisas (ele nunca revelou as fontes, claro) indicam que as pessoas não andam a pé em Goiânia. Comentários desse tipo dão uma idéia razoável da facilidade que Iris encontrará para ser reeleito. </P>
<P><STRONG>E a chapa de vereadores?</STRONG><BR>A opção por Sandes embute ainda um outro problema, que deverá ganhar holofotes esta semana: a irritação dos candidatos a vereador da base aliada. Com Sandes encabeçando a chapa para prefeito, os vereadoriáveis se enfraquecem. Terão de trabalhar dobrado para conseguir uma vaga na Câmara no ano que vem, enquanto que os candidatos a vereador do PMDB e do PT terão muito mais facilidade para pedir voto - já que contam com um candidato a prefeito forte. </P>
<P>Se Sandes Júnior é candidato, está aí uma grande oportunidade para quem quiser ser a segunda força da capital. Com o PT sem candidato próprio, Sandes é o maior favorito a ser o segundo colocado na eleição. </P>
<P>Mas qualquer outro candidato da base aliada que ainda vier a ser lançado terá muita facilidade para ocupar, logo nos primeiros dias de campanha, a segunda posição, dada a fragilidade do nome do PP. Mesmo que não vença Iris, é um baita negócio ser o principal contraponto ao PMDB. Afinal, quem aparecer bem agora começa a desenhar o seu rumo em 2010 e 2012.</P>
<P>É bom, portanto, estar atento: a definição precoce da candidatura única de Sandes Júnior (PP) pela base aliada deve, ainda, ser colocada em suspeita. Não há como descartar reviravoltas. </P>
<P>Em 1998, a escolha (também precoce) de Roberto Balestra (PP) como candidato a governador por esse mesmo arco de alianças acabou desgastando o pré-candidato prematuramente, levando-o à desistência. Em seu lugar, em cima da hora, quem saiu candidato foi o então deputado federal Marconi Perillo (PSDB).</P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=783]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2008-06-21 19:30:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Alcides e aliados abraçam Iris]]></title>
<description><![CDATA[<P>Se Sandes Júnior é o mesmo o nome da base aliada para enfrentar Iris Rezende (PMDB), não há mais nenhuma dúvida: todo mundo - incluindo toda a base aliada - quer ver Iris reeleito em outubro.</P>
<P>De todos os nomes, Sandes é o que tem pior potencial de crescimento, o que jamais atingirá a classe média e o mais despreparado tecnicamente. Sem contar sua baixa credibilidade (<A href="http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=752">já falamos de tudo isso aqui - clique e releia</A>)</P>
<P>Isso explica os foguetes que ouvi ontem. Certamente são de Iris, comemorando a escolha do "adversário" Sandes Júnior.</P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=782]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2008-06-19 05:03:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Na Istoé: Pequenas hidrelétricas, grandes negócios]]></title>
<description><![CDATA[<P><STRONG>Ministério Público investiga participação de políticos em concessões da Aneel</STRONG></P>
<P><STRONG>Revista <EM>Istoé</EM> apurou que um dos parlamentares citados nas investigações do Ministério Público é o senador Marconi Perillo (PSDB-GO), que teria participações não declaradas em algumas PCHs</STRONG></P>
<P><EM>Por Mino Pedrosa<BR>Revista Istoé</EM></P>
<P>Enquanto as atenções dos órgãos fiscalizadores estão concentradas na liberação das obras de grandes hidrelétricas, como as de Jirau e Santo Antônio, em Rondônia, o Ministério Público Federal vem comprovando que a concessão de Pequenas Centrais Hidrelétricas (PCHs) pelo País afora tem gerado lucros tão meteóricos quanto de origem escusa. São usinas de pequeno porte, capazes de produzir 30 mil megawatts e que, uma vez construídas, têm valor médio de R$ 300 milhões. </P>
<P>Para que se possa construir e explorar as PCHs é necessária uma concessão pública, outorgada pela Aneel, e a liberação do Ibama. Pelos trâmites normais, o processo de aprovação chega a levar dois anos. No entanto, nos últimos meses, o Ministério Público Federal tem constatado que algumas autorizações são obtidas em tempo recorde, graças à influência de parlamentares e governadores. </P>
<P>A informação foi repassada ao Ministério Público por um senador da base aliada do governo que tem auxiliado as investigações e os procuradores já comprovaram casos concretos de danos ambientais e falhas nos processos construtivos. Hoje, há no Brasil 299 dessas pequenas hidrelétricas em funcionamento e outras 79 em construção. Das que estão em operação, 154 foram inauguradas nos últimos dez anos.</P>
<P>(...)</P>
<P>O Ministério Público também já constatou que em muitos casos os nomes de deputados e senadores não fazem parte das empresas que procuram explorar as PCHs, mas estão por trás das concessões fornecidas pela Aneel e pelo Ibama. Como os parlamentares têm foro privilegiado, seus nomes são mantidos sob sigilo pelos procuradores até que as investigações sejam remetidas aos tribunais superiores. </P>
<P>Mas o que eles descobriram é que muitos políticos oferecem seus préstimos na facilitação dos trâmites dos projetos nos órgãos oficiais. Em troca, pedem pela consultoria um percentual em torno de 20% do capital a ser investido.</P>
<P>ISTOÉ apurou que um dos parlamentares citados nas investigações do Ministério Público é o senador Marconi Perillo (PSDB-GO), que teria participações não declaradas em algumas PCHs. "Não é verdade. Não tenho nem 1% de nenhuma hidrelétrica", afirma Perillo. Outro nome citado na apuração do MP é o do deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ). Ele seria sócio do doleiro Lúcio Bolonha Funaro na PCH do rio Apertadinho, em Vilhena, Rondônia. "Não sou sócio e Funaro não é nem amigo nem inimigo", afirma o deputado</P>
<P>Leia a matéria completa <A href="http://www.terra.com.br/istoe/edicoes/2015/artigo92566-1.htm">clicando aqui</A>.</P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=781]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2008-06-16 13:13:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Para quê serve o jornalismo político?]]></title>
<description><![CDATA[<P>A pergunta do título pode soar estranha. </P>
<P>Quem trabalha nessa editoria, no entanto, já deve ter se perguntando ao menos uma vez. Jornalista dessa área (incluindo este blogueiro) costuma passar a maior parte do tempo (para não dizer 'todo' o tempo) preocupado com fofocas, com bastidores, com intrigas, com especulações, enfim, com o chamado "jogo político". </P>
<P>As questões que, de fato, são de interesse público (e, portanto, do leitor) geralmente são marginalizadas.</P>
<P>Sem maniqueísmos: é claro que o leitor também não é inocente. </P>
<P>Quando um jornalista da área se aventura a fazer uma matéria de fundo - que investigue, por exemplo,&nbsp;todos os pontos de uma reforma tributária&nbsp;- a resposta do leitor não passa de um bocejo. Matérias assim dão muito trabalho e têm alto interesse público. E pouquíssima repercussão.</P>
<P>Essa justificativa é ótima. A razão de haver tantas matérias sobre intrigas do mundo político seria o desejo dele, leitor. </P>
<P>Também não é assim. Em outros assuntos, nem sempre o que o leitor deseja é o que se publica. É só observar o quanto a cobertura policial dos jornais foi reduzida ao mínimo, embora sempre tenha tido sucesso de público. </P>
<P>Fora os momentos de exceção (casos como Sílvia Calabresi e o casal Nardoni), a rotina da cobertura policial é nunca ser destaque na primeira página, por exemplo. </P>
<P>Jornalista da editoria de política tem hábitos estranhos. Costuma cantar vitória quando publica uma intriga que o concorrente não publicou. Faltando um ano (ou dois anos, ou três anos...) para a eleição seguinte, páginas e páginas são publicadas com especulações sobre quem será o candidato do partido x, da base y ou da coligação z. </P>
<P>O grau de acerto dessas previsões, no entanto, é tão alto quanto o das previsões de outra página do jornal, onde fica o horóscopo. </P>
<P><STRONG>Jogo de pôquer</STRONG><BR>O relacionamento do jornalista com suas fontes na área política também não é bem resolvido. Há aqueles que se encantam com o poder (sim, isso ainda existe), outros que apostam em relações pouco republicanas e aqueles que só se preocupam com informações. </P>
<P>Os que se preocupam apenas com informações são, em tese, os mais bem preparados. Costumam trazer informações mais confiáveis ou, pelo menos, desvinculadas de interesses de terceiros. </P>
<P>Ainda assim, mesmo para esse último grupo, o trabalho não é dos mais gratos. Dos que buscam apenas informação, há duas subdivisões: 1) os que fazem perguntas e investigações que não contrariam as fontes; 2) os que fazem perguntas e investigações que exploram as contradições e erros das fontes. </P>
<P>Geralmente os repórteres que exploram as contradições e erros de suas fontes fazem o que se chama de bom jornalismo. São eles que 'salvam' a imagem da profissão. Tanto que os jornalistas desse grupo são os que se destacam. O resto não passa de baba-ovo. </P>
<P>A jornalista norte-americana Janet Malcolm, por exemplo, está entre as que exploram contradições das fontes. Mas ela faz uma autocrítica, como a destacada no início do livro O Jornalista e o Assassino (1991): </P>
<P>"Qualquer jornalista que não seja demasiado obtuso ou cheio de si para perceber o que está acontecendo sabe que o que ele faz é moralmente indefensável. Ele é uma espécie de confidente, que se nutre da vaidade, da ignorância ou da solidão das pessoas. Tal como a viúva confiante, que acorda um belo dia e descobre que aquele rapaz encantador e todas as suas economias sumiram, o indivíduo que consente em ser tema de um escrito não-ficcional aprende - quando o texto aparece publicado - a sua própria dura lição. Os jornalistas justificam a própria traição de várias maneiras, de acordo com o temperamento de cada um. Os mais pomposos falam em liberdade de expressão e do 'direito do público de saber'; os menos talentosos falam sobre arte; os mais decentes murmuram algo sobre ganhar a vida."</P>
<P>Malcolm vai no alvo. É difícil para um jornalista conseguir uma boa informação de sua fonte sem apostar em vaidade, ignorância ou solidão da fonte. Algumas vezes mais, outras vezes menos, estamos sempre 'traindo' quem entrevistamos. </P>
<P>Tudo bem, sem maniqueísmos: as fontes também apostam na vaidade, na ignorância ou na solidão do jornalista. E, muitas vezes, as fontes ganham e o jornalista perde. </P>
<P>Do lado do jornalista ou do lado da fonte, somos como viciados em pôquer: nem o jornalista pára de tentar enganar a fonte, nem a fonte desiste de enganar o jornalista. </P>
<P>Jornalistas ainda têm muito a melhorar. A cobertura política pode e deve ser aperfeiçoada. A democracia, jovem e imatura, explica parte dos problemas. </P>
<P>Outra parte, no entanto, depende exclusivamente de quem trabalha na área. E, claro, há a parte moralmente indefensável, mesmo quando prevalecem as melhores das intenções. </P>
<P>Sobre essa parte, muito pouco a se fazer. </P>
<P>Apenas o óbvio: admitir que a crítica de Malcolm é doída - mas absolutamente verdadeira.</P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=778]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2008-06-16 03:41:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Para quê serve o jornalista?]]></title>
<description><![CDATA[<P>Hildy, personagem que é jornalista no filme <A href="http://epipoca.uol.com.br/filmes_detalhes.php?idf=11233">Jejum de Amor</A> (1940), fala da pergunta colocada no título:</P>
<P><EM>-&nbsp; Jornalista? O que é isso? Espiar pela fechadura, acordar pessoas para perguntar se Hitler começará outra guerra? Sei tudo sobre repórteres. Um bando de tontos correndo por aí sem um tostão e para quê? Para informar desocupados.</EM></P>
<P>Apesar de todas as tentativas, Hildy não&nbsp;abandona a profissão.&nbsp;O furo,&nbsp;as intrigas e&nbsp;as especulações acabam vencendo.</P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=779]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2008-06-16 03:30:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Henrique Meirelles no Roda Viva]]></title>
<description><![CDATA[<P>Para marconistas em geral - que estão preocupados com "ele" - o entrevistado de hoje do Roda Viva é o presidente do Banco Central Henrique Meirelles. </P>
<P>A (nova) âncora do programa é Lillian Witte Fibe. Participam como entrevistadores os jornalistas Vinicius Torres Freire, Cristina Alves, Cida Damasco e José Roberto Campos.</P>
<P>O programa começa às 22h40 e vai ao ar na TV Cultura.</P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=780]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2008-06-16 03:04:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Enófilos de primeira]]></title>
<description><![CDATA[<P>Assim como o jornalista Marco Aurélio Vigário, Afonso Lopes também é especialista em vinhos. Visite o blog de Afonso (<A href="http://afonsolopes.blog.uol.com.br">clique aqui</A>) e confira algumas dicas de vinhos bons com preço inferior a R$ 30. </P>
<P>Já Marco Aurélio&nbsp;(<A href="http://www.tribunadoplanalto.com.br/modules.php?name=News&amp;file=article&amp;sid=4536">clique aqui e leia</A>) ensina: "O órgão mais importante na degustação não é a língua, mas sim o nariz. As glândulas olfativas são muito mais sensíveis que as papilas gustativas".</P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=777]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2008-06-14 00:05:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Homenagem a Aloysio Biondi]]></title>
<description><![CDATA[<P>Está no ar um sítio que resgata a memória de um dos grandes jornalistas da história do Brasil. </P>
<P>É o sítio <A href="http://www.aloysiobiondi.com.br/">Aloysio Biondi</A>, que homenageia o jornalista que morreu aos&nbsp;64 anos, em 21 de julho de 2000. </P>
<P>Ao todo, são mais de 1000 artigos e reportagens do jornalista que revolucionou a cobertura do jornalismo econômico brasleiro.</P>
<P>Dos mais de 1000 artigos, há centenas que foram publicados no Diário da Manhã, na época em que o jornalista passou por Goiás. </P>
<P>Entre os artigos há, por exemplo, um (<A href="http://aloysiobiondi.com.br/spip.php?article756&amp;var_recherche=cust%C3%B3dio">clique aqui</A>) que&nbsp;faz crítica a&nbsp;um dos articulistas permanentes do DM, Jávier Godinho.</P>
<P>Há também um depoimento do jornalista&nbsp;Washington Novaes que conta, em detalhes, a passagem de Washington e de Biondi pelo Diário da Manhã (<A href="http://www.aloysiobiondi.com.br/spip.php?article912">clique aqui e leia</A>).</P>
<P>É possível ainda fazer o download, gratuitamente, do livro O Brasil Privatizado, publicado no início de 2000.</P>
<P>O coordenador do projeto é Antonio Biondi, filho de Aloysio, que foi colega de movimento estudantil deste blogueiro, no fim dos anos 90. </P>
<P>Para ir ao site basta <A href="http://www.aloysiobiondi.com.br/">clicar aqui</A> ou digitar <A href="http://www.aloysiobiondi.com.br/">www.aloysiobiondi.com.br</A></P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=776]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2008-06-11 23:41:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Genial: Cartier-Bresson em Lego]]></title>
<description><![CDATA[<P>Uma boa idéia - e muito bem executada: o fotógrafo Balakov recriou fotografias clássicas em Lego.</P>
<P>A foto deste post, por exemplo, é inspirada numa das imagens mais conhecidas de <A href="http://www.afterimagegallery.com/bressonbehind.htm">Henri Cartier-Bresson</A>.</P>
<P>Há uma que reproduz um momento histórico do futebol: o gol de mão que Maradona fez contra a Inglaterra pelas quartas-de-final da Copa do Mundo de 1986 (<A href="http://www.flickr.com/photos/balakov/2508921097/in/set-72157602602191858/">clique aqui e veja-a</A>).</P>
<P>Para ver mais fotos adaptadas para o Lego, <A href="http://www.flickr.com/photos/balakov/sets/72157602602191858/">clique aqui</A>.</P>
<P>Uma outra boa idéia (semelhante): <A href="http://www.thebricktestament.com/">Brick Testament</A>.</P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=775]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2008-06-10 22:51:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Base caminha para lançar Sandes]]></title>
<description><![CDATA[<P><STRONG>Com desistência de outros postulantes, resta, além do pepista, nome de Demóstenes Torres</STRONG></P>
<P><EM>Por Fabiana Pulcineli<BR>De O Popular</EM></P>
<P>A base do governo estadual caminha para lançar a candidatura do deputado federal Sandes Júnior (PP) em Goiânia, depois das desistências dos demais postulantes e do desânimo quanto à aglutinação em torno do senador Demóstenes Torres (DEM). O presidente da Goiás Turismo, Barbosa Neto (PSB), confirmou ontem ao POPULAR a "decisão pessoal de não disputar”.</P>
<P>Depois dos sinais do Palácio das Esmeraldas, lideranças do PSDB e do PTB que incentivavam a candidatura do democrata desanimaram com a impossibilidade de apoio do PP do governador Alcides Rodrigues. A cúpula nacional do DEM, no entanto, faz pressão pela candidatura do senador depois de analisar pesquisas internas feitas na capital.</P>
<P>O deputado federal Ronaldo Caiado, presidente estadual do DEM, disse que vai se reunir hoje em Brasília com as lideranças nacionais do partido, quando deve haver uma decisão sobre a possibilidade de candidatura. Demóstenes afirmou, no entanto, que não recua na exigência de apoio do governador para disputar. </P>
<P>Ontem, pepistas e tucanos afirmavam aguardar a posição do DEM. Havia especulações de que a deputada federal Raquel Teixeira (PSDB), que desistiu de disputar a Prefeitura há duas semanas, anuncie apoio a Demóstenes. Ela vai se reunir hoje com Demóstenes e com o deputado federal Jovair Arantes (PTB). </P>
<P>Leia a matéria completa <A href="http://www.opopular.com.br/anteriores/10jun2008/politica/9.htm">clicando aqui</A>.<BR><BR><STRONG>Comentário meu:</STRONG> <STRONG>conforme já dito aqui</STRONG> <STRONG>(</STRONG><A href="http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=752"><STRONG>clique e releia</STRONG></A><STRONG>), Alcides e a base querem mesmo eleger Iris. Sandes é o pior nome de todos os pré-candidatos colocados.</STRONG></P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=774]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2008-06-10 02:23:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Paulo Garcia, o vice]]></title>
<description><![CDATA[<P>Apenas para constar: Paulo Garcia (PT) será o vice de Iris na chapa PMDB-PT na sucessão de Goiânia.</P>
<P>A escolha foi domingo.</P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=773]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2008-06-09 23:22:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Uma boa leitura]]></title>
<description><![CDATA[<P>Recomendo uma boa leitura: a entrevista coletiva feita com o novo presidente do Fórum Nacional de Professores de Jornalismo (FNPJ), Edson Luiz Spenthof. </P>
<P>Spenthof é professor de jornalismo da UFG.</P>
<P>Para ler a entrevista <A href="http://www.fenaj.org.br/materia.php?id=2118">clique aqui</A>.<BR></P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=772]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2008-06-08 23:58:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Maguito: Iris é candidato em 2010]]></title>
<description><![CDATA[<P>Tribuna do Planalto e Jornal Opção entrevistaram esta semana o senador Maguito Vilela. </P>
<P>Atenção para duas respostas semelhantes de Maguito. </P>
<P>Primeiro, na Tribuna:<BR><EM>"O prefeito está fazendo uma administração impecável, mas vai chegar um momento que Goiás vai exigir do prefeito Iris uma candidatura ao governo. O PMDB eu tenho quase que certeza que vai exigir isso do prefeito, mais esse sacrifício dele. E eu acredito que uma vitória minha em Aparecida facilita o futuro do prefeito Iris."</EM></P>
<P>Depois, no Opção:<BR><EM>"Eu senti nele (Iris Rezende) muita vontade de disputar a eleição em Goiânia, muita vontade agora em disputar a reeleição. Ele gosta de desafios. Acho que ele vai querer disputar em 2010 e penso que Goiás também vai querer. O PMDB deve até exigir que ele dispute. Ele não é de fu&shy;gir da raia. Acho que Iris tem muito ainda a oferecer a Goiás."</EM> </P>
<P><STRONG>Comentário meu:</STRONG></P>
<P><STRONG>O&nbsp;que tudo isso revela? </STRONG></P>
<P><STRONG>1)&nbsp;Que, para o PMDB, 2008 já são favas contadas; </STRONG></P>
<P><STRONG>2) Meirelles? O PMDB em 2010 vai mesmo é de Iris. </STRONG></P>
<P><STRONG>E quer saber? Na minha opinião, Iris vence Meirelles de goleada. O encanto que o eleitor goianiense (e também o do interior) sente hoje por Iris&nbsp;é até mais forte do que sentia no início dos&nbsp;anos 80. E, em dois anos, esse encanto dificilmente será quebrado</STRONG></P>
<P><A href="http://www.tribunadoplanalto.com.br/modules.php?name=News&amp;file=article&amp;sid=5666&amp;mode=thread&amp;order=0&amp;thold=0">Clique aqui</A> e leia toda a entrevista na Tribuna<BR><A href="http://www.jornalopcao.com.br/index.asp?secao=Manchete&amp;idjornal=293">Clique aqui</A> e leia toda a entrevista no Opção</P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=767]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2008-06-08 04:34:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Sem apoio, Barbosa sai da disputa]]></title>
<description><![CDATA[<P><EM>De O Popular</EM></P>
<P>Sem apoio dentro da base aliada e com dificuldades para deslanchar sua pré-candidatura, o presidente da Goiás Turismo, Barbosa Neto (PSB), desistiu de disputar a Prefeitura de Goiânia. A saída de Barbosa do pleito aumenta a força da pré-candidatura do deputado Sandes Júnior (PP).</P>
<P>Barbosa ainda não comunicou oficialmente sua decisão, mas já avisou a aliados que está fora do páreo. Teria também comunicado na sexta-feira ao governador Alcides Rodrigues (PP) que preferia continuar à frente da agência para dar continuidade aos projetos da pasta. Procurado ontem pela reportagem, Barbosa não retornou os telefonemas.</P>
<P><A href="http://www.opopular.com.br/anteriores/08jun2008/politica/3.htm">Clique aqui</A> e leia a matéria completa</P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=769]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2008-06-08 04:18:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Marlúcio vai enfrentar Maguito]]></title>
<description><![CDATA[<P>Maguito Vilela (PMDB) tem tudo - tudo mesmo - para se eleger prefeito de Aparecida de Goiânia em outubro. </P>
<P>As pesquisas mostram isso. Contra quaisquer candidatos, sua vantagem passa dos 50 pontos porcentuais - isso no pior cenário para ele, Maguito.</P>
<P>Ontem, no entanto, o grupo político do vice-governador Ademir Menezes (PR) deu dois passos importantes para, pelo menos, dar trabalho a Maguito. </P>
<P>Primeiro: forçou José Macedo (PR) a desistir da candidatura à reeleição. Seria um desastre eleitoral.</P>
<P>Segundo: lançou o deputado estadual Marlúcio Pereira (PTB) candidato pelo grupo.</P>
<P>De todos os pré-candidatos possíveis, Marlúcio é o único que pode representar o "fato novo". É o único compotencial de crescimento, até por não estar desgastado como Macedo e Ademir. </P>
<P>Marlúcio pode não ganhar a eleição, mas a tornará disputada. No mínimo, a vitória de Maguito já não será tão fácil.</P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=770]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2008-06-08 01:48:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Gomide é o nome do PT em Anápolis]]></title>
<description><![CDATA[<P>Confirmando o que o repórter <A href="http://www.tribunadoplanalto.com.br/modules.php?name=News&amp;file=article&amp;sid=5620&amp;mode=thread&amp;order=0&amp;thold=0">Frederico Jotabê antecipou há uma semana</A>, com exclusividade na Tribuna do Planalto (e na Tribuna de Anápolis), o atual vereador Antônio Roberto Gomide será o candidato do PT na sucessão em Anápolis deste ano.&nbsp;</P>
<P>Gomide&nbsp;foi escolhido candidato ontem em encontro do PT, com o apoio unânime dos 176 delegados presentes.&nbsp;Ele é irmão do deputado federal Rubens Otoni, também do PT.</P>
<P>Como se vê, ao contrário do que este blogueiro erroneamente informou há seis dias, Rubens Otoni não será candidato.</P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=768]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2008-06-08 01:19:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[O preço da improvisação]]></title>
<description><![CDATA[<P>O professor de urbanismo da UFG José Antônio Tietzmann e Silva escreveu um belo artigo, publicado&nbsp;ontem em O Popular. </P>
<P>Veja, abaixo, um trecho do artigo:</P>
<P><EM>Pois bem, mesmo diante das normas que regem a política urbana, de um lado, e dos problemas que acometem a gestão urbana da capital, de outro lado, o poder público municipal, que deveria ser o garantidor do cumprimento das normas de urbanismo, desrespeita-as monumentalmente na construção da obra atualmente em curso, na conjugação das Avenidas 85 e T-63. </EM></P>
<P><EM>Não houve previamente nem licenciamento nem estudos de impacto ambiental ou de vizinhança, nem consulta pública, tampouco estudos mais aprofundados sobre o terreno que abrigará a obra: descobre-se, somente agora, que há um lençol freático bastante raso no local, descoberta que leva a construtora responsável pela obra a declarar, minimizando o problema, que já construiu até usina siderúrgica sobre um manancial! </EM></P>
<P><EM>Em pleno século 21 uma empresa se gabar de contribuir para a degradação ambiental é algo incompreensível e ajuda a reforçar o que penso: que essa obra se assemelha ao famoso “puxadinho” que se faz num barracão, pois apresenta claros indícios da improvisação, tão característica do brasileiro em geral.</EM></P>
<P>Para ler o artigo completo, <A href="http://www.opopular.com.br/anteriores/06jun2008/opiniao/artigo2.htm">clique aqui</A>.</P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=771]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2008-06-07 17:58:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Base duplica erros de 2004]]></title>
<description><![CDATA[<P>É só folhear os jornais de abril, maio e junho de 2004 e comparar com os de hoje. Quatro anos atrás ou hoje, Iris Rezende (PMDB) é o único que se preparou minimamente para a eleição de Goiânia. Os partidos da base aliada (PP, DEM, PTB, PR, PSB, entre outros) batiam cabeça em junho de 2004, assim como fazem agora. </P>
<P>Iris, quatro anos atrás, aproveitou o vácuo e cresceu bastante em maio e junho, o suficiente para ter gordura nas pesquisas e vencer.<BR><BR>Em 2004, a desunião foi tão grande na base aliada que o PTB foi parar na vice de Pedro Wilson (PT). </P>
<P>O PFL (atual DEM) lançou Raquel Azeredo. </P>
<P>O PSB cruzou os braços. Ficou ressentido com a não-candidatura de Barbosa Neto. Marconi Perillo (PSDB) puxou o tapete de Barbosa e lançou Sandes Júnior (PP). </P>
<P>O resultado é conhecido: a campanha de Sandes foi desastrada do início ao fim e, em momento algum, empolgou o eleitorado ou os partidos aliados. Nem para o segundo turno foi. <BR><BR>Terminada a eleição, uma certeza: todos os partidos reconheceram que erraram muito na pré-campanha, enquanto Iris acertava fazendo o feijão-com-arroz. Em 2008 o erro não seria repetido.</P>
<P>Aos fatos: a situação de agora é ainda pior do que a de quatro anos atrás. </P>
<P>Em 2004, a cada semana um nome era considerado favorito para ser o candidato do governador.&nbsp; A gangorra é a mesma agora. </P>
<P>Já se falou em Raquel Teixeira (PSDB), hoje abandonada por seu partido. Há semanas em que só se fala em Demóstenes Torres (DEM). Em outras, o foco é Barbosa Neto. Na semana que passou, a candidatura "irreversível" da vez foi a de Sandes Júnior. <BR><BR>Se há semelhanças, há também diferenças consideráveis - todas a favor do PMDB. </P>
<P>A primeira delas: Marconi Perillo, hoje senador, não está tão preocupado com a eleição de Goiânia como esteve em 2004. </P>
<P>A segunda: Alcides Rodrigues, hoje governador, também não parece preocupado com o fato de Iris ser reeleito. Em vez de oxigenar aliados, Alcides prefere falar parceria com o PMDB em 2010. <BR><BR>Do lado peemedebista, mais diferenças. Em junho de 2004, Iris não passava de 35% dos votos (hoje tem pelo menos 20 pontos porcentuais a mais). </P>
<P>Outra mudança é que, desta vez, o PT não lança candidato - porque preferiu apoiar Iris. </P>
<P>Em 2004, menos de 25% do tempo de TV na propaganda eleitoral pertencia a Iris. Agora, em 2008, mais de 50% do tempo de TV será de Iris. </P>
<P>Em 2004, Iris não tinha a máquina da prefeitura nas mãos. </P>
<P>Também em 2004, a rejeição de Iris era superior a 30%, enquanto hoje não chega nem a 10%. <BR><BR>Na eleição municipal passada, o PMDB não tinha nenhum candidato em Aparecida de Goiânia. Iris tinha dificuldade de alcançar os eleitores que votavam em Goiânia e moravam em Aparecida. Hoje, Iris tem Maguito Vilela na cidade vizinha, candidato que lidera as pesquisas com folga. </P>
<P>A chapa de vereadores do PMDB em 2004 era risível, mais fraca do que a de muitos partidos nanicos - tanto que só elegeu dois nomes: Abdiel e Paulo Cézar Martins. Em outubro, a chapa de vereadores do PMDB deve eleger, no mínimo, cinco nomes.&nbsp;&nbsp; </P>
<P>Tudo isso expõe paradoxos: </P>
<P>1) Quanto mais Iris se fortalece, mais a base do governador se fragmenta; </P>
<P>2) Quanto mais o PMDB fica forte em Aparecida, mais os aliados se desentendem; </P>
<P>3) Quanto mais Iris antecipa a campanha eleitoral, mais os aliados a adiam; </P>
<P>4) Quanto mais a vitória de Iris se torna fácil, menos os adversários o criticam.</P>
<P>Em resumo: dez anos depois da derrota de 1998, Iris consegue retomar o espaço perdido no imaginário do eleitor. </P>
<P>E justamente com a ajuda de quem menos se esperava: dos adversários que o derrotaram em 1998. Será que eles (os adversários de Iris) se dão conta disso? E qual resposta a essa pergunta seria pior? Sim ou não?</P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=766]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2008-06-07 17:55:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Band-aid para tratar fratura exposta]]></title>
<description><![CDATA[<P>Quero chamar atenção para&nbsp;um detalhado estudo sobre a questão da construção do viaduto da T-63 com a avenida 85. A dica é do blogueiro Marcus Fidélis.</P>
<P>Vamos aos links:</P>
<P><STRONG>1)</STRONG> Histórico do Projeto do Viaduto e Trincheira na Praça do Chafariz até o protocolo da representação no MP - <A href="http://docs.google.com/Doc?docid=dg9wqmjt_3d3kg7qc9&amp;hl=en">Clique aqui</A>.</P>
<P><STRONG>2)</STRONG> Histórico após o protocolo da representação - <A href="http://docs.google.com/View?docid=dg9wqmjt_4rx3v2gdr">Clique aqui</A>.</P>
<P><STRONG>3)</STRONG> Pasta com documentos: representação, anexos, abertura do inquérito pelo MP, recomendações do MP ao Dermu/Compav, SMO e ata da audiência realizada no MP em 16 de maio - <A href="http://www.4shared.com/dir/6721456/33a9e2a8/representao_viaduto.html">Clique aqui</A>.</P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=764]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2008-06-03 19:42:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[O tom do blog]]></title>
<description><![CDATA[<P>Alguns leitores reclamam que o tom deste blog está "elevado" contra Iris Rezende. </P>
<P>O tom já esteve "elevado" contra Marconi Perillo, contra Demóstenes Torres, contra Alcides Rodrigues, contra Pedro Wilson e contra outros políticos. Então, Iris não é o único escolhido. </P>
<P>Quando Iris foi elogiado, ninguém reclamou. Quando o tom foi elevado contra os outros, ninguém abriu a boca.</P>
<P>Resumo: Iris voltou mesmo a ser o que era nos anos 80. Unanimidade. Atacá-lo é, de novo, blasfêmia. </P>
<P>A gestão Iris é, sim, amadora. É centralizadora e autoritária. É só enumerar suas práticas políticas (todas narcisistas) e analisar uma a uma. <A href="http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=539">Aqui já se falou sobre isso</A>: ele é tão coronel quanto Marconi Perillo.</P>
<P>Quanto ao amadorismo, Pedro Wilson e Nion também eram tão amadores quanto Iris. O amadorismo de Nion era tanto que fez aquela aberração chamada avenida Cora Coralina, que mais parece pista de automobilismo. </P>
<P>Pedro Wilson, então, nem se fala. Até a nomeação dos secretários, em sua posse, foi amadora. O pior de Pedro, no entanto, foi sua omissão. Ele não tomou decisões em questões cruciais para a cidade.</P>
<P>Voltando ao atual prefeito, em vez de resolver o problema do trânsito, Iris o piora. Depois da trincheira da Praça do Ratinho, leva adiante uma obra pra lá de questionável no cruzamento da 85 com a T-63, sem o planejamento necessário.</P>
<P>Iris racha praças no meio (igual Nion fazia), levando a cidade a ser cada vez mais feita para carros - e não para pedestres. </P>
<P>O urbanismo hoje - no mundo todo - condena viadutos (Paulo Maluf arrebentou São Paulo com eles) e manda priorizar o transporte público e os pedestres. </P>
<P>Iris só faz maquiagem no transporte público e leva adiante seu projeto de encher a cidade de viadutos e trincheiras. As calçadas estão cada vez mais estreitas e, as ruas, cada vez mais largas.</P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=762]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2008-06-03 17:56:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Sua excelência, o fato]]></title>
<description><![CDATA[<P><EM>Por Fleurymar de Souza</EM> </P>
<P>Quem sabe a hora certa do veredicto é quem manda. Quem manda é ele. Quem tem autonomia de vôo e tem responsabilidade ímpar no processo é ele. Ocorre que, sua excelência, o fato, está conclamando a imediata intervenção. </P>
<P>O quase consenso em torno da hipotética candidatura de Demóstenes Torres à Prefeitura vai se impondo. O governador Alcides Rodrigues está vendo o tempo se esvair.</P>
<P>Bater o martelo por um corifeu do DEM é o mesmo que dizer ao presidente Lula que dispensa seu apoio, financeiro principalmente. Definir-se pela candidatura do PP é pedir aos militantes do PSDB para cruzarem os braços, facilitando o trabalho de Íris na campanha.</P>
<P>Optar por Barbosa Neto é se atirar no escuro. Barbosa tem perspectiva política a médio e longo prazos, por isso faz do pragmatismo sua mais notória marca de militante independente. </P>
<P>Não é preciso lembrar que eleição municipal é prenúncio de bons trampolins para as acomodações das disputas de 2010.</P>
<P>Ter em mãos o segundo maior orçamento do Estado é garantia de extraordinário cacife para o jogo das composições em eleições majoritárias. E elas estão chegando. </P>
<P>Traduzindo: o governador tem um descomunal abacaxi nas mãos. Não vai poder segurá-lo por muito tempo. Até pelo seu excepcional peso.</P>
<P>Leia mais <A href="http://www.fleurymar.blogspot.com">clicando aqui</A>.</P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=765]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2008-06-03 17:25:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Demóstenes Torres não é fator de união. Na base aliada, ninguém é]]></title>
<description><![CDATA[<P><EM>Por Vassil Oliveira</EM></P>
<P>O maior adversário do senador Demóstenes Torres (DEM), caso saia candidato a prefeito de Goiânia, será inicialmente a própria aliança que o lançará, e não o prefeito Iris Rezende (PMDB).</P>
<P>Demóstenes faz o que se espera em uma articulação do tipo: aceita entrar no jogo, mas exige garantias, que, ao que parece, estão sendo dadas.</P>
<P>Mesmo assim, ele mostra reservas, que é uma espécie de segundo passo, para assegurar o acordo que por ventura por fechado para sua candidatura.</P>
<P>O problema na base aliada é que ninguém hoje é confiável para ninguém.</P>
<P>O que quer dizer que Demóstenes, que mostra desconfiança estratégica, também não é confiável para quem quer que seja, marconistas ou alcidistas.</P>
<P>Ele não é unanimidade, e, não sendo, está longe de ser fator de unidade.</P>
<P>Em bom goianês: Demóstenes não junta tanto quanto se espera que ele vá juntar.</P>
<P>Nem no amor, nem na dor.</P>
<P>Por isso corre o risco de ser lançado como candidato para salvar a base, mas não levar apoio conjunto de todos os aliados.</P>
<P>Como candidato, eis o tamanho da costura que ele terá pela frente logo de saída.</P>
<P>Leia mais no blog do Vassil <A href="http://www.vassil.com.br/">clicando aqui</A>.&nbsp;</P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=763]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2008-06-03 17:22:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Problema de drenagem pode comprometer obra de viaduto]]></title>
<description><![CDATA[<P><STRONG>Prefeito Iris Rezende mandou obra começar sem discussão prévia e sem apresentação de estudos transparentes de impacto ambiental </STRONG></P>
<P><STRONG>Existência de lençol freático obriga Secretaria de Obras a alterar projeto para dar vazão à àgua. Idéia é fazer escoamento para o Vaca Brava. Mas especialistas condenam</STRONG></P>
<P><STRONG>Relatório que embasa denúncia alerta para a possibilidade de desmoronamento na região</STRONG><BR><EM><BR></EM><EM>Carla Borges<BR>Em O Popular</EM></P>
<P>Problemas com a drenagem da água das chuvas e o lençol freático superficial, que pode aflorar com as escavações para a construção da trincheira na Praça do Chafariz, no cruzamento das Avenidas 85 e T-63, no Setor Bueno, em Goiânia, podem comprometer o cronograma de execução da obra, fixado inicialmente em cinco meses, encarecer o projeto, orçado em R$ 18 milhões, ou até inviabilizar sua construção da forma planejada. A questão foi levantada em uma denúncia recebida pela Câmara Municipal, à qual O POPULAR teve acesso. Os riscos são confirmados por especialistas ouvidos pela reportagem.</P>
<P>O relatório que embasou a denúncia - cujo denunciante foi mantido no anonimato pelos vereadores da Comissão Especial de Inquérito (CEI) que investiga irregularidades no funcionamento de escolas particulares e empreendimentos de grande impacto - mostra que a região já tem sérios problemas de drenagem e aponta a inviabilidade de escoamento desse grande volume de água para o Córrego Areião, em um ponto próximo à sede da Polícia Federal, e também para o Vaca Brava, porque ele está saturado com o volume já recebido.</P>
<P>Leia a matéria completa <A href="http://www.opopular.com.br/anteriores/03jun2008/cidades/1.htm">clicando aqui</A>.</P>
<P><STRONG>Observação minha: a matéria mostra o quanto o prefeito Iris Rezende é voluntarista e amador na gestão de Goiânia. Não há estudos prévios, não há planejamento. Tudo é feito no improviso. A falta de profissionalismo é de impressionar. Mais impressionante ainda é Iris ter a popularidade que tem. </STRONG></P>
<P><STRONG>E mais:&nbsp;enquanto o mundo inteiro derruba viadutos (porque eles são obras feitas para carros - e não para pedestres), nós estamos erguendo o segundo em menos de um ano.&nbsp;Goiânia está&nbsp;na contramão do mundo.</STRONG></P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=760]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2008-06-03 05:18:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Não, Iris, a qualquer preço não!]]></title>
<description><![CDATA[<P></P>
<P><EM>Por Afonso Lopes</EM></P>
<P>Estou assustado.</P>
<P>Muito assustado.</P>
<P>Consta que a Secretaria da Fiscalização virou moeda de troca, Trocado, mesmo, nota de mil réis, que nem circula mais.</P>
<P>Sai um equivocado, entra um outro. O partido é mantido no feudo. O PRTB é quem manda no pedaço.</P>
<P>Assim, definitivamente, não. </P>
<P>Sabe por quê, Iris, porque se joga fora a dignidade da sua administração. Na lata do lixo.</P>
<P>Publicamente, digo que repensarei meu voto. Se você, Iris, é refém político de um partido pequeno como esse, que é o PRTB, ao ponto de lhe conceder um feudo dentro da Prefeitura de Goiânia, então, tenho mais é que pensar em outro candidato. Qualquer outro.</P>
<P>Não fique assustado e nem pense que meu voto vai te derrotar. Só não me peça a conivência do meu voto. Não assim. Não com esse propósito.</P>
<P>É claro que eu, pouco mais que tantos outros - e como já velho analista político que sou – sei das necessidades imperiosas das múltiplas alianças políticas. Mas não nesse sentido. Não a esse ponto.</P>
<P>Devolver a Secretaria a um partido que não a dignificou é se expor.</P>
<P>Isso é perder a autoridade. Ou ser prepotente ao lidar com ela.</P>
<P>Pode não ser o fim, mas é o princípio.</P>
<P>Leia mais no blog de Afonso Lopes <A href="http://afonsolopes.blog.uol.com.br">clicando aqui</A>.</P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=761]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2008-06-03 05:06:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Goiás infame]]></title>
<description><![CDATA[<STRONG></STRONG>
<P><EM>Por Juca Kfouri</EM></P>
<P>O que o Goiás fez com Romerito, e com o Sport, está abaixo da crítica.</P>
<P>Não permitir que ele fique mais 10 dias no clube pernambucano para disputar a decisão da Copa do Brasil é inqualificável.</P>
<P>Porque revela nenhuma solidariedade com um clube que luta a mesma luta que o Goiás luta.</P>
<P>E porque&nbsp;deixa um profissional seu tão insatisfeito que certamente não terá boa seqüência em Goiânia.</P>
<P>Se o Goiás cair haverá frevo rubro-negro no Recife.</P>
<P>E com razão.</P>
<P>Leia mais <A href="http://blogdojuca.blog.uol.com.br/index.html">aqui</A> no blog de Juca Kfouri</P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=759]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2008-06-02 02:39:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Maguito só perde se errar muito]]></title>
<description><![CDATA[<P><STRONG>Se eleição fosse hoje, peemedebista venceria com larga vantagem, sem necessidade de segundo turno, eleição em Aparecida de Goiânia</STRONG></P>
<P>Em 2002 e 2006 Maguito Vilela (PMDB) começou a campanha para governador na liderança de todas as pesquisas. No fim, acabou perdendo a disputa de 2002 para o tucano Marconi Perillo (sem segundo turno) e de 2006 para o pepista Alcides Rodrigues (no segundo turno). </P>
<P>Agora, em Aparecida de Goiânia, novamente o peemedebista é líder absoluto na primeira pesquisa Tribuna do Planalto/ Rádio 730/Grupom sobre a sucessão na cidade. Vai muito bem no levantamento espontâneo, dá goleada na estimulada e fará campanha contra um prefeito que tem rejeição altíssima. <BR><BR>Maguito só tem ondas a seu favor. Algumas delas:&nbsp;<BR>* Na pesquisa espontânea, Maguito tem 31,8% contra 4,7% do segundo colocado, que é o candidato à reeleição José Macedo (PR). Ou seja: seu nome já está bem consolidado no imaginário do eleitor aparecidense;</P>
<P>* No cenário da pesquisa estimulada que tem oito candidatos (desses oito, pelo menos quatro não devem ser candidatos), Maguito tem 53,2% das intenções de voto contra 10,7% do segundo colocado, o vice-governador Ademir Menezes (PR);</P>
<P>* A rejeição do principal adversário é altíssima. 39,8% dos eleitores dizem que jamais votariam em José Macedo;</P>
<P>* O grupo político do vice-governador Ademir Menezes vive sua maior crise; </P>
<P>* Maguito já provou que tem votos na cidade, tanto que foi campeão de votos em Aparecida nos dois turnos da eleição passada para governador.</P>
<P>Além desses fatores, Maguito também não deve contar com nenhum fator-surpresa. A julgar pelos pré-candidatos já lançados, todos são bem conhecidos na cidade. </P>
<P>Ademir, Macedo e Ozair José estão bastante firmes na memória do eleitor. Ademir já foi prefeito, Macedo é o atual prefeito e Ozair já disputou várias eleições na cidade. Ou seja: se esses nomes têm índices baixos na pesquisa, a razão é a rejeição alta de cada um - e não o fato de serem desconhecidos. </P>
<P>O grupo político de Ademir Menezes também não dá sinais de que quer sair da crise. </P>
<P>A desunião no grupo só aumentou com a impopularidade de José Macedo. Marlúcio Pereira não fala mais a mesma língua do prefeito e o PSDB não ajuda em nada, apenas ameaça lançar Daniel Goulart, nome que, por sinal, é sempre laterna nos cenários pesquisados. </P>
<P>A maior prova de que o eleitor aparecidense está enfadado com o grupo de Ademir Menezes é o cenário da pesquisa em que Maguito não é colocado como candidato. Nesse cenário, espantosos 39,1% não votariam em ninguém, sem contar os 5% que rejeitam todos. </P>
<P>O candidato líder nas pesquisas seria Ozair José, com 20,9% dos votos. Ou seja: nem assim o grupo de Ademir Menezes assumiria a dianteira.<BR><BR>A situação de Macedo é tão crítica que 67,2% têm uma visão negativa dele, enquanto só 32,8% têm uma visão positiva. A pesquisa Grupom mostra também que 43,5% se sentem decepcionados com o atual prefeito e apenas 24,4% o aprovam. Em situações assim, manuais de marketing político sempre recomendam que o prefeito não seja candidato à reeleição, até para não ter de encerrar a carreira prematuramente.<BR><BR>Macedo (e todos os outros candidatos) perdem para Maguito em qualquer fatia do eleitorado, seja ele homem, mulher, jovem, velho, muito ou pouco escolarizado, morador de qualquer região. Para o azar de Macedo, a rejeição de Maguito é&nbsp;a menor de todas: só 10,2% dos eleitores dizem que nunca votariam nele. <BR><BR>Se a eleição fosse hoje, a pesquisa Grupom aponta que, em qualquer cenário estimulado, Maguito seria eleito com folga - sempre sem necessidade do segundo turno. </P>
<P>Nos cenários projetados de segundo turno, Maguito teria no mínimo 53 pontos porcentuais de frente para o segundo colocado. No caso de Macedo ir para um eventual segundo turno contra Maguito, a diferença seria de 56,2 pontos porcentuais a favor do peemedebista.</P>
<P>A liderança de Maguito é tão folgada que é possível projetar que, se ele errar bastante, ainda assim deve ser eleito prefeito de Aparecida. </P>
<P>Só deve perder a eleição se cometer erros gravíssimos, um atrás do outro. É uma situação semelhante a de Iris Rezende (PMDB), que tenta a reeleição em Goiânia.</P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=756]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2008-06-01 03:40:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Rubens Otoni candidatíssimo]]></title>
<description><![CDATA[<P>O deputado federal Rubens Otoni (PT) diz que não quer, mas está maluco para disputar a prefeitura de Anápolis mais uma vez.</P>
<P>Até segunda ordem ele está, portanto, candidato. </P>
<P>Seu projeto vai além de Anápolis. </P>
<P>Sendo eleito prefeito, torna-se a liderança principal do PT no Estado, enterrando de vez Pedro Wilson e Marina Sant'Anna. </P>
<P>Sendo a liderança principal no Estado, pode até ser candidato a governador em 2010 - ou ser peça decisiva numa candidatura de Henrique Meirelles.</P>
<P>E se perder a eleição de Anápolis&nbsp;mais uma vez? Não estará perdendo nada. Continuará forte no imaginário do eleitor anapolino e seguirá com seu mandato de deputado federal.</P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=757]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2008-05-31 21:54:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Demóstenes aberto ao diálogo]]></title>
<description><![CDATA[<P><EM>Por Afonso Lopes</EM></P>
<P>O senador Demóstenes Torres balança.</P>
<P>Como o desespero para encontrar um candidato pela base aliada é grande, Demóstenes sente que as atenções estão se voltando para ele.</P>
<P>Até porque todos os demais (Barbosa Neto, Sandes Júnior e Raquel Teixeira) foram derrotados por Iris antes mesmo da campanha começar.</P>
<P>Os caciques acreditam agora que somente Demóstenes poderá dar algum aperto para Iris.</P>
<P>Ah, sim, o senador não está doido de vontade de disputar a eleição. Então, sua lista de exigências não será pequena.</P>
<P>Leia mais no novo&nbsp;blog de Afonso Lopes <A href="http://afonsolopes.blog.uol.com.br/">clicando aqui</A>.</P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=758]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2008-05-31 21:01:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Pedro deixa de ser pedra anti-PMDB]]></title>
<description><![CDATA[<P><EM>Por Vassil Oliveira</EM></P>
<P>Domingo o PT deve escolher o vice de Iris Rezende (PMDB). O nome mais forte continua sendo o de Paulo Garcia. </P>
<P>Na semana passada, um bom indicativo para a ala pró-Iris: o deputado federal Pedro Wilson, resistente à aliança, participou de audiência pública do PMDB no Jardim Nova Esperança. Lá, discursou, riu e ouviu um gaiato pedindo-lhe para ser vice de Iris (apenas sorriu). Tudo ao lado da deputada federal Iris Araújo e do secretário irista Thiago Peixoto. </P>
<P>Pedro só foi embora no final do evento, coisa que normalmente não faz. Do PT, com ele, estava o pró-irista vereador Carlos Soares, que aplaudiu tudo em respeitoso silêncio.</P>
<P>Leia&nbsp;a coluna inteira de Vassil <A href="http://www.tribunadoplanalto.com.br/modules.php?name=News&amp;file=article&amp;sid=5614&amp;mode=thread&amp;order=0&amp;thold=0">clicando aqui</A>.</P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=755]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2008-05-31 17:44:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[O prêmio ridículo de Iris]]></title>
<description><![CDATA[<P>O prêmio que o prefeito de Goiânia, Iris Rezende (PMDB), foi receber é, no mínimo, questionável.</P>
<P>Goiânia campeã em qualidade de vida? Que critérios foram usados?</P>
<P>Como pode ser uma cidade campeã de qualidade de vida se estamos entre as cidades brasileiras líderes em casos de dengue?</P>
<P>E o trânsito infernal (inferno causado pela má-gestão da prefeitura e pelos motoristas)? </P>
<P>E o ar altamente pesado e&nbsp;poluído, também conseqüência do trânsito?</P>
<P>E o abandono do Centro de Goiânia?</P>
<P>E o transporte coletivo, que é seguramente um dos piores do Brasil, como inclusive atestam os usuários? E as filas nos hospitais, o sucateamento das escolas?</P>
<P>Sem contar o desrespeito aos direitos humanos, a violência policial, os 18 casos de assassinatos e desaparecimentos atribuídos a policiais militares de Goiás nos últimos sete anos. Tudo isso denunciado à ONU.</P>
<P>Goiânia pode ter muitas qualidades, mas está longe de ser minimamente boa em qualidade de vida.</P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=754]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2008-05-30 00:45:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Boadyr deveria estar preso - e não morto]]></title>
<description><![CDATA[<P><STRONG>Ex-prefeito da cidade de Goiás, Boadyr foi condenado por estupro continuado de sete crianças e por favorecer a prostituição de menores. </STRONG></P>
<P><STRONG>Seus crimes estão no mesmo patamar dos cometidos por&nbsp;Sílvia Calabresi e de quem matou Isabela Nardoni e João Hélio Fernandes.</STRONG></P>
<P><STRONG>Só não é candidato a prefeito novamente (com apoio de Alcides Rodrigues) porque morreu</STRONG> </P>
<P>O assassinato do ex-prefeito de Goiás Boadyr Veloso (PP) é lamentável.</P>
<P>Lamento o fim de sua vida porque ele deveria estar preso - e não morto. Preso pelos próximos 30 anos, como manda o código penal.</P>
<P>A gravidade dos crimes cometidos por Boadyr é imensurável. No mínimo, está no mesmo patamar de Sílvia Calabresi e de quem matou Isabela Nardoni e João Hélio Fernandes.</P>
<P>Só que Boadyr andou livremente pelas ruas até morrer. Não foram poucas as pessoas na cidade de Goiás que continuaram convidando-o para um café em suas casas.</P>
<P>O crime de Boadyr? Três anos antes de ser eleito prefeito, em 1997, Boadyr foi preso em flagrante com uma menor e uma mulher adulta num motel de Goiânia. </P>
<P>O prefeito se defendeu cinicamente, dizendo "que estava no motel discutindo política". Boadyr foi condenado por estupro continuado (de sete crianças) e por favorecer a prostituição de menores. </P>
<P>Como o arcaico Código Penal brasileiro diz que o processo é extinto se a menor vítima de abuso se casar e não entrar na justiça, Boadyr não foi preso. </P>
<P>Detalhe: as sete menores que foram vítimas de Boadyr se casaram em 48 horas e - coincidentemente - no mesmo cartório. </P>
<P>Boadyr se safou. Infelizmente morreu. Deveria, repito, estar preso.</P>
<P>O governador Alcides Rodrigues e seu secretário Roberto Balestra, ambos do PP, estavam articulando a candidatura a prefeito de Boadyr na cidade de Goiás (este blog comentou o assunto&nbsp;em fevereiro&nbsp;- <A href="http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=678">clique aqui e releia</A>).</P>
<P>Mesmo dando total apoio para alguém condenado por estupro de menores, Alcides e Balestra também ficam impunes. E são dois dos homens mais poderosos do Estado. Só perdem para Jorcelino Braga.</P>
<P>Goiás é um Estado sério?</P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=753]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2008-05-29 03:28:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Se lançar Sandes, Alcides ajuda Iris]]></title>
<description><![CDATA[<STRONG></STRONG>
<P>Uma certeza povoa a cabeça de alguns palacianos. A tese é polêmica, mas faz sentido. É assim: se o Palácio das Esmeraldas resolver apoiar a candidatura de Sandes Júnior (PP) à prefeitura de Goiânia, é porque o governador Alcides Rodrigues (PP) já fechou apoio branco a Iris Rezende (PMDB). <BR><BR>Afinal, Sandes é um dos poucos candidatos que, pode-se dizer, tem chances quase iguais a zero na eleição de Goiânia. </P>
<P>Em 2004, quando Iris era menos forte e o PT tinha candidato (Pedro Wilson), Sandes não passou de um terceiro lugar, só perdendo votos ao longo da campanha. E pior: ainda virou objeto de chacota. </P>
<P>Terminada a campanha, a única certeza para 2008 é que Sandes não conseguiria ser candidato outra vez.<BR><BR>É lógico que um fato novo - a favor de Sandes, claro - poderia mudar o cenário. </P>
<P>No entanto, nenhum fato - muito menos novo - ocorreu. </P>
<P>Se a pré-campanha de 2004 sempre colocou Sandes no páreo como um dos favoritos, a pré-campanha de agora simplesmente o ignora. </P>
<P>A candidatura dele, se confirmada, será apenas uma resposta protocolar do PP e do Palácio das Esmeraldas ao eleitorado e aos aliados.<BR><BR>Para quem considera um apoio indireto de Alcides a Iris uma obra de ficção, basta analisar as outras alternativas para o lançamento de uma candidatura deste tipo. </P>
<P>Vamos a elas: </P>
<P>1) Alcides lançaria Sandes porque é ingênuo e acredita piamente na vitória dele; </P>
<P>2) Alcides não está nem um pouco interessado na sucessão de Goiânia. <BR><BR>Apostar na ingenuidade de Alcides é, isso sim, uma ingenuidade. Ninguém vence uma eleição para governador sem um pouco de malícia. Então, hipótese descartada. </P>
<P>Já a idéia dele não estar interessado na eleição de Goiânia também não combina com o perfil de um político. Qual governador não gostaria de por um aliado na prefeitura de sua capital? Todos, provavelmente. </P>
<P>Daí que, se Alcides não se importa com a reeleição de Iris, é porque considera o peemedebista, no mínimo, um quase-aliado. <BR><BR>E por que não apoiar logo Iris? Lançando Sandes, Alcides fica bem com o PP, com seus aliados e sua base eleitoral. Afinal, um apoio direto a Iris seria polêmico e racharia os partidos aliados. </P>
<P>E mais: se apóia Iris declaradamente, Alcides estará dando corda para Marconi Perillo incendiar a base contra a aliança PP-PMDB. </P>
<P>Lançando um candidato - mesmo que seja para perder -, acaba por dar uma satisfação ao seu partido e aos aliados.</P>
<P>Se Alcides quisesse mesmo derrotar Iris Rezende, ele teria assumido as rédeas da coordenação da campanha ainda em 2007. Teria reunido os pré-candidatos no Palácio das Esmeraldas várias vezes e, no fim, encaminharia um consenso em torno de um nome. </P>
<P>Com o candidato indefinido até agora (faltando menos de dois meses para o início da campanha), qualquer nome escolhido terá chances menores do que se fosse escolhido ano passado. </P>
<P>Iris, o suposto adversário, não é qualquer um. Está com a maior popularidade de um prefeito em Goiânia desde a redemocratização. Não é, portanto, Sandes Júnior (que seria escolhido a poucos dias do início da campanha) que provocaria uma reviravolta no cenário. <BR><BR>Por fim, uma triste constatação. O fato de Alcides não ter encaminhado o processo eleitoral de Goiânia mostra o quão frágil é o jeito de se fazer política no Estado. </P>
<P>Afinal, mesmo sem Alcides, a base (ou o que sobrou dela) poderia ter se reunido e tocado o processo. Nada disso aconteceu. </P>
<P>A política goiana é recheada de gente acostumada a receber tudo de cima pra baixo, a seguir ordens, a falar amém para o governador. </P>
<P>Historicamente, em Goiás, o governador sempre dita o ritmo e rumo do processo eleitoral. Como não houve (e não há) ordens superiores, o processo eleitoral só existe, por ora,&nbsp;no PMDB. Para o resto, não há nem idéia de quando vai começar.</P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=752]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2008-05-24 19:01:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Frei Valdair é o fantasma de Otoni]]></title>
<description><![CDATA[<P><STRONG>Em Anápolis, situação de&nbsp;Rubens Otoni (PT) é boa, mas candidato do PTB assusta</STRONG></P>
<P>Em princípio, o cenário da eleição de Anápolis em 2008 parece ser semelhante ao das duas eleições anteriores, quando Rubens Otoni (PT) saiu na frente nas pesquisas e lutou, durante a campanha, contra o anti-petismo de Anápolis. Em 2004, Pedro Sahium (PSB) acabou sendo reeleito. Em 2000, foi Ernani de Paula (então no PPS) que venceu. Nas duas eleições, Onaide Santillo (PMDB) largou bem, mas foi perdendo fôlego ao longo da campanha.<BR><BR>De fato há semelhanças, mas há também diferenças significativas. </P>
<P>No campo das semelhanças, quem pode ser o Ernani (ou o Pedro Sahium) da vez é Frei Valdair (PTB). Sua candidatura aparece bem na primeira pesquisa Grupom sobre a sucessão em Anápolis, divulgada nesta edição da Tribuna do Planalto. </P>
<P>Em um cenário estimulado com 13 candidatos, figura em segundo lugar, com 19,4%, em empate com Onaide Santillo (PMDB), que tem 19,2%. O líder é Rubens Otoni, com 23,4%. <BR><BR>Frei Valdair, o mais provável anti-Otoni da vez, não é bem uma novidade. Quatro anos atrás, quando foi candidato pelo PFL (hoje DEM), quase tirou Rubens Otoni do segundo turno. </P>
<P>Crescendo bastante na última semana, ele obteve 21% dos votos, apenas 5 pontos porcentuais a menos que o petista. <BR><BR>Agora, em 2008, o grande ponto forte de Frei Valdair é ser pouco rejeitado. </P>
<P>Como o PMDB não deve lançar Onaide para indicar o vice de Otoni (mesmo que isso não aconteça, Onaide não costuma mesmo ter fôlego para crescer), o único candidato forte que sobra para enfrentar Otoni é o petebista. </P>
<P>No cenário em que Onaide não é candidata, Rubens Otoni vai a 34,3%, enquanto Frei Valdair sobe para 27,6%. O candidato mais próximo dos dois é Ridoval Chiareloto (PSDB), com 9% das intenções de voto. </P>
<P><STRONG>Anti-petismo?</STRONG><BR>Apesar de já ter perdido a eleição em Anápolis por três vezes, a situação de Otoni nunca esteve tão boa. </P>
<P>É verdade que Anápolis sempre teve um sentimento anti-PT muito forte. </P>
<P>Tanto que, em 2002 e 2006, a cidade foi uma das poucas de Goiás que em que José Serra (2002) e Geraldo Alckmin (2006) derrotaram Lula no primeiro e segundo turnos. </P>
<P>Agora, a situação é um pouco diferente. Na mesma pesquisa Grupom, 64,9% dos anapolinos aprovam o presidente Lula, sendo que 50,2% dos eleitores consideram sua administração "boa", enquanto apenas 10% acham "péssima" e 9% classificam como "ruim".</P>
<P>Otoni também pode contar com uma situação inédita: o apoio do PMDB. Bem ou mal, é um partido que vai agregar mais peso à sua campanha. </P>
<P>Enquanto ele terá o PT e o PMDB ao seu lado, Frei Valdair tem por enquanto apenas o PTB, partido de pouca estrutura na cidade. <BR><BR>A chance de Valdair ganhar estrutura é conseguir o apoio de PSDB ou PP. Principalmente o PP, partido do governador Alcides Rodrigues. </P>
<P>A pesquisa Grupom traz um dado bastante relevante: 62,4% dos eleitores dizem que "um prefeito do mesmo grupo político do governador é o melhor para Anápolis". Sem precipitações, esse número mostra duas tendências: </P>
<P>1) O eleitor anapolino é mesmo pró-governador, seja ele qual for, diferentemente de outras cidades do Estado; </P>
<P>2) O eleitor de Anápolis está cansado de prefeitos que entram em "guerra" com o governo do Estado, como foi o caso de Ernani de Paula e, um pouco menos, de Pedro Sahium. <BR><BR>A eleição de Anápolis, como sempre, se mostra indefinida. </P>
<P>O PMDB terá de mostrar que consegue domar Onaide e Frederico Jayme. </P>
<P>No PT, o desafio é não deixar Otoni morrer na praia novamente, como sempre aconteceu. </P>
<P>Frei Valdair terá de se preocupar em ganhar estrutura, para não perder fôlego ao longo da campanha eleitoral. </P>
<P>Já Ridoval Chiareloto precisa, antes de mais nada, do engajamento de seu partido. Apesar de o senador Marconi Perillo ser popular em Anápolis, essa popularidade ainda está longe de ser transferida para Chiareloto.</P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=751]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2008-05-24 10:57:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Os pré-julgadores]]></title>
<description><![CDATA[<P>No texto desse blog que reproduz a matéria da revista Época, o leitor do blog Aparecido de Carvalho deixou o seguinte comentário:<BR><EM>"Os pré-julgadores do senador Marconi Perillo devem ser gênios jurídicos, para condenarem-no antes mesmo de o Poder Judiciário se manifestar de forma oficial e definitiva. Professores universitários de Direito e juristas isentos, são muito claros ao dizer que não há nenhum crime na conduta do senador Marconi, mas uma tentativa de usar uma investigação e denúncia, como prova de crime que, provavelmente, não será aceita pelo Supremo Tribunal Federal. Resumo da ópera: antes de alguns asnos soltarem seus urros publicamente, é necessário que tenham o mínimo de conhecimento do assunto, para não acharem apenas seus iguais para roçar-lhes a pele."</EM></P>
<P>A pergunta (minha): quem é que já pré-julgou o senador Marconi Perillo? </P>
<P>Que eu tenha visto, ninguém, principalmente na imprensa goiana. </P>
<P>Ao contrário: Marconi anda tendo (com justiça) muito espaço para se defender.</P>
<P>Mas não dá - não dá mesmo - para esconder uma denúncia feita pelo procurador-geral da República, Antonio Fernando Souza.&nbsp; </P>
<P>E o que não dá também é ver Marconi Perillo dizendo-se perseguido pelo governo federal por ter convocado a ministra Dilma Roussef. </P>
<P>Até porque as gravações telefônicas até agora reveladas pela Polícia Federal são de 2006, quando nem havia denúncias contra a Dilma. E Marconi nem era ainda senador...</P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=750]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2008-05-21 01:00:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Psol vai denunciar Marconi Perillo ao Conselho de Ética do Senado]]></title>
<description><![CDATA[<DIV align=left><STRONG>Assessoria do senador, acusado de tráfico de influência, diz que ele apenas "defendia uma causa pública” e que, se necessário, faria tudo de novo</STRONG></DIV>
<P align=left>Eduardo Militão<BR><A href="http://congressoemfoco.ig.com.br/Noticia.aspx?id=22372">Do Congresso em Foco</A></P>
<P align=left>O Psol vai fazer mais uma representação contra um parlamentar nos próximos dias. O partido vai denunciar o senador Marconi Perillo (PSDB-GO) ao Conselho de Ética do Senado por conta dos grampos telefônicos em que ele é flagrado pedindo para uma desembargadora negar liminar que contrariava os interesses de um município controlado por seu aliado. A liminar foi negada pela magistrada, conforme pediu o tucano.</P>
<P align=left>O deputado Chico Alencar (Psol-RJ) justifica por que sua legenda vai representar contra Marconi Perillo e contra o deputado Paulinho da Força (PDT-SP), citado em grampos da Operação Santa Tereza, da Polícia Federal. “São situações muito graves e o partido tem a obrigação de fazer as representações”, afirmou ele ao Congresso em Foco, na noite de ontem (dia 19).</P>
<P align=left>Chico diz que o partido pretende ingressar com a denúncia contra o tucano amanhã (dia 21), juntamente com a denúncia contra Paulinho, mas admite deixar a representação para a semana que vem para embasar melhor a acusação. “Estamos recebendo documentos do Ministério Público sobre o caso dele. A nossa assessoria jurídica está estudando”, afirmou. </P>
<P align=left>O presidente do Conselho de Ética do Senado, senador Leomar Quintanilha (PMDB-TO), não foi localizado pela reportagem, mas seus auxiliares disseram que a pauta do colegiado está livre. “Há apenas documentos, outros expedientes, denúncias anônimas”, comentaram.</P>
<P align=left><STRONG>Prefeito aliado<BR></STRONG>Segundo transcrições de um grampo telefônico feito pela PF e transcrito pela revista <EM>Época</EM>, Perillo telefonou, em dezembro de 2006, para a desembargadora Beatriz Figueiredo Franco. Ele avisa que uma ação contra a prefeitura de Itumbiara, dirigida pelo aliado político José Gomes da Rocha, tinha sido distribuída para o gabinete da magistrada. Antes de explicar, ele é interrompido pela desembargadora, que ontem (dia 19) assumiu o cargo de presidente do Tribunal Regional Eleitoral de Goiás.</P>
<P align=left>“O problema é o seguinte, o interesse é conceder ou negar a liminar? Contra, né?”, questiona Beatriz. “Negar. Negar”, responde Perillo, segundo a transcrição dos diálogos. </P>
<P align=left>A liminar contra o município foi rejeitada depois da conversa. Em jogo, estava uma partilha de impostos que garantiria a Itumbiara uma receita extra de R$ 30 milhões, segundo Época. A Procuradoria Geral da República (PGR) pediu a abertura de inquérito sobre o caso.</P>
<P align=left><STRONG>Só manchetes<BR></STRONG>A assessoria do senador goiano desqualificou a futura representação do partido de Chico Alencar: “O Psol vive dessas denúncias, que rendem notícias e manchetes, mas não prosperam”. Os auxiliares do tucano lembram que os fatos aconteceram antes de o parlamentar assumir seu mandato, o que impediria o Conselho de apurar os fatos. </P>
<P align=left>Os assessores do senador argumentam que a conversa não registra nada de antiético ou de ilegal, como um suposto tráfico de influência. “O senador não pediu para favorecer uma pessoa, mas uma cidade de 70 mil habitantes. Ele estava defendendo uma causa pública. Ele fez isso e vai continuar fazendo.”</P>
<P align=left>A assessoria de Perillo diz que ele não pode ser acusado de tráfico de influência porque a lei diz que isso significa obter vantagens valendo-se dos cargos ocupados. A conversa ocorreu em dezembro de 2006, dois meses depois de ele ter sido eleito senador e quando já estava fora do governo de Goiás. “O Marconi Perillo era um 'ninguém'”, afirmou a assessoria. </P>
<P align=left><A href="http://congressoemfoco.ig.com.br/Noticia.aspx?id=22372">Clique aqui</A> e veja mais no sítio do Congresso em Foco na web</P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=749]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2008-05-20 22:57:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Pingo é letra]]></title>
<description><![CDATA[<P>A direção regional do PSDB de Goiás divulgou nota hoje em que diz que são “corriqueiros” telefonemas do senador Marconi Perillo (desde quando era governador) para a desembargadora Beatriz Figueiredo Franco, sempre fazendo pedidos.</P>
<P>A nota era para apoiar Marconi Perillo, claro, mas acaba provando que as relações entre ambos foram pouco republicanas.</P>
<P>Mas, ao chamar de "corriqueiros", a nota também tem a função de ser uma espécie de "habeas corpus preventivo" contra novas gravações que podem aparecer. </P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=748]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2008-05-19 23:01:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Novas gravações comprometem Marconi]]></title>
<description><![CDATA[<P><STRONG>Procurador-Geral da República investiga se houve tráfico de influência em conversa telefônica entre Marconi Perillo e desembargadora que assume TRE de Goiás. Conversa foi&nbsp;gravada pela Polícia Federal. ÉPOCA teve acesso exclusivo à transcrição do diálogo</STRONG></P>
<P>MATHEUS LEITÃO E RODRIGO RANGEL<BR>Da Revista Época</P>
<P>Semana passada, ÉPOCA trouxe a público uma denúncia do procurador-geral da República, Antonio Fernando Souza, contra o senador Marconi Perillo (PSDB) e o governador de Goiás, Alcides Rodrigues (PP). Num processo que corre em segredo de justiça no Supremo Tribunal Federal, o procurador denunciou a dupla goiana pelos crimes de formação de quadrilha, peculato, caixa dois, exploração da máquina pública na campanha e uso de notas frias e laranjas para fraudar a prestação de contas na eleição de 2006. </P>
<P>Agora, ÉPOCA revela com exclusividade que há mais do que isso na investigação que embasou a peça acusatória. Dentre os documentos enviados ao Ministério Público pela Polícia Federal, há novas gravações telefônicas com potencial de enredar o senador tucano em outros processos. Uma delas, em especial, levou o procurador-geral a pedir abertura de novo inquérito contra Perillo, pelo crime de tráfico de influência. Trata-se de um comprometedor diálogo com a desembargadora Beatriz Figueiredo Franco, do Tribunal de Justiça de Goiás, que nesta sexta-feira (16) assume a presidência do Tribunal Regional Eleitoral do estado e, a partir do posto, vai comandar as eleições goianas deste ano. </P>
<P>Na conversa, Marconi Perillo tenta conduzir uma decisão da desembargadora num processo envolvendo a prefeitura de Itumbiara, município do interior administrado por um aliado seu. A magistrada, escolhida desembargadora pelo próprio Perillo, demonstra presteza. "O interesse é conceder ou negar a liminar?", pergunta Beatriz. Ela se nega a ser tratada com deferência. "Que vossa excelência, o quê", diz. O diálogo foi gravado no final de dezembro de 2006. Marconi havia deixado o governo nove meses antes para se dedicar à campanha ao Senado. A seguir, a conversa: </P>
<P>"DESEMBARGADORA: Alô. <BR>MARCONI: DESEMBARGADORA tudo bem? <BR>MARCONI: Ohh, ta entrando hoje uma rescisória com pedido de liminar, contra a PREFEITURA DE ITUMBIARA. <BR>DESEMBARGADORA: Contra a prefeitura? <BR>MARCONI: É, então ta entrando, e parece que foi distribuído para Vossa Excelência. <BR>DESEMBARGADORA: Que Vossa Excelência o que? O problema é o seguinte, o interesse é conceder ou negar a liminar? Contra né? <BR>MARCONI: Negar. Negar. <BR>DESEMBARGADORA: O problema é que eu tô de férias em janeiro, se foi distribuído hoje, eu vou ligar para o assessor, pois eles estão trabalhando hoje e amanhã. <BR>MARCONI: Já foi distribuído. <BR>DESEMBARGADORA: Pois é, então pegar e negar, porque se não vai pro presidente <BR>MARCONI: A senhora quer anotar o número do processo. <BR>DESEMBARGADORA: Quero.Eu vou ser presidente dessa Câmara, a Segunda Seção Cívil. <BR>MARCONI: Já ta na mão da senhora, já ta distribuído. <BR>DESEMBARGADORA: Pois é, é da Segunda Seção Cível, ou é do Órgão Especial. <BR>MARCONI: Órgão Especial ou Seção Cível? (parece estar perguntando para outra pessoa) <BR>MARCONI: Seção Civil, viu. <BR>DESEMBARGADORA: Ah tá, é melhor, pois é, porque eu que vou ser presidente, mas como eu tô em festa de férias, aí fica sendo o DESEMBARGADOR FELIPE, e aí vai pra ele despachar então. <BR>MARCONI: A senhora tem que resolver hoje. <BR>DESEMBARGADORA: É melhor, é.<BR>MARCONI: A senhora quer anotar o número?" </P>
<P>A proximidade entre a desembargadora e o hoje senador Marconi Perillo vai além do fato dele tê-la nomeado para o cargo. Beatriz Figueiredo é casada com o padrinho de batismo de Perillo, Marcos Laveran, que também foi flagrado nas escutas telefônicas. Antes de passar o telefone para a desembargadora, o padrinho ouviu uma prévia do pedido. Laveran trabalhou como funcionário do gabinete da mulher até a resolução que pôs fim ao nepotismo nas repartições do Judiciário. Na transcrição, o nome dele foi reproduzido pelos agentes federais como Laverã. </P>
<P>"DR. MARCOS LAVERÃ: Tá na mão de quem? <BR>MARCONI: Tá na mão aí. <BR>DR MARCOS LAVERÃ: Oi? <BR>MARCONI: Ta na mão, ta na sua mão aí. Ta nas mãos da desembargadora. <BR>DR MARCOS LAVERÃ: Tá bom. <BR>MARCONI: Você quer anotar o número? <BR>DR MARCOS LAVERÃ: Quero, você quer falar direto com ela ou não? <BR>MARCONI: Ela ta aí perto do Sr? <BR>DR MARCOS LAVERÃ: Tá. <BR>MARCONI: Não eu prefiro... aé, eu falo com ela então. (parece estar meio contrariado) <BR>DR MARCOS LAVERÃ: Não, você que manda. <BR>MARCONI: Não, é porque eu não queria... bom, tudo bem eu falo. <BR>DR MARCOS LAVERÃ: Sabe o que que é? <BR>MARCONI: Ahhh. <BR>DR MARCOS LAVERÃ: Porque hoje não deve ter nada, por que ela vai viajar daqui a pouquinho. <BR>MARCONI: Foi distribuído hoje uma liminar para ela. <BR>DR MARCOS LAVERÃ: Não, então tem que conversar com ela aqui mesmo. <BR>MARCONI: Deixa eu falar com ela então <BR>DR MARCOS LAVERÃ: Por que ela vai viajar daqui a pouco. <BR>MARCONI: Ela vai para onde chefe? <BR>DR MARCOS LAVERÃ: Ela vai pra Aparecida. <BR>MARCONI: Ah então tá bom. </P>
<P>(...) conversa sem interesse para investigação </P>
<P>DR MARCOS LAVERÃ: Eu acho que é melhor conversar com ela agora, porque aí qualquer coisa que precisar ela passa pra mim, eu to aqui junto, aqui." </P>
<P>Itumbiara é um município de 86 mil habitantes localizado no sul de Goiás. A ação rescisória que motivou o pedido de Perillo à desembargadora faz parte de uma intensa guerra judicial travada por mais de 40 municípios goianos, entre eles a capital Goiânia, contra a Prefeitura de Itumbiara. O pano de fundo dessa briga é o rateio da parcela do Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços, o ICMS, distribuído pelo estado aos municípios. Goiânia e as demais prefeituras, dentre as quais a de Montividiu, queriam reverter uma decisão anterior, do próprio Tribunal de Justiça, que havia aumentado o valor da parcela destinada a Itumbiara. </P>
<P>Desde o começo, a tramitação do processo foi turbulenta. Passou por outros gabinetes do tribunal, cujos titulares acabaram afastados do caso por razões processuais. No fim de dezembro de 2006, a ação foi finalmente redistribuída e caiu nas mãos da desembargadora Beatriz. Foi quando Perillo entrou em cena para pedir o "favor". O pedido foi atendido prontamente. Se passaram menos de 48 horas entre a ligação do senador e o despacho da magistrada. Em 28 de dezembro, antes de entrar de férias, ela negou a liminar. Exatamente como solicitou Marconi Perillo. </P>
<P>Não era uma decisão qualquer. Ao negar a liminar, a desembargadora abriu caminho para que Itumbiara continuasse a receber sua parcela extra no rateio do ICMS. Os valores ultrapassam R$ 30 milhões. Parte foi destinada a escritórios particulares de advocacia que defendiam os interesses da prefeitura. </P>
<P>O caso, a exemplo da denúncia revelada por ÉPOCA semana passada, está sob a mesa do ministro Ricardo Lewandowski, do STF. O grampo telefônico feito no telefone celular de Perillo, com autorização judicial, é parte da Operação Voto da Polícia Federal. O procurador-geral da República também pede que Marconi seja investigado por irregularidades na Agência Goiana de Transportes e Obras Públicas (Agetop). A suspeita surgiu, também, das gravações telefônicas feitas pela PF. A missão dos agentes era investigar denúncias de crimes eleitorais supostamente praticados pelo grupo político de Marconi. O tucano, após dois mandatos consecutivos de governador, era candidato ao Senado. E, para sucedê-lo, apoiava o seu vice, Alcides Rodrigues Filho. A alta popularidade de Marconi serviu não apenas para elegê-lo senador como para alçar o inexpressivo Alcides ao comando do estado. A eleição se deu sob inúmeras denúncias de uso da máquina pública em favor da dupla. </P>
<P>A conduta da desembargadora Beatriz Figueiredo também está sob análise do Ministério Público, que examina a possibilidade de pedir o afastamento imediato da magistrada. Procuradores também pretendem processá-la em Brasília perante o Conselho Nacional de Justiça, órgão criado para fazer o chamado controle externo do Poder Judiciário. Para ela, é uma inusitada inversão de papel. Até a cerimônia em que será empossada presidente do TRE de Goiás, nesta sexta, ela comanda a Corregedoria do tribunal. Lá, ironicamente, sua incumbência era justamente fiscalizar a conduta dos juízes eleitorais goianos. </P>
<P>Marconi Perillo não foi localizado para falar sobre o caso. Seu advogado, Antonio Carlos "Kakay" Almeida Castro, disse que o senador está em viagem à África. Castro afirmou que não há na conversa nada que caracterize tráfico de influência. "O senador não fez nada errado. Trata-se de um pedido legítimo feito por um homem público". </P>
<P>ÉPOCA também procurou a desembargadora Beatriz Figueiredo. Na quarta-feira, uma funcionária do gabinete informou que ela atenderia no dia seguinte. Nesta quinta-feira, porém, a mesma funcionária afirmou que magistrada não poderia atender "nem hoje nem amanhã". Marcos Laveran não foi localizado. </P>
<P>Perillo nomeou Beatriz Figueiredo como desembargadora no ano 2000, em vaga destinada a membros do Ministério Público (ela era procuradora de justiça até então). A relação próxima entre os dois, porém, não foi a única a chamar atenção dos agentes federais no curso da apuração. </P>
<P>A explicação para o empenho de Perillo em defesa dos interesses do município de Itumbiara está no tabuleiro da política goiana. Na mesma semana em que telefonou para a desembargadora, Perillo estava terminando de negociar uma aliança com o prefeito da cidade, José Gomes da Rocha. À época, Gomes era filiado ao PMDB, partido de alguns dos maiores rivais do senador tucano em Goiás. Perillo estava empenhado em levá-lo para um dos partidos que compunham seu arco de alianças. Em troca, conforme registraram os jornais locais à época, chegou a prometer ao prefeito a vaga de vice caso venha a concorrer novamente ao governo goiano em 2010. Agora, isso depende dele sobreviver politicamente a mais essa investigação.&nbsp;</P>
<P><A href="http://epoca.globo.com/edic/521/documento1.jpg">Clique aqui</A> e leia trechos da denúncia contra Marconi</P>
<P><A href="http://epoca.globo.com/edic/521/documento2.jpg">Clique aqui</A> e veja como a desembargadora Beatriz Figueiredo negou a liminar, conforme pedido de Perillo </P>
<P><A href="http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EDG83709-6009-521-1,00-NOVAS+GRAVACOES+COMPROMETEM+SENADOR+DE+GO.html">Clique aqui e veja a matéria</A>, que já está no sítio da revista Época na internet</P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=747]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2008-05-15 20:10:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Perillo responderá ao 4º inquérito]]></title>
<description><![CDATA[<DIV id=c>
<P><STRONG>Ex-prefeito de Itapaci acusa&nbsp;Perillo de cobrar propina para liberar verbas</STRONG></P>
<P><STRONG>Perillo poderá ser denunciado por corrupção passiva, cuja pena máxima é de 12 anos de prisão</STRONG></P>
<P><STRONG>Em outro processo federal, revelado pela revista Época, senador também é acusado de formação de quadrilha, peculato, crime eleitoral, fraude contábil e ocultação de provas</STRONG></P>
<P>Felipe Recondo<BR>No Estadão de hoje</P></DIV>
<DIV></DIV>
<DIV>Um novo inquérito no Supremo Tribunal Federal (STF), aberto a pedido do Ministério Público na última quinta-feira, fechou uma semana repleta de problemas para o senador Marconi Perillo (PSDB-GO). Ele agora será investigado pela acusação de ter cobrado propina para ajudar na liberação de recursos do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) para a Prefeitura de Itapaci (GO).<BR><BR>O suposto envolvimento de Perillo data de 1996, quando ele era deputado federal. De acordo com depoimento prestado ao Ministério Público de Goiás, o ex-prefeito de Itapaci Francisco Agra Alencar disse que Perillo o chamou a Brasília e impôs, para que ajudasse a liberar recursos do FNDE, o pagamento de propina equivalente a 20% do valor reservado para a construção de uma escola no município.<BR><BR>O caso chegou ao Superior Tribunal de Justiça (STJ) em 2004, mas por decisão dos ministros foi encaminhado ao Supremo, que só começou a examinar o tema no ano passado. </DIV>
<DIV>&nbsp;</DIV>
<DIV>Na quinta-feira, o Ministério Público pediu que um inquérito fosse aberto para investigar o assunto e determinou que o senador seja convidado para prestar depoimento e que o Banco Sudameris, onde a propina teria sido paga, investigue se algum pagamento foi feito em seu nome.<BR><BR>Caso haja indícios suficientes, já adiantou o Ministério Público, Perillo poderá ser denunciado por corrupção passiva, cuja pena máxima é de 12 anos de prisão.<BR><BR>Foi o último capítulo de uma semana que começou no depoimento da ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, à Comissão de Infra-Estrutura do Senado, presidida por Perillo. O senador foi um dos artífices da estratégia que culminou na convocação de Dilma para tratar do dossiê com gastos do cartão corporativo do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso. Viu o senador José Agripino (DEM-RN), numa pergunta desastrada sobre a tortura sofrida pela ministra durante a ditadura, levantar a bola para Dilma. <BR><BR>Depois, veio a público a denúncia de 16 páginas encaminhada pelo procurador-geral da República, Antonio Fernando de Souza, ao Supremo.<BR><BR>No documento, Marconi Perillo é acusado de formação de quadrilha, peculato, crime eleitoral, fraude contábil e ocultação de provas. <BR><BR>De acordo com o Ministério Público, durante a campanha de 2006, Perillo e Alcides Rodrigues (PP), atual governador de Goiás, teriam montado "um esquema de captação ilícita de recursos, utilização de notas fiscais frias, pagamento de despesas de campanha por meio de laranjas e outras fraudes eleitorais". Além disso, os dois teriam usado servidores públicos, em horário normal de expediente, como cabos eleitorais. <BR><BR>Além desses casos, há outros três inquéritos contra o senador em tramitação no Supremo. Nenhum deles está próximo de ser concluído.<BR><BR>Perillo ainda tem seis anos e meio de mandato a cumprir. </DIV>
<DIV>&nbsp;</DIV>
<DIV><A href="http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20080511/not_imp170909,0.php">Clique aqui</A> e leia a matéria no sítio do Estadão na internet</DIV>
<SCRIPT>var keywords = "";</SCRIPT>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=746]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2008-05-12 11:42:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Iris repete maio de 68]]></title>
<description><![CDATA[<P><STRONG>Popularidade de peemedebista é a mesma de&nbsp;40 anos atrás, quando&nbsp;foi prefeito de Goiânia pela primeira vez</STRONG></P>
<P>A popularidade de Iris Rezende é a maior prova de que o mítico maio de 68 não acabou. Exatos 40 anos atrás, Iris Rezende era prefeito de Goiânia e, mais do que isso, gozava de imensa popularidade. Era um dos prefeitos mais populares do País, como inclusive registrou a revista Realidade. </P>
<P>Além disso, era o candidato mais forte para a eleição para governador que ocorreria dois anos depois (em 1970). <BR><BR>Todos os dados acima, retirados de 1968, são reais e - coincidência histórica - repetem-se agora. A julgar pelos dados da pesquisa Grupom (publicada há duas semanas na Tribuna do Planalto) e agora da pesquisa Fortiori (na edição desta semana da Tribuna), o Iris de 2008 copia o Iris de 1968. </P>
<P>É altamente popular (71,6% de aprovação) e forte candidato na próxima eleição a governador. Alcançou popularidade principalmente com obras físicas (agora e também em 68), enfocando&nbsp;a pavimentação asfáltica. </P>
<P>Se Iris não mudou de 1968 para 2008, o goianiense parece também não ter mudado. </P>
<P>Os problemas que vê hoje na cidade são parecidos com aqueles vistos quarenta anos atrás. As obras físicas (e não tanto os serviços, como defende, por exemplo, Nion Albernaz – que era secretário das finanças de Iris em 1968) ainda seduzem o goianiense. </P>
<P>O voluntarismo, a intuição e o amadorismo ainda funcionam para determinar o sucesso de uma administração, pelo menos aos olhos do eleitor de Goiânia.<BR><BR>Os números mostram o massacre de Iris. Na pesquisa espontânea (que mostra a consolidação de candidaturas), Iris está quase 34 pontos à frente do segundo colocado. </P>
<P>Seu potencial de voto é superior a 70%, enquanto o segundo colocado (Demóstenes Torres, do DEM), só vai até 33,6%. </P>
<P>No cenário da pesquisa estimulada que tem nove candidatos, Iris tem 57,3% contra 12,4% de Demóstenes, novamente segundo colocado.</P>
<P>Iris também lidera em todas as clivagens. </P>
<P>Ganha em todas as escolaridades, em todas as idades (é muito forte entre os eleitores mais jovens, com mais de 56% das intenções de voto), nos dois sexos (embora esteja um pouco pior entre as mulheres), em todas as rendas (com pequena queda entre os mais ricos) e em todas as zonas eleitorais (na 147ª zona, quase alcança 70%). <BR><BR>Há algo que, hoje, impeça Iris de ser reeleito? No atual momento de pré-campanha, é difícil de visualizar. </P>
<P>Na campanha, no entanto, muita coisa sempre acontece. O único nome, hoje, que pode ameaçar Iris (na visão particular deste colunista) é Demóstenes Torres. Mesmo sem se apresentar como candidato, Demóstenes está consolidado na segunda posição, representando talvez o único nome&nbsp;anti-Iris da campanha. <BR><BR>Nos poucos momentos em que o massacre de Iris não é tão forte, quem se sobressai é o possível candidato do DEM. </P>
<P>Num cenário da pesquisa Fortiori com apenas três candidatos (Iris, Demóstenes e Martiniano Cavalcante), Demóstenes consegue atrair grande parte dos votos dos outros candidatos retirados do cenário. </P>
<P>Exemplo: na 1ª zona eleitoral, a diferença entre Iris e Demóstenes é de "apenas" 14 pontos porcentuais. </P>
<P>Entre eleitores com curso superior (em tese, os formadores de opinião), Demóstenes alcança 24,7% contra 62,4% de Iris. </P>
<P>O possível candidato do DEM ainda estaria, hoje, distante do sonho de uma vitória mas, se for anunciado candidato, deve crescer mais um pouco. Se tiver uma boa estrutura e um bom tempo de televisão (daí precisar de um partido como PP ou PSDB na aliança), pode crescer ainda mais.&nbsp;<BR><BR>Independente de&nbsp;Demóstenes&nbsp;ser ou não o&nbsp;nome ideal da oposição a Iris, o fato é que os demais candidatos vão de mal a pior. </P>
<P>Raquel Teixeira (PSDB) está mesmo líder em rejeição. Repetindo índices do Grupom, o Fortiori aponta que espantosos 30,7% dos eleitores não votariam nela. </P>
<P>Iris Rezende, por sua vez, é o menos rejeitado: apenas 9,3% dos eleitores pesquisados pelo Fortiori dizem que não votariam no peemedebista em hipótese alguma. <BR><BR>No cenário com nove candidatos, Sandes Júnior (PP) aparece em terceiro lugar, com 8,3% dos votos. Entre os eleitores com curso superior, Sandes não passa de 4,7%. </P>
<P>É um candidato com potencial fraco, mas, com a divisão da base aliada, tem boas chances de acabar sendo candidato pelo partido do governador. <BR><BR>Com a candidatura adormecida, Barbosa Neto (PSB) está em quarto lugar, com 6,2%. </P>
<P>Se estivesse levando sua candidatura a sério, Barbosa certamente teria índices melhores. Como se boicotou, logo poderá ser ultrapassado até mesmo por Raquel Teixeira, que é quinta colocada. <BR><BR>Representante de alguns dos ideais da esquerda de 68, o candidato do Psol, Martiniano Cavalcante, está na sétima posição com 0,2%. É quase impossível Martiniano vencer a eleição, até pela falta de estrutura de seu partido. </P>
<P>Mas tem tudo para crescer. Afinal, já que o PT não tem candidato próprio, ele tende a angariar grande parte dos votos dos eleitores de esquerda. Martiniano promete também um discurso agressivo contra a administração de Iris Rezende. Terá, ainda, a presença da ex-senadora Heloísa Helena (Psol) nos comícios e nos programas de televisão.</P>
<P><A href="http://www.tribunadoplanalto.com.br/modules.php?name=News&amp;file=article&amp;sid=5498&amp;mode=thread&amp;order=0&amp;thold=0">Clique aqui</A> e veja os números da pesquisa <A href="http://www.tribunadoplanalto.com.br/modules.php?name=News&amp;file=article&amp;sid=5498&amp;mode=thread&amp;order=0&amp;thold=0">Fortiori/Tribuna do Planalto</A></P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=745]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2008-05-11 17:12:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Marconi preocupado com Meirelles]]></title>
<description><![CDATA[<P>O Correio Braziliense trouxe na edição de ontem, dia 9, uma matéria que diz que Henrique Meirelles já avisou a Lula que deixará o Banco Central para ser candidato a governador em Goiás em 2010 - provavelmente pelo PRB, partido de José Alencar, segundo está na matéria. </P>
<P>Até aí, nada anormal.</P>
<P>A novidade mesmo é essa matéria ter ido parar, na íntegra, no <A href="http://www.marconiperillo.com.br/site/iframe/noticias.php?not_id=7426">sítio do senador Marconi Perillo (PSDB) na internet</A>. Marconi que, como todos sabem, também é candidato a governador daqui a dois anos. </P>
<P>Ou seja: os boatos de que Marconi se preocupa 24 horas por&nbsp;dia&nbsp;com Meirelles são mesmo verdadeiros.</P>
<P>Para ler a matéria sobre Meirelles no sítio de Marconi na internet, <A href="http://www.marconiperillo.com.br/site/iframe/noticias.php?not_id=7426">clique aqui</A>.</P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=744]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2008-05-10 05:46:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Pegaram Perillo]]></title>
<description><![CDATA[<STRONG>Por Juca Kfouri<BR><BR></STRONG>
<P>Quando governador de Goiás, Marconi Perillo tantas fez que Jorge Kajuru abandonou sua emissora de rádio, a Rádio K do Brasil,&nbsp;que liderava audiência em Goiânia, e voltou para São Paulo, onde acabou por se deprimir e ficar gravemente doente.</P>
<P>Perillo processava Kajuru a cada espirro que ele desse. E ele espirrava muito...</P>
<P>Em alguns processos, Kajuru até foi condenado, o que só agravou sua situação psicológica, hoje em recuperação.</P>
<P>Pois leia o que a revista "Época" conta sobre o ex-governador e atual senador tucano na edição que está chegando às bancas:</P>
<P><A href="http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EDG83588-9295-520,00-MP+DENUNCIA+PERILLO+E+ALCIDES+POR+CAIXA+DOIS.html">http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EDG83588-9295-520,00-MP+DENUNCIA+PERILLO+E+ALCIDES+POR+CAIXA+DOIS.html</A></P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=743]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2008-05-10 05:38:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Procurador da República denuncia Marconi e Alcides por caixa dois]]></title>
<description><![CDATA[<P><STRONG>Matéria principal da Época desta semana diz que&nbsp;o procurador-geral da República, Antonio Fernando Souza, denuncia o senador e o governardor de Goiás por fraude na campanha eleitoral de 2006 </STRONG></P>
<P><STRONG>Marconi Perillo é acusado do crime de peculato por ser suspeito de ter voado durante a campanha em aviões do governo do estado e ter utilizado policiais militares como seguranças pessoais</STRONG></P>
<P><STRONG>Marconi&nbsp;e Alcides Rodrigues foram os mentores e principais beneficiários de um esquema de captação ilícita de recursos, diz procurador</STRONG></P>
<P><STRONG>Provas mostram que Marconi Perillo e Alcides Rodrigues usaram servidores e bens públicos na campanha de 2006</STRONG></P>
<P>Por Matheus Leitão e Rodrigo Rangel</P>
<P>Até quinze dias atrás, o senador Marconi Perillo (PSDB-GO)&nbsp;e o governador de Goiás, Alcides Rodrigues Filho (PP), formavam uma dupla de sucesso no mundo político. Depois de governar o estado por dois mandatos, acabando com o domínio do PMDB local, Perillo elegeu-se senador, em outubro de 2006, com 75% dos votos, e ainda transformou seu vice, o então desconhecido Alcides Filho, o "Cidinho”, em seu sucessor no governo. </P>
<P>Na manhã de 28 de março, o Ministério Público Federal finalizou uma denúncia devastadora contra os dois. Num processo que tramita em segredo de Justiça, o procurador-geral da República, Antonio Fernando Souza, denunciou os políticos ao Supremo Tribunal Federal (STF) pelos crimes de formação de quadrilha, peculato, caixa dois, uso da máquina pública e utilização de notas frias e laranjas para fraudar a eleição de 2006. Se for aceita pelo plenário do STF, a denúncia vai desafinar o sucesso da dupla goiana. </P>
<P>No documento de 16 páginas, ao qual ÉPOCA teve acesso com exclusividade, o procurador-geral descreve uma investigação da Polícia Federal que produziu cinco CDs com escutas telefônicas de uma dezena de pessoas, relacionadas em seis volumes. A denúncia foi distribuída ao ministro Ricardo Lewandowsky, que será o relator no plenário do STF. Por meio das escutas, a Polícia Federal detectou um esquema para transferir recursos da campanha de Cidinho para a de Perillo, e depois tentar encobrir essa manobra ilegal por meio de notas frias. </P>
<P>As acusações mais graves são contra Perillo, suspeito de ter voado durante a campanha em aviões do governo do estado e ter utilizado policiais militares como seguranças pessoais. Por isso, o senador é acusado do crime de peculato (apropriação ilegal de recursos públicos), com pena de até 12 anos de prisão. </P>
<P>“O senador Marconi Perillo e o governador de Goiás, Alcides Rodrigues, foram os mentores e principais beneficiários de um esquema de captação ilícita de recursos, utilização de notas frias, pagamentos de despesa de campanha por meio de 'laranjas' e outras fraudes eleitorais”, escreveu o procurador-geral Antonio Fernando. O advogado de Perillo, Antonio Carlos Almeida Castro, o Kakay, diz que o procurador errou ao basear a denúncia nas escutas telefônicas sem ter ouvido antes os dois políticos. “Só lamento que eu não tenha sido ouvido pelo Ministério Público, porque já teria esclarecido o que fosse necessário”, afirmou Marconi Perillo, por meio de sua assessoria.</P>
<P>“Estou absolutamente tranqüilo porque chequei, rechequei e fui muito exigente com a minha prestação de contas”, disse o senador. De acordo com a defesa, Perillo utilizou apenas aviões particulares na campanha. ÉPOCA procurou a assessoria e os advogados do governador Rodrigues, mas não obteve comentários sobre a denúncia até a noite desta quinta. </P>
<P><STRONG>Os detalhes da denúncia </STRONG><BR>Em tópicos, o procurador-geral da República, Antonio Fernando Souza, listou as supostas fraudes na campanha: </P>
<P>1 - Constatou-se adulteração de contratos de carros de som. Para o procurador-geral, houve fraude na alteração dos contratos de aluguéis desses veículos nas campanhas de Alcides e Perillo. Com a ajuda de Waldete Faleiros, contadora do diretório estadual do PSDB em Goiás, notas fiscais de gastos de Perillo com carros de som foram alteradas para a campanha de Alcides para justificar um erro logístico percebido no fim da eleição: não havia sido contabilizada legalmente nas contas de Perillo nenhuma doação para esse tipo de serviço. </P>
<P>2 - Utilização de caixa 2 por meio da Multcooper, uma empresa de serviços especializados, responsável pelo pagamento de funcionários dos dois candidatos. Para o Ministério Público, a prestação de contas mostrou que havia um contrato entre as duas campanhas e a Multcooper no valor de R$ 711 mil. Cada candidato deveria pagar metade, cerca de R$ 355 mil. Entretanto, Marconi declarou à Justiça Eleitoral o pagamento de uma única parcela de R$ 416 mil, R$ 60 mil acima, o que seria indício de caixa 2. Há também o depoimento de um prestador de serviços da empresa, Vasco Melo Santos Camargo Junior, que recebeu o pagamento pelo seu serviço em dinheiro vivo, sem recibo ou contrato. As notas fiscais apreendidas da campanha de Alcides também mostram pagamento de R$ 600 mil a uma empresa chamada Cantagalo Comunicação Ltda. A despeito do alto valor, não existe esse pagamento na prestação de contas à Justiça. </P>
<P>3 - Utilização de notas frias - O procurador-geral Antonio Fernando acusa os dois candidatos de apresentarem uma série de notas frias para justificar gastos de campanha. Cabia à Waldete Faleiros contatar empresas para “regularizar” contas de campanha. Em uma interceptação telefônica feita pela Policia Federal, no dia 18 de dezembro de 2006, Waldete consegue realizar a fraude com o presidente da Multicooper, Genaro Herculano, de acordo com o MP. </P>
<P><EM>Waldete - Eu preciso fazer uma operação em nome do PSDB, no valor de quinze mil, é possível? <BR>Genaro - O que você precisa de mim? <BR>Waldete - Uai, eu preciso de uma nota... e descontar o cheque. <BR>Genaro - Tá, e os impostos, como é que você faz? <BR>Waldete - Pois é, quanto que seria? <BR>Genaro - Dá 16.33 <BR>Waldete - Bom, eu queria assim... na realidade são trinta, entendeu? Mas eu tava precisando fracionar. <BR>Genaro - Mas o que é que seria? O que a gente vai colocar? <BR>Waldete - Pois é, aí poderia ser locação de veículo. <BR>Genaro - É, locação de veículo dá, porque eu tenho muito veículo. <BR>Waldete - Eu só quero saber assim... como é que eu faço... Se você deposita o dinheiro e devolve... <BR>Genaro - Faz igual aquele dia... Você traz o cheque e ela te devolve em dinheiro. Te devolve em dinheiro pra não ter problema. </EM></P>
<P>Na mesma investigação, o procurador-geral aponta Lúcio Fiúza, administrador financeiro da campanha de Marconi, como seu cúmplice e homem de total confiança. Waldete liga para Fiúza no dia 20 de dezembro de 2006 para consultá-lo sobre notas frias de uma outra empresa, a Promix. Antonio Fernando afirma que fica “evidente” a participação de Marconi Perillo. </P>
<P><EM>Waldete - Deixa eu falar com o senhor. Eu tô tendo dificuldade para conseguir aquele documento. <BR>Lúcio - Hum. <BR>Waldete - Mas me ocorreu uma idéia, vamos ver se o senhor concorda. É o Reinaldo (da Promix), ele tem um saldo devedor contábil lá no diretório. Eu não poderia... desfazer pra ele e ele...? <BR>Lúcio - Uai... Eu não sei como é a confiabilidade, né? <BR>Waldete - Pois é, foi por isso que eu te liguei. <BR>Lúcio - Vamos pensar mais um pouco... Continua pensando por enquanto... Até eu pegar uma luz com o chefe. <BR>Waldete - Tá. Porque aí não precisa nem nota entendeu? Só recibo. </EM></P>
<P>4 - Ocultação de provas - Na denúncia do Ministério Público existe ainda a acusação de ocultação de provas contra Marconi Perillo, Waldete Faleiros e Lúcio Fiúza. Os diálogos interceptados no período de 8 e 12 de dezembro de 2006 mostram, de acordo com o MP, que os denunciados tiraram provas do comitê, a fim de obstruir investigação eleitoral. As provas teriam sido levadas para a casa de Marconi. </P>
<P>No dia 8 de dezembro, Waldete orienta Rodrigo, funcionários de um dos comitês, a esconder documentos e computadores. </P>
<P><EM>Waldete - Agora que eu vi que tinha duas chamadas aqui. Pois é, era pra você sair daí, tirar o notebook, tirar os documentos... <BR>Rodrigo - Deixa eu te falar, eles chegou de supetão, eles pegou os documentos do PSDB, viu. <BR>Waldete - Pegou tudo? <BR>Rodrigo - Pegou. <BR>Waldete - Ai, meu Deus. </EM></P>
<P>Mais tarde, no mesmo dia, Waldete conversa com Lúcio. </P>
<P><EM>Lúcio - Por que só levaram computador?! <BR>Waldete - Não. Levaram a documentação toda e os computadores. <BR>Lúcio - A nossa documentação também? <BR>Waldete - Não, a nossa tá comigo. <BR>Lúcio - Tá certo. Deixa bem guardado, hein? Não tinha nenhum papel, nenhum rascunho. <BR>Waldete - Não Dr. Lúcio, não tinha nada assim que comprometesse, a não ser por muita falta de sorte. </EM></P>
<P>Interceptação do dia 3 de janeiro de 2007, escreve Antonio Fernando, revela que parte dos documentos subtraídos, inicialmente guardado em um cofre no Palácio das Esmeraldas, foi levado para a casa de Marconi Perillo. </P>
<P>5 - Uso da máquina pública - As provas colhidas durante a investigação, afirma o MP, revelam que Marconi Perillo e Alcides Rodrigues usaram servidores e bens públicos na campanha de 2006. De acordo com a investigação da Policia Federal, os seguranças usados nas campanhas eram policiais militares estaduais durante o horário do expediente. </P>
<P>No dia 2 de janeiro, uma interceptação telefônica entre Marconi Perillo e Lúcio Fiúza é resumida na denúncia. “Marconi avisa a Lúcio que pagou os funcionários da Fazenda e os seguranças, faltando agora o valor do salário dos sargentos que ele não sabe, diz que os sargentos vieram com uma conversa de ser 700,00, mas ele acha que é menos pois eles estão recebendo uma parte do governo”. </P>
<P>Além do processo no STF, o governador e o senador devem responder a ação por crime eleitoral, provocada pelo Ministério Público Eleitoral. Nesse caso, se forem condenados, podem perder o mandato.</P>
<P><A href="http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EDG83588-9295-520-1,00-MP+DENUNCIA+PERILLO+E+ALCIDES+POR+CAIXA+DOIS.html">Leia mais na revista Época desta semana</A></P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=742]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2008-05-09 16:50:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Caio Jr. deixa Goiás e assume Fla]]></title>
<description><![CDATA[<P>Conforme antecipado anteontem com exclusividade por este blog, Caio Júnior acaba de deixar o comando técnico do Goiás para assumir o Flamengo.</P>
<P>A contratação já estava acertada desde terça-feira, um dia antes do Goiás ser eliminado da Copa do Brasil e cinco dias antes da decisão do Campeonato Goiano.</P>
<P>O Goiás, agora, tenta a contratação de Geninho, que pode ser dispensado do Atlético-MG.<BR></P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=741]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2008-05-05 11:39:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[O 'horror-show' do PT goiano]]></title>
<description><![CDATA[<P>A tragédia de Lucélia, vítima de tortura e submetida a trabalho escravo pela madrasta Sílvia Calabresi, não tem fim. Não bastasse um empresário goiano auto-promoção em cima da menina, dando a ela uma bolsa-de-estudos (por que não oferecer a bolsa em anonimato?), o PT goiano também não perdeu a oportunidade. </P>
<P>No dia 19, a menina de 12 anos foi levada por uma militante pró-candidatura própria para a reunião do PT que definiria se o partido teria ou não candidato próprio. Vestiu-se a camisa do PT em Lucélia, que dizia defender o grupo pró-candidatura. </P>
<P>Para um grupo que sempre defendeu os direitos humanos, é um retrocesso e tanto. No mínimo, a atitude dos petistas foi um 'horror-show', como gostava de dizer o protagonista de Laranja Mecânica.</P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=739]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2008-05-04 21:14:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[PT 'anti-Iris' perdeu o rumo]]></title>
<description><![CDATA[<P>O PT já se definiu: vai se aliar a Iris. Mas os desdobramentos da aliança continuam. Na última semana, por exemplo, a ala que defendeu candidatura própria nos encontros partidários agiu estranhamente. Essas ações merecem reflexão.<BR><BR>Antes, no entanto, um breve retrospecto. A começar por 2004. </P>
<P>Desde que perdeu a reeleição naquele ano, Pedro Wilson e seu grupo nunca mais foram os mesmos. Pedro não levantou do chão - foi eleito deputado federal em 2006 apesar de não fazer campanha. </P>
<P>A vereadora Marina Sant'Anna, líder de rejeição interna na administração petista, foi perdendo apoio gradualmente, até se isolar. </P>
<P>No último dia 19, Pedro e Marina perderam mais uma: o partido preferiu aliança com Iris Rezende (PMDB), em vez de lançar candidatura própria. <BR><BR>Poucos dias antes da decisão final, quando a derrota já estava mais do que prevista, o PT de Pedro e Marina criou um factóide: plantou na imprensa uma possível aliança entre PT e o governador Alcides Rodrigues (PP). A condição, impossível de ser atendida, era que o PP rompesse com PSDB e DEM. </P>
<P>A intenção real desta parte do PT era outra: mostrar à ala pró-Iris que uma aliança poderia ser feita não só com o PMDB. Morreu como factóide, já que Alcides (como se imaginava) descartou rompimento com tucanos e demistas.<BR><BR>No sábado, 19, a decisão final: por um voto de diferença, os delegados petistas optaram por uma aliança formal com Iris, indicando seu vice. Não satisfeita com a derrota, a ala petista derrotada começou a 'exigir' que o PMDB oficializasse a cessão da vice aos petistas e que o PT teria de estar livre para escolher seu nome. Há contradições nesse discurso. </P>
<P>Afinal, se essa ala queria mesmo candidatura própria, não é estranho agora querer exigir o contrário - que Iris oficialize o PT como vice? Não seria mais natural que essa ala torcesse para a aliança com o PMDB naufragar, como ocorreu em 2006? </P>
<P>E outra: por que essa exigência de liberdade para o PT escolher o nome? Se essa ala é mesmo contra uma aliança com Iris, o mais natural é nem lançar um nome para ser vice de Iris, correto? </P>
<P>Pelo menos é a lógica. Daí não fazer a mínima diferença a forma como esse "vice" vai ser escolhido. A não ser que, no fundo, a ala pró-candidatura própria agora se junte a ala que sempre quis aliança com Iris. <BR><BR>De todo modo, vai ficando mais do que claro que algo de estranho aconteceu durante os últimos seis meses. Quando Carlos Soares levantou a possibilidade do PT ser vice de Iris, a ala pró-candidatura própria era majoritária no início das discussões. </P>
<P>A expectativa era que a aliança não vingaria. Em cada etapa, no entanto, a ala irista cresceu dentro do PT. Sempre lentamente, até se tornar majoritária. <BR><BR>A derrota da candidatura própria é uma história que ainda precisa ser bem contada. </P>
<P>De duas, uma: ou o grupo pró-candidatura própria foi incompetente ao extremo ou não fez tanto esforço assim para que o PT estivesse longe de Iris. </P>
<P>A segunda hipótese parece improvável, está mais para alguma 'teoria da conspiração', mas não deve ser descartada. </P>
<P>Basta notar que o PT inteiro - inclusive vereadores que estiveram, nos últimos seis meses, contra a aliança com o PMDB na eleição - apoiou grande parte das medidas da administração Iris na Câmara de Vereadores de Goiânia. <BR><BR>No mínimo, é uma posição dúbia. Se esses petistas queriam enfrentar Iris em 2008, não seria mais lógico que eles tivessem feito oposição a Iris o tempo todo? São respostas que as ações do PT dirão daqui em diante. Talvez, no fundo, a ala do PT derrotada no encontro partidário esteja sendo apenas pragmática. "Se é pra se aliar com Iris, que assim seja", talvez pensem. </P>
<P>Afinal, o vice de Iris (se o peemedebista for reeleito, claro) tem tudo para assumir a prefeitura em 2010. E tudo que o grupo de Pedro e Marina quer é voltar ao poder. O que mostra que as alas do PT não são tão diferentes assim. </P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=738]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2008-05-04 20:12:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Caio Júnior pode deixar Goiás]]></title>
<description><![CDATA[<P>É informação: terça-feira passada (um dia antes do jogo Corinthians 4x0 Goiás), o diretor do Flamengo Kléber Leite procurou Caio Júnior para ser o técnico do Flamengo a partir da próxima segunda-feira, 5. </P>
<P>Caio informou a diretoria do Goiás sobre a proposta flamenguista, mas ainda não se decidiu.</P>
<P>A diretoria do Goiás, no entanto, já se antecipou. Se Caio Júnior deixar o Goiás na segunda-feira, Geninho (hoje no Atlético-MG) chega em Goiânia na terça-feira.</P>
<P>A outra possibilidade é que Caio Júnior fique no Goiás e Geninho vá para o Flamengo.</P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=737]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2008-05-03 07:35:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Iris é favorito, mas já não é imbatível]]></title>
<description><![CDATA[<P><STRONG>Nos bairros centrais de Goiânia, Demóstenes já está empatado com Iris<BR><BR></STRONG>Desde que as pesquisas eleitorais sobre a sucessão de Goiânia começaram, Iris Rezende (PMDB) sempre apareceu isolado de seus concorrentes. Nenhum adversário parecia, sequer, fazer cócegas no seu favoritismo. </P>
<P>De novembro (data da primeira pesquisa Grupom) até hoje, Iris cresceu ainda mais nas intenções de voto. Continua líder em todas as estratificações. Mas um nome já se consolida como adversário: o senador Demóstenes Torres (DEM). <BR><BR>Com a nova pesquisa do instituto, publicada na Tribuna do Planalto (<A href="http://www.tribunadoplanalto.com.br/modules.php?name=News&amp;file=article&amp;sid=5454&amp;mode=thread&amp;order=0&amp;thold=0">clique aqui e veja os números</A>), o favoritismo de Iris continua, mas alguns sinais de alerta devem ser observados pelo peemedebista. </P>
<P>Um deles: entre os eleitores formadores de opinião - que geralmente se concentram entre aqueles que têm curso superior -, Iris experimenta uma leve oscilação para baixo, enquanto Demóstenes Torres (DEM) cresce. Entre esses eleitores, o índice de Iris foi de 29,4% em novembro para 26% agora, enquanto Demóstenes subiu de 10,3% naquela oportunidade para 15,4%. </P>
<P><STRONG>A sombra de 1998</STRONG><BR>O ano de 1998 não tem nada a ver com 2008, mas Iris começou a perder a campanha para governador de dez anos atrás exatamente no momento em que o então adversário Marconi Perillo (PSDB) cresceu entre os eleitores com curso superior. </P>
<P>O fenômeno pode se repetir agora? Talvez. Em 2004, Pedro Wilson cresceu no segundo turno justamente porque os formadores de opinião migraram de Iris para Pedro, mas não o suficiente para impedir o peemedebista de ser eleito.<BR><BR>Entre os eleitores que moram na região Central de Goiânia (onde também estão os formadores de opinião), Demóstenes cresce mais do que Iris e empata com o peemedebista. De novembro pra cá, Iris subiu de 23,6% para 29,2%, enquanto Demóstenes cresceu de 9,1% para 27,1%. Ou seja: na região Central da cidade, Demóstenes já está empatado tecnicamente com Iris. Faltando mais de cinco meses para a eleição, é um dado importante a favor de Demóstenes.<BR><BR>No cômputo geral, Demóstenes aparece em segundo lugar na estimulada (13,4%) e na potencialidade de votos (36,6%), quando se leva em consideração até quatro candidatos preferidos de cada eleitor pesquisado. Mais do que isso: em todos os cenários em que aparece, quaisquer que forem os candidatos, Demóstenes é sempre o segundo colocado.<BR><BR>Quando o eleitor é perguntado sobre o melhor nome para enfrentar Iris, o postulante do DEM aparece com 34,9% das preferências, contra 20,8% de Sandes Júnior (PP) e 18,9% de Barbosa Neto.<BR><BR>Demóstenes é, hoje, o nome com maior fôlego eleitoral, embora ainda distante da popularidade alcançada por Iris nas regiões periféricas da cidade. Se tiver mesmo o apoio do PSDB, como se desenha hoje, Demóstenes passa a ser o nome que de fato vai ser o contraponto a Iris na eleição deste ano. Pode até não ganhar, mas incomodará Iris na campanha. </P>
<P><STRONG>O cuidado de Demóstenes<BR></STRONG>Mas se Demóstenes for mesmo candidato, um cuidado ele deve ter. Como já observado aqui em outra oportunidade, a impopularidade crônica de Alcides Rodrigues (PP) e o desgaste de Marconi Perillo (PSDB) fazem com que o candidato centro-liberal mais forte hoje seja alguém desvinculado aos dois. </P>
<P>Se Marconi - e, porventura, também Alcides - passarem a apoiar ostensivamente Demóstenes na campanha, há uma chance de sua candidatura crescer em rejeição. Apoios de Marconi e Alcides terão de ser discretos, para que o candidato do DEM tenha o lado bom do apoio (a estrutura de PP e PSDB), sem pegar o lado ruim (a impopularidade de seus líderes).<BR><BR>O pré-candidato do PP, Sandes Júnior, que aparece com 10,3% das intenções de voto na estimulada, é um enigma. </P>
<P>Apesar de sua terceira colocação, tudo indica que o PP não vai lançá-lo, principalmente pelo seu fraco desempenho em 2004 quando, mesmo tendo o apoio de Alcides e Marconi Perillo (PSDB), ficou fora do segundo turno. </P>
<P>Só há uma chance da candidatura de Sandes vingar: se os partidos aliados decidirem que devem lançar vários nomes para tentar forçar um segundo turno. <BR><BR>É bom notar um dado relevante da pesquisa: não sendo candidato, os votos de Sandes tendem a ir, majoritariamente, para Demóstenes Torres e Iris Rezende.<BR><BR>Barbosa Neto (PSB) vai muito bem para um candidato que está completamente ausente do cenário pré-eleitoral. Está entre os menos rejeitados, aparece em quarto lugar no cenário estimulado (8,2%) e empatado em terceiro no potencial de votos (30,3%). Se não for candidato - como se especula hoje – Barbosa tende a transferir a maioria dos seus votos para Iris Rezende, segundo o levantamento do Grupom.<BR><BR>A pesquisa, por outro lado, esvazia a já esvaziada candidatura de Raquel Teixeira (PSDB). Abandonada por seus próprios colegas de partido, Raquel é a candidata mais rejeitada de todos os 11 nomes colocados na pesquisa estimulada. 33,4% dos eleitores goianienses dizem que jamais votariam em Raquel. <BR><BR>A rejeição da tucana vem da época em que denunciou Sandro Mabel (PR) no episódio do mensalão – e depois foi canibalizada por seu próprio partido – e também da rejeição crescente do goianiense ao senador Marconi Perillo (PSDB). Raquel tem sua imagem bastante vinculada a Marconi. E ele, Marconi, sofre hoje com o desgaste de ter endividado o Estado no período em que foi governador. <BR><BR>O cuidado que Raquel não teve, Demóstenes terá de ter daqui em diante: ter o apoio de Marconi, sem se vincular ostensivamente a ele.</P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=740]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2008-05-02 22:16:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Secretário de Comunicação tem contrato com governo Alcides]]></title>
<description><![CDATA[<span style="font-weight: bold;">Empresa de Túlio Isac compra espaço em TV estatal, o que vai contra a Constituição<br><br>Empresa de Túlio também deve R$ 204 mil à Agecom, que dirige TV estatal</span><br><br>Por Fabiana Pulcineli<br>Hoje em O Popular<br><br>Deputado estadual licenciado e recém-nomeado secretário Extraordinário de Comunicação, Túlio Isac (PSDB) é proprietário de uma empresa que tem contrato com o governo, por meio da Agência Goiana de Comunicação (Agecom). O contrato, que será investigado pelo Ministério Público Estadual, estaria em desacordo com o que determina a Constituição Federal.<br><br>Na interpretação de juristas consultados pelo POPULAR, o artigo 54 impede que parlamentares tenham contrato com órgãos públicos. Segundo os especialistas, a condição de secretário equivale a de deputados e senadores e a situação ainda pode ser mais grave - poderia se encaixar também no descumprimento dos princípios de moralidade e impessoalidade.<br><br>Túlio é sócio da empresa Top Produções e Publicidade Ltda., responsável pela produção do programa que ele mantém na Televisão Brasil Central, da Agecom. Ele compra o espaço na grade da TV para apresentar seu programa diário Cidade Esperança.<br><br>Para a promotora Marlene Nunes Freitas Bueno, da Promotoria de Patrimônio Público, há elementos para a abertura de inquérito civil público para avaliar a legalidade do contrato. Segundo ela, o caso se encaixaria no inciso I do artigo 54, que abre exceção para a obediência a cláusulas uniformes.<br><br>Leia a matéria completa <a href="http://www.opopular.com.br/anteriores/26abr2008/politica/11.htm">clicando aqui</a>.<br><br><span style="font-weight: bold;">Túlio Isac: 'Estou sem paz para trabalhar'</span><br>O secretário Extraordinário de Comunicação, Túlio Isac, não quis dar entrevista sobre a possível ilegalidade no contrato e as dívidas com a Agecom e atribuiu a reportagem à "perseguição e birra” contra ele. “Não estou tendo paz para trabalhar.”<br><br>A reportagem propôs conversar pessoalmente com o secretário para apresentar documentos, mas ele não aceitou. “Sou totalmente legal, não tenho vantagens, sou tratado do mesmo jeito dos demais. Se eu não pagar, tiram meu programa do ar”, disse por telefone. “Não vou falar mais nada com vocês. Que a justiça me puna”, finalizou.<br><br>Leia mais <a href="http://www.opopular.com.br/anteriores/26abr2008/politica/13.htm">clicando aqui</a>.<br><br><span style="font-weight: bold;">Empresa de Túlio deve R$ 204 mil à Agecom</span><br>Em fevereiro deste ano, a empresa da qual Túlio Isac é proprietário – Top Produções e Publicidade Ltda. – negociou parcelamento de dívida de R$ 204 mil com a Agecom. O POPULAR teve acesso a documentos que mostram que as cobranças vinham sendo feitas, pelo menos, desde dezembro de 2006.<br><br>No dia 5 daquele mês, Túlio assinou documento confessando dívida de R$ 128 mil e se comprometendo a quitar o débito em 40 parcelas de R$ 3,64 mil – que somaria um total de R$ 145,6 mil. O documento alertava que o não-pagamento poderia acarretar a suspensão da cessão de espaço na TV e cobrança judicial.<br><br>Em 29 de agosto de 2007, o despacho 0357 – da Gerência de Faturamento e Cobrança para a Diretoria Administrativa e Financeira da Agecom – informava que, após cobrança à empresa, “não houve interesse por parte do devedor em quitar o débito”.<br><br>A negociação deste ano previa pagamento de 45 parcelas mensais de R$ 5,24 mil. Chefe da Diretoria Financeira, Maíres Moraes disse que só informaria se houve pagamento das parcelas e a dívida atual com autorização do presidente, Valterli Alves, que não foi encontrado pela reportagem. Ele não atendeu o celular.]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=736]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2008-04-26 03:47:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Resposta de Alcides é vazia]]></title>
<description><![CDATA[<p>A entrevista que o governador Alcides Rodrigues (PP) concedeu ontém à tarde - e tem trechos publicados hoje nos jornais - é desastrosa e vazia.</p>
<p>Desastrosa porque diz não ver "problema" em pedir ajuda a um lobista da Gautama para resolver "problemas financeiros da Celg", como ele mesmo diz.</p>
<p>Vazia porque diz que a divulgação dos dados estaria ligada a interesses políticos. </p>
<p>"A verdade é que estamos fazendo uma reforma administrativa profunda, estamos mexendo numa caixa de marimbondo. Os interesses contrariados podem estar, quem sabe, por trás disso”, diz ele.</p>
<p>Interesses contrariados? De quem? Da PF? Estaria a Polícia Federal intrigada com a "reforma administrativa profunda" de Alcides? </p>
<p>Lula? O governo federal - que&nbsp;trata Alcides como&nbsp;aliado político - é quem mais deseja ver o nome Gautama longe dos jornais. </p>
<p>Quem mais? A oposição? O PMDB goiano não arrisca uma crítica sequer a Alcides e é sempre o primeiro a bater palmas.</p>
<p>Ou seria o PSDB, que estaria dando um tiro no próprio pé, já que Marconi é citado como "nosso senador"?</p>
<p>Os argumentos de Alcides não páram em pé nem por alguns segundos. São tão vazios quanto seu governo.</p>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=735]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2008-04-25 05:37:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Sérgio Sá tinha trânsito livre na Celg]]></title>
<description><![CDATA[<P>Por Fabiana Pulcineli<BR>Hoje em O Popular</P>
<P>Representante da empresa Engevix, que faz parte de um grupo que mantinha contrato com a Celg no programa Luz Para Todos desde 2006, o lobista Sérgio Sá circulava pelos corredores da estatal goiana com desenvoltura. Auxiliares da Celg ouvidos pelo POPULAR afirmam que ele freqüentava muito a empresa, onde sempre ressaltava seus contatos no governo federal. "Ele falava com todo mundo. Passava pelas salas perguntando de novidades e tal”, disse um funcionário do alto escalão da empresa.</P>
<P>De acordo com as gravações ouvidas pela reportagem da Folha, o lobista negociou com diretores da Celg a aprovação de aditivo de R$ 1,1 milhão sobre o contrato de R$ 4,5 milhões do programa do governo federal - antes mesmo de haver completado um ano da assinatura inicial.</P>
<P>O presidente da Celg, Enio Branco, confirmou ontem ao POPULAR que o aditivo foi aprovado, mas ressaltou que a operação foi legal. Embora não estivesse ainda no comando da empresa, Enio disse ter se informado sobre o aditivo. Ele explicou que a licitação do Luz Para Todos foi feita em setembro de 2005 e o resultado saiu em fevereiro de 2006. Segundo Enio, o aditivo foi aprovado em abril do ano passado.</P>
<P>O governador Alcides Rodrigues (PP) disse ontem que o contrato com a Celg foi cancelado, mas defendeu a operação: "A Celg tem um corpo jurídico competente e ela certamente olhou a legalidade para fazer o aditivo que foi anunciado”. Enio disse que a lei permite aditivo de até 25% do valor mesmo antes dos 12 meses.</P>
<P>A reportagem da Folha afirma que Sérgio Sá teria dito que o governador ofereceu a ele o comando da Celg. O governo nega a informação. Segundo a reportagem, o diretor-financeiro da Celg, Nerivaldo Costa, participou das conversas entre o governador e Sérgio.</P>
<P>Leia mais <A href="http://www.opopular.com.br/anteriores/25abr2008/politica/default.htm">clicando aqui</A>.</P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=734]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2008-04-25 05:20:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Recordar é...]]></title>
<description><![CDATA[<P>Em maio do ano passado, três políticos goianos apareciam na lista dos presenteados pela construtora Gautama: Alcides Rodrigues (PP), Marconi Perillo (PSDB) e Iris Rezende (PMDB) (<A href="http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=525">veja mais clicando aqui</A>).&nbsp; <BR><BR>Iris e Marconi falaram do assunto naquela oportunidade (<A href="http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=546">clique aqui</A> e leia).<BR></P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=733]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2008-04-25 00:15:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Alcides Rodrigues é alvo da Polícia Federal na Operação Navalha]]></title>
<description><![CDATA[<span style="font-weight: bold;">Grampos mostram diálogos entre atual governador de Goiás e Sérgio Sá, lobista da Gautama</span><br style="font-weight: bold;"><br style="font-weight: bold;"><span style="font-weight: bold;">Lobista da Gautama se refere a Marconi Perillo como "nosso senador"</span><br style="font-weight: bold;"><br style="font-weight: bold;"><span style="font-weight: bold;">Alcides Rodrigues, Ronaldo Caiado, Kátia Abreu e diretor financeiro da Celg, Nerivaldo Costa, jantaram com lobista</span><br><br>ANDRÉA MICHAEL<br>Na Folha de S.Paulo de hoje<br><br>O próximo alvo das investigações relacionadas à Operação Navalha é o governador de Goiás, Alcides Rodrigues (PP). Conhecido como Cidinho, conforme diálogos gravados pela Polícia Federal aos quais a Folha teve acesso com exclusividade, ele trocou ligações, jantou e cumpriu agenda na Esplanada dos Ministérios, com o lobista Sérgio Sá, representante da Engevix e dos negócios do empreiteiro Zuleido Veras, acusado de montar um esquema de fraude a licitações em benefício da empresa Gautama.<br><br>Desde maio de 2007, quando foi deflagrada a Operação Navalha, o Ministério Público Federal trabalha na denúncia, que deve ser apresentada ao STJ (Superior Tribunal de Justiça) nos próximos dias e por meio da qual deve acusar pelo menos 55 pessoas pela prática de vários crimes, como corrupção ativa, passiva, fraude a licitações e formação de quadrilha. <br><br>Entre os denunciados estarão os governadores Teotônio Vilela (AL) e Jackson Lago (MA), o ex-governador João Alves Filho (SE) e o ex-ministro Silas Rondeau (Minas e Energia).<br><br>As conversas às quais a Folha teve acesso e que estão sob análise do Ministério Público de Goiás revelam que o lobista Sérgio Sá negociou com diretores da Celg, a companhia de energia goiana, a aprovação de aditivo de R$ 1,1 milhão sobre um contrato de R$ 4,5 milhões do Programa Luz Para Todos, do governo federal - antes mesmo de haver completado 12 meses de assinatura inicial, tempo previsto para execução da obra - e a autorização de passagem de uma linha de energia até Tocantins.<br><br>Documento obtido pela Folha revela que, em 22 de novembro de 2006, Rondeau recebeu Rodrigues e Sérgio Sá para tratar do programa. Na ocasião, o contrato já havia sido assinado. O despacho do ministro é: "encaminhar projeto".<br><br><span style="font-weight: bold;">"Nosso senador"</span><br>As relações de Sá com Rodrigues iniciaram em 2006, como relatou à Folha o ex-presidente da Celg André Costa na gestão do governador Marconi Perillo, hoje senador (PSDB). Nas gravações, o lobista se refere ao parlamentar como "nosso senador". Sá pede que o assessor de Rondeau Ivo Costa dê satisfações a Perillo por ele ainda não ter sido recebido pelo então ministro, conforme diálogo de 15 de fevereiro de 2007.<br><br>Tais ligações tornaram-se mais intensas na gestão de Rodrigues, segundo o lobista, que diz que lhe fora oferecida, pelo governador, a presidência da Celg. <br><br>Também em fevereiro de 2007, o lobista convocou políticos para um jantar, que ocorreu no dia 15 daquele mês. Participaram, além de Rodrigues, o deputado Ronaldo Caiado (DEM-GO), a senadora Kátia Abreu (DEM-TO) e o diretor financeiro da Celg, Nerivaldo Costa. O ajudante-de-ordens do governador, em conversa com o lobista gravada, confirma a presença do pepista.<br><br>Sá conseguiu de forma considerada rápida a concessão de autorização de passagem, por Goiás, da linha de transmissão de energia. Em conversa gravada em 13 de fevereiro, Sá diz que precisa do documento para uma reunião no BNDES. O interlocutor diz que o estudo levaria cerca de três meses, mas, a pedido dele, fora executado em dois dias e meio. Sá chama de "amiga" a ministra Dilma Rousseff (Casa Civil) e Rondeau de "nosso ministro".<br><br>Um ponto de interesse de Zuleido é o alcooduto que vai transportar combustível do Centro-Oeste a Paulínia (SP). O investimento é de US$ 1 bilhão, sustentado por Petrobras, Camargo Corrêa e a japonesa Mitsui. O início da construção está previsto para 2009, mas, segundo conversas gravadas em março de 2007, o grupo criminoso já demonstra interesse em entrar no negócio.<br><br style="font-weight: bold;"><span style="font-weight: bold;">"Não cometi irregularidade", diz Alcides</span><br>O governador de Goiás, Alcides Rodrigues (PP), afirmou à Folha que "o melhor que poderia acontecer é que fosse tudo investigado à exaustão, até para mostrar que eu não cometi nenhuma irregularidade".<br><br>Rodrigues confirmou que participou de um jantar, em Brasília, na companhia de Sérgio Sá, então lobista da Engevix. O governador disse que o tema da conversa na ocasião foi política.<br><br>O senador Marconi Perillo (PSDB), que afirmou nunca ter visto Sérgio Sá, declarou que "a utilização de meu nome é indevida e criminosa".<br><br>O secretário de Meio Ambiente de Goiás, José de Paula, também disse desconhecer Sá e não se lembrar dos detalhes da autorização de passagem para a linha de energia concedida pelo Estado às empreiteiras.<br><br>Pela Intesa, o presidente da companhia, Marcelo Pedreira, disse que em nenhum momento Sá atuou em nome dos interesses da empresa.<br><br>O presidente da Engevix, Cristiano Kok, afirmou à reportagem que Sá recebia participação de 2% a 3% dos negócios que conseguisse prospectar para a empresa, mas que nunca foi autorizado a proceder à prática de tráfico de influência.<br>Participante do jantar em Brasília, o deputado Ronaldo Caiado (DEM-GO) disse que, a pedido da senadora Kátia Abreu (DEM-TO), compareceu ao evento para falar de política.<br><br>A senadora afirmou que por duas vezes solicitou a intermediação de Sérgio Sá: uma para obter um audiência na Petrobras para um amigo e outra num encontro de Sá na Secretaria de Fazenda de Goiás.<br><br>"Mas eu só marquei a audiência. Nunca participei de reunião nenhuma, somente do jantar, que foi uma discussão política", disse Abreu.<br><br>Sérgio Sá não foi localizado pela reportagem.<br><br>Veja a matéria completa da Folha <a href="http://www1.folha.uol.com.br/fsp/brasil/fc2404200815.htm">clicando aqui</a>.<br>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=732]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2008-04-24 23:49:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Oficial: PT vai apoiar Iris]]></title>
<description><![CDATA[<P>Agora já não há mais dúvidas: a aliança do PT com o PMDB nas eleições deste ano está&nbsp;oficialmente confirmada.</P>
<P>Na recontagem dos votos, 116 delegados optaram por aliança com o PMDB, enquanto 115 votaram na possibilidade de candidatura própria.</P>
<P>Ou seja: por 1 voto, o PT não lança candidato e apóia a reeleição de Iris Rezende em outubro. </P>
<P>Parte do partido que desejava candidatura própria já fala em cruzar os braços e não fazer campanha para Iris.</P>
<P>O PT, como acontece desde que nasceu, está rachado.</P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=731]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2008-04-19 16:45:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Quase oficial: PT vai se aliar com Iris]]></title>
<description><![CDATA[<P>A aliança do PT com o PMDB nas eleições deste ano está praticamente confirmada.</P>
<P>O encontro regional do partido está acontecendo agora.</P>
<P>No total, conforme previsto, 116 delegados optaram por aliança com o PMDB de Iris Rezende, enquanto 115 votaram na possibilidade de candidatura própria.</P>
<P>Ou seja: por 1 voto, o PT deve deixar de lançar candidato e apoiar a reeleição de Iris em outubro. </P>
<P>O partido, agora, reconta os votos para, enfim, oficializar o resultado.</P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=730]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2008-04-19 16:01:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[O pesadelo de Ademir Menezes]]></title>
<description><![CDATA[<P><STRONG>Pesquisa mostra que vice-governador não tem candidato para vencer Maguito Vilela na eleição de Aparecida</STRONG></P>
<P>A pesquisa Ecope divulgada na semana que passou balançou a política de Aparecida e mostrou o que todo o meio político do município já suspeitava: o grupo político do vice-governador Ademir Menezes (PR) vive sua maior crise. </P>
<P>No levantamento, o peemedebista Maguito Vilela aparece com 64% das intenções de voto. Ademir Menezes, se fosse candidato, viria em segundo, com 9,8%, mais de 54 pontos porcentuais atrás do peemedebista. Ozair José (PP) e Marlúcio Pereira (PTB) aparecem em terceiro, com 6,8% e 6,5%, respectivamente. O atual prefeito de Aparecida, José Macedo (PR), alcança míseros 4,5%, e o tucano Daniel Goulart não passa de 1,3%. <BR><BR>O grupo político de Ademir, do qual fazem parte o atual prefeito e Marlúcio Pereira, entre outros, respondeu mal aos números. Argumentou-se que Maguito teria índices tão altos por já ser "muito conhecido". </P>
<P>Faz até sentido, já que o peemedebista foi governador e só deixou de ser senador recentemente. No entanto, o argumento mostra furos porque Ademir, Macedo e Ozair também são bastante conhecidos na cidade. Ademir já foi prefeito, Macedo é o atual prefeito e Ozair já disputou algumas eleições em Aparecida. Na cidade, os adversários de Maguito são tão conhecidos quanto o peemedebista. </P>
<P>Maguito até pode perder a eleição (como já perdeu outras em que também era favorito), mas não por esse motivo. <BR><BR>Mais do que mostrar que Maguito é líder, a pesquisa Ecope mostra mesmo é o cansaço da população de Aparecida com o grupo que dirige a cidade há quase 20 anos. </P>
<P>A impopularidade crônica do prefeito José Macedo contaminou em cheio o vice-governador Ademir Menezes (PR). Nenhum dos dois é mais benquisto pelo eleitor. Há possibilidade de reversão? Claro. Mas Macedo e Ademir terão de trabalhar mais nos próximos seis meses do que nos últimos três anos.<BR><BR>A impopularidade de Ademir não é de hoje. Em 2006, na eleição para governador, mesmo com Ademir Menezes sendo vice na chapa de Alcides Rodrigues (PP), Maguito foi campeão de votos em Aparecida nos dois turnos. </P>
<P>Em vez de trazer votos, a presença de Ademir na chapa de Alcides acabou atrapalhando o candidato a governador do PP na cidade. <BR><BR>Os adversários do PMDB&nbsp;seguem dormindo em pleno ano eleitoral e gastam o tempo que tem desqualificando Maguito. </P>
<P>Possível candidato, Daniel Goulart diz que Maguito é "um cavalo paraguaio", fazendo referência às eleições de 2002 e 2006, quando Maguito saiu na frente na disputa para governador e terminou em segundo. </P>
<P>Marlúcio Pereira diz que Maguito vai experimentar seu "fim de carreira", menosprezando inclusive a própria cidade onde mora. Afinal, por que perder uma eleição em Aparecida é "fim de carreira"?<BR><BR>Como vencer Maguito? Essa deveria ser a pergunta que o grupo de Ademir deveria se fazer. </P>
<P>Qualquer iniciante em marketing político teria algumas pistas. </P>
<P>Uma delas: quem lançar um nome novo, não vinculado a Ademir Menezes, vai ter mais chances de enfrentar e até ganhar de Maguito Vilela. Para derrotar Maguito, no entanto, será preciso ir além do discurso fácil de que Maguito é um "forasteiro".<BR><BR>O PSDB, com o tucano Daniel Goulart, vai mal na cidade. Ele poderia ser o "nome novo". Mas sua candidatura mal passa de 1%. </P>
<P>A vantagem de Goulart é ser pouco conhecido em Aparecida. Mas o PSDB estaria disposto a torná-lo mais conhecido? E mais: Goulart - que não une nem seu partido - conseguiria a adesão de partidos aliados? Dificilmente.<BR><BR>Problemas não faltam ao grupo de Ademir Menezes. Um deles: unir já no primeiro turno ou deixar a união para o segundo turno? </P>
<P>Uma junção de forças em uma única candidatura pode facilitar uma vitória de Maguito já no primeiro turno - que, hoje, seria fácil. Se os pré-candidatos deixarem a união apenas no segundo turno, correm risco de se atacarem mutuamente, preservando o adversário peemedebista. <BR><BR>Outro problema a ser resolvido: a quem será destinado o apoio do governador Alcides Rodrigues. </P>
<P>Hoje, há a possibilidade do PP de Ozair José ser o vice de Maguito. Se isso se confirmar, no mínimo Alcides terá de ficar neutro na eleição, não podendo, por exemplo, declarar apoio ao candidato apoiado por seu vice, Ademir Menezes. </P>
<P>Conseguir a neutralidade de Alcides (ou até mesmo seu apoio explícito) é um outro trunfo que Maguito pode carregar até o início da campanha. <BR><BR>Enfim, o grupo de Ademir Menezes tende a passar por seu maior teste de fogo desde que assumiu o poder na cidade. </P>
<P>Terá de escolher um candidato, terá de segurar Alcides e terá de vencer um candidato que, hoje, está com mais de 50 pontos porcentuais de vantagem. </P>
<P>Estrutura esse grupo tem. Já ficou mais do que provado nas eleições passadas, ao contrário de Maguito (que ainda está montando sua estrutura). </P>
<P>O que falta a Ademir é, daqui em diante, transformar essa estrutura em votos. Não será nada fácil.</P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=729]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2008-04-19 15:09:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[A base e a ‘Era da desconfiança’]]></title>
<description><![CDATA[Por Vassil Oliveira<BR>
<P>O que o senador Marconi Perillo (PSDB) quer com o senador Demóstenes Torres (DEM)? A pergunta foi feita pelo jornalista Eduardo Horácio (DEM), em sua coluna na página 2, na semana passada, e deu o que falar.<BR><BR>Ouvi de muita gente que Marconi precisa de Demóstenes para se fortalecer nacionalmente (o DEM e o PSDB podem fechar aliança) e principalmente para não ficar isolado em Goiás, já que PR e PP estão cada um cuidando de sua vida e boa parte do DEM goiano há muito se comporta como seu adversário. Por isso estaria estimulando a candidatura do colega senador.<BR><BR>Bem, e Demóstenes, não precisa de Marconi? Nacionalmente, o democrata não deve favor a ninguém. Mas, em Goiás, Demóstenes tem o DEM e... quem mais? No fundo, o objetivo de Demóstenes é buscar a reeleição ao Senado. Para isso, precisa de aliados. Sozinho, não faz a reeleição. Melhor (re)aliar-se a Marconi agora, apesar dos pesares pontuados por Eduardo Horácio?<BR><BR>Uma aposta é que, com Demóstenes candidato - um candidato segundo colocado em todas as pesquisas até aqui publicadas –, Marconi forçaria o governador Alcides Rodrigues e o seu PP a colocar um ponto final nesta história de diálogo político com o presidente Lula e o PP (entre a base e Iris Rezende, Alcides escolheria a base para não parecer traidor), e, de quebra, jogaria água fria no namoro de Alcides com Iris e o PMDB na Capital. Tudo em nome de seu projeto de volta ao governo em 2010.</P>
<P>Leia a continuação do texto <A href="http://www.tribunadoplanalto.com.br/modules.php?name=News&amp;file=article&amp;sid=5362&amp;mode=thread&amp;order=0&amp;thold=0">clicando aqui</A>.</P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=728]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2008-04-19 15:07:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Um deputado pouco republicano]]></title>
<description><![CDATA[<P>O deputado federal Sandro Mabel (PR-GO) conseguiu o que queria: vai ser o relator da comissão especial da Câmara dos Deputados que vai discutir a reforma tributária. </P>
<P>Mabel, como se sabe há tempos, é favor da guerra fiscal, aquela que acaba levando alguns Estados a renunciar aos impostos que deveriam receber das empresas. </P>
<P>Não é pra menos.</P>
<P>Mabel é um dos empresários que mais lucram com a guerra fiscal. É dono de uma famosa empresa de alimentos que leva seu nome e, além de Goiás, recebe incentivos fiscais no Mato Grosso do Sul, por exemplo. </P>
<P>E mais: sua empresa tem processos correndo na Justiça por não-recolhimento de impostos. A Mabel também é investigada por um suposto crime contra a ordem tributária (<A href="http://g1.globo.com/Noticias/Politica/0,,MUL2694-5601,00.html">leia mais clicando aqui</A>). </P>
<P>Ou seja: seus interesses na reforma tributária não combinam com o nome de seu partido. </P>
<P>De republicano, Mabel não tem nada.</P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=727]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2008-04-18 00:11:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[O que Marconi quer com Demóstenes?]]></title>
<description><![CDATA[<P>O fato novo da sucessão em Goiânia é o possível lançamento da candidatura a prefeito de Demóstenes Torres (DEM). </P>
<P>O assunto já era levemente discutido antes, já que o deputado federal Vilmar Rocha (DEM) nunca quis, de fato, ser candidato a prefeito pelo partido. </P>
<P>O que faz a candidatura de Demóstenes ser agora uma possibilidade real é o apoio que o senador Marconi Perillo (PSDB) daria a ele. </P>
<P>Marconi apoiando Demóstenes? Dois anos atrás, essa idéia era mais do que uma impossibilidade. Na campanha eleitoral de 2006, Demóstenes acusou Marconi de ser um dos possíveis mandantes dos tiros que acertaram sua residência. Até explorou isso em seus programas eleitorais no rádio e na televisão. </P>
<P>No fim da campanha, o ódio mútuo entre ambos era tão alto que Marconi chegou a dizer, em entrevista, que Demóstenes era uma "pessoa do mal, doentia, bajuladora, desprovida de caráter e leviana". Demóstenes retrucou dizendo que Marconi era "analfabeto, vagabundo, maloqueiro e ladrão". Em resumo, parecia que seriam inimigos para sempre. </P>
<P>Em 2007, já com Marconi empossado no Senado, o impossível aconteceu. Eles se reaproximaram. Elogios mútuos foram freqüentes, houve uma união para denunciar um suposto esquema de espionagem organizado pelo senador Renan Calheiros (PMDB) e a idéia de parceria em 2010 já não era mais tabu. </P>
<P>Agora, Marconi acena para o DEM nacional. Diz que pode retirar a candidatura de Raquel Teixeira (PSDB) à prefeitura de Goiânia e levar o partido a apoiar Demóstenes. </P>
<P>O que estaria por trás dessa nova postura de Marconi? Há hipóteses a serem consideradas, com base inclusive no próprio retrospecto de Marconi Perillo. Vejamos:</P>
<P><STRONG>1)</STRONG> Marconi só faz de conta que pode apoiar Demóstenes, imitando a estratégia de 2004, quando prometeu ao então prefeito Pedro Wilson (PT) que levaria o PSDB a apoiar sua reeleição e, no fim das contas, acabou mesmo apoiando Sandes Júnior (PP). E reeditando também o que fez a Barbosa Neto, no mesmo ano de 2004, quando jurou ao candidato do PSB que ele seria o candidato a prefeito da base aliada. O risco para Marconi: ao enganar Demóstenes, o tucano pode reviver o ódio mútuo entre ambos e ficar ainda mais isolado no cenário político goiano.</P>
<P><STRONG>2)</STRONG> Como Marconi sinaliza a aliados que já considera Iris reeleito este ano, o tucano pode apoiar Demóstenes para queimá-lo, levando-o a uma segunda derrota consecutiva em cargos majoritários (a primeira foi em 2006, quando ficou em quarto lugar na disputa para governador). Assim, enfraqueceria Demóstenes em 2010, quando ele poderia tentar a reeleição para o Senado. O risco para Marconi: ao levar Demóstenes a perder para Iris, o tucano estará fortalecendo o projeto do peemedebista para 2010, o que não é nada bom para o PSDB. </P>
<P><STRONG>3)</STRONG> Marconi pode mesmo apoiar Demóstenes, até como forma de se fortalecer diante da inesperada aliança PP-PMDB. Apoiando o DEM em 2008, poderia amarrar um acordo desde já para ter o apoio do mesmo DEM na eleição para governador em 2010, quando o DEM ficaria com uma das vagas ao Senado. O risco para Marconi: mínimo, já que aqui o tucano está arrumando uma estratégia de sobrevivência frente à união de Alcides e Iris.</P>
<P>Por outro lado, mesmo que leve o apoio a Demóstenes até o fim, Marconi estará desagradando muitos de seus aliados mais fiéis. </P>
<P>A começar por Raquel Teixeira, uma tucana fiel a Marconi que novamente ficaria a ver navios. </P>
<P>Estaria também jogando para escanteio Vilmar Rocha, uma das partes marconistas do DEM. Vilmar apoiou Marconi quando era governador do início ao fim, ao contrário de Demóstenes. Mas, desde que virou pré-candidato a prefeito, Vilmar nunca recebeu um aceno sequer de Marconi. Ao contrário. </P>
<P>Marconi estaria deixando de lado, novamente, Barbosa Neto (PSB). Desprezado em 2004, Barbosa ficaria novamente isolado agora em 2008, apesar de nunca ter criticado Marconi publicamente. O que Marconi também estará excluindo são seus aliados do PSDB. Muitos deles (como João Campos) deixaram de tentar uma candidatura a prefeito este ano porque imaginaram que Marconi apoiaria Raquel Teixeira. </P>
<P>E Demóstenes? É viável? Claro que sim. Sabe argumentar, é bom de debates e repercute nacionalmente. </P>
<P>Tem, no entanto, de evitar os erros de 2006, quando agiu na campanha eleitoral mais como promotor público do que como candidato a governador. Precisa também ser mais sereno ao se comunicar pela televisão. </P>
<P>Demóstenes tem, ainda, um trunfo que o fortalece: já venceu Iris Rezende uma vez. Foi em 2002, na disputa para o Senado. Em toda a história de Goiás, só Demóstenes, Marconi e Lúcia Vânia podem se orgulhar de já terem vencido Iris Rezende. Não é pouco. Afinal, assim como há dez anos, agora em 2008 Iris Rezende novamente é tido como imbatível.</P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=726]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2008-04-12 11:43:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[O único nome de esquerda em Goiânia]]></title>
<description><![CDATA[<P><STRONG>Com PT se aliando ao PMDB, nome do Psol tem tudo para ser o único candidato de esquerda na sucessão de Goiânia deste ano. Ele concedeu entrevista à Tribuna do Planalto</STRONG></P>
<P><EM>Por Anapaula Hoekveld, Eduardo Sartorato, Elizeth Araújo e Filemon Pereira</EM></P>
<P>Se a chamada base aliada ainda não se definiu em Goiânia e o PT nem mesmo sabe se disputará a eleição de outubro com candidato próprio, o prefeito Iris Rezende (PMDB) terá ao menos um adversário disposto a confrontá-lo. </P>
<P>O engenheiro e militante de esquerda Martiniano Cavalcante é o pré-candidato do PSOL à Prefeitura de Goiânia. Martiniano, que já disputou a prefeitura em 1996, critica a disposição do PT em apoiar a reeleição de Iris. O socialista minimiza a gestão peemedebista em Goiânia, ressaltando que o prefeito só se destaca pela comparação com o fracasso da administração do ex-prefeito Pedro Wilson (PT). </P>
<P>Ele elogia, contudo, a quebra de contratos que Iris promoveu na prefeitura, mas em seguida ressalva que é possível fazer mais. </P>
<P>Martiniano Cavalcante quer implantar na em Goiânia um modelo de gestão onde sobressaia a democracia participativa. Fala na formação de conselhos de gestão das principais secretarias e em mutirões permanentes para, entre outras ações, zerar o déficit de habitação na capital. Martiniano Cavalcante visitou a redação da Tribuna do Planalto na segunda-feira, 7. </P>
<P><STRONG>Tribuna do Planalto - Como o PSOL se prepara para disputar as eleições municipais de outubro?<BR>Martiniano Cavalcante -</STRONG> A nossa conferência eleitoral realizada em março definiu que teremos candidatura própria em todas as capitais. Em algumas capitais o Psol já desponta como uma alternativa considerável. Em Porto Alegre, a Luciana Genro (deputada federal) aparece em segundo lugar em todas as pesquisas, disputando com a Maria do Rosário (deputada federal, PT) e com a Manoela Ávila (deputada federal pelo PC do B). No Rio de Janeiro, o Chico Alencar (deputado federal pelo Psol) aparece no bloco de candidaturas que já ocuparam espaço de competitividade. E em Belém nós estamos numa luta com o Edmilson Rodrigues para que ele saia candidato. Ele está em primeiro lugar, mas não quer ser candidato, quer terminar o doutorado. Aqui em Goiânia nós temos pré-candidatura a prefeito. Sou eu o pré-candidato e temos uma chapa bastante competitiva de vereadores com lideranças do movimento sindical, popular, comunitário e que disputarão com muito apetite essas cadeiras da Câmara. O Psol tem todas as condições de disputar as eleições em Goiânia.</P>
<P><STRONG>Essa possível aliança entre PT e PMDB ajuda o Psol a completar essa lacuna da esquerda em Goiânia?</STRONG> <BR>Ajuda os eleitores a compreenderem a verdade de modo mais explícito. O que ocorre aqui é um reflexo muito simétrico do que ocorre em Brasília. Então, o eleitorado de Goiânia terá oportunidade de perceber com seus próprios olhos que a hegemonia do Delúbio (Soares) e dos métodos delubianos no PT de Goiás, leva o partido a posicionar-se diante de um balcão de negócios, cujo propósito é voltar ao comando da prefeitura de Goiânia sem disputar eleições, pelo caminho mais fácil, do conluio com o PMDB. Ao tempo em que o Iris quer garantir seu espaço para o retorno ao governo do Estado, o PT quer voltar à prefeitura. E ambos com uma gula impressionante, fugindo da verdade, omitindo a verdade dos eleitores. O Iris faz de conta que é candidato a prefeito, na verdade é candidato a governador. E essa parte do PT, essa banda delubiana do PT, indica um nome para vice e, na verdade, é candidato a ser prefeito por dois anos e oito meses. Goiânia tem a característica de ter uma população muito combativa, de oposição. E, às vezes, com uma tendência à esquerda reiterada nas últimas seis eleições. O Psol iluminará esse cenário político no debate que nós faremos, mostrando aos eleitores e a população, separando o joio do trigo. Nós vamos mostrar que o PT disse durante toda sua vida, que eram todos 'farinha do mesmo saco', acabou se resumindo ao PT pulando para dentro do saco depois de 25 anos. E nós queremos dialogar com a população para ganhar esse espaço político. Dialogar de maneira positiva, com um programa inovador, com um programa de transformações profundas na sociedade goianiense e que efetivamente nenhum outro partido pode apresentar. O Psol se coloca na disputa com uma candidatura para valer. Inclusive, o programa que nós vamos apresentar nas eleições desmistifica essa idéia do cacique, do caudilho, da estrela. Ele propõe que sejam os cidadãos e cidadãs dessa cidade os protagonistas da construção de uma experiência de democracia direta, que nós não vivemos ainda no Brasil. </P>
<P><STRONG>Para fazer essas propostas, mostrar durante o processo eleitoral, o partido precisa de estrutura. Qual a estrutura do Psol para essa campanha?</STRONG><BR>O Psol não toma isso como uma verdade absoluta. Se fosse uma verdade absoluta a Heloisa Helena não teria tido 7 milhões de votos sem gastar nada na campanha presidencial. Nós achamos que despertar a consciência de milhares de pessoas se dá, sobretudo, pelo posicionamento político. Fazer material, fazer panfleto e fazer o programa de televisão se tornou muito barato hoje. Para um partido que tenha dignidade política, que tenha o compromisso de combater a corrupção, de fato o compromisso de democratizar o aparelho de Estado e não de usá-lo como espaço de marcas políticas, o partido que se contraponha a isso não precisa de dinheiro. Quem precisa de dinheiro para comprar voto, para enriquecer aqueles que são seduzidos durante as campanhas eleitorais, esses partidos aí de fato precisam de milhões, mas felizmente o Psol não se encontra entre eles. </P>
<P><STRONG>Na visão do sr. a minirreforma foi um avanço, não?</STRONG><BR>Não foi um avanço. Na verdade, são barganhas. Quando a pressão social cresce demais, se ameaça ilegitimar o processo político-eleitoral, pequenas mudanças são feitas, mas que efetivamente não atingem a essência do programa. A eleição continua do mesmo modo com o voto aberto e não voto em lista, os partidos têm muito pouca influência. Então, essas medidas são incapazes de bloquear o intuito desses que usam o poder econômico, que burlam essas medidas com facilidade. Ela legitima aparentemente o processo eleitoral, mas mantém o mecanismo que permite a compra de votos. Tem gente aí que sai uma semana antes da eleição e se elege a vereador. </P>
<P><STRONG>A gente percebe um posicionamento mais duro do sr. em relação ao vereador Elias Vaz. É só uma questão de temperamento ou são posições diferentes no partido?</STRONG><BR>O&nbsp;Elias tem sido muito duro com o Iris. Tem sido bem mais duro com o Iris do que eu. Tenho feito críticas políticas, o Elias tem sido uma pedra no sapato do Iris. O Elias denunciou no início da gestão a tentativa de locação de equipamentos de informática, que era uma fraude. Segundo as más línguas, não sou eu que estou dizendo, por trás estava o vice-prefeito Valdivino de Oliveira. O Elias denunciou as pessoas que estavam encasteladas, que eram parentes e apaniguados de vereadores e que o prefeito cooptava para a sua base de governo. O Elias denunciou a construção irregular das faculdades. O Elias travou um embate duríssimo com o Iris. O Iris tem agido de uma maneira inteligente com o Elias, provoca pouco a fera. O Elias é a oposição que existe em Goiânia ao prefeito. Outra coisa, nem eu e nem ele não tratamos as pessoas como inimigas. Eu travei um embate muito duro contra o ex-governador Marconi Perillo, inclusive na justiça, ele me processou várias vezes, mas não tratamos os indivíduos como se fosse uma relação pessoal. Nem o Elias é inimigo pessoal do Iris, nem eu sou. Entretanto, juntos nós vamos derrotar o Iris, eu, o Elias e a população de Goiânia. </P>
<P><STRONG>Iris foi eleito prometendo asfalto, saúde 24 horas e transporte coletivo de qualidade em seis meses. O transporte coletivo tem solução? O PSOL defendia o transporte alternativo, que não funcionou.</STRONG><BR>Não foi isso que nós vimos. Nós vimos que havia um estímulo a destruição do transporte alternativo. E a destruição do transporte alternativo proposto pela imprensa, pelos grandes anunciantes, pelos empresários do transporte e pelo governo estadual e municipal tinha um único alvo: destruir a liderança política que estava à frente do transporte. </P>
<P><STRONG>Mas há experiências positivas com transporte alternativo?</STRONG><BR>Em todos os países da Europa existe transporte alternativo. Ele é um transporte complementar. E funciona bem em todos os lugares onde ele é estabelecido com esse caráter. Por que ele é um transporte complementar e por que ele funciona bem? Você não pode querer que um metrô tenha a capilaridade de um transporte alternativo. O metrô não tem a capilaridade que tem um ônibus e um ônibus não tem a capilaridade que podem ter os micro-ônibus. Então, é um processo progressivo. A combinação dessas formas de transporte é que tem de ser estabelecida em Goiânia. E o começo do estabelecimento disso passaria por uma democratização efetiva do transporte em Goiânia. E não é o que a prefeitura fez. O transporte nessas condições vai sofrer melhorias cosméticas, com ônibus novos, mas a demanda continuará a mesma. Há uma queda no número de pessoas que utilizam o transporte em Goiânia. O futuro, em todos os aspectos, inclusive o ambiental, demanda menos transporte e não mais deslocamento. E estamos andando no sentido contrário do que o futuro exige. As pessoas deixam de andar de ônibus em Goiânia para andar de moto ou de carro.</P>
<P><STRONG>E a prefeitura irá estrear agora uma campanha para fortalecer o uso do transporte coletivo, mas se as pessoas forem usar...</STRONG><BR>Não tem qualidade suficiente. Então, o sujeito cai em um círculo vicioso. Se não tem qualidade também não tem arrecadação suficiente para se projetar como uma solução adequada. Então, é preciso mudar isso. E a Prefeitura de Goiânia tem de incidir concretamente como sujeito do transporte. E existe um aspecto no planejamento urbano que precisa ser trabalhado com muita seriedade. Não há solução para o transporte urbano quando o deslocamento das pessoas ocorre de maneira anárquica. Quando se diz menos transporte, se fala em menos deslocamento. Quando se fala em menos deslocamento, se fala em universalização dos serviços e da vida em partes menores da cidade. Isso não é difícil. Uma das últimas intervenções de planejamento urbano que nós tivemos em Goiânia foi a duplicação da T-63. E aquilo propiciou o surgimento de um pólo alternativo na cidade. Aquela região da T-63, no Setor Bueno, já dispõe de quase todos os serviços públicos. E foi uma iniciativa pequena. Nós temos condições de ter entre 10 e 15 pólos de desenvolvimento em Goiânia, de tal modo que as pessoas trabalhem perto de onde moram. Isso é possível fazer com o manejo do Plano Diretor, da Lei do uso do solo e com modificações no Código Tributário. Isso é possível de ser feito e pode tirar muito o impacto da necessidade de transporte. Outra coisa fundamental, que é óbvia aos olhos de qualquer pessoa, é que se você estabelece uma alternância de horários no início das atividades, você constrói uma vida mais saudável. Sobrecarrega menos as estruturas, em geral. Se as escolas começam a funcionar às 7 horas, o serviço público às 8 horas e o comércio às 10 horas, você tem um fluxo que permite ao transporte coletivo, por exemplo, suportar a demanda.</P>
<P><STRONG>‘Quando se mede a figura de Iris frente a necessidade de Goiânia, ela desaparece’</STRONG></P>
<P><STRONG>Que avaliação o sr. faz da gestão Iris Rezende e do favoritismo dele apontado pelas pesquisas?</STRONG><BR>Essa é a pergunta que todos me fazem e eu repondo com muita firmeza. Existe na população de Goiânia um sentimento que me lembra aquela anedota - a população chorando na praça porque o rei estava prestes a morrer. Alguém viu e disse: 'Ora, mas então esse rei é muito bom, todos querem que ele sobreviva.' E as pessoas respondiam: 'não, não é que ele é muito bom, é que o filho dele, o príncipe, é péssimo.' Então, parece que boa parte da popularidade do Iris se deve ao desastre que foi a administração do Pedro Wilson. Em todos os aspectos piores do que a atual. Talvez seja difícil encontrar uma administração em Goiânia pior do que foi a do Pedro Wilson. </P>
<P><STRONG>E esse favoritismo se deve também à fragilidade das outras pré-candidaturas?</STRONG><BR>Não, disputa real só quando começa mesmo. Não acho que a gente deva subestimar candidaturas. Mas eu penso o seguinte. Uma parte é a comparação com o que foi e outra parte é que o Iris se via acuado. Dizem que o um gato acuado é um animal extremamente feroz. E o Iris estava acuado por duas derrotas terríveis e estava tão acuado que lançou mão de parte de um programa que nós defendemos. Em 1996, eu fui candidato a prefeito de Goiânia. Essa cidade sabe que quem pautou a proposta de ruptura dos grandes contratos da prefeitura fomos nós. E o Iris precisava de dinheiro para fazer alguma coisa. Então, ele rompeu o contrato da Enterpa, ele reduziu o contrato da Ita pela metade, rompeu o contrato com a Enza. A prefeitura economizou R$ 6 milhões por mês. São mais de R$ 70 milhões por ano. Você multiplica isso por quatro anos, dá o dinheiro do asfalto e das obras que estão sendo feitas. Entretanto, é preciso fazer muito mais. Isso tem um impacto. Quando você joga essas obras aos olhos da população, comparado com o Pedro Wilson, que era o Pedro dormindo... Então, quando se compara as duas coisas, a figura do Iris cresce. Mas quando se mede a figura de Iris frente à necessidade de uma cidade como Goiânia, ela desaparece. Porque não tem capacidade para entrar nesse debate. E eu quero propor o debate com ele. Primeiro, do ponto de vista da forma da gestão política nós estamos vendo a educação e a saúde em uma situação de impasse. É um dono de hospital particular que está gerindo a saúde em Goiânia. Não há nada mais atrasado do que isso. Nós queremos fazer esse debate com alguém que se considera ou se porta como messiânico, como caudilho, como chefe, como coronel. </P>
<P><STRONG>E qual a proposta administrativa do Psol para essas áreas?</STRONG><BR>A proposta do PSOL para essas áreas, que são áreas fins da prefeitura, é que os profissionais tenham o direito permanente de eleger e de revogar os mandatos dos que têm cargos de chefia e da definição do conteúdo da ação pública. Portanto, os trabalhadores da educação de uma maneira geral, não só definirão o caráter do programa pedagógico como irão eleger o conselho de gestão da Secretaria de Educação, que cumprirá o papel de secretariado. Assim também será na saúde. Nós pensamos em instituir um conselho na cidade, eleito por um número proporcional de votos e esse conselho se reúne periodicamente, discute, faz o balanço das áreas, dos programas. Pensamos em fazer uma revolução no problema da reforma urbana em Goiânia. Nós temos 50 mil famílias que não tem lote em Goiânia, e temos 100 mil lotes dentro de Goiânia. O nosso programa tem três eixos: Primeiro, o respeito às questões dos direitos humanos, não como discurso, mas para solucionar esses problemas. Segundo, o problema da democracia direta. Terceiro, o problema da reforma urbana e das novas formas de sustentação econômica. O atual prefeito fala em mutirão, nós vamos demonstrar como é que se faz um mutirão permanente. Como é que se faz uma revolução democrática permanente em uma cidade, incorporando as pessoas na luta para solucionar os seus próprios problemas. </P>
<P><STRONG>Quando o sr. faz uma avaliação negativa da gestão Pedro Wilson, isso de certa forma prejudicou a esquerda em Goiânia e no Estado?</STRONG><BR>E eu votei no Pedro, lamentavelmente. Embora o Lula diga que não é de esquerda, a história teima em vê-lo como o maior ícone que a esquerda brasileira construiu. E às vezes a história é mais pelo que parece do que pelo que é realmente. Então, de fato sim prejudicou bastante. Prejudica, sobretudo, porque a direita no Brasil há muitos anos faz um trabalho consciente, casado com os meios de comunicação, para destruir a credibilidade da política como busca coletiva de solução dos problemas. E um dos elementos importantes de propaganda da direita é de que a política é suja, é corrupta e pertence à meia dúzia de inescrupulosos. E, lamentavelmente, a chegada do PT ao governo, tanto ao governo do município quanto o governo federal, fortaleceu no senso comum essa idéia. Isso é o prejuízo maior que eu vejo. </P>
<P><STRONG>Apesar dos escândalos, por que na hora da disputa eleitoral os partidos tradicionais tendem a conquistar mais o eleitorado?</STRONG><BR>Em um país como o Brasil, eu penso que o PT chegou ao governo em uma trajetória considerável. Foram duas décadas e meia, não é um tempo longo. No nosso caso, e no caso das pessoas que tinham uma corrente de pensamento à esquerda do PT, era necessário que ocorresse a prova dos nove. A primeira eleição que o Lula disputou, em 1989, nós fazíamos uma polêmica porque tinha um setor ainda mais à esquerda do que nós que discordava da candidatura de Lula. E eu dizia: 'se a população não souber que o Lula governa e vai governar desse modo, como é que vai sobrar espaço para a esquerda fazer política.' Nós tínhamos de propiciar que governassem para tirar a prova dos nove. E o PT tirou a prova dos nove. Aplicou o seu programa, aplicou a metodologia da conversão ao ideário do inimigo e o Brasil não mudou. Então, se nós lutávamos pelas condições sociais injustas, contra o atraso econômico e cultural do nosso país, nós temos os motivos para continuar lutando. O Psol ganha a prefeitura. Não sei se nessa eleição ou em outra. O Psol disputará o poder no Brasil. </P>
<P><STRONG>Como o sr. assiste a esse momento de crise do Estado?</STRONG><BR>Eu assisto de uma maneira monótona, enfadonha. E me preocupa muito, de uma maneira geral, na perspectiva dos atores políticos. Quem está no Palácio das Esmeraldas hoje é absolutamente previsível. A situação que o ex-governador deixou o Estado também era previsível. Agora, o que deixa a gente com certo temor sobre o futuro de Goiás é que os sujeitos econômicos não vêem o tamanho da tragédia que provocarão. O Cerrado foi reduzido a 7% do seu bioma natural. O Cerrado é o segundo maior bioma do Brasil. A maior fonte de água doce do país. Isso devia ser cuidado pelo exército, é uma riqueza universal. A água movimenta no mundo hoje cifras equivalente à metade do que o mercado do petróleo movimenta, e em dez ou 15 anos movimentará muito mais do que o petróleo. E nós estamos exportando em cada tonelada de soja, 1,3 mil litros de água. Em cada boi, nós estamos exportando 2,5 mil litros de água. Então, você vai a Santa Helena, você uma das regiões mais degradadas do planeta. E estão programadas mais 20 usinas em Goiás. O governo do Estado dá subsídios, isenção de ICMS, apoio para obtenção de créditos para construir uma indústria de devastação ambiental, que não deixa retorno nenhum. Na verdade, essa indústria do Etanol é utilizada para fortalecer a ideologia do automóvel na sociedade, criar os problemas os problemas urbanos, fechando um cerco de dominação e alienação política. </P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=725]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2008-04-12 11:37:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Não basta querer a Copa 2014]]></title>
<description><![CDATA[Por Vassil Oliveira<BR><BR>
<P>É&nbsp;preciso agir. E logo.</P>
<P>O maior adversário hoje para Goiás conquistar o direito de sediar alguns jogos da Copa 2014 é o próprio Estado de Goiás. Cadê as ações propositivas para 'vender' Goiânia como boa sede? Cadê a promoção da idéia da Copa entre os goianos, para que entendam a importância da iniciativa? Cadê o foco no resultado, no interesse comum?<BR><BR>A definição do técnico Felipão como nosso garoto-propaganda já é um passo grande, mas um Felipão sozinho não faz uma Copa. Temos acima de tudo de fazer a nossa parte. E ela começa por entender que a Copa em Goiás não é uma obra do governo do Estado ou da Prefeitura de Goiânia. Não basta ao governador ou ao prefeito só olhar; eles têm de participar. Sim, mas isso, a busca pela Copa, é algo que precisa ir além deles.</P>
<P>Leia o texto na íntegra <A href="http://www.tribunadoplanalto.com.br/modules.php?name=News&amp;file=article&amp;sid=5280&amp;mode=thread&amp;order=0&amp;thold=0">clicando aqui</A>.</P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=724]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2008-04-05 06:47:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Raquel Teixeira está sozinha]]></title>
<description><![CDATA[<P>Não há dúvidas: a candidatura de Raquel Teixeira (PSDB) está mesmo abandonada à própria sorte. Os tucanos de Goiás, no máximo, só a elogiam lugares reservados. Até agora, nunca vieram a público falar bem de sua candidatura ou, pelo menos, mal do adversário a ser batido, Iris Rezende. </P>
<P>Com o Tribunal de Contas da União (TCU) condenando Raquel a devolver R$ 12 milhões aos cofres públicos quando foi secretária da Educação em Goiás, esperava-se que, desta vez, os tucanos fossem ao menos defendê-la. Nada. Fizeram um jantar na casa da tucana, mas o assunto foi um só: a briga do PSDB com o governo Alcides. Na saída do jantar, nenhuma palavra sobre Raquel. </P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=723]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2008-04-05 06:44:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Lula-3 mudaria tudo em Goiás]]></title>
<description><![CDATA[<STRONG></STRONG>
<P>Embora seja o desejo secreto de muitos petistas, o projeto que estabelece a possibilidade de disputar um terceiro mandato consecutivo para o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) dificilmente sai do papel. Pelo menos é a tendência atual. Há resistência interna no PT, entre aliados e, principalmente, na oposição e na imprensa. </P>
<P>É bom mesmo que não saia do papel. Altamente casuística, a proposta, uma vez aprovada, fragilizaria uma democracia que ainda caminha para o amadurecimento. Não seria bom pra o País, independente de ser Lula ou não o nome a ser beneficiado. <BR><BR>Mas, se a idéia vier a se tornar realidade, muita coisa muda - e não só no cenário nacional. A proposta de uma nova reeleição, – assim como a que permitiu que FHC disputasse uma reeleição, aprovada em janeiro de 1997 – estaria automaticamente estendida a todos os governadores e prefeitos também. Em Goiás, muitas reviravoltas aconteceriam.&nbsp; <BR><BR>Exemplo: Iris Rezende (PMDB), igualmente, poderia ser reeleito prefeito em 2008 e, se quisesse, novamente em 2012. Embora o desejo de Iris, todos sabem, seja disputar o cargo de governador no meio do segundo mandato. </P>
<P>O grande fato novo seria a possibilidade do governador Alcides Rodrigues (PP) poder se candidatar à reeleição, em 2010. Com as regras atuais, já foi reeleito uma vez (em 2006) e, portanto, não pode postular o mesmo cargo novamente. <BR><BR>Quem mais perderia com a possibilidade de Alcides se candidatar a governador em 2010 é o senador Marconi Perillo (PSDB). Candidatíssimo a voltar ao Palácio das Esmeraldas daqui a dois anos, o tucano teria de enfrentar um governador candidato à reeleição. Mesmo que Alcides estivesse em baixa, não seria fácil. Bem ou mal, o tucano experimentaria do próprio veneno: ter de enfrentar um candidato com a máquina administrativa na mão. </P>
<P>Em baixa ou em alta, Alcides seria forte porque, entre outros motivos, candidatos com a máquina na mão costumam atrair muitos partidos para uma ampla aliança. Pelo menos sempre foi assim em Goiás. <BR><BR>Se as regras não mudarem – e Alcides não puder ser reeleito pela segunda vez&nbsp;– Marconi até pode ser um candidato de oposição a Alcides. Mas as facilidades são maiores. Sua oposição a Alcides estaria em outro patamar, parecida com a que fez Iris em 1990, quando atacou sem dó o ex-aliado Henrique Santillo (que não era candidato à reeleição, medida inexistente à época). Em 1990, como Santillo não era candidato, ele não teve como enfrentar Iris diretamente. Apenas apoiou, discretamente, a candidatura de Paulo Roberto Cunha.<BR><BR>Quem também perderia com a possibilidade de Alcides ser outra vez candidato seriam alguns aliados. Hoje há nomes que sonham ter o apoio do Palácio das Esmeraldas em 2010 para enfrentar, entre outros, Marconi Perillo. </P>
<P>Iris Rezende é um deles, embora saiba que chance de ter o PP em seu palanque é remota. Outro postulante é o presidente do Banco Central, Henrique Meirelles. Este, sim, dá sinais de que considera o apoio de Alcides importante para sua candidatura a governador ganhar força. <BR><BR>No interior do Estado, candidatos a prefeito que em 2008 tentarão a&nbsp; g reeleição poderiam, em 2012, tentar uma nova candidatura ao mesmo posto. Locais onde há lideranças mais fortes tenderiam a 'perpetuar' poucos nomes no poder, com pouca alternância de idéias. <BR><BR>Em Goiânia, a vice de Iris na candidatura à reeleição do peemedebista este ano tenderia a ser ainda mais disputada. </P>
<P>Afinal, com Iris (se for reeleito este ano) renunciando à prefeitura em 2010 para tentar ser governador, seu vice teria dois anos e nove meses de mandato e ainda poderia se candidatar à reeleição outras duas vezes. Um atrativo e tanto. <BR><BR>Tudo, claro, ainda não passa de hipóteses. Afinal, a proposta de um terceiro mandato para Lula é polêmica e não deve sair do papel. Mas, amanhã, a tendência pode ser outra. </P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=722]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2008-04-05 06:42:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Ninguém reage à aliança PP-PMDB]]></title>
<description><![CDATA[<P>Quando, há três semanas, o governador Alcides Rodrigues (PP) e o prefeito Iris Rezende (PMDB) passaram a dar sinais de que a aliança entre seus partidos poderia sair do campo da ficção, muitos imaginavam que, na pior das hipóteses, haveria uma forte reação. </P>
<P>O que aconteceu? O oposto. A aliança avançou e nenhuma reação significante apareceu, nem na capital, nem no interior. Nem no PP, nem no PMDB. <BR><BR>Na quinta-feira da semana passada, dia 27, Alcides foi ainda mais longe. Poucos dias depois de afastar mais tucanos de sua administração, elogiou o ex-governador Maguito Vilela (PMDB), candidato a prefeito que o PP pode apoiar em Aparecida de Goiânia. </P>
<P>Em discurso no Palácio das Esmeraldas, o governador pepista afirmou que Maguito foi um "leão" quando governador, ao garantir a instalação da Perdigão em Goiás, em Rio Verde. </P>
<P>Na campanha para governador, em 2006, Alcides dizia que não tinha como falar bem ou mal de Maguito porque ele "simplesmente não tinha feito nenhuma obra em Goiás" durante seus quatro anos de mandato. Uma mudança e tanto de postura. </P>
<P>Tão relevante quanto a declaração de Alcides foram os aplausos entusiasmados de vários pepistas presentes ao evento. Não é pouco. <BR><BR>Se a relação entre PP e PMDB avança, na mesma proporção a distância entre PP e PSDB aumenta. Além de se afastar&nbsp;do PP, o PSDB dá sinais de que não se importa mesmo de perder o aliado ou de fortalecer o PMDB. </P>
<P>Em outros tempos, o senador Marconi Perillo (PSDB) e sua tropa já teriam criticado publicamente a aliança pepista com o PMDB. </P>
<P>Ou seja: os tucanos já consideram o governador um ex-aliado.<BR><BR>Impressionante mesmo é a calmaria nas bases de PP e PMDB. Quando o presidente regional do PP de Goiás, Sérgio Caiado, disse que o PP daria "total liberdade" para Ozair José (PP) formar aliança com o PMDB em Aparecida, não houve uma só voz dissonante nos dois partidos, mesmo com a possibilidade do PMDB ser o cabeça-de-chapa.<BR><BR>Ao mesmo tempo, o deputado federal Sandes Júnior (PP), pré-candidato do partido em Goiânia, sinaliza a quatro ventos que quer ser o vice de Iris Rezende (PMDB) em Goiânia. Já é rotina no Paço Municipal, por exemplo, Sandes visitar Iris. E nenhum pepista censura ou condena a atitude de Sandes. Há quem, inclusive, incentive a atitude do pepista. </P>
<P>A reação tão branda das bases chega a ser curiosa. Os eleitores tradicionais das duas legendas teriam gostado mesmo da idéia?<BR><BR>Não é tão ilógico imaginar que sim. Os pepistas, por exemplo, já trabalham com a idéia de formar uma maioria na Assembléia Legislativa sem o PSDB. </P>
<P>A melhor alternativa (talvez a única) seja mesmo se unir ao PMDB, ao menos em pontos estratégicos para o Palácio das Esmeraldas. <BR><BR>Mas o fator principal que leva pepistas a digerir melhor a aliança PP-PMDB é o fato de o PSDB, hoje, ser um partido menos benquisto do que o PMDB. </P>
<P>Fora do poder, a rejeição anti-tucana em Goiás floresceu. Sem contar aqueles que, antes, apenas fingiam convenientemente gostar do PSDB e de Marconi Perillo. <BR><BR>Entre peemedebistas, o quase-ódio ao PSDB também ajuda o partido a se unir ao PP. É como se PP e PMDB tivessem um inimigo número 1 em comum. <BR><BR>Para o PMDB, é oportuno aliar-se ao PP até como forma de reoxigenação. Como o partido perdeu as três últimas eleições estaduais para governador (sempre com chapa pura), a aliança com o PP pode ser uma saída do isolamento a que se submeteu. </P>
<P>Uma aliança com um governador - que não pode ser candidato à reeleição e, portanto, não atrapalha Iris - é uma opção confortável para um partido que sonha voltar ao Palácio das Esmeraldas em 2010. <BR><BR>Claro que contribui para a não-reação das bases pepistas e peemedebistas o fato de Alcides ser o governador do Estado e, Iris, um dos favoritos da eleição de 2010. Ninguém do interior quer se indispor, ao menos prematuramente, com nenhum dos dois. <BR><BR>É esse o segredo: a disposição e força de Alcides e Iris podem aumentar ou sepultar a chance de sucesso da aliança PP-PMDB. </P>
<P>Por mais que as bases resistam (resistência que até agora não apareceu), é difícil para qualquer partido se opor a um projeto liderado por seu líder máximo. E, hoje, mais do que nunca, Alcides e Iris são os líderes de seus partidos.</P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=721]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2008-03-29 09:09:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Fim da trégua]]></title>
<description><![CDATA[<P>O senador Demóstenes Torres (DEM) vai apresentar emenda que proíbe qualquer senador de deixar o mandato para ser candidato ao Executivo. </P>
<P>O objetivo é um só: impedir Marconi Perillo (PSDB) de ser candidato a governador em 2010. O que comprova que a paz entre ele e Marconi é só aparente.</P>
<P>Vai conseguir aprovar a emenda? Nunca. Principalmente porque nove entre dez senadores pretendem, em algum momento, voltar a ocupar um cargo executivo. </P>
<P>Inclusive&nbsp;Demóstenes. Afinal, ele próprio foi candidato a governador em 2006. Se tivesse sido eleito, teria abandonado seu cargo no Senado na metade do mandato. O mesmo Demóstenes que, ao se eleger senador em 2002, havia prometido jamais cair na tentação de disputar algum cargo em 2006. </P>
<P>O relatório de Demóstenes será apreciado quarta-feira pela CCJ do Senado.</P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=720]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2008-03-28 00:24:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Adib Elias participa de reunião no Congresso com dinheiro na meia]]></title>
<description><![CDATA[<P>Do G1</P>
<P>O Prefeito de Catalão (GO), Adib Elias (PMDB),&nbsp;diz que guarda dinheiro na meia para não fazer volume no bolso. Ele participava de reunião da bancada do PMDB, no Congresso Nacional.</P>
<P>Para ver a foto com mais detalhes, <A href="http://g1.globo.com/Noticias/Politica/0,,MUL365098-5601,00.html">clique aqui</A>.</P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=719]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2008-03-27 02:37:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[2008, o ano que já acabou]]></title>
<description><![CDATA[<P>Tanto faz o partido. PP, PSDB, PMDB, PT, PR ou DEM. Todos eles têm uma coisa em comum: discutem mais a eleição de 2010 do que a deste ano, em 2008. </P>
<P>Há algo de estranho. Afinal, se o PMDB pensa mais em 2010 do que em 2008, é porque considera que Iris Rezende já está reeleito prefeito de Goiânia. Se PP e PSDB excluem 2008 de suas agendas é em função de já se considerarem derrotados este ano? </P>
<P>O PSDB não parece incomodado de ver Iris reeleito. Aparenta ter lançado Raquel Teixeira à sucessão em Goiânia apenas para fazer 'birra' a Alcides. </P>
<P>Raquel está abandonada à própria sorte. </P>
<P>Todos os líderes tucanos (deputados estaduais e federais, principalmente) se preocupam mais em atacar o governador "aliado" Alcides Rodrigues (PP) do que criticar o "adversário" Iris Rezende (PMDB). </P>
<P>Nem mesmo se lembram da existência de Raquel, quanto mais de elogiá-la. <BR><BR>O PP, por sua vez, não acende um fósforo sequer para a candidatura de Sandes Júnior (PP), apesar de sua boa colocação nas pesquisas. </P>
<P>Seus líderes estão mais preocupados em atacar o governo tucano que antecedeu Alcides ou, no caso de alguns (como o deputado federal Roberto Balestra) ficar repetindo <EM>ad infinitum</EM> que a crise é invenção da imprensa. </P>
<P>De 2008, nada falam. Alcides, por exemplo, nunca pronunciou uma só palavra contra Iris. <BR><BR>Barbosa Neto (PSB), que desta vez parecia ter força suficiente para se impor como candidato a prefeito, submergiu. Não fala com jornalistas, não articula nos bastidores, abandonou sua própria candidatura.&nbsp; <BR><BR>No lado do DEM, mesmo com o partido lhe dando total apoio, o deputado federal Vilmar Rocha não dá a mínima para a possibilidade de ser candidato a prefeito em Goiânia. </P>
<P>Não era ele, Vilmar, que tanto reclamava da falta de espaço no antigo PFL? Em conversa com aliados, Vilmar só fala de 2010: o que fazer para voltar a ser deputado federal ou sonhar com o Senado.<BR><BR>PTB e PR, pragmáticos ao extremo, querem usar 2008 apenas para ganhar força para a eleição maior, a de 2010. Sandro Mabel quer seu PR elegendo mais prefeitos para ter maior poder de negociação daqui a dois anos. Jovair usa o PTB nas prefeituras para se cacifar na aliança em torno de Marconi Perillo em 2010. <BR><BR>Tão estranho quanto é ver o PT usar a eleição de 2008 para estar no poder em 2010. </P>
<P>Independente da decisão interna do partido (a ser tomada na próxima terça, dia 25), a ala pró-candidatura própria sempre quis mesmo&nbsp;marcar posição e mostrar que a candidatura de 2010 depende dos arranjos de agora. </P>
<P>A ala pró-aliança com Iris busca a vice do PMDB agora para, em 2010, assumir a prefeitura com a provável renúncia de Iris para concorrer ao governo do Estado. <BR><BR><STRONG>Paradoxo<BR></STRONG>Tudo isso expõe um imenso paradoxo: todos os partidos dizem que a eleição de 2010 está ligada à de 2008, mas todos acabam por menosprezar 2008, só mirando mesmo em 2010. <BR><BR>No caso dos partidos da ex-base aliada, é fato que a antecipação de 2010 tem muito a ver com Alcides não poder mais ser candidato à reeleição. </P>
<P>Se Alcides pudesse se candidatar outra vez ao mesmo posto, o próprio governador estaria freando o acelerado debate de 2010. Como o atual governador não terá mais perspectiva de poder, vários partidos (especialmente o PSDB) tratam de antecipar 2010 o máximo possível. <BR><BR>Para os tucanos, aliás, quanto antes o governo Alcides acabar, melhor. Acostumados ao poder durante mais de oito anos, estão agora sendo alijados do Palácio das Esmeraldas. Quanto mais o desgaste entre PP e PSDB se prolongar, pior para os dois partidos. E a tendência é que o desgaste se prolongue.<BR><BR>Mas a renúncia ao ano de 2008 tem a ver mesmo é com a covardia dos partidos da base aliada.</P>
<P>Nenhum deles demonstrou, até agora, preocupação real em derrotar Iris Rezende (PMDB) em Goiânia. Sandes Júnior acorda, almoça e dorme pensando em ser vice de Iris. Barbosa Neto não descarta a possibilidade. Mabel também quer que seu PR na vice de Iris.O PTB elogia a administração peemedebista. O PSDB não liga para o fato de Iris ser reeleito. <BR><BR>Enfim, todos sonham com o fim rápido de 2008. </P>
<P>Ruim para o eleitor, que tende a ver uma campanha eleitoral municipal esvaziada. Ruim para os partidos, que perdem a oportunidade de, entre outras coisas, estarem inclusive mais fortes no tão almejado ano de 2010.</P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=718]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2008-03-21 08:23:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[PMDB: aliança não garante vice ao PT]]></title>
<description><![CDATA[<P><STRONG>Em 2006, PT aprovou aliança com PMDB e até indicou&nbsp;Valdi&nbsp;Camárcio&nbsp;para vice de Maguito. PMDB, na época,&nbsp;desprezou PT e foi de chapa pura</STRONG></P>
<P>João Paulo Teixeira<BR>Do Diário da Manhã</P>
<P>Se depender de um grupo de políticos do PMDB favorável à chapa pura nas eleições para prefeito, todo o esforço dos petistas para indicar o vice de Iris Rezende (PMDB) irá por água abaixo. Representantes da chapa favorável à reedição da dobradinha Iris e Valdivino de Oliveira, vitoriosa em 2004, dizem que, mesmo que o PT homologue o resultado do último domingo, ainda haverá um caminho tortuoso para que o Partido dos Trabalhadores (PT) consiga indicar um nome que ocupará a vaga de vice. <BR><BR>Leia a continuação do texto <A href="http://www.dm.com.br/materias.php?id=31483">clicando aqui</A>.</P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=717]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2008-03-20 06:00:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Pedro Wilson topa ser candidato?]]></title>
<description><![CDATA[<P>Por mais que os petistas pró-candidatura própria neguem, o grande responsável pela vitória parcial da ala-irista é o ex-prefeito e deputado federal Pedro Wilson.</P>
<P>Desde que perdeu a eleição de 2004, Pedro simplesmente sumiu. Mesmo terminando a eleição melhor do que começou (o marketing petista fez ele ficar 12 pontos atrás de Iris, em vez dos quase 30 previstos), Pedro saiu do palco principal. </P>
<P>Com a saída de Pedro, a divisão interna do PT passou a ser mais intensa. Sem Pedro, o PT goiano perdeu seu elo. </P>
<P>Pedro escalou Marina Sant'anna para substituí-lo. </P>
<P>Mas Marina não une. A rejeição interna de Marina (que vem de sua atuação na gestão Pedro) faz com que muitos petistas votem por uma aliança com Iris.</P>
<P>Se a ala pró-candidatura própria quiser mesmo reverter o jogo no domingo, uma jogada bastante ousada poderia mudar os votos de muitos delegados: Pedro Wilson se lançar candidato a prefeito, no lugar de Marina.</P>
<P>Pedro, ao contrário de Marina, une o PT quase todo. Ele ganha a eleição de Iris? Isso já é outra história.</P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=715]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2008-03-19 21:53:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Conflito de interesses]]></title>
<description><![CDATA[Por Juca Kfouri<BR><BR>
<P>A direção do Goiás acaba de informar que demitiu seu assessor de imprensa, Olivério Júnior.</P>
<P>Por coincidência, o mesmo que trabalha no Corinthians, desde a eleição de Andrés Sanchez.</P>
<P>Quando da passagem do Corinthians por Goiânia para enfrentar o Barras, do Piauí, o assessor já havia se envolvido em forte discussão com os jornalistas locais.</P>
<P>Estes&nbsp;lhe cobraram uma postura mais ética diante da informação de que estava cobrando R$ 100 mil do clube esmeraldino por ter intermediado negociação de atletas, algo que, naturalmente, não pode ser confundido com assessoria de imprensa.</P>
<P>A discussão, com ameaças de agressão por parte de Olivério Júnior, deu-se no saguão do hotel Castro's, onde o Corinthians estava hospedado.</P>
<P>Agora há pouco ele foi informado de sua demissão do Goiás, embora permaneça normalmente&nbsp;no Corinthians.</P>
<P>Leia mais <A href="http://blogdojuca.blog.uol.com.br/">clicando aqui</A>.</P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=716]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2008-03-19 20:27:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Consultoria dá razão à Lúcia Vânia]]></title>
<description><![CDATA[<P>Documento assinado pela consultoria legislativa do Senado atesta "razão integral” à senadora Lúcia Vânia (PSDB) na polêmica distribuição de recursos para emendas na Comissão de Orçamento do Senado, que a contrapôs ao também senador goiano Marconi Perillo (PSDB). O parecer é assinado pelo consultor Gilberto Guerzoni Filho.</P>
<P>Leia mais a respeito <A href="http://www.dm.com.br/materias.php?id=31424">clicando aqui</A>.</P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=713]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2008-03-19 06:13:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[A fila anda]]></title>
<description><![CDATA[<P>Por João Bosco Bittencourt<BR>Do Diário da Manhã</P>
<P>A demissão de José Carlos Siqueira sinaliza, claramente, que o governador Alcides Rodrigues resolveu pedalar forte e promover o expurgo do marconismo do governo. </P>
<P>A fila da degola andou. O aperitivo ocorreu na sexta-feira, quando serviu como tira-gosto as cabeças de duas aves de plumagem menor: Ageu Cavalcante (Trabalho) e Edemundo Oliveira (Justiça). Ontem, Alcides acertou na testa de um auxiliar de bico grande, com identificação forte com o ex-governador e atual senador Marconi Perillo.<BR>(...)<BR>O próximo da fila das demissões deve ser Fernando Cunha, hoje um desaparecido secretário para assuntos políticos. E a fila continuará a andar, não tenham dúvidas.</P>
<P>Alcides, definitivamente, indica que não tolera mais relações adulterinas na equipe. Exige fidelidade absoluta. Nada de auxiliar gozar as delícias do cargo de dia e de noite saracotear e render homenagens a outro chefe. Tudo aponta para a montagem da equipe dos sonhos de Alcides. Oton Nascimento, no Planejamento, é só a primeira aposta do governador.</P>
<P>Siqueira já devia ter vazado há muito tempo. Desde o ano passado, comandava uma pasta esvaziada e não era ouvido para nada no núcleo decisório. Servia apenas como peça de decoração na equipe. Valia menos do que porteiro do Palácio Pedro Ludovico. Não se sabe se ficou por apego ao cargo ou por orientação do grupo a que pertence. Sai agora pela porta dos fundos, demitido e humilhado.<BR>(...)<BR>A degola de Siqueira é uma vitória sonora de Braga. Mas a volta de Oton ao secretariado, não. <BR>(...)<BR>O presidente Lula já prometeu a Alcides viabilizar a administração estadual, com uma chuva de verbas, se houver o real afastamento de Marconi. E o prefeito Iris Rezende orientou a bancada na Assembléia a fechar com o governador, caso falte apoio do PSDB. É uma jogada de alto risco, mas pode acontecer troca de base de apoio, o que mudará macarronicamente a relação de forças da política goiana.</P>
<P>Alcides retomou a iniciativa. Resta saber se os marconistas estão dispostos à briga aberta ou se vão se calar. </P>
<P>Para ler o texto acima na íntegra, <A href="http://www.dm.com.br/materias.php?id=31415">clique aqui</A>.</P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=714]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2008-03-19 06:10:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Iris X PT em Goiânia]]></title>
<description><![CDATA[<P>A seguir, uma breve cronologia das relações entre PT e Iris Rezende nos últimos 23 anos</P>
<P><STRONG>1985 -</STRONG> Na eleição para prefeito da capital, o PT lança a candidatura de&nbsp;Darci Accorsi&nbsp;e o PMDB - do então governador Iris Rezende - lança Daniel Antônio. O candidato do PMDB vence por uma diferença de 3 pontos porcentuais. O PT acusa o PMDB de Iris de fraudar a eleição. Nos jornais, uma foto histórica: Darci chorando nos ombros de Pedro Wilson. </P>
<P><STRONG>1989 -</STRONG>&nbsp; Luiz Inácio Lula da Silva (PT) lutava para ser presidente da República na primeira eleição direta para presidente pós-redemocratização. O então ministro Iris (no governo Sarney) indicou o peemedebista Lázaro Barbosa para ser coordenador em Goiás da campanha de Fernando Collor (PRN). Na prática, nos dois turnos, Iris apoiou Collor.</P>
<P><STRONG>1992 -</STRONG> O PT elege, pela primeira vez, o prefeito de Goiânia. Darci Accorsi vence no segundo turno o candidato Sandro Mabel (PMDB), apoiado por Iris</P>
<P><STRONG>1994 -</STRONG> O então prefeito Darci Accorsi (PT) se aproxima politicamente de Iris Rezende e do candidato a governador, Maguito Vilela. O candidato que o PT lança na eleição para governador não faz uma única crítica a Maguito, que vence a eleição. Na eleição presidencial, o PMDB apóia Orestes Quércia oficialmente (Iris Araújo era vice dele) e Fernando Henrique Cardoso (PSDB) extra-oficialmente. </P>
<P><STRONG>1996 -</STRONG> Darci Accorsi lança Valdi Camárcio candidato a prefeito pelo PT. Valdi, em todo o primeiro turno, não faz uma única crítica a Luiz Bittencourt (PMDB), candidato de Iris. Pela única vez na história da capital, o PT não fica entre os dois primeiros colocados na eleição para prefeito. No segundo turno, o PT racha: a ala de Darci (majoritária) opta pelo apoio a Bittencourt. A ala de Pedro Wilson (minoritária) preferia neutralidade. Mesmo com o apoio oficial do PT, Bittencourt perde a eleição.</P>
<P><STRONG>1997 -</STRONG> Iris torna-se ministro da Justiça no governo FHC. Isso, mesmo com FHC pertencendo ao PSDB, partido rival de Iris no Estado e do PT no plano nacional.</P>
<P><STRONG>1998 -</STRONG> Iris, novamente candidato a governador, diz que fará FHC ter em Goiás a maior votação proporcional do Brasil. O principal adversário de FHC era novamente Lula, do PT. Iris vai para o segundo turno contra Marconi Perillo (PSDB). O PT, já sem Darci Accorsi, declara apoio a Marconi. Osmar Magalhães, candidato a governador pelo PT naquela eleição, diz no segundo turno que o Estado estava cansado de Iris.&nbsp; </P>
<P><STRONG>2001 -</STRONG> A pedido de Maguito, Iris rompe com o governo FHC. O PMDB goiano defende candidatura própria presidencial, mas fracassa nessa missão no ano seguinte.</P>
<P><STRONG>2002 -</STRONG> Enquanto Maguito Vilela tentava levar o PMDB goiano ao palanque de Lula (candidato a presidente pela quarta vez), Iris concede pelo menos duas entrevistas dizendo que preferia seu partido ao lado de José Serra (PSDB) e longe do PT. </P>
<P><STRONG>2003 -</STRONG> Em novembro, na inauguração da nova Avenida Goiás, Iris e Maguito sinalizam que querem apoiar a candidatura à reeleição de Pedro Wilson. Entrevistado, Iris chega a dar "nota 10" para a administração petista. O PT, no entanto, despreza a oferta peemedebista.</P>
<P><STRONG>2004 -</STRONG> Desprezado pelo PT, o PMDB opta por lançar Iris candidato a prefeito. Iris centra fogo na gestão de Pedro Wilson, atacando principalmente o caos no transporte coletivo e o fraco programa de pavimentação asfáltica do governo petista. Líder nas pesquisas do início ao fim da eleição, Iris é eleito. No segundo turno, derrota Pedro Wilson, quando as críticas entre PT e PMDB são intensificadas. </P>
<P><STRONG>2005 -</STRONG> Iris assume a prefeitura de Goiânia dizendo ter herdado uma "dívida enorme" da gestão petista. </P>
<P><STRONG>2006 -</STRONG> Invertendo o ocorrido em 2003, agora é a vez do PT se oferecer para ser vice do PMDB na eleição para governador. O partido chegou até a escolher, em votação, o nome de Valdi Camárcio para ser vice de Maguito Vilela. O PMDB despreza o apoio do PT e prefere lançar chapa pura. O PT acaba apoiando a candidatura de Barbosa Neto (PSB). No segundo turno, mesmo tendo sido humilhado no primeiro turno, o PT declara apoio a Maguito, que já estava com a eleição perdida. </P>
<P><STRONG>2007 -</STRONG> Em entrevista coletiva, em setembro, Iris se diz "indignado" porque o governo Lula fica com 70% dos impostos e não distribui nada para os municípios. Iris também ataca o PT regional. Na mesma entrevista, relembra, por duas vezes, que recebeu a prefeitura "muito endividada" do seu antecessor. E foi além: "não foi um débito consolidado que assumi, foram dívidas de 2004 mesmo", enfatizou. No fim do ano, Iris manifesta claramente o desejo de ser candidato à reeleição com apoio do PT. </P>
<P><STRONG>2008 -</STRONG> O PT discute se deve se aliar a Iris ou lançar candidato próprio a prefeito, como sempre fez. Em todas as votações, o partido mostra-se rachado, com uma tendência crescente de apoio a uma aliança com Iris. No domingo, 23, a posição do PT já estará definida. Resta saber se, mesmo apoiando Iris, o PMDB vai mesmo dar a vice para o PT. </P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=711]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2008-03-19 02:45:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[PT em busca do consenso]]></title>
<description><![CDATA[<P>Por Marcus Vinícius Felipe</P>
<P>As entrevistas de Romênio Pereira, Secretário de Relações Institucionais do PT e do deputado federal Rubens Otoni, ao <EM>Diário da Manhã</EM> e ao jornal <EM>O Popular</EM> mostram que o diálogo é o caminho para unificar as posições no PT.<BR><BR>Romênio descatou ao DM o apoio do prefeito Iris Rezende (PMDB) a reeleição do presidente Lula em 2006. "Política é uma via de mão dupla. Ele nos ajudou em 2006 e, agora, nós queremos ajudá-lo", frisa.<BR><BR>Ex-presidente regional do PT Rubens Otoni , reitera o caráter democrático do encontro: "a decisão da militância é legítima e reflete a maioria do PMDB".<BR><BR>A semana é de conversações, e se prevalecer a estratégia nacional do PT para as eleições de 2008, a tendência é que a tese de apoio ao PMDB seja avalizada num grande acordo entre todas as tendências.</P>
<P>Leia mais <A href="http://www.marcusvinicius.blog.br/novo/?pg=postagem&amp;id=462">clicando aqui</A>.</P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=709]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2008-03-19 00:08:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Mais um tucano fora]]></title>
<description><![CDATA[<P>Hoje, mais alguns passos foram dados para que aconteça um rompimento formal entre o governador Alcides Rodrigues (PP) e o senador Marconi Perillo (PSDB). </P>
<P>Alcides demitiu o secretário de Planejamento, José Carlos Siqueira, um dos nomes ligados a Marconi que ainda permanecia no primeiro escalão.</P>
<P>No lugar de Siqueira, quem assume o posto é o alcidista Oton Nascimento, que já havia ocupado a Secretaria da Fazenda anteriormente.</P>
<P>Aos poucos, na velocidade alcidista, o PSDB vai sendo expulso do governo.</P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=712]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2008-03-18 23:58:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[PT tem direito à vice, diz Iris]]></title>
<description><![CDATA[<P>Do Diário da Manhã</P>
<P>Ao lado do atual vice-prefeito, Valdivino de Oliveira, Iris Rezende (PMDB) confirmou ontem a possibilidade de o PT entrar com o nome para a vaga de vice na chapa, mas ressaltou que a decisão é assunto para depois. "Eu tenho falado: como se discutir a vice se nós não estamos ainda com uma candidatura declarada? Esse é o primeiro ponto. Segundo ponto: eu acho que o PT é um partido que, coligando conosco, tem o direito de reivindicar a vice, sobre todos os aspectos”, afirmou.</P>
<P>Para ler mais, <A href="http://www.dm.com.br/materias.php?id=31422">clique aqui</A>.</P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=710]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2008-03-18 23:11:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[PT no colo de Iris]]></title>
<description><![CDATA[<P>Os filiados do PT escolheram hoje os 228 delegados do partido que definem, no dia 23 de março, se o partido lança candidato próprio ou se apóia a reeleição de Iris Rezende (PMDB) na eleição de outubro. </P>
<P>A maioria, por uma diferença apertadíssima, optou por aliança com Iris.</P>
<P>Mas, dois meses atrás, a ala pró-candidatura própria era maior. Ou seja:&nbsp;hoje, quem segue crescendo, é a&nbsp;ala pró-Iris. </P>
<P>Dia 23 vai mesmo haver guerra. </P>
<P>A ala pró-candidatura própria vai precisar trabalhar muito. A guerra, para quem quer candidato próprio, está quase perdida.</P>
<P>Hoje ficou provado que tem muito petista defendendo candidatura própria que, nos bastidores, trabalha mesmo é por aliança com Iris.</P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=707]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2008-03-16 19:56:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Maguito? Freud explica]]></title>
<description><![CDATA[<P>O blog do jornalista Marcus Vinícius Felipe mostra que o ex-prefeito de Aparecida de Goiânia <A href="http://www.marcusvinicius.blog.br/novo/?pg=postagem&amp;id=455">Freud de Melo</A> (PMDB) está elaborando o plano de governo de Maguito Vilela, pré-candidato a prefeito na cidade. Para ler a respeito, <A href="http://www.marcusvinicius.blog.br/novo/?pg=postagem&amp;id=455">clique aqui</A>.</P>
<P>O blog dele também mostra, em alguns pontos, como o PSDB faz em Goiás uma espécie de "<A href="http://www.marcusvinicius.blog.br/novo/?pg=noticia&amp;id=454">governo paralelo</A>". Para saber sobre isso, é só <A href="http://www.marcusvinicius.blog.br/novo/?pg=noticia&amp;id=454">clicar aqui</A>.</P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=706]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2008-03-15 07:05:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[PP e PSDB mais distantes]]></title>
<description><![CDATA[<P>Um ano atrás, PP e PSDB se criticavam, mas ambos concordavam que o adversário principal era mesmo o PMDB. O que motivava as primeiras discordâncias eram os dados da dívida do Estado. </P>
<P>A posição do PP era a posição do governador Alcides Rodrigues, que não dava transparência ao endividamento. Já o PSDB, via senador Marconi Perillo, nunca revelava os números que dizia ter, mas sempre atacava o PMDB. O culpado pela dívida era sempre o governo de Maguito Vilela (1995-1998). <BR><BR>De lá pra cá, muita coisa mudou. Hoje o PP está mais próximo do PMDB. Os tucanos, por sua vez, estão mais isolados. De todos os grandes partidos da base aliada, o único que ainda posa do lado dos tucanos é o PTB, do deputado federal Jovair Arantes. <BR><BR>No debate da dívida, muita coisa mudou. Os números saíram dos escaninhos e se tornaram públicos. Na quarta-feira da semana que passou, dia 12, até detalhes da dívida apareceram. O chefe do Gabinete Interno (Geconi), Sinomil Soares da Rocha, foi à Assembléia Legislativa mostrar ponto por ponto da dívida herdada. <BR><BR>A postura do PSDB foi um repeteco das últimas semanas: em vez de jogar a culpa no PMDB, o partido centrou fogo no governo Alcides e no PP. Já o PMDB defendeu o PP e o governo Alcides. <BR><BR>De todos os tucanos da Assembléia, apenas um defendeu Marconi: o deputado Daniel Goulart. Ele reclamou do tratamento "técnico" da apresentação da dívida. Entre outras coisas, disse que os números eram de "difícil compreensão". <BR><BR>O argumento de Goulart acabou dando mais razão ainda ao governo Alcides e matando os argumentos tucanos. Afinal, o que os tucanos mais reclamam? Que o debate da dívida tem recebido um tratamento político. </P>
<P>Agora, a reclamação foi inversa. O PSDB deixou escapar que quer mesmo é politizar o tema, como sempre politizou qualquer tema que deveria ser apenas técnico. <BR><BR>Por outro lado, Daniel Goulart não perde a razão quando pede mais transparência aos números. Além do tratamento técnico dado ao tema, é bom que os dados se tornem públicos. O fato de os números apresentados na Assembléia Legislativa não constarem publicamente no site do governo é um erro. </P>
<P>Com os dados visíveis para todos, ficaria mais fácil para a sociedade ver qual dos dois lados está mais próximo da verdade. <BR><BR>O governador Alcides, por sua vez, vai aos poucos saindo da posição silenciosa. Tanto que disse, no mesmo dia, que os números do Geconi eram reais e não entendia a preocupação do PSDB "em fabricar números". O secretário da Fazenda, Jorcelino Braga, chegou a chamar de "hilária" a crítica dos tucanos e classificou como "montagem" os números paralelos apresentados pelo PSDB.<BR><BR>Até agora, nem Alcides, nem Braga tinham sido tão explícitos na crítica ao PSDB como agora foram. Já o volume dos ataques do PSDB ao governador só tem aumentado. O que era discordância no passado próximo vai ficando cada vez mais próximo de ser um "racha". </P>
<P>O racha não vai, necessariamente, levar o PP a se aliar ao PMDB, embora a idéia esteja aos poucos sendo aceita nos dois partidos. </P>
<P>O racha tem tudo para, cada vez mais, levar o PSDB ao isolamento. </P>
<P>Assim, de todos os cenários desenhados para 2010, nenhum mais deve prever PP e PSDB do mesmo lado, como aconteceu nas últimas três eleições estaduais.&nbsp; <BR><BR>Num cenário em que Henrique Meirelles é candidato a governador em 2010, é mais fácil imaginar ele tendo o apoio de PP e PMDB do que de PP e PSDB, por exemplo. </P>
<P>Em outro cenário com Marconi novamente candidato a governador, é mais fácil imaginar o PP do lado de PR, DEM e de outros partidos menores - e longe de qualquer aliança com o PSDB.</P>
<P>O retorno do PSDB e de Marconi Perillo em 2010 vai sendo cada vez mais temido e menos desejado. O PP, por exemplo, está do lado dos que temem uma vingança por parte do PSDB. E o PSDB acumula raiva e ressentimento. </P>
<P>A disputa de 2010, com uma preliminar em 2008, caminha para ser mais explosiva do que a de 1998. </P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=705]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2008-03-14 06:40:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Números reforçam superioridade da torcida do Goiás e colocam Vila em 2º]]></title>
<description><![CDATA[<P>Dois novos dados mostram, outra vez, a superioridade numérica da torcida do Goiás E.C. no Estado. Um levantamento tem por base os times de preferência cravados na Timemania, nova loteria do governo federal. O outro dado é a promoção "Maior Torcida", organizada pela Federação Goiana de Futebol (FGF). </P>
<P>Nos dados da Timemania, foram considerados apenas os times goianos cravados pelo apostador. Nos dados da FGF, só foram considerados os times que disputavam a primeira divisão do campeonato estadual. </P>
<P>Nos dados nacionais da Timemania, o Goiás mostrou ter a 16ª maior torcida do país. O Vila Nova ficou com a 41ª maior torcida, seguido de perto pelo Atlético Goianiense, que tem a 51ª torcida.</P>
<P>A seguir, os números parciais dos dois levantamentos:</P>
<P><STRONG>Timemania</STRONG><BR>Goiás - 50%<BR>Vila Nova - 26%<BR>Atlético - 23%<BR>(<EM>resultado das apostas de 7 de março</EM>)</P>
<P><STRONG>Maior Torcida - FGF</STRONG><BR>1ª Goiás - 44,45%<BR>2ª Vila Nova - 29,48%<BR>3ª Atlético - 11,37%<BR>4ª Itumbiara - 3,97%<BR>(<EM>resultado parcial até 6 de março</EM>)</P>
<P>O <STRONG>Jornal X</STRONG> já havia publicado, em outubro do ano passado, duas pesquisas que também mostravam a superioridade da torcida do Goiás: uma do Serpes, outra da TNS Sports, esta publicada pela revista Placar. Para rever esses levantamentos, <A href="http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=587">clique aqui</A>.</P>
<P>Quem quiser ver os dados totais da Timemania, <A href="http://www1.caixa.gov.br/imprensa/imprensa_release.asp?codigo=6508144&amp;tipo_noticia=0">clique aqui</A>.</P>
<P>Para ver os dados completos da campanha da FGF, <A href="http://www.fgf.esp.br/">clique aqui</A>.</P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=704]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2008-03-12 13:14:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Aliança PP-PMDB não é especulação]]></title>
<description><![CDATA[<P><STRONG>Os líderes que articulam a aliança inédita são Iris Rezende (PMDB) e Alcides Rodrigues (PP)</STRONG></P>
<P>Se não é fato consolidado, pelo menos já deixou de ser apenas especulação uma aliança entre o PP e o PMDB nas principais cidades de Goiás em 2008. </P>
<P>Dois dos partidos mais tradicionais da política goiana, antes rivais, agora podem estar juntos. Os líderes da aliança inédita são o governador Alcides Rodrigues (PP), representando a antiga Arena, e Iris Rezende (PMDB), do antigo MDB. </P>
<P>É forte, por exemplo, a possibilidade de união de PP e PMDB em torno da candidatura de Rubens Otoni (PT) em Anápolis. Em Aparecida, o PP caminha para uma aliança com o PMDB, seja com Ozair José (PP) ou Maguito Vilela (PMDB) na cabeça-de-chapa. </P>
<P>E, em Goiânia, hipótese ainda improvável (mas não impossível), o PP poderia indicar o vice do candidato à reeleição Iris Rezende. </P>
<P>Tudo boato? Já não é mais. Quem tem bancado pelo menos duas das alianças é o presidente regional do PP de Goiás, Sérgio Caiado. "O PP deve muito ao deputado Otoni, que tem contribuído com o governador (Alcides) nas reivindicações do Estado ao governo Lula", diz Sérgio ao justificar a provável aliança com o PT e o PMDB em Anápolis. </P>
<P>Em Aparecida de Goiânia, o mesmo Sérgio Caiado diz que dará "total liberdade" para Ozair formar alianças. E Ozair já definiu: vai se aliar ao PMDB. Só não sabe se será vice de Maguito ou se o PMDB vai indicar seu vice. </P>
<P>Sérgio Caiado, no entanto, quer esticar a aliança. Diz que Sandes Júnior (PP), pré-candidato do partido em Goiânia, também terá liberdade para fechar alianças ao seu gosto. </P>
<P>E Sandes, até agora, sinaliza um forte desejo (ainda não confessado em público) de ser vice de Iris. Sandes, aliás, é o pepista que mais tem elogiado a administração do PMDB em Goiânia. </P>
<P>Coincidências à parte, Sandes já visitou Iris no Paço Municipal pelo menos duas vezes este ano. E Alcides e Iris, não é segredo, têm trocado elogios mútuos há tempos.</P>
<P>Uma aliança entre PP e PMDB em Goiânia só não tem mais chances de acontecer porque o aliado preferencial de Iris é o PT. </P>
<P>Iris quer o PT - e não o PP - em sua vice. </P>
<P>Com o PP ficando fora até da vaga de vice, dificilmente o partido de Alcides toparia uma aliança com os peemedebistas. Mas se o PT optar por candidatura própria, a configuração da chapa irista pode mudar. </P>
<P>O que importa, no caso, é a mudança de postura. Uma aliança entre PP e PMDB já é mais do que um projeto. Só não se sabe sua extensão. Ela significa que o PP também concorda com a tese de que o "Tempo Novo" morreu. </P>
<P>Os dois partidos, no entanto, devem se auto-questionar. Exemplos: </P>
<P>1) Os eleitores tradicionais de PP e PMDB recebem bem essa aliança? </P>
<P>2) Com os dois partidos juntos, quem seria o contraponto a eles? </P>
<P>3) Qual será a reação do PSDB, partido que está alijado destas alianças?</P>
<P>O cuidado com os eleitores é fundamental por parte dos dois partidos. O PP é descendente direto (junto com o DEM) da antiga Arena ou, indo mais longe, da UDN. É um partido com eleitores tradicionais, que sempre viu no ex-MDB (ou antigo PSD) o inimigo número um. E vice-versa. </P>
<P>Embora se pareçam, em todo o Estado (especialmente no interior)&nbsp;PP e PMDB não&nbsp;são partidos acostumados a se misturar. </P>
<P>Estando juntos, PP e PMDB podem acabar fortalecendo o PSDB, que viraria o partido líder da oposição ao governo do Estado e à prefeitura de Goiânia. </P>
<P>Por outro lado, o PSDB&nbsp;ficaria enfraquecido. Afinal, está distante da direção do DEM há tempos e, agora, oficializaria a perda do PP. </P>
<P>Resultado: os tucanos perderiam os dois principais partidos&nbsp;que elegeram, por duas vezes, o&nbsp;governador Marconi Perillo. </P>
<P>Uma aliança entre PP e PMDB pode até não ser boa para os dois partidos, mas é uma benção para quem ocupa o governo, seja ele estadual ou municipal. </P>
<P>Com a parceria, Iris dilui bastante o resto de oposição que há contra ele e Alcides mata, de vez, a possibilidade do PMDB fazer oposição ao seu governo. </P>
<P>Se o PT entra nessa aliança, aí só resta mesmo o PSDB como força de oposição aos dois governos (municipal e estadual). E o PSDB, sozinho, está longe de ser maioria na Câmara de Goiânia e na Assembléia Legislativa.</P>
<P>Para Iris, especialmente, a aliança significa uma capitulação da oposição. Foram justamente PT e PP os dois partidos que mais atacaram Iris em 2004, quando ele venceu a disputa em Goiânia. </P>
<P>Sandes Júnior (PP) ressuscitou denúncias antigas e repetiu indefinidamente que Iris representava o "atraso" na política. O PT, com Pedro Wilson candidato à reeleição, também atacou Iris como nunca havia atacado antes. </P>
<P>Para quem estava morto em 2002, quando perdeu a eleição para o Senado, Iris mostra hoje que se recuperou bem politicamente. </P>
<P>Já o governo Alcides, que parecia fadado ao fracasso com a oposição lacerdista do PSDB, pode agora dar um duro contragolpe nos tucanos.</P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=703]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2008-03-08 00:12:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Quem vai pautar a eleição deste ano?]]></title>
<description><![CDATA[<P>Com a primeira pesquisa eleitoral do Serpes divulgada em 2008, a velha pergunta retorna: é possível impedir a reeleição Iris Rezende em Goiânia? </P>
<P>O peemedebista é líder em todas as faixas etárias, em todos os graus de escolaridade, em todas as regiões. Faltando sete meses para o primeiro turno, sua derrota parece muito difícil. Menos por seus méritos e mais pela falta de iniciativa da oposição ao PMDB na Capital. </P>
<P>O que a oposição, entre muitas variáveis, tem esquecido é de tentar pautar a eleição. Para isso, nada melhor do que se atentar para alguns dados da pesquisa. </P>
<P>O primeiro deles: o fato da saúde ser, de longe, o fator que mais preocupa o goianiense. A saúde é o principal problema para 66,4% das mulheres e para 51,8% dos homens. </P>
<P>Em 1996, Nion Albernaz (PSDB) pautou a campanha elegendo a saúde como prioridade. De todos os temas que apareciam em seu programa eleitoral, a saúde foi o que ocupou mais espaço. O tucano ganhou a eleição, entre outros motivos, porque soube conduzir sua campanha. </P>
<P>Em 2000, Darci Accorsi (então no PTB) estava com a eleição ganha. Largou bem nas pesquisas e conseguiu articular uma boa união de partidos em torno de si mesmo. Mas perdeu a eleição quando foi pautá-la. Não elegeu um ou dois temas principais e ficou divagando entre vários assuntos frágeis, como o da polêmica proposta de anular multas de trânsito e desligar fotossensores. </P>
<P>Não pegou nada bem. Darci abriu espaço para a tucana Lúcia Vânia atacá-lo e para Pedro Wilson (PT), correndo por fora, vencer a eleição. </P>
<P>Quem conduziu bem sua campanha em 2004 foi ele, Iris. Elegeu asfalto e transporte público como prioridades logo no primeiro debate, em julho. Foi o tom da campanha. </P>
<P>Os outros candidatos ficaram reféns de Iris. Primeiro, ridicularizaram as propostas peemedebistas. Depois, capitularam. Assinaram suas derrotas quando não tentaram impor agendas próprias e, em vez disso, correram atrás do PMDB. </P>
<P>Além de atentar para a pauta da campanha, a oposição deve perceber também os pontos onde Iris tem menos força, embora também seja líder. </P>
<P>Um exemplo: quanto mais jovem é o eleitor, maior é a preocupação com educação. Quanto mais velho o eleitor, maior é a preocupação com saúde. Para debates com setores organizados da sociedade, é um dado valioso. </P>
<P>Outro exemplo: o eleitor formador de opinião (aquele que tem curso superior completo) dá mais atenção à educação, justamente uma das áreas negligenciadas por Iris. Para esse eleitor, a educação é tão importante quanto a saúde (o que outros, menos escolarizados, discordam). O eleitor formador de opinião é também o que mais se preocupa com o transporte público urbano, com o índice de preocupação chegando a 25%, contra 14,5% de quem tem apenas o ensino fundamental. </P>
<P>Mais um dado relevante: no levantamento espontâneo, Iris tem 31,9% entre os homens e 19,1% das intenções de voto entre as mulheres. </P>
<P>Ou seja: Iris ainda não consolidou seus votos no público feminino. </P>
<P>Pode ser este um dos primeiros alvos da oposição. Nada mais certeiro, então, do que candidaturas como as de Raquel Teixeira (PSDB) e Marina Sant'Anna (PT). Na estimulada, Iris tem 9,5 pontos porcentuais a menos de intenções de voto entre as mulheres.&nbsp; </P>
<P><STRONG>PP sem candidato</STRONG><BR>Sandes Júnior (PP), de novo, mostra-se um candidato inviável. </P>
<P>Pode ser útil? Apenas para dividir os votos de Iris e ajudar a provocar um segundo turno. Só isso. De resto, apresenta índices muito semelhantes aos do início da campanha de 2004. Sandes é forte entre os eleitores com ensino fundamental e fraco entre os formadores de opinião, problema idêntico ao de quatro anos atrás. </P>
<P>Entre os eleitores menos escolarizados da cidade, o índice do pepista chega a 15,6%, enquanto entre aqueles mais escolarizados não passa de 4,2%, perdendo até para Sandro Mabel (PR). </P>
<P>Aliás, a pesquisa evidencia que as ameaças de Mabel não devem preocupar Iris. </P>
<P>O presidente regional do PR tem dito a Iris que, se Maguito for candidato em Aparecida, ele (Mabel) será candidato em Goiânia. </P>
<P>A julgar pelos números das pesquisas, Mabel teria hoje não mais que de 2,2 pontos porcentuais, o que dá mais de 44 pontos de vantagem para o peemedebista.</P>
<P><STRONG>Formador de opinião</STRONG><BR>Quem vai bem entre os formadores de opinião são os candidatos Barbosa Neto (PSB) e Raquel Teixeira. Ele tem 16,7% dos votos dos eleitores com ensino superior, enquanto ela tem 15,3%. </P>
<P>É nesta clivagem que Iris tem um índice pior: "apenas" 38,9%, enquanto apresenta 52,1% entre aqueles que contam apenas com ensino fundamental. </P>
<P>Iris também tem menos votos entre os jovens do que entre os mais velhos. Barbosa e de Raquel invertem essa tendência.</P>
<P>Iris, no entanto, conseguiu reverter seu principal problema de 2004: a falta de popularidade na região Central da Capital. Hoje, o peemedebista vai melhor no Centro do que nas demais regiões, o que invalida a tese de que a disputa "centro versus periferia" se repetiria em 2008. </P>
<P>Iris é imbatível? Não. Em 1998, tinha mais votos do que hoje (74% no fim de fevereiro, no mesmo Serpes) e perdeu a eleição para governador. </P>
<P>Hoje, está com 46,7%. Por outro lado, Iris está mais forte hoje do que em 2004. Em março daquele ano, não passava de 30% das intenções de voto no Serpes, ao contrário de hoje. </P>
<P>Há razões para isso: <BR>1) Iris recuperou sua imagem perante o público, enquanto em 2004 isso ainda não havia acontecido; <BR>2) Todo candidato à reeleição tende a largar bem nas pesquisas, diferentemente de quando é eleito pela primeira vez. </P>
<P><STRONG>Teto eleitoral</STRONG><BR>Justamente por ser candidato à reeleição, Iris, provavelmente, está próximo de seu teto. </P>
<P>O peemedebista deve, a partir de agora, lutar para manter seus índices ou, na pior das hipóteses, perder poucos votos. Dificilmente ganhará uma quantia significativa além do que já tem. </P>
<P>A oposição, ao contrário, terá de lutar para queimar as gorduras de Iris. A popularidade dele é fruto de sua gestão em Goiânia? Sim. Mas também é resultado da ausência de oposição durante quatro anos. </P>
<P>Quem acordar agora e acertar o discurso de contraponto ainda pode ter tempo para virar o jogo.</P>
<P><A href="http://www.serpes.com.br/pesquisa.aspx?ID=180">Clique aqui</A> e&nbsp;leia&nbsp;dados da&nbsp;pesquisa Serpes</P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=702]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2008-03-01 10:09:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Surpresa: agora gabinete é do Perillo]]></title>
<description><![CDATA[<P>Por <A href="http://oglobo.globo.com/pais/noblat/post.asp?t=surpresa_agora_gabinete_do_perillo&amp;cod_Post=91841&amp;a=111">Ricardo Noblat</A></P>
<P>Os funcionários do gabinete do senador Jonas Pinheiro (DEM-MT), que morreu no último dia 19, voltaram ao trabalho depois de três dias de luto e levaram um susto.</P>
<P>Na segunda-feira, se depararam com o nome do senador Marconi Perillo (PSDB-GO), e não com o de Gilberto Goellner (DEM-MT), suplente de Jonas, na placa de identificação afixada na porta do gabinete onde trabalhavam.</P>
<P>Sob a prerrogativa de ser ex-governador de Estado, Perillo conseguiu trocar seu apertado gabinete pelo amplo e confortável espaço que era de Jonas.</P>
<P>A mudança foi orquestrada nos dias de luto e, por isso, encarada pelos funcionários do agora senador Goellner como "invasão" e "falta de respeito". Eles não concordaram em ficar com o gabinete de Perillo.</P>
<P>Conversa vai, conversa vem, conseguiram o espaço onde funcionava a Diretoria-Geral Adjunta do Senado, que, por sua vez, teve que se contentar com a ex-sala de Perillo.</P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=701]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2008-02-29 17:32:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Nem o PP defende Alcides]]></title>
<description><![CDATA[<P><STRONG>Governador de Goiás assiste aos ataques do ex-aliado&nbsp;PSDB sem uma única defesa de seu partido, o PP</STRONG></P>
<P>Eduardo Sartorato<BR><A href="http://www.tribunadoplanalto.com.br/modules.php?name=News&amp;file=article&amp;sid=5026&amp;mode=thread&amp;order=0&amp;thold=0">Da Tribuna do Planalto</A></P>
<P>O&nbsp;mundo político goiano já imaginava que o encontro regional do PSDB em Goiatuba, no sábado, 16, seria realizado em alta temperatura. </P>
<P>O que pouca gente desconfiava é que as críticas públicas de tucanos sobre o governo de Alcides Rodrigues (PP) causariam uma reação tão grande entre os pepistas. </P>
<P>Mas só nos bastidores.</P>
<P>Após discursos e mais discursos cobrando agilidade, posicionamento e ação, dentre outras coisas, em público, lideranças do partido do governador simplesmente se calaram e se negaram a avaliar a posição do maior partido "aliado" da base governista. </P>
<P>O silêncio do PP não só deixa o caminho aberto para novos ataques, como expõe uma fragilidade entre governistas: a dificuldade de defender o governo.´</P>
<P>Leia a continuação do texto <A href="http://www.tribunadoplanalto.com.br/modules.php?name=News&amp;file=article&amp;sid=5026&amp;mode=thread&amp;order=0&amp;thold=0">clicando aqui</A>.</P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=700]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2008-02-24 05:09:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[PP e PSDB: ainda tem conserto?]]></title>
<description><![CDATA[<P><STRONG>Base aliada parece cada vez mais rachada. Os dois partidos já não conseguem disfarçar pequenos ódios</STRONG> <BR><BR>Por Afonso Lopes<BR><A href="http://www.jornalopcao.com.br/index.asp?secao=Reportagens&amp;idjornal=278&amp;idrep=2542">Do Jornal Opção</A> <BR><BR>É quase impossível ocorrer uma reaproximação entre o PP e o PSDB. Pelo menos, não nos mesmos níveis de relacionamento que existiam antes, quando os dois partidos, hoje os maiores da chamada base aliada, formaram um pacto que se tornou embrião vitorioso em 1996, passando pela histórica eleição de 1998, atingindo o ápice em 2002 e, aparentemente, encerrando após o segundo turno de 2006. </P>
<P>Desde o final do segundo turno, quando o PMDB reencontrou a derrota, PP e PSDB não se falam mais de maneira amistosa, leal. </P>
<P>Leia a continuação da análise <A href="http://www.jornalopcao.com.br/index.asp?secao=Reportagens&amp;idjornal=278&amp;idrep=2542">clicando aqui</A>.</P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=699]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2008-02-24 04:01:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Marconi: ‘sempre fui humilde’]]></title>
<description><![CDATA[<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt">Em entrevista hoje&nbsp;ao jornal <A href="http://opopular.globo.com/anteriores/23fev2008/politica/13.htm?">O Popular</A> (entrevista praticamente idêntica à concedida ao <A href="http://www.dm.com.br/materias.php?id=29202">Diário da Manhã</A>), o senador Marconi Perillo diz o seguinte:<?xml:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /><o:p></o:p></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><o:p>&nbsp;</o:p></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt">“De forma alguma vou aceitar que a senadora seja vítima e tente passar à opinião pública a imagem de que eu não seja humilde. Eu sempre fui humilde, por isso que eu sou tão bem acolhido pelos partidos da base aliada, por deputados estaduais, federais, prefeitos, vereadores, ex-prefeitos, de todos os cantos de Goiás.”<o:p></o:p></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><o:p>&nbsp;</o:p></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt">Marconi talvez não perceba, mas há um problema de lógica aí: quem é humilde, não costuma fazer propaganda disso. Quem faz propaganda de si mesmo pode ser tudo, menos humilde. <o:p></o:p></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><o:p><STRONG>&nbsp;</STRONG></o:p></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><STRONG>Recado a Jorcelino Braga<o:p></o:p></STRONG></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt">Há um trecho, um dos poucos publicados apenas no DM e não <?xml:namespace prefix = st1 ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:smarttags" /><st1:PersonName w:st="on" ProductID="em O Popular">em O Popular</st1:PersonName>, bastante interessante:<o:p></o:p></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt">“Como o deputado Jovair disse, quem causa intriga neste governo são os sem-voto, os chamados ‘Luas pretas’.”</P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=698]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2008-02-23 06:26:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Marconi ataca Lúcia e Meirelles]]></title>
<description><![CDATA[<P>Em 13 de fevereiro, em entrevista do <EM>Diário da Manhã</EM>, o senador Marconi Perillo (PSDB) deixou claro nas entrelinhas: o adversário de 2010, para ele, é Henrique Meirelles, hoje presidente do Banco Central. </P>
<P>Na <A href="http://www.vassil.com.br/imprimeBlog.php?id=226">nota divulgada ontem pelo diretório estadual do PSDB</A> (assinada apenas por marconistas), um pequeno detalhe passou longe dos holofotes. É o trecho que fala do apoio que Marconi deu a Lúcia Vânia (PSDB) para sua candidatura ao Senado, em 2002. </P>
<P>Vamos ao trecho:</P>
<P><EM>"Candidata ao Senado em 2002 (em detrimento da postulação de Henrique Meirelles), Lúcia Vânia contou com o apoio decisivo do governador Marconi Perillo, de toda a máquina partidária, dos deputados, dos prefeitos e dos diretórios, além da base aliada."</EM></P>
<P>Antes, em 2002 e nos anos seguintes, a tese divulgada por Marconi, Meirelles e Lúcia era outra. O que se afirmou à época (e nunca foi desmentido) era que Lúcia e Meirelles haviam chegado espontaneamente a um acordo. </P>
<P>Meirelles teria desistido da candidatura ao Senado em nome do pacto. Foi, inclusive, a versão amplamente noticiada nos jornais da época.</P>
<P>Nos bastidores, sempre se soube que Marconi fez de tudo para Lúcia ser candidata, descumprindo a promessa que o mesmo Marconi havia feito antes a Meirelles. </P>
<P>Mas Marconi,&nbsp;sempre que perguntado, jamais admitiu ter interferido naquele processo. O nome de Lúcia havia surgido do "consenso". </P>
<P>A nota de agora, do diretório estadual do PSDB, vai na direção contrária. Marconi desmente Marconi. Diz que toda a máquina do partido apoiou Lúcia. Seria um ato falho? Provavelmente, não. </P>
<P>Imagino que os objetivos de tal mudança no discurso de Marconi sejam três:<BR>1) Tentar mostrar à opinião pública que Lúcia Vânia sempre foi bem tratada no partido e, portanto, estaria agora sendo "ingrata";<BR>2) Expor que Lúcia Vânia só foi candidata porque Marconi quis e, portanto, lembrar que é ele quem manda;<BR>3) Mostrar publicamente que Meirelles já "perdeu" para Marconi uma vez e, portanto, pode perder de novo</P>
<P>Uma nota, originalmente toda escrita para atacar Lúcia Vânia, acabou servindo também para dar uma estocada em outro ex-aliado. </P>
<P>Além de Iris Rezende, Marconi agora tem uma nova obssessão: Henrique Meirelles. </P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=697]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2008-02-23 05:22:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Iris e Marconi: estratégias idênticas]]></title>
<description><![CDATA[<P>A julgar pelas articulações recentes do PSDB, tem-se a impressão que o senador&nbsp;Marconi Perillo está, novamente, inspirando-se em seu "pai" político no partido vizinho (o prefeito de Goiânia, Iris Rezende) quando arma uma estratégia para voltar a ser governador, em 2010. </P>
<P>As fórmulas que ambos adotam passam pela fragmentação de suas bases, o que os levaria a um fortalecimento interno. É a política do "quanto pior, melhor". </P>
<P>Vamos, uma de cada vez, detalhar as estratégias.</P>
<P><STRONG>Iris Rezende</STRONG><BR>A estratégia de Iris começou em 2006. Para recordar cada degrau da estratégia, vamos aos fatos:<BR><BR>1) Iris Rezende não engoliu, no início de 2006, o fato de Maguito e aliados abortarem sua candidatura a governador, como ele desejava. Iris queria novamente o Palácio das Esmeraldas. E foi atropelado pelo PMDB. Resultado: deixou a campanha só na mão de Maguito,&nbsp; abstendo-se das decisões. Deixou que o PMDB errasse ao descartar o PT no primeiro turno e não fez esforços para Maguito ter mais votos em Goiânia. Resultado: Maguito teve sua segunda derrota consecutiva para governador. Queimou-se no partido, impossibilitado de concorrer de novo, em 2010. <BR><BR>2) Em janeiro de 2007, Iris Rezende - que se recuperava de uma cirurgia, em casa – recomendou voto em Samuel Almeida na Assembléia Legislativa, mas não mexeu um dedo para derrotar Jardel Sebba, candidato de Marconi Perillo. Assim, ao facilitar a vitória de Jardel, o prefeito de Goiânia queimou um outro pré-candidato de 2010: o prefeito de Catalão e presidente estadual do PMDB, Adib Elias. Jardel é arqui-rival de Adib em Catalão. E nove dos dez deputados estaduais peemedebistas (a maioria deles obediente a Iris) votaram em Jardel, fortalecendo o principal adversário paroquial de Adib. <BR><BR>3) No novo mandato de Alcides Rodrigues (PP), a partir de janeiro de 2007, o que faz Iris? Diz-se de oposição, mas recomenda ao partido dar uma trégua ao governador. Quem acaba se expondo não é Iris. São os deputados estaduais do partido. Uns mais, outros menos, praticamente todos os peemedebistas acabam mais ajudando do que atrapalhando Alcides. Resultado: os dez deputados estaduais se queimaram perante a base peemedebista. <BR><BR>4) Sem se expor, atuando apenas nos bastidores, Iris acabou conseguindo o que planejava: ser a única liderança viável do PMDB para 2010. Afinal, Maguito e Adib estão fora do baralho. Os deputados peemedebistas não se destacam positivamente, já que nem cumprem o papel de oposição para o qual foram eleitos. A estrada fica livre para Iris se reeleger prefeito em 2008 e, na seqüência, lançar-se candidato a governador em 2010. Se tudo ocorrer como ele planeja, obviamente.<BR><BR>Repetindo o que se escreveu aqui um ano atrás: quanto mais o PMDB se desmoraliza, mais Iris Rezende se apresenta como o antídoto moralizador. </P>
<P><STRONG>Marconi Perillo<BR></STRONG>E Marconi Perillo? É exatamente esta receita que o tucano tenta agora aplicar na base de partidos que sustentou seu governo por oito anos. </P>
<P>Fatos que mostrem isso? Vamos também a eles:<BR><BR>1) Sempre é bom não esquecer que, quando Marconi optou por apoiar a candidatura de Alcides Rodrigues, seu objetivo era claro: ter caminho livre para voltar em 2010. Afinal, de todos os candidatos, Alcides era o único que não poderia se reeleger ao fim de seu mandato de quatro anos. <BR><BR>2) Com Alcides eleito, Marconi passou a trabalhar pelo fracasso de seu governo. Um Alcides forte em 2010 não interessa ao tucano. Afinal, um governador forte une a base com facilidade e impõe, com mais facilidade ainda, um candidato à sua própria sucessão. Marconi não quis correr esse risco. Com Alcides fraco em 2010 (se assim ocorrer), o governador não terá condições de indicar nenhum candidato. Foi a estratégia que Iris usou em 1990. Enfraqueceu, a partir de sua influência em Brasília, o governo de Henrique Santillo. Ele, Iris, pôde então ser candidato sem um adversário à altura. Santillo não tinha mais força política para bancar um nome na convenção do PMDB, nem para dar estímulo suficiente a um candidato de oposição (como tentou, ao apoiar Paulo Roberto Cunha). <BR><BR>3) E se o governador em 2010 for Ademir Menezes (PR), com Alcides deixando o mandato em março para concorrer a outro cargo? Marconi também trabalha com essa hipótese. A tese central é enfraquecer Ademir e seu grupo. Não é à toa que o PSDB lançou Daniel Goulart candidato a prefeito de Aparecida. O PSDB sabe que o prefeito José Macedo vai mal nas pesquisas. Com Maguito Vilela candidato pelo PMDB (possivelmente com o apoio do PP de Ozair) e Daniel Goulart pelo PSDB, as chances do candidato de Ademir em Aparecida ter sucesso (seja ele qual for) são poucas. E com Ademir fraco em Aparecida, sua posição de governador em 2010 não lhe adiantaria muita coisa.<BR><BR>4) A estratégia de Marconi na eleição de Goiânia deste ano vai, aos poucos, ficando clara. A idéia do tucano é desunir a base aliada o máximo que puder. Para isso, insistirá com a candidatura de Raquel Teixeira (PSDB), até mesmo para queimá-la. Para queimá-la? Ora, se Marconi quisesse mesmo uma vitória de Raquel, ele estaria atacando Iris diariamente nos jornais. Mas, em vez disso, tem ido ao Paço Municipal dar presentes a Iris. Recusa-se a criticá-lo e não hesita em elogiar sua administração. <BR><BR>5) Marconi, no fundo, quer Iris reeleito prefeito de Goiânia em 2008. Com Iris em novo mandato, o tucano arruma um argumento contra Iris, quando ele já estiver em campanha em 2010: largou o mandato de prefeito pela metade. É um dos motivos que faz Marconi preferir Iris como adversário. Não é o principal. Há mais motivos para o "jabuti estar na árvore". Com Iris candidato, Marconi terá pela frente um adversário já conhecido, já vencido uma vez e, por isso, previsível. Longe de ser uma novidade. O pesadelo para Marconi em 2010 é um candidato que represente o "novo", como o tucano representou em 1998. O "novo" que Marconi mais teme é o atual presidente do Banco Central, Henrique Meirelles. <BR><BR>6) Marconi aposta que, quanto mais fragmentada a base aliada estiver, mais forte ele estará em 2010. Afinal, é o candidato com maior poder de fogo eleitoral. E, talvez, fosse de novo o ponto central que uniria vários partidos aliados. Internamente, Marconi não vacila: não é gratuito o fato de o diretório estadual do PSDB estar todo em sua mão, sem espaço até mesmo para os caciques Lúcia Vânia e Nion Albernaz. <BR><BR>Marconi acredita que, quanto mais a base aliada se desmoraliza, mais ele será o antídoto moralizador. </P>
<P>Quando, no fim de 2006, Alcides apareceu como o elemento de oxigenação da base, Marconi começou sua estratégia para retomar sua força.<BR><BR>Portanto, eleitor, o fato de Iris e Marconi se encontrarem com bastante freqüência tem um fundo estratégico: um reforça no outro a idéia de adversário principal. </P>
<P>O roteiro de ambos, até agora, está sendo seguido. O problema maior é saber se os adversários vão mesmo cair em todas as armadilhas.</P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=696]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2008-02-23 03:25:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[PMDB senta na língua, governo Alcides se cala e Marconi vira oposição]]></title>
<description><![CDATA[<P>Por Vassil Oliveira<BR><A href="http://www.tribunadoplanalto.com.br/modules.php?name=News&amp;file=article&amp;sid=5032&amp;mode=thread&amp;order=0&amp;thold=0">Da Tribuna do Planalto</A></P>
<P>O senador Marconi Perillo (PSDB) é hoje a única oposição em Goiás. Ele se opõe veladamente ao governo Alcides Rodrigues (PP) e se opõe em discurso ao PMDB do prefeito de Goiânia, Iris Rezende. </P>
<P>Não quer dizer que seja uma oposição ideológica, porque isto não é. É oposição porque se coloca do outro lado, em posição oposta politicamente. <BR>(...)<BR>O PMDB ajuda Marconi fechando a boca em uma estratégia que é inteligente na concepção, porém inepta na ação. </P>
<P>Entendem os peemedebistas que, elogiando e não agindo como oposição a Alcides, empurram Marconi para o isolamento. </P>
<P>De fato, Marconi se isola na oposição. Só que, ao ficar calado e deixar Marconi ocupar todos os espaços com suas teses e artimanhas, o partido de Iris perde o discurso e a razão política.</P>
<P>Em outras palavras: o PMDB está sentado na língua. O partido quer provar que não tem dono, que Iris não é dono da legenda, mas, ao negar isso e renegar a liderança ostensiva de Iris, age como barata tonta. Ruim com Iris? Pois a verdade é outra: pior sem Iris. Quando agia sob um comando único, o PMDB tinha um rumo; com tanta gente querendo mandar (porque é isto que se vê), o partido é um triturador desgovernado.<BR>(...)<BR>A apatia do PMDB só não é menor que a do PP. O PP é outro que acumula ódio por atacado de Marconi e marconistas. E daí? Daí nada. Ódio ou ópio, questão de opinião. E o governador Alcides Rodrigues que se vire. Fica sem ter quem o defenda.<BR>(...)<BR>Marconistas gritam cobrando que o governador rompa o silêncio - não é isto? Pois bem. O que parece claro: Alcides quebrar o silêncio significará romper com Marconi.</P>
<P>O rompimento formal, diga-se, está por um fio.</P>
<P>O que só reforça Marconi na oposição. Porque, voltando ao tema: se o PMDB está agachado esperando que a base acabe com Marconi, e o PP está agachado sonhando que o PMDB volte ao poder e acabe com Marconi, Marconi, enquanto isso, briga de pé. Está no ataque. Nessa história toda, une PP e PMDB uma leitura pragmática do cenário político de 2008: Henrique Meirelles vêm aí; e, contra ele, não há Marconi que resista. Será?</P>
<P>De fato, Meirelles é o único nome hoje, ao lado do de Iris, capaz de inspirar perspectiva de poder maior que o de Marconi. Mas, com tantos resultados positivos na economia brasileira, quem garante que Meirelles será candidato ao governo e não a presidente da República?<BR><BR>Leia o texto na íntegra <A href="http://www.tribunadoplanalto.com.br/modules.php?name=News&amp;file=article&amp;sid=5032&amp;mode=thread&amp;order=0&amp;thold=0">clicando aqui</A>.</P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=695]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2008-02-23 02:24:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[PSDB abre fogo contra Alcides]]></title>
<description><![CDATA[<P>Ontem, em Goiatuba, o senador Marconi Perillo (PSDB) mostrou que acha&nbsp;o governador Alcides Rodrigues (PP) mais bobo do que parece. </P>
<P>Afinal, escalou todos os seus porta-vozes (Leréia, Daniel Goulart, João Campos, entre outros) para criticar o governo Alcides. E ele, Marconi, veio no final colocar panos quentes. </P>
<P>Será que Marconi acha que ninguém percebe uma estratégica tão neófita?</P>
<P>A seguir, algumas das frases ditas por seus porta-vozes no encontro de Goiatuba. As frases foram retiradas de reportagens das edições de hoje de O Popular e do Diário da Manhã.</P>
<P><STRONG>Frases do deputado federal Carlos Alberto Leréia (PSDB):</STRONG></P>
<P>"Não adianta querermos aqui fazer teatro. As pessoas percebem o que está acontecendo”</P>
<P>"As estradas goianas estão acabando” </P>
<P>“Não tem que apelar. O governo não tem que ficar bravo quando é cobrado por políticos ou pela imprensa. Tem é que responder; explicar por que não cumpre as promessas que fez na televisão e nos palanques”</P>
<P>"A situação é muito grave. A Agência Ambiental existe ou não? Ela pode multar? Isso diz respeito a todos"</P>
<P>“Eu tenho esperança de que haja mudanças e maior diálogo por parte do governo, especialmente com os prefeitos, que precisam do Estado”</P>
<P>“E não é o Braga que tem de falar e ser cobrado. Ele não foi eleito, ninguém o conhece. Foi o Alcides que nós escolhemos para ser governador. Ele é que tem de agir com clareza.”</P>
<P>“Alcides conhecia o governo porque foi vice por dois mandatos, secretário de duas pastas, interventor de Anápolis; acompanhou tudo do governo”</P>
<P>“Não podemos ficar em silêncio vendo que não há predisposição (do governo) para solucionar os problemas. Somos responsáveis também por esse governo porque ajudamos a elegê-lo.”</P>
<P>“O Aécio (Neves, governador de Minas Gerais) viaja para a praia, para o Rio de Janeiro, e nenhuma saída dele do Estado gera desgastes, ninguém vê no jornal. Por quê? Porque os secretários têm autoridade para atuar e trata-se de um colegiado”</P>
<P>“Agora aqui apenas um secretário manda e os outros dizem amém. Está errado.”</P>
<P><STRONG>Frases do deputado estadual Daniel Goulart (PSDB):</STRONG></P>
<P>"O PSDB enfrenta pessoas “ingratas que querem manchar o maior patrimônio do partido em Goiás, o senador Marconi”</P>
<P>“Primeiro enfrentamos o PMDB, depois vieram os ataques do DEM, com Ronaldo Caiado, e agora cai a máscara de alguns ingratos.”&nbsp;</P>
<P><STRONG>Quem defendeu o governo&nbsp;Alcides dos tucanos&nbsp;foi a senadora Lúcia Vânia (PSDB), cada vez mais afastada do grupo marconista:</STRONG></P>
<P>“Se Marconi Perillo depositou força nele, é porque ele tem competência. Agora não é hora de jogar pedras, desmerecer um companheiro. O sucesso de Marconi no governo dele dependeu de Alcides, que foi um bom vice. Um não é melhor que outro, ambos mereceram o apoio do povo.”</P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=693]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2008-02-17 02:38:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[PT define se vai de Iris dia 9 de março]]></title>
<description><![CDATA[<P>Bastavam 14 assinaturas do diretório municipal do PT para que o assunto "aliança com Iris Rezende (PMDB)" fizesse parte da pauta da reunião petista de 9 de março. </P>
<P>Resultado: na reunião de hoje, 15 nomes assinaram o pedido. </P>
<P>Portanto, dia 9, o assunto está na pauta. Nesse dia, em clima de guerra, o PT vai escolher se quer ser vice de Iris ou não. </P>
<P>Por enquanto, a tendência pró-candidatura do PT ainda é majoritária. Mas o grupo irista do PT ganhou força e tempo para reverter o jogo.</P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=692]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2008-02-16 23:59:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Barbosa, abelhas e sacos de mel]]></title>
<description><![CDATA[<P><STRONG>Barbosa pode ser o candidato da base aliada? De toda, provavelmente não. De uma parte dela, pode até ser</STRONG></P>
<P>O presidente da Agência Goiana de Turismo (Agetur), Barbosa Neto (PSB), oficializou a guerra com Raquel Teixeira (PSDB) pelo posto de candidato da base aliada na quarta-feira, 13. </P>
<P>Em discurso no Palácio das Esmeraldas, o pré-candidato citou Shakespeare para atacar Raquel com a frase "não é digno de saborear o mel aquele que se afasta da colméia por medo das picadas das abelhas." Ele faz referência, claro, à saída precoce de Raquel da Secretaria da Cidadania. </P>
<P>Além de escolher um adversário, Barbosa disse indiretamente que a prefeitura de Goiânia é um "mel" a ser "saboreado". Dá a medida da vontade que ele tem de ser candidato. </P>
<P>Barbosa pode ser o candidato da base aliada? De toda ela, provavelmente não. De uma parte dela, tem boas chances. </P>
<P>Afinal, é um candidato novo, tem propostas substantivas e é insistente. Já tentou pelo menos três vezes ser candidato, mas jamais conseguiu. O que vai definir a candidatura de Barbosa é ele próprio. </P>
<P>Os aliados têm motivos para ver problemas em Barbosa. O principal é a falta de confiança que ele inspira. Em 2006, por exemplo, Barbosa tentou ser vice de Alcides Rodrigues (PP), negociou com Maguito Vilela (PMDB) e acabou encabeçando chapa ao lado do PT. </P>
<P>Ou seja: passeou em três blocos políticos distintos sem nem mudar a cor da face. </P>
<P>Basta perguntar a um petista, a um peemedebista e a um pepista o que eles acham de Barbosa. Todos dirão, regra geral, que ele não é, digamos, "estável" politicamente. </P>
<P>Além da firmeza com os aliados, Barbosa precisa parecer menos inofensivo. </P>
<P>O ano de 2004 é um bom exemplo a ser evitado. Marconi Perillo (PSDB) garantiu a Barbosa que ele encabeçaria a candidatura pela base aliada. Na última hora, o escolhido do PSDB e dos demais partidos foi Sandes Júnior (PP). </P>
<P>Como Barbosa não reagiu, abaixou a cabeça e mostrou-se inofensivo, não custa nada o governador de agora também puxar seu tapete. </P>
<P>Foi assim também nos tempos de PMDB. Barbosa tentou ser candidato em 1996 e 2000. Não conseguiu nenhuma das vezes. E nunca reagiu contra Iris e Maguito, os cardeais da legenda.</P>
<P>Outro obstáculo é a insignificância do PSB, partido que o abriga desde 2003. Nem entra aqui a falta de identidade de Barbosa com o partido (ou seria ele um socialista?). </P>
<P>O problema tem fundo pragmático. Tem a ver com o fato de o PSB ter pouco peso político e um minúsculo tempo de TV. Ou seja: ninguém pensa duas vezes antes de descartar um candidato do PSB, seja ele qual for. </P>
<P>Nesse ponto, é o mesmo nó a ser desatado por Ciro Gomes, que tenta, pelo PSB, ser candidato a presidente em 2010.</P>
<P>É claro que Barbosa não está morto. Não há fatos definitivos em política. </P>
<P>Quem, por exemplo, poderia imaginar que em 2004 a maior parte da base aliada apoiaria um candidato como Sandes Júnior (PP)? Barbosa encara hoje os problemas que Sandes enfrentou naquela eleição: a falta de confiança e a pecha de "inofensivo". Sandes acabou candidato. </P>
<P>Uma das saídas para Barbosa é ter o apoio do PP, o que significaria apoio do governador. </P>
<P>Porque o apoio do PSDB será quase impossível. Especialmente agora que resolve atacar a única pré-candidatura tucana. O plano de Marconi Perillo, até para se opor a Alcides, prevê que o PSDB tenha candidato na capital de qualquer maneira. </P>
<P>Barbosa seria arrojado o suficiente para enfrentar Marconi Perillo ou quem mais vier? </P>
<P>Se quiser sair da posição eterna de deputado federal, é a única chance que lhe resta. </P>
<P>Já que Barbosa gosta de ir ao <EM>Google</EM> para citar Shakespeare, façamos o mesmo. </P>
<P>Frei Lourenço (<A href="http:///">Romeu e Julieta</A>) diz que o "mel mais delicioso é repugnante por sua própria delícia". </P>
<P>Em outra citação do mesmo autor, em outra obra (<A href="http:///">Sonho de uma noite de verão</A>), o personagem Bottom diz que é preciso matar a abelha de ancas vermelhas quem quiser um saco de mel.</P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=690]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2008-02-16 06:19:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Marconi a caminho do isolamento]]></title>
<description><![CDATA[<STRONG>Se Marconi já não é mais majoritário na base aliada, aos poucos ele também perde espaço interno. Vários de seus colegas de partido estão ressentidos</STRONG>
<P>Quando a eleição de 2006 terminou com a vitória de Alcides Rodrigues (PP), uma das poucas certezas sobre a política goiana era a candidatura a governador de Marconi Perillo (PSDB) em 2010. </P>
<P>O tucano, inclusive, apoiou Alcides com esse propósito: o pepista não poderia ser reeleito em 2010, o que facilitaria sua terceira candidatura pela base aliada. </P>
<P>Mais de um ano depois, o cenário é menos favorável a Marconi. Em vez de unir a base, ela se afastou dele. </P>
<P>Alcides, igualmente, não conseguiu segurar os partidos aliados. E uma ex-base, que poderia se dividir em dois grupos, deve agora caminhar ainda mais fragmentada. </P>
<P>O desgaste de Marconi começou em janeiro de 2007, quando forçou a eleição de Deivison Costa (então no PMDB) à presidência da Câmara de Vereadores apenas para impor um remédio amargo a Iris. O efeito colateral sobrou para Marconi, que desagradou seus aliados. </P>
<P>Em fevereiro do mesmo ano, Marconi fomentou o racha no PSDB na eleição da Assembléia Legislativa. Outra eleição que deixou aliados magoados com o resultado final. </P>
<P>A bola da vez, em seguida, foi Nion Albernaz (PSDB). Quando Nion tentou voltar à política, sendo candidato pela base aliada, Marconi entrou no processo e passou a dizer que poderia transferir o título eleitoral para Goiânia - sendo, portanto, candidato a prefeito. Marconi, assim, ofuscou as pretensões de Nion, embora não pretendesse ser candidato em nenhum momento. </P>
<P>Em outubro de 2007, na eleição do diretório do PSDB em Goiás, Marconi bancou a eleição de Leonardo Vilela, sem antes conversar com o partido. Resultado: a maioria do PSDB ficou descontente. </P>
<P>A senadora Lúcia Vânia disse ter se sentido "excluída". </P>
<P>O deputado federal João Campos reclamou da falta de debate interno. "Não houve sequer uma reunião com a bancada do PSDB para tratar do assunto." </P>
<P>O deputado federal Carlos Alberto Leréia disse não ter participado do processo de formação da chapa e até fomentou denúncias contra Leonardo Vilela. </P>
<P>Raquel Teixeira apontou para a má-condução do processo. </P>
<P>As reclamações não eram para menos. Como definiu Lúcia Vânia, a chapa virou uma "reunião de amigos". </P>
<P>Além de Leonardo, foram eleitos o deputado estadual Daniel Goulart (vice-presidente), o cunhado de Marconi Sérgio Cardoso (secretário geral) e o suplente de Marconi no Senado Paulinho de Jesus (tesoureiro). O que Marconi e Leonardo talvez não tenham percebido é que a chapa 100% marconista acabou deixando os dois ainda mais isolados dentro do partido. </P>
<P>O novo episódio agora passa pela provável saída de Lúcia Vânia do PSDB. Lúcia rejeitou as emendas ao orçamento de Marconi Perillo e ficou irritada com as críticas que passou a receber de Marconi e Carlos Alberto Leréia. </P>
<P>Marconi quis levar o debate para o presidente nacional do PSDB, Sérgio Guerra. Leréia preferiu o deboche. "A senhora é a senadora mais bonita de Goiás", disse ele ao se dirigir à única senadora goiana. "Se já tem R$ 50 mil, por que é ilegal ter mais R$ 50 milhões?", completou. </P>
<P>Lúcia Vânia, como se sabe, é candidata natural à reeleição ao Senado, em 2010. Expulsando-a do PSDB, Marconi abre caminho para Leréia ser candidato ao Senado. Pelo menos é o que deseja. </P>
<P>O que talvez Marconi não prevê é que Lúcia será candidata também. Não pelo PSDB. Talvez pelo PP, um provável novo partido. O que significaria que ele, Marconi, estaria de um lado e ela, Lúcia, de outro (do lado de Alcides?).</P>
<P>O deputado estadual Túlio Isac (PSDB), longe de Brasília, também quis incendiar o debate. "A vida inteira Lúcia quis deixar Marconi. Se ela acha que não deram o valor que ela achou que merecia, está passando da hora de ela sair do partido." </P>
<P>Se Marconi já não é mais majoritário na base aliada, aos poucos ele também vai perdendo espaço interno. Vários de seus colegas de partido têm&nbsp;ressentimento escondido na gaveta. </P>
<P>E apoio declarado, agora, Marconi só tem de Leréia, Túlio Isac e outros menos votados.&nbsp;É com eles que Marconi tentará ser governador pela terceira vez em 2010?</P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=688]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2008-02-16 05:01:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Marconi elege seus inimigos]]></title>
<description><![CDATA[<P><STRONG>Lúcia Vânia entra como ponto perturbador de Marconi principalmente se permanecer no PSDB. Nacionalmente,&nbsp;a senadora&nbsp;tem bom trânsito no partido e confiança dos principais líderes tucanos</STRONG></P>
<P>Por Vassil Oliveira<BR><A href="http://www.tribunadoplanalto.com.br/modules.php?name=News&amp;file=article&amp;sid=4995&amp;mode=thread&amp;order=0&amp;thold=0">Da Tribuna do Planalto</A></P>
<P>Aos poucos, o senador Marconi Perillo (PSDB) define quem quer contra ele nas próximas eleições. Um dos pressupostos de Maquiavel é este: o político deve escolher o inimigo. No início da semana passada, ele acrescentou à galeria dos que quer contra seu projeto, o presidente do Banco Central, Henrique Meirelles.</P>
<P>Em entrevista ao Diário da Manhã, publicada em seis páginas na segunda-feira, Marconi foi claro, ante a oportuna pergunta do diretor de Redação do jornal, João Bosco Bittencourt: (O sr.) teme uma candidatura de Meirelles (ao governo, em 2010)?</P>
<P>- Não quero tratar deste assunto. Minha experiência política diz que, quando se busca um projeto eleitoral, todo adversário merece respeito. Em um projeto eleitoral, o adversário que parece ser fraco pode se transformar no adversário mais potente. E, às vezes, o adversário que é considerado mais forte, transforma-se no adversário mais fraco. É muito relativo. Depende muito das circunstâncias do momento - disse o senador.</P>
<P>Alguma dúvida? Isso no início da semana. Ao final, outro adversário definitivamente estabelecido: a senadora Lúcia Vânia (PSDB). Só para lembrar, os dois protagonizaram bate-boca na Comissão Mista de Orçamento porque Marconi queria enfiar emendas, segundo Lúcia, no orçamento do Ministério do Turismo, contrariando resolução que restringe os ministérios para os quais as comissões permanentes do Congresso podem propor emendas. Marconi acusou Lúcia de individualista, que retrucou afirmando que não pode "viver ao sabor do que ele quer".</P>
<P>Alguém dirá: mas qual a novidade, se se sabe que Marconi não cumpriu acordo firmado com Meirelles de garantir-lhe vaga para disputar o Senado, em 2002, e que, neste mesmo ano, ao tentar garantir a vaga para o presidente do BC, foi para o confronto direto com a senadora, o que se repetiu outras vezes, a mais recente na definição do deputado federal Leonardo Vilela como presidente regional do PSDB, sem que fosse consultado, segundo reclama?</P>
<P>De fato, nenhuma novidade na constatação de que ele já acumulava contrariedade desses dois nomes. Só que isso era velado. Marconi nunca tinha deixado escapar que vê em Meirelles um adversário para 2010. Mantinha aceso o discurso elogioso e distante, a indicar ambigüidade no posicionamento sobre uma possível candidatura do presidente do BC ao governo.<BR>(...) <BR>Nessa história, Lúcia Vânia entra como ponto perturbador de Marconi principalmente se permanecer no PSDB. Nacionalmente, Lúcia tem bom trânsito no partido e confiança dos principais líderes tucanos. Aqui, é defensora de primeira hora de Alcides e adversária antiga de Marconi e seu grupo mais próximo (Leonardo Vilela, Carlos Alberto Leréia e Daniel Goulart), que vira e mexe estão em confronto direto com ela.</P>
<P>Uma crítica muito ouvida sobre Marconi é que ele tenta impor a sua história sobre todas as outras. Para firmar a sua, como "o maior político de Goiás em todos os tempos", busca anular as demais. Daí a visão de que todos se subordinam a ele, todos lhe devem vênia, e que qualquer ação em contrário é um acinte que deve ser combatido com fúria divina – afinal, não se contraria Nosso Senhor.</P>
<P>Certo é que não se escreve uma história antes de construí-la. A não ser que seja peça de ficção. A história de Marconi está sendo construída. O mais que há é um drama muito bem-urdido para sensibilizar a platéia. O detalhe: parte da platéia marconista não é passiva. E, tanto quanto ele, quer ser protagonista.</P>
<P>Leia o texto na íntegra <A href="http://www.tribunadoplanalto.com.br/modules.php?name=News&amp;file=article&amp;sid=4995&amp;mode=thread&amp;order=0&amp;thold=0">clicando aqui</A>.</P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=689]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2008-02-16 04:57:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[O PT que ‘demoniza’ o quase aliado Iris]]></title>
<description><![CDATA[<P>Por Anapaula Hoekveld<BR><A href="http://www.tribunadoplanalto.com.br/modules.php?name=News&amp;file=article&amp;sid=4992&amp;mode=thread&amp;order=0&amp;thold=0">Da Tribuna do Planalto</A></P>
<P>Embora o PT esteja em plena disputa interna para definir se o partido vai lançar candidato próprio ou abrir mão da cabeça-de-chapa para se aliar ao PMDB, as principais críticas direcionadas partem de petistas que chegam a demonizar Iris. </P>
<P>Em discurso inflamado durante a realização de um ato pró-candidatura própria, realizado na sede metropolitana do PT, na última quinta-feira, o deputado Humberto Aidar fez duras críticas ao prefeito. Aidar chamou Iris de cobrador de impostos e afirmou que se o PT decidir se coligar ao PMDB estará menosprezando a militância. O postulante ressaltou ainda que muitos dos recursos convertidos em obras, pela prefeitura, advêm do governo federal e outros, ainda, são da época de Pedro Wilson. </P>
<P>"Não sou adepto da campanha paz e amor. Eu quero é partir para cima", diz o pré-candidato arrancando aplausos da militância que compareceu à reunião. Aliás, além de aplausos, Aidar provocou risadas dos petistas ao dizer que a probabilidade de o PT se coligar agora ao PMDB seria a mesma de cruzar com o saci-pererê ao final do encontro. "Fico até com febre só de imaginar aquela bandeira amarela do PMDB na nossa corcunda", completou.</P>
<P>Leia mais <A href="http://www.tribunadoplanalto.com.br/modules.php?name=News&amp;file=article&amp;sid=4992&amp;mode=thread&amp;order=0&amp;thold=0">clicando aqui</A>.</P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=687]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2008-02-16 04:22:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Alcides está magoado]]></title>
<description><![CDATA[<P>O&nbsp;discurso do governador Alcides Rodrigues (PP) hoje na Assembléia Legislativa dá a medida do quão perdido seu governo está. </P>
<P>Em vez de fazer cobranças políticas aos seus aliados ou de apresentar projetos para o Estado, o governador do Estado resolveu discursar sobre a "amizade". </P>
<P>E citou Marco Túlio Cícero. "A amizade é uma característica das pessoas de bem. (...) Não trazem dentro de si cupidez, nem paixões, nem inconstância, e são dotadas de uma grande força de alma.”</P>
<P>O recado, claro, foi endereçado ao senador Marconi Perillo (PSDB), que estava na platéia. </P>
<P>Em de vez de apontar para questões relevantes para o Estado, Alcides perde seu tempo lamentando a amizade "perdida" de Marconi Perillo...</P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=686]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2008-02-15 23:50:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[50 casos de câncer na rua 26-A]]></title>
<description><![CDATA[<P>Por Carla Lacerda<BR><A href="http://www.hojenoticia.com.br/editoria_materia.php?id=15029">Do Hoje</A></P>
<P>A estimativa, atualizada depois de quase quatro anos, é da Associação das Vítimas do Césio 137 (Avcésio). Mais de 50 casos de câncer foram identificados em pessoas que moravam ou ainda moram nas imediações da Rua 26-A, no Setor Aeroporto. </P>
<P>As ocorrências, cuja relação com o acidente radioativo não é reconhecida pelas autoridades públicas, estão concentradas exatamente na mesma quadra do antigo ferro-velho de Devair Alves Ferreira, local onde a cápsula foi aberta em setembro de 1987. Segundo o presidente da associação, Odesson Alves Ferreira, o número de neoplasias em 2005 era de 23, fato que motivou o Ministério do Público de Goiás (MP-GO) a abrir inquérito civil na época para apurar a extensão da tragédia entre os vizinhos de Devair.</P>
<P>Leia mais <A href="http://www.hojenoticia.com.br/editoria_materia.php?id=15029">clicando aqui</A>.</P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=691]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2008-02-15 23:39:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[O álibi de Alcides e Jorcelino]]></title>
<description><![CDATA[<P><STRONG>Tão grave quanto descobrir um déficit enorme é manter esse deficit indefinidamente, sem estancá-lo.</STRONG></P>
<P>No início de dezembro, o secretário da Fazenda Jorcelino Braga anunciou que revelaria os supersalários do Estado. Tinha gente, segundo ele, ganhando 30 mil reais por mês.</P>
<P>Ele revelou? Nada. Cortou os supersalários? Pelo que se sabe, nada.</P>
<P>Anuncia-se agora que o governo Alcides fechou 2007 com déficit de R$ 914 milhões. </P>
<P>Alcides já está há quase 24 meses no poder. Ele e Jorcelino - que está desde o início de 2007 - repetem a lenga-lenga do déficit mensal superior a R$ 100 milhões (herdado do governo Marconi) há tempos.</P>
<P>Alcidistas insistem na tese de herança maldita de Marconi. </P>
<P>Mas isso, claro, já não serve mais de desculpa.</P>
<P>Afinal, como já dito aqui, tão grave quanto descobrir um déficit enorme é manter esse deficit indefinidamente, sem estancá-lo. </P>
<P>Da mesma gravidade é descobrir salários de R$ 30 mil e mantê-los <EM>ad infinitum</EM>, como Alcides e Jorcelino estão fazendo. </P>
<P>Jogar a culpa em Marconi? </P>
<P>Um ano atrás ainda fazia algum sentido. Hoje, virou um álibi para um governo cada vez mais desastroso.&nbsp;</P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=685]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2008-02-15 00:09:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Marconi: ‘cortei o mal pela raiz’]]></title>
<description><![CDATA[<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt">O boletim do senador Marconi Perillo (PSDB)&nbsp;apresenta, em sua edição de hoje, uma matéria em que ele, Marconi, diz ter “cortado o mal pela raiz” quando aboliu em 1999 o uso de cartões corporativos e verba secreta em Goiás. </P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><?xml:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /><o:p>&nbsp;</o:p></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt">Aos fatos:<o:p></o:p></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><o:p>&nbsp;</o:p></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><STRONG>1º)</STRONG> Marconi não aboliu o cartão. Não aboliu porque ele simplesmente não existia. E como não existia, tentou criá-lo em 2004, mas não obteve sucesso (<A href="http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=676">clique aqui e saiba mais a respeito</A>);</P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><o:p>&nbsp;</o:p></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><STRONG>2º)</STRONG> Se o cartão fosse criado, seria até bom. Daria transparência para as verbas pessoais do governador e seus auxiliares. Mas não. Não foi criado e continuaram as despesas “de caráter secreto e reservado”, não disponíveis para consulta em nenhum sítio da internet;<o:p></o:p></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><o:p>&nbsp;</o:p></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><STRONG>3º)</STRONG> O uso da verba secreta em Goiás foi feito em seu governo, inclusive em 1999. Com farta documentação conseguida pelo então radialista Jorge Kajuru, relevou-se em 1999 um gasto de mais de <A href="http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=672">R$ 1,5 milhão de dinheiro secreto</A>. Tudo gasto pelo Palácio das Esmeraldas. E era só o primeiro ano do primeiro mandato de Marconi;</P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><o:p>&nbsp;</o:p></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><STRONG>4º)</STRONG> O governo de Marconi gastou o dinheiro secreto, em 1999, em comidas, jóias, presentes, cerveja, vinho, flores, gelo, entre outros badulaques. Entre agosto e outubro de 1999, por exemplo, gastou-se <A href="http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=672">quase 6 mil reais em vinhos</A> no Palácio das Esmeraldas; <o:p></o:p></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><o:p>&nbsp;</o:p></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt">Os documentos foram contestados em 1999? Nunca. O governo assumiu que fazia uso, sim, da&nbsp;verba secreta.</P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><o:p>&nbsp;</o:p></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt">E até o então porta-voz do governador, Marcos Villas-Boas (que hoje produz o boletim de Marconi), ainda teve o trabalho de <A href="http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=672">justificar o gasto</A> da verba. </P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><o:p>&nbsp;</o:p></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt">Documentos? <A href="http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=672">Clique aqui e saiba mais</A>.<o:p></o:p></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><o:p>&nbsp;</o:p></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt">O que explica, então, Marconi agora posar de bom-moço e dizer que aboliu cartões, verbas secretas e ainda cortou “o mal pela raiz”? Ele aposta na falta de memória?</P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=684]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2008-02-14 22:11:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Lúcia Vânia: um pé fora do PSDB]]></title>
<description><![CDATA[<P><STRONG>Irritada com críticas de colega de partido por rejeitar suas emendas ao orçamento, senadora goiana diz que vai deixar o partido</STRONG></P>
<P><STRONG>Ela acusa Marconi Perillo de restringir seu espaço no PSDB de Goiás</STRONG></P>
<P><STRONG>"Eu vou tomar o meu rumo”, disse a senadora, com exclusividade ao Congresso em Foco</STRONG></P>
<P><STRONG>Carlos Alberto Leréia (PSDB-GO) ironizou Lúcia Vânia: "A senhora é a senadora mais bonita de Goiás", disse ao se dirigir à única senadora goiana. "Se já tem R$ 50 mil, por que é ilegal ter mais R$ 50 milhões?", reclamou.</STRONG></P>
<P>Por Lúcio Lambranho<BR><A href="http://congressoemfoco.ig.com.br/Noticia.aspx?id=21008">Do Congresso em Foco</A></P>
<P>Destino do maior volume de emendas parlamentares, o Ministério do Turismo sofreu uma dura derrota ontem (13) na Comissão Mista de Orçamento, com a aprovação de apenas R$ 538,9 milhões dos R$ 6,6 bilhões pedidos por deputados e senadores para a proposta orçamentária de 2008. </P>
<P>Mas a pasta da ministra Marta Suplicy não foi a única a acusar o golpe. A rejeição das emendas também atingiu em cheio o ninho tucano e pode precipitar a saída da senadora Lúcia Vânia (GO) do PSDB, reduzindo a bancada oposicionista no Senado. </P>
<P>"Eu vou tomar o meu rumo”, disse a senadora, com exclusividade ao Congresso em Foco, ao anunciar que pretende deixar o partido depois de 11 anos de militância e de ser uma das principais executoras da área social no governo Fernando Henrique Cardoso. </P>
<P>Essa posição, segundo Lúcia, já vinha sendo estudada desde que ela foi excluída dos cargos do diretório do PSDB em Goiás. Mas a gota d’água para o desabafo da senadora foi uma discussão na manhã de ontem na Comissão Mista de Orçamento com o também senador goiano tucano Marconi Perillo, a quem ela acusa de restringir seu espaço na legenda.</P>
<P>Lúcia Vânia rejeitou as emendas de seu colega, que preside a Comissão de Infra-Estrutura, considerando a Resolução nº 1, de 2006, de autoria do deputado Ricardo Barros (PP-PR). A norma restringiu os ministérios para os quais as comissões permanentes do Congresso podem propor emendas. Pela regra, a comissão de Marconi não poderia pedir recursos para a pasta comandada por Marta Suplicy (leia mais).</P>
<P>Os argumentos da senadora contra a destinação de mais verba para o turismo também contrariaram a vontade de vários deputados da CMO, que tentavam ampliar suas emendas no relatório setorial destinado ao setor. </P>
<P>A relatora disse que os ministérios dos Transportes e do Trabalho poderiam receber, por meio dos respectivos relatórios setoriais, as emendas rejeitadas por ela tanto para a construção de estradas em regiões turísticas como para a capacitação do setor. </P>
<P>"Como o orçamento do Turismo é limitado, a construção de uma estrada pode durar três orçamentos, como aconteceu no meu estado, na região de estâncias termais", explicou a senadora. </P>
<P>Apesar da resistência de Lúcia Vânia, a CMO aprovou um destaque ao seu relatório. A proposição foi apresentada pelo deputado Zé Gerardo (PMDB-CE) e prevê R$ 1 milhão para projetos de infra-estrutura turística. Os outros 76 destaques foram rejeitados pela comissão, como queria a relatora. </P>
<P>Ontem, durante a votação de seu relatório, a senadora resolveu, mesmo contrariando a resolução, destinar "simbolicamente" R$ 50 mil para as duas emendas de Marconi, que pleiteava R$ 600 milhões para obras turísticas em municípios goianos, e mais R$ 50 mil para outras duas emendas que também reivindicavam recursos mais robustos, totalizando R$ 200 mil. </P>
<P><STRONG>“O meu partido”<BR></STRONG>A relatora setorial decidiu deixar nas mãos do relator-geral do Orçamento, deputado José Pimentel (PT-CE), a possibilidade de aumentar ou não o total de recursos para essas quatro emendas caso ele decida que a resolução não deve ser aplicada nesses casos.&nbsp; </P>
<P>A reação de Marconi foi imediata. Apesar de não fazer parte da Comissão Mista de Orçamento, o senador goiano fez questão de defender pessoalmente suas sugestões orçamentárias. Diante da resistência de Lúcia, declarou: "Vou levar essa questão para o presidente do meu partido, senador Sérgio Guerra". A senadora retrucou: "O seu partido, senador, é o meu partido".</P>
<P>A discussão também teve a intervenção do deputado Carlos Alberto Leréia (PSDB-GO), aliado de Marconi e integrante da CMO. Antes de questionar a colega, Leréia escorregou na ironia. "A senhora é a senadora mais bonita de Goiás", disse o deputado ao se dirigir à única senadora goiana. "Se já tem R$ 50 mil, por que é ilegal ter mais R$ 50 milhões?", reclamou.</P>
<P>Ao término da sessão em que teve suas emendas rejeitadas, o ex-governador de Goiás disse ao Congresso em Foco que levaria mesmo o caso o presidente do PSDB, o senador pernambucano Sérgio Guerra. "O problema não é a emenda. O problema é que ela é muito individualista", criticou. </P>
<P>"Não posso viver ao sabor do que ele quer. São mais de 40 anos de vida pública e eu não posso me sujeitar a isso. Eu fui a única relatora que não foi investigada pela CPI dos Anões do Orçamento", desabafou a senadora goiana em entrevista ao site. </P>
<P>"Sou apaixonada pelo partido, tive participação importante no governo Fernando Henrique, executando programas sociais como o Peti [Programa de Erradicação do Trabalho Infantil] e o Bolsa Escola, mas ele não me deixa um cargo no PSDB de Goiás", reclamou Lúcia Vânia.</P>
<P>Ainda quando conversava com o repórter, a senadora recebeu um telefonema de Sérgio Guerra. "Tenho certeza de que essa situação vai ser resolvida", respondeu o senador ao ser questionado pelo site sobre a declaração de guerra entre os tucanos. </P>
<P>Quando foi questionado pela reportagem, ainda em dezembro, a respeito dos vetos da senadora às emendas orçamentárias, Guerra ficou do lado de Lúcia. "Isso não pode, e mostra que a resolução, que ainda não é suficiente, não está sendo respeitada. O orçamento segue sem o menor controle novamente", criticou o parlamentar na época.&nbsp; <BR>&nbsp;<BR>O senador pernambucano foi indicado para ser o relator setorial da área de Turismo, mas, por ter assumido a presidência do PSDB, repassou a tarefa para a colega.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; </P>
<P>Leia todo o texto <A href="http://congressoemfoco.ig.com.br/Noticia.aspx?id=21008">clicando aqui</A>.</P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=683]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2008-02-14 14:26:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Uma retrospectiva]]></title>
<description><![CDATA[<P>Abaixo, uma relação de artigos recentes deste blogueiro sobre a possível aliança PMDB-PT em Goiás:</P>
<P>PT assume sua face masoquista<BR><A href="http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=606">http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=606</A></P>
<P>Iris Rezende quer mesmo o PT?<BR><A href="http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=578">http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=578</A></P>
<P>PT goiano é ‘Amélia’ de Lula?<BR><A href="http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=540">http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=540</A></P>
<P>PT goiano: entre o fim e o reinício<BR><A href="http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=674">http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=674</A></P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=675]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2008-02-13 23:49:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[MP investiga cartão corporativo de GO]]></title>
<description><![CDATA[<P><EM>Retirado do sítio do Ministério Público&nbsp;Federal-GO</EM></P>
<P>Os gastos com cartão corporativo e as movimentações nas contas tipo "B” em Goiás estão sob investigação do Ministério Público Federal. </P>
<P>Um inquérito Civil Público foi instaurado na última segunda-feira, 11 de fevereiro, para apurar irregularidades e ilegalidades no uso destes instrumentos por parte de órgãos federais com atuação no Estado. </P>
<P>O MPF/GO considera necessário apurar a veracidade das notícias da imprensa nacional acerca do uso abusivo, irregular e ilegal dos Cartões de Pagamento do Governo Federal por servidores.</P>
<P>Os órgãos com atuação em Goiás que estão sob investigação são: IBGE; Incra; Cefet-GO; Inmetro; Funasa; Superintendência Federal de Agricultura, Pecuária e Abastecimento; UFG; Receita Federal do Brasil em Goiânia e Anápolis; Delegacia Regional do Trabalho; Anatel; PRF; Distrito de Meteorologia de Goiânia; INSS em Goiânia e Anápolis; Escola de Agricultura de Rio Verde; FAT-DRT; Laboratório Nacional Agropecuário e Coordenação de Vigilância Sanitária de Portos, Aeroportos e Fronteiras. </P>
<P>Para saber mais, <A href="http://www.prgo.mpf.gov.br/imprensa/not562.htm">clique aqui</A>.</P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=682]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2008-02-13 01:22:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Tropa de Elite, segundo Le Monde]]></title>
<description><![CDATA[<P>Críticas sobre o filme Tropa de Elite publicadas no blog de <A href="http://sotinel.blog.lemonde.fr/">Thomas Sotinel</A>, crítico de cinema do jornal francês Le Monde:</P>
<P>- O filme faz apologia da tortura<BR>- Segue a receita do neoconservadorismo de Hollywood:<BR>a) edição frenética;<BR>b) câmera epiléptica;<BR>c) narrativa que não deixa espaço para a ambiguidade;</P>
<P>O crítico ainda reclama que o filme passou com legendas em alemão, enquanto os outros filmes optaram pelo inglês. </P>
<P><EM>(Tropa de Elite est réalisé selon les recettes du néo-conservatisme hollywoodien, montage frénétique, caméra épileptique, récit qui ne laisse aucune chance à l'ambivalence. Il n"est pas besoin d’être hypersensible pour y voir une apologie de la torture et des exécutions extra-judiciaires. Comme Tropa de Elite succédait à un film iranien, The Song of Sparrows de l’Iranien Majid Majidi (le Sparrow de Johnnie To est un chardonneret, celui de Majidi un moineau) dont le conservatisme religieux n’avait d’égale que la mièvrerie, on est allé chercher un peu de lucidité politique ailleurs.)</EM></P>
<P>Para ler a íntegra do post de Thomas Sotinel, <A href="http://sotinel.blog.lemonde.fr/2008/02/12/petits-deraillements-berlinois/">clique aqui</A>.<BR>Para ver toda a cobertura do Festival de Berlim no blog, <A href="http://sotinel.blog.lemonde.fr">clique aqui</A>.</P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=681]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2008-02-12 21:54:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Duas indicações]]></title>
<description><![CDATA[<P>O jornalista Marco Aurélio Vigário acaba de estrear seu blog: <A href="http://primeiroplano.blogspot.com">Primeiro Plano</A>. A proposta é ter, como ele mesmo define, rascunhos sobre filmes, livros, músicas e pequenas crônicas do cotidiano. Na estréia, uma crônica a respeito de sua ida (de ônibus) ao estádio Serra Dourada. É jornalismo gonzo de primeira. E imperdível é seu texto sobre o ótimo filme <EM>O Assassinato de Jesse James pelo Covarde Robert Ford</EM>. Para visitar o blog de Marco Aurélio, <A href="http://primeiroplano.blogspot.com">clique aqui</A>. </P>
<P>Outro blog obrigatório é do também jornalista Gilberto&nbsp;G. Pereira (<A href="http://leiturasdogiba.blogspot.com/">Leituras do Giba</A>). Destaque para a escrita elegante do autor. Para vistar o blog de Gilberto G. Pereira, <A href="http://leiturasdogiba.blogspot.com">clique aqui</A>.</P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=679]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2008-02-12 03:53:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Marcelino Freire]]></title>
<description><![CDATA[<P><EM>"Se é para o escritor escrever a mesma coisa, que vá redigir manual de eletrodomésticos, entende? E olha: há muito escritor preocupado com a posteridade. Nunca cansam de me perguntar: 'Dessa geração, quem ficará?'. Pergunta idiota. O que sei é que todo mundo vai ficar, sim, debaixo do chão um dia. E só. O que sei é que me inspirei em clássicos para fazer o</EM> Contos Negreiros<EM>. Queria muito fazer um livro "abolicionista" em pleno começo de novo milênio. Para isso, fui e reli Castro Alves, Jorge de Lima, Cruz e Sousa. Fui iluminado por eles, entende?"</EM></P>
<P>A resposta acima é parte da entrevista com o escritor <A href="http://www.jornalx.com.br/entrevistaDetalhe.php?id_mat=00045&amp;categoria_mat=entrevista">Marcelino Freire</A>&nbsp;(foto), feita em 2005 por este blogueiro. Já está postada na seção de <A href="http://www.jornalx.com.br/entrevistaDetalhe.php?id_mat=00045&amp;categoria_mat=entrevista">entrevistas</A>. Quem conhece a literatura de Marcelino, sabe que é de boa qualidade. </P>
<P>Suas respostas na entrevista, também. Para ler a entrevista na íntegra, <A href="http://www.jornalx.com.br/entrevistaDetalhe.php?id_mat=00045&amp;categoria_mat=entrevista">clique aqui</A>.</P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=680]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2008-02-12 02:09:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Balestra quer ressuscitar Boadyr]]></title>
<description><![CDATA[<P><STRONG>Ex-prefeito, condenado por estupro de sete meninas, deve ser o candidato de PP, PSDB, PTB, PR, PSB e PPS na Cidade de Goiás, em outubro. Terá apoio de Alcides e Marconi</STRONG><BR><BR>Quando se imagina que a base de sustentação de Alcides Rodrigues (PP) está no fundo do poço, o secretário de articulação política Roberto Balestra (PP) vem tornar as coisas ainda piores. </P>
<P>Segundo informa a coluna de <A href="http://www.tribunadoplanalto.com.br/modules.php?name=News&amp;file=article&amp;sid=4950&amp;mode=thread&amp;order=0&amp;thold=0">Eduardo Sartorato</A> na Tribuna do Planalto, Balestra está dando gás para que o ex-prefeito da Cidade de Goiás Boadyr Veloso (PP) volte a se candidatar à prefeitura. </P>
<P>Boadyr poderia ter o apoio de até 13 partidos, incluindo PSDB, PTB, PR, PSB e PPS.</P>
<P>Para quem não se lembra, Boadyr foi condenado a 13 anos de prisão por estupro de sete meninas e favorecer a prostituição infantil. Está em liberdade. </P>
<P>Em 2004, tentou a reeleição, sem sucesso. Agora, quando já estava praticamente morto na política, está sendo reerguido pelo secretário de articulação política do Estado. </P>
<P>Boadyr é filiado ao PP. O mesmo partido de Alcides e Balestra. Sua expulsão do partido nunca foi sequer discutida.</P>
<P>Três anos antes de ser eleito prefeito, em 1997, Boadyr Veloso foi preso em flagrante com uma menor e uma mulher adulta num motel de Goiânia. </P>
<P>O prefeito se defendeu cinicamente, dizendo "que estava no motel discutindo política". Boadyr foi condenado por estupro continuado e por favorecer a prostituição de menores. </P>
<P>Como o arcaico Código Penal brasileiro diz que o processo é extinto se a menor vítima de abuso se casar e não entrar na justiça, Boadyr se safou. As sete menores que foram vítimas de Boadyr se casaram, em tempo recorde: em 48 horas e coincidentemente no mesmo cartório. </P>
<P>O fato de Boadyr estar livre (e ainda atuar na política) é tão escandaloso, que vários jornais do país já fizeram matérias sobre o caso. A revista <A href="http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EDG63940-6014,00.html">Época</A> dedicou seis páginas para o assunto. Boadyr passou a ser destaque também no exterior. O jornal <A href="http://online.wsj.com/article/SB108958470628660796.html?mod=home%255Fpage%255Fone%255Fus">The Wall Street Journal</A> também fez matéria a respeito. </P>
<P>Mas é preciso dizer que tão grave quanto Boadyr estar livre é o PP não expulsá-lo e ainda ter apoiado sua eleição, em 2000, e a candidatura à reeleição, em 2004. </P>
<P>Agora, como se nada tivesse acontecido, Balestra trabalha para uma nova candidatura de Boadyr.</P>
<P>Se o PP fosse um partido sério, o PP de Goiás já estaria sob intervenção há tempos.</P>
<P>Para ler sobre Boadyr Veloso na revista <EM>Época</EM> <A href="http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EDG63940-6014,00.html">clique aqui</A>.</P>
<P>Para ler sobre no Boadyr Veloso no <EM>The Wall Street Journal</EM> <A href="http://online.wsj.com/article/SB108958470628660796.html?mod=home%255Fpage%255Fone%255Fus">clique aqui</A>.</P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=678]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2008-02-10 20:47:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Governo de Goiás tentou implantar uso de cartão corporativo em 2004]]></title>
<description><![CDATA[<P><STRONG>Idéia surgiu no segundo mandato de Marconi Perillo. Hoje, Estado utiliza verba secreta, diárias e adiantamento de despesas</STRONG></P>
<P>Por Fabiana Pulcineli<BR>De O Popular</P>
<P>O governo de Goiás ensaiou criar o cartão corporativo no Estado, chegando a baixar um decreto em 22 de abril de 2004 que instituía o mecanismo semelhante ao já adotado na União. </P>
<P>A idéia, que daria maior transparência aos gastos públicos, não avançou, segundo informações da Agência Goiana de Administração (Aganp), hoje incorporada à Secretaria da Fazenda (Sefaz). </P>
<P>O decreto foi alterado em fevereiro de 2006, com nova tentativa de implantação, mas não houve o contrato com o banco que forneceria os cartões.<BR>(...)<BR>O POPULAR tentou obter os dados sobre os valores gastos no ano passado junto à Sefaz, mas não teve resposta do secretário da Fazenda, Jorcelino Braga.<BR>(...)<BR>Com valores bem maiores do que os gastos com as diárias estão os adiantamentos de despesas, solicitados em casos considerados emergenciais – em que não possam ser submetidas ao processo normal de aplicação –, como realização de eventos no interior. Neste caso, o órgão solicita os recursos à Sefaz, estabelecendo uma previsão dos setores em que serão gastos e depois apresenta as notas fiscais, devendo devolver aquilo que não foi utilizado. Não há limite para os pedidos, segundo informações de secretários. A reportagem obteve informações de solicitações de R$ 5 mil a R$ 10 mil.</P>
<P>Também chamada de adiantamento, a verba secreta só pode ser utilizada pela Governadoria, Polícias Civil e Militar e Gabinete Militar, de acordo com informações do Tribunal de Contas do Estado (TCE). Os recursos são utilizados teoricamente para despesas de emergência e de caráter secreto e reservado – quando tratam de interesse da segurança do Estado e da manutenção da ordem política e social ou de diligências que exigem determinado grau de sigilo.</P>
<P>Leia a matéria na íntegra <A href="http://opopular.globo.com/anteriores/09fev2008/politica/4.htm">clicando aqui</A>.</P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=676]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2008-02-09 03:55:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[PT goiano: entre o fim e o reinício]]></title>
<description><![CDATA[<P>Não é de hoje que o PT goiano cai na conversa mole de outros partidos.</P>
<P>Em 2004, o candidato à reeleição em Goiânia, Pedro Wilson, esperou pelo apoio de Marconi Perillo (PSDB) até os últimos dias, recusando uma generosa proposta de Iris Rezende (em novembro de 2003) para o PMDB indicar sua vice. </P>
<P>No fim, ficou sem apoio do PSDB e do PMDB. Este, aliás, lançou Iris, atacou a imagem do PT e ganhou a eleição.<BR><BR>Em 2006, o PT se ofereceu ao PMDB. Fez até prévias. E escolheu um vice para a chapa encabeçada por Maguito Vilela (PMDB). Invertendo a lógica de 2003, o PMDB é que esnobou o PT. Foi de chapa pura. Trocou o PT por Onaide Santillo, já semi-aposentada na política de Anápolis. <BR><BR>Agora, a ingenuidade está sendo liderada por Neyde Aparecida, Osmar Magalhães, Carlos Soares e Luís César Bueno. Eles se oferecem para Iris. Dizem falar em nome de Lula. <BR><BR>Querem um vice na chapa liderada por Iris. Com uma oferta petista tão afoita, o PMDB esnoba o PT, revivendo 2006. O partido irista, que tentava conquistar o PT, agora já pensa em chapa pura ou aliança com outro partido. </P>
<P>Afinal, para o PMDB, Iris já ganhou a eleição de 2008. Falta só achar um vice para assumir a prefeitura em abril de 2010, quando o mesmo Iris será candidato a governador. <BR><BR>Se quisesse mesmo ser um partido de verdade e, até mesmo indicar o vice de Iris - e sair lucrando com isso –, o PT deveria fortalecer um nome, trabalhá-lo como candidato, negar qualquer hipótese de desistência e só em junho, a depender das circunstâncias, negociar com o PMDB. É o bê-á-bá da política. <BR><BR>Não é o que acontece. O PT goiano, como das vezes anteriores, age como se não soubesse o que é jogo político. Negocia agora – quando está fraco – e já se mostra entregue. Poderia negociar politicamente em junho, quando estaria inevitavelmente mais forte do que agora. <BR><BR>Saindo da lógica própria do jogo político, há armadilhas de raciocínio que o PT ainda não analisou.</P>
<P>&nbsp;O nó principal é discutir as premissas que levam o partido a achar que Iris é uma saída. Por que Iris? É para fortalecer o embate anti-Marconi e pegar a prefeitura a partir de 2010? Mas será mesmo que Marconi é o adversário número 1 e Iris é o rei da cocada? </P>
<P>Não foi o PT, com Osmar Magalhães à frente, que sempre disse que Iris e Marconi eram iguais? Não foi o mesmo Osmar que em 2004 ficou esperando um chamado de Marconi e impediu uma aliança com Iris? <BR><BR>É uma aposta perdida ficar do lado de Iris para vencer Marconi ou ficar do lado de Marconi para vencer Iris. Tanto faz. <BR><BR>Se Iris ganha, ele não se abre ao debate com ninguém. Muito menos com quem é aliado. </P>
<P>Pelo contrário: Iris, desde sempre, tem o hábito de tratar aliados como subalternos. Não há concessões com ele. Idem com Marconi. É só perguntar para Ronaldo Caiado. Bom ou ruim, é o estilo de ambos. <BR><BR>Se o PT ainda espera ter alguma relevância na política de Goiás, o caminho indica distância de Marconi e de Iris. </P>
<P>Não que o PT não tenha vícios até maiores do que os de PSDB e PMDB.&nbsp;O que se discute, aqui especificamente,&nbsp;não são os vícios. É sobrevivência política. </P>
<P>Se quiser um dia ser grande, o PT do Estado precisa aprender a enfrentar os grandes de igual para igual. E não como um partido sem iniciativa,&nbsp;refém do vento, sem rumo.</P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=674]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2008-02-09 03:40:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Deputados federais contra balança nas rodovias goianas]]></title>
<description><![CDATA[<P>Do blog de <BR><A href="http://www.marcusvinicius.blog.br/novo/">Marcus Vinícius Felipe</A></P>
<P>Três deputados federais procuram figuras eminentes (e pardas) do governo estadual para tratar do seguinte assunto: balanças de fiscalização nas GOs (as rodovias estaduais). Declaram que são contra, que vai encarecer o frete e bláblábláblá... </P>
<P>O fato é que há muito as as GOs sofrem com abusos de transportadoras e caminhoneiros à serviço de usinas, gaiolas (gado) e outros. Os chamados "bi-trem" (caminhão com dois eixos) e "tri-trem" (três eixos) arrebentam as estradas estaduais, pois extrapolam (e muito) a tara (peso transportado) das estradas. O resultado: buracos nas estradas.</P>
<P>O governador Alcides Rodrigues (PP) descobriu que é mais barato pôr balança nas estradas (e fiscalizar os excessos) que remendar o estrago feito pelos abusados.</P>
<P>Chore quem chorar, quem ganha com a medida é a maioria da população que vai ser servida por estradas de melhor qualidade.</P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=677]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2008-02-09 03:25:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Direitos Humanos confirma violação de direito de menor presa em Goiás]]></title>
<description><![CDATA[<P>Da Folha de S.Paulo</P>
<P>A Secretaria Especial dos Direitos Humanos (SEDH) recebeu, nesta sexta-feira, a denúncia de que uma menina de 14 anos estava presa junto com outras três mulheres adultas e no mesmo prédio em que se encontram detidos outros 110 homens, na cadeia pública de Planaltina (GO), o que foi confirmado numa diligência à cidade. A informação teria sido dada à secretaria pela advogada de umas das detentas.</P>
<P>Leia mais <A href="http://noticias.uol.com.br/ultnot/brasil/2008/02/08/ult2041u328.jhtm">clicando aqui</A>.</P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=673]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2008-02-08 18:03:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Em 1999, quase 1,5 milhão. E hoje?]]></title>
<description><![CDATA[<P>Em tempos de cartões corporativos correndo à vontade em órgãos federais (a começar do presidente Lula), é&nbsp;época de relembrar um outro caso parecido, hoje arquivado em alguma gaveta.</P>
<P>Foi em agosto de 1999. Naquele mês, descobriu-se que o então governo Marconi Perillo havia gastado, em poucos meses, quase 1,5 milhão de reais em comidas, jóias, presentes, cerveja, vinho, flores, gelo, entre outros badulaques. </P>
<P>Tudo, claro, era dinheiro retirado dos cofres do Estado de Goiás. Havia até uma denominação para esta verba: "Despesa de caráter secreto e reservado". Foi dinheiro público usado em benefício particular, tal como acontece agora com os cartões corporativos de vários escalões do governo federal. </P>
<P>Entre agosto e outubro de 1999, por exemplo, gastou-se quase 6 mil reais em vinhos no Palácio das Esmeraldas. O então porta-voz do governador, Marcos Villas-Boas, justificou o gasto com tanto vinho, em entrevista ao vivo à então Rádio K (hoje Rádio 730): </P>
<P>- Essas pessoas vieram aqui, não vieram só passear não, nós estamos doidos para poder oferecer um vinho a elas, pra que elas fiquem num ponto tal que possam prometer ao Estado de Goiás aquilo que nós precisamos</P>
<P>Todos os dados acima estão documentados no <A href="http://www.sitedokajuru.com.br/site/livroproibido/Microsoft%20Word%20-%20livro%20Jorge%20Kajuru.pdf">Dossiê K</A>, livro de Jorge Kajuru apreendido pela polícia goiana em 2002, na véspera da eleição que reelegeu Marconi Perillo. Para ter acesso à íntegra do livro, inclusive a documentação referente a este caso (páginas 65 a 73), <A href="http://www.sitedokajuru.com.br/site/livroproibido/Microsoft%20Word%20-%20livro%20Jorge%20Kajuru.pdf">clique aqui</A>. </P>
<P>A tal verba secreta acabou depois disso? Uma resposta otimista: ninguém sabe. O portal da transparência criado no governo Marconi nunca funcionou como o federal funciona. </P>
<P>Os patamares de transparência são, digamos, diferentes.</P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=672]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2008-02-07 01:25:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Depois de Benedita, cai Matilde]]></title>
<description><![CDATA[<P>Não acho que o presidente Lula seja racista ou sexista. Mas é espantosa a forma com as ministras Benedita da Silva (primeiro mandato) e Matilde Ribeiro (hoje) caíram de seus cargos no governo Lula. </P>
<P>Nada de defender os atos de Benedita ou Matilde. Merecem, sim, ser punidas. </P>
<P>Mas o que as duas fizeram de errado é quase nada perto do que outros ministros fizeram e ainda fazem (sem, nem por isso, perderem seus cargos).</P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=670]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2008-02-01 22:24:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Petistas farão ato pró-candidatura]]></title>
<description><![CDATA[<P><STRONG>Se a candidatura do PT em Goiânia fosse mesmo uma certeza, tal mobilização seria dispensável</STRONG></P>
<P>Por Filemon Pereira<BR><A href="http://www.tribunadoplanalto.com.br/modules.php?name=News&amp;file=article&amp;sid=4927&amp;mode=thread&amp;order=0&amp;thold=0">Da Tribuna do Planalto</A></P>
<P>Nos últimos dias a ala petista que defende aliança com o prefeito Iris Rezende (PMDB) ganhou espaço no debate&nbsp; interno do partido. </P>
<P>Prova maior disso é a reação que o grupo pró-aliança causou nos defensores de candidatura própria. Marina Sant'Anna, Humberto Aidar e Mauro Rubem (são fortes os boatos de que o deputado está prestes a mudar de posição), os três pré-candidatos, decidiram promover um ato público em defesa da candidatura própria. </P>
<P>O raciocínio é simples: se tivessem a certeza da candidatura, tal mobilização seria dispensável. O evento será realizado no próximo dia 13, à noite, no Diretório Municipal. </P>
<P>A certeza do grupo que defende candidatura própria de que representava a maioria absoluta dentro da legenda gerou certa acomodação. Agora, diante da perda de espaço para a ala que defende composição com o PMDB, os pré-candidatos e as lideranças que apóiam candidatura própria decidiram reagir. </P>
<P>A realização do ato público foi definida durante uma reunião, na quinta-feira, 31. O encontro foi marcado pelo presidente metropolitano do PT, Luiz Alberto de Oliveira. O PT completará 28 anos no próximo dia 10. Assim, o ato marca também o aniversário da legenda.</P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=671]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2008-02-01 22:08:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Estamos perdidos]]></title>
<description><![CDATA[<P>O presidente Lula agora diz que o desmatamento no Brasil é uma "coceira", não um doença grave (<A href="http://mais.uol.com.br/view/1575mnadmj5c/lula-diz-que-desmatamento-e-coceira-e-nao-doenca-grave-040266E4916366?types=A">clique aqui e veja o vídeo em que fala isso</A>).</P>
<P>O pior de tudo é que Lula não está mentindo para si mesmo. Ele, de fato, acha isso mesmo. Essa, aliás, é a grande tragédia. </P>
<P>A cabeça de Lula é a mesma dos líderes do "socialismo real", que colocava o crescimento em primeiro lugar, independente dos danos ambientais. Basta ver a quantidade de usinas nucleares construídaas pelos países que foram alinhados à antiga URSS. </P>
<P>Na Europa de hoje, sempre que o chefe de governo vai tomar uma decisão, ele consulta primeiro o ministro do Meio Ambiente. O meio ambiente não é coadjuvante, é a matriz de qualquer política pública.</P>
<P>No Brasil, Lula e toda a esquerda (e a direita também) tratam as questões ambientais como um estorvo ao crescimento do país.</P>
<P>E quem mais desmata é quem mais méritos recebe do governo. O agronegócio é o maior exemplo disso. Fazendeiros são tratados como os heróis do crescimento do Brasil, mas ninguém fala que foram eles que ajudam bastante a destruir o resto que existe de cerrado e amazônia&nbsp;no país.<BR></P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=669]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2008-01-30 21:45:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Por que não anda]]></title>
<description><![CDATA[<P><STRONG>Anunciada como resposta ao caos financeiro, a reforma administrativa continua empacada. Isto é péssimo</STRONG> </P>
<P>Por Afonso Lopes<BR>Do Jornal Opção</P>
<P>Há alguma coisa errada com a reforma administrativa do governador Alcides Rodrigues. Ou o rombo não era lá essa coisa toda, de 100 milhões de reais por mês, ou o governo está em estado de choque, sem capacidade administrativa para reagir. Como se fosse um paciente terminal que, depois de todos os esforços da medicina, entregou os pontos. </P>
<P>Não é possível analisar o que está aí fora dessas óticas. Ou o rombo é tão grande que não há mais o que fazer senão esperar pelo pior, ou esses 100 milhões talvez já não sejam assim uma Brastempona tão grande. </P>
<P>Leia a continuação deste texto <A href="http://www.jornalopcao.com.br/index.asp?secao=Conexão&amp;subsecao=Politica&amp;idjornal=274">clicando aqui</A></P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=668]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2008-01-27 02:09:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[O ‘tempo novo’ nunca existiu]]></title>
<description><![CDATA[<P></P>
<P>Por Vassil Oliveira<BR>Da Tribuna do Planalto</P>
<P>Que 'tempo novo' não passa de um slogan de campanha, isso já foi dito aqui mais de uma vez. Vendido como projeto diferenciado de governo, tudo nunca passou de pura - e boa, diga-se - propaganda, tantas vezes repetida pra ver se, como naquele preceito clássico, virava verdade. Pra você, virou? A questão não é 'o que vem a ser' o tal 'tempo novo', mas 'quem é'. Porque o 'quem é' nega naturalmente o 'o que vem a ser'. Põe tudo por terra. Raciocinemos.<BR><BR>A personificação majoritária do 'tempo novo' é o senador Marconi Perillo (PSDB), por conta de seus dois governos. Ninguém 'é' mais do que ele. Porque nasceu com ele essa história, na campanha de 1998. Na época, a oposição se uniu em torno de seu nome em uma coligação que se denominou 'Certeza de Um Tempo Novo' (PSDB, PTB, DEM, PP e PSDC). Oposição a quê e contra quem? Oposição aos governos peemedebistas e contra Iris Rezende, carimbado de 'tempo velho'. Iris, todos sabem, caiu do cavalo, digo, do poder e sofreu o pão que o diabo amassou, quer dizer, foi jogado ao inferno pelos 'temposnovistas'.<BR><BR>Leia a continuação deste texto <A href="http://www.tribunadoplanalto.com.br/modules.php?name=News&amp;file=article&amp;sid=4870&amp;mode=thread&amp;order=0&amp;thold=0">clicando aqui</A>.</P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=667]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2008-01-26 02:48:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Comentário sobre Tropa de Elite]]></title>
<description><![CDATA[<P>Por Marco Aurélio Vigário<BR>(comentando o post anterior)</P>
<P>Eduardo, concordo com tudo o que disse sobre <EM>Tropa de Elite</EM>, exceto com uma coisa: a visão simplista, moralista e eugênica é do Capitão Nascimento, e não do José Padilha. Como <EM>Tropa de Elite</EM> é filmado em primeira pessoa, Padilha faz uma imersão no ponto de vista do Capitão. Mas isso não quer dizer que endosse a visão de mundo do personagem.</P>
<P>Nascimento é um homem à beira de um colapso de nervoso, sem amigos. Um homem que perde a família e que, mesmo quando tenta fazer a coisa certa (recuperar o corpo de um filho para a mãe), só produz mais e mais corpos. Ou seja, seu discurso não se sustenta. Nascimento se propõe a missão de escolher um substituto porque não aguenta mais o Bope. É mais uma vítima dessa guerra, embora adote um discurso de vencedor. Está racionalizando. Na prática quer mesmo é pular fora da situação.</P>
<P>A tragédia que Tropa de Elite tenta denunciar é que, embora insustentável, a visão de mundo de Nascimento se reproduz e sobrevive com a ascensão de André, um rapaz gente boa que, de tanto levar pancada, se converte à idelologia do Bope. A cena final de <EM>Tropa de Elite</EM> mostra o substituto de Nascimento com uma arma apontada para a câmera, ou seja, para o espectador. O alerta é claro: uma polícia sem controle (que se considera acima da lei) se volta contra a própria sociedade.</P>
<P>A revista Veja, com a capa sobre <EM>Tropa de Elite</EM>, aproveitou-se da situação para fazer uma leitura enviesada do filme. Muita gente adorou, porque a verdade é que muita gente se identifica com Nascimento. Mas isso é um problema dessa gente. Não é a intenção do José Padilha. Na entrevista que ele deu ao Roda Viva comparou a situação com uma fotografia famosa - Martin Scorsese com as mãos na cabeça depois uma sessão de <EM>Taxi Driver</EM> (ele não consegue acreditar no acaba de ver: a platéia delirando com o personagem doente criado por ele e interpretado por Robert De Niro). É uma coisa a que se está sujeito. O autor não manda no significado da obra depois que ela ganha as ruas. Está à mercê de todo tipo de interpretação.</P>
<P>Mas não precisa ir longe. <EM>Tropa de Elite</EM> é baseado num livro que tem como co-autor o Luiz Eduardo Soares. Esse cara, você sabe, é o mesmo que denunciou a existência de uma "banda podre" na polícia quando era secretário de Segurança do Rio de Janeiro. Que interesse ele teria em produzir uma obra que defendesse a truculência dessa mesma polícia?</P>
<P>Outra coisa: José Padilha. O filme anterior do cara é <EM>Ônibus 174</EM>, documentário que resgata a história de vida de um sequestrador morto pela polícia. <EM>Ônibus 174</EM> denuncia a incompetência da polícia para lidar com uma situação de risco. Na contracorrente do senso comum, investiga várias facetas da vida do criminoso, humanizando-o. Padilha foi acusado de defender bandido. Naquela época, porém, o que ele fez foi mergulhar num episódio trágico e revolver o seu substrato. Trouxe à tona aspectos que horas e horas de reportagens não conseguiram revelar.</P>
<P>Não é subestimar a inteligência desses caras dizer que eles querem simplesmente defender policial agora? Que aprovam sem ressalvas a forma como a criminalidade vem sendo combatida no Rio de Janeiro?</P>
<P>Dizer que o filme de Padilha endossa a visão do Capitão Nascimento é como dizer que Camus endossa a visão de Mersault em <EM>O Estrangeiro</EM>. O que ambos fazem é mergulhar no universo de seus personagens para mostrar as distorções e o vazio que há neles. Só isso.</P>
<P><STRONG>(o texto acima é uma reprodução do comentário que Marco Aurélio Vigário fez ao post anterior deste blog: "<A href="http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=663">Enfim, um antídoto para Tropa de Elite</A>". Como o comentário foi muito bom, acabou virando um post)</STRONG></P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=666]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2008-01-23 18:34:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Enfim, um antídoto para Tropa de Elite]]></title>
<description><![CDATA[<P>Novo filme de Mauro Lima, <A href="http://www.meunomenaoejohnnyfilme.com.br/">Meu nome não é Johnny</A> não vai mudar a vida de ninguém. Nem a história do cinema brasileiro. Mas está acima da média. O filme se inspira no livro-reportagem de mesmo nome. No livro, o autor Guilherme Fiuza conta a história de João Guilherme Estrella, o mais famoso traficante de cocaína da classe média em seu tempo. </P>
<P>Dado o frescor de <EM>Tropa de Elite</EM>, a comparação entre os dois filmes é quase inevitável. Traficantes são capetas, como define o capitão Nascimento? Consumidores também? O que dizer de traficantes que traficam para sustentar o próprio consumo? O que dizer de consumidores que consomem por vício e não por opção?</P>
<P>Não dá para ficar a favor de João Estrella. Mas também não dá pra não entendê-lo, o que não significa absolvição. Se o combate às drogas fosse tão simples como propõe <EM>Tropa de Elite</EM>, a "guerra" do capitão Nascimento já estaria ganha (e não perdida) há muito tempo. </P>
<P>O maior mérito de <A href="http://www.meunomenaoejohnnyfilme.com.br/">Meu nome não é Johnny</A> é não simplificar o mundo, é expor ambigüidades. E fugir do tom pedante, maniqueísta e professoral de <EM>Tropa de Elite</EM>. </P>
<P>Como bem observa <A href="http://www1.folha.uol.com.br/fsp/ilustrad/fq0301200830.htm">Contardo Calligaris</A>, o filme não cai na tentação fácil de dizer que a educação solta do pai é a culpada pelo vício do filho. Para ficar num só exemplo que rompe com o "lenga-lenga", o pai não reprime o rojão que é solto na sala; mas, em outro momento, diz ao filho que terá de pagar pela prancha, se quiser surfar. </P>
<P>O moralismo, claro, preferiria ver um João Estrella caricatural, o que seria um prato cheio para condená-lo sem hesitações. </P>
<P>Não se deve perder de vista que <EM>Tropa de Elite</EM> mostra (e encampa, ainda que sutilmente) a visão do capitão Nascimento. Nem esquecer que <A href="http://www.meunomenaoejohnnyfilme.com.br/">Meu nome não é Johnny</A> também tende para a visão de João Guilherme Estrella.</P>
<P>Uma boa surpresa é o ritmo bom, pontuado com bom humor. Ninguém percebe os 128 minutos de filme. Os diálogos são inteligentes e verossímeis, combinação rara no cinema. </P>
<P>A trilha sonora se adapta a cada momento do filme, o que é um bom recheio pop para facilitar o diálogo com o público. Exemplo: quando Selton Mello (que interpreta João Estrella) e sua banda tocam <A href="http://letras.terra.com.br/roberto-carlos/48659">Outra vez</A>, de Roberto Carlos, o esperado ali seria a cena destoar do todo. Mas acontece o contrário: até a canção se torna menos brega. </P>
<P>Selton Mello, aliás, está em seu melhor filme, a despeito de duas boas atuações anteriores (<EM>O Cheiro do Ralo</EM> e <EM>Árido Movie</EM>). Selton melhora o filme no mesmo patamar que Philip Seymour Hoffman's melhora <EM>Capote</EM> e Daniel Oliveira engrandece <EM>Cazuza</EM>. Cléo Pires (que interpreta Sofia, mulher de João) também se destaca. Só não dá para compará-la com obras anteriores. Afinal, dizer que&nbsp;Cléo está melhor do que esteve em <EM>Benjamin</EM> (seu único filme anterior) nada acrescenta. </P>
<P>Apesar de não simplificar e de não recorrer ao moralismo fácil, o filme adota a narrativa clássica hollywoodiana. Fazendo justiça à estrutura clássica, o protagonista assume a culpa, mas a assume de forma ambígua, lançando dúvidas sobre os limites entre dentro e fora da lei. </P>
<P>De resto, este blogueiro exorciza de vez <EM>Tropa de Elite</EM>. Não há mundo ideal. Mas, com todos os defeitos, o mundo de dúvidas de João Estrella é melhor, mais complexo e mais rico do que o mundo de certezas do capitão Nascimento.</P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=663]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2008-01-19 02:34:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Furo da semana: PMDB abraça Alcides]]></title>
<description><![CDATA[<P>Um furo, capa desta semana na <A href="http://www.tribunadoplanalto.com.br/modules.php?name=News&amp;file=article&amp;sid=4850&amp;mode=thread&amp;order=0&amp;thold=0">Tribuna do Planalto</A>: o presidente regional do PMDB, Adib Elias, diz que seu partido "fica com Alcides se ele mostrar quem arrebentou o Estado". </P>
<P><STRONG>Ou seja:</STRONG> <BR>- Se Alcides oficializar seu rompimento com Marconi, o PMDB topa aliança com Alcides e, até mesmo, participar de seu governo<BR>- É a primeira vez que um peemedebista diz isso publicamente</P>
<P><STRONG>Comentário meu:</STRONG> <BR>É tudo que Marconi quer. Nada melhor do que se livrar de um governador com impopularidade crônica e ainda arrastar essa impopularidade para seu principal adversário (o PMDB). O PMDB, por outro lado, se aliar com Alcides, além de ficar colado a um governo impopular, vai perder seu discurso de oposição. </P>
<P><STRONG>Resultado:</STRONG> <BR>Marconi volta em 2010 com um discurso forte contra a aliança PMDB-Alcides, assim como Iris se elegeu em 1990 atacando a aliança Henrique Santillo/Paulo Roberto Cunha. </P>
<P><STRONG>O esperto e a esperteza:</STRONG><BR>O PMDB, no entanto, hoje se acha o mais inteligente dos partidos ao fomentar um rompimento (que seria inevitável) entre Marconi e Alcides. </P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=665]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2008-01-19 02:19:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Alcides e Marconi já estão rompidos]]></title>
<description><![CDATA[<P><EM>Por Vassil Oliveira<BR>Da Tribuna do Planalto</EM></P>
<P>A ruptura entre o governador Alcides Rodrigues (PP) e o senador Marconi Perillo (PSDB) já aconteceu. Só não vê quem não quer. Mas o maior problema na base aliada hoje não é este. É o andar de cima negar, sem razão aparente, uma crise que tonteia o andar de baixo, que corre por todos lados para salvar a pele antes que seja tarde. A não ser que tudo não passe de um calculado movimento de auto-destruição consciente.</P>
<P>O tempo perdido com a negação do inegável é tempo ganho pelo adversário, o PMDB, que trata de vender a idéia de volta inevitável do partido ao poder em 2010. Só assim para se entender por que tem governista pregando o fim dos tempos como se anunciasse a boa-nova.</P>
<P>Leia a continuação do texto <A href="http://www.tribunadoplanalto.com.br/modules.php?name=News&amp;file=article&amp;sid=4845&amp;mode=thread&amp;order=0&amp;thold=0">clicando aqui</A>. <BR></P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=664]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2008-01-19 01:49:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Febre Amarela é o Césio de Alcides?]]></title>
<description><![CDATA[<P>Em 1987, quando o Césio 137 já tomava grandes proporções, o governador Henrique Santillo parecia desnorteado. Informações desencontradas somadas a um governo omisso fizeram com o que as conseqüências do acidente radioativo fossem ainda maiores. </P>
<P>Agora, em 2008, a Febre Amarela já soma 10 mortes no Brasil. Mais do que todo o ano de 2007. Quase todos os mortos foram contaminados em Goiás. </P>
<P>O que faz o governador Alcides Rodrigues? Absolutamente nada. Nenhum pronunciamento oficial na TV, nenhuma entrevista coletiva, nada de satisfação. Parece&nbsp;estar no Reino da Dinamarca.</P>
<P>O secretário de Saúde do Estado, Cairo de Freitas, passou o início do ano mais fora do que dentro de Goiás. Quando falou do assunto, minimizou-o, deu de ombros. Agora, opta por travar uma (justa, mas não prioritária) briga por espaço com o secretário da Fazenda, Jorcelino Braga.</P>
<P>Braga, aliás, que só pensa em acumular poder. Quer controlar tudo.&nbsp;O pior: acumula poder só para ter mais poder. Apenas isso. Não tem um projeto político, não tem uma estratégia para o Estado. Braga, no governo, é um secretário cheio de poder e vazio de idéias.</P>
<P>E assim anda o governo. Caminha para trás, às vezes para o lado. A educação vai mal, a cultura é desprezada, a segurança pública é denunciada e a saúde está um caos. Alcides já está no poder há 22 meses. Mas seu governo até hoje não começou.</P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=662]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2008-01-18 03:24:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Fim do Cerrado favorece febre amarela]]></title>
<description><![CDATA[<P><STRONG>Estudiosos apontam um desequilíbrio ecológico em Goiás provocado pela expansão das cidades e da fronteira agrícola</STRONG></P>
<P><STRONG>Para ministra Marina Silva, desmatamento, alterações do ecossistema e aumento das cidades causam migração de animais para áreas urbanas</STRONG></P>
<P><EM>Por Talita Bedinelli e Eliane Cantanhêde<BR>Edição de hoje da Folha de S.Paulo</EM></P>
<P>A degradação do cerrado no Centro-Oeste é uma das principais causas do aumento de casos de febre amarela em macacos, segundo especialistas em ambiente. Isso, somado a falhas no combate ao mosquito transmissor da doença, pode ter levado a um aumento do número de casos em relação a anos anteriores, dizem.</P>
<P>Para o presidente da Sociedade Goiana de Infectologia, Marcelo Daher, a Usina Hidrelétrica Corumbá 4, em Luziânia - que entrou em operação em janeiro de 2006 -, ajudou a provocar um desequilíbrio ecológico, que pode ter relação com os casos atuais em Goiás.<BR>"Os macacos e animais vão para áreas mais próximas de centros urbanos, neste caso, provavelmente para Brasília e Anápolis, que ficam perto da região alagada [pela represa]."</P>
<P>Na opinião dele, há também relação entre a construção, em 1998, da Usina Hidrelétrica Serra da Mesa, em Minaçu, e o alto número de casos em 2000. Na ocasião, houve 24 mortes perto de Alto Paraíso do Goiás, que fica próximo da represa.</P>
<P>A Corumbá Concessões S.A, dona da Corumbá 4, afirma que se houvesse relação, as mortes teriam acontecido antes, logo após a construção. A reportagem procurou às 17h Furnas, que administra Serra da Mesa, mas não havia mais um técnico para comentar o assunto.</P>
<P>Biólogos dizem que não é possível afirmar que há relação direta entre as usinas e o aumento de casos. Mas afirmam que o desequilíbrio ecológico pode colaborar para o aparecimento dos casos.</P>
<P>Esse desequilíbrio, na opinião do professor de engenharia florestal Reuber Brandão, da UnB (Universidade de Brasília), pode ser ocasionado também pela expansão das cidades e da fronteira agrícola.</P>
<P>"O cerrado é uma região de expansão agropecuária, de crescimento das cidades e implementação de infra-estrutura. Então, há a redução dos ambientes naturais o que pode adensar os animais e, com isso, ampliar a possibilidade de propagação de doenças entre eles."</P>
<P>Apenas 61,1% da área do cerrado está conservada atualmente, de acordo com o Ministério do Meio Ambiente.</P>
<P><STRONG>Macacos de estimação</STRONG><BR>Para a ministra Marina Silva, do Meio Ambiente, a migração crescente de animais silvestres para áreas urbanas, aumentando o risco de doenças tropicais, é provocada por três fatores: o desmatamento, as alterações do ecossistema e o aumento e a proliferação das cidades.</P>
<P>"É claro que o aumento da remoção da cobertura vegetal, as alterações do ecossistema por intervenção humana e o avanço dos assentamentos humanos provocam uma convivência cada vez maior de pessoas com animais, produzindo efeitos e desequilíbrios que não são positivos", disse.</P>
<P>A convivência pacífica entre homens e animais gerou também uma prática condenável: "Uma prática equivocada, por falta de compreensão e de informação, de dar alimento aos animais, criando um processo fora da cadeia de reprodução normal dos animais".</P>
<P>Ela citou como exemplo os macacos, que têm morrido em Goiás e Minas e podem ser vetores da febre amarela: "As pessoas, até bem intencionadas, mas equivocadamente, põem um cacho de bananas no fundo do quintal de casa ou da chácara para os macacos, o que leva a um aumento da migração".</P>
<P>De acordo com o coordenador de fauna e recursos pesqueiros do Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis), Leo Caetano Fernandes da Silva, a retirada de macacos da natureza também contribui com o aumento de animais em áreas urbanas. Muitos, diz ele, acabam soltos dentro das cidades porque dão muito trabalho.</P>
<P>O maior número de macacos na cidade e o grande número de mosquitos Aedes aegypti (transmissores de febre amarela e dengue) podem ter colaborado para o aumento dos casos entre os humanos, ressalta a bióloga Marilda Schuvartz, professora da UFG (Universidade Federal de Goiás).</P>
<P>Para ler a reportagem da Folha na íntegra, <A href="http://www1.folha.uol.com.br/fsp/cotidian/ff1701200818.htm">clique aqui</A>.</P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=661]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2008-01-17 04:04:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Mortes por febre amarela já superam 2007]]></title>
<description><![CDATA[<P><B>Número de casos subiu para dez, com quatro registros novos, incluindo duas mortes confirmadas ontem pelo Ministério da Saúde 
<P>Em 2007, cinco pessoas morreram da doença; para ministério, é provável que novas vítimas tenham se infectado em matas de GO</B> 
<P><EM>Angela Pinho e Johanna Nublat<BR>Hoje na Folha de S.Paulo</EM> </P>
<P>O número de casos de febre amarela no Brasil neste ano já subiu para dez, com quatro registros novos confirmados ontem pelo Ministério da Saúde, incluindo duas mortes. Já são sete os mortos pela doença em 2008. Outros 12 registros estão sob investigação e sete foram descartados após análises.</P>
<P>Os números deste ano, passados apenas 16 dias, já superam os de todo o ano passado. Em 2007, foram registradas cinco mortes provocadas pela doença, entre seis casos.</P>
<P>Desde 2003 não havia nem tantos casos nem tantas mortes por febre amarela no país. Naquele ano, o país registrou 64 casos e 23 mortes.</P>
<P>Em 2004, foram cinco registros, com três mortes. No ano seguinte, foram confirmados três casos e três mortes. Em 2006, houve dois casos e duas mortes e, no ano passado, seis casos e cinco mortes.<BR><BR>Todos os registros, de acordo com o ministério, são de febre amarela silvestre, isto é, contraída em região de matas. A variável urbana, transmitida pelo mesmo mosquito da dengue, foi erradicada em 1942.</P>
<P>Segundo o ministério, os casos confirmados ontem são de pessoas que contraíram o vírus provavelmente em áreas de mata de Goiás - a pasta não divulgou os municípios.</P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=660]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2008-01-17 01:03:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Filmes na TV Aberta]]></title>
<description><![CDATA[<P>Uma boa sugestão do jornalista Marco Aurélio Vigário: o blog <A href="http://www.filmesberta.blogspot.com">Filmes na TV Aberta</A>. Quem escreve nele é o paulistano Airton Shinto. </P>
<P>Como o nome sugere, é um guia para quem acompanha filmes na <A href="http://www.filmesberta.blogspot.com/">TV Aberta</A>. </P>
<P>Seja por opção ou em função dos preços altos dos ingressos de cinema, do aluguel de DVDs e da assinatura de TV a cabo. </P>
<P>Claro, a TV aberta, em geral, maltrata o cinema: dublagens ruins, cortes de cenas e excesso de intervalos são três dos problemas principais. </P>
<P>Ainda assim, há o que ver. </P>
<P>Ontem, por exemplo, o filme italiano <A href="http://epipoca.uol.com.br/filmes_detalhes.php?idf=5373">Os Cem Passos</A> passou na TV Cultura. Não é obra-prima, mas não é lixo. E é um filme que nem existe em DVD por aqui. </P>
<P>Além do blog, Airton mantém uma comunidade no <A href="http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=7636788">Orkut</A> com mais informações.</P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=659]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2008-01-16 01:34:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[O sonho de todo repórter político]]></title>
<description><![CDATA[<P>Repórteres&nbsp;políticos tarados por eleição (100% deles) têm inveja mesmo é do processo eleitoral dos Estados Unidos. </P>
<P>Lá, com essa história de primárias, a eleição dura mais de ano. Uma beleza. </P>
<P>Pena que por aqui nada acontece antes do carnaval. </P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=658]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2008-01-15 01:03:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Marconi atropelado em Brasília]]></title>
<description><![CDATA[<P><A href="http://www.tribunadoplanalto.com.br/modules.php?name=News&amp;file=article&amp;sid=4809&amp;mode=thread&amp;order=0&amp;thold=0">Por Filemon Pereira</A><BR>Tribuna do Planalto</P>
<P>O senador Marconi Perillo (PSDB) afirmou, antes do recesso de final de ano, que seria o novo líder do PSDB no Senado em 2008. </P>
<P>A declaração do tucano ocorreu nos corredores do Tribunal de Contas do Estado de Goiás (TCE), local onde ele concedeu uma coletiva no dia posterior&nbsp;à barração da CPMF no Senado. Marconi estava exultante. </P>
<P>Na última semana, no entanto, Arthur Virgilio (PSDB-AM) foi confirmado para mais um ano na liderança do partido. </P>
<P>Imediatamente, o senador goiano mudou o discurso. Declarou que ele 'bateu o martelo' em torno da permanência de Virgílio. </P>
<P>Nos bastidores, o clima entre os dois tucanos não é dos melhores. </P>
<P>Marconi e Arthur Virgilio se desentenderam na condução da votação da CPMF. O senador goiano negociou com Lula a prorrogação do imposto, mas foi desautorizado pelo líder tucano e obrigado a recuar. </P>
<P>No auge do embate, Virgílio ameaçou a deixar a liderança do PSDB. Marconi cedeu, fechou questão contra a CPMF, mas saiu crente que seria o novo líder. Não conseguiu. </P>
<P>Até aqui, 2 a 0 para o amazonense, um dos principais nomes no Congresso. </P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=657]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2008-01-12 03:53:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Os melhores filmes de 2007]]></title>
<description><![CDATA[<P>Eis abaixo a lista dos 10 melhores filmes do ano de 2007, na visão de seis jornalistas consultados pelo blog. Nenhum filme conseguiu aparecer nas seis listas. O que chegou mais próximo disso foi <EM>Cartas de Iwo Jima</EM>, votado por cinco dos seis consultados.</P>
<P>A regra é que deveriam valer apenas os filmes que tiveram estréia em 2007 em algum cinema do Brasil. Filmes que estrearam em 2006, mas continuavam em cartaz em 2007, não deveriam valer. </P>
<P>Houve listeiros indisciplinados. Na verdade, a maioria relacionou mais de dez filmes. E alguns selecionaram filmes que estrearam em 2006 (caso, por exemplo, de <EM>O Ano em que Meus Pais Saíram de Férias</EM>, <EM>Match Point</EM> e <EM>O Diabo Veste Prada</EM>). </P>
<P>O blog, no entanto, manteve a lista da forma como foi enviada pelos jornalistas. Se você também tem uma lista top 10 de 2007, coloque-a na seção de comentários. As listas serão publicadas aqui até o fim do mês.</P>
<P><BR><STRONG>A lista de Marco Aurélio Vigário</STRONG><BR>01) Os Donos da Noite - James Gray<BR>02) A Conquista da Honra - Clint Eastwood<BR>03) Jogo de Cena - Eduardo Coutinho<BR>04) Império dos Sonhos - David Lynch<BR>05) Tropa de Elite - José Padilha<BR>06) A Rainha - Stephen Frears<BR>07) Cartas de Iwo Jima - Clint Eastwood<BR>08) Pecados Íntimos - Todd Field<BR>09) A Vida Secreta das Palavras - Isabel Coixet<BR>10) Scoop - O Grande Furo - Woddy Allen<BR><STRONG>Observações de Marco:</STRONG> Se fosse escrevê-la amanhã, talvez fizesse algumas alterações (a gente vai lendo, refletindo e mudando de opinião), mas no geral é isso mesmo. Vi pouco mais de 30 estréias esse ano. Perdi algumas boas. Então essa pode ser a explicação pra algumas ausências. Gostei da brincadeira.</P>
<P><BR><STRONG>A lista de Marcos Bandeira</STRONG><BR>01) Cartas de Iwo Jima - Clint Eastwood<BR>02) Scoop - O Grande Furo - Woddy Allen<BR>03) Tropa de Elite - José Padilha<BR>04) Notas sobre um Escândalo - Richard Eyre<BR>05) Babel - Alejandro Gonzales<BR>06) O Ano em que Meus Pais Saíram de Férias - Cao Hamburger<BR>06) Não por Acaso - Philippe Barcinski<BR>07) O Diabo Veste Prada - David Frankel<BR>07) Mais Estranho que a Ficção - Marc Forster<BR>08) Diamante de Sangue - Edward Zwick<BR>09) 300 de Esparta - Frank Miller<BR>10) Ponte para Terabítia - Gabor Csupo<BR>10) Tá Dando Onda - Ash Brannon e Chris Buck<BR>10) Os Simpsons - David Silverman <BR><STRONG>Observação de M. Bandeira:</STRONG> Não fui muito ao cinema em 2007. De toda forma,&nbsp;é uma lista com o que vi de melhor (?)</P>
<P><BR><STRONG>A lista de Vassil Oliveira<BR></STRONG>01) Bobby - Emilio Estevez <BR>(vi em vídeo - o que foi muito bom, porque os Extras são uma beleza à parte)<BR>02) A Rainha - Stephen Frears<BR>03) O Labirinto do Fauno - Guillermo Del Toro<BR>04) Tropa de Elite - José Padilha<BR>05) Pecados Íntimos - Todd Field<BR>06) A Lenda de Beowulf - Robert Zemeckis<BR>07) Cartas de Iwo Jima <BR>&amp; A Conquista da Honra - ambos de Clint Eastwood<BR>08 - Um Amor Além do Muro - Dominik Graf<BR>09) O Cheiro do Ralo - Heitor Dhalia<BR>10) Conduta de Risco - Tony Gilroy <BR><STRONG>Observações de Vassil:</STRONG> Devo dizer que não vi filmes que me falaram que são bons, como Império dos Sonhos, a Vida dos Outros e A Vida Secreta da Palavras, além de alguns brasileiros elogiados. A decepção (em relação ao livro): O Passado. Nada posso falar de O Amor nos Tempos do Cólera. O livro é maravilhoso, perfeito, mas... não vi o filme. E se houver uma classificação do tipo mais ou menos, coloco este, porque até hoje não sei se gostei ou não do filme: Babel.</P>
<P><BR><STRONG>A lista de Eduardo Horácio</STRONG><BR>01) Um Amor Além do Muro - Dominik Graf<BR>02) Jogo de Cena - Eduardo Coutinho<BR>03) A Rainha - Stephen Frears<BR>04) Bobby - Emilio Estevez<BR>05) O Passado - Hector Babenco<BR>06) Cartas de Iwo Jima - Clint Eastwood<BR>07) Zodíaco - David Fincher <BR>08) Scoop - O Grande Furo - Woddy Allen<BR>09) O Cheiro do Ralo - Heitor Dhalia<BR>10) Maria Antonieta - Sofia Coppola<BR><STRONG>Observações de Eduardo:</STRONG> Lamento não ter visto, ainda, filmes bem elogiados como Império dos Sonhos, Santiago, Cão sem Dono, Medos Privados em Lugares Públicos e A Vida Secreta das Palavras. Dos que coloquei na lista, o que mais me surpreendeu foi O Zodíaco, pois sempre espero pouco de David Fincher. E o pior filme do ano é, sem dúvida, Tropa de Elite. </P>
<P><BR><STRONG>A lista de Brisa de Queiroz</STRONG><BR>01) Jogo de Cena - Eduardo Coutinho<BR>02) O Cheiro do Ralo - Heitor Dhalia<BR>03) Santiago - Joao Moreira Salles <BR>04) Ratatouille - Brad Bird<BR>05) O Ultimo Rei da Escocia - Kevin MacDonald<BR>06) Pecados Íntimos - Todd Field<BR>07) Cartas de Iwo Jima - Clint Eastwood<BR>08) Os Simpsons - David Silverman<BR>09) Cão sem dono - Beto Brant <BR>10) Babel - Alejandro Gonzales</P>
<P><BR><STRONG>A lista de Liberato Santos</STRONG><BR>(ele fez a lista sem ranqueá-la)</P>
<P>Piaf – Um Hino ao Amor - Olivier Dahan<BR>A Bolha - Eytan Fox<BR>Tropa de Elite - José Padilha<BR>O Cheiro do Ralo - Heitor Dhalia<BR>2:37 - Murali K. Thalluri<BR>A Vida Secreta das Palavras - Isabel Coixet<BR>Medos Privados em Lugares Públicos - Alain Resnais<BR>Um Lugar na Platéia - Danièle Thompson<BR>Ratatouille - Brad Bird<BR>O Ano em que Meus Pais Saíram de Férias - Cao Hamburger<BR>Scoop - Woddy Allen<BR>Babel - Alejandro Gonzales<BR>Match Point - Woddy Allen<BR>Motoboys - Caito Ortiz<BR>Motoqueiro Fantasma - Mark Steven Johnson</P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=656]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2008-01-07 03:39:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Os mais lembrados da história de Goiás]]></title>
<description><![CDATA[<P><EM><A href="http://www.vassil.com.br">Do blog&nbsp;do Vassil</A></EM></P>
<P>Mário Rodrigues Filho está de férias. </P>
<P>Sem muita coisa em que pensar, decidiu: o seu instituto, o Grupom, vai realizar pesquisa detalhada para identificar os nomes mais lembrados dos políticos de Goiás. </P>
<P>Em todos os tempos.</P>
<P>Naturalmente, não será tarefa fácil, já que um levantamento desse tipo requer cuidados especiais e muito bom senso. Por exemplo:</P>
<P>- quais critérios vão nortear a pesquisa?</P>
<P>- haverá diferenciação entre lembrança e conhecimento efetivo?</P>
<P>- como avaliar o efeito natural do tempo na memória do eleitor?</P>
<P>- como diferenciar a lembrança relativa a Pedro Ludovico, a Nion Albernaz e, hoje, a Alcides Rodrigues e Iris Rezende?</P>
<P>- que fazer no caso do eleitor nem conhecer Pedro Ludovico, mas saber quem é, por razões que nem é preciso detalhar, Deivison Costa ou Pedro Azulão?</P>
<P>Mas isso é café pequeno para Mário.</P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=655]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2008-01-05 16:45:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Iris entra no clima de ‘já ganhou’]]></title>
<description><![CDATA[<P>O prefeito de Goiânia, Iris Rezende (PMDB), subiu no "salto alto". Candidato à reeleição em outubro deste ano, Iris diz hoje à coluna Giro (de O Popular) que vai participar da campanha do PMDB no interior do Estado, embora ele, Iris, seja candidato apenas em Goiânia. </P>
<P>Iris não está sendo generoso com o interior. Ele quer ser governador em 2010. Daí querer reaparecer no interior, onde o PMDB hoje vai mal. </P>
<P>Se até admite abandonar a campanha de Goiânia em agosto e setembro por alguns dias, é porque Iris começa a achar que sua reeleição na capital já está garantida. É ou não é o clima de ‘já ganhou’?</P>
<P>Iris, ao entrar no já ganhou, faz uma aposta de risco. Se descuidar de Goiânia, o PMDB pode acabar indo mal no interior e também na capital (onde hoje vai bem nas pesquisas). </P>
<P>Depois da derrota do PMDB em 2006, Iris fez de tudo para que seu partido ficasse a seus pés. Conseguiu. </P>
<P>Para o azar do PMDB. </P>
<P>O partido, que depende apenas de um líder em fim de carreira, sabe que uma derrota de Iris em 2008 praticamente sepulta o PMDB para 2010.</P>
<P><STRONG>Em tempo:</STRONG> Entre 1996 e 1998, Iris descuidou de Goiás e foi ser ministro de FHC, em Brasília. Na campanha para governador, repetia que teria 1 milhão de votos a mais que o desconhecido Marconi Perillo (PSDB). A história de 1998 todo mundo já conhece.</P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=654]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2008-01-03 04:14:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Marconi e Alcides mais distantes]]></title>
<description><![CDATA[<P>Abaixo, trechos da entrevista que o senador Marconi Perillo (PSDB) concedeu hoje ao jornal O Popular:</P>
<P>"<EM>As duas administrações que realizei não foram só minhas. Foram administrações compartilhadas com todos os partidos da base, cujo vice-governador era o atual governador Alcides Rodrigues. </EM></P>
<P><EM>O plano de carreira que mais impactou a folha do Estado, de longe, foi da Segurança Pública. Esse plano não foi aprovado na minha gestão. O governador Alcides foi quem negociou com as categorias. É ele que cria o maior impacto. São mais de R$ 50 milhões nas folhas mensais. </EM></P>
<P><EM>Eu, o então vice-governador Alcides e toda a base fizemos compromissos sérios na valorização dos servidores e cumprimos. Demos aumentos e pagávamos em dia. Rigorosamente em dia.</EM></P>
<P><EM>O governador implementou o ritmo dele, com os recursos e projetos que ele tem para o Estado. Eu participei muito pouco. (...) Nas vezes em que fui chamado a dar minha opinião – foram poucas –, procurei dar com prazer. </EM></P>
<P><EM>Nunca houve atrasos no período em que fui governador. A gente trabalhava com muita economia. Era pouco dinheiro para realizar o máximo possível. </EM></P>
<P><EM>Não vou liderar (a articulação para as eleições de 2008). Estou desprovido desse tipo de vaidade. (...) Governador é o Alcides e ele naturalmente vai assumir essa incumbência. Eu estarei, como os outros senadores e deputados, como coadjuvantes, para ajudar. </EM></P>
<P><EM>Em relação a 2008, nós temos na base aliada um coordenador natural, que é o governador Alcides. Mas até agora ele não se movimentou nesse sentido. Ele deve saber o timing mais correto.</EM></P>
<P><EM>Acho uma gestão boa (a de Iris Rezende, em Goiânia). Não quero ficar dando esse tipo de opinião porque senão vai ficar parecendo que estou dando uma opinião política e não é isso. Acho que a demonstração de respeito que tenho por ele ficou clara na minha visita a ele. A mesma coisa em relação ao governador</EM>."</P>
<P>Resumo da ópera: <BR>1) Marconi agora quer passar a Alcides a co-responsabilidade por tudo que aconteceu no Estado nos últimos oito anos;<BR>2) Marconi diz que aquilo que acontece agora é responsabilidade exclusiva de Alcides;<BR>3) O tucano passa a responsabilidade da eleição de 2008 toda para Alcides; <BR>2) Marconi manda recado: não foi ele que inchou a folha de pagamento do Estado;<BR>3) Outro recado: diz que a gestão de Iris Rezende em Goiânia é boa. Sobre a de Alcides, nada falou</P>
<P>Leia a íntegra da entrevista <A href="http://opopular.globo.com/anteriores/30dez2007/politica/7.htm?">clicando aqui</A>.</P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=653]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2007-12-30 04:17:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[2007, o ano que quase não existiu]]></title>
<description><![CDATA[<P>Se 1968 é o ano que não acabou, 2007 não vai entrar na história. Simplesmente porque quase não existiu. É um período do qual muito se esperou e pouco aconteceu. </P>
<P>Já no início do ano, anunciou-se com estardalhaço o iPhone da Apple e a TV Digital no Brasil. Até agora, são dois micos. O iPhone está cheio de defeitos, as travas impedem funcionamento no Brasil e a TV&nbsp;de alta definição&nbsp;tem conversores caros para a população brasileira. </P>
<P>No esporte, o anúncio de que o Brasil seria sede da Copa de 2014 foi um anticlímax, já que nem concorrentes havia. </P>
<P>O gol 1000 de Romário, além de ser fruto de uma conta forçada, só saiu numa partida apagada de São Januário, quando o assunto já tinha esfriado. </P>
<P>Anunciou-se uma crise mundial com a bolha imobiliária nos EUA, que também nem chegou a ser crise de fato (pelo menos por enquanto). </P>
<P>O ano que termina também quase não existiu na política. </P>
<P>Muito barulho se fez em torno das trapalhadas de Renan Calheiros, mas ele não foi cassado. </P>
<P>Sob palmas do governo e da oposição, Nelson Jobim foi cuidar do caos aéreo, mas nada resolveu.</P>
<P>&nbsp;Lula discursou compulsivamente, petistas ainda se dizem de esquerda e a oposição veio de novo com aquele papo mole de oposição responsável. </P>
<P>O PFL mudou de nome (agora é DEM), sem mudar o conteúdo. Nada de novo, como se vê.<BR><BR>Na política goiana, a opção pelo marasmo. No poder desde abril de 2006, o governo de Alcides Rodrigues (PP) demorou para entrar em 2007. A frase mais forte do ano foi dele: "o Estado está paquidérmico". Passou os primeiros meses reclamando da dívida do Estado, mas não tomou iniciativa para amenizá-la. </P>
<P>A reforma administrativa de Alcides foi anunciada, mas até agora ainda não está implementada. </P>
<P>Aliados do governador brigaram entre si, o que não é algo exclusivo de 2007. </P>
<P>Novidade, talvez, seja o fim do chamado "Tempo Novo", sem que isso signifique que algo tenha sido colocado no lugar. <BR><BR>A briga entre alcidistas e marconistas se acirrou, a corda foi esticada, mas nenhum rompimento aconteceu. </P>
<P>A paralisia do governo Alcides fez o endividamento deixado pelo governo anterior parecer maior do que já é. O que, entre outras coisas, foi péssimo para a imagem do PSDB. </P>
<P>Nome escolhido a dedo por Alcides para conduzir a articulação política em seu governo, o secretário extraordinário Roberto Balestra (PP) negou tanto a crise entre PP e PSDB que até chegou a fazer o papel de assessor do PSDB, jogando contra os interesses do PP. </P>
<P>Em outro momento, Balestra foi esvaziado. O secretário da Fazenda Jorcelino Braga passou a comandar também as articulações políticas, sempre autorizado pelo governador. <BR><BR>As oposições seguem incompetentes. Embora todos os adversários reconheçam que Iris Rezende (PMDB) é um candidato à reeleição difícil de ser batido em 2008, nenhum deles procurou fazer uma oposição minimamente decente. </P>
<P>PT de um lado, PP e PSDB de outro, facilitaram as coisas para o peemedebista. Foi até mais comum ver adversários elogiando Iris do que apontando os defeitos de sua administração. </P>
<P>Quanto a Alcides, apesar da impopularidade crônica, a oposição peemedebista e petista não atacou o governador. Preferiu, estranhamente, a trégua. <BR><BR>Um fato surpreendente: este foi um ano em que os senadores Marconi Perillo (PSDB) e Demóstenes Torres (DEM) fizeram as pazes. </P>
<P>Em 2006, durante a campanha eleitoral, Demóstenes disse que Marconi era "analfabeto, vagabundo, maloqueiro e ladrão". </P>
<P>Marconi afirmou, à época, que Demóstenes era uma "pessoa do mal, doentia, bajuladora, desprovida de caráter e leviana". Parecia que seriam inimigos para sempre. </P>
<P>Mas em março já estavam se elogiando. <BR><BR>Um fato nada surpreendente: mais uma vez, Marconi e Iris trocaram juras de amor e de ódio simultaneamente, como acontece desde 1998. </P>
<P>Em setembro, Iris disse que Marconi era "petulante e deixou um caos para Alcides governar". Marconi respondeu que Iris era um "coronel político rancoroso, arrogante, megalomaníaco, truculento, avesso às críticas e reacionário". </P>
<P>Em dezembro, na véspera do natal, Marconi foi visitar Iris no Paço Municipal. Levou presentes,&nbsp;mimou Iris e foi elogiado por ele. <BR><BR>Em Goiânia, os tucanos Marconi Perillo e Nion Albernaz trocaram diálogos públicos na mídia, um apontando para o outro como o candidato mais forte do partido na capital. Nenhum dos dois, no entanto, chegou a pensar na possibilidade de fato, o que mostra como 2007 foi farto de especulações e raso em fatos. </P>
<P>Marconi nunca pensou em deixar o Senado para tentar a prefeitura e Nion exigiu condições irreais de uma base aliada em frangalhos para deixar sua aposentadoria em Morrinhos.<BR><BR>O ano de 2008 deve reiniciar a briga entre Marconi e Iris e acirrar as diferenças entre Alcides e Marconi. </P>
<P>Há eleições em todas as cidades, o que deve ser um teste de fogo para o PMDB, para o PT e para os aliados do governador. Será também uma prévia do que esperar em 2010. </P>
<P>Ou seja: se 2007 quase não existiu, 2008 tem tudo para ser um ano que só vai acabar em 2010.</P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=652]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2007-12-29 05:07:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[SSP acima da lei]]></title>
<description><![CDATA[<P><A href="http://blogcrb.blogspot.com/2007/11/ssp-est-acima-da-lei.html">Por Carla Monteiro<BR></A>&nbsp;<BR>A polícia goiana, em especial a Militar (agora uma superintendência da Secretaria de Segurança Pública), definitivamente parece estar confundindo autoridade legal com autoritarismo. </P>
<P>Levantamento do Conselho de Defesa dos Direitos da Pessoa Humana, comandado pelo ministro Paulo Vannuchi, tem listado 18 casos sobre assassinatos e desaparecimentos atribuídos a policiais militares de Goiás, nos últimos seis anos e meio. </P>
<P>A situação será denunciada à ONU. </P>
<P>Isto, porém, aparentemente não abala o titular da Secretaria de Segurança Pública (SSP) de Goiás, o criminalista Ernesto Roller. Ele, com sua pose de galã e sorriso fácil, se mostra mais propenso a desdenhar da situação. "Não há evidências de morosidade nas buscas pelas autorias. A corregedoria tem tudo sobre controle". Resta-nos apenas indagar 'controle de quem?'.</P>
<P>O escárnio à situação é de tal dimensão que chega a causar medo, pois ao contrário do que possa parecer, a cada suposto criminoso que se mata, outros protagonistas da marginalidade surgem e se estabelecem com maior ferocidade. </P>
<P>Para ler a continuação deste texto, vá ao blog da Carla <A href="http://blogcrb.blogspot.com/2007/11/ssp-est-acima-da-lei.html">clicando aqui</A>.</P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=651]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2007-12-26 00:50:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Os vereadores e o patrimonialismo]]></title>
<description><![CDATA[<P>Livro essencial para entender o nepotismo dos vereadores de Goiânia: Os Donos do Poder (Ed. Globo, 914 págs, R$ 75 novo e R$ 48 em alguns sebos). A obra de Raymundo Faoro (1925-2003) pontua que o grande problema do Brasil é o patrimonialismo. </P>
<P>Patrimonialista é o político que pensa que o Estado é sua empresa, que o espaço público é de uso particular e, portanto, pode ser ocupado por sua família. </P>
<P>Não surpreende que o presidente da Câmara de Goiânia, Deivison Costa (PT do B), queira indicar sua mãe para um cargo técnico. E que outros três vereadores tentem fazer o mesmo com parentes de primeiro grau. E que até o prefeito de Goiânia, Iris Rezende (PMDB), ache isso normal. O patrimonialismo é, infelizmente, a melhor chave para explicar o Brasil. </P>
<P>Em 1837, a rainha Vitória, no Reino Unido, tomou uma decisão sábia. Com amplos poderes na época, Vitória mudou radicalmente o papel da monarquia. Saiu completamente da política. Deixou esta para os primeiros-ministros. </P>
<P>O regime continuou monárquico na forma, mas republicano no conteúdo. República (bem público, traduzido do latim) não é só uma forma de governo. É um jeito de governar. Significa que governantes devem abrir mão de vantagens e desejos pessoais quando estão no poder, até mesmo de beneficiar sua própria família. </P>
<P>O vice-prefeito Valdivino de Oliveira (PMDB) declarou que não há depotismo nas nomeações dos vereadores, porque elas não foram feitas dentro de um mesmo poder. Deivison disse que não há lei que defina nepotismo cruzado. </P>
<P>Esse é o grande perigo do patrimonialismo: até mesmo arrumar brechas para se tornar normal aos olhos da lei, apesar de anti-republicano. </P>
<P>A subtração do dinheiro público (o tipo de patrimonialismo mais fácil de entender) para os bolsos do governante é um delito grave. Disso ninguém duvida. Mas a ocupação do espaço público por familiares de vereadores (ou outros políticos) nem sempre é vista da mesma forma. </P>
<P>O vereador Clécio Alves (PMDB), quando questionado da nomeação de seu irmão Ricardo Alves para a Câmara Técnica de Planejamento do Plano Diretor, disse que a Secretaria de Planejamento é "uma secretaria de corrupção e prostituição política”. </P>
<P>Clécio não respondeu sobre a única questão em debate (o nepotismo, uma das características do patrimonialismo) e ainda tentou desviar a questão para um órgão da prefeitura. Clécio, talvez, nem tenha percebido a gafe que cometeu. Se o que diz é verdade, o vereador teria indicado seu próprio irmão para estar próximo de um local de "corrupção e prostituição política”?</P>
<P>Quando questionados a respeito, os praticantes do patrimonialismo agem como Clécio: nunca entram na questão principal. Falam da formação escolar de seus parentes, de serem de fato pessoas confiáveis e outros atributos. Costumeiramente, contra-atacam o que for conveniente. </P>
<P>Nenhum se lembra de que a discussão não é sobre o caráter, a capacidade ou a confiabilidade do parente nomeado. Muito menos sobre o tipo do cargo a ser ocupado (se técnico ou político). </P>
<P>O problema é que o bem de todos é diferente, por natureza, do bem privado. Ainda que irmãos, mães e filhos indicados pelos vereadores de Goiânia sejam os mais capacitados em suas áreas (nada indica que sejam ou não sejam), eles jamais devem ocupar cargos públicos, a não ser por concurso. </P>
<P>O nepotismo, cruzado ou não, é a usurpação da coisa pública por interesses particulares. </P>
<P>O patrimonialismo, às vezes, é tão forte que pode até ser democrático. Um terceiro mandato de Lula, por exemplo. </P>
<P>A idéia não está em debate. Mas se fosse aprovado em plebiscito e referendado pelo Congresso, uma decisão de tal porte seria anti-republicana. Haveria vontade da maioria, mas ao mesmo tempo beneficiaria um interesse particular: o do presidente da República e de seu grupo que está no poder. </P>
<P>Ao contrário da decisão democrática, o principal, na República, não é quantos são beneficiados, e sim o tipo de bem que se procura. </P>
<P><STRONG>Em tempo:</STRONG> para não haver dúvidas de que o patrimonialismo em Goiás é bem mais profundo do que discutir nepotismo, basta visitar a história do Estado no fim do século 19. Lá estarão os sobrenomes dos protagonistas e coadjuvantes: Albernaz, Perillo, Caiado, Vilela, Teixeira, Machado...</P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=650]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2007-12-22 18:05:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Competências e incompetências]]></title>
<description><![CDATA[<P>O ano de 2007 começou com uma certeza: a velha disputa entre UDN e PSD (atualizada nas siglas atuais, PP e aliados contra PMDB) estava mais forte do que nunca - e cada vez mais longe de ser rompida em Goiás. </P>
<P>Alcides Rodrigues (PP) havia vencido a eleição, o PMDB novamente tinha sido escolhido para ser oposição e o PT abdicou da possibilidade de ter candidato. </P>
<P>Um ano depois, 2008 tende a indicar o início do caminho inverso: nunca a bipolaridade esteve tão próxima do fim.<BR><BR>Os motivos: </P>
<P>1) A oposição peemedebista ao governador Alcides Rodrigues (PP) nunca foi tão fraca como agora, a despeito de todas as crises do governo estadual; </P>
<P>2) A oposição pepista-tucana ao prefeito Iris Rezende (PMDB) nunca esteve tão morta, apesar de Iris ser o adversário número 1 a ser batido por eles; </P>
<P>3) O PT, que parecia entregue ao PMDB, dá sinais (ainda não conclusivos) de que vai tentar se diferenciar das duas forças principais; </P>
<P>4) O ano de 2010 tem tudo para ser o ano do cansaço do eleitor.<BR><BR>Cansaço do eleitor? Há grandes chances. </P>
<P>Afinal, tudo aponta para um duelo entre dois coronéis: Iris e Marconi Perillo (PSDB) devem tentar, cada um, seu terceiro mandato como governador. Iris já foi governador por duas vezes, alternadamente (1983-1986 e 1991-1994).&nbsp; Marconi foi duas vezes, consecutivamente (1999-2002 e 2003-2007). </P>
<P>Um dos motivos da derrota de Iris em 1998 foi o fato de o eleitor ter cansado do peemedebista. Uma das razões de Marconi em 1998 e 2002 foi o fato dele simbolizar o "novo". Em 2010, não terá esse trunfo. </P>
<P>Convém inclusive lembrar de alguns trechos do jingle que embalou a campanha de Marconi em 1998: </P>
<P>"De tempo em tempo o novo vem/ <BR>Quem diz que o povo não muda/ <BR>nega o poder que o povo tem/ <BR>Somente o povo é que renova/ <BR>unido vota e faz mudança/<BR>O povo é quem dá o poder/ <BR>mas também tira com a mudança."<BR><BR>Como Marconi e Iris não serão o "novo" em 2010, há uma possibilidade de abertura para uma terceira via em 2010, que parecia morta no fim de 2006. </P>
<P>Via, essa, que poderia inclusive vir agregada com algum "não-novo", se Iris ou Marconi, por exemplo, desistirem da disputa em 2010. Só que aí, claro, a bipolaridade não seria rompida. </P>
<P>Um dos nomes que poderiam ser terceira via ou estar unido à uma das duas vias principais é Henrique Meirelles (hoje sem partido). Dele se fala desde a eleição passada. </P>
<P>Se quiser dar um prosseguimento à carreira política em Goiás, o momento certo para Meirelles será em 2010. Até porque ele precisa renovar seu vínculo com a política do Estado, interrompido em 2003 quando foi chamado para a equipe de&nbsp;Lula. <BR><BR>A outra possibilidade seria o PT. Inclusive, talvez, com o próprio Meirelles, hoje presidente do Banco Central de um governo petista. Sem Meirelles, o partido teria dificuldades. Nomes há, mas falta consolidá-los no imaginário do eleitor. </P>
<P>A figura política mais forte do petismo, Pedro Wilson, acabou sumindo do jogo político depois que não conseguiu se reeleger prefeito de Goiânia em 2004. A derrota de Pedro abalou tanto o PT que o partido até abriu mão de lançar candidato a governador em 2006, algo inédito em sua história.</P>
<P>&nbsp;Antes, de 1982 a 2002, o PT sempre se manteve como terceira força no Estado - e sempre com candidato próprio a governador. Procurava estar longe do PMDB e do grupo que hoje reúne PP, PSDB, PTB, PL e parte do PFL. <BR><BR>Falta também estrutura e tradição ao PT no interior do Estado, embora sobre na capital. O PT nunca alcançou o interior do Estado como gostaria. </P>
<P>Claro, pode-se sempre argumentar que Marconi também não tinha estrutura em 1998. Mas, bem ou mal, tinha nos bastidores o peso das principais forças udenistas de Goiás. Ronaldo Caiado e Otávio Lage, para citar duas figuras de famílias históricas, foram decisivos na campanha do tucano. <BR><BR>A grande força que uma terceira via, ainda difusa, terá em 2010 tem menos a ver com os méritos dela e mais a ver com os erros das duas forças principais. </P>
<P>O fato de o PMDB não fazer oposição a Alcides e PP-PSDB não fazerem oposição a Iris é, talvez, o menor dos males. O grande problema do PMDB, hoje, é sua estrutura em frangalhos no interior, onde antes era forte. Na base aliada, liderada por PP-PSDB, o grande problema nem é a impopularidade crônica de Alcides, que pode ser revertida. O nó górdio é o relacionamento dos aliados. Nunca estiveram tão desunidos. </P>
<P>E a desunião da&nbsp;base aliada&nbsp;tem chegado a tal ponto que há quem diga que só uma derrota os une outra vez. E o aviso está em luzes de natal: a derrota não está longe. Afinal, sempre que partiram desunidos para uma eleição, perderam.</P>
<P>Há um paradoxo nisso tudo: é a própria bipolaridade que pode provocar seu fim. </P>
<P>O PMDB se empolgou tanto com o ressurgimento de Iris em Goiânia que descuidou do interior. </P>
<P>A base liderada por PP e PSDB se acha tão invencível que briga entre si como nunca. </P>
<P>Se Marconi e Iris, os dois nomes mais fortes de seus grupos, toparem uma disputa em 2010, o eleitor poderá decidir que está enfadado com os dois. </P>
<P>Parece até piada, mas resta saber se alguém vai tentar ser a terceira via. Não há dúvidas que, mesmo com um cenário a favor, a terceira via continua incompetente como sempre. Precisará, portanto, ser menos incompetente do que as duas grandes forças principais.</P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=649]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2007-12-17 19:52:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Perillo traiu o PSDB, Lula e Goiás]]></title>
<description><![CDATA[<P><STRONG>Por Paulo Henrique Amorim</STRONG><BR>(<EM>o título do texto também é de Paulo Henrique Amorim)</EM></P>
<P>A assessoria do senador Marconi Perillo, do PSDB de Goiás, confirmou ao Conversa Afiada a informação que está na página 10 de O Globo de hoje: "Lula se reuniu às escondidas com senador tucano”.</P>
<P>Preliminarmente: escondido de quem? Da reportagem do Globo, que não soube onde estava o Presidente da República?</P>
<P>Mas, vamos ao que interessa.</P>
<P>Segundo O Globo, Perillo propôs o encontro.</P>
<P>Se alguém foi escondido, foi o senador Perillo, que sugeriu que o encontro não fosse nem no Planalto nem no Alvorada, porque “pegava mal”, segundo o Globo.</P>
<P>Perillo se ofereceu para ajudar a convencer senadores do PSDB.</P>
<P>Naquele mesmo dia, à tarde, por iniciativa de Perillo, se reuniram senadores do PSDB (Tasso Jereissati, Sérgio Guerra, Arthur Virgilio Cardoso), em seu (de Perillo) apartamento em Brasília, para conversar com Antonio Palocci e o governador Eduardo Campos, de Pernambuco, que falavam em nome do Governo.</P>
<P>Ali ficou combinado que Lula apresentaria uma carta em que se comprometia a destinar 100% da CPMF à Saúde.</P>
<P>Não deu certo e Perillo fez um dos discursos mais veementes contra a aprovação da CPMF (clique aqui para ouvir o áudio).</P>
<P>Por que Perillo fez o discurso?</P>
<P>Precisava?</P>
<P>Perillo traiu três vezes: </P>
<P>1) o Presidente Lula. 2) O PSDB, já que foi se encontrar às escondidas com o Presidente Lula. 3) E o mais importante: o povo de Goiás, que pensa que ele é o que diz, mas ele é o que não diz. </P>
<P>Para ver este texto no blog de Paulo Henrique Amorim, <A href="http://conversa-afiada.ig.com.br/materias/470001-470500/470420/470420_1.html">clique aqui</A>.</P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=646]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2007-12-14 12:32:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Lula se reuniu às escondidas com senador tucano]]></title>
<description><![CDATA[<P><STRONG>Marconi Perillo se ofereceu para ajudar a convencer colegas do PSDB</STRONG></P>
<P><EM>Por Ricardo Noblat<BR>De O Globo</EM></P>
<P>BRASÍLIA. Sabe o que Lula foi de fato fazer na casa do governador José Roberto Arruda (DEM), do Distrito Federal, quando se ofereceu para tomar café da manhã com ele na terça-feira? Foi se encontrar às escondidas com o senador Marconi Perillo (PSDB-GO). Pegava mal para Perillo se reunir com Lula no Palácio da Alvorada ou em outro espaço do governo.</P>
<P>Lula detesta Perillo. No auge do escândalo do mensalão, ele era governador de Goiás. E disse que advertira Lula sobre o esquema de compra de apoios de deputados. E que Lula nada fizera. Lula não o perdoa. Alveja-o com palavrões impublicáveis. De todo modo, viu na chance de se encontrar com ele uma maneira de tentar salvar a CPMF.</P>
<P>Foi Perillo quem propôs o encontro. Ele se ofereceu a Lula para ajudar a convencer senadores no PSDB e votarem com o governo. Naquele mesmo dia, à tarde, no seu apartamento, em Brasília, juntou os senadores Sérgio Guerra, presidente do partido; Arthur Virgílio (AM), o líder; e Tasso Jereissati (CE) com o deputado Antonio Palocci (PT-SP) e o governador Eduardo Campos (PSB), de Pernambuco.</P>
<P>Ali foi combinado o que o governo ofereceria mais tarde ao PSDB - 100% da CPMF para a saúde e uma carta de Lula avalizando a oferta. O acordo deu chabu. Na sessão do Senado que terminou de madrugada, Perillo fez um dos mais contundentes discursos contra a CPMF.</P>
<P>Para visitar o sítio da edição impressa de O Globo, <A href="http://www.oglobo.com.br">clique aqui</A></P>
<P><EM>(o título e o subtítulo desta matéria são de O Globo)</EM></P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=647]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2007-12-14 10:41:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[A fantasia da diferença]]></title>
<description><![CDATA[<P>Tirando a perfumaria, os governos FHC e Lula são absolutamente iguais. Mas a torcida petista porta-se como se um fosse o diabo da direita e o outro o salvador da esquerda. Ambos estão na centro-direita. As ações, e as contradições do discurso, mostram isso. </P>
<P>Ser contra ou a favor a CPMF não é ser de direita ou de esquerda. </P>
<P>Em 1999, tucanos e pefelistas votaram unanimemente a favor dela. Petistas foram radicalmente contra. Agora, esta semana, petistas foram unanimemente a favor. Tucanos e pefelistas (agora demistas) foram radicalmente contra. </P>
<P>Tucanos e petistas têm muito em comum: quando estão no poder só pensam em mais imposto, imposto, imposto. </P>
<P>PT e PSDB se atacam e tentam se diferenciar no discurso para sobreviverem. No real e na fantasia. No real, porque disputam o mesmo espaço e querem continuar sendo os protagonista da cena nacional. Na fantasia, por que é ela que não desanima os torcedores.</P>
<P>Em tempo: sobre a CPMF, felizmente foi para o brejo. É o mais injusto dos impostos, pois tem efeito cascata e seu porcentual é o mesmo para ricos e pobres. Se é para os ricos pagarem imposto, uma das primeiras injustiças que devem ser corrigidas é o fato de o país só ter duas faixas de imposto de renda. Quem ganha 3 mil ou 3 milhões, paga o mesmo porcentual. Isso o governo Lula nunca quis discutir. </P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=645]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2007-12-14 00:35:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Alcides e Jorcelino cada dia piores]]></title>
<description><![CDATA[<P><STRONG>Tão grave quanto nomear um funcionário com um salário de R$ 30 mil é descobrir esse salário e mantê-lo indefinidamente, como Alcides e Jorcelino estão fazendo</STRONG></P>
<P>A dupla formada pelo governador Alcides Rodrigues e o secretário da Fazenda Jorcelino Braga está cada dia pior. </P>
<P>Já faz mais de um mês que ambos vem anunciando que há "centenas" de pessoas com supersalários no Estado. Mas, até agora, nenhum dos supersalários foi cortado. Diante de tal escândalo, não seria lógico que a primeira providência fosse a demissão dos marajás?</P>
<P>E outra: só depois de 20 meses no poder (ele assumiu em abril de 2006) é que Alcides descobriu os supersalários? Antes, nada sabia? Que governador é esse?</P>
<P>Há quase duas semanas, Jorcelino Braga disse à <A href="http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=631">Tribuna do Planalto</A> que sabe da lista dos marajás. Mas que a lista pode ser, ou não, divulgada, "dependendo das circunstâncias".</P>
<P>Hoje, em <A href="http://opopular.globo.com/anteriores/12dez2007/politica/9.htm">O Popular</A>, Alcides diz, textualmente, que não pretende expor nomes, mas ameaça: pode revelar informações "no momento oportuno”. “Não queremos colocar nomes para ser motivos de avaliações as mais diversas possíveis. Não vejo razão para isso. No entanto, se for necessário, eu posso divulgar”, diz o governador.</P>
<P>No momento oportuno? Se for necessário? Dependendo das circunstâncias? A idéia que passa é que Alcides e Jorcelino ainda estão na Arena (e não no PP) e na ditadura (e não na democracia), quando autoridades podiam abusar do poder&nbsp;à vontade, colocando sob suspeição os milhares de funcionários públicos do Estado. </P>
<P>Aliás, fazia tempo que Goiás não tinha um governo tão pouco transparente como esse. De fazer inveja a Irapuan Costa Júnior, entre outros.</P>
<P>Se há salários de R$ 30 mil sendo pagos no Estado de Goiás, eles são ilegais (sob o ponto de vista da lei) e imorais sob qualquer ótica. Portanto, devem ser divulgados.&nbsp;E, mais do que isso, extintos. Não é escolha. É obrigação de qualquer representante popular. Os dados não devem ser instrumentos de ameaça na mão de governador ou de&nbsp;qualquer&nbsp;oportunista de plantão. </P>
<P>Se pretendem ser minimamente sérios, Alcides, que está há 20 meses no poder, e Jorcelino - que está há quase 12 - precisam cortar os salários dos marajás imediatamente. Denunciam, mas não agem. Se não fazem isso, passam a se tornar cúmplices. Tão grave quanto nomear um funcionário com um salário de R$ 30 mil é descobrir esse salário e mantê-lo indefinidamente, como Alcides e Jorcelino estão fazendo. <BR></P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=644]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2007-12-12 01:35:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Relatório isenta Polícia do Senado de espionagem contra Marconi Perillo]]></title>
<description><![CDATA[<P><EM>RENATA GIRALDI<BR>da Folha Online, em Brasília</EM> </P>
<P>O presidente interino do Senado, Tião Viana (PT-AC), leu nesta terça-feira o relatório preliminar elaborado pela Polícia Legislativa da Casa, no qual isenta policiais do órgão de envolvimento com uma suposta ação de espionagem contra o senador Marconi Perillo (PSDB-GO). Mas o corregedor-geral do Senado, Romeu Tuma (PTB-SP), afirmou que manterá as investigações sobre a denúncia. </P>
<P>De acordo com o relatório, investigações realizadas pela Polícia Legislativa com base em informações obtidas por meio da Direção Geral de Polícia de Goiás indicam que não há indícios de envolvimento de policiais do Senado no esquema de espionagem. </P>
<P>Segundo denúncias, a ação de espionagem teria sido articulada pela Polícia Legislativa do Senado. De acordo com reportagem da revista "Veja", a Central Única Federal dos Detetives do Brasil, com escritório em Brasília, foi acionada pela Polícia do Senado para levantar informações financeiras de Perillo. Uma das suspeitas era que o senador seria dono de conta milionária em bancos dos Estados Unidos. Outro alvo da investigação seria uma eventual participação societária oculta de Perillo nas empresas Perdigão e Schincariol, instaladas em Goiás. </P>
<P>O tucano negou, por meio de sua assessoria, participação nas empresas e conta milionária. As denúncias surgiram no começo deste mês. Na ocasião, Viana saiu em defesa da Polícia do Senado. Tuma afirmou que vai dar continuidade às investigações. </P>
<P>De acordo com ele, serão concedidos mais 60 dias de prazo, uma vez que pediu suporte para a Polícia Federal. Segundo o senador, o relatório preliminar da Polícia Legislativa do Senado será anexado aos demais documentos já reunidos por ele. </P>
<P>Para ver a matéria no sítio da Folha na internet, <A href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u353978.shtml">clique aqui</A>.</P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=648]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2007-12-11 22:18:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[A tensão de um é a alegria do outro]]></title>
<description><![CDATA[<P></P>
<P>Quando&nbsp;a relação&nbsp;vai mal, tudo vira crise. Na relação entre o governador Alcides Rodrigues (PP) e o senador Marconi Perillo (PSDB) a crise está em seu apogeu. </P>
<P>O caso mais palpitante hoje vem do Senado. Com direito à chamada de capa em Veja (ilustração acima), Marconi acusa a polícia do Senado, comandada por Renan Calheiros (PMDB), de espioná-lo. O tucano goiano diz ter sido avisado por Fernando Cunha (peça marconista no governo de Alcides) a pedido do governador. </P>
<P>Até agora, mesmo sob pressão, Fernando Cunha não confirmou. Alcides nega tudo, o que irrita Marconi. E o ex-deputado Abdul Sebba, ex-marido de uma das supostas detetives de Renan no caso, citado na matéria de Veja, também diz desconhecer tudo. <BR><BR>Alcides nega o que Marconi disse ter ouvido de Fernando Cunha. </P>
<P>Ou seja: alguém mente. </P>
<P>Se a história não for esclarecida, a declaração de Marconi não terá tido confirmação nem mesmo de dois de seus principais aliados (Cunha e Alcides). </P>
<P>Para uma relação em estado de pólvora, é gasolina mais do que suficiente para um incêndio. </P>
<P>Aliados de Marconi tentam forçar o governador a rever sua fala. Alcides está irritado, pois teria sido envolvido numa história que desconhece. </P>
<P>Se Alcides volta atrás, a responsabilidade do caso cai em suas mãos, sem contar o vexame de ter "mudado de idéia". Se não volta, segue nas mãos de Marconi. </P>
<P>Enquanto isso, Fernando Cunha não abre a boca. Se abrir, estará desagradando um dos dois chefes. É inevitável. <BR><BR>Especulações não faltam. Uma delas: por que Renan investigaria Marconi se já tinha votos mais do que suficientes para ser absolvido? Claro, não é improvável que Renan quisesse, além da absolvição, o fim político de seus rivais. Portanto, a especulação até procede, mas não em se tratando de Renan.</P>
<P>Por que Marconi envolveria Alcides, Cunha e Abdul na história se não tinha o apoio deles? Ou tinha, mas eles recuaram? </P>
<P>E mais:&nbsp;Marconi diz que houve uma investigação na Polícia Civil de Goiás sobre uma espionagem política envolvendo&nbsp;o tucano&nbsp;e ele, Alcides, não sabia de nada? </P>
<P>Para dizer o mínimo, não seria óbvio que Marconi pelo menos conversasse isso com ele em um ou outro encontro? </P>
<P>Ou a crise anda tão braba que ele não teria nem mesmo informado, daí exatamente o motivo maior da irritação de Alcides? <BR><BR>A relação entre Marconi e seu sucessor no governo vai tão mal que o tucano hoje está mais próximo do senador Demóstenes Torres (DEM) - que o acusou de tentativa de assassinato na última campanha eleitoral – do que do governador Alcides Rodrigues. </P>
<P>Se Alcides não desdiz o que disse, se Fernando Cunha não abre a boca, caberá a Marconi a solução do caso.</P>
<P>Uma das soluções possíveis seria o silêncio de Marconi, o que talvez fizesse o assunto morrer aos poucos, principalmente agora que Renan foi outra vez absolvido. Mas isso não combina com o estilo-Marconi. </P>
<P>Tanto que no domingo, 2, um dia depois da matéria de Veja, Marconi concedeu uma entrevista coletiva também atribuindo a espionagem a "adversários locais, rivais do PSDB no País e inimigos da democracia". </P>
<P>Independente do desfecho deste caso, quem deve estar rindo é o prefeito Iris Rezende, candidato à reeleição em 2008 e candidatíssimo a governador em 2010. </P>
<P>Afinal, parece uma certeza cada vez mais definitiva o racha entre Alcides e Marconi, o que significa, entre outras coisas, que eles lançarão candidatos distintos a prefeito no ano que vem. E que esses dois candidatos, da ex-base aliada, devem brigar entre si, em vez de apenas atacarem o favorito, Iris. Sorte do PMDB. </P>
<P>Em 2010, então, parece cada vez mais complicado imaginar que Alcides apoiará a candidatura a governador de Marconi Perillo, que tentará o terceiro mandato. Ou seja: a ex-base aliada fará de tudo para, novamente, entregar uma eleição a Iris, tal qual fez em 2004, quando ajudou a ressuscitar a carreira política do atual prefeito. <BR><BR><STRONG>Em tempo:</STRONG> Sobre o Senado, para terminar, assino embaixo uma frase do jornalista Luís Nassif, publicada em seu blog. "Entre os senadores Marconi Perillo e Renan Calheiros, fico com Henrique Santillo e Teotônio Villela."</P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=643]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2007-12-10 01:27:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Retrospectiva Goiânia x Marta]]></title>
<description><![CDATA[<P>Abaixo, uma lista de links sobre a declaração de Marta Suplicy - e suas conseqüências - de que Goiânia não tinha hotéis suficientes para abrigar&nbsp;uma das sedes da Copa do Mundo de 2014.</P>
<P>07/11<BR><A href="http://www1.folha.uol.com.br/fsp/esporte/fk0711200701.htm">Marta reclama que Goiânia só tem um cinco-estrelas</A><BR><BR>12/11<BR><A href="http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=626">Ideli Salvati também reclama de Goiânia</A><BR><BR>18/11<BR><A href="http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=630">Tribuna: Hotéis de Goiânia dão conta da Copa<BR></A><BR>22/11<BR><A href="http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=639">Governo de Goiás diz que ignora Marta</A><BR><BR>23/11<BR><A href="http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=640">Marta liga para Alcides</A><BR><BR>09/12<BR><A href="http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=638">Marta aponta 'distorção' em entrevista a'O Popular</A></P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=642]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2007-12-09 00:55:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Marta nega ou só confirma mais ainda?]]></title>
<description><![CDATA[<P>Abaixo, trechos da entrevista da ministra do Turismo Marta Suplicy (PT) ao jornal O Popular de <A href="http://opopular.globo.com/anteriores/09dez2007/politica/1.htm">hoje</A>, em que ela tenta&nbsp;reparar a frase, dita anteriormente, de que Goiânia não tinha hotéis suficientes para sediar a Copa do Mundo de 2014 (para ler mais a respeito, clique <A href="http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=626">aqui</A> e <A href="http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=630">aqui</A>). </P>
<P><STRONG>Muitos goianos ficaram bravos com a senhora por ter dito que Goiânia não tinha condições de sediar a Copa. Como foi isso?</STRONG><BR>Distorceram um pouco o que eu falei. O que disse tem a ver com um levantamento que o ministério começou a fazer, bem antes de aparecer o assunto Copa, dos 65 destinos prioritários no País. Estão incluídas todas as capitais. Esse levantamento é para que, até 2010, esses 65 destinos alcancem o nível internacional de turismo, que é qualidade em hotelaria, infra-estrutura, aeroportos. Queremos canalizar os recursos do ministério para esses 65 destinos. De Goiás, estão incluídos Goiânia e Caldas Novas. Quando ganhamos a Copa, pedi para a Fundação Getúlio Vargas antecipar para fevereiro os 18 destinos que pleiteam sediar os jogos. Quando as 12 cidades forem escolhidas, em dezembro de 2008, nós vamos afunilar os investimentos necessários para uma Copa. É aí que foi mencionado Goiânia. Eu falei: "Por exemplo, uma cidade como Goiânia provavelmente não tem os leitos necessários”.</P>
<P><STRONG>E isso pode ser resolvido até a Copa ou impede que Goiânia seja sede?</STRONG><BR>Não, não impede. É isso que disse, que vamos ter um planejamento não como pensávamos antes, para um nível de qualidade internacional, mas para a Copa, para as exigências da Fifa. Para ser sede temos de averiguar em cada cidade quantos leitos existem. Qual a função do ministério? Não é fazer hotel. Mas quando tivermos as 12 cidades, temos de ir em Goiânia, em Brasília e outras que sabemos não ter a quantidade suficiente de hotel e estabelecer o que será preciso. Aí vamos fazer seminários no Brasil e no exterior para buscar investidores. Foi usado o exemplo de Goiânia, mas podia ser qualquer outra. Vamos avaliar a sustentabilidade de hotéis e definir construção de apartamentos para serem vendidos depois, como foi no Pan. A única cidade em termos de hotel que não tem problema é São Paulo, que tem 45 mil leitos. Lá não tem esse problema, mas tem outros.</P>
<P><STRONG>Quais seriam esses outros problemas?</STRONG><BR>Teremos de ver os roteiros turísticos porque a pessoa não vai ficar sentada na cidade depois que o time dela joga. Vai querer passear e aí compete ao ministério fazer um levantamento das cidades que vão ser vendidas como roteiros. Se vai haver jogos em Goiânia, quais os roteiros que poderemos vender aos turistas? Eles terão acesso a um bom aeroporto, há estradas, hotel, restaurantes? Os taxistas serão treinados em outra língua? Teremos recepcionistas adequados? Qualificação adequada? Então é isso. Foi um mal-entendido de bobeira.</P>
<P><STRONG>Mas de todas essas exigências, Goiânia parece atender a nenhuma. A senhora acha que a cidade pode passar a ter condições de sediar?</STRONG> <BR>Todas as cidades vão ter de se qualificar em alguma coisa. Não é Goiânia. Isso é evidente. Goiânia tem condições como as outras. Como eu disse, em todas vai ter de ser feito investimento. Por que Goiânia não pode ser? Por exemplo, hoje temos vários eventos em Brasília. A deputada, presidente da Comissão de Desporto e Turismo, a Lídice da Mata, veio me dizer que não há número de leitos suficientes. Vários convidados não vieram a um determinado evento porque não encontraram hotel. Então, achar que Goiânia tem alguma particularidade negativa, diferente das outras... Todas vão ter problemas. Agora, isso não é ruim. Isso é bom. É o momento certo de podermos encarar os problemas e resolvê-los. O País tem sete anos para se preparar e o Ministério do Turismo vai ajudar.</P>
<P><STRONG>O governador de Goiás, Alcides Rodrigues, teve hoje (quarta-feira, 5, data da entrevista) audiência com a senhora. Do que trataram?</STRONG><BR>Tivemos uma reunião muito simpática com o governador e com o secretário de Turismo (Barbosa Neto, presidente da Agência Goiana de Turismo) e eles trouxeram o Plano Estadual de Turismo, que vai ser lançado dia 18 aqui no ministério, com a participação de cerca de 40 prefeitos. Já havíamos liberado um recurso para que este plano fosse elaborado.</P>
<P><STRONG>Qual a importância desse plano? Ele vai garantir mais recursos para Goiás?</STRONG> <BR>Ter um plano é por onde se começa e é o mais importante. Fiquei muito contente que o Barbosa tenha feito. O que achei mais interessante é que ele seguiu as diretrizes do Plano Nacional de Turismo 2007-2010. Escolhemos 65 destinos prioritários no Brasil e ele escolheu cerca de 40 em Goiás. O que é inteligente porque não temos recursos para investir em tudo. Lugares lindos há muitos. Escolhendo alguns, a gente foca naqueles, investindo a maioria dos recursos e conseguindo levantar o patamar daquela região. E virão todos os prefeitos para o lançamento. O Barbosa até falou que tem de ser uma sala grande porque virão todos. E eu falei: venham, eu acho ótimo.</P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=638]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2007-12-09 00:26:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Jorcelino = Lula + Dirceu + Palocci]]></title>
<description><![CDATA[<P>Errei feio quando, dois meses atrás, disse que ele adotava o estilo Dilma Roussef (<A href="http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=552">clique aqui e reveja</A>). O secretário da Fazenda de Goiás, Jorcelino Braga, é, de uma só vez, Lula, José Dirceu e Antonio Palocci. </P>
<P>Atualmente, o secretário controla as finanças (é secretário da Fazenda), planeja tudo (a secretaria do Planejamento está submetida a ele), articula politicamente (Balestra é figura decorativa) e ocupa, de fato, a função de governador. </P>
<P>Basta reparar que, no dia da reforma administrativa, apenas Braga concedeu entrevistas. Alcides, na ocasião (e em outras anteriores e posteriores) entrou e saiu em silêncio. </P>
<P>Ou seja: não é só Balestra que é rainha da Inglaterra. Alcides também é.</P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=637]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2007-12-08 03:33:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Balestra ganha para não fazer nada]]></title>
<description><![CDATA[<P>O governo Alcides já tem sua nova rainha da Inglaterra: Roberto Balestra (PP). O articulador político oficial do Palácio das Esmeraldas não faz absolutamente nada. </P>
<P>A última prova disso é a reunião política que o secretário da Fazenda, Jorcelino Braga, teve com o senador Marconi Perillo (PSDB) para acalmar os ânimos do tucanato (<A href="http://opopular.globo.com/anteriores/08dez2007/politica/11.htm">para ler a respeito, clique aqui</A>). Balestra nem soube da reunião. E não é a primeira vez que isso acontece.</P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=636]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2007-12-08 02:25:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Heloísa Helena, com 18% no Datafolha, desponta com chances reais em 2010]]></title>
<description><![CDATA[<P><STRONG>Mesmo fora da mídia, candidata do Psol teria hoje mais votos que qualquer candidato do PT e só perderia para Serra e Ciro, dois nomes ainda incertos para a sucessão de Lula</STRONG></P>
<P>Se o candidato do PSDB à Presidência da República em 2010 for Aécio Neves, Heloísa Helena (Psol) teria 18% das intenções de voto se as eleições fossem hoje. </P>
<P>Se o candidato tucano for José Serra, seu índice cai para 13%. Nos dois cenários, supõe-se que Ciro Gomes (PSB) seja candidato. </P>
<P>Se Ciro não for candidato, Heloísa Helena fica em segundo lugar. Com Marta Suplicy (PT) no lugar de Ciro e Aécio no lugar de Serra, Heloísa Helena assumiria a liderança nas pesquisas. </P>
<P>Quem revela esses números é a nova pesquisa do <A href="http://www1.folha.uol.com.br/fsp/brasil/fc0212200706.htm">Datafolha</A>, divulgada hoje na <A href="http://www1.folha.uol.com.br/fsp/brasil/fc0212200706.htm">Folha de S.Paulo</A>. </P>
<P><STRONG>Os números</STRONG><BR>No cenário em que os candidatos são Serra, Ciro, a ex-candidata à Presidência Heloísa Helena (PSOL), a ministra do Turismo Marta Suplicy (PT), e o atual ministro da Defesa Nelson Jobim (PMDB), o tucano aparece na frente com 37% das intenções de voto. Ciro aparece em segundo, com 18%, seguido por Heloísa Helena (13%), Marta (6%) e Jobim (2%).</P>
<P>Ciro lidera somente quando Serra sai da disputa, deixando a cabeça da chapa tucana para o mineiro Aécio Neves. No mesmo cenário acima, mas com Aécio no lugar de Serra, Ciro desponta com 27%, Heloísa Helena tem 18%, o tucano mineiro aparece com 15%, Marta tem 9% e Nelson Jobim, 3%.</P>
<P>O Datafolha também elaborou um cenário onde Serra e Aécio aparecem na mesma disputa. Mesmo nesse caso, Serra continua na liderança, com 33%, seguido por Ciro (19%), Heloísa Helena (15%), Aécio (11%) e Nelson Jobim (2%).</P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=635]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2007-12-02 01:56:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Iris-2008 é mais forte que Iris-2004]]></title>
<description><![CDATA[<P>A pesquisa Grupom sobre a sucessão de Goiânia (<A href="http://www.tribunadoplanalto.com.br/modules.php?name=News&amp;file=article&amp;sid=4622&amp;mode=thread&amp;order=0&amp;thold=0">clique aqui e veja os números</A>) consolida algumas idéias que estavam no imaginário de muitos analistas. </P>
<P>A primeira delas: a oposição centro-liberal, comandada por PP e PSDB, ainda não tem candidato viável. </P>
<P>A segunda: Iris está hoje mais forte do que esteve quando venceu a eleição de 2004. </P>
<P>A terceira: o PT, a exemplo de todas as outras eleições, larga mal.<BR><BR>Iris é tão favorito (o que não significa vitória antecipada) que, em todos os seis cenários hipotéticos pesquisados, ele alcança mais votos que a soma de seus adversários, sempre com uma margem segura de 10 pontos porcentuais a favor. </P>
<P>Ou seja: seria reeleito já no primeiro turno, sem a necessidade do segundo.<BR><BR>O PT larga tão mal (como largou nas eleições anteriores, mesmo quando venceu) que no levantamento espontâneo o nome mais lembrado depois de Iris é do não-candidato Pedro Wilson (PT), já que Marconi Perillo (segundo colocado) e Alcides Rodrigues (terceiro colocado) não têm título eleitoral em Goiânia. </P>
<P>Dos candidatos do PT colocados na estimulada (Humberto Aidar e Marina Sant'Anna) pouco se pode falar, já que os índices de ambos são baixos e a diferença entre eles está dentro da margem de erro. <BR><BR>A oposição centro-liberal a Iris segue tão tonta que o candidato mais forte dela (Demóstenes Torres, do DEM) é alguém fora do circuito dos cardeais Alcides Rodrigues e Marconi Perillo. </P>
<P>Não é coincidência. A impopularidade crônica de Alcides fez com que o candidato centro-liberal mais forte fosse alguém desvinculado ao governador. Claro que os bons índices de Demóstenes têm também relação com sua atuação no Congresso Nacional, mas o fato de estar distante do Palácio das Esmeraldas ajuda. <BR><BR>Demóstenes consegue pontuação maior contra Iris do que Barbosa Neto (PSB), outro possível candidato da base aliada. Nem por isso, entretanto, Barbosa deve ser desprezado. Ao contrário. Tem a menor rejeição de todos os candidatos e, apesar de integrar o governo estadual, ainda tem (no imaginário do eleitor) seu nome desvinculado a Alcides e Marconi, já que foi candidato a governador no ano passado em uma chapa alternativa. </P>
<P>Barbosa também tem uma imagem de "novidade" que falta em Nion Albernaz (PSDB) e Sandes Júnior (PP), por exemplo. <BR><BR>Algumas certezas a pesquisa já aponta. </P>
<P>Uma delas: Demóstenes Torres se recuperou da derrota na campanha para governador. Se o DEM tiver candidato, este nome será Demóstenes. O levantamento estimulado mostra que Vilmar Rocha (que seria o candidato do DEM) vai mal das pernas, em último lugar, com 0,4%. </P>
<P>Outra certeza: desde a redemocratização do País, nunca um candidato entrou tão forte numa disputa goianiense como Iris entrará em 2008. <BR><BR>Iris lidera em todos os quesitos, mesmo onde é mais fraco. Exemplo: percebe-se que o ponto fraco de Iris é o público feminino. Enquanto tem 48% entre homens, o peemedebista não passa de 33,5% entre mulheres. Demóstenes e Nion são mais fortes entre mulheres, mas estão 23 pontos porcentuais atrás dos índices de Iris no mesmo item.&nbsp; <BR><BR>O atual prefeito também é mais forte entre os mais velhos do que entre os mais jovens, tendência também verificada entre os eleitores de Demóstenes e Nion. Este é um ponto favorável a Barbosa Neto (PSB), o único dos principais candidatos com mais força entre os jovens. Ainda assim, mesmo entre os jovens, Barbosa está 15,8 pontos porcentuais atrás de Iris.<BR><BR>Entre os eleitores formadores de opinião (aqueles com formação escolar universitária incompleta ou completa), Iris tem índices menos significativos do que entre os eleitores menos escolarizados. Mas também lidera absoluto em qualquer faixa escolar. <BR><BR>Ou seja, Iris-2008 é mais favorito do que Iris-2004. Faltando 10 meses para a eleição, pode não significar muito. </P>
<P>Mas ele, pelo menos, já sabe onde melhorar para aumentar ainda mais seu favoritismo: entre os eleitores mais jovens, mais escolarizados e do sexo feminino. </P>
<P>Se na região Central Iris é mais fraco que na periferia, é bom lembrar que esta mesma adversidade se verificou três anos atrás, o que não o impediu de sair vitorioso.</P>
<P><A href="http://www.vassil.com.br/blog/?p=115">Clique aqui</A> e leia análise de Vassil Oliveira</P>
<P><A href="http://www.radio730.com.br/?ver=elshowm&amp;id=32&amp;categ=27">Clique aqui</A> e leia análise de Marcelo Heleno</P>
<P><A href="http://www.tribunadoplanalto.com.br/modules.php?name=News&amp;file=article&amp;sid=4622&amp;mode=thread&amp;order=0&amp;thold=0">Clique aqui</A> e leia análise de Eduardo Sartorato</P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=634]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2007-12-01 06:58:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Raquel Teixeira é mesmo candidata?]]></title>
<description><![CDATA[<P>A exemplo de quatro anos atrás, Raquel Teixeira (PSDB) volta a dizer que é candidata à Prefeitura de Goiânia. </P>
<P>Se vai mesmo jogar suas fichas nisso, terá de dar alguns saltos. </P>
<P>Um: tornar-se independente de Marconi Perillo. </P>
<P>Dois: assumir-se desde já como contraponto a Iris Rezende, favorito no ano que vem. </P>
<P>Sem se desgrudar de Marconi e sem se mostrar alternativa real a Iris, Raquel terá poucas chances. Aliás, nem será levada a sério, como não foi quatro anos atrás quanto foi pré-candidata.<BR><BR>Um exemplo para Raquel se mirar está próximo: sua colega de partido, a senadora Lúcia Vânia (PSDB). </P>
<P>Lúcia só é o que é porque se impôs. Evitou usar a influência de seu marido, o ex-governador Irapuan Costa Júnior. Não se escorou em ninguém. Ao contrário, construiu caminho próprio. Para isso, se preparou intelectualmente, mostrou fibra política e não recusou assumir riscos e responsabilidades. </P>
<P>Não é de graça que Lúcia conseguiu, em um Estado tão machista, ter sido candidata ao Governo de Goiás, à Prefeitura de Goiânia e ao Senado num intervalo de apenas oito anos. É até hoje a única mulher do Estado que conseguiu tal feito. </P>
<P>Perdeu duas eleições, mas saiu de cabeça erguida. Tanto que derrotou o poderoso lobby de Henrique Meirelles em 2002 para ser candidata ao Senado e, depois, se eleger.<BR><BR>Raquel será instigada a avaliar se, de fato, vale a pena seguir o caminho de Lúcia Vânia. Afinal, há quem chame Lúcia de instransigente, entre outros sinônimos. </P>
<P>O que ela não pode esquecer é que, sem intransigência e teimosia, Lúcia não teria chegado a lugar algum. Se não tivesse batido o pé, não seria candidata à Prefeitura de Goiânia em 2000. Muito menos ao Senado em 2002. Para uma mulher entrar na política pela porta da frente, a instransigência é necessidade; não é opção. Raquel sabe disso? Pelo jeito, não. </P>
<P>Se soubesse, não teria feito o que fez ainda em 2003. Lançou-se candidata à prefeitura, mas ficou esperando que alguém a empurrasse. Claro, ninguém a empurrou. </P>
<P>Pouca coisa na vida é tão ingrata quanto a política. Aliás, o mais comum é que a espera pela gratidão seja respondida com indiferença. Quem tem munição para queimar costuma ser mais respeitado do que aquele que joga flores à espera de uma recompensa. Lúcia sabe disso. Raquel, ainda não.<BR><BR>Se soubesse, Raquel Teixeira não teria agido como agiu ao "denunciar" Sandro Mabel (PR) em junho de 2005, no auge do mensalão. </P>
<P>Sem ser consultada, viu colegas de partido vazarem informações para a imprensa. Um resumo: Raquel teria sido procurada por Mabel para entrar no então PL (hoje PR) em troca de dinheiro. Raquel parecia "surpresa" com sua própria denúncia. Concedeu uma confusa entrevista à Folha de S.Paulo em que dizia que não tinha falado o nome de Mabel "em lugar nenhum". "Na verdade, eu falei desse assunto, quando aconteceu, com o governador (Marconi), e com mais ninguém. Todo mundo que falou até agora em meu nome o fez indevidamente", disse ela à jornalista Mônica Bergamo. </P>
<P>Para o desgosto de Raquel, Marconi, depois, defenderia Mabel no episódio. E Raquel engoliria seco o fato de estar com Mabel na aliança que elegeu Alcides Rodrigues (PP) governador. E sua imagem ficaria arranhada, mesmo tendo sido a "autora" da denúncia.<BR><BR>Se for menos ingênua e esperar menos de seus aliados, Raquel até pode se viabilizar como candidata da base aliada à Prefeitura de Goiânia. </P>
<P>Mas terá que caminhar com as próprias pernas. Ninguém fará nada por ela. Há até um exemplo em carne viva para provar isso: Barbosa Neto (PSB) confiou na palavra pública de Marconi Perillo em 2003 e viu sua candidatura naufragar no ano seguinte. <BR><BR>Em resumo, Raquel terá de ser outra Raquel. </P>
<P>Terá de ser mais agressiva com os adversários e até contra alguns aliados. Terá de atacar Iris, não só no ponto considerado fraco do peemedebista (que é o forte de Raquel): educação. É pouco. Terá de fazer mais. </P>
<P>E, sobretudo, sem hesitar, sem recuar. Ou seja: Raquel terá de correr riscos. E não há hoje risco maior do que ser candidata por uma base aliada em crise, pronta para implodir. </P>
<P>Raquel, enfim, terá seu teste de fogo. Ou assume os riscos, ou estará condenada a ser eternamente deputada federal. Isso, claro, enquanto seus aliados deixarem. Gratidão não existe em política.</P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=633]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2007-11-30 18:51:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Há “vítimas” e vítimas]]></title>
<description><![CDATA[<P>Quando implantou a reforma administrativa, o governador Alcides Rodrigues (PP) sabia que ela já era tardia, embora necessária. </P>
<P>Desde que assumiu o cargo em abril de 2006, foram 20 meses de espera até que a reforma se consolidasse na prática. Neste pós-reforma, no entanto, Alcides precisa de muito cuidado para tratar das conseqüências administrativas e políticas. </P>
<P>Há vítimas reais e há oportunistas que posam de vítima. O governador precisará de frieza para diferenciá-las.<BR><BR>O fato de ser tardia potencializou o impacto negativo da mesma sobre seus aliados. </P>
<P>Se a mesma reforma tivesse sido feita em janeiro, o susto seria menor. </P>
<P>O rombo financeiro deixado pelo governo anterior não seria tão grande como é hoje e os cortes (de órgãos, de funcionários e de salários) poderiam ser mais suaves.&nbsp; <BR><BR>Claro que Alcides deve ter suas razões (não-republicanas, provavelmente) para sua reforma não ter sido feita antes. Afinal, masoquista não é. Mas o apoio às reformas, certamente, teria sido maior. Sua popularidade ainda era maior.&nbsp;O cofre&nbsp;do Estado teria sofrido menos. <BR><BR>No campo administrativo, o governo acerta ao extinguir vários órgãos inúteis e ineficazes, a maioria usada para cabide de emprego de aliados. </P>
<P>Há, no entanto, aqueles que não deveriam ser extintos. Como a Fapeg, que se transformou em superintendência, ocupando pequeno espaço na Secretaria de Ciência e Tecnologia. É um erro, como se falará mais abaixo. <BR><BR>No campo político, sobram oportunistas que posam de vítimas. Há aliados que só agora começam a sentir que o governador, enfim, é outro e não aquele que ficou quase oito anos consecutivos no Palácio das Esmeraldas. Todos os partidos e grupos políticos - alguns mais, outros menos – terão perdas com a reforma. E teria de ser assim mesmo. Nunca a máquina administrativa de Goiás esteve tão inchada. <BR><BR>O PSDB, que tem esticado a corda do rompimento desde janeiro, pensa seriamente em oficializar uma ruptura com o governador. Tucanos aliados do senador Marconi Perillo (PSDB) perderam nove cargos na reforma. </P>
<P>Marconi, especialmente, tem dado sinais de rompimento antes mesmo da reforma. Em Rio Verde, em outubro deste ano, o tucano disse que o PSDB estava "cansado de carregar piano para o PP" e que os pepistas sofrem "dor-de-cotovelo". Não pareciam declarações de um aliado. Junto com o PSDB, quem também pode abandonar o ninho governista é o PTB, comandado pelo deputado federal Jovair Arantes, também marconista. <BR><BR>Outro partido que talvez deixe o governo do Estado é o PR, do deputado federal Sandro Mabel. </P>
<P>O partido pode aproveitar a reforma de Alcides para concretizar as articulações e ser vice de Iris em 2008. Iris, se reeleito, deixaria a prefeitura e sairia candidato a governador em 2010, deixando Mabel no cargo de prefeito por dois anos e nove meses. </P>
<P>O sonho de Mabel de ser prefeito de Goiânia é antigo. Além da realização de um sonho, sendo prefeito de Goiânia, Mabel seria também um candidato natural à reeleição em 2012. É um belo trampolim para seu partido. <BR><BR><STRONG>Fapeg</STRONG><BR>Além das questões políticas, há nós administrativos que precisam ser resolvidos, como a já falada transformação da Fapeg em superintendência. A Fapeg, mais até do que a Secretaria de Ciência e Tecnologia, tem mais força para captar verbas do Ministério da Educação e do CNPq. <BR><BR>Qualquer governante, quando assume um mandato, deveria ter em sua cabeça que nenhum Estado ou País avança sem investimento em ciência, cultura e funcionalismo público. O que o atual governo tem feito? Cortou praticamente todos os investimentos na área cultural desde janeiro, com exceção das verbas para eventos. </P>
<P>No quesito funcionalismo, terá de ter coragem para mandar embora os comissionados que só ocupam espaço e valorizar os funcionários que realmente ajudam o Estado. Se, para agradar aliados, Alcides optar pela fórmula inversa, o Estado pára. Não há nada pior para qualquer Estado do que funcionário público insatisfeito. </P>
<P>A máquina pública, para usar uma expressão do médico Alcides, aí sim se torna "paquidérmica". <BR><BR>Voltando à Fapeg, é bom lembrar que, desde janeiro, ela foi o órgão do governo (junto com a Agepel, que cuida da Cultura) que mais teve recursos cortados proporcionalmente. </P>
<P>Que Alcides e o secretário da Fazenda, Jorcelino Braga, corrijam esse erro. Imaginar que Cultura e Ciência são coisas menores é o mesmo que sabotar o futuro a médio e&nbsp;longo do prazo do Estado de Goiás.</P>
<P></P>
<P><EM>(texto escrito originalmente dia 13 de novembro, quando foi publicado na Tribuna do Planalto)</EM></P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=632]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2007-11-30 16:46:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Falta a reforma republicana]]></title>
<description><![CDATA[<P>O todo-poderoso secretário da Fazenda Jorcelino Braga diz à coluna de <A href="http://www.tribunadoplanalto.com.br/modules.php?name=News&amp;file=article&amp;sid=4582&amp;mode=thread&amp;order=0&amp;thold=0">Filemon Pereira</A> (da Tribuna do Planalto) que “há muitas pessoas no Estado ganhando até R$ 30 mil por mês”. </P>
<P>Os nome dos marajás estão com ele, todos anotados na ponta do lápis. Mas, segundo Braga, podem ser, ou não, divulgados, dependendo das circunstâncias.</P>
<P>Braga tem informações preciosas sobre o Estado. Inclusive essa dos salários de R$ 30 mil, quantia irregular para qualquer funcionário.</P>
<P>Mas Braga só vai divulgar dependendo das circunstâncias? Isso, em outra época, não&nbsp;recebia outro nome?</P>
<P>Quer dizer que, se as circunstâncias forem favoráveis a ele, os nomes não serão divulgados? O interesse republicano que se dane?</P>
<P>Se Braga não divulgar os nomes dos marajás do Estado, a reforma administrativa -&nbsp;anunciada com tanto barulho -&nbsp;não passará&nbsp;do departamento&nbsp;de secos e molhados.</P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=631]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2007-11-27 19:09:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Goiânia fora da Copa?]]></title>
<description><![CDATA[<P>Matéria do <A href="http://www.dm.com.br/materias.php?id=21950">DM</A> hoje informa que Goiânia é uma das poucas cidades que ainda não apresentaram o projeto de reforma de estádio para a Copa do Mundo de 2014. </P>
<P>Quem conhece o ritmo de trabalho do&nbsp;governador Alcides Rodrigues (PP) e&nbsp;do secretário de turismo&nbsp;Barbosa Neto (PSB) aposta até mesmo que Goiânia&nbsp;ficará de fora da relação das 12 sedes da Copa.</P>
<P>Para ler a matéria do DM, <A href="http://www.dm.com.br/materias.php?id=21950">clique aqui</A>.</P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=629]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2007-11-27 03:50:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Goiânia, campeã de inflação]]></title>
<description><![CDATA[<P>Notícia de hoje nos principais jornais brasileiros:</P>
<P><EM>Goiânia volta a impulsionar IPCA-15 de novembro&nbsp; <BR>&nbsp;<BR>Do Jornal do Brasil</EM></P>
<P><EM>Assim como ocorreu em outubro, a cidade de Goiânia foi o principal destaque negativo do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo-15 (IPCA-15) de novembro, medido pelo Instituto Brasileiro de Gerografia e Estatística (IBGE). A inflação na cidade ficou em 0,73%, bastante acima da média nacional, de 0,23%. Em outubro, o IPCA-15 de Goiânia já havia crescido 0,54%, contra uma expansão nacional de 0,24%.</EM> </P>
<P>Leia mais <A href="http://quest1.jb.com.br/extra/2007/11/23/e23112750.html">clicando aqui</A>.</P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=628]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2007-11-24 03:08:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Marta Suplicy ligou para Alcides]]></title>
<description><![CDATA[<P><STRONG>Na edição de hoje, no Painel de Esportes da Folha de S.Paulo:</STRONG></P>
<P><STRONG>De bem</STRONG></P>
<P>A ministra do Turismo, Marta Suplicy, ligou ontem para o governador de Goiás, Alcides Rodrigues Filho, a fim de apagar incêndio provocado por sua declaração de que Goiânia não tem hotel de luxo para receber a Copa de 2014. Declarou não ter nada contra a cidade. </P>
<P>Para ler a nota na página da Folha, <A href="http://">clique aqui</A>.</P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=640]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2007-11-23 05:39:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Hoje, na Folha, sobre a Copa-14]]></title>
<description><![CDATA[<P><STRONG>Inimiga</STRONG></P>
<P>Em resposta a Marta Suplicy (Turismo), que disse que Goiânia não tem hotel de luxo para abrigar a Copa-14, a Secretaria Estadual de Esportes disse que tratará o assunto só com o Ministério do Esporte, deixando de lado a pasta comandada por ela.</P>
<P>Para ir ao link da nota, <A href="http://www1.folha.uol.com.br/fsp/esporte/fk2211200701.htm">clique aqui</A>.</P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=639]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2007-11-22 05:34:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Hotéis de Goiânia dão conta da Copa]]></title>
<description><![CDATA[<STRONG>Com 129 hotéis, Goiânia possui mais de 12 mil leitos; outros 10 mil devem ser criados até 2014, ano do mundial da Fifa</STRONG>
<P><EM><U>Por João Camargo Neto<BR>Tribuna do Planalto</U></EM><BR>&nbsp;<BR>A ministra do Turismo, Marta Suplicy, demonstrando desconhecimento das normas da Federação Internacional de Futebol (Fifa), em entrevista a um veículo de comunicação paulista, criticou a capital goiana por ter apenas um hotel cinco estrelas. </P>
<P>"Nós vamos ter de ter planejamento, assim como infra-estrutura hoteleira. Por exemplo (...), Goiânia tem um cinco estrelas ...", afirmou a ministra ao site Terra Magazine na semana passada. </P>
<P>Se as estrelas fossem condição necessária para sediar jogos da Copa, muitas capitais que pleiteiam uma vaga ficariam de fora por não possuírem empreendimentos luxuosos. De acordo com a classificação da Associação Brasileira da Indústria de Hotéis (ABIH), há somente 17 hotéis cinco estrelas no Brasil. Entre os quais está o Castro's Hotel, em Goiânia. <BR><BR>Sendo assim, se a Copa do Mundo no Brasil fosse hoje, Goiânia teria condições de ser uma das sedes. Isto é, se o critério fosse apenas a rede hoteleira da Capital. Os 129 hotéis da cidade possuem mais de 12 mil leitos. </P>
<P>A Fifa exige, em média, a reserva de 2,5 mil quartos para a delegação oficial para que Goiás participe do maior evento do planeta. A comissão da Fifa é composta pelos integrantes dos times, por jornalistas, funcionários da Federação, árbitros e convidados. </P>
<P>O que ninguém sabe precisar é o número de turistas que o mundial deve atrair. Ainda assim, não será somente a Capital do Estado que ganhará caso venha a estar entre as escolhidas. A Fifa permite que cidades no raio de até 150 quilômetros do estádio - no caso, o Serra Dourada, em Goiânia – ofereçam alojamentos. Os principais municípios turísticos goianos, como Caldas Novas, Goiás, Pirenópolis e Rio Quente, também podem vir a hospedar alguma das quatro seleções que Goiás pode vir a receber.<BR><BR>Leia o restante da matéria <A href="http://www.tribunadoplanalto.com.br/modules.php?name=News&amp;file=article&amp;sid=4532&amp;mode=thread&amp;order=0&amp;thold=0">clicando aqui</A>.</P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=630]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2007-11-18 03:55:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Goiânia, 8 anos depois]]></title>
<description><![CDATA[<P>Em texto hoje no <A href="http://www.dm.com.br/materias.php?id=20297">Diário da Manhã</A>&nbsp;(reproduzido pelo blog do <A href="http://www.vassil.com.br">Vassil</A>), o jornalista Jorge Taleb relembra, entre outras coisas,&nbsp;uma matéria da <A href="http://veja.abril.com.br/061099/p_088.html">Veja</A> de <A href="http://veja.abril.com.br/061099/p_088.html">1999</A> que falava de Goiânia. O título era <A href="http://veja.abril.com.br/061099/p_088.html">Pequi com caviar</A>.</P>
<P>Taleb, na época secretário do então prefeito Nion Albernaz, tentou mostrar que Goiânia não era assim. E criticou o que chamava de "figurinhas pouco representativas, mas arroz-de-festa, que deram alguns palpites ridículos sobre Goiânia". </P>
<P>Será que Goiânia não era assim? Será que não é?</P>
<P>Com a palavra, os leitores do blog.</P>
<P>Para ler o texto de Taleb hoje no DM, <A href="http://www.dm.com.br/materias.php?id=20297">clique aqui</A> (acesso livre)</P>
<P>Para ler o texto de Veja que motivou o debate, <A href="http://veja.abril.com.br/061099/p_088.html">clique aqui</A> (acesso livre)</P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=627]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2007-11-14 12:55:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Goiânia-2014 que se cuide]]></title>
<description><![CDATA[<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt">Há um início de movimento, principalmente dentro do PT, para não deixar que Goiânia seja uma das 12 (ou 10) sedes da Copa do Mundo de 2008. <?xml:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /><o:p></o:p></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><o:p>&nbsp;</o:p></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt">Quem lançou a primeira flecha foi a senadora Ideli Salvati (PT-SC): "Goiânia não é cidade turística, enquanto Florianópolis é", disse ela na tribuna do Senado, contrariada com a primeira reprovação a Florianópolis (e aprovação a Goiânia) no relatório da Fifa. <o:p></o:p></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><o:p>&nbsp;</o:p></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt">Já a ministra do Turismo, Marta Suplicy (PT), diz que Goiânia só tem um hotel cinco-estrelas, o que também seria problema. <o:p></o:p></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><o:p>&nbsp;</o:p></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt">Há 12 cidades favoritas para sediar a Copa, mas as duas escolheram atacar apenas Goiânia (uma das favoritas). Como adora dizer um grupo de jornalistas goianos, ‘jabuti não sobe em árvore’.</P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=626]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2007-11-12 00:08:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Iris e Maguito convidaram Delúbio?]]></title>
<description><![CDATA[<P>Só para constar: a revista <EM>Época</EM> diz que o ex-tesoureiro do PT Delúbio Soares deve ser candidato a deputado federal em 2010 pelo Estado de Goiás.&nbsp;Por qual partido? Pelo PMDB. </P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=625]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2007-11-12 00:02:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[O que foi feito do PC do B?]]></title>
<description><![CDATA[<P>Fazendo justiça ao nome, o PC do B foi o partido que mais celebrou este mês os 90 anos de aniversário da Revolução Russa. </P>
<P>Mais do que olhar para o passado, no entanto, o partido deveria tentar enxergar a si próprio e compreender um pouco das causas da crise que atravessa. </P>
<P>Especificamente em Goiás, a legenda vive seu pior período desde que foi legalizado. E qualquer bom entendedor sabe que crise tem mais a ver com o passado recente do que com a queda do muro de Berlim, por exemplo. <BR><BR>Não que o fim da União Soviética e&nbsp;aliados do&nbsp;Leste Europeu tenham sido irrelevantes. </P>
<P>Provocaram, na melhor das hipóteses, uma crise ideológica. Não foi gratuitamente, por exemplo, que Roberto Freire transformou o PCB (anos depois, reaberto) no centrista PPS que hoje abriga em Goiás, entre outros, Linda Monteiro. <BR><BR>A questão principal que aflige o PC do B é sua insconstância na escolha de aliados. E isso, até onde se sabe, nada tem a ver com a queda do muro. </P>
<P>Lembremos: até 1998, era o PC do B o partido que mais fazia oposição aos governadores do PMDB (o auge do contraponto se deu nos governos Iris e Maguito), mas sem deixar de se opor&nbsp;à oposição chamada de centro-liberal (liderada por PP, PSDB e PFL). </P>
<P>Em 1999, no entanto, assumiu cargos no governo Marconi Perillo (PSDB), formado pelos centro-liberais. Em 2000, apoiou a candidatura de Pedro Wilson (PT) à prefeitura de Goiânia, mesmo ocupando cargos num governo que rachou entre duas outras&nbsp;candidaturas (Lúcia Vânia e Darci Accorsi). <BR><BR>A salada transgênica do PC do B estava, no entanto, só no início. </P>
<P>Em 2001, com Pedro Wilson já no comando de Goiânia, o PC do B ganhou cargos na prefeitura sem abrir mão de um sequer no Estado. </P>
<P>Em 2002, um momento de crise: o partido opta por apoiar a candidatura da petista Marina Sant'Anna ao governo do Estado, mas tenta manter seus cargos no governo Marconi, candidato à reeleição contra Marina, entre outros. </P>
<P>Perde os cargos&nbsp;no governo&nbsp;Marconi, o que leva a um racha no PC do B, que&nbsp;leva&nbsp;à&nbsp;saída de Gilvane Felipe e Horácio Santos, entre outros, da legenda. Entre ficar com o partido ou abraçar Marconi, o grupo de Gilvane a segunda opção. <BR><BR>O mesmo PC do B que, em 2002, perde quadros porque rompe com o governo Marconi, volta ao mesmo governo Marconi, pós-reeleição, em 2003. Isso mesmo. Em 2002, o partido considera absurda a posição daqueles que deixam o partido para ficar no governo. Mas um ano depois, este mesmo partido volta ao governo que abandonou. </P>
<P>Em 2003, aliás, pela primeira vez na história, o PC do B goiano passa a ocupar cargos nas instâncias municipal (Pedro Wilson), estadual (Marconi Perillo) e federal (Luiz Inácio Lula da Silva).&nbsp;<BR><BR>Já encaixado no&nbsp;ninho centro-liberal, em 2004 o PC do B repete a novela de 2000. Apóia a reeleição de Pedro Wilson contra Sandes Júnior (PP), candidato apoiado por Marconi. </P>
<P>Claro, sem deixar os cargos no governo tucano. </P>
<P>Em 2005, o símbolo maior do partido no Estado, o ex-deputado federal Aldo Arantes (PC do B), assume uma secretaria no governo Marconi. Em 2006, faltando nove meses para a eleição, Aldo deixa o governo Marconi com o propósito de derrotar no Senado o então candidato... Marconi Perillo!<BR><BR>No segundo turno da eleição de 2006, mesmo tendo participado do governo PSDB-PP durante oito anos consecutivos, resolve apoiar Maguito Vilela (PMDB) contra Alcides Rodrigues (PP). </P>
<P>O PMDB, antes rival do PC do B, agora passa a ser aliado.</P>
<P>Com tanta incoerência, o governador Alcides Rodrigues (PP), em 2007, nem discute a possibilidade de abrir participação em seu governo para o PC do B. Os comunistas, então, optam pelo pragmatismo, como sempre: cavam espaço na prefeitura de Iris Rezende (PMDB). Depois de muita insistência, conseguem: Luiz Carlos Orro passa a ocupar a Secretaria de Esportes. <BR><BR>Nesse período, no entanto, o partido diminui eleitoralmente. Até pouco tempo, o PC do B tinha um deputado federal goiano, dois estaduais e sempre mais de um vereador em Goiânia. Além dos números, era um partido barulhento, o que potencializava sua relevância. </P>
<P>Atualmente, não tem nenhum deputado federal, nenhum estadual e nenhum vereador na capital. Nada!</P>
<P>Denise Carvalho, outrora estrela do partido, está fora da legenda. Aldo Arantes já não tem a mesma força política de dez anos atrás. No movimento estudantil de Goiás, antigo reduto, o partido nunca esteve tão fraco. E a renovação do partido é tão lenta quanto a mudança de seu estatuto.<BR><BR>Só o PC do B é assim? Outros partidos não são? Essa é a questão: nos últimos dez anos, o PC do B tem sido igual à maioria. Basta citar dois partidos que também seguem o mesmo acorde: PR e PTB. </P>
<P>O erro&nbsp;de PR e PTB, entre outros,&nbsp;é tão grave quanto o do PC do B. Mas há uma diferença: o PC do B recebe votos ideológicos, ao contrário dos outros dois. </P>
<P>Se a ideologia enfraquece, o PC do B entra em crise. Partidos de centro e de direita (a maioria, pelo menos), não. <BR><BR>Se o PC do B planeja sobreviver, uma sacudida terá de ser feita. </P>
<P>A primeira passa pela coerência. Ou o partido assume um lado e se mantém firme, ou morre. </P>
<P>A segunda passa pela renovação de quadros. </P>
<P>A tendência, no entanto, é que nada disso seja feito. Um bom teste será a eleição do ano que vem, em Goiânia. Se o PT tiver candidato próprio contra a reeleição de Iris Rezende (PMDB), de que lado os comunistas vão ficar? Hoje estão no governo Iris. Em 2008 também estarão ou mudarão de lado outra vez?</P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=624]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2007-11-11 23:38:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Direitos Humanos: Conselho denunciará PM de Goiás à ONU]]></title>
<description><![CDATA[<P><EM>Hoje na Folha de S.Paulo</EM></P>
<P>O Conselho de Defesa dos Direitos da Pessoa Humana, presidido pelo ministro Paulo Vannuchi (Direitos Humanos), relatará à ONU denúncias sobre assassinatos e desaparecimentos atribuídos a policiais militares de Goiás. Em uma reunião na terça, serão relatados 18 casos ocorridos desde 2000. Famílias de vítimas dizem que houve abordagem policial antes do assassinato ou do desaparecimento e criticam a morosidade nas investigações. Para a PM, "não há evidência" de morosidade.<BR><BR>O texto acima foi retirado da Folha de S.Paulo de hoje. Para ler no sítio da Folha, <A href="http://www1.folha.uol.com.br/fsp/brasil/fc0911200719.htm">clique aqui</A>.</P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=623]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2007-11-09 11:13:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[PMDB, PT, DEM e PSDB são diferentes?]]></title>
<description><![CDATA[<P>Quinze anos atrás, a política nos Estados Unidos carregava um clichê inescapável: os partidos Democrata e Republicado, os dois principais do país, são idênticos. As diferenças estavam apenas em questões menores. </P>
<P>Na mesma época, no Brasil, havia pelo menos quatro partidos bem diferentes entre si: PMDB, PT, PFL e PSDB. </P>
<P>Quinze anos depois, a situação é inversa. Republicanos e Democratas se distanciaram. Os quatro principais partidos políticos brasileiros se aproximaram. Estão hoje todos no espectro de centro-direita. O PT, talvez, ainda tenha resquícios de centro. De esquerda, pouco.</P>
<P>No Brasil, O PMDB perdeu o resto de sua identidade para virar um partido fragmentado em federações, abrigando figuras díspares como Pedro Simon, José Sarney, Roberto Requião e Anthony Garotinho. </P>
<P>O PSDB, quinze anos atrás, ainda era recém-saído da costela do PMDB. Hoje caminha a passos largos para se tornar, no futuro próximo, o que o PMDB é hoje. Tem pontas fortes em Minas, Ceará e Goiás, mas é todo comandado em São Paulo. A identidade construída por Mario Covas foi pro espaço, principalmente quando Fernando Henrique Cardoso se elegeu presidente.</P>
<P>O PFL até mudou de nome. Abandonou o "P”, antes obrigatório, para receber o nome de DEM, de “Democratas”. Embora ideologicamente esteja lado a lado com os Republicanos (e não com os Democratas) nos Estados Unidos. Sua ideologia não mudou muito, mas o DEM vive dois problemas: 1) Alta rotatividade de quadros saindo; 2) Vergonha de se assumir como partido da direita brasileira.</P>
<P>O PT é, sem dúvida, o partido que mais mudou. No governo Lula, é defensor de programas assistencialistas sem pudor. Teve o mérito de aprimorar o “mensalão” nascido no PSDB. Promove lucros recordes de bancos e sente prazer em mostrar que é um partido enquadrado no capitalismo. </P>
<P>Petistas ingênuos da base do partido até acham o contrário, mas o PT copiou e aprofundou a política econômica de FHC por acreditar nessa opção. Não foi por falta de alternativa. </P>
<P>Tanto que, com e sem Palocci, a política econômica, antes rotulada de “neoliberal” nos tempos de FHC, nunca foi alterada. </P>
<P>Nos Estados Unidos, as diferenças entre Democratas e Republicanos estão hoje bem claras. Democratas são contra a política repressiva contra os usuários de drogas. Os Republicanos, não. Democratas defendem métodos anticoncepcionais. Os Republicanos, com Bush no poder, gastam milhões em propagandas pregando abstinência sexual. Democratas defendem a legalização do aborto. Republicanos, não. </P>
<P>Democratas defendem que ricos paguem mais impostos. Republicanos, não. Democratas valorizam mais as liberdades individuais. Republicanos, não. Pena de morte é defendida por Republicanos. Democratas, não. Estes são só alguns exemplos.</P>
<P>No Brasil, PT, PSDB, PMDB e DEM defendem carga tributária alta, sempre a maior possível, quando estão no governo. </P>
<P>Todos são vagos quando falam da legalização do aborto. A opinião dos partidos sobre a pena de morte é desconhecida. Não consta de estatuto, não consta de debates. As privatizações são, hoje, defendidas pelos quatro partidos. </P>
<P>Mudam apenas o ritmo e a tonalidade. Todos também defendem acriticamente os programas assistencialistas e sem apontar, na prática, uma porta de saída. </P>
<P>Em Goiás é diferente? Muito menos. PMDB e PP hoje estão mais próximos do que estiveram nas origens, quando eram PSD e UDN. Tanto que, na última campanha para governador, ficaram apenas brigando para ver quem prometia mais programas assistencialistas diferentes.</P>
<P>O PT também entrou na dança transgênica. Darci Accorsi, quando prefeito (1993-1996) pelo partido, foi aliado do PMDB de Iris e Maguito. Pedro Wilson, em sua gestão (2001-2004), teve relação pra lá de harmoniosa com o PSDB de Marconi Perillo, então governador do Estado. </P>
<P>Hoje o PT planeja aliança com o PMDB, com quem ainda tem divergências. O prefeito Iris Rezende tem criticado a gestão que recebeu de Pedro Wilson. Mas nenhuma divergência é ideológica. A discussão é para saber quem fez mais praças, quem reformou mais creches, quem fez mais asfalto. </P>
<P>Daí que o eleitor não tem mesmo culpa nenhuma de sentir, cada vez mais, nojo da política e dos políticos. </P>
<P>Se a sociedade atual já leva o cidadão à apatia, os partidos só contribuem para agravá-la. Sem ideologia, os partidos têm cada vez mais torcedores e militantes profissionais e, cada vez menos, simpatizantes ideológicos e programáticos. Nem os Estados Unidos são tão profissionais (no mau sentido da palavra) assim.</P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=620]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2007-11-09 00:59:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Consenso ou constrangimento?]]></title>
<description><![CDATA[<P><STRONG>Articulador do Palácio, Roberto Balestra&nbsp;age como se ele fosse "forçar um consenso". Se há uso de força política, o nome certo da brincadeira é constrangimento</STRONG></P>
<P>Qual a melhor forma de se escolher um candidato? Prévias, como deseja Sandes Júnior (PP), que assim venceu Barbosa Neto (PSB) em 2004? Consenso, como deseja Roberto Balestra (PP), o principal articulador de Alcides Rodrigues (PP)? Melhor posição nas pesquisas, como querem alguns tucanos? Ou eleições primárias, como manda o figurino dos Estados Unidos?&nbsp; <BR><BR>Nem sobre isso há consenso. O que dizer então de escolher um candidato único no diálogo? Impossível no quadro atual. Como já se falou aqui neste blog, governo forte tem mais facilidade para unir. Balestra faz bem (para a base aliada) em tentar o consenso, mas estará enxugando gelo se a popularidade de Alcides não melhorar. </P>
<P>Ademais, consenso - da forma como deseja Balestra - nunca é consenso quando há atores políticos bem mais fortes do que outros dispostos a utilizar a força que possuem. <BR><BR>Lembremos de 2006: Alcides foi candidato a governador por "consenso" porque Marconi Perillo o apoiou. </P>
<P>Se Marconi não o apoiasse, não teria havido consenso. </P>
<P>Daí que a própria palavra já perde seu sentido original. Balestra, por sinal, age como se ele e o governador fossem, paradoxalmente, "forçar um consenso". Se há uso de força política, o nome certo da brincadeira é constrangimento - e não consenso. <BR><BR>Não há, então, motivo para engano: quando PP ou PSDB falam em consenso, deve sobrar desconfiança. </P>
<P>Consenso, para eles, é&nbsp;sacar um candidato do bolso do colete, como manda a tradição coronelística da política local, e produzir o falso consenso. </P>
<P>Algo que Iris já fez várias vezes, especialmente quando era governador. Maguito Vilela (PMDB), em 1994, foi um consenso produzido por Iris. Algo que seus sucessores e antecessores também fizeram. <BR>Se há falso consenso, há também falsas prévias. Barbosa Neto sabe muito bem disso. Perdeu para Luiz Bittencourt (PMDB) as prévias de 1996, quando estava em disputa o nome do candidato a prefeito pelo PMDB. E perdeu para Sandes Júnior (PP) prévias semelhantes, em 2004, quando estava em jogo o nome do candidato a prefeito pela base aliada. </P>
<P>Em 1996, Iris atuou para que Bittencourt vencesse. Em 2004, Marconi jogou tudo para que Sandes saísse vitorioso. Mudam os coronéis, mas a história não se altera. E Barbosa, que já foi derrubado duas vezes, ainda procura outro coronel para encostar (desta vez é Alcides).<BR><BR>Da mesma forma, quando o critério "pesquisa" decide quem será o candidato, novo motivo para desconfiança. </P>
<P>Se alguém resolve adotar esse critério, é porque ele interessa a alguém. Até porque pesquisa de intenção de voto diz pouco sobre chances de vitória. O PMDB largou na frente na pesquisa nas últimas três campanhas eleitorais para governador - e perdeu todas. <BR><BR>O ideal mesmo era que a base toda fizesse uma eleição primária com todos os pré-candidatos, no melhor estilo norte-americano de fazer política. </P>
<P>Os aliados forneceriam visibilidade extra ao seu futuro candidato, destruiriram um pouco da imagem autoritária que o passado udenista carrega e dariam transparência ao processo, algo decisivo para quem tem como meta derrotar Iris Rezende (PMDB). </P>
<P>Mas se não há transparência nem na realização de prévias em um colégio eleitoral restrito, o que dizer de prévias? </P>
<P>Aliás, transparência, em qualquer patamar, ainda é algo impensável para partidos políticos brasileiros, especialmente os goianos. </P>
<P>Antes de falar em prévias, primárias, pesquisa ou consenso, seria melhor primeiro optar pela transparência. Já seria um grande salto para o bem da democracia.</P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=619]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2007-11-08 00:48:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Está na Folha de hoje: ‘Prefeito boleiro controla zebra da Série C em Goiás’]]></title>
<description><![CDATA[<P><EM>Por Paulo Cobos</EM><BR><U>Da Folha de S.Paulo</U></P>
<P><STRONG>Em regime de comodato, município de Catalão toca o Crac sem intermediários </STRONG></P>
<P><STRONG>Time, que custa R$ 1 milhão em 2007, ainda tem apoio de empresas multinacionais beneficiadas por incentivos fiscais na sua cidade-sede</STRONG></P>
<P><EM>A Folha de S.Paulo destaca hoje, em seu caderno de esportes, as relações entre o prefeito "boleiro" de Catalão (GO), Adib Elias (PMDB), e o time do Crac, que representa a cidade na Série C do Campeonato Brasileiro.</EM></P>
<P><EM>Veja a matéria abaixo:</EM></P>
<P>O nome vai ser motivo de piada se o Crac (Clube Recreativo e Atlético Catalano) encontrar o Corinthians na Série B do Brasileiro no próximo ano.</P>
<P>Mas o clube de Goiás, vice-líder do octogonal decisivo da Série C (hoje enfrenta o Vila Nova-GO), tem uma inusitada fórmula para se manter que é um sucesso quando comparada com a penúria financeira do gigante paulista, seriamente ameaçado de cair na Série A.</P>
<P>Em regime de comodato, o clube foi cedido à Prefeitura de Catalão por 20 anos. É ela que administra o time, banca 60% das despesas (avaliadas em R$ 1 milhão só nesta temporada) e corre atrás de patrocinadores para completar o rateio.</P>
<P>E aí o Crac tem um rol de empresas de causar inveja. Fazem parte dela uma subsidiária da Anglo American, uma das três maiores mineradoras do mundo, a John Deere, fábrica americana de tratores e máquinas agrícolas, e a Mitsubishi, montadora japonesa.</P>
<P>Todas essas empresas possuem plantas em Catalão, município que cresce muito acima da média nacional e tem alto índice de desenvolvimento humano, segundo metodologia criada pela ONU. Todas receberam gordos incentivos fiscais para se instalarem lá.</P>
<P>"Elas nunca falharam com a gente", diz Adib Elias Júnior, prefeito de Catalão e presidente de honra do Crac. Giovani Cortopassi, secretário de Esportes do município e diretor de marketing do clube, é mais direto. "É quase uma obrigação delas [as empresas] ajudarem. E deveriam ajudar mais."</P>
<P>A associação entre o Crac e a prefeitura de sua cidade não tem nada de misterioso, como é comum em outros casos.</P>
<P>"A maneira mais rápida e mais barata de propagar o nome da cidade era através do futebol", diz o prefeito Adib, que logo quando tomou posse no primeiro mandato, em 2001, fez o acordo para tomar o clube em comodato -em troca investiu na sede social do time, que devia na época R$ 576 mil (hoje o clube diz não ter débitos).</P>
<P>A ascensão foi rápida. Em 2004, ganhou o Campeonato Goiano. Agora, faz ótima campanha e está perto do inédito acesso à Série B nacional.</P>
<P>Adib, que não sabe calcular com exatidão o quanto a cidade gastou no Crac, diz que o desempenho do clube não foi essencial na sua carreira até aqui, mas admite que pode ser importante no futuro (tem seu nome cotado para disputar o governo de Goiás em 2010).</P>
<P>"Fui deputado duas vezes sem o Crac, ganhei a eleição para prefeito a primeira vez sem o Crac, mas é claro que a população sabe que o Crac é diretamente ligado ao prefeito", afirma Adib. E ele não toca só a parte administrativa da agremiação, que tem luxos raros para a Série C -mesmo sem ter as despesas bancadas pela CBF, sempre viaja de avião para as cidades mais distantes, numa competição famosa por suas maratonas rodoviárias.</P>
<P>"Noventa por cento das contratações de jogadores são indicadas por mim. Gosto de futebol e acompanho profundamente os campeonatos, até a Série A-3 de São Paulo", diz o prefeito, que tem Romildo, ex-Atlético-MG, e Tico Mineiro, ex-Botafogo, como principais nomes no time que administra.</P>
<P><BR><STRONG>"Conspiração" faz time jogar em Minas</STRONG> </P>
<P>Uma polêmica de centímetros tirou do Crac o direito de jogar em casa e fez o time ir para outro Estado no octogonal final da Série C.</P>
<P>O clube alega que, levado em conta um espaço de 42 centímetros por torcedor, como a CBF já havia concordado (também de acordo com a versão do Crac), o estádio Genervino da Fonseca comportaria os 10 mil fãs exigidos pelo regulamento para esta fase da competição.</P>
<P>Mas, na última hora, foi lembrada uma lei estadual de Goiás que manda cada torcedor ocupar 50 centímetros.</P>
<P>O prefeito de Catalão e presidente de honra do Crac vê o dedo de adversários políticos no caso, apesar de dizer que a cidade concorda com os gastos feitos no clube.</P>
<P>"Foi uma denúncia partidária [a exigência dos 50 cm]. Tenho absoluta certeza, mas não quero falar para não ficar na mesmice dos políticos querendo culpar os adversários", diz Adib Elias Júnior.<BR>Sem campo, o Crac passou, primeiro, pela também goiana Itumbiara. Mas o estádio dessa cidade foi fechado para reformas, e o jeito foi ir para Uberlândia, em Minas, a cerca de 100 quilômetros de Catalão. Não é sem razão que essa mudança incomoda.</P>
<P>Antes do início do octogonal, o Crac havia feito nove partidas em sua cidade. Nelas, teve um aproveitamento de 78%. Em igual número de jogos como visitante, o clube registrou performance muito mais modesta (48%).</P>
<P>A estréia em Minas também não foi promissora. O time perdeu para o Vila Nova e deixou a liderança do octogonal que classifica quatro times para a Série B da próxima temporada. (PC)</P>
<P><STRONG>INVASÃO GOIANA: ESTADO PODE TER 4 TIMES NA SEGUNDA DIVISÃO EM 2008</STRONG><BR>Em 2007, nenhum dos 20 times que disputam a Série B é de Goiás. No próximo ano, podem ser quatro, o que deixaria o Estado só atrás de São Paulo. A invasão pode ter duas frentes. Pela classificação atual da elite, o Goiás estaria rebaixado. Na terceira divisão, 3 dos 8 participantes do octogonal decisivo são goianos. O Crac é o único hoje na zona de acesso, que tem quatro times. Mas Vila Nova e Atlético estão na luta. Os dois têm dez pontos, ou apenas um a menos do que o ABC de Natal, o quarto colocado.<BR></P>
<P>Veja também a matéria no sítio da Folha na internet <A href="http://www1.folha.uol.com.br/fsp/esporte/fk0711200719.htm">clicando aqui</A>.</P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=622]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2007-11-07 18:05:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Marta reclama da hotelaria de Goiânia]]></title>
<description><![CDATA[<P>Hoje, na Folha de S.Paulo (para ler tudo, <A href="http://www1.folha.uol.com.br/fsp/esporte/fk0711200701.htm">clique aqui</A>):</P>
<P><STRONG>Vila da Copa </STRONG></P>
<P>O Ministério do Turismo prevê que a falta de hotéis seja o ponto fraco de algumas cidades candidatas à Copa-14. "Goiânia, por exemplo, só tem um hotel cinco estrelas", diz a ministra Marta Suplicy. Para superar o problema, a pasta estuda a construção de prédios nos moldes da Vila do Pan, no Rio. Os apartamentos seriam vendidos e ocupados pelos compradores após o Mundial. A avaliação é que novos hotéis ficariam ociosos após a competição. Depois da escolha das subsedes, a FGV fará um estudo sobre o número de leitos.</P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=641]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2007-11-07 04:42:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[A tentação de Alcides]]></title>
<description><![CDATA[<P>Uma tentação ronda o governador Alcides Rodrigues (PP): apoiar o lançamento de vários candidatos a prefeito, em Goiânia. É uma idéia furada. Com governo impopular não se brinca. Com governo forte já é difícil carregar vários candidatos. Estando fraco, é autodestruição na certa. </P>
<P>Marconi estava com a popularidade nas nuvens em 2004 e resolveu lançar Sandes Júnior (PP), sem o apoio de Darci Accorsi (no PL, hoje PR), enfrentando a candidatura avulsa de Rachel Azeredo (então no velho PFL) e do PTB que preferiu ser vice de Pedro Wilson (PT). </P>
<P>Resultado: Sandes não foi ao segundo turno, o PR nunca mais foi amistoso, o PFL se distanciou de vez, o PTB reclama até hoje e o PSDB se mostra arrependido de ter apoiado Sandes. </P>
<P>A pesquisa Serpes feita em Goiânia, divulgada em outubro (veja aqui mais detalhes), diz que Alcides tem 47,2% de avaliações ruim e péssima. É como se metade de Goiânia o rejeitasse, enquanto a soma de ótimo e bom só chega a 18,7%, índice baixo para quem comandará os aliados na eleição do ano que vem.</P>
<P>A impopularidade de Alcides, por si só, já traz um sério problema: a tendência do candidato da base fazer campanha envergonhada, sem assumir Alcides como cabo eleitoral. José Serra (PSDB), em 2002, não quis o presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB) em seu palanque. </P>
<P>Se com um candidato só, a parada já será dura, com vários a maionese tende a desandar. Com dois, três ou quatro candidatos no campo aliado, o governo Alcides fica imobilizado. Se a relação já não é boa entre PP e PSDB, ela ficará ainda pior se ambos tiverem candidatos a governador. O quase-rompimento de hoje se tornará traumático e, possivelmente, irreversível. </P>
<P>E não é só PP e PSDB que vão para o ringue. Essa é apenas a luta principal. Haverá também o PR brigando com o PP, que briga com o PTB, que se une ao PSDB contra o PP. Até parece poema de Drummond, mas o resultado é que a base brigará entre si enquanto o favorito Iris Rezende (PMDB) voará em céu de brigadeiro. </P>
<P>Se o sinal vermelho tende a aparecer para Alcides na eleição do ano que vem, o pós-eleição será ainda mais complicado. </P>
<P>Se Iris ou o PT (se este tiver candidato) vencem, haverá um Tribunal de Nuremberg na base aliada para apontar os culpados na eleição. </P>
<P>E a culpa, nestes casos, sempre cai no colo do governador, seja ele qual for. É para o Palácio das Esmeraldas que todo mundo apontará, dada a força política e econômica do homem que ocupa a cadeira de governador. </P>
<P>A guerra eleitoral, no entanto, pode não ser o pior. Reconstruir a base no pós-guerra (aliás, pós-eleição) será tarefa das mais complicadas. </P>
<P>E, se Alcides continuar com a administração no mesmo ritmo e rumo de hoje, haverá um início de revoada para o colo do outro lado, que pode ser o PMDB, por exemplo. </P>
<P>E aí já será tarde. Daqui a um ano, se tudo estiver como está hoje, Alcides terá o triplo do trabalho. </P>
<P>Hoje, a base toda só pensa em 2008. </P>
<P>Daqui a um ano, estará pensando em 2010, o que tornará Alcides um alvo interno do PSDB, por exemplo. </P>
<P>O mesmo serve para a oposição. Hoje, Iris tenta se controlar: só pensa em 2008. Daqui a um ano, se tiver sido reeleito, já estará mirando em 2010. E um de seus alvos também será Alcides.&nbsp;&nbsp; </P>
<P>Alcides, portanto, terá que tomar várias decisões. A primeira delas é fazer seu governo começar, tentando superar as picuinhas internas. Se não estiver popular em 2008, pouca força terá. A segunda decisão é fazer de tudo para a base sair unida. Até agora, no entanto, não parece ser sua vontade. </P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=621]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2007-11-07 00:07:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Kajuru admite ressuscitar Rádio K]]></title>
<description><![CDATA[<P>O radialista <A href="http://www.blastershop.com.br/blogdokajuru/">Jorge Kajuru</A> pensa seriamente em voltar com sua <A href="http://www.blastershop.com.br/blogdokajuru/">Rádio K do Brasil</A>, nome antigo da atual <EM>Rádio 730</EM>, de Goiânia. </P>
<P>Mas agora a rádio voltaria apenas na internet, longe do AM e do FM. </P>
<P>Quem fez a proposta para que Kajuru "reabra" a Rádio é a empresa Blaster Shop, que hospeda seu <A href="http://www.blastershop.com.br/blogdokajuru/">blog</A>. </P>
<P>Kajuru diz que a "volta ou não" depende apenas de um bate-papo com seu amigo José Luiz Datena.</P>
<P>Para bom entendedor, basta: se estivesse apenas especulando, Kajuru não anunciara o projeto em seu <A href="http://www.blastershop.com.br/blogdokajuru/">blog</A>. </P>
<P>A Rádio K deve, portanto, voltar ao ar. </P>
<P>E estar apenas na internet tem um lado positivo: não pode ser retirada do ar com a mesma facilidade que uma rádio AM (objeto de concessão pública) pode. </P>
<P>Para saber mais da volta da Rádio K, <A href="http://www.blastershop.com.br/blogdokajuru/">clique aqui</A>.</P>
<P><STRONG>Em tempo:</STRONG> em abril de 2006, este blog entrevistou Kajuru. Para reler a entrevista, <A href="http://www.jornalx.com.br/entrevistaDetalhe.php?id_mat=00020&amp;categoria_mat=entrevista">clique aqui</A>.</P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=618]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2007-11-06 01:18:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Vereadores e deputados ‘maltratam gramática’. Isso é um problema?]]></title>
<description><![CDATA[<P>O jornal <A href="http://opopular.globo.com/anteriores/04nov2007/politica/1.htm">O Popular</A> trouxe hoje uma <A href="http://opopular.globo.com/anteriores/04nov2007/politica/1.htm">matéria</A> que, supostamente, aborda o mau uso da língua portuguesa por vereadores e deputados estaduais. </P>
<P>Não há, curiosamente, menção aos erros de&nbsp;gramática de deputados federais, governador, senadores e prefeitos. Mas isso não vem ao caso. </P>
<P>O lingüista Sírio Possenti costuma abordar com freqüência a voracidade com que jornais tratam erros de português... dos outros, claro. </P>
<P>Caio Túlio Costa, primeiro ombudsman da história da Folha de S.Paulo, diz que, em média, um jornal como a Folha publica cerca de 200 erros por dia. Metade desses erros está relacionado ao mau uso da língua. </P>
<P>Se a Folha comete 200 erros, a estatística não deve ser diferente&nbsp;em outros jornais. </P>
<P>Possenti também diz que jornais corrigem, mas não explicam. Para ele, uma das razões para que certas "regras" não sejam aprendidas na escola é essa mesmo: "não se explica, manda-se". </P>
<P>Ademais, convenhamos: há erros e erros.</P>
<P>Faltar "<STRONG>s</STRONG>" no final de palavras que formam plural não é problema de gramática: é regionalismo. </P>
<P>O ex-prefeito de Goiânia Pedro Wilson (PT) era mestre em engolir o bendito "<STRONG>s</STRONG>" do final das palavras, mas sempre escreveu corretamente. Ou seja: falta de conhecimento não é.</P>
<P>Afinal, quem não conhece a piada "me dá dois real que eu te entrego um chopes"?</P>
<P>Gostemos ou não, engolir o "<STRONG>s</STRONG>" é uma subversão&nbsp;da oralidade que, no futuro, pode até virar regra (e não será o fim da civilização, nem da língua portuguesa). </P>
<P>Outras "subversões" do passado hoje são regras. A língua portuguesa, assim como as demais, está sempre em evolução. Ainda bem.</P>
<P>E nem acho que o mau uso da língua signifique que políticos&nbsp;dão&nbsp;pouca atenção à educação pública. </P>
<P>Fosse assim, políticos que tratam mal da própria saúde também estão dando pouca atenção à saúde pública? Uma coisa não leva à outra. </P>
<P>Sinceramente, vereadores e deputados têm muitos problemas. Se a educação pública vai mal, certamente é porque sobra corrupção, autoritarismo, visão anti-republicana e falta de transparência nas casas legislativas. E não porque vereadores e deputados falam mal. </P>
<P>Esquecer o "s" no final das palavras é provavelmente o menor dos erros da carreira política do deputado estadual Marlúcio Pereira (PTB), por exemplo. </P>
<P>Lembremos&nbsp;dos falsos mendigos nas ruas: nós (jornalistas) damos mais atenção a eles (denunciando-os) do que falando dos verdadeiros mendigos. Não é uma inversão de prioridades?</P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=616]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2007-11-04 23:58:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Oito receberam da CBF em 2006]]></title>
<description><![CDATA[<P>A CBF, em 2006, doou R$ 600 mil a oito políticos brasileiros que foram candidatos. Entre os nomes que receberam, há dois candidatos a governador, dois candidatos a deputado estadual e três candidatos a deputado federal. </P>
<P>De todos os candidatos ao Senado de todo o Brasil, apenas um teve a "honra": Marconi Perillo. </P>
<P>Veja a lista para quem a CBF fez doações eleitorais em 2006:</P>
<P>1) ROSEANA SARNEY - R$ 200.000,00 <BR>2) DARCISIO PAULO PERONDI - R$ 100.000,00 <BR>3) MARCONI PERILLO - R$ 50.000,00 <BR>&nbsp;&nbsp;&nbsp; JOSÉ ALVES ROCHA - R$ 50.000,00 <BR>&nbsp;&nbsp;&nbsp; MARCUS ANTÔNIO VICENTE - R$ 50.000,00 <BR>&nbsp;&nbsp;&nbsp; GUSTAVO REIS FERREIRA - R$ 50.000,00 <BR>&nbsp;&nbsp;&nbsp; LEOMAR QUINTANILHA - R$ 50.000,00 <BR>&nbsp;&nbsp;&nbsp; JOSÉ ANTONIO BARROS MUNHOZ - R$ 50.000,00 </P>
<P>Os números são oficias, retirados do <A href="http://www.tse.gov.br/">sítio do TSE</A> na internet. </P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=615]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2007-11-04 06:35:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Marconi lidera Bancada da Bola]]></title>
<description><![CDATA[<P><STRONG>Entra Marconi...</STRONG><BR>Passou despercebido por muita gente: o senador Marconi Perillo (PSDB) é hoje&nbsp;um dos principais líderes&nbsp;da Bancada da Bola no Congresso Nacional. O tucano foi a Zurique, na cerimônia que confirmou o Brasil como sede, como representante de todo o Congresso. O senador goiano recebeu R$ 50 mil em doações da CBF na campanha eleitoral de 2006. </P>
<P><STRONG>... E sai Maguito</STRONG><BR>Nunca é demais lembrar: um dos líderes desta mesma Bancada da Bola já foi Maguito Vilela, político que mais adulterou o texto original da Lei Pelé, com aval da CBF, em 1999. Bancada da Bola que, em 2000, atrapalhou bastante as duas CPIs instaladas no Congresso que investigaram o futebol brasileiro.</P>
<P><STRONG>Coincidência</STRONG><BR>Dos mais de 209 deputados e 38 senadores que haviam assinado o pedido de CPI da MSI/Corinthians (que a CBF faz de tudo para impedir), só havia um único aliado&nbsp;de Marconi Perillo: Carlos Alberto Leréia (PSDB).&nbsp;</P>
<P><STRONG>Desistiu a tempo</STRONG><BR>Leréia, no entanto, foi um dos primeiros a retirar seu nome da lista dos que haviam solicitado a CPI. Ele assinou a CPI inicialmente para protestar contra a eleição de Leonardo Vilela para o diretório estadual do PSDB. Leréia sabia que, assinando a CPI, incomodaria quem colocou Leonardo no comando do PSDB goiano. </P>
<P><STRONG>Cartola</STRONG><BR>Romário virou mesmo um dirigente esportivo, no sentido mais clichê do termo. Não é, infelizmente, um novo Bebeto de Freitas. Ao contrário. É aliado número 1 de Eurico Miranda no Vasco e de Ricardo Teixeira na CBF. Seus parceiros dizem tudo.</P>
<P><STRONG>Bom início</STRONG><BR>Romário, aliás, deu uma entrevista&nbsp;curiosa sobre o Brasil ser sede. Ele disse que "o Brasil tem muitos problemas, mas o brasileiro é muito pacífico". O fato de ser pacífico ajuda a resolver problemas? Não seria, ao contrário, essa uma das causas de tantos problemas?</P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=614]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2007-11-04 06:24:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[A força eleitoral da Copa-2014]]></title>
<description><![CDATA[<P>Não é só no plano nacional que a Copa do Mundo tem tudo para, nos próximos anos, ser um importante cabo eleitoral. No fim de 2008, serão definidas as 12 cidades-sede do mundial de futebol que será realizado em 2014. Goiânia, provavelmente, estará entre as 12.</P>
<P>O senador Marconi Perillo (PSDB) está adiantado, em relação a seus adversários, na articulação para capitalizar para si mesmo uma possível Copa em Goiânia. </P>
<P>Sua assessoria já trabalha nisso. </P>
<P>Além de batalhar para que Goiânia seja sede, sonha que um dos jogos do Brasil na primeira fase seja no estádio Serra Dourada. Missão difícil. Os favoritos são o Morumbi (São Paulo), o Maracanã (Rio de Janeiro) e o Mineirão (Belo Horizonte). Mas o senador vai tentar.<BR><BR>Embora despercebido por muitos, Marconi é hoje o "líder" da Bancada da Bola no Congresso Nacional.&nbsp;Ele foi a Zurique, na cerimônia que confirmou o Brasil como sede, como representante número 1 do Congresso, a convite da Confederação Brasileira de Futebol (CBF). </P>
<P>Sua ligação com Ricardo Teixeira, presidente da CBF, não é repentina: ele foi o terceiro político brasileiro que mais recebeu doações da entidade na campanha eleitoral de 2006, que o elegeu para o Senado. Ao todo, foram doados R$ 50 mil. <BR><BR>O líder desta mesma Bancada da Bola já foi Maguito Vilela (PMDB). </P>
<P>O peemedebista chegou a ser um dos vice-presidentes de Ricardo Teixeira na CBF, nos anos 90. No cargo de senador, foi protagonista da mutilação do texto original da Lei Pelé, com o aval da CBF, em 1999. </P>
<P>A Bancada da Bola, de Maguito e Marconi, também atrapalhou as duas CPIs que investigaram o futebol brasileiro no Congresso Nacional, em 2000.<BR><BR>Mas será que o futebol ainda influencia a política? </P>
<P>Em 1970, a ditadura militar soube capitalizar bem o clima "pra frente Brasil" da seleção tricampeã no México. </P>
<P>Mas em 2002, o pentacampeonato na Ásia não ajudou em nada a melhorar a popularidade do então presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB). Nem alavancou a candidatura de seu aliado para a sucessão, José Serra. <BR><BR>Mas todas essas Copas foram realizadas longe do Brasil. </P>
<P>Uma Copa do Mundo realizada em solo brasileiro faz toda a diferença. </P>
<P>Jacques Chirac, presidente da França em 1998 (quando a Copa foi realizada em seu país), teve a popularidade elevada na época do mundial, sem contar o prestígio conquistado por ministros e aliados. <BR><BR>Não foi gratuita, portanto, a ida de 12 governadores a Zurique, nem mesmo a da ministra Marta Suplicy. </P>
<P>Os 12 governadores têm pretensões nas próximas duas eleições. Muitos serão candidatos à reeleição em 2010 ou pretendem voltar ao governo em 2014. </P>
<P>Alguns miram uma candidatura presidencial: é o caso dos tucanos José Serra (São Paulo) e Aécio Neves (Minas Gerais) e do petista Jacques Wagner (Bahia). <BR><BR>Também não foi gratuito o comparecimento de várias agências de publicidade, todas com experiência em eleições, para Zurique. Elas filmaram governadores, ministros e presidente da República na cerimônia que confirmou a escolha do Brasil. <BR><BR>Em Goiás, na próxima eleição estadual, Marconi deve usar a Copa do Mundo para turbinar sua candidatura a governador. </P>
<P>Quem se eleger em 2010 será o governador do Estado em junho de 2014, mês em que a Copa será disputada. Se eleito em 2010, Marconi poderá também usar a mesma Copa para promover sua reeleição em 2014. </P>
<P>Faltando sete anos para o evento, parece delírio imaginar tal cenário. Mas não é.<BR><BR>Delírio, apenas aparentemente, é o fato do prefeito de Itumbiara, José Gomes da Rocha, estar trabalhando para que&nbsp;a cidade que administra seja&nbsp;hóspede de pelo menos uma seleção durante a Copa no Brasil. </P>
<P>Delírio? Só para quem não conhece "Zé Gomes". </P>
<P>José Gomes também já pertenceu&nbsp;ao primeiro time da&nbsp;Bancada da Bola, quando foi deputado federal. Foi um dos primeiros políticos brasileiros a receber doações eleitorais da CBF, ainda no início dos anos 90. Sempre foi fiel a Ricardo Teixeira, inclusive nos momentos de crise.<BR><BR>O papel do governador Alcides Rodrigues (PP) - que também esteve em Zurique - em uma possível Copa do Mundo é que segue como incógnita. </P>
<P>Alcides escolherá algum nome para exercer a função de "embaixador" de Goiás na luta para que a capital do Estado seja sede? Ou assumirá ele mesmo a função? Ou deixará tudo nas mãos de Marconi Perillo, como sempre?</P>
<P>De qualquer forma, um perdedor já conhecemos: o futebol. Aliás, quando a política fala mais alto no esporte, quem perde não são os políticos.</P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=613]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2007-11-03 18:14:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Nem na ditadura foi assim]]></title>
<description><![CDATA[<P>Durante a semana, comentarei alguns assuntos que ficaram pendentes. </P>
<P>Entre eles, o principal é a Assembléia Legislativa de Goiás&nbsp;abrir mão de seu poder para o governador Alcides Rodrigues (PP) fazer, ao seu gosto, a reforma administrativa. </P>
<P>Poder&nbsp;que nem Leonino Caiado e Irapuan Costa Júnior, no auge da ditadura militar em Goiás, tiveram.</P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=617]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2007-11-03 18:04:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Dia de finados? O blog não morreu]]></title>
<description><![CDATA[<P>Leitor: por vários problemas, este blog ficou inativo até hoje. A partir de amanhã, atualizações.</P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=612]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2007-11-02 18:50:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Alcides e a piada da semana]]></title>
<description><![CDATA[<P>É conversa fiada essa história de que Alcides vai mal em Goiânia porque falta comunicação. </P>
<P>Falta ao governo iniciativa política e administrativa. </P>
<P>Para pegar apenas um exemplo, falemos apenas de Iris Rezende: nos dois primeiros anos de sua gestão em Goiânia, praticamente não houve comunicação. E ainda assim Iris sempre teve a popularidade em alta. </P>
<P>Melhor Alcides e seus auxiliares começarem a governar e pararem com a desculpa-clichê de "falta de comunicação".</P>
<P>Afinal, é a falta de comunicação que impede a formação do resto de seu secretariado e a tão prometida reforma administrativa?</P>
<P>É a falta de comunicação que faz Alcides cancelar os programas sociais e até falar em calote?</P>
<P>É a falta de comunicação que faz Alcides não ter coragem de apontar o culpado pela dívida de Goiás?</P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=611]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2007-10-12 17:49:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Sobre torturas e público recorde]]></title>
<description><![CDATA[<P>Acabei de ver <EM>Tropa de Elite</EM>, na sessão das 15h do Lumière, no Shopping Bougainville. </P>
<P>Desde 14h já havia fila na bilheteria para comprar ingressos para o filme. Os ingressos de 17h se esgotaram rapidamente.</P>
<P>E estou falando do Bougainville, que é um Atacama perto do Flamboyant, por exemplo. Havia gente nas escadas e&nbsp;no chão.</P>
<P>Sobre o filme, comentarei mais tarde, aqui mesmo neste espaço. Mas já adianto que é triste ver o público dando gargalhada com as cenas de tortura mostradas no filme.</P>
<P>Enfim, estamos perdidos.</P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=610]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2007-10-12 17:30:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[76,7% desaprovam Alcides em Goiânia]]></title>
<description><![CDATA[<P>É assim no Brasil inteiro: para saber a aprovação de um político, as avaliações "ótimo" e "bom" são somadas. Para saber a rejeição, faz-se a soma dos índices porcentuais de regular, ruim e péssimo. </P>
<P>É assim que os jornais (inclusive os diários goianos) avaliam a popularidade de Lula, por exemplo. </P>
<P>E é assim que devemos também avaliar a popularidade de Alcides Rodrigues (PP), governador de Goiás.</P>
<P>O Serpes fez pequisa sobre sua popularidade, mas apenas em Goiânia. </P>
<P>Os resultados foram os seguintes: <BR><STRONG>Aprovam Alcides (ótimo e bom) - 18,7%<BR>Reprovam Alcides (regular, ruim e péssimo) - 76,7%<BR>Não sabem - 4,5%</STRONG></P>
<P>Nem Daniel Antônio, quando era prefeito e estava prestes a ser cassado, foi tão rejeitado em Goiânia.</P>
<P>Ou seja: Alcides caminha ladeira abaixo, rumo ao fundo do poço, onde já se meteu o ex-governador Ari Valadão, por exemplo. Há tempo para reagir? Há. Mas não parece ser a vontade dele, pelo menos por agora. E, se começar a reagir, os resultados devem demorar a aparecer.</P>
<P>É esse "poderoso" cabo eleitoral que a base aliada carregará no ano que vem, quando tentará derrotar Iris Rezende (PMDB) em Goiânia.</P>
<P>Isso explica - em parte - porque Marconi está mesmo louco para romper com Alcides. </P>
<P>Leia matéria de <EM>O Popular</EM> com detalhes da pesquisa <A href="http://opopular.globo.com/anteriores/12out2007/politica/8.htm">clicando aqui.</A></P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=609]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2007-10-12 13:30:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[O xadrez petista em Goiânia]]></title>
<description><![CDATA[<P><EM>Por Filemon Pereira<BR>Colunista da Tribuna do Planalto</EM></P>
<P>Por enquanto, a maior parte das lideranças petistas sustenta candidatura própria na Capital. </P>
<P>Os deputados Mauro Rubem e Humberto Aidar, sozinhos, e Marina Sant'Anna, com o barulho dos integrantes de sua tendência Movimento Cerrado. </P>
<P>A renovação dos diretórios praticamente definida (a eleição é pró-forma) com a eleição de Valdi Camárcio (diretório regional) e Luiz Alberto de Oliveira (metropolitano), porém, vai ao encontro de uma aliança com o prefeito Iris Rezende (PMDB) e contra o trabalho dos três pré-candidatos. </P>
<P>Os grupos de Aidar e Marina, por sinal, participaram da escolha quase consensual dos dois novos dirigentes. No mínimo, contraditório. </P>
<P>Como mistério pouco é bobagem, em entrevista à Tribuna, Marina defende com ardor a candidatura própria (<A href="http://www.tribunadoplanalto.com.br/modules.php?name=News&amp;file=article&amp;sid=4340&amp;mode=thread&amp;order=0&amp;thold=0">leia a entrevista na íntegra clicando aqui</A> ou <A href="http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=607">trechos comentados aqui</A>). </P>
<P>Nos bastidores, porém, Marina recebe ameaça de que, se for até o fim com a candidatura, o grupo de Carlos Soares e Neyde Aparecida -&nbsp;que hoje defende aliança com Iris -&nbsp;apoiará Humberto Aidar. </P>
<P>Humberto, porém, não agrada quase ninguém por sua proximidade com o senador Marconi Perillo (eles são amigos). </P>
<P>No momento, o que parece é que o PT não chega inteiro em 2008. Nem aliado a Iris, nem com chapa própria.</P>
<P>Leia a ótima coluna de Filemon na íntegra <A href="http://www.tribunadoplanalto.com.br/modules.php?name=News&amp;file=article&amp;sid=4343&amp;mode=thread&amp;order=0&amp;thold=0">clicando aqui</A>.</P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=608]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2007-10-12 13:16:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Marina nega chance de PT ser vice]]></title>
<description><![CDATA[<P>A&nbsp;entrevista da vereadora Marina Sant'Anna à edição deste domingo da Tribuna do Planalto (<A href="http://www.tribunadoplanalto.com.br/modules.php?name=News&amp;file=article&amp;sid=4340&amp;mode=thread&amp;order=0&amp;thold=0">que já está no sítio do jornal</A>) faz até acreditar que o PT quer mesmo ter candidato próprio - e não ser vice de Iris Rezende (PMDB). </P>
<P>Marina, claro, não é do mesmo grupo de Rubens Otoni, que é majoritário no Estado e sinaliza para uma dobradinha com Iris. </P>
<P>Mas de qualquer maneira, seu nome - somado à força de Pedro Wilson - são majoritários na capital, o que pode ajudar em suas pretensões de ser candidata pelo partido. </P>
<P>Confira, abaixo, em entrevista aos jornalistas Eduardo Sartorato, Filemon Pereira e João Camargo Neto, algumas declarações fortes de Marina sobre uma possível aliança com o PMDB:</P>
<P><STRONG>Tribuna - Qual a chance de o PT não ter candidato próprio em Goiânia?<BR>Marina -</STRONG> Na minha opinião, com todo o recato que merece a situação, devido algumas lideranças se manifestarem diferente, não há possibilidade de o PT não ter candidatura própria.</P>
<P><STRONG>Tribuna - Se a decisão for por composição com o prefeito Iris, a sra. é candidata à reeleição? <BR>Marina -</STRONG> Não há essa possibilidade. Minha resposta para todas as perguntas acumuladas: não há essa possibilidade. </P>
<P><STRONG>Tribuna - É impossível ver no ano que vem a sra. se justificando do porquê de ter aceitado a vice de Iris?<BR>Marina -</STRONG> Não há essa possibilidade. E eu não sei por que as coisas estão sendo colocadas desse modo. (...) Se todos nós (PT e PMDB) estivéssemos fora da prefeitura poderíamos ter um campo de centro-esquerda. Poderíamos. Agora, não é o caso. Mas como nós temos posições diferentes, leituras político-administrativas diferentes, não só do conteúdo programático, mas também do modo de gestão. </P>
<P><STRONG>Tribuna - Há uma rejeição muito grande da sra. entre as diversas tendências do PT. Por que essa rejeição existe e o que a sra. pretende fazer para quebrá-la? <BR>Marina -</STRONG> Na verdade, porque eu disputo. Eu sou uma mulher que disputa, e isso faz estranhar. </P>
<P><STRONG>Tribuna - Se esses 12 partidos sentarem e discutirem uma aliança com pontos que possam convergir, é possível uma aliança?<BR>Marina -</STRONG> Olha, com todo respeito, nós estamos no terceiro ano de gestão e o PT já tem opinião formulada sobre o assunto. A nossa avaliação de não entrar na administração, a despeito do convite que é honroso, a opinião do PT, a posição unânime de não entrar, já sinalizou o entendimento a respeito desse assunto. Nós teremos candidatura própria e não seria adequado que nós tivéssemos uma costura artificial.</P>
<P>Leia a entrevista na íntegra <A href="http://www.tribunadoplanalto.com.br/modules.php?name=News&amp;file=article&amp;sid=4340&amp;mode=thread&amp;order=0&amp;thold=0">clicando aqui</A>.</P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=607]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2007-10-12 00:33:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[PT assume sua face masoquista]]></title>
<description><![CDATA[<P>Iris Rezende (PMDB) até que tenta espantar o PT quando critica, em discursos e propagandas da prefeitura, a administração do ex-prefeito petista Pedro Wilson. </P>
<P>Mas o PT, pelo jeito, resolveu assumir seu lado masoquista. </P>
<P>O próprio Pedro Wilson, a vereadora Marina Sant'Anna, o deputado fedral Rubens Otoni e outros do campo majoritário da legenda deram um passo importante para que o&nbsp;PT seja vice de Iris na chapa do ano que vem. </P>
<P>Pedro, Otoni e Marina montaram, unidos, chapas de consenso para os diretórios regional e da capital. As chapas formadas&nbsp;disputam, com amplo favoritismo, a eleição de 2 de dezembro. </P>
<P>Valdi Camárcio, candidato&nbsp;da chapa&nbsp;e quase-eleito ao diretório estadual, quer o PT na vice de Iris. </P>
<P>Luiz Alberto Gomes de Oliveira, candidato&nbsp;da chapa&nbsp;e quase-eleito ao diretório municipal, também quer.</P>
<P>Vão ficar no chove-não-molha até março (talvez com prorrogação até junho) do ano que vem. </P>
<P>Apenas para negociarem melhor com Iris.</P>
<P>A desculpa que darão para a aliança é que o PT nacional e Lula desejam.&nbsp;Que nada!&nbsp;O PT daqui já não mostra resistência nenhuma.&nbsp;Vai ser vice de Iris para, em 2010, o prefeito reeleito do PMDB&nbsp;sair candidato a governador e deixar dois anos de prefeitura de graça para o PT. </P>
<P>Antes partido campeão de votos na capital, agora o PT sonha com migalhas de poder. </P>
<P>Merece, portanto, estar onde está.</P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=606]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2007-10-11 00:43:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[20 mil rejeições por minuto]]></title>
<description><![CDATA[<P>O deputado federal Ronaldo Caiado (DEM) fala em ser candidato a governador em 2010.</P>
<P>Ele, no entanto, sabe que sua rejeição é alta. </P>
<P>É&nbsp;mais fácil&nbsp;Zimbábue e Austrália disputarem a final da&nbsp;próxima Copa do Mundo do que Caiado um dia se eleger governador. </P>
<P>Ele é bom de voto em eleições proporcinais. Em majoritárias, tem muitas dificuldades. </P>
<P>O conjunto voz-rosto arrogante dele espanta, calculo eu,&nbsp;“20 mil eleitores por minuto” na TV.</P>
<P>Quando Caiado fala em ser candidato a governador, está na verdade mandando recados. Cabe aos interlocutores tentar entendê-los.</P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=605]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2007-10-11 00:22:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Cai o último tabu petista]]></title>
<description><![CDATA[<P>O governo Lula fez leilão hoje de vários trechos de rodovias federais. Os espanhóis levaram a maioria.</P>
<P>O PT chama de concessão. Mas não é. É privatização mesmo. </P>
<P>Tanto que foi a palavra "privatização" a escolhida pelo PT para criticar, desde 1995,&nbsp;ações idênticas do&nbsp;PSDB de São Paulo no comando do maior Estado do país.</P>
<P>Mesmo com a estrada saindo das mãos do Governo Federal, Lula vai continuar cobrando os mesmos impostos ligados à manutenção dessas estradas. </P>
<P>Cai o último tabu do PT. Agora, é também um partido que privatiza. Ainda cheio de pudores, apenas para a platéia, claro.</P>
<P>Afinal, quando praticou o mensalão, o PT já estava privatizando o Estado. </P>
<P>A pior das privatizações não é a que o PSDB fez no governo FHC, quando vendeu a Vale e as Teles, por exemplo. </P>
<P>É a confusão entre público e privado. Feita por Collor, por FHC e, desde 2003, por Lula.</P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=604]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2007-10-09 23:30:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Debate entre Marconi e Vassil]]></title>
<description><![CDATA[<P>O jornalista Vassil Oliveira, em seu <A href="http://www.vassil.com.br/">blog</A>, destaca ponto a ponto vários trechos da entrevista do senador Marconi Perillo (PSDB) ao diário goiano <EM>Hoje</EM> (<A href="http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=600">veja post onde a entrevista já foi citada</A>).</P>
<P>O <STRONG>Jornal X</STRONG> reproduz estes trechos, seguidos do comentário de Vassil, abaixo:</P>
<P><STRONG>Marconi:</STRONG> <EM>“Volta e meia sou atacado por alguma liderança política em Goiás e tenho de responder.”</EM><BR><STRONG>Vassil:</STRONG> É verdade. Marconi mesmo, justiça seja feita, raras vezes ataca diretamente alguém. Tem quem faça isso muito bem por ele.</P>
<P><STRONG>Marconi:</STRONG> <EM>“Não vou me candidatar ao governo em 2010 e desautorizo qualquer especulação a este respeito. E tem mais: os ataques que tenho sofrido se devem ao fato de que as pessoas pensam que serei candidato em 2010. Como pensam assim, acabam polemizando comigo. Se Alcides fosse candidato à reeleição, todas as baterias estariam direcionadas a ele.”</EM><BR><STRONG>Vassil:</STRONG> Mas não foi o PSDB que o lançou a governador em 2010, em seus encontros regionais? Não são os marconistas que a todo momento lembram que ‘ELE vai voltar!’?<BR>E anotem: ele não será candidato em 2010.</P>
<P><STRONG>Marconi:</STRONG> <EM>“Ninguém vai conseguir fazer com que eu brigue. Quando um não quer, dois não brigam. No caso de Alcides, quando dois não querem, dois não brigam.”</EM><BR><STRONG>Vassil:</STRONG> Ok!</P>
<P><STRONG>Marconi:</STRONG> <EM>“Sinceramente, eu não quero mais saber desse assunto (dos ateadores de fogo no PP e no PSDB). Não quero saber de intrigas. Se há ateadores de fogo, é problema deles. A partir de agora ficarei no meu canto, valorizando a minha função de senador.”</EM><BR><STRONG>Vassil:</STRONG> ‘A partir de agora’? Então, antes…</P>
<P><STRONG>Marconi:</STRONG> <EM>“Não trabalharei, em hipótese alguma, para criar cizânia nos municípios. Fala-se muito em Rio Verde, onde temos dois nomes da base, mas o fato é que vou trabalhar para buscar a unidade entre nossos colegas, sob o comando do governador Alcides Rodrigues.”</EM><BR><STRONG>Vassil:</STRONG> Interessante. Desta vez, provavelmente, ao contrário da eleição passada para prefeito, ele já avisa que não vai tirar fotos com dois ou três candidatos da base aliada em um mesmo município. Mudança de hábito.</P>
<P><STRONG>Marconi:</STRONG> <EM>“Vou sentar-me com (o senador) Demóstenes (Torres), já que somos vítimas da mesma armação de Renan (o caso da tentativa de espionagem contra os goianos). E sei que o PSDB e o Democratas vão atuar juntos, como sempre.”<BR></EM><STRONG>Vassil:</STRONG> PSDB e Democratas juntos? Como sempre? A exemplo de Goiás?</P>
<P><STRONG>Marconi:</STRONG> <EM>“Vou ficar sentado assistindo ao espetáculo (tentativa de união na base aliada nas eleições do ano que vem). Se conseguir unidade, ótimo; se não, vamos ver o que acontece.”</EM><BR><STRONG>Vassil:</STRONG> Vamos ver o que acontece.</P>
<P><STRONG>Marconi:</STRONG> <EM>“Detesto injustiça. Em momento algum eu ataquei o prefeito (de Goiânia, Iris Rezende, PMDB). Mas ele, sempre que pode, me ataca gratuitamente. Eu respeito a história política do prefeito, mas quero que ele faça o mesmo.”</EM><BR><STRONG>Vassil:</STRONG> Sem comentários. Sem comentários.</P>
<P>Para ler tudo, vá direto ao <A href="http://www.vassil.com.br/">blog</A> do Vassil. <A href="http://www.vassil.com.br/">Basta clicar aqui</A>.</P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=602]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2007-10-09 23:22:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Que o PMDB descanse em paz]]></title>
<description><![CDATA[<FONT size=2>
<P></FONT><EM>Por Lucia Hippolito<BR></EM><A href="http://www.luciahippolito.globolog.com.br">Em seu blog</A></P>
<P>É impossível passar em branco sobre a histórica decisão do Supremo de acabar com a pouca-vergonha do troca-troca partidário.<BR><BR>Suas Excelências transformaram em lei aquilo que as pessoas de bem já sabiam há muito tempo: o mandato pertence ao partido. E ponto final. Não é preciso dizer mais nada.<BR><BR>Com todo o respeito, suas Excelências estão batendo um bolão.<BR><BR>Mas também é impossível passar em branco sobre a histórica decisão do PMDB de expulsar da CCJ do Senado dois dos fundadores do PMDB (aliás, do MDB): Pedro Simon e Jarbas Vasconcelos.<BR><BR>Com isso, os caciques do partido mandam dizer que não querem gente séria em suas fileiras.<BR><BR>O PMDB de hoje é de gente como Renan, Sarney, Wellington Salgado, Valdir Raupp, Almeida Lima e outros do mesmo calibre.<BR><BR>Daqui a uma semana, no dia 12 de outubro, vai fazer 15 anos que o dr. Ulysses desapareceu no mar de Angra dos Reis.<BR><BR>Agora sabemos todos que o PMDB desapareceu com ele.<BR><BR>Que descanse em paz.</P>
<P>Visite o blog da cientista política e jornalista (recém-formada)&nbsp;Lucia Hippolito <A href="http://www.luciahippolito.globolog.com.br">clicando aqui</A>.</P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=603]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2007-10-09 21:11:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Nova enquete: em quem você vota?]]></title>
<description><![CDATA[<P>Está encerrada a enquete 'Quem consegue ser pior na política goiana?'. Veja os resultados:<BR>&nbsp; <BR>1) A base aliada de Alcides e Marconi - 58,70 % <BR>2) A oposição do PMDB -&nbsp; 21,74 % <BR>3) A oposição do PT - 19,57 % </P>
<P>Votaram 46 internautas. É preciso enfatizar que o leitor do Jornal X não podia votar duas vezes: a enquete está programada para receber apenas um voto de cada computador (IP).</P>
<P>Já está postada, a partir de agora, a mais nova enquete: <STRONG>Dos candidatos abaixo, em quem você vota para prefeito de Goiânia?</STRONG></P>
<P>A Iris Rezende (PMDB)<BR>B Nion Albernaz (PSDB)<BR>C Marina Sant'Anna (PT)<BR>D Martiniano Cavalcante (Psol)<BR>E Sandes Júnior (PP)<BR>F Darci Accorsi (PR)<BR>G Vilmar Rocha (DEM)<BR>H Barbosa Neto (PSB)</P>
<P>Para participar, basta ir até a coluna direita desta página e votar na sua opção preferida. Esta enquete fica no ar até meia-noite do dia de finados, 2 de novembro.</P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=601]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2007-10-09 18:30:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Marconi diz que não é candidato a governador em 2010. Quem acredita?]]></title>
<description><![CDATA[<P>Em entrevista ao diário <A href="http://www.hojenoticia.com.br/editoria_materia.php?id=12747">Hoje</A>, o senador Marconi Perillo (PSDB) diz, pela primeira vez, que não será candidato a governador em 2010. </P>
<P>E diz que os ataques que têm sofrido se devem ao fato de as pessoas pensarem que ele é candidato. Aí está, portanto, o motivo para Marconi negar (por ora apenas, claro) uma candidatura em 2010. </P>
<P>Se alguém o ataca por isso, não vai deixar de atacar agora. Simplesmente porque Marconi é, sim, candidato em 2010. Até meus primos de seis anos de idade sabem disso.</P>
<P>A seguir, as principais declarações de Marconi:</P>
<P>"Eu ajudei Alcides na eleição, mas não posso ficar respondendo pelo governo, o qual deixei há mais de um ano e meio"</P>
<P>"Não vou me candidatar ao governo em 2010 e desautorizo qualquer especulação a este respeito" </P>
<P>"Os ataques que tenho sofrido se devem ao fato de que as pessoas pensam que serei candidato em 2010"</P>
<P>"Em momento algum eu ataquei o prefeito (Iris). Mas ele, sempre que pode, me ataca gratuitamente"</P>
<P>Opa, no dia 1º de outubro Marconi divulgou nota em que chamava Iris de: <BR>- coronel político rancoroso<BR>- arrogante<BR>- megalomaníaco<BR>- truculento<BR>- avesso às críticas e ao contraditório<BR>- reacionário</P>
<P>Marconi nunca atacou Iris? Será que a nota de 1º de outubro também vai ganhar um "Erramos"?</P>
<P>Leia a entrevista na íntegra <A href="http://www.hojenoticia.com.br/editoria_materia.php?id=12747">clicando aqui</A>.</P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=600]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2007-10-09 14:41:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Túlio Maravilha vereador pelo PMDB?]]></title>
<description><![CDATA[<P>Túlio Maravilha, o atacante&nbsp;do Vila Nova (GO)&nbsp;que também persegue os 1000 gols, se filiou semana passada ao PMDB.</P>
<P>Será candidato a vereador de Goiânia.</P>
<P>Pesou, em sua decisão, o pedido do ex-governador e ex-senador Maguito Vilela (PMDB).</P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=599]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2007-10-08 23:29:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[TSE: haverá julgamento de Marconi Perillo e diretores da Agecom]]></title>
<description><![CDATA[<P><EM>Publicado hoje no Centro de Divulgação da Justiça Eleitoral</EM></P>
<P>O ministro do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Ari Pargendler, aceitou recurso do Ministério Público na ação que move contra o ex-governador de Goiás, Marconi Perillo (PSDB), o ex-presidente da Agência Goiana de Comunicação (Agecom), José Paulo Loureiro, e o ex-diretor da Agecom Valterli José Alves, por suposta realização de propaganda extemporânea nas eleições de 2002. </P>
<P>Relator do Agravo de Instrumento (AG) 6879, o ministro Ari Pargendler deu provimento ao apelo para assegurar "melhor exame do recurso”. </P>
<P><STRONG>Entenda o caso</STRONG>&nbsp; <BR>As ações foram propostas pelo Ministério Público Eleitoral em Goiás, em janeiro de 2003. </P>
<P>Conforme Representação oferecida pelo MPE, o programa “Goiás Hoje”, produzido pela Agência de Comunicação e veiculado pelo Governo estadual, teria feito promoção pessoal do governador candidato à reeleição na época, “de forma subliminar”. </P>
<P>Para ler a notícia completa, acesse o sítio do TSE <A href="http://agencia.tse.gov.br/sadAdmAgencia/index.jsp?pageDown=noticiaSearch.do%3Facao%3Dget%26id%3D944514">clicando aqui</A>.</P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=598]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2007-10-08 23:06:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Por enquanto, o nome é Dilma]]></title>
<description><![CDATA[<P>Se fosse apostador e tivesse 50 fichas, não apostaria uma sequer que Ciro Gomes (PSB) terá apoio de Lula e do PT em 2010 na sua possível candidatura à presidência da República.</P>
<P>Para mim, Lula e PT lançam Ciro agora exatamente para acontecer o que já se vê: para queimá-lo publicamente. </P>
<P>Assim, Ciro apanha na imprensa (vide revista Época), passa a ser mal visto por petistas e aliados e cada vez mais rejeitado pelo eleitor. </P>
<P>Dilma, a candidata preferida de Lula e Dirceu, continua no casulo. E só sai da discrição para se lançar candidata na hora certa. Se houver uma hora certa.</P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=593]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2007-10-08 22:39:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[‘Milagrosa’ imparcialidade de Veja]]></title>
<description><![CDATA[<P><EM>Por Alberto Dines<BR>Observatório da Imprensa</EM></P>
<P>Milagre: a <A href="http://veja.abril.com.br/101007/p_084.shtml">Veja</A> foi imparcial na <A href="http://veja.abril.com.br/101007/p_084.shtml">matéria de capa sobre a briga TV Globo vs. TV Record</A>. </P>
<P>Imparcial e informativa, opção que o maior semanário brasileiro abandonou já há algum tempo. </P>
<P><A href="http://veja.abril.com.br/101007/p_084.shtml">Veja</A> mostrou os avanços da emissora de Edir Macedo, mas não escondeu as ligações do bispo com a Igreja Universal. Ao contrário, enfatizou o exótico parentesco entre a seita evangélica, teoricamente dogmática, e um canal de TV tão volúvel como seus concorrentes. </P>
<P><A href="http://veja.abril.com.br/101007/p_084.shtml">Veja</A> certamente desagradou às duas empresas. Tentou a objetividade e foi realista, cuidou dos seus interesses. De quebra, atendeu à obrigação de informar seus leitores, sem preconceitos. </P>
<P>O que chama a atenção é que a Record é uma aliada ostensiva do governo e de seus postulados, enquanto o semanário está no extremo oposto, ferrenhamente antipetista e antiesquerdista. </P>
<P>A matéria evidentemente não esgota a briga na telinha, mas oferece subsídios importantes. Essa é a função de um semanário de notícias.</P>
<P>Leia a matéria e outros detalhes no sítio do <A href="http://observatorio.ultimosegundo.ig.com.br/artigos.asp?cod=453TVQ007">Observatório da Imprensa</A>.</P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=597]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2007-10-08 22:00:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Waldomiro Diniz mora em Goiânia e vende ração para animais]]></title>
<description><![CDATA[<P><STRONG>- Sem declarar Imposto de Renda desde 2005, ex-assessor de Dirceu já perdeu o CPF</STRONG></P>
<P><STRONG>- Petista vai quase todos os dias a uma empresa de ração e produtos animais em Goiânia, mas ninguém esclarece qual a sua função </STRONG></P>
<P><STRONG>- Sócios de Waldomiro chamaram a polícia, que revistou os repórteres da Folha com armas em punho</STRONG></P>
<P><EM>ANDRÉA MICHAEL<BR>Enviada Especial a Goiânia</EM><BR><U>Hoje na Folha de S.Paulo</U> </P>
<P>Três anos e oito meses depois de protagonizar o primeiro grande escândalo do governo Lula, o ex-subchefe de Assuntos Parlamentares da Casa Civil Waldomiro Diniz seria responsável pela área financeira de uma fábrica de ração e produtos para animais instalada em Goiânia -embora para a Receita Federal ele seja um fantasma, que não apresenta declarações de renda desde 2005 e tenha o CPF cancelado.</P>
<P>Como e do quê Waldomiro vive é um dos mistérios remanescentes do primeiro mandato de Lula. Ele, que era o braço-direito de José Dirceu no contato com o Congresso e é considerado um "arquivo vivo" do modus operandi do Planalto, desapareceu do ponto de vista fiscal e pessoal, raramente sendo avistado, e a tentativa de elucidar o caso levanta tantas dúvidas quanto respostas.</P>
<P>Para ler&nbsp;texto completo, <A href="http://www1.folha.uol.com.br/fsp/brasil/fc0810200708.htm">clique aqui</A>. </P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=596]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2007-10-08 09:47:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[A negação da crise]]></title>
<description><![CDATA[<P>Sem coragem para resolver problemas, os partidos comandantes da base aliada que hoje administra o Estado adiam qualquer tentativa de resolução. Os comandantes, em questão, são o PP do governador Alcides Rodrigues e o PSDB do senador Marconi Perillo. </P>
<P>Os dois partidos ocupam, juntos, pelo menos 80% dos cargos comissionados no governo do Estado. </P>
<P>Eles sabem que não são poucos os problemas para serem resolvidos: crise financeira deixada pelo PSDB, paralisia do governo Alcides, diferenças de estilo entre PP e PSDB, disputa por cargos no Estado e formação das coligações para as eleições de 2008 e 2010. </P>
<P>Até agora, PP e PSDB adotam a estratégia de negar tudo. Até onde não der mais.</P>
<P>No debate sobre a dívida do Estado, o PSDB tratou de usar estrutura e chancela do governo Alcides para fazer um relatório, via Secretaria da Fazenda, que isentava Marconi da culpa pelo endividamento.</P>
<P>Alcidistas ficaram bravos, mas não reagiram publicamente. O próprio Alcides, idem: não confirmou, nem negou que tivesse assinado o relatório. E seguiu negando as crises política e financeira que ficaram ainda mais explícitas com o relatório de José Carlos Siqueira (secretário da Fazenda). </P>
<P>Marconi, igualmente, segue negando qualquer responsabilidade pelo endividamento e qualquer rusga com o governador pepista.</P>
<P>Irritado com José Carlos Siqueira, Alcides Rodrigues (PP) afastou sete nomes marconistas do Conselho da Saneago, entre eles o próprio Siqueira. Mas negou haver qualquer crise com os marconistas. Disse que o afastamento dos marconista era algo "normal". </P>
<P>Certamente dirá que também foi coincidência os tucanos Sérgio Cardoso e Raquel Teixeira terem deixado, magoados, secretarias no governo. </P>
<P>O PSDB nega qualquer divergência com Alcides. A cúpula do partido adora dizer que Alcides é parceiro de Marconi, embora deixe claro, apenas nas entrelinhas das entrelinhas, que desejam romper.</P>
<P>Na mesma linha da negação, Marconi disse esta semana, por meio de seu boletim na segunda-feira, dia 1º, que "pior do que perder uma eleição é ganhar e não dar conta do recado". </P>
<P>A frase não foi contextualizada no texto, estava solta na manchete do boletim. Havia, no entanto, uma mensagem clara na frase: era endereçada a Alcides. Qualquer criança de dez anos entendeu assim. </P>
<P>Mensagem que, dois dias depois, foi desmentida. </P>
<P>O assessor de imprensa do senador pediu desculpas pelo engano no mesmo boletim e disse que a frase claramente se referia aos futuros candidatos do PSDB nas prefeituras do interior do Estado. "É melhor concorrer com um bom nome e perder do que apresentar alguém que ganhe a eleição e não corresponda às expectativas", explicou o boletim. </P>
<P>A interpretação errada da frase se devia a uma "insistência na construção de uma cizânia no seio da base governista". Ora, se a frase estava tão clara e foram os "algozes partidários da cizânia" que interpretaram errado, porque a palavra "Erramos" estampada na manchete do boletim? Onde houve o erro, se não foi nisso? Tem-se, novamente, um caso de negação.</P>
<P>Os tucanos também sabem que a paralisia do governo Alcides faz o endividamento parecer maior do que já é. O que, entre outras coisas, é péssimo para o PSDB e para Marconi Perillo. </P>
<P>O PSDB morre vontade de abrir a boca, mas permanece calado, adiando a solução. Já Roberto Balestra (PP), secretário extraordinário e principal articulador de Alcides, nega tanto a crise entre PP e PSDB que até chega a fazer o papel de assessor do PSDB, jogando contra os interesses do PP. </P>
<P>Em vez de dar força para uma discussão real sobre a situação do Estado, Balestra insiste na tese de "futricas" por parte da imprensa, discurso mais tucano do que o praticado por Marconi Perillo, por exemplo. </P>
<P>Ao negarem tudo, o que inclui a própria crise e as diferenças entre PSDB e PP, toda a base aliada (que reza a mesma cartilha dos dois partidos) só adia a resolução do problema. </P>
<P>Em vez de tentar resolver tudo agora - em um ano frio eleitoralmente -, a base acabará deixando o embate de posições para o ano que vem, o que tende a ser uma solução apressada e traumática, sem preparo prévio. </P>
<P>Nada melhor para o PMDB e para os outros partidos adversários da base comandada por PP-PSDB.</P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=592]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2007-10-08 00:33:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Pesos iguais?]]></title>
<description><![CDATA[<P>Em março de 2006, o Ministério Público puniu o então governador Marconi Perillo (PSDB) porque seu governo&nbsp;promoveu uma avalanche de comerciais em jornais impressos que comparava o governo de Marconi ao de Maguito Vilela (PMDB). Eram propagandas bancadas com dinheiro público.</P>
<P>Agora, na TV e no rádio, a prefeitura de Iris Rezende (PMDB) está veiculando uma avalanche de comerciais em que compara sua gestão com a anterior, de Pedro Wilson (PT). Também com dinheiro público.</P>
<P>O Ministério Público vai fazer alguma coisa?</P>
<P>E mais:&nbsp;noves fora&nbsp;a questão jurídica, fica mais uma vez provado que Iris não quer mesmo aliança política com o PT, já que volta a criticar - até em propagandas oficiais - a gestão do ex-prefeito petista.</P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=595]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2007-10-07 16:04:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[O valerioduto é mineiro ou tucano?]]></title>
<description><![CDATA[<STRONG>Se o mensalão é do PT, o valerioduto é do PSDB; sem equivalência de critério, os petistas aparecem mal, e os tucanos são poupados</STRONG>
<P><U><EM>Por Mário Magalhães<BR>Ombudsman, hoje na Folha de S.Paulo</EM></U></P>
<P>A rigor, é mineiro e é tucano.</P>
<P>Mas a resposta depende de outra pergunta: o mensalão é nacional ou petista? Sem dúvida, é tanto nacional como petista.</P>
<P>O que não pode é o mensalão ser nacional e, o valerioduto, tucano. Ou o valerioduto ser mineiro e, o mensalão, petista.</P>
<P>Não se trata de joguete de adjetivos, mas do exercício de um dos pilares do projeto editorial da Folha, o apartidarismo.</P>
<P>Foi o que faltou à Primeira Página do domingo passado, quando a manchete - "Valerioduto de MG pagou juiz eleitoral, afirma PF"- sintetizou uma boa reportagem.</P>
<P>Na chamada, o texto curto que resume as informações das páginas internas, a expressão "mensalão do PT" contrastou com "valerioduto mineiro".</P>
<P>Quem lê "mensalão petista" recebe uma informação correta: o esquema ilícito de pagamento a políticos de vários Estados e outros associados ao governo federal foi tocado a partir de 2003 por dirigentes do PT e próceres da administração -é a opinião do procurador-geral da República, Antonio Fernando Souza, nomeado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva.</P>
<P>Já quem lê "valerioduto mineiro" se informa pela metade: o desvio de verbas públicas que alimentaram em 1998 a campanha de reeleição ao governo de Minas do hoje senador Eduardo Azeredo se concentrou no PSDB -conforme inquérito da Polícia Federal.</P>
<P>Portanto, se o mensalão é do PT, o valerioduto é do PSDB. Sem equivalência de critério, empregam-se dois pesos e duas medidas -os petistas aparecem mal, e os tucanos são poupados.</P>
<P>Leia a continuação deste texto <A href="http://www1.folha.uol.com.br/fsp/ombudsma/om0710200701.htm">clicando&nbsp;aqui</A>.</P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=594]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2007-10-07 01:33:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Blog de Fernando Meirelles]]></title>
<description><![CDATA[<P>O cineasta brasileiro <A href="http://blogdeblindness.blogspot.com/">Fernando Meirelles</A> agora também tem blog. </P>
<P>O espaço trata, principalmente, dos bastidores do novo filme do diretor: <EM>Blindness – Ensaio sobre a Cegueira</EM>.</P>
<P>Para acessar o blog, <A href="http://blogdeblindness.blogspot.com/">clique aqui</A>.</P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=589]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2007-10-07 00:54:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Marconi: ‘PSDB está cansado de carregar piano para PP’]]></title>
<description><![CDATA[<?xml:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /><o:p>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><STRONG>Senador tucano volta a atacar partido de Alcides:<BR>- Diz que as lideranças do PP não o cumprimentam mais<BR>-&nbsp;Afirma que os pepistas&nbsp;estão com&nbsp;'dor de cotovelo'<BR>-&nbsp;Critica Paulo Roberto Cunha, principal nome do PP no interior</STRONG></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt">&nbsp;</P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><EM><U>Por Fernando Machado<BR>da Tribuna do Sudoeste</U></EM></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt">&nbsp;</P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt">Antes fiéis aliados, PP e PSDB já não falam a mesma língua. Pior, não fazem nem questão de esconder as divergências, apenas negam. A prova inconteste foi dada no último dia 30, quando os dois partidos realizaram, simultaneamente, encontros para marcar as novas filiações em Rio Verde. </P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt">&nbsp;</P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt">O PP do prefeito Paulo Roberto Cunha organizou no Centro de Tradições Gaúchas churrasco para quase mil pessoas prestigiarem o ingresso do presidente da Câmara Dione Vieira Guimarães (ex-PTN) no partido e de mais 200 novos filiados. </P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt">&nbsp;</P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt">No mesmo horário, em um restaurante do outro lado da cidade, o senador Marconi Perillo (PSDB) e o deputado estadual Padre Ferreira (PSDB) serviram um almoço recheado de críticas ao partido do governador Alcides Rodrigues (PP).</P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt">&nbsp;</P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt">Principal nome do tucanato em Goiás, Marconi afirmou que o seu partido já está cansado de "carregar o piano para o PP". Ele ainda se disse responsável pelo fortalecimento do prefeito Paulo Roberto Cunha no município e protestou pela falta de reconhecimento. "Na minha gestão como governador, o Estado investiu mais de R$ 500 milhões somente em Rio Verde. Tudo isso para que, hoje em dia, as lideranças do PP sequer nos cumprimentem quando a gente se encontra". </P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt">&nbsp;</P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt">Em uma crítica direta ao prefeito Paulo Roberto Cunha, Marconi Perillo afirmou que a administração pública do município não pode mais "ficar nas mãos de um cacique que não admite jovens no poder". Sem medir palavras, o senador ainda disse que os pepistas sofrem de "dor de cotovelo".</P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt">&nbsp;</P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt">O deputado estadual Padre Ferreira garantiu estar pronto para administrar Rio Verde e também atacou o atual chefe do Executivo Municipal. "Uma cidade tão progressista não pode continuar entregue a uma política arcaica e, muito menos, ao coronelismo", sentenciou. </P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt">&nbsp;</P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt">Também presente no evento, o deputado federal Leonardo Vilela, cotado para suceder Antônio Faleiros na presidência do diretório estadual do PSDB, pregou a necessidade de renovação política no município. De acordo com as lideranças tucanas, Marconi será o mais importante cabo eleitoral de Padre Ferreira, conseguindo transferir parte de sua popularidade para o parlamentar.</P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt">&nbsp;</P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt">Para ler a continuação da matéria no sítio da Tribuna do Planalto, <A href="http://www.tribunadoplanalto.com.br/modules.php?name=News&amp;file=article&amp;sid=4305&amp;mode=thread&amp;order=0&amp;thold=0">clique aqui</A>.</o:p></P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=591]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2007-10-06 14:50:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Revista diz que Renan investigou vida particular de Marconi e Demóstenes]]></title>
<description><![CDATA[<P><STRONG>Espionagem de Renan tentou incluir Pedrinho Abrão</STRONG></P>
<P><STRONG>Objetivo era&nbsp;filmar Marconi e Demóstenes&nbsp;em atividades ilegais&nbsp;no aeroporto de Goiânia</STRONG></P>
<P><STRONG>Arapongas também procuraram familiares de Demóstenes em Rio Verde</STRONG></P>
<P><U>Por Policarpo Junior <I>e</I> Otávio Cabral<BR><EM>Revista Veja desta semana</EM></U></P>
<P>Para salvar seu mandato, o senador Renan Calheiros já usou a tática de constranger e ameaçar colegas do Parlamento com a divulgação de informações supostamente comprometedoras. </P>
<P>(...)</P>
<P>Às vésperas de enfrentar três outros processos no Conselho de Ética, Renan Calheiros é flagrado em outro movimento clandestino e espúrio: a espionagem de senadores. VEJA apurou que Calheiros montou um grupo de arapongas e advogados para bisbilhotar a vida de seus adversários. </P>
<P>Na mira estão dois dos principais oponentes do presidente do Congresso: o tucano Marconi Perillo e o democrata Demostenes Torres. Ambos tiveram a vida privada devassada nos últimos três meses. </P>
<P>A ousadia chegou ao ponto de, há duas semanas, os arapongas planejarem instalar câmeras de vídeo em um hangar de táxi aéreo no Aeroporto de Goiânia para filmar os embarques e os desembarques dos parlamentares. O objetivo era tentar flagrar os senadores em alguma atividade ilegal para depois chantageá-los em troca de apoio. O plano só não foi em frente porque o dono do hangar não concordou em participar da operação. </P>
<P>O grupo de espionagem é comandado pelo ex-senador Francisco Escórcio, amigo, correligionário e assessor direto de Renan Calheiros. No dia 24 passado, o assessor se reuniu em Goiânia com os advogados Heli Dourado e Wilson Azevedo. </P>
<P>Discutiram uma estratégia para criar uma situação que comprometesse os senadores Perillo e Demostenes. "Vamos ter de estourá-los", sentenciou Escórcio. Um dos advogados disse que a melhor maneira de constranger os senadores oposicionistas era colher imagens deles embarcando em jatos particulares pertencentes a empresários da região. </P>
<P>Um dos presentes lembrou que os vôos eram feitos a partir do hangar da empresa Voar, cujo proprietário é o ex-deputado Pedro Abrão, um ex-peemedebista. Na mesma noite, Abrão foi convidado a ir a um escritório no centro de Goiânia. Lá, na presença dos advogados, ouviu a proposta diretamente de Francisco Escórcio: "Nós precisamos de sua ajuda para resolver um problema para Renan", disse Escórcio. </P>
<P>Os dois já se conheciam do Congresso Nacional. "Queremos instalar câmeras de vídeo para gravar Perillo e Demostenes usando seus aviões." E completou: "Quero ver a cara deles depois disso, se eles (os senadores) vão continuar nos incomodando". Abrão ouviu a proposta e ficou de estudar. Depois, preocupado, narrou o estranho encontro a um amigo. </P>
<P>Ex-governador de Goiás, Perillo está em seu primeiro mandato. Na reta final do processo que investigava o envolvimento de Calheiros com o lobista de empreiteira, foi Perillo que apresentou a tese vencedora de que o voto no Conselho de Ética deveria ser aberto. </P>
<P>Já Demostenes Torres, ex-promotor público, é hoje um dos mais destacados parlamentares da oposição. Não é a primeira vez que ele, titular do Conselho de Ética, é vítima de arapongas. Em junho passado, logo depois das primeiras denúncias contra Calheiros, Demostenes foi um dos primeiros a defender com veemência a instalação do processo por quebra de decoro. </P>
<P>Os arapongas de Renan passaram a investigá-lo desde então. Sem cerimônia, estiveram na cidade de Rio Verde, no interior de Goiás, onde moram pessoas próximas a Demostenes. Lá, procuraram amigos e amigas que já fizeram parte da intimidade do senador. Uma dessas pessoas chegou a receber uma oferta para gravar um depoimento. Os arapongas se apresentavam como advogados, tinham sotaque carregado e, ao que parece, estavam muito interessados em fazer futrica. Não escondiam que o objetivo era intimidar o senador. </P>
<P>Na semana passada, Demostenes Torres e Marconi Perillo foram procurados por amigos em comum e avisados da trama dos arapongas de Renan. </P>
<P>Os senadores se reuniram na segunda-feira no gabinete do presidente do Tribunal de Contas de Goiás, onde chegaram a discutir a possibilidade de procurar a polícia para tentar flagrar os arapongas em ação. "Essa história é muito grave e, se confirmada, vai ser alvo de uma nova representação do meu partido contra o senador Renan Calheiros", disse o tucano Marconi Perillo. </P>
<P>"Se alguém quiser saber os meus itinerários, basta me perguntar. Tenho todos os comprovantes de vôos e os respectivos pagamentos." Demostenes Torres disse que vai solicitar uma reunião extraordinária das lideranças do DEM para decidir quais as providências que serão tomadas contra Calheiros. "É intolerável sob qualquer critério que o presidente utilize a estrutura funcional do Congresso para cometer crimes", afirma Demóstenes. </P>
<P>Francisco Escórcio foi contratado em novembro do ano passado pelo senador Calheiros como assessor técnico da Presidência. Antes, trabalhou com o ex-ministro José Dirceu no cargo de assessor especial da Casa Civil. Despacha em uma sala a poucos metros de Renan e ganha um salário de 9.301 reais. O que ele faz? "Faço o que Renan me mandar fazer", disse a VEJA. Escórcio, o advogado Heli Dourado e seu sócio Wilson Azevedo foram ouvidos simultaneamente sobre o plano para bisbilhotar os senadores. </P>
<P>Escórcio afirmou que esteve em Goiânia no dia 24 "para pegar umas fotos", que se reuniu com o advogado Heli Dourado e "outras pessoas" num escritório e que, por acaso, o empresário Pedro Abrão "apareceu por lá e eu até disse que ele estava bem magrinho". </P>
<P>Heli Dourado confirma que esteve reunido com Escórcio "para discutir um processo judicial de interesse da família Sarney" e garante que "Pedro Abrão não participou da conversa". Wilson Azevedo, seu sócio, diz que "esteve com Escórcio há uns dez dias num encontro informal" e que não vê Pedro Abrão "há uns seis anos". Pedro Abrão, por sua vez, confirma que os senadores usam seu hangar, que conhece os personagens citados, mas que não participou de nenhuma reunião. O empresário, que já pesou mais de 120 quilos, fez uma cirurgia de redução de estômago e está bem magrinho, como disse Escórcio. Renan Calheiros não quis falar. </P>
<P>Para ler a matéria completa no sítio da Veja, <A href="http://veja.abril.com.br/101007/p_060.shtml">clique aqui</A>.</P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=590]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2007-10-06 00:45:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Goiás E.C. tem a maior torcida de Goiânia. São Paulo é 2º e Vila Nova é 5º]]></title>
<description><![CDATA[<P>A TNS Sports, conceituado instituto de pesquisa inglês, fez uma parceria com a revista Placar que resultou num Raio X completo das torcidas de futebol no Brasil e em outros nove países apaixonados por futebol.&nbsp;</P>
<P>É a primeira vez que um instituto fora de Goiás fez uma pesquisa em Goiânia para saber qual time tem maior torcida. </P>
<P>E na pesquisa, o Goiás E.C. é o líder com 23,7% das preferências dos goianienses. </P>
<P>A surpresa é o segundo colocado em Goiânia: o São Paulo F.C., com 17,1%. O terceiro colocado é o Palmeiras com 10,5%. </P>
<P>A quarta posição é do Corinthians, com 7,9%. </P>
<P>E só na quinta posição aparece um outro time goiano: o Vila Nova, com 6,6%. O Vila, no entanto, tem mais torcida na capital do que o Flamengo, que aparece na sexta posição com 5,3% das preferências.</P>
<P>Se formos contar as pessoas que disseram torcer apenas pela seleção brasileira, o Vila Nova cai para a sexta posição. </P>
<P>11,8% dizem torcer para outros times além dos já citados no quadro que ilustra esta postagem.</P>
<P>É bom lembrar que a pesquisa foi feita só em Goiânia. Se fosse realizada no Estado todo, a liderança do Goiás tenderia a crescer ainda mais, conforme já foi comprovado por outros institutos locais, como o Serpes, por exemplo. </P>
<P>Entre outras coisas, descubriu-se que o Corinthians tem hoje torcida idêntica à do Flamengo no Brasil: 15,3% para o time carioca e 14,8% para o time paulista. </P>
<P>Antes que algum flamenguista critique a pesquisa, uma ressalva: o instituto só fez o levamento em 13 capitais do Brasil e algumas cidades maiores de São Paulo, Rio e Minas. </P>
<P>Quando o levantamento é feito no Brasil inteiro, com amostra de todas as cidades do interior, o Flamengo ainda vence o Corinthians com folga. </P>
<P>Uma prova da superioridade do Flamengo no Brasil inteiro é que o Datafolha fez pesquisa nacional em setembro deste ano, que deu 17% ao time carioca e 12% ao Corinthians, índice semelhante a uma pesquisa idêntica feita em 1993. </P>
<P>Na pesquisa da TNS Sports, O Goiás E.C. tem a 17ª maior torcida do Brasil, com 0,38% da preferência dos brasileiros,&nbsp;índice que é maior do que a do Santa Cruz ou do Coritiba, por exemplo.&nbsp; É o único time goiano que aparece na lista dos 40 primeiros colocados.</P>
<P>A pesquisa completa em todas as capitais, com mais detalhes, pode ser lida na edição de outubro da revista Placar, que já está nas bancas de Goiânia.</P>
<P><STRONG>Em tempo:</STRONG> aqui vai o <A href="http://www.serpes.com.br/pesquisa.aspx?ID=154">link para uma pesquisa Serpes</A> feita em Goiânia em janeiro deste ano. A pesquisa, no entanto, só aceitava que o entrevistado respondesse um time goiano. O Goiás teve 46,1% contra 14,9% do Vila Nova. O que dá a mesma proporção da pesquisa da TNS se computarmos apenas os times goianos. </P>
<P>Para visualizar a pesquisa Serpes <A href="http://www.serpes.com.br/pesquisa.aspx?ID=154">clique aqui</A>. </P>
<P>O sítio do <A href="http://globoesporte.globo.com/ESP/Noticia/Arquivo/0,,AA1482230-4414,00.html">Globo Esporte</A> também noticiou a pesquisa. Para ver a matéria, <A href="http://globoesporte.globo.com/ESP/Noticia/Arquivo/0,,AA1482230-4414,00.html">clique aqui</A>.</P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=587]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2007-10-05 14:56:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Uma reestréia importante]]></title>
<description><![CDATA[<P>Reestreou hoje o blog do jornalista Vassil Oliveira. </P>
<P>E a reestréia veio com dois textos bons sobre Mabel, um cujo título é "A referência Braga" e uma retrospectiva do confronto histórico entre Nion Albernaz (PSDB) e Luiz Bittencourt (PMDB) em 1996. </P>
<P>A eleição de 1996 em Goiânia mudou o curso da política goiana no século passado. Foi a primeira vitória importante da história do PSDB goiano e a primeira vez que o PT se aliou ao PMDB (veladamente no primeiro turno, declaradamente no segundo). </P>
<P>O endereço para acessar o blog, que promete ser atualizado diariamente, é <A href="http://www.vassil.com.br">www.vassil.com.br</A></P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=588]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2007-10-05 14:47:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Detritos da Perdigão caem em rio]]></title>
<description><![CDATA[<P><B>Empresa recebeu multa de R$ 500 mil e pode levar outra de R$ 7,2 milhões 
<P>A água contaminada foi distribuída para 93% dos consumidores de Rio Verde (GO), segundo a Secretaria do Meio Ambiente da cidade </B><BR><BR><B>POR FELIPE BÄCHTOLD</B><BR><FONT size=-1><U>Publicado hoje na Folha de S.Paulo</U></FONT></P>
<P>Um acidente em uma fábrica da Perdigão provocou a contaminação de um manancial e comprometeu o abastecimento de água em Rio Verde (241 km de Goiânia), em Goiás.<BR>A Agência Ambiental do Estado aplicou multa de R$ 500 mil à empresa, que pode ser autuada ainda em R$ 7,2 milhões pela prefeitura.</P>
<P>Em 14 de setembro, uma falha em um sistema de bombeamento na indústria da Perdigão levou rejeitos de animais ao rio que abastece a cidade, que tem 133 mil habitantes.<BR>A Saneago, empresa responsável pelo tratamento da água, não foi alertada em tempo, e o material vazado chegou aos consumidores.</P>
<P>A Secretaria do Meio Ambiente da cidade diz que houve aumento de casos de infecção intestinal no município nos dias subseqüentes ao acidente. A água contaminada foi distribuída para 93% dos consumidores da cidade, segundo a secretaria.</P>
<P>O acidente teve início durante a madrugada, após pane em equipamento que bombeava restos de animais para tratamento na fábrica da Perdigão. A unidade da indústria é a maior do Brasil na área de carnes, segundo a empresa.</P>
<P>Os detritos se espalharam pela fábrica, encheram e transbordaram de uma lagoa de contenção e atingiram o córrego Abóbora, onde é feita a captação de água para a rede de abastecimento público da cidade de Rio Verde.</P>
<P>O problema na fábrica só foi percebido e contido durante a manhã. Peritos estimam que tenham vazado pelo menos 400 m3 de matéria orgânica, o que equivale a 400 caixas d'água de mil litros.<BR>A estação de tratamento de água da Saneago teve que interromper o fornecimento de água. Os consumidores foram orientados a esvaziar e a limpar as suas caixas d'água. A Saneago estima que em cada uma das residências tenha ocorrido uma perda de cerca de 7.500 litros de água.</P>
<P>A estação de captação fechou por algumas horas para limpeza de filtros e decantadores.<BR>A Secretaria do Meio Ambiente de Rio Verde pretende multar a indústria em outros R$ 7,2 milhões. A Saneago vai pedir indenização pelos prejuízos causados à rede de abastecimento da cidade.<BR><BR><B>Papel e celulose</B><BR>Na sexta-feira, um novo acidente voltou a ocorrer no mesmo rio em Rio Verde. Um vazamento de óleo, usado na caldeira de uma fábrica de papel e celulose da empresa Orsa, atingiu o córrego. O material não chegou a afetar a estação de tratamento de água.</P>
<P>A prefeitura e a Agência Ambiental de Goiás ainda avaliam os danos provocados pelo acidente. Segundo a agência, a região onde é feita a captação de água fica em um distrito industrial da cidade e fica sujeita a problemas ambientais.</P>
<P><STRONG>Não houve negligência, diz empresa</STRONG> </P>
<P>A Perdigão informou que o vazamento em Rio Verde (GO) foi uma "fatalidade" e que não houve "negligência ou omissão".</P>
<P>Ela afirmou que o vazamento ocorreu por canais pluviais subterrâneos e que não era facilmente perceptível. Técnicos suas pararam atividades assim que o problema foi notado, para estancar o vazamento. A Perdigão disse que o material provocou somente mudanças na cor e no odor da água consumida, sem causar danos à saúde.</P>
<P>A substância que vazou, de acordo com a empresa, continha apenas água com corante e gordura.<BR>A Perdigão afirmou desconhecer suspeita de problemas de saúde na população após o acidente.<BR>Já a Orsa, responsável pela fábrica onde ocorreu outro vazamento, diz que peritos da empresa estão avaliando, com supervisão da prefeitura, as causas do acidente e afirma que ampliará ações para evitar novos problemas.<B> </B></P>
<P><STRONG>Para ler a matéria no sítio da Folha de S.Paulo, <A href="http://www1.folha.uol.com.br/fsp/cotidian/ff0410200724.htm">clique aqui</A>.</STRONG></P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=586]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2007-10-04 01:36:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Boletim de Marconi volta atrás e diz que tucano não deixou dinheiro em caixa]]></title>
<description><![CDATA[<P>Como diz o jornalista Vassil Oliveira, acompanhar o boletim diário do senador Marconi Perillo (PSDB) é uma diversão só.</P>
<P>Hoje, o <A href="http://www.marconiperillo.com.br/site/boletins/38.pdf">boletim extra</A>&nbsp;solta uma "errata" em relação ao boletim de anteontem, noticiado aqui (<A href="http://www.marconiperillo.com.br/site/boletins/33.pdf">clique aqui e leia de novo o boletim de anteontem</A>)</P>
<P>Tem sido prática do boletim de Marconi, aliás, pregar o rompimento com Alcides num dia e pedir desculpas no dia seguinte. </P>
<P>O <A href="http://www.marconiperillo.com.br/site/boletins/38.pdf">boletim-errata de hoje</A> diz que "esta assessoria de imprensa transcreveu de forma errada discurso do senador Marconi Perillo em cidades do interior, onde tem participado de eventos do PSDB. Marconi Perillo não disse que deixou dinheiro em caixa, mas as folhas de pagamento do funcionalismo público em dia, exceto do Tribunal de Justiça e do MP, pagas no 1º dia útil do Governo Alcides Rodrigues". </P>
<P>Enfim, o texto (bastante confuso, por sinal) acaba por confirmar, pela primeira vez em público, que Marconi Perillo não deixou nenhum dinheiro em caixa para o seu sucessor, Alcides Rodrigues (PP). </P>
<P>Em outro trecho do boletim, chamado de "<A href="http://www.marconiperillo.com.br/site/boletins/38.pdf">Reflexões (De responsabilidade do editor)</A>", há mais confusão do que esclarecimento. </P>
<P>Voltando ao primeiro texto, ele informa que "também errou esta assessoria, supondo ligação natural entre a manchete e o texto correspondente (contidos no boletim 34, ao lado), referindo-se à exigência do Senador de pressupostos para seu aval a candidatos para as eleições municipais. Trata-se de exigência aos candidatos do PSDB que queiram ter o aval do Senador nas Eleições Municipais de 2008. Marconi tem colocado pré-requisitos p/ dar seu apoio, tais como: ser bom candidato, ter história e credibilidade, ter bom projeto e, depois de eleito, administrar bem. Com estar Pré-condições, "é melhor perder com um candidato qualificado do que avalizar qualquer um” (frase do Senador)."</P>
<P>Não sei se o texto esclarece alguma coisa. Mas de qualquer forma, está feito o registro.</P>
<P>Recomendo ao leitor que veja o boletim-errata na íntegra. Para tanto, basta <A href="http://www.marconiperillo.com.br/site/boletins/38.pdf">clicar aqui</A>.</P>
<P>E quem quiser ler o boletim que provocou esta errata, favor <A href="http://www.marconiperillo.com.br/site/boletins/33.pdf">clicar aqui</A>.</P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=584]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2007-10-03 15:45:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Em defesa de Cuca]]></title>
<description><![CDATA[<P>Cuca, que pediu demissão do Botafogo semana passada, é hoje o único técnico de futebol do&nbsp;Brasil que sabe armar times para jogar para frente, com beleza, sem descuidar da eficiência.</P>
<P>Muricy Ramalho e Mano Menezes são bons técnicos? Sim. Mas só se preocupam com a eficiência.</P>
<P>Cuca gosta de botar seus times no ataque. Foi assim quando esteve no Goiás, em 2003. </P>
<P>Ele assumiu a equipe esmeraldina quando ela amargava a última posição da tabela, com o primeiro turno já encerrado. </P>
<P>Mesmo com a equipe se reabilitando e passando para a zona intermediária, sem chances de título e de Libertadores, a média de público dos jogos do Goiás no Serra Dourada foi superior a 25 mil pagantes. </P>
<P>Geninho, em 2005, deixou o Goiás em terceiro lugar, classificando-o para a Libertadores, mas a média de público foi de 15 mil.</P>
<P>Qual a diferença entre Cuca e Geninho? Cuca fazia o time jogar bonito. Geninho só se preocupou com resultados. </P>
<P>A torcida preferiu a primeira opção (que também trouxe resultados, tanto que o Goiás foi vice-campeão do segundo turno).</P>
<P>O time do São Paulo campeão da Libertadores e do Mundo em 2005 foi montado por Cuca - um ano antes, em 2004. </P>
<P>O mesmo Cuca que conseguiu, no primeiro turno deste ano, fazer o Botafogo ter o futebol mais bonito do Brasil, o que rendeu a liderança do campeonato durante alguns meses. </P>
<P>O caso-Dodô e instabilidades internas foram mais responsáveis pela má fase do Botafogo do que o comando de Cuca.</P>
<P>Tanto que, no jogo Botafogo 0 x 3 Goiás, na estréia do retranqueiro Mário Sérgio, o grito da torcida no Maracanã era "olê, olá, Cuca, Cuca". </P>
<P>O grande problema que atrapalha a carreira de Cuca, por enquanto, é o fato de não ter títulos em seu currículo. O que é apenas questão de tempo.</P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=583]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2007-10-03 14:10:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Gerundismo não é o problema central. É o que ele significa]]></title>
<description><![CDATA[<P>Uma coisa é o gerúndio, outra é o gerundismo. Mesmo assim, até agora não entendi qual dos dois o governador-marqueteiro José Arruda (DEM) "demitiu" do Distrito Federal.</P>
<P>De qualquer forma, o pior do gerundismo não é o gerundismo e, sim, o que leva a pessoa a praticá-lo: a falta de compromisso de quem o pronuncia. Quem diz isso é o lingüista Sírio Possenti. </P>
<P>Aliás, pergunte ao cidadão do DF qual das duas alternativas ele prefere:<BR>A) falta de compromisso sem gerundismo <BR>B) gerundismo sem falta de compromisso. </P>
<P>Certamente optará pela segunda opção. </P>
<P>Até porque, ao "demitir" o gerundismo, logo os atores da falta de compromisso encontrarão um substituto para justificar a ineficiência.</P>
<P>O que foi "demitido" foi a conseqüência e não a causa do problema.</P>
<P>Repita-se: O gerundismo (ou o gerúndio) não é o problema central. É o que ele significa.</P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=582]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2007-10-03 04:54:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[‘Eu vou romper’ está no forno]]></title>
<description><![CDATA[<P>Em mais um capítulo do livro "Eu vou romper!", o senador Marconi Perillo (PSDB) ataca o governador Alcides Rodrigues (PP) em seu <A href="http://www.marconiperillo.com.br/site/boletins/33.pdf">boletim número 34</A>, publicado ontem.</P>
<P>“Pior do que perder uma eleição é ganhar e não dar conta do recado”&nbsp;é o título do boletim, frase pronunciada pelo próprio Marconi. </P>
<P>Não há nenhuma citação a Alcides no texto. </P>
<P>Mas não há como a frase ter sido endereçada a outra pessoa, principalmente pelo contexto atual de crise entre ambos.</P>
<P>Curiosamente, o texto da matéria não cita a frase forte do título. </P>
<P>Apenas diz que Marconi deixou dinheiro em caixa, pagamento em dia, todos os programas sociais pagos e ampla melhoria no perfil da dívida que herdou de governos passados.</P>
<P>Para ler o boletim na íntegra, <A href="http://www.marconiperillo.com.br/site/boletins/33.pdf">clique aqui</A>. </P>
<P><STRONG>Em tempo:</STRONG>&nbsp;note como a foto de Marconi foi mal recortada e jogada em cima da platéia na foto que ilustra a edição deste boletim. Além do recorte ter sido mal feito, tem-se a sensação que Marconi está falando para um lado e a platéia está olhando para o outro. É no mínimo engraçado.</P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=581]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2007-10-02 18:45:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[A saída à francesa de Marconi]]></title>
<description><![CDATA[<P><EM>Por Eduardo Sartorato</EM><BR><A href="http://www.tribunadoplanalto.com.br/modules.php?name=News&amp;file=article&amp;sid=4275&amp;mode=thread&amp;order=0&amp;thold=0">Da Tribuna do Planalto</A></P>
<P>Na segunda-feira, 24, deputados tucanos se reuniram na casa de Daniel Goulart e, por meio de uma votação improvisada, definiram que o senador Marconi Perillo (PSDB) não será candidato em Goiânia. Decisão previsível. </P>
<P>Nas últimas semanas, o discurso de que Marconi deveria ser preservado para 2010 cresceu justamente entre os aliados mais próximos dele. Leonardo Vilela, Raquel Teixeira e Jardel Sebba foram algumas das lideranças que fizeram uma espécie de 'campanha' para que Marconi continuasse em Brasília. </P>
<P>Pode parecer, mas a ação não foi isolada. </P>
<P>Espertamente, Marconi articulou sua saída do processo, pois a sustentação de uma postulação já estava ficando perigosa. </P>
<P>Quando o senador se pôs à disposição, o PSDB corria riscos de uma debandada em massa. Criar expectativa de poder foi a estratégia usada para evitar o enfraquecimento do PSDB. O tiro, porém, saiu pela culatra. </P>
<P>A possibilidade não pegou bem entre as lideranças do interior. A lém disso, ao deixar o nome, Marconi intimidou o surgimento de novos pré-candidatos. Sem falar que, a idéia estava começando a ganhar força e seria difícil dizer 'não' depois. Com a manobra, Marconi resolveu o problema. Saiu de cena sem desgaste. O problema é que a decisão deixa o PSDB na estaca zero. </P>
<P>Leia a íntegra da coluna <EM>Linha Direta</EM>, assinada por Filemon Pereira e colaboradores, <A href="http://www.tribunadoplanalto.com.br/modules.php?name=News&amp;file=article&amp;sid=4275&amp;mode=thread&amp;order=0&amp;thold=0">clicando aqui</A>.</P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=579]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2007-10-02 10:38:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[‘Marconi Ferraço’ é o vilão]]></title>
<description><![CDATA[<P>Involuntariamente, a nova novela das oito da Rede Globo faz nascer, pelo menos&nbsp;em Goiás, uma boa piada. </P>
<P>Está no release de Duas Caras, nova novela da&nbsp;Globo:</P>
<P>O ator Dalton Vigh interpretará, na novela <A href="http://duascaras.globo.com/Novela/Duascaras/Personagens/0,,PS1695-9178,00.html">Duas Caras</A>, o personagem "<A href="http://duascaras.globo.com/Novela/Duascaras/Personagens/0,,PS1695-9178,00.html">Marconi Ferraço</A>".</P>
<P>Mas o nome real dele na novela é Adalberto Rangel. Só depois que faz cirurgia plástica e muda de rosto, adota nova identidade.</P>
<P>E a partir daí, passa a se chamar <A href="http://duascaras.globo.com/Novela/Duascaras/Personagens/0,,PS1695-9178,00.html">Marconi Ferraço</A>, que deixa de ser golpista para virar empreiteiro. </P>
<P>Leia o release completo do personagem <A href="http://duascaras.globo.com/Novela/Duascaras/Personagens/0,,PS1695-9178,00.html">clicando aqui</A>.</P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=580]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2007-09-29 20:04:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Iris Rezende quer mesmo o PT?]]></title>
<description><![CDATA[<P>Historicamente, o prefeito Iris Rezende (PMDB) e o PT nunca se deram bem. </P>
<P>Mais do que isso, a natureza ideológica e programática de ambos nunca coincidiu. </P>
<P>As entrevistas que Iris concedeu este ano, lidas nas entrelinhas (e também fora delas) deixam isso claro novamente, como se verá a seguir. Além desse fato, uma rápida olhada na histórica relação entre os dois partidos também mostra mais diferenças do que semelhanças. </P>
<P>Nas duas vezes em que foi governador, o PT foi oposição a Iris. Em 1998, quando Iris tentou se eleger pela terceira vez governador, o PT deu um apoio decisivo a Marconi Perillo (PSDB) no segundo turno da eleição. </P>
<P>Em 2004, quando se candidatou a prefeito, Iris cresceu em popularidade justamente no momento em que mais atacou a gestão do então prefeito Pedro Wilson (PT). Este, candidato à reeleição, passou a campanha toda atacando Iris. <BR><BR>Se regionalmente, Iris e PT não se bicam, nacionalmente a história ainda é pior. </P>
<P>Em 1989, quando Luiz Inácio Lula da Silva (PT) lutava para ser presidente da República na primeira eleição direta para presidente pós-redemocratização, o então ministro Iris indicou o peemedebista Lázaro Barbosa para ser coordenador em Goiás da campanha de Fernando Collor (PRN). </P>
<P>Nas duas eleições presidenciais seguintes, Iris deu apoio velado (em 1994) e declarado (em 1998) a Fernando Henrique Cardoso (PSDB) contra Lula. Tanto que o apoio de 1998 foi recompensado: Iris virou ministro da Justiça no governo tucano. Isso, mesmo com FHC pertencendo ao PSDB, partido rival de Iris no Estado. </P>
<P>Em 2002, quando Maguito tentou levar o PMDB goiano ao palanque de Lula, Iris deu pelo menos duas entrevistas dizendo que preferia seu partido ao lado de José Serra (PSDB). <BR><BR>A história não acaba aí. </P>
<P>Em 2006, quando PT fez de tudo para indicar o vice de Maguito Vilela (PMDB), Iris lavou as mãos no processo. Não moveu um dedo para que Maguito aceitasse a opção do PT por Valdi Camárcio na vice de Maguito. </P>
<P>Com o PT na coligação, o PMDB teria pelo menos cinco minutos a mais de tempo de televisão que a candidatura de Alcides Rodrigues (PP) e ainda impediria o nascimento da candidatura de Barbosa Neto (PSB). Maguito e Iris expulsaram o PT e optaram por uma chapa pura. </P>
<P>Que redundou em derrota, mesmo com o arrependimento tardio no segundo turno, quando Maguito e Iris foram atrás do PT. <BR><BR>Este ano, Iris manifestou o desejo de contar com o PT na sua administração e na coligação da candidatura à reeleição ano que vem. O PT ainda hesita. Já Iris diz "sim" querendo dizer "não" </P>
<P>Vamos pegar apenas a entrevista mais recente de Iris, dada na quarta-feira, 26, à <A href="http://www.radio730.com.br">Rádio 730</A>, para comprovar esse fato.<BR><BR>Aos jornalistas da <A href="http://www.radio730.com.br">730</A>, Iris diz que só ele investe em saúde e que os governos federal e estadual não ajudam em nada. </P>
<P>Iris também manifestou uma indignação: afirmou que o governo Lula fica com 70% dos impostos e não distribui nada para os municípios. É verdade o que ele diz? Sim. Mas é o tipo de verdade que não se diz se Iris quisesse mesmo ter o PT de Lula como aliado. <BR><BR>Não é só do PT nacional que Iris fala mal. Ele também volta a atacar o PT regional. </P>
<P>Tanto que lembrou, por duas vezes, que recebeu a prefeitura "muito endividada" do seu antecessor (que era o petista Pedro Wilson). E foi além: "não foi um débito consolidado que assumi, foram dívidas de 2004 mesmo", enfatizou.&nbsp; <BR><BR>Iris criticou também a forma como a saúde era tratada na gestão anterior, tanto que a marcação de consultas por telefone - criada por Nion Albernaz - só teria sido reativada agora. </P>
<P>"E quando eu peguei a prefeitura, os Cais não funcionavam 24 horas. Agora funcionam", diz Iris, novamente criticando seu antecessor, Pedro Wilson. Sem contar os auto-elogios no seu tema preferido: asfalto. <BR><BR>Aliás, a gestão de Iris na prefeitura é diametralmente oposta à de Pedro Wilson. </P>
<P>Ambos têm prioridades diferentes, estilos opostos e ideologias nada parecidas. Iris está errado em criticar o PT? Não necessariamente. </P>
<P>O problema, aqui, é o fato dele estar forçando uma aliança que é contra seus próprios princípios e que, no futuro, pode acabar causando mais danos. </P>
<P>Afinal, se Iris vai passar a campanha de 2008 dizendo o que consertou o que estava errado na gestão de Pedro Wilson, não é no mínimo constrangedor ter este mesmo Pedro e todo o PT em seu palanque? </P>
<P>Uma aliança entre&nbsp;PMDB e o PT&nbsp;é algo para se pensar&nbsp;com cuidado. </P>
<P>Até porque o eleitor anda cansado de alianças transgênicas. E uma aliança forçada quase sempre acaba em rompimento precipitado.</P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=578]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2007-09-29 19:32:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Marconi e Arruda na festa de Kakay]]></title>
<description><![CDATA[<P>Veja, abaixo, notícia publicada ontem no <A href="http://www.jornalpequeno.com.br/2007/9/28/Pagina64815.htm">Jornal Pequeno</A>, de São Luís (MA).</P>
<P><STRONG>Festa de arromba</STRONG></P>
<P><EM>Por Ucho Hadda</EM></P>
<P>Discurso do aniversariante e champanhe francês Veuve Cliquot à vontade durante toda a noite. Assim foi o rega-bofe oferecido por Antonio Carlos de Almeida Castro, o Kakay, aos mil convidados que em Brasília comemoraram os cinqüenta anos de um dos mais requisitados advogados da corte. Na festança, que aconteceu no final de semana, estavam presentes a família Sarney (José, Roseana e Zequinha, além de Jorge Murad), o senador Marconi Perillo, o ex-ministro Sepúlveda Pertence (STF), além do governador do DF, José Roberto Arruda, e a namorada Flávia. </P>
<P>Entre ao advogados que compareceram ao beija-mão estava o criminalista Roberto Podval, que trocou a Paulicéia Desvairada por Brasília. Podval, para quem não se lembra, é o defensor de Sérgio Gomes da Silva, o “Sombra”, acusado de ser o mentor intelectual do assassinato do ex-prefeito de Santo André, Celso Daniel. Em tempo: uma conhecida figurinha carimbada da Corte, que freqüenta as esferas palacianas e é dado a mergulhos desnecessários e escandalosos, não compareceu à festa de Kakay. O anfitrião isolou a piscina.</P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=577]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2007-09-29 10:32:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Sandro Mabel X Iris Rezende?]]></title>
<description><![CDATA[<P>Essa história de Sandro Mabel (PR) transferir seu título eleitoral de Aparecida de Goiânia para Goiânia para ser candidato a prefeito da capital em 2008 não passa de conversa fiada. </P>
<P>A tática de Mabel é mostrar ao PMDB que ele topa enfrentar Iris se Maguito resolver enfrentar seu grupo (de José Macedo e Ademir Menezes) em Aparecida. </P>
<P>Maguito pode ficar tranqüilo. Pode se candidatar a prefeito de Aparecida sem medo.</P>
<P>Mabel pode até transferir seu título eleitoral para Goiânia. Mas jamais enfrentaria Iris Rezende nas circunstâncias atuais. </P>
<P>Falta muita coisa a Sandro Mabel, mas há algo que sobra: senso de realidade.</P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=576]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2007-09-29 08:24:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Você é canhoto? Cuidado!]]></title>
<description><![CDATA[<P>O problema atual da revista <EM>Veja</EM> é achar que lidera uma cruzada contra a esquerda no mundo todo. </P>
<P>Nessa cruzada, acaba por ver&nbsp;fantasmas. Afinal, ela é a única ainda a acreditar, por exemplo, que Lula e o PT são de esquerda. </P>
<P>Do nada, do nada, esta semana o alvo é o ex-guerrilheiro Che Guevara (<A href="http://veja.abril.com.br/idade/exclusivo/031007/imagens/capa380.jpg">clique aqui para visualizar a capa</A>). </P>
<P>Para criticá-lo publicamente, vale tudo. Até mesmo sua vida particular, incluindo sua higiene pessoal. Tanto que a matéria da revista abre com os seguintes dizeres:</P>
<P><EM><STRONG>Há quarenta anos morria o homem e nascia a farsa</STRONG> </EM></P>
<P><EM>"Não disparem. Sou Che. Valho mais vivo do que morto." Há quarenta anos, no dia 8 de outubro de 1967, essa frase foi gritada por um guerrilheiro maltrapilho e sujo metido em uma grota nos confins da Bolívia. Nunca mais foi lembrada. Seu esquecimento deve-se ao fato de que o pedido de misericórdia, o apelo desesperado pela própria vida e o reconhecimento sem disfarce da derrota não combinam com a aura mitológica criada em torno de tudo o que se refere à vida e à morte de Ernesto Guevara Lynch de la Serna, argentino de Rosário, o Che, que antes, para os companheiros, era apenas "el chancho", o porco, porque não gostava de banho e "tinha cheiro de rim fervido".</EM></P>
<P>Che, no entanto, não tem a força que <EM>Veja</EM> atribui a ele ainda hoje. </P>
<P>A imagem do revolucionário não passa, hoje, de um símbolo capitalista. Impresso em camisetas, principalmentes.</P>
<P>Que, entre outras coisas, dá dinheiro. Assim como&nbsp;as visitas ao&nbsp;túmulo de Lênin, por exemplo. </P>
<P>Ao criticar Che, a revista acaba reforçando&nbsp;o mito que se criou, em vez de desconstruí-lo. Entre outras coisas, porque a rejeição atual dos leitores brasileiros à revista é, talvez, maior do que a aceitação.</P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=575]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2007-09-28 19:29:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Blogs: 9 milhões de leitores no Brasil]]></title>
<description><![CDATA[<P><A href="http://idgnow.uol.com.br/internet/blog_dos_blogs/archive/2007/09/21/quase-9-milhes-de-brasileiros-lem-blogs/"><EM>Por Ralphe Manzoni Jr.</EM><BR><EM>do IDG</EM></A></P>
<P>Quase 9 milhões de pessoas acessam e lêem blogs, de acordo com dados do Ibope/NetRatings de agosto, o que representa 46% do número de internautas ativos no mês.</P>
<P>"Os dados mostram também que o Brasil está no patamar dos Estados Unidos e do Reino Unido, mercados em que o uso de redes sociais é maior que o de blogs, mas atrás de França e, principalmente, Japão", afirma José Calazans, analista do Ibope Inteligência.</P>
<P>Em agosto, de acordo com o Ibope/NetRatings, praticamente 15 milhões de usuários residenciais navegaram em Comunidades (incluindo redes sociais, bate-papos, fóruns e blogs), o que equivale a cerca de 80% do total de internautas ativos domiciliares do mês. Desses, mais de 13 milhões (70% do total de usuários) entraram em redes sociais.</P>
<P>A audiência de ferramentas que reúnem blogs amadores (como WordPress.com e Blogger) em geral é bastante jovem, com metade com idade inferior a 25 anos. No WordPress.com, essa audiência jovem ainda é mais acentuada e chega a ser até mais de 50%. </P>
<P>"É uma audiência mais nova que a dos sites tradicionais de notícias, cuja audiência até 24 anos gira entre 25% e 40% do total de usuários", diz Calazans.</P>
<P>O hábito de navegação de pessoas mais velhas, de escolher determinada página para ler e acompanhar notícias, segundo Calazans, é diferente do de pessoas mais jovens, que procuram informações pelos buscadores. </P>
<P>Ao realizar as buscas, os jovens acabam caindo em páginas amadoras, mesmo que essas fontes não usufruam da mesma credibilidade do jornalismo tradicional. </P>
<P>"E sabe os que eles buscam, além de temas humorísticos e pornográficos? Resolver seus problemas com trabalhos escolares, pegar música distribuída na rede, informações sobre como usar o eMule, como baixar um programa que consiga desbloquear o celular para usar em outra operadora e por aí vai."</P>
<P>Em outros países, os blogs mais populares não são ligados à Wired. Os mais vistos versam sobre hobbies, sobre assuntos de casa, como "Como consegui mudar a pintura da casa sem gastar uma fortuna", ou "Como pescar mais usando iscas naturais".</P>
<P><A href="http://idgnow.uol.com.br/internet/blog_dos_blogs/archive/2007/09/21/quase-9-milhes-de-brasileiros-lem-blogs/">Clique aqui para ir ao site do IDG</A></P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=574]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2007-09-26 13:26:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Relatório da PF cita contrato de R$ 6 mi que Marconi fez com SMPB em Goiás]]></title>
<description><![CDATA[<P>Dica de leitura: o <A href="http://conjur.estadao.com.br/pdf/relatorio.pdf">relatório da Polícia Federal</A> que foi entregue ao Ministro Joaquim Barbosa do STF sobre o mensalão tucano.</P>
<P>No relatório, o tucano Marconi Perillo (hoje senador) foi citado na página 104.&nbsp;O trecho que cita Marconi diz o seguinte:</P>
<P><EM>"Foi recebida a informação de que AMADEU MACHADO FILHO, indicado como beneficiário do cheque compensado no dia 01/09/98 valor de R$ 242.271,17, faleceu no dia 29/11/1998, conforme certidão constante à fl. 2419, motivo pelo qual não foi possível identificar a natureza deste pagamento. Na época do recebimento da quantia acima indicada e até seu falecimento, AMADEU MACHADO FILHO residia em Goiânia/GO, sendo sócio-proprietário do HOTEL VANARTI, localizado na Rua Eugênio Jardim nº 111, Setor Leste Vila Nova, naquela capital. <STRONG>Ressalte-se que no ano de 1998 MARCONI PERILLO foi eleito governador&nbsp;do Estado de Goiás pelo PSDB, sendo que durante sua gestão a empresa SMP&amp;B COMUNICAÇÃO LTDA foi contratada pela Agência de Comunicação Oficial de Goiás – AGECOM, tendo recebido mais R$ 6 milhões entre os anos 2000 e 2003</STRONG>. É necessária a obtenção do afastamento do sigilo bancário da conta corrente nº 209020, agência nº 1235 do Banco Bradesco S.A., de titularidade de AMADEU MACHADO FILHO para se verificar a destinação da quantia de R$242.271,17 oriunda do contrato de mútuo firmado pela SMP&amp;B COMUNICAÇÃO LTDA com o BCN S.A., contrato este posteriormente quitado com recursos da CEMIG. O cheque no valor de R$ 41.000,00, destinado à RENILDA MARIA SANTIAGO no dia 31/08/98, diz respeito à porcentagem que lhe coube pela transação ilícita realizada por MARCOS VALÉRIO."</EM></P>
<P>Nota: o grifo acima é deste blogueiro e não do relatório da PF</P>
<P>Para ler o relatório completo (e até fazer download), <A href="http://conjur.estadao.com.br/pdf/relatorio.pdf">clique aqui</A>. </P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=573]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2007-09-24 07:53:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Marcos Valério passou por MG e GO]]></title>
<description><![CDATA[<P>Embora hoje esquecido pela mídia, Marcos Valério não atuou apenas no governo Lula e no PSDB mineiro. Passou também pelo PSDB goiano, como pode ser visto em breve retrospectiva nas notas abaixo:</P>
<P>- Goiás tem contrato suspeito com SMPB (Folha de S.Paulo) - 21/10/2005<BR><A href="http://www1.folha.uol.com.br/fsp/brasil/fc2110200517.htm">http://www1.folha.uol.com.br/fsp/brasil/fc2110200517.htm</A></P>
<P>- Governo goiano beneficiou Valério, diz auditoria (Folha de S.Paulo) - 25/01/2006<BR><A href="http://www1.folha.uol.com.br/fsp/brasil/fc2501200619.htm">http://www1.folha.uol.com.br/fsp/brasil/fc2501200619.htm</A></P>
<P>- Marconi diz em vídeo que aceitaria receber dinheiro de Marcos Valério (Congresso em Foco)<BR><A href="http://congressoemfoco.ig.com.br/Noticia.aspx?id=9823">http://congressoemfoco.ig.com.br/Noticia.aspx?id=9823</A></P>
<P>- Vídeo em que o então governador Marconi Perillo fala pela primeira vez da SMPB em seu governo (Jornal X)<BR><A href="http://www.jornalx.com.br/videos.php">http://www.jornalx.com.br/videos.php</A></P>
<P>- Vídeo gravado nos bastidores -&nbsp; veiculado no programa eleitoral do DEM - que diz que Marconi toparia receber dinheiro de Marcos Valério (You Tube):<BR><A href="http://www.youtube.com/watch?v=v9gvL3uMvp8">http://www.youtube.com/watch?v=v9gvL3uMvp8</A></P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=572]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2007-09-24 06:50:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Nelsinho Baptista é demitido]]></title>
<description><![CDATA[<P>Não tem nem seis dias que o treinador Nelsinho Baptista disse "não" ao Goiás E.C. </P>
<P>Ele alegou que estava muito bem na Ponte Preta, que joga na Série B do Campeonato Brasileiro.</P>
<P>Pois é. Ele foi demitido hoje dessa mesma Ponte Preta. </P>
<P><A href="http://esportes.terra.com.br/futebol/brasileiro2007/interna/0,,OI1932324-EI8818,00.html">Clique aqui para ver a notícia</A></P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=571]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2007-09-23 18:44:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[O elogio ao sofrimento]]></title>
<description><![CDATA[<P>Dunga disse ontem, no Maracanã, que não convoca Alexandre Pato para a seleção brasileira porque todo jogador "tem de sofrer" antes.</P>
<P>Doni, Afonso e Vágner Love sofreram?</P>
<P>E mais: Dunga sofreu como técnico antes de ir para a seleção? </P>
<P>Dunga é a contradição em pessoa. Em todas as entrevistas. </P>
<P>Sem falar da língua portuguesa, que também sofre quando ele abre a boca.</P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=570]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2007-09-22 11:53:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[PSDB é governo ou oposição a Alcides?]]></title>
<description><![CDATA[<P>Teórico do pensamento liberal inglês, o intelectual Isaiah Berlin (1909-1997) deixou boas lições sobre liberdade, esquerda e legitimação de governos. Para o momento atual da política goiana, é certeiro. </P>
<P>O filósofo Renato Janine Ribeiro, que tem estudado o autor, destaca em entrevista recente dois pontos essenciais para o que se chama de legitimidade de um governo: </P>
<P>1) Que, até quem não gosta dele, o reconheça como governo; </P>
<P>2) Que nenhuma frustração com o governo acabe em deslegimitação deste mesmo governante. </P>
<P>Esses dois pontos explicam bem a (não) relação que o governador Alcides Rodrigues (PP) mantém com muitos de seus aliados e a oposição. </P>
<P>Quem mais dá trabalho hoje para Alcides não é a oposição e, sim, a proclamada base aliada. </P>
<P>E, entre tantas críticas que se faz a Alcides, uma pelo menos está excluída: a deslealdade. Ao contrário. Nos dois mandatos de Marconi Perillo (PSDB) à frente do Governo do Estado, Alcides discordou de muitas atitudes do tucano, mas nunca expressou descontentamento em público e nem mesmo colocou em questão seu apoio a Marconi. Concordou com o cerne do governo e passou por cima das questões menores.<BR><BR>Isaiah diz que nenhum governante deve se interessar pelo apoio de quem quer apoiar o governo somente no que concorda. </P>
<P>A razão é que essa pessoa no fundo não apóia o governo. Apóia apenas a si própria. </P>
<P>Para Isaiah, o ideal é que um aliado esteja com o governo quando concorda com o essencial desse governo, mesmo que discorde de questões laterais. Fatiar pontos comuns de interesse é um trabalho que o governo deve fazer com a oposição, não com aliados. <BR><BR>Goiás não tem a ver com a letra de Caetano, mas no fundo é a velha questão de Narciso <EM>sempre achar feio o que não é espelho</EM>. Cada vez mais, aliados de um governo querem estar ao lado dele apenas nos pontos que interessam a si próprios. </P>
<P>E, assim, a negociação dos chefes do executivo com o parlamento é cada vez mais varejista e menos republicana. </P>
<P>Apoios no atacado como o que o PFL deu ao presidente Fernando Henrique Cardoso e partidos como o PC do B dão ao PT são exceções na política. </P>
<P>No atual governo de Alcides Rodrigues, três partidos em especial dialogam com o governo de forma varejista: o PR de Sandro Mabel, o PTB de Jovair Arantes e o PSDB de Marconi Perillo. <BR><BR>Quando recebem o que querem, PR, PTB e PSDB dão pulinhos. </P>
<P>Quando não recebem, fecham a cara. </P>
<P>É a postura tipicamente narcisista de quem só aceita ser aliado se for agradado o tempo todo. O narcisismo corrói a política porque impede qualquer tentativa de negociação entre diferentes. Se ninguém ceder, o acordo se torna impossível. </P>
<P>Repita-se: ninguém aqui está falando em rendição total de aliados ao todo-poderoso governador. Seria péssimo. Aliás, Goiás já viu este filme várias vezes. A questão é concordar com os pontos essenciais do governo. Se há concordância, os pontos laterais não devem ser motivos de racha. <BR><BR>Mas quando o narcisismo é parte constituinte da identidade do partido, qualquer questão pode levar ao rompimento. No Brasil, em especial em Goiás, dois partidos são assim: o PSDB e o PT. <BR><BR>Não é por acaso que o PT é único partido nacional que, além do PSDB, lançou candidato a presidente em todas as eleições pós-redemocratização. </P>
<P>Por isso, não passa de retórica a idéia de que os petistas não encabeçarão chapa em 2010 a presidente. Em Goiás, o PT só não é cabeça-de-chapa quando o PT nacional (mais narcisista e mais poderoso) obriga. </P>
<P>E, mesmo assim, o partido entra ressentido na aliança. Foi assim com a quase-aliança com Maguito Vilela (PMDB) em 2006, a aliança de última hora com Barbosa Neto (PSDB) no mesmo ano e também deve ser assim se pintar casamento com o PMDB de Iris Rezende em 2008. <BR><BR>O PSDB, desde 1989, tem candidato em todas as eleições presidenciais. Em Goiás, depois da vitória de Marconi em 1998, os tucanos (antes tímidos) também desaprenderam a ser coadjuvantes. </P>
<P>O que hoje mais atrapalha a relação entre PP-PSDB no governo de Goiás é a dificuldade do PSDB de se reconhecer como não-protagonista. </P>
<P>É como se os tucanos se arrependessem, diariamente, de terem aberto a possibilidade para que um pepista (e não um tucano) fosse candidato a governador pela base aliada. <BR><BR>O arrependimento tucano é tão forte (de ter optado por lançar um candidato do PP a governador) que hoje as duas principais estrelas do PSDB - Marconi Perillo e o ex-prefeito Nion Albernaz – trocam diálogos públicos na mídia diariamente reforçando a idéia de que o partido tem de ter candidato próprio na Capital. </P>
<P>Nem que esse candidato seja o próprio Marconi (que faria a loucura de deixar o Senado para isso) ou o próprio Nion (que abriria mão de sua aposentadoria em Morrinhos). </P>
<P>Mesmo não desejando a candidatura, ambos não descartam completamente a possibilidade com medo de abrirem espaço para um outro candidato da base aliada - que, no caso, poderia não ser tucano. <BR><BR>Uma das fantasias de Narciso é que, sem ele, nada acontece. Claro, sua auto-imagem é que o mundo gira em torno do seu umbigo. Se ele não se mexe, o mundo pára. </P>
<P>Mas enquanto Nion e Marconi discutem quem vai liderar o resto da base, esse mesmo "resto" pode estar articulando em silêncio, longe dos holofotes. </P>
<P>Esse mesmo filme esteve em cartaz em 2000, <A href="http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=560">tema já abordado aqui</A>. Por isso, quanto mais rápido o PSDB definir sua posição em relação governo Alcides, melhor para ele próprio. </P>
<P>Assim, deixará de transitar entre situação e oposição. E poderá começar a pensar com seriedade, sem arroubos narcisistas, na eleição de 2008 e em seu próprio futuro político.</P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=569]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2007-09-22 10:19:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Um filme que merece ser lembrado]]></title>
<description><![CDATA[<P>A propósito dos 20 anos do acidente que marcou Goiânia, aqui vão duas matérias do arquivo deste blog:</P>
<P>- Uma matéria sobre o filme <EM>Césio 137 - O Brilho da Morte</EM> (<A href="http://www.jornalx.com.br/reportagemDetalhe.php?id_mat=00040&amp;categoria_mat=reportagem">clique aqui</A>)<BR>- Uma entrevista com o diretor do filme, Luiz Eduardo Jorge (<A href="http://www.jornalx.com.br/entrevistaDetalhe.php?id_mat=00041&amp;categoria_mat=entrevista">clique aqui</A>)</P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=567]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2007-09-21 14:42:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[O Pedaço Azul do Inferno]]></title>
<description><![CDATA[<P>Por Fernando Gabeira *</P>
<P>Aconteceu. Depois de tanto medo e alarme, aconteceu. No passado, escrevíamos nossos relatos num pedaço de papel, metíamos o texto numa garrafa e lançávamos nosso S.O.S. ao mar. Agora, revestimos de chumbo nosso caderno de notas, compactamos com cimento todo nosso espanto e rezamos para que não se percam. Aconteceu. Aconteceu. Aconteceu em Goiânia o maior acidente nuclear depois de Chernobyl, o maior do Ocidente, conforme anunciaram, pomposamente, algumas manchetes de jornal.</P>
<P>Aconteceu em setembro. No calendário, era primavera, mas os termômetros rondavam os quarenta graus e as cigarras cantavam desesperadamente. As cigarras cantam de manhã, cantam à tarde, cantam à noite. Às vezes, um pequeno grupo delas invade o gabinete do Governador, o ateliê de um artista plástico ou mesmo um corredor de hospital. Nesses anos, as cigarras chegaram um pouco mais cedo e pareciam mais frenéticas do que nunca, como se anunciassem com insistência uma tragédia especial. Seu canto era continuado, infatigável, irritante parecia dizer que a usina da natureza entrou em pane e cada segundo era fundamental para a salvação de Goiânia.</P>
<P>A notícia na sua maior simplicidade era esta: dois catadores de papel recolheram uma bomba de césio-137, abandonada num terreno baldio. Romperam seu invólucro de chumbo com golpes de marreta e descobriram uma cápsula fluorescente, altamente radioativa, que passou a circular na cidade como se fosse uma pedra preciosa, como se fosse um pedaço azul do céu, caído, subitamente, no Bairro Popular para fazer a felicidade dos pobres do planeta.</P>
<P>Quando aconteceu, ninguém sabe ao certo. A primeira notícia vazou no dia 28 de setembro e o episódio, segundo os catadores de papel, começou cinco dias antes. Um sapateiro chamado Felinto de Oliveira confirma a tese de que a bomba sumiu do terreno alguns dias antes. Ele estava na feira hippie de Goiânia, na avenida Goiás, resolveu ir embora para casa e, no meio do caminho, precisou usar o terreno baldio. A bomba de césio estava lá, visível na escuridão, e o sapateiro evitou fazer pipi em cima dela.</P>
<P>Os dados técnicos contradizem esta versão. A bomba de césio-137, produzida na Itália, pesava mais de 600 quilos e não havia indícios de tração no lugar de onde foi retirada. E ali mesmo, no chão onde foi abandonada, havia cocô de gente, cocô seco de gente, indicando que o local estava deserto, há algum tempo.</P>
<P>Mais que importância têm essas pequenas precisões? A bomba foi abandonada pelo Instituto Goiano de Radiologia. Um oficial de justiça andou pelo lugar em abril e registrou, na sua linguagem empolada, a presença de um jovem negro que escapou pelos fundos do terreno. Não viu nenhuma bomba de césio. Além disso, a ultima pessoa que inspecionou a bomba, em nome da comissão Nacional de Energia Nuclear, foi um físico chamado João Emílio. Isto em 1977, dez anos antes do acidente. Essa é a única data precisa do desastre: o inicio de uma década em que a bomba de césio-137 esperou que a livrassem de sua armadura de chumbo para desintegrar-se ao ar livre, numa cidade de quase um milhão e meio de habitantes.</P>
<P>- Se soubesse que ia dar tanto trabalho a vocês e aos médicos não pegaria naquela coisa – confessou um dos catadores de papel que ajudou no transporte da peça mas se contaminou apenas levemente. Ele é uma das 260 pessoas atingidas por um nível de radioatividade considerado acima do normal. Os principais personagens foram internados num hospital militar, o Marcílio Dias, no Rio, e reconstruir a ligação de cada um com a pequena cápsula de césio, com um peso aproximado de 100 gramas, tornou-se um exercício meio frustrante, um passeio no labirinto.</P>
<P><STRONG>* O texto acima é retirado do início do livro <EM>Goiânia, Rua 57</EM> escrito e publicado no ano do acidente, em 1987. Gabeira disponibilizou a íntegra deste livro na internet, para quem quiser fazer download gratuitamente. <A href="http://www.gabeira.com.br/imgup/%7BC85BE3D4-F5A4-45BD-A518-301B107DB530%7D_e-book%20goiania%20rua%2057.pdf">Basta clicar aqui</A>.</STRONG></P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=568]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2007-09-21 11:58:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Meirelles muda domicílio eleitoral]]></title>
<description><![CDATA[<P><B>Movimento alimentou especulação sobre saída do Banco Central para disputar eleição municipal em Anápolis</P>
<P>Chefe do BC não comenta tema, mas a amigos diz que não será candidato agora e continuará no banco nesse período de turbulência</B></P>
<P><U><A href="http://www1.folha.uol.com.br/fsp/dinheiro/fi2009200709.htm">Sheila D´Amorim<BR>Na Folha de S.Paulo de hoje</A></U></P>
<P>A transferência do título de eleitor do presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, da capital de Goiás, Goiânia, para Anápolis, no final de julho, alimentou as especulações sobre sua saída do comando do BC para candidatar-se à prefeitura da cidade onde nasceu.</P>
<P>Esses rumores ganharam ainda mais força pelo fato de Meirelles ter intensificado as articulações políticas no Estado, depois de um período de quase um ano em que evitou envolvimento direto nos acertos locais e se limitou a intervenções discretas nos bastidores.</P>
<P>A 11 dias da data limite para os candidatos que disputarão as eleições municipais em 2008 escolherem suas legendas, o assédio dos partidos a Meirelles aumentou.</P>
<P>Cogita-se sobre sua ida para o PTB, partido do ministro Walfrido dos Mares Guia (Relações Institucionais), ou ao PDT, presidido em Anápolis por seu primo, Haroldo Duarte.</P>
<P>Oficialmente, o presidente do BC não comenta o assunto, mas tem dito a amigos próximos que não será candidato, não se filiará a partido nenhum até o final deste mês e continuará no BC.<BR>Pela legislação, só podem concorrer nas eleições candidatos que estejam filiados a partidos políticos pelo menos um ano antes do pleito.</P>
<P>Segundo a <B>Folha</B> apurou com pessoas ligadas a Meirelles que articulam sua volta à política goiana, o projeto do presidente do BC é disputar o governo estadual em 2010 e, para isso, sua permanência no BC é estratégica.</P>
<P>No entanto, segundo a <B>Folha</B> apurou, a idéia de uma candidatura à Prefeitura de Anápolis foi cogitada como um trampolim para chegar ao Palácio das Esmeraldas, sede do governo goiano. Para isso, contaria até com apoio do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.</P>
<P>Depois de fazer carreira bem-sucedida como executivo do mercado financeiro no exterior, Meirelles retornou ao Brasil com a idéia de chegar à presidência da República.</P>
<P>Primeiro, teve que se contentar com o espaço político oferecido pelo PSDB para disputar uma vaga de deputado federal em Goiás. Foi eleito com uma votação recorde, mas abriu mão do mandato para assumir o BC, o que ajudou a acalmar os mercados, que desabaram diante da iminente eleição de Lula.<BR><BR><B>Missão cumprida</B><BR>Quase cinco anos depois, segundo admitiram à <B>Folha</B> amigos pessoais, Meirelles considerava que sua missão à frente do BC estava cumprida e que, se deixasse o cargo neste momento, não traria nenhum prejuízo ao governo Lula, já que a economia vivia um dos seus melhores momentos, com inflação controlada e crescimento econômico.</P>
<P>Enquanto a decisão não estava tomada, Meirelles, discretamente autorizou que seu nome começasse a ser discutido nas conversas sobre sucessão municipal e transferiu seu título de eleitor. Segundo registro do Tribunal Superior Eleitoral obtido pela <B>Folha</B>, o domicílio eleitoral, que desde 21 de setembro de 2001 era Goiânia, passou, em 30 de julho deste ano, para Anápolis.</P>
<P>Além disso, os articuladores da sua candidatura passaram a levantar os números sobre as finanças da prefeitura. A intenção, afirmam, era escolher um partido político até meados de setembro.<BR>Os planos teriam sido atropelados pela crise financeira internacional. Os ventos mudaram, na avaliação de um dos articuladores da candidatura Meirelles, e a permanência dele no BC passou a ser fundamental.</P>
<P>Segundo esses amigos, o partido será escolhido com calma e terá preferência quem oferecer a vaga para a disputa do governo local, em 2010. Para eles, Meirelles teria aceitação em qualquer sigla do Estado e estaria disposto até mesmo a enfrentar nomes fortes na região, como o senador Marconi Perillo (PSDB), ex-governador de Goiás e que tem planos de voltar a comandar o Estado.</P>
<P>Para políticos locais que participaram recentemente de conversas sobre sucessão no Estado com Meirelles, a prefeitura de Anápolis é pouco para o "ego do presidente". Além disso, eles acreditam que, depois do trabalho que fez à frente do BC, ele tem cacife político para vôos mais altos.<BR>Em 2005, Mares Guia tentou convencer pessoalmente Meirelles a se filiar ao PTB para reerguer o partido em Goiás. Mas o convite não foi aceito.</P>
<P>Matéria retirada do sítio da Folha na internet. Para ir ao sítio da Folha, <A href="http://www1.folha.uol.com.br/fsp/dinheiro/fi2009200709.htm">clique aqui</A>.</P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=565]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2007-09-20 03:04:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Alcides opta por não ficar de cócoras; Braga vence duelo com marconista]]></title>
<description><![CDATA[<P>Hoje o governador Alcides Rodrigues (PP) afastou sete nomes marconistas do Conselho da Saneago. </P>
<P>Entre eles, o de José Carlos Siqueira (que, tudo indica, deve pedir demissão da Secretaria de Planejamento). </P>
<P>Siqueira, principal nome de Marconi Perillo (PSDB) no governo Alcides, já provocou dois desgastes para o atual governador: <BR>1) Arrumou briga com o secretário da Fazenda (e primeiro-ministro de Alcides) Jorcelino Braga neste mesmo conselho; <BR>2) Produziu um relatório em nome do Estado que isentava Marconi da responsabilidade pelo alto endividamento de Goiás e jogava toda a culpa no próprio Alcides. </P>
<P>Além de Siqueira, também foi afastado do conselho Lúcio Fiúza Gouthier, que foi assessor particular da confiança de Marconi em seus dois mandatos de governador. O que deve acelerar, a partir de agora, o já previsto rompimento entre Alcides e Marconi. </P>
<P>No dia <A href="http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=559">11 de setembro</A>, quando Siqueira divulgou o relatório pró-Marconi e anti-Alcides, este blog perguntou: Alcides vai romper ou ficar de cócoras? (<A href="http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=559">leia aqui o post</A>). </P>
<P>A resposta demorou a aparecer, mas começou a ser dada hoje.</P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=564]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2007-09-19 23:40:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Goiás E.C. entra na Liga Retrô]]></title>
<description><![CDATA[<P>Para os torcedores esmeraldinos, uma novidade: o Goiás E.C. é o 6º time brasileiro - e o 13º do mundo - a entrar no seleto grupo da <A href="http://www.ligaretro.com.br/">Liga Retrô</A>. </P>
<P>Este sítio é especialista em lançar camisetas antigas de clubes e seleções de todo o mundo. O site só vende produtos oficialmente licenciados. </P>
<P>A novidade desta semana é a réplica idêntica da camiseta do <A href="http://www.shop.com.br/cgi-bin/loja.pl?loja=121&amp;pedido=70247155&amp;acao=DT&amp;prod_id=76231&amp;dep=749&amp;secao=6557&amp;pagina=&amp;passo=&amp;qtd=&amp;formapag=&amp;nome=&amp;email=&amp;cep=&amp;tem=&amp;css=30&amp;erro_pag=&amp;erro_cad=&amp;erro_cep=&amp;busca=&amp;pag=&amp;lista=&amp;erro_lista=&amp;teste=0&amp;marca=&amp;variacao=&amp;comparar_prd=&amp;ordem=&amp;filtro=">Goiás E.C. de 1966</A>, ano em que o clube goiano conquistou seu primeiro título estadual. </P>
<P>O jornalista da Espn Brasil Paulo Vinícius Coelho, no próprio sítio, comenta a camiseta do Goiás daquele ano:</P>
<P>"A primeira camisa do Goiás, logo depois da fundação, em 1943, era verde com uma listra branca no centro do peito. Mas logo o time passou a vestir sua tradicional camisa verde. Em 1966, ano do primeiro título, a camisa possuía uma larga gola branca e o tradicional símbolo G no meio de um círculo. A camisa vestiu o time de Joel, Aleixo, Macalé, Japonês, Dias, Índio, Túlio, Eurípedes, Sinval, Afonso e Paulinho. Time que decidiu o Campeonato Goiano vencendo o Vila Nova, eterno rival, por 4 x 2, no velho estádio Olímpico Pedro Ludovico. O técnico era Paulo Lázaro e a camisa nunca mais mudou. O escudo sim. Nele, hoje em dia, aparece a inscrição com o nome completo do clube e a data de fundação."</P>
<P><STRONG>Os demais</STRONG><BR>Dos clubes brasileiros, há ainda réplicas de camisas do América (RJ), Figueirense (SC), Palestra Itália (SP) e São Cristóvão (RJ), além de uma camiseta comemorativa do Flamengo (RJ). </P>
<P>Há, também, uma réplica do Corinthian (assim mesmo, sem o "s"), clube inglês que deu origem ao atual Corinthians, dono da segunda maior torcida do Brasil. </P>
<P>Das camisetas de seleções, há preciosidades. </P>
<P>Uma delas: <A href="http://www.shop.com.br/cgi-bin/loja.pl?loja=121&amp;pedido=70247155&amp;acao=DT&amp;prod_id=49480&amp;dep=748&amp;secao=4074&amp;pagina=&amp;passo=&amp;qtd=&amp;formapag=&amp;nome=&amp;email=&amp;cep=&amp;tem=&amp;css=30&amp;erro_pag=&amp;erro_cad=&amp;erro_cep=&amp;busca=&amp;pag=&amp;lista=&amp;erro_lista=&amp;teste=0&amp;marca=&amp;variacao=&amp;comparar_prd=&amp;ordem=&amp;filtro=">a camiseta de Johan Cruyff</A> da histórica seleção holandesa que encantou o mundo (mas não levou a taça) na Copa de 1974. </P>
<P>Camiseta laranjíssima com aquele detalhe precioso que caracterizou o estilo de Cruyff: apenas duas listras, já que ele se recusou a fazer propaganda de um símbolo comercial (no caso, a Adidas) sem nada receber. </P>
<P>Outra jóia: a camiseta que o <A href="http://www.shop.com.br/cgi-bin/loja.pl?loja=121&amp;pedido=70247155&amp;acao=DT&amp;prod_id=49477&amp;dep=748&amp;secao=4069&amp;pagina=&amp;passo=&amp;qtd=&amp;formapag=&amp;nome=&amp;email=&amp;cep=&amp;tem=&amp;css=30&amp;erro_pag=&amp;erro_cad=&amp;erro_cep=&amp;busca=&amp;pag=&amp;lista=&amp;erro_lista=&amp;teste=0&amp;marca=&amp;variacao=&amp;comparar_prd=&amp;ordem=&amp;filtro=">goleiro Yashin</A> usou como goleiro da então União Soviética em 1959. Serve perfeitamente como um agasalho leve e confortável. </P>
<P>E poucas coisas são tão bonitas quanto a diabólica camiseta que a <A href="http://www.shop.com.br/cgi-bin/loja.pl?loja=121&amp;pedido=70247155&amp;acao=DT&amp;prod_id=68373&amp;dep=748&amp;secao=5526&amp;pagina=&amp;passo=&amp;qtd=&amp;formapag=&amp;nome=&amp;email=&amp;cep=&amp;tem=&amp;css=30&amp;erro_pag=&amp;erro_cad=&amp;erro_cep=&amp;busca=&amp;pag=&amp;lista=&amp;erro_lista=&amp;teste=0&amp;marca=&amp;variacao=&amp;comparar_prd=&amp;ordem=&amp;filtro=">Argentina de Maradona</A> usou na Copa do Mundo de 1986. </P>A "onda retrô" já mereceu até uma matéria na revista Veja de São Paulo (<A href="http://veja.abril.com.br/vejarj/251006/comportamento.html">clique aqui para ler</A>). 
<P>O sítio da Liga Retrô tem um sério defeito: o alto preço dos produtos e do frete. </P>
<P>Como opção, há&nbsp;lojas similares. </P>
<P>O melhor deles é o <A href="http://www.cluberetro.com.br/">Clube Retrô</A>. Uma terceira opção (com menos modelos) é o síto <A href="http://www.rumo.com.br/sistema/ListaProdutos.asp?IDLoja=570&amp;texto=retr%F4&amp;1ST=1&amp;Y=1066405636854">Só Futebol</A>, que igualmente só trabalha com produtos licenciados.</P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=563]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2007-09-19 02:42:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Marconi gosta de brigar até com spams. Por qual motivo? Não é estranho?]]></title>
<description><![CDATA[<P>Ninguém levantou uma única suspeita. </P>
<P>Não saiu em lugar nenhum - nem rádio, nem TV, nem jornal, nem sítio da internet - que Marconi Perillo (PSDB) teria votado pela absolvição de Renan Calheiros (PMDB) no Senado. </P>
<P>Isso mesmo: essa notícia nunca existiu. </P>
<P>Até porque Marconi sempre disse ter votado pela cassação, apesar do voto ser secreto. </P>
<P>Mas, ainda assim, o próprio&nbsp;Marconi Perillo divulga uma nota contestando histórias&nbsp;que dão conta de que ele teria votado pela absolvição. </P>
<P>Que notícias? Onde? Quando? "Quem colocou dúvidas", como diz a nota de Marconi?</P>
<P>Estranha, muito estranha, a nota. </P>
<P>Mal comparando, é igual ver Alcides e Marconi, juntos, dizerem que estão unidos, que não vão se separar. Se estivessem tão unidos assim, seria preciso explicar "que não vão se separar" mil vezes por dia?</P>
<P>Outro exemplo:&nbsp;a diretoria do Goiás E.C. garantiu que Paulo Bonamigo estava "prestigiado" no cargo de técnico do time. Se estivesse mesmo prestigiado (foi demitido um dia depois) seria mesmo preciso falar desse prestígio em entrevista coletiva?</P>
<P>Voltando ao voto de Marconi, ninguém questionou nada. Ninguém levantou suspeitas. </P>
<P>Se qualquer pessoa for dar bola para e-mails anônimos distribuídos via spam, o mundo estaria perdido. </P>
<P>Mas Marconi, em nota, ataca quem diz que ele votou pela absolvição. </P>
<P>Quem disse isso, cara pálida? Marconi agora ataca até spams? Dialoga com textos apócrifos?</P>
<P>Estranha atitude, muito estranha, como pode se ver na <STRONG>nota abaixo</STRONG>, distribuída pelo e-mail boletim@marconiperillo.com.br. </P>
<P><EM>SENADOR MARCONI PERILLO VOTOU PELA CASSAÇÃO</EM></P>
<P><EM>O senador Marconi Perillo sempre se pautou pela transparência e pela firmeza em suas posições. Nos seus pronunciamentos na tribuna do Senado, defendeu abertamente a renúncia ou o pedido de licença do presidente da Casa, senador Renan Calheiros. Na Comissão de Ética, o senador Marconi Perillo foi decisivo, com seu voto em separado, para que o processo não fosse arquivado sumariamente. Ele também apresentou requerimento para que o voto fosse aberto, tanto na Comissão de Ética quanto no Plenário. Em todos os levantamentos e listas de senadores que votariam pela cassação, aparece o nome do senador Marconi Perillo. O seu partido, PSDB, fechou questão pela cassação, liberando apenas um senador de Alagoas.</EM></P>
<P><EM>Portanto, qualquer ilação que coloque em dúvida seu voto durante a lamentável sessão secreta que determinou a absolvição do senador Renan, não passa de má-fé ou de interesses escusos contrariados.</EM></P>
<P><EM>O senador Marconi Perillo votou pela cassação e foi o primeiro senador a deixar o Plenário para anunciar, consternado, o resultado da votação.</EM></P>
<P><EM>Se você é pela ética e quer ajudar na construção de uma democracia sólida, ajude-nos a desmascarar os mentirosos que, aproveitando do anonimato da rede mundial de computadores, estão enviando mensagens em massa, incluindo o senador Marconi Perillo entre aqueles que foram coniventes com a falta de decoro parlamentar.</EM></P>
<P><EM>Reafirmamos: o senador Marconi Perillo, pela sua história política, pelos seus princípios de cidadão e por respeito à orientação partidária VOTOU PELA CASSAÇÃO!!!</EM></P>
<P><EM>Entre na página www.marconiperillo.com.br e conheça a trajetória política e administrativa do senador goiano.</EM>&nbsp;</P>
<P><STRONG>Errata:</STRONG> Alertado pela jornalista Fabiana Pulcineli, d´O Popular, corrijo-me: o jornal <EM>O Globo</EM> chegou a especular que Marconi estaria do lado de Renan. Então, ao contrário do que escrevi acima, não foram apenas <EM>spams</EM>. De qualquer maneira, é espantosa a forma como Marconi reage ao fato. E curioso o fato de ele só citar "e-mails anônimos", em vez de dar nome aos bois (no caso, o jornal <EM>O Globo</EM>). </P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=562]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2007-09-19 02:36:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Demóstenes 71 x 3 Marconi]]></title>
<description><![CDATA[<P>Um embate entre os senadores Demóstenes Torres (DEM) e Marconi Perillo (PSDB) foi travado esta semana em um sítio da internet. </P>
<P>A disputa&nbsp;foi lembrada pelo colunista Filemon Pereira no jornal <EM>Tribuna do Planalto</EM> desta semana (<A href="http://www.tribunadoplanalto.com.br/modules.php?name=News&amp;file=article&amp;sid=4199&amp;mode=thread&amp;order=0&amp;thold=0">leia aqui</A>).</P>
<P>É o seguinte: o sítio <A href="http://congressoemfoco.ig.com.br/Noticia.aspx?id=18918">Congresso em Foco</A>,&nbsp;revista eletrônica influente na&nbsp;internet, consultou jornalistas do Brasil inteiro para apontar os melhores congressistas do ano. </P>
<P>Demóstenes ficou em 5º lugar no Brasil e 1º em Goiás. Recebeu, ao todo,&nbsp;71 votos dos jornalistas. </P>
<P>Marconi Perillo teve 3 votos (31º lugar) e Lúcia Vânia (PSDB) só levou 2 (39º lugar). Os dois tucanos goianos ficaram bem próximos da lanterna e reforçaram a idéia de que são mesmo baixo-clero no Congresso. </P>
<P>Os dez mais do Senado, segundo jornalistas do Brasil todo são:</P>
<P>1) Eduardo Suplicy (PT-SP) – 97<BR>2) Renato Casagrande (PSB-ES) – 89<BR>3) Jefferson Péres (PDT-AM) – 86<BR>4) Pedro Simon (PMDB-RS) – 83<BR>5) Demóstenes Torres (DEM-GO) – 71<BR>6) Arthur Virgílio (PSDB-AM) – 57<BR>7) Cristovam Buarque (PDT-DF) – 51<BR>8) José Agripino (DEM-RN) – 41<BR>9) Aloizio Mercadante (PT-SP) – 39<BR>10) Marisa Serrano (PSDB-MS) – 38</P>
<P>(...)</P>
<P>31) Marconi Perillo - 3<BR>39) Lúcia Vânia -&nbsp; 2<BR><BR>Para ler a lista completa, <A href="http://congressoemfoco.ig.com.br/Noticia.aspx?id=18918">clique aqui</A></P>
<P>Para ler a coluna de Filemon Pereira, <A href="http://www.tribunadoplanalto.com.br/modules.php?name=News&amp;file=article&amp;sid=4199&amp;mode=thread&amp;order=0&amp;thold=0">clique aqui</A>.</P>
<P>Entre os deputados, nenhum goiano recebeu destaque nacional. Estão todos no baixo-clero. Ainda assim, os que mereceram (por parte dos jornalistas) alguma lembrança foram Ronaldo Caiado (6 votos), Pedro Wilson (3 votos) e João Campos (2 votos).</P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=561]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2007-09-17 03:05:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[‘Revival’ de 2000 pode unir PP e DEM]]></title>
<description><![CDATA[<P>No ano 2000, PP e PFL (que hoje se chama DEM) se uniram em Goiânia e lançaram, junto com o PTB, um candidato competitivo à Prefeitura de Goiânia: Darci Accorsi. </P>
<P>A costura política foi impecável. Tanto que o então governador Marconi Perillo (PSDB) tentou reverter o jogo, mas já era tarde. </P>
<P>Líder nas pesquisas durante quase toda a campanha, Darci acabou engolido pelos erros da coligação. </P>
<P>Mas aquela aliança acabou entrando para a história recente da política goiana como um projeto bem elaborado e mal executado.</P>
<P>A costura política do projeto é lembrada com tanta saudade por quem dela participou que há até quem já imagine repeti-la em 2008, sem obviamente os erros de execução do passado. </P>
<P>É esse "revival de 2000" que pode estar por trás das recentes aproximações de Roberto Balestra (PP) e Ronaldo Caiado (DEM) do Palácio das Esmeraldas. <BR><BR>Com o distanciamento progressivo entre o governador Alcides Rodrigues (PP) e o senador Marconi Perillo, já é mais do que realidade o que era antes uma possibilidade: os dois terem candidatos distintos a prefeito de Goiânia. </P>
<P>Basta lembrar que em condições bem mais desfavoráveis, algo semelhante já aconteceu. A aliança de PP-PFL-PTB de 2000 não recebeu apoio de nenhuma estrutura governamental.<BR><BR>Tanto é que o então governador Marconi Perillo bancou a candidatura da tucana Lúcia Vânia (que nunca decolou na campanha). </P>
<P>Darci terminou a eleição em segundo (foi primeiro colocado nas pesquisas até a véspera do primeiro turno), Pedro Wilson (PT) foi eleito e Lúcia Vânia terminou em terceiro. </P>
<P>Há também outro detalhe naquela aliança de 2000: Alcides esteve fora dela, nem mesmo a apoiou. Quem comandou as ações do PP na capital foi Roberto Balestra (PP).<BR><BR>Oito anos depois, com a volta do mesmo Balestra para uma importante e estratégica secretaria extraordinária no governo Alcides, não é difícil imaginar a repetição de pelo menos parte daquela aliança. </P>
<P>Desta vez incluindo Alcides, que agora é o comandante-mor do Estado. </P>
<P>Não é, portanto, coincidência o fato de Balestra assumir agora boa parte da articulação política do governo. <BR><BR>Assim como não é obra do acaso o DEM (que em 2000 era PFL) se aproximar de Alcides no mesmo momento que Balestra ganha força no governo. </P>
<P>Se em 2000, a Base Aliada se uniu contra o PSDB em Goiânia, este mesmo cenário pode se repetir no ano que vem. </P>
<P>Com uma importante e repetida ressalva: desta vez o comando do Estado está com o PP e não com o PSDB. O PTB, no entanto, desta vez provavelmente ficaria com Marconi, já que o comandante de agora é Jovair Arantes. Em 2000, era Pedrinho Abrão. <BR><BR>Balestra e Caiado, aliás, sempre sonharam com uma frente anti-PSDB que tomasse o poder no Estado, revivendo de certa forma a antiga Arena (ou UDN, para retroceder mais tempo). </P>
<P>Ambos também sempre reclamaram que Marconi, no poder, nunca foi de ceder espaços que os partidos aliados queriam, desrespeitando uma suposta repartição de poder compactuada na eleição de 1998, quando a coligação PSDB-PP-PFL-PTB derrotou Iris Rezende (PMDB). <BR><BR>A divisão na Base Aliada é sempre um risco. Pode acabar beneficiando o candidato a reeleição Iris Rezende (PMDB) ou, novamente, um candidato do PT. </P>
<P>Mas, em todo caso, é melhor ninguém subestimar a força desta possível aliança. </P>
<P>Balestra e Caiado são articuladores de primeira. Estão mais calejados. E estarão bem mais fortes se, de fato, contarem agora com o apoio e a estrutura do governo do Estado.&nbsp;</P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=560]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2007-09-16 03:39:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Alcides rompe ou fica de cócoras?]]></title>
<description><![CDATA[<P>A Secretaria do Planejamento do Estado, comandada pelo marconista José Carlos Siqueira, produziu um relatório que inocenta Marconi Perillo (PSDB) da responsabilidade pela crise financeira do Estado.</P>
<P>O documento está detalhado na edição de hoje de <EM>O Popular</EM> (<A href="http://opopular.globo.com/anteriores/11set2007/politica/6.htm">clique aqui para ler</A>). </P>
<P>O ‘relatório-mandrake<SPAN style="FONT-SIZE: 12pt; FONT-FAMILY: 'Times New Roman'; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-ansi-language: PT-BR; mso-fareast-language: PT-BR; mso-bidi-language: AR-SA">’ </SPAN>(qualquer análise mais séria o desconstrói) acirrou a crise entre o governador Alcides Rodrigues (PP) e Marconi Perillo. </P>
<P>Em poucas palavras, o relatório diz que a responsabilidade total pela crise do Estado é de Alcides. Uma tremenda saia justa.</P>
<P>Se Alcides fica em silêncio e não demite José Carlos Siqueira, estará dizendo que concorda com o documento. E que, portanto, assume toda a responsabilidade pela dívida do Estado. </P>
<P>Se Alcides abre o jogo, diz a verdade e demite José Carlos Siqueira, o circo pega fogo e o rompimento entre ele e Marconi passa a ser, além de oficial, traumático. </P>
<P>Alcides tem duas opções: romper ou ficar de cócoras.</P>
<P>Se optar pela segunda alternativa, estará desmoralizado no cargo de governador.</P>
<P>Se escolher a primeira alternativa, terá contra si a oposição lacerdista do senador Marconi Perillo.</P>
<P>A segunda alternativa parece ser a mais viável, já que é Marconi que tenta, de todas as formas, romper com Alcides. </P>
<P>Quem estica a corda é o tucano - cada vez mais. Se não romper hoje, vai ser daqui a pouco. É apenas questão de tempo.</P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=559]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2007-09-11 11:33:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[1964 não acabou]]></title>
<description><![CDATA[<P>Primeiro, o governador Alcides Rodrigues (PP) não governa. Depois, acha que não deve satisfação a ninguém. Agora, anuncia a criação de um serviço de espionagem, estilo SNI. </P>
<P>Não falta mais nada: a Arena (origem do PP) está de volta ao poder, com o velho conteúdo de sempre. </P>
<P>De fazer inveja a Paulo Maluf, Ari Valadão e Severino Cavalcante, entre outros.</P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=557]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2007-09-10 00:58:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[O lado blasé e autoritário de Alcides]]></title>
<description><![CDATA[<P>No cotidiano,&nbsp;é comum ver jornalistas reclamarem&nbsp;sempre que o atual governo, comandado por Alcides Rodrigues (PP), não gosta de dar entrevistas. Nem o governador, nem seus secretários.</P>
<P>E, quando mudam de idéia, é uma entrevista mais vaga do que a outra. </P>
<P>É um problema? Claro que é. Entre outras coisas, revela uma face autoritária. Do tipo "não devo satisfação a ninguém". Bem arenista. </P>
<P>Jorcelino Braga, o secretário-mor, adota o estilo&nbsp;"você sabe com quem está falando?" com todos os jornalistas. </P>
<P>Mas não é um problema exclusivo deste governo. </P>
<P>Iris Rezende, Henrique Santillo, Maguito Vilela e, principalmente, Marconi Perillo só davam entrevistas para quem falava bem deles. Pelo menos quase sempre era assim. É uma face tão autoritária quanto. </P>
<P>A diferença de Alcides é que ele não concede entrevista para ninguém. Nem para quem fala bem, nem para quem fala mal. </P>
<P>Sinceramente, não sei qual postura é pior. Qualquer uma é péssima.</P>
<P>E, claro, o problema de Alcides (de não dar entrevistas) parece ainda maior agora porque ele não governa. </P>
<P>Alcides está paralisado diante dos problemas. Tudo piora, nada melhora. E ele parece não estar nem aí. Apresenta sempre um ar&nbsp;<EM>blasé</EM>. Parece fazer pouco caso dos eleitores. Pode não corresponder à&nbsp;realidade, mas é a impressão que passa.</P>
<P>O&nbsp;atual governador&nbsp;não parece preocupado com o fato de deixar o Estado correr solto, como se não houvesse nenhum no comando. É um governador atropelado pelos fatos, dos menores aos maiores.</P>
<P>Uma coisa não tem nada a ver com a outra, mas&nbsp;o estilo blasé de Alcides é tão grave quanto o fato de não dar entrevistas.</P>
<P><STRONG>Em tempo:</STRONG> Será que Alcides não concede entrevistas porque não quer? Não seria, talvez, porque ele nem sabe responder perguntas? Quem achar esse raciocínio absurdo, favor consultar pelo menos uma meia-dúzia de entrevistas que ele concedeu durante o período eleitoral, incluindo os debates. É um desastre atrás do outro.</P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=556]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2007-09-09 01:06:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Governo e oposição morreram em Goiás]]></title>
<description><![CDATA[<P>Em Goiás, todos brincam. E ninguém faz política, nem mesmo no sentido "arroz-e-feijão" do termo. </P>
<P>O governo Alcides Rodrigues (PP) não governa. A oposição (PMDB e PT) não faz oposição. </P>
<P>Se o governo não governa e a oposição não faz oposição, o que resta? Fofocas inócuas, fisiologismo e teatro. <BR><BR>O governador Alcides Rodrigues, há 18 meses no poder, ainda lida com as dificuldades de conciliar os interesses de sua ampla base aliada. Um tanto por falta de ousadia, outro tanto por falta de cooperação dos aliados, não sai do lugar. <BR><BR>O máximo que Alcides fez por enquanto foi dar mais poderes para um aliado de confiança (na Secretaria da Fazenda). Nada mais. </P>
<P>Entre cortar na própria carne (demitir excesso de comissionados) ou paralisar programas sociais, optou pela segunda alternativa. Ficou mal com o eleitor. O que não significa que sua base política o apóie. Ao contrário. O que não falta é aliado falando mal do governo. <BR><BR>A oposição, PMDB à frente, só finge. </P>
<P>É oposição teatral, como bem constatou a edição 1081 da Tribuna do Planalto. Apresenta denúncias, mas não batalha para que elas virem fato político. </P>
<P>Faz discursos agressivos, mas, nos bastidores, se acotovela para garantir nacos de poder no governo. Por vezes, a oposição nem teatral é. Chega a ser confessadamente situacionista, fazendo elogios e mais elogios a um governo que tem vários pecados para serem apontados. <BR><BR>Não há inocentes no PMDB. Basta lembrar que essa oposição-de-mentirinha tem o aval do prefeito Iris Rezende e do ex-senador Maguito Vilela, as duas grandes lideranças do partido. </P>
<P>Se Iris não incomoda Alcides, o governador também não incomoda o prefeito na Câmara de Vereadores onde, até pouco tempo, Iris não tinha maioria. </P>
<P>E uma mão lava a outra: se na Assembléia Alcides não tem oposição, na Câmara Iris também não tem obstáculos. O conchavo é bom para os dois de imediato, ruim a longo prazo e péssimo para o eleitor. <BR><BR>Maguito Vilela segue a cartilha de Iris. Atira apenas no senador Marconi Perillo (PMDB) e poupa (para não usar outra palavra) o governador Alcides Rodrigues. </P>
<P>A política goiana é uma abstração: o governo não se preocupa em começar a governar e a oposição não se preocupa em ser oposição, preferindo atacar o governo passado, algo que faria Kafka morrer de inveja. </P>
<P>A diferença, neste caso, poderia ser o PT. Em outras épocas, até seria. </P>
<P>Mas atualmente o&nbsp;PT não está nem aí. Um de seus deputados estaduais, Humberto Aidar - pré-candidato à prefeitura da capital -, é o mais tucano dos petistas. Defende, sem pudor, o ex-governador Marconi Perillo. </P>
<P>Outros petistas&nbsp;oscilam: ora defendem o PMDB, ora só falam de política nacional. Nada pior para um partido que tenta há anos se colocar como terceira força no Estado. <BR><BR>No atual cenário, quem mais perde é a política. E quando a política perde, um sinal vermelho aparece. </P>
<P>Pobre democracia, pobre política. </P>
<P>Sem governo e sem oposição, o eleitor tende a se cansar de "tudo que está aí", até mesmo de nomes teoricamente enraizados no imaginário eleitoral, como Iris Rezende e Marconi Perillo. </P>
<P>Foi assim no Brasil em 1989, quando o voto de protesto foi depositado em Fernando Collor. Assim também foi em Anápolis, em 2000, quando o eleito foi Ernani de Paula. <BR><BR>Se um nome novo, que apresente uma roupagem "contra tudo que está aí", surgir em 2008 ou 2010 e conquistar o coração do eleitor goiano, os responsáveis diretos por esse fato terão sido governo e oposição. Não exatamente nesta ordem.</P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=555]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2007-09-08 04:37:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[O diálogo entre Marconi e Iris]]></title>
<description><![CDATA[<P><A href="http://www.marcusvinicius.blog.br/"><EM>Do Blog de&nbsp;Marcus Vinícius Felipe</EM></A></P>
<P>A pergunta foi feita à queima-roupa:<BR>- Você é candidato a prefeito?<BR>- O Nion queria, já falei com ele que não sou candidato. E não vou ser!<BR><BR>O diálogo acima foi travado entre o prefeito Iris Rezende (PMDB) e o senador Marconi Perillo (PSDB), tendo como testemunha, ao fundo, o Teatro Goiânia. </P>
<P>Ambos estiveram no mesmo palanque ao lado do governador Alcides Rodrigues e autoridades militares, durante o desfile cívico do&nbsp;7 de Setembro na avenida Tocantins.<BR><BR>Iris chegou mais cedo. Conversou com populares, comeu pipocas e quando o senador chegou, juntamente com Don Washington Cruz, cumprimentou ambos, e logo em seguida, fez o questionamento.<BR><BR>O clique do repórter-fotográfico Leo Iran registra o momento exato e traz uma curiosidade. A letra "o" da palavra "teatro" do letreiro do Teatro Goiânia, está pendendo, como quem avisa que vai cair.</P>
<P>Mais uma razão para que outro prefeitável, o presidente da Agetur, Barbosa Neto (PSB), acelere o projeto de revitalização da área.</P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=558]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2007-09-08 00:05:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[PMDB dorme em berço esplêndido]]></title>
<description><![CDATA[<P>Alcides Rodrigues (PP) é, provavelmente, o pior governador eleito da história de Goiás. É também, desde 1982 pelo menos, o mais impopular nas pesquisas.</P>
<P>Está há 18 meses no cargo (desde março de 2006) e ainda não fez nada - nem mesmo escolheu seus auxiliares. </P>
<P>E o que faz o PMDB, principal partido de oposição? Nada. O que mostra que o partido, em termos de oposição, é tão ruim e covarde&nbsp;quanto o PP em termos de situação.</P>
<P>Cada governo tem a oposição que merece. E vice-versa.</P>
<P>Azar do Estado de Goiás.</P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=554]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2007-09-04 13:59:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Agora é oficial: Alcides e Marconi estão a um passo do rompimento]]></title>
<description><![CDATA[<P><STRONG>* Cunhado de tucano deixa governo e oficializa racha entre PP e PSDB</STRONG></P>
<P>O cunhado do senador Marconi Perillo (PSDB), Sérgio Cardoso (também tucano), entregou hoje seu cargo em Secretaria Extraordinária que ocupava no governo de Alcides Rodrigues (PP). </P>
<P>Sérgio Cardoso sempre foi um "faz-tudo" de Marconi. Se Sérgio está pulando fora do barco, é porque Marconi já pulou faz tempo. </P>
<P>A crise entre Alcides e Marconi - antes negada oficialmente e sempre confirmada nos bastidores - agora está oficializada.</P>
<P>Pode ser contornada? Pode. Mas auxiliares próximos aos dois dizem que nenhum deles está com disposição para tanto. Pelo menos por agora. </P>
<P>Embora, por questão de sobrevivência política, seja até possível que uma reconciliação seja forjada para consumo externo.</P>
<P>Mas&nbsp;o rompimento entre ambos parece ser, cada vez mais, um caminho sem volta. Falta apenas marcar a data oficial. </P>
<P>E Marconi - que ninguém duvide - preparará sua volta como candidato a governador em 2010 sendo oposição a Aldices. </P>
<P>Imitando seu ídolo Iris Rezende que, em 1990, voltou ao cenário como candidato de oposição a Henrique Santillo, que era o governador.</P>
<P>Antes que se cometa uma injustiça, é bom dizer: Santillo terminou seu governo impopular, mas deixou várias obras (principalmente nas pastas da Cultura e da Saúde); Alcides ainda não governou: apenas administra mal&nbsp;o endividamento do Estado&nbsp;criado e deixado por Marconi. </P>
<P>Aliás, que parem por aqui as comparações entre Alcides e Santillo. Daqui em diante, qualquer comparação deve ser com Ari Valadão.</P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=553]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2007-09-03 18:47:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Jorcelino Braga prefere estilo Dilma Roussef ou José Dirceu?]]></title>
<description><![CDATA[<P>A resposta já vem na primeira frase: Jorcelino Braga, secretário da Fazenda e todo-poderoso do governo Alcides Rodrigues (PP), está mais para Dilma Roussef. </P>
<P>Os petistas Dilma (hoje) e José Dirceu (no passado) foram chefes da Casa Civil do governo de Luiz Inácio Lula da Silva. Ambos com muitos poder. </P>
<P>A diferença é que Dilma aparenta ter menos força do que tem, enquanto Dirceu agia na direção contrária.<BR><BR>O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB) já defendeu duas vezes, em entrevistas a veículos diferentes, que um governante até pode ter um superauxiliar.&nbsp;A única ressalva é que o designado não se ludibrie com o poder. </P>
<P>E nem que queira aparecer mais do que seu chefe. </P>
<P>Em alguns momentos, um auxiliar de FHC contrariou essa regra: Sérgio Motta. Depois de sua morte, quem cumpriu esse papel muitas vezes foi Clóvis Carvalho. Outras vezes, José Serra. O primeiro nunca teve pretensões eleitorais. O segundo, sim. Mas nenhum deles perdeu a noção dos limites. <BR><BR>Já o presidente Lula relutou em seguir essa fórmula. </P>
<P>No início de seu governo, estimulou uma disputa entre as duas estrelas de seu ministério: José Dirceu e Antônio Palocci. </P>
<P>O primeiro era vitaminado pela militância do PT. </P>
<P>O segundo, pelas palmas e assobios da grande imprensa. </P>
<P>Ambos perderam qualquer noção de limites. Tanto que Dirceu virou o alvo principal de Roberto Jefferson nas denúncias do mensalão e Palocci achou que não&nbsp;era incorreto&nbsp;quebrar o sigilo bancário de um caseiro. <BR><BR>FHC também não acabou quando perdeu Sérgio Motta. </P>
<P>E nem quando rompeu com ACM ou Sarney. </P>
<P>Quem também imaginava que, sem Dirceu e Palocci, o governo Lula afundaria, dançou. Dilma Roussef entrou e, aparecendo menos, tem até mais poder do que Dirceu. </P>
<P>Mesmo tendo pretensões eleitorais futuras, Dilma hoje não tem nenhum Palocci para concorrer com ela. <BR><BR>Jorcelino Braga, na Secretaria da Fazenda de Goiás, imita exatamente o estilo de Dilma. </P>
<P>É avesso a entrevistas, não faz propaganda do poder que tem e, pelo menos até agora, se parece muito também com Clóvis Carvalho: não tem pretensões eleitorais. De qualquer maneira, esta última afirmativa ainda é precipitada. </P>
<P>O que importa dizer é que Braga sabe que o poder, em última instância, é de Alcides. <BR><BR>Alcides até pode estar errado em dar tanto poder a um auxiliar apenas, mas acerta ao dar esse poder a um&nbsp;secretário (até onde se sabe) sem futuro político. </P>
<P>Se a ira de Marconi Perillo e sua turma é grande com o estado atual das coisas, ela seria muito maior se o superauxiliar fosse um político alcidista com gula eleitoral. <BR><BR>Outro governador que também deu superpoderes a um auxiliar do mesmo estilo foi Maguito Vilela (1995-1998). Seu "primeiro-ministro" foi Gean Carvalho, também vindo da área de comunicação (assim como Jorcelino Braga). </P>
<P>Gean foi o grande condutor do governo Maguito, sem nunca ter desrespeitado o poder de seu chefe. <BR>Assim, Alcides está mais para o estilo de Maguito do que para o de Marconi Perillo. Este, durante seus quase oito anos de mandato, nunca nomeou um superauxiliar. </P>
<P>Nos primeiros anos, Giuseppe Vecci (secretário da Fazenda) chegou perto disso no governo Marconi, mas logo sumiu do mapa (e também do governo). </P>
<P>Marconi nunca suportou que um auxiliar seu tivesse mais visibilidade do que ele próprio. Está inclusive aí, possivelmente, o fato de Marconi não gostar nem um pouco do estilo superauxiliar de Jorcelino Braga. <BR><BR>Marconi, aliás, já disse mais de uma vez a jornalistas (quando era governador no primeiro mandato) que seu sonho era ter um Gean Carvalho. </P>
<P>Mas o tucano, de fato, nunca trabalhou para isso. </P>
<P>Todos que tentaram ocupar este posto simbólico em seu governo foram descartados. </P>
<P>Daí que, no segundo mandato, Marconi acabou revelando que seu sonho real era "ser" um Gean Carvalho de si mesmo, em vez de passar esse papel a algum auxiliar. </P>
<P>Assim também foi Iris Rezende nas duas vezes em que foi inquilino do Palácio das Esmeraldas. <BR><BR>Não importando a denominação (superauxiliar ou primeiro-ministro), o que vale para Jorcelino Braga agora e para outros superpoderosos no futuro é a lembrança de que o excesso de poder vem sempre do chefe (seja ele presidente, governador ou prefeito). </P>
<P>É algo transitório e facilmente substituível. </P>
<P>Quanto mais cuidado e discrição, maior durabilidade e menor chance de ser alvo preferido dos adversários.</P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=552]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2007-09-02 12:44:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Palmas? Até agora, STF só fez obrigação]]></title>
<description><![CDATA[<P>Quase toda a imprensa comemora a decisão do STF que levou os 40 famosos nomes do mensalão para o banco dos réus. </P>
<P>A questão não é nem saber se eles merecem ser condenados por antecipação (que seria outra discussão), mas sim o fato de criar tanta expectativa no público, que é quem mais anseia por punição.&nbsp; </P>
<P>Convém lembrar de um caminho júridico óbvio: nesta etapa do processo, na dúvida, o procedimento é levar ao banco dos réus. </P>
<P>Já no julgamento, é o contrário: na dúvida, absolve-se o réu. </P>
<P>Ou seja: até agora, o STF só fez a obrigação.</P>
<P>Festejou-se bastante quando Fernando Collor também virou réu, em 1993. Pouco adiantou. No julgamento, foi absolvido de todas as acusações.</P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=551]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2007-08-31 02:34:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Altos e baixos de Lula]]></title>
<description><![CDATA[<P>Leitura de domingo:&nbsp;a entrevista que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) concedeu à edição de hoje do <A href="http://www.estado.com.br/editorias/2007/08/26/index.xml?editoria=pol">Estadão</A>. </P>
<P>O grande ponto positivo é negar, pela milésima vez, que tentaria mudar a constituição para ser reeleito outra vez. </P>
<P>O ponto negativo é o presidente achar que a Lei Pelé (que instituiu o passe livre) "passou do ponto". </P>
<P>Bom, o que passou do ponto mesmo são os altos índices de corrupção, amadorismo e incompetência da cartolagem brasileira. É da cartolagem (com o aval de Lula, vide Timemania) toda a responsabilidade pelo êxodo dos craques do futebol brasileiro - e não do passe livre. </P>
<P>Leia a entrevista nos links abaixo:</P>
<P><A href="http://www.estado.com.br/editorias/2007/08/26/pol-1.93.11.20070826.40.1.xml">Parte 1</A><BR><A href="http://www.estado.com.br/editorias/2007/08/26/pol-1.93.11.20070826.45.1.xml">Parte 2</A><BR><A href="http://www.estado.com.br/editorias/2007/08/26/pol-1.93.11.20070826.42.1.xml">Parte 3</A><BR><A href="http://www.estado.com.br/editorias/2007/08/26/pol-1.93.11.20070826.41.1.xml">Parte 4</A><BR><A href="http://www.estado.com.br/editorias/2007/08/26/pol-1.93.11.20070826.43.1.xml">Parte 5</A><BR><A href="http://www.estado.com.br/editorias/2007/08/26/pol-1.93.11.20070826.44.1.xml">Parte 6</A></P>
<P>Abaixo, o trecho em que ele nega qualquer possibilidade de terceiro mandato:</P>
<P><STRONG><U>‘Nem se o povo pedir serei candidato em 2010’</U></STRONG> </P>
<P><STRONG>Então o sr. repudia esses comentários que dizem que o sr. pensa na possibilidade de um terceiro mandato com essa convocação de uma Assembléia Constituinte para fazer a reforma política?</STRONG><BR>Repudio não. Quem fala isso é mentiroso, tem má-fé, não só porque eu não acredito nisso, não quero isso, como sou contra isso.</P>
<P><STRONG>Mesmo com uma feitiçaria política do povo pedindo na rua um terceiro mandato?</STRONG><BR>Não tem essa de o povo pedir. Meu mandato termina no dia 31 de dezembro de 2010. Agradeço ao povo brasileiro o carinho que teve comigo e passo a faixa para outro presidente da República em 1º de janeiro de 2011. E vou fazer meu coelhinho assado, que faz uns cinco anos que eu não faço.</P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=550]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2007-08-26 09:36:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Marconi e Nion só atrapalham aliados. Ou falam sério?]]></title>
<description><![CDATA[<P>No dia 21 de junho deste ano, quando o debate da dívida de Goiás colocava no centro da responsabilidade a gestão tucana, o senador Marconi Perillo (PSDB) arrumou uma "solução": lançou-se candidato a prefeito de Goiânia. </P>
<P>A inesperada pré-candidatura de fato surtiu efeito. O debate da dívida foi sumindo da pauta diária. Paralelamente, o ex-prefeito Nion Albernaz (PSDB) começou a dizer que, se a base unisse em torno dele, toparia também ser candidato.<BR><BR>Hoje, as duas candidaturas (de Marconi e de Nion) estão colocadas dentro do PSDB e da base aliada. Diariamente nos jornais, sempre há algum aliado reforçando uma delas. </P>
<P>A questão é: as candidaturas de ambos à prefeitura de Goiânia são pra valer? Se sim, bom para o PSDB. Se não são, não há outra resposta: elas só estão "empatando" o processo eleitoral da base.<BR><BR>Com o prefeito Iris Rezende (PMDB) em alta popularidade e candidatíssimo à reeleição, a base aliada precisa, mais do que nunca, definir logo seu candidato e já apresentá-lo ao eleitor. </P>
<P>Em 2004, a base esperou demais e, quando acordou, Iris já estava disparado nas pesquisas e quase-eleito. </P>
<P>Repetir o erro de três anos atrás significa jogar outra eleição na lata do lixo. Daí que, não sendo candidatos, Marconi e Nion só estariam atrapalhando a definição de um candidato de verdade.<BR><BR>Já passou da hora de projetos narcisistas serem descartados. Se Marconi e Nion querem só aparecer (político, quando não aparece na mídia, fica carente) e não são candidatos para valer, que desistam logo do projeto-fantasia. </P>
<P>Mas, se querem mesmo disputar a eleição em Goiânia contra Iris, que definam logo entre si quem será o candidato. </P>
<P>Os bruxos de plantão já teriam arrumado até uma alternativa: Marconi candidato, Nion vice. Assim, se Marconi derrotar Iris, ele sairia em 2010 para ser candidato a governador e deixaria o restante do mandato na mão de Nion, três vezes prefeito em um passado recente. </P>
<P>Colocar Nion na vice seria também uma forma de fazer o ex-prefeito escapar de um vexame: na última pesquisa Ecope para a prefeitura, ele não passa de 4,8% das intenções de voto.<BR><BR>Mas uma candidatura de Marconi à prefeitura de Goiânia, apesar de sua boa popularidade, é uma operação de alto risco. </P>
<P>Vejamos: </P>
<P>1) O eleitor poderia ver em Marconi a imagem de um político que disputa eleições por disputar. Afinal, o tucano deixaria o mandato do Senado antes da metade, seria prefeito por apenas dois anos e seria novamente candidato, a governador, em 2010; </P>
<P>2) Marconi poderia perder para Iris, o que fortaleceria o projeto peemedebista em 2010; </P>
<P>3) Perdendo para Iris, Marconi certamente não seria mais o provável candidato de consenso da base em 2010.<BR><BR>Dentro desta lógica de riscos para Marconi, uma observação sobre a sucessão do diretório municipal do PSDB faz todo sentido: Marconi, no fundo, trabalha para que Nion seja o candidato. </P>
<P>Tanto que o novo presidente do diretório, eleito no domingo, dia 19, foi Olier Alves, braço-direito vitalício de Nion Albernaz. Com Olier no comando do PSDB goianiense, Nion só não é candidato se não quiser. E, pelo discurso na mesma convenção que elegeu Olier, Nion dá sinais de que quer. "Como é que eu posso dizer não?", disse ele para a platéia. </P>
<P>É bom que Nion queira mesmo. Ou que Marconi, em vez de Nion, seja o candidato, mesmo que as duas candidaturas representem riscos para duas biografias extensas. </P>
<P>Afinal, se nenhum dos dois for candidato, a história provará que ambos só atrapalharam a base aliada nesse processo pré-2008.<BR><BR>Enquanto Marconi e Nion jogam a bola um para o outro, outros candidatos de verdade da base (Raquel Teixeira, Barbosa Neto, Sandes Júnior, Jovair Arantes, etc) ficam apagados, em segundo plano, graças à força política interna que Nion e Marconi têm. </P>
<P>Se os outros pré-candidatos da base só forem aparecer em meados do ano que vem, Iris (e outros candidatos de outros partidos) já estarão consolidados nas pesquisas. </P>
<P>Tarde demais para uma base aliada que até agora não aprendeu as lições de 2000 e 2004.</P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=547]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2007-08-25 11:48:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Menos arrogância, por favor]]></title>
<description><![CDATA[<P>É comum em políticos, quando falta argumentos, apelar para frases de efeito.</P>
<P>Foi esse o comportamento do deputado federal Ronaldo Caiado (DEM-GO) no Opinião Nacional (TV Cultura) de ontem (quinta-feira, 23):</P>
<P>- Todo cientista político deveria passar por uma eleição antes de falar alguma coisa. </P>
<P>Igualmente seria muito interessante que todo político tentasse ser menos arrogante e narcisista.</P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=549]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2007-08-24 15:51:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Marconi na agenda de José Dirceu]]></title>
<description><![CDATA[<P>Veja, a seguir, trechos da coluna de Diogo Mainardi na Veja desta semana:</P>
<P>Recebi uma agenda de telefones de José Dirceu. Passei os últimos dias bisbilhotando-a, checando nomes, analisando datas, conferindo números. <BR>(...)<BR>A agenda está incompleta. Lista nomes de A a J. Era usada pelas secretárias de Dirceu na Casa Civil. O bom é que, além dos números de telefone, foram anotados alguns recados de seus interlocutores. <BR>(...)<BR>Na agenda de Dirceu, há 35 recados de seu amigo do peito, o advogado Kakay (tel: XXX9292, XXXX5050). Há alguns muito claros: "Precisa falar pessoalmente antes do compromisso". Há outros mais enigmáticos: "Assunto: Marconi – OK". Em certos casos, Kakay aparece cuidando dos encontros de trabalho de Dirceu: "Avisa que a reunião ficou marcada para 22:15".</P>
<P>Leia a coluna completa de <A href="http://veja.abril.com.br/220807/mainardi.shtml">Diogo Mainardi na Veja clicando aqui</A>.</P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=544]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2007-08-23 16:30:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Delúbio Soares leva vida de celebridade em sua terra natal]]></title>
<description><![CDATA[<P><STRONG>Ex-tesoureiro do PT recebeu governador de Goiás na semana passada; em evento, vereadores e prefeitos pediram fotos</STRONG></P>
<P><STRONG>Ao pedido de entrevista, afirmou que não falaria "nadinha'; sobre resultado no Supremo, respondeu "vou esperar, deixar julgar"</STRONG></P>
<P><U>Por Hudson Corrêa<BR>Da Agência Folha, em Buriti Alegre (GO)</U></P>
<P>O ex-tesoureiro do PT Delúbio Soares desfila como celebridade em sua terra natal, Buriti Alegre (GO). Delúbio mantém o cargo de professor do Estado, mesmo condenado por receber sem trabalhar. Na tarde de quarta-feira passada, ele recebeu o governador Alcides Rodrigues (PP) no aeroporto de Buriti Alegre e participou da inauguração de um frigorífico, subindo no palco onde estava Rodrigues.</P>
<P>O governador negou relação pessoal ou de governo com Delúbio. "Ele é goiano, é de Buriti Alegre e está prestigiando aqui a inauguração da empresa", afirmou. Delúbio foi e voltou do aeroporto num Vectra prata -registrado em nome do irmão, o vereador de Goiânia Carlos Soares (PT). Um Astra com dois homens o escoltava.</P>
<P>Leia a matéria completa <A href="http://www1.folha.uol.com.br/fsp/brasil/fc1908200704.htm">clicando aqui</A>.</P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=545]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2007-08-23 16:01:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Revista Bizz acaba. De novo]]></title>
<description><![CDATA[Durou pouco a nova fase da revista <A href="http://bizz.abril.com.br/home ">Bizz</A>. No&nbsp;<A href="http://bizz.abril.com.br/home">sítio da revista</A> na internet&nbsp;consta a informação que a publicação, novamente, deixa de existir.]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=548]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2007-08-23 12:58:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Adib Elias, Leonardo Vilela e Renan Calheiros: o que eles têm em comum?]]></title>
<description><![CDATA[<P>O senador Renan Calheiros (PMDB), o prefeito Adib Elias (PMDB) e o deputado federal Leonardo Vilela (PSDB) têm em comum aquilo que todo político enfrenta quando ganha poder: investigação de sua vida pública e privada, denúncias fundadas e infundadas e ataques sistemáticos vindos de várias direções. </P>
<P>Não é por outro motivo que, no Congresso Nacional, vários deputados preferem passar à margem dos debates e dos espaços de poder durante seus quatro anos de mandato. O sonho da maioria não é a presidência da instituição; ao contrário, é ser baixo-clero para sempre.<BR><BR>Renan Calheiros é presidente do Senado e um dos principais articuladores do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Não fosse o que é, provavelmente estaria esquecido pela imprensa e pelos adversários como, aliás, esteve desde o fim do governo Collor. </P>
<P>Renan está sendo perseguido? Claro que não. A investigação que se faz em torno dele é justa, para dizer o mínimo. O problema é que são poucos os políticos com estatura moral, pulso e ousadia para assumir qualquer posição de maior poder e agüentar as conseqüências. Fosse fácil, novos Ulysses Guimarães seriam eleitos todos os anos.<BR><BR>Renan é alvo de denúncias - a maioria mais do que justa, vale enfatizar novamente - vindas de todos os lados. A mais palpitante tem a ver com as duas rádios que, tudo indica, ele possui em Alagoas. Vários estudos já provaram que quase a metade do Congresso Nacional tem meios de comunicação eletrônicos (rádio ou televisão) em seu nome ou em nome de terceiros (laranjas). Mas como Renan é o alvo, apenas ele é investigado agora. Fosse outro a ocupar o mesmo espaço, denúncias semelhantes viriam, certamente.</P>
<P>Ou alguém acha que Severino Cavalcanti (PP) seria investigado, em 2005, se não fosse presidente da Câmara dos Deputados? O "mensalinho" que cobrava do restaurante do Congresso provavelmente jamais viria à público se Severino tivesse se conformado em ser baixo-clero durante mais um mandato de sua carreira política.<BR><BR>Assim funciona, também, qualquer processo eleitoral. Alguém já viu candidato em último lugar ser atacado pelos adversários? Os primeiros colocados são atacados o tempo todo, independente da cor partidária ou ideológica. </P>
<P>Estar na frente dá trabalho: daí que muitos candidatos, em eleições majoritárias, sonham em assumir o primeiro lugar apenas na véspera da eleição - e não faltando dois meses para o pleito, por exemplo. </P>
<P>Essa é a lógica também da Justiça Eleitoral: quem vence as eleições é muito mais investigado do que aquele que fica em segundo ou último lugar.<BR><BR>Em Goiás, dois casos desta semana mostram bem como é dura a vida de quem tenta maior visibilidade. </P>
<P>O prefeito de Catalão, Adib Elias, se preparava para assumir a direção regional do PMDB na quinta-feira, dia 9. Um dia antes da festa, nove pessoas acusadas de fraude em licitação de asfalto em sua administração foram presas, incluindo dois de seus secretários, a pedido do Ministério Público. Se Adib não fosse assumir o PMDB, as prisões até poderiam acontecer, mas certamente não seriam na véspera de sua festa e nem haveria uma repercussão amplificada.<BR><BR>Já o deputado federal Leonardo Vilela se preparava, também na quarta-feira, para ser o novo líder do PSDB no Congresso Nacional. O cargo - que traz bastante visibilidade para quem o ocupa - acabou escapando de suas mãos no mesmo dia. </P>
<P>Tudo porque a bancada tucana foi informada que Leonardo estava sendo investigado. Cerca de R$ 50 milhões dos cofres do Banco de Brasília teriam sido repassados a uma ONG que teria emitido notas frias para ele, Leonardo Vilela, dentre outros deputados. </P>
<P>Se Leonardo não tivesse almejado a intenção de ser líder do PSDB, a denúncia provavelmente ainda estaria repousando nos escaninhos do Ministério Público, sem grandes repercussões.<BR><BR>Se tudo isso tem um lado bom - o de mostrar a quem galga poder que ele não está imune a nada -, há algo ruim por outro lado: o de incentivar os corruptos a continuarem, eternamente, na surdina. </P>
<P>Tem-se, então, uma inversão de valores: passamos a tapar os olhos para a desonestidade, desde que o protagonista dela seja uma pessoa inexpressiva no cenário político. </P>
<P>E passamos a condenar de forma seletiva: as estrelas merecem chicote, enquanto os coadjuvantes não são vigiados. Nada surpreendente para uma sociedade que vive de espetáculo - tema, aliás, que daria outros mil artigos.</P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=543]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2007-08-12 00:05:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Novo líder da oposição fica no cargo apenas 4 horas]]></title>
<description><![CDATA[<P><B>Leonardo Vilela (PSDB-GO) foi indicado à tarde; no início da noite, os tucanos retiraram a indicação</B><BR><BR><B>Acusado de "comprar" notas fiscais frias, o deputado goiano se defende dizendo que não fez isso e que pagou por locação de software </B>
<P><EM>ANDRÉA MICHAEL<BR>RANIER BRAGON<BR>DA SUCURSAL BRASÍLIA </EM>
<P>O deputado federal Leonardo Vilela (PSDB-GO), indicado ontem por seu partido para o posto de líder da bancada de oposição na Câmara, durou apenas quatro horas no cargo. Nomeado por volta das 16h, caiu por volta das 20h depois que a bancada tucana foi informada pelo próprio Vilela de que seu nome aparece na investigação da Operação Aquarela.</P>
<P>Desvendado pela Polícia Civil e pelo Ministério Público do Distrito Federal, o esquema teria desviado cerca de R$ 50 milhões dos cofres do BRB (Banco de Brasília). Em depoimento, uma ex-secretária da ONG Caminhar Jeovana Drazdauskas Silva disse que a entidade emitiu notas fiscais frias - relativa a serviços que, na verdade, não teriam sido prestados - para deputados federais, entre eles Leonardo Vilela.</P>
<P>A ONG Caminhar é apontada como a pivô do esquema. Ela teria recebido recursos milionários dos cofres do BRB em troca de pagamento de propina a funcionários públicos.</P>
<P>O novo nome, que assumirá o posto de Julio Redecker (PSDB-RS), morto no acidente com o Airbus da TAM, será anunciado hoje.</P>
<P>Segundo a transcrição do depoimento de Jeovana, "ela se recorda de haver remetido notas fiscais frias, quando trabalhava na Caminhar, em nome de (...) Leonardo Vilela". No seu segundo depoimento, Jeovana entregou aos investigadores cópia de e-mail, de 20 de março, em que o dono da Caminhar, André Luís de Souza Silva, a orienta a expedir uma nota fria ao deputado. Ainda de acordo com o depoimento, ela emitia "notas fiscais em favor de diversas empresas" cobrando uma comissão de 8% sobre o valor total da nota.</P>
<P>A suspeita é a de que o deputado possa ter usado as supostas notas frias para ser reembolsado com a chamada "verba indenizatória" da Câmara.</P>
<P>Por meio de sua assessoria de imprensa, o deputado negou o uso de nota fria afirmando que a ONG Caminhar prestou serviços de "locação de software para instalação de programa de gerenciamento de documentos para atividades parlamentar" em 2006. Para isso, o deputado afirma ter pago R$ 68 mil. Ele disse também, pela assessoria, que apresentou as oito notas fiscais à Câmara, que o reembolsou com a recursos da "verba indenizatória".</P>
<P>"O parlamentar só tinha conhecimento dos serviços prestados pela ONG através dos profissionais [da ONG] que desenvolviam programas para o gabinete. Sendo assim, ele declara nunca ter tido qualquer tipo de contato com a ONG nem com o seu dono André Luís", diz nota enviada há alguns dias por sua assessoria.</P>
<P>Outro deputado federal que tem o nome citado nas investigações é Antonio Bulhões (PMDB-SP). Há gravação de telefonema de uma funcionária de seu gabinete, em maio, para o dono da ONG com o objetivo de passar os dados para o preenchimento da nota fiscal.</P>
<P>Bulhões negou uso de nota fria. Disse que o serviço, no valor de R$ 8.170, se referiu à interligação dos computadores de seu escritório em São Paulo com a intranet da Câmara.<BR></P>
<P>A matéria original, publicada na Folha de S.Paulo de hoje, pode ser lida <A href="http://www1.folha.uol.com.br/fsp/brasil/fc0808200710.htm">clicando aqui</A>.&nbsp;</P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=542]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2007-08-08 04:58:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[PT goiano é ‘Amélia’ de Lula?]]></title>
<description><![CDATA[<P>Para Lula, não há dúvidas: o PT goiano é que é o PT de verdade. A frase inspirada na consagrada canção de Mário Lago e Ataulfo Alves é fato: desde que Lula assumiu a presidência em 2003, o PT goiano anula seu próprio desejo para agradar o presidente da República. Rubens Otoni, Pedro Wilson, Marina Sant'Anna, todos eles se anulam em torno do governo federal. Se anulam tanto que foram humilhados em 2006, quando o PMDB rejeitou o PT na vice do então candidato Maguito Vilela (PMDB). Mas, nem mesmo depois da humilhação, reagiram. </P>
<P>Ao contrário: toparam ser vice de Barbosa Neto, candidato que tentou antes fazer aliança transgênica com todos os lados - o que virou fato no segundo turno, quando ele declarou apoio a Alcides Rodrigues (PP).<BR><BR>Desde 2003, o PT goiano caminha para deixar de ser o que era. Não tem mais autonomia de de sua matriz nacional. O PT daqui não decide mais alianças, não formula propostas, se afasta de sua base social e defende Lula cegamente. As únicas formulações que faz são projeções fantasiosas sobre quantos candidatos elegerão em 2008.<BR><BR>A anulação é tanta que é mais comum ver petistas fazerem mais discursos na Câmara de Vereadores e na Assembléia Legislativa sobre o governo Lula do que sobre suas realidades estaduais e municipais. Ser petista, hoje, é praticamente deixar de lado a identidade local e mimetizar a nacional. Mas seria o PT goiano espelho do nacional porque é obrigado ou porque "acha bonito não ter o que comer"? A eleição do ano que vem será peça-chave para responder essa e outras perguntas.<BR><BR>Desde a redemocratização, nenhum partido tem melhor desempenho eleitoral do que o PT em Goiânia. De 1985 pra cá foram seis disputas municipais (1985, 1988, 1992, 1996, 2000 e 2004): o PT ganhou duas (1992 e 2000), foi segundo colocado com chances de vitória em três (1985, 1988 e 2004) e terceiro colocado apenas uma vez (1996), quando não passou para o segundo por apenas um ponto porcentual. O PT é também o único partido goiano que nunca teve menos do que 20% dos votos no primeiro turno da eleição na capital.<BR><BR>Cogita-se, fortemente, que o PT ano que vem integre a aliança que pretende reeleger Iris Rezende (PMDB). Vários nomes do partido defendem essa aliança, principalmente aqueles mais ligados à direção nacional do partido. Além de ser uma prova de que falta auto-confiança, uma aliança com Iris demonstra uma capitulação do partido e, outra vez, uma humilhação.</P>
<P>&nbsp;Iris, em 2004, foi o principal adversário e crítico de Pedro Wilson, que era o prefeito de Goiânia. As idéias e ações de Pedro, por sua vez, eram diametralmente opostas às de Iris. Estava em jogo naquela eleição não só a disputa por poder, mas um jeito de fazer política e de pensar a cidade. Apoiando Iris em 2008, PT e Pedro Wilson assumindo que o adversário estava certo e, o PT, errado.<BR><BR>Mais do que não ter candidato próprio em 2008, uma aliança com Iris representa uma desmoralização do PT exatamente na única cidade do Estado onde ele ainda tem força eleitoral e credibilidade. Basta lembrar que mesmo em 2004, quando Pedro Wilson tinha baixos índices de popularidade e uma administração inchada, o petista conseguiu crescer durante a campanha e diminuir de 25 para 10 pontos sua diferença para Iris no segundo turno. Mais do que não disputar uma eleição, o PT estará castrando sua vontade de ter candidato (que já havia sido podada em 2006, na eleição para governador), o que trará conseqüências ainda mais danosas no futuro.<BR><BR>Há petistas que argumentam que, sendo vice de Iris, o PT poderia ter o comando da prefeitura a partir de 2010, quando Iris supostamente renunciaria ao cargo de prefeito para ser candidato a governador. O que provaria, mais uma vez, que parte do PT goiano gostou mesmo de ser espelho do PT nacional: o que importa é o poder, ainda que sejam migalhas dele. E mesmo que esse poder custe uma ruptura com sua identidade, sua história, sua ideologia e até mesmo comprometa o futuro. É tudo isso que o PT estará colocando em jogo no ano que vem, quando for decidir de que lado fica. </P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=540]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2007-08-04 19:10:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[ACM foi mesmo o último coronel?]]></title>
<description><![CDATA[<P>Com a morte de Antonio Carlos Magalhães, vários jornais estamparam como manchete: "Morre o último coronel". Será? O que dizer de José Sarney (Maranhão e Amapá), Joaquim Roriz (Distrito Federal) e Siqueira Campos (Tocantins)? Embora estejam mais em baixa do que em alta, não perderam a aura de coronéis. E o que dizer dos pós-modernos? Ciro Gomes e Tasso Jereissati (Ceará), Blairo Maggi (Mato Grosso), Aécio Neves (Minas Gerais) e Roberto Requião (Paraná)? </P>
<P>E, claro, Goiás não está de fora: Iris Rezende e Marconi Perillo estão aí politicamente vivíssimos. <BR><BR>Coronéis como Marconi e Iris ainda existem - e outros estão nascendo - por uma simples razão: é esse o desejo do eleitor e dos próprios políticos. Enquanto esse desejo não morrer, o caldo de cultura também não finda. </P>
<P>O eleitor - muitas vezes à procura de um segundo pai - encontra no político centralizador e dominador sua melhor referência. Não é por acaso que muitos coronéis são associados diretamente à figura paterna. Getúlio Vargas era o "pai dos pobres". ACM era chamado de "paizinho". <BR><BR>Daí também que muitos eleitores - e até jornalistas - enxergam com bons olhos os tais coronéis. É comum ouvir que a Bahia não seria a mesma sem ACM. Ou que Goiás deve muito a Iris e Marconi. </P>
<P>Como se todos esses coronéis subtraíssem dinheiro do bolso&nbsp;ao assumirem o comando de seus Estados. Mas está aí mesmo o segredo dos coronéis: personalizar ações que, na verdade, são feitas pelo Estado. </P>
<P>Se as ruas estão asfaltadas, a maior parte dos eleitores diz que foi obra de Iris. Se existem programas sociais, o mérito é de Marconi. Pouca coisa muda enquanto o eleitor não quiser entender que ações do Estado são impessoais e, portanto, direitos garantidos. Nunca um favor do coronel de plantão. <BR><BR>O coronel é coronel porque geralmente é habilidoso para confundir público e privado. Consegue convencer seus aliados e eleitores de que ele é pessoalmente responsável pelas obras e ações estatais. Não é raro encontrar auxiliares de um governador, por exemplo, que se anulam por completo em função do chefe do executivo.</P>
<P>Iris e Marconi, por exemplo, agem assim. Se algo dá errado na prefeitura, a culpa é do secretário. Se dá certo, o mérito é de Iris. Tanto que poucos conseguem se lembrar do nome de pelo menos três secretários de Iris na prefeitura. Com Marconi, cria de Iris, idem. Quantos secretários de Marconi, em seus dois mandatos de governador, não assumiram ônus que não eram seus?&nbsp; <BR><BR>O coronel também só é coronel porque não tem medo de arriscar. Poucos políticos, em 1998, deixariam uma reeleição tão confortável para a Câmara dos Deputados para concorrer ao cargo de governador e enfrentar o todo-poderoso Iris Rezende. Marconi Perillo foi o único a topar o desafio. </P>
<P>Em 2004, depois de duas derrotas humilhantes para governador e senador, ninguém imaginava que Iris Rezende seria candidato a prefeito de Goiânia. Seria um retrocesso em sua carreira e um risco enorme. Iris se arriscou, acertou e hoje é um forte candidato a governador. <BR><BR>Os coronéis também têm outra característica: não deixam herdeiros. Marconi controlou sua sucessão escolhendo Alcides Rodrigues para ser candidato porque ele só poderia cumprir um mandato, não podendo se recandidatar em 2010, abrindo espaço novamente para Marconi. E, também, porque Alcides tem um perfil completamente diferente dele. Na eleição para a prefeitura de Goiânia em 2004, Marconi forçou a base aliada a escolher Sandes Júnior (PP) nas prévias porque temia que Barbosa Neto (PSB), uma vez escolhido, se tornasse seu concorrente. Já Sandes tem um perfil muito diferente de Marconi. Daí a escolha.<BR><BR>Com Iris dá-se o mesmo. O único nome que ele formou foi Maguito Vilela, que jamais se portou como concorrente à altura. Não chega a ser um herdeiro e, ademais,&nbsp;sempre lhe foi obediente. Iris está na política há mais de 50 anos e, quando se aposentar, não terá deixado ninguém para ocupar seu espaço. Marconi Perillo também não deixou. E nem deixará. ACM fez o mesmo. Assim acontece com todos. No fundo, são narcisistas. Não admitem concorrentes no presente e nem no futuro. <BR><BR>É o narcisismo que faz nascer neles uma característica que, no início, ajuda a dar confiança. Depois, provoca a ruína. Eles adoram bajuladores. Costumam se cercar deles: gente que só elogia e nada critica. Coronel, antigo ou pós-moderno, gosta mesmo é de ser o centro das atenções. Não se conforma com menos. Quando perde o poder, faz de tudo para retomá-lo.<BR><BR>Por tudo isso, o mundo ficaria melhor sem os coronéis. Mas enquanto os eleitores e o próprio meio político não mudarem, os coronéis também não acabam. Se tornam mais modernos, sutis, se adaptam aos novos tempos, mas continuam sendo coronéis. </P>
<P>E o futuro não parece ser melhor: com um mundo cada vez mais narcisista, a tendência é que novos ACMs surjam, em vez de acabarem. </P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=539]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2007-07-29 01:27:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Barbosa vai cair de novo? E se não cair?]]></title>
<description><![CDATA[<P>Em 2003, Barbosa Neto saiu do PMDB rumo ao PSB com um objetivo claro: ser candidato a prefeito de Goiânia no ano seguinte. No PMDB ele alegava não ter espaço. No dia da filiação ao PSB, Marconi Perillo (PSDB) comandou a festa e chegou a dizer a frase que hoje já é folclore: "seu sonho, Barbosa, é o meu sonho". O tucano se referia à meta de Barbosa ser candidato a prefeito de Goiânia, alimentada desde o início de sua carreira. </P>
<P>No ano seguinte, o PSDB puxou o tapete de Barbosa e lançou Sandes Júnior (PP) candidato a prefeito. <BR><BR>Em 2006, foi candidato a governador de última hora, quando a aliança PMDB-PT deu errado. Não houve tempo para construir uma candidatura viável. Principalmente porque Barbosa ouviu demais, negociou demais, esperou demais, perdeu o tempo para que sua candidatura largasse com força. Tentou ser candidato com apoio de PR e PTB, tentou ser vice de Alcides, tentou ser vice de Maguito e, por fim, acabou candidato. </P>
<P>Agora, Marconi Perillo repete 2003: diz que Barbosa Neto deve ser o candidato da base aliado. Mais do que isso, deseja que ele se filie ao PSDB. Barbosa não disse "sim" e nem disse "não". Fiel ao seu estilo, está empurrando sua candidatura com a barriga. No entanto, ainda está em tempo de decidir. Se esperar demais, vai ser tarde outra vez. </P>
<P>Barbosa vai cair de novo? Enganado uma vez, vai cair de novo na promessa do tucano? O óbvio nesse caso é dizer "não" a Marconi. Ser ludibriado uma vez é normal. Acontece com todos. Ser tapeado duas vezes pela mesma pessoa é vexame na certa. Mas se Marconi estiver dizendo a verdade e quiser mesmo que Barbosa Neto seja o candidato? Neste caso é uma chance de ouro. Ele sabe que, sozinho no PSB, tem chances quase nulas na sucessão de Goiânia. Apoiado por Alcides e Marconi, ele entra no páreo para enfrentar Iris. A questão é confiar ou não confiar. <BR><BR>Independente da opção dele (confiar ou não), a opção tem de ser rápida. Ele pediu tempo para pensar, o que é ruim na política. Entre políticos, não há quem goste de quem protela: passa a idéia de hesitação, de falta de ousadia, de pouco arrojo. Pior do que decidir por uma coisa ou outra é esperar demais e ser atropelado pelos fatos. </P>
<P>Políticos experientes lançam suas candidaturas antecipadamente, negam qualquer possibilidade de recuo e, lá na frente, se não houver viabilidade, acabam recuando. Barbosa faz o caminho inverso: não se lança candidato pra valer e espera. Espera, espera, espera. Com isso, é atropelado por quem não espera. <BR><BR>Nomes altamente conhecidos da população, como Marconi, Alcides, Lúcia Vânia, Nion Albernaz nem precisariam se lançar candidatos a alguma coisa com tanta antecipação. Não precisam ter pressa. Mas ainda assim, agem rápido. Lúcia Vânia foi candidata ao Senado em 2002 de tanto bater o pé e nunca recuar. Nion Albernaz, em 1996, se lançou candidato muito antes da eleição, mesmo antes da base aliada estar unida. Falta isso a Barbosa. E olha que, mesmo tendo sido candidato a governador em 2006, Barbosa Neto ainda é pouco conhecido da população. <BR><BR>Há um outro problema: dentro do PMDB, imaginava-se que Barbosa era apagado porque não tinha espaço no partido. Hoje o tempo mostra que a tese era furada. Agora no PSB, Barbosa reina e manda sozinho. Mas, ainda assim, segue apagado. Foge da imprensa, prefere se esconder e não protagoniza polêmicas cotidianas. Para o eleitor, está no grupo de políticos que só aparecem em momentos eleitorais. </P>
<P>Para ser candidato a prefeito com chances reais de vitória, não basta a Barbosa ter apoio de Alcides, Marconi e de muitos partidos. Ele precisa mudar seu estilo. Se não ousar, se não se antecipar, estará condenado a ser eternamente o candidato a prefeito que nunca foi.</P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=538]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2007-07-22 01:00:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Pesquisa Ecope: E não é que o ‘Tempo Novo’ foi engolido pelo PMDB?]]></title>
<description><![CDATA[<P>Se a idéia já era&nbsp;forte na <A href="http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=533">prática</A>, agora está comprovada por números:&nbsp;o grupo político que se autodenomia "Tempo Novo" está sendo engolido por seu principal adversário, o PMDB. </P>
<P>Quem reitera isso, em números, é a pesquisa Ecope divulgada na quarta-feira, 11, pelo <A href="http://www.dm.com.br/">Diário da Manhã</A>. As estratégias políticas da aliança liderada por PP e PSDB mostraram-se ineficientes e, algumas delas, até serviram para melhorar o discurso do adversário. <BR><BR>A começar pelo debate da dívida. Quando o eleitor goiano é perguntado sobre de quem é a culpa pelo endividamento do Estado, Alcides Rodrigues (PP) vem na frente com 30,8%, logo seguido por Marconi Perillo, com 29,2%. Só 10,8% acham que a culpa é de Maguito Vilela (PMDB) e 9% apontam para Iris Rezende (PMDB). Os números mostram que Marconi vai se dar mal se continuar tentando jogar qualquer tipo de responsabilidade em Alcides. O eleitor identifica que os dois estão juntos e, portanto, devem dividir o ônus. </P>
<P>Outra&nbsp;amostra disso é o fato de, na pesquisa, o primeiro mandato de Marconi ter nota maior do que o segundo mandato. O eleitor, aos poucos, vai identificando no segundo mandato tucano a origem do envidividamento de hoje. E, por isso, começa a avaliá-lo mal, diferentemente do que fazia antes.<BR><BR>Foi tentando fugir do debate da dívida que Marconi Perillo lançou um <A href="http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=531">factóide</A>: sua possível candidatura a prefeito de Goiânia no ano que vem. </P>
<P>De certa forma, desviou o assunto. Mas lançou um problema para ele mesmo: agora vai recuar? Se recuar, quais as conseqüências? Ao se lançar candidato, Marconi colocou seu nome na roda. E o instituto Ecope também o colocou na cartela de candidatos. </P>
<P>O resultado não é nada bom para o tucano que se orgulha de ter derrotado o PMDB duas vezes: Iris tem 29,8% contra 22,7% de Marconi na sucessão da prefeitura. </P>
<P>Se não inventasse essa possível candidatura, Marconi não teria de ter visto essa pesquisa. E Iris não estaria tão fortalecido como está agora. </P>
<P>Mas se Iris é melhor avaliado que Marconi na disputa pela prefeitura, o mesmo não acontece com os dois nomes colocados na disputa para governador. Nesse cenário, mirando o ainda distante 2010, Marconi vem em primeiro lugar com 41,9%, com Iris em terceiro lugar. E quem é segundo? Maguito... Maguito? Pois é, mesmo após duas derrotas consecutivas para governador, quem aparece em segundo é Maguito e não Iris, como era de se esperar. Maguito tem 25,5% contra 13,6% de Iris.<BR><BR>Está óbvio que a pesquisa está&nbsp;distorcida (e favorável a Marconi) com dois peemedebistas em um mesmo cenário. Mas essa distorção acaba revelando que o eleitor prefere Iris prefeito e Marconi governador. </P>
<P>O clichê&nbsp;recomenda: a pesquisa mostra o momento atual. Iris é favorito, mas pode perder a eleição do ano que vem. Inclusive para Marconi, se ele porventura mantivesse sua intenção de ser candidato. </P>
<P>E Marconi também não é imbatível em 2010. Até lá, se reeleito prefeito, Iris provavelmente terá uma intenção de voto para governador maior do que apresenta hoje. O fato dele ser prefeito (e só ser lembrado como tal) - e também da candidatura passada de Maguito ainda estar forte na memória do eleitor&nbsp; - atrapalham bastante a elevação de seus índices. <BR><BR>Com relação a 2008, a pesquisa mostra que as chances eleitorais de Nion Albernaz (PSDB) são hoje minúsculas. Na disputa pela prefeitura, ele aparece com 4,8% das intenções de voto, o que deve fortalecer sua idéia de continuar aposentado da política. </P>
<P>O levantamento do Ecope também mostra, pelo menos por ora, que a corrida pela prefeitura da capital será polarizada por PMDB de um lado e PP-PSDB do outro. Duas ressalvas recomendadas pela experiência: o PT sempre cresce no período eleitoral da disputa em Goiânia e o PFL nunca deve ser desprezado. <BR><BR>Mas quem deve se preocupar mesmo com a pesquisa é Alcides Rodrigues. Sua popularidade lembra os dias finais do governo Henrique Santillo (1987-1990). </P>
<P>É considerado ruim por 15,5% e péssimo por 27,6%. São índices altos demais para quem foi reeleito há menos de oito meses. </P>
<P>A diferença de Alcides para Santillo é que o segundo só ficou impopular no fim do mandato. Alcides corre esse risco no início.&nbsp;A memória de Santillo só foi recuperada mesmo depois dele morrer. Já Alcides tem três anos e meio para se recuperar, azeitar a máquina e colocá-la nos trilhos. Tempo há. Falta mudar o rumo.</P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=537]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2007-07-15 01:00:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[A nova face de Maguito]]></title>
<description><![CDATA[<P>A candidatura de Maguito Vilela (PMDB) em Aparecida de Goiânia, praticamente concretizada, revela uma face inédita do ex-governador: a ousadia. Até hoje, Maguito nunca deu demonstrações de atrevimento em sua vida pública. Mais do que isso, quase sempre foi empurrado por aliados ou pelas circunstâncias.<BR><BR>Iris Rezende, Marconi Perillo, Lúcia Vânia, Henrique Santillo, todos eles tiveram vários momentos de mais arrojo. Iris, companheiro de partido de Maguito, foi ousado várias vezes. Tanto que, até aos 70 anos, em 2004, topou inesperadamente ser candidato a prefeito de Goiânia. <BR><BR>Mas Maguito não. Quando se filiou a um partido político no fim dos anos 70, preferiu a Arena. Era a opção conservadora, era o partido da ditadura militar. Quando foi deputado, foi empurrado pela região Sudoeste, especialmente Jataí. Depois, preferiu escorar na sombra de Iris Rezende, sendo vice-governador de 1991 até 1994, ano em que, finalmente, foi candidato a governador. Completo desconhecido, encostou em seu poderoso cabo eleitoral, Iris, que lhe o carregou por todo o Estado até que ele virasse a eleição e ganhasse de Ronaldo Caiado e Lúcia Vânia, os principais adversários.<BR><BR>Em 1998, sentado em cima de sua popularidade, teve uma eleição fácil para o Senado. Em 2002 e 2006, sempre empurrado pelo partido, foi candidato a governador e conheceu as duas primeiras derrotas de sua carreira política. Uma coincidência: Iris, quando foi eleito prefeito de Goiânia em 2004, também vinha de duas derrotas consecutivas: em 1998 para governador e em 2002 para o Senado. <BR><BR>Agora Maguito tem a chance de surpreender a todos, confirmando sua candidatura em Aparecida de Goiânia. A candidatura é supreendente e ousada por vários motivos: 1) Maguito deixa Jataí, sua terra natal e domicílio eleitoral. É grande a chance de seus conterrâneos ficarem magoados; 2) Mesmo sendo ex-governador e ex-senador, vai topar se aventurar em uma eleição municipal; 3) Escolheu para disputar justamente a eleição de Aparecida, uma cidade hoje cheia de problemas e em fase de crescimento descontrolado; 4) Escolheu para morar no lugar "menos Aparecida" de Aparecida: o Jardins Viena, um condomínio horizontal que lembra mais Zurique do que qualquer cidade goiana, o que pode irritar seus potenciais futuros eleitores; 5) Corre o risco de ter sua candidatura cancelada, tal qual Neyde Aparecida (PT) e Enio Tatico (PTB) que, em 2004, não conseguiram viabilizar suas postulações. <BR><BR>Mas Maguito, obviamente, corre todos esses riscos porque sabe que é sua melhor saída política. Está hoje escondido em um cargo no Banco do Brasil. Se não se mexer agora, estará condenado a ser eternamente candidato a deputado federal. Sacudindo sua vida política, sendo prefeito da segunda maior cidade do Estado, volta ao centro da política goiana e deixa de ser coadjuvante.<BR><BR>Vencendo em Aparecida, Maguito e o PMDB estarão incomodando o vice-governador do Estado, Ademir Menezes (PR), que é ex-prefeito da cidade. A candidatura de Maguito pode inclusive rachar ainda mais a Base Aliada, principalmente se o PR (controlado por Sandro Mabel) pelo menos considerar a hipótese de apoiar Maguito, antes ou depois de ser eleito, o que não é impossível. Vale lembrar que a atual administração de José Macedo não é bem vista pela população, tanto que ele nem deve se candidatar à reeleição. <BR><BR>Maguito terá uma facilidade que não deve ser descartada: a candidatura à reeleição em Goiânia de Iris Rezende. Iris e Maguito poderão fazer uma campanha conjunta, com um puxando voto para o outro, principalmente porque os eleitores e moradores das duas cidades se confundem. Há muitos moradores de Goiânia que votam em Aparecida e vice-versa. <BR><BR>Há, ainda, outra facilidade semelhante: se o PMDB, com Iris, praticamente asfaltou toda a capital, Maguito pode agora prometer o mesmo na cidade vizinha. Credibilidade ele terá: está no PMDB de Iris. Demanda, também: é asfalto o principal desejo da população mais carente da cidade. E Maguito teve mais votos que Alcides Rodrigues (PP) em Aparecida nos dois turnos da eleição para governador justamente porque prometia asfaltar o município.<BR><BR>Mas a principal vitória que Maguito teria, ao vencer uma eleição em Aparecida de Goiânia, é a de se reabilitar politicamente, tal como Iris. Hoje, dez entre dez peemedebistas dizem que o atual prefeito de Goiânia é candidato a governador em 2010. Maguito, vindo de duas derrotas consecutivas, ainda é novo o suficiente para, em 2014 ou 2018, voltar a disputar o governo do Estado. Mas, para isso, precisa voltar ao centro da política. E a opção oportuna agora é ser prefeito. Pode até dar errado, mas ele poderá dizer, depois, que pelo menos tentou.</P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=536]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2007-07-08 01:07:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[O ‘Cultura Zero’ de Alcides continua...]]></title>
<description><![CDATA[<P>Quem informa é <A href="http://entreatos.blogspot.com">Marcus Fidelis</A>, em seu blog <A href="http://entreatos.blogspot.com">Entreatos</A>:</P>
<P>- O governo de Goiás deixou de pagar pela vigilância do Centro Cultural Martim Cererê. Sem guarda, já houve quatro arrombamentos, em que foram levados boa parte dos equipamentos dos teatros e mesmo os computadores da administração. </P>
<P>- O que sobrou foi levado para a Agepel e trancado. Quem quer utilizar um dos dois teatros precisa alugar todo o equipamento. É o que estão fazendo os organizadores do III Festival Internacional do Corpo Ritual. Nessas condições, a solução encontrada pelos professores foi levar o espetáculo dos alunos para o Teatro Marista.<BR>&nbsp;<BR>- Pior é lembrar que o equipamento de iluminação foi comprado com recursos da Lei Goyazes, em projeto feito pela administração anterior do Martim Cererê, através da FETEG, como já noticei desde 2005. Isso, depois de anos de reivindicação da categoria.</P>
<P>- O Martim Cererê, alías, antes dos larápios, já tinha sido vítima do canibalismo do Goiânia Ouro, para onde se transferiram seu diretor, parte dos funcionários, público e programação.</P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=535]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2007-07-02 15:51:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Por que os goianos são tímidos?]]></title>
<description><![CDATA[<P>Historicamente, a participação de Goiás no cenário nacional se resume a 3%. Esse porcentual, aproximadamente, indica o tamanho do PIB goiano em relação ao nacional, o tamanho do eleitorado, a taxa de consumo, a quantidade de indústrias, a maioria das estatísticas. É só consultar IBGE e outros órgãos e ver que os 3% são a marca do Estado. </P>
<P>O que fazer para ultrapassar essa barreira dos 3%? Há milhões de alternativas, mas poucas são tão eficientes quanto a saída política: o tamanho de um Estado é proporcional ao tamanho de seus representantes. Afinal, por que em ações como o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), Estados bem menores do que Goiás conseguem mais verbas?&nbsp;</P>
<P><STRONG>Leia a continuação deste texto <A href="http://www.jornalx.com.br/artigosDetalhe.php?id_mat=00043&amp;categoria_mat=artigo">clicando aqui</A>.</STRONG></P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=534]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2007-07-02 12:09:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[A marca ‘Tempo Novo’ morreu?]]></title>
<description><![CDATA[<P>O ano era 1998 e a história todos os goianos conhecem: alguns partidos se reuniram, lançaram um candidato a governador e batizaram a chapa de "Tempo Novo". A idéia era chamar o principal adversário, Iris Rezende (PMDB), de representante do "tempo velho". Acabou pegando. Marconi Perillo (PSDB) derrotou Iris. O marketing fez bem seu papel e a marca mostrou sobrevida, sendo vitoriosa em três eleições consecutivas para governador de Goiás: 1998, 2002 e 2006. <BR><BR>Ano que vem, a marca faz 10 anos. Será que a base aliada, fragmentada ou não, vai novamente usar esse slogan? Dez anos depois, ela ainda tem força? Este&nbsp;escriba ouviu dois especialistas em marketing. Um é Hamilton Carneiro, publicitário que já comandou várias campanhas vitoriosas do PMDB, incluindo a de Iris para prefeito de Goiânia em 2004. O outro é Carlos Maranhão, que também entende do assunto e foi um dos articuladores da campanha vitoriosa de Marconi em 1998. <BR><BR><STRONG>Leia a continuação deste texto </STRONG><A href="http://www.jornalx.com.br/artigosDetalhe.php?id_mat=00042&amp;categoria_mat=artigo"><STRONG>clicando aqui</STRONG></A><STRONG>.</STRONG></P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=533]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2007-06-25 03:31:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Iris 11 x 0 Marconi]]></title>
<description><![CDATA[<P>As duas notas abaixo estão na coluna de Filemon Pereira na <A href="http://www.tribunadoplanalto.com.br">Tribuna do Planalto</A> desta semana:</P>
<P><STRONG>11x0</STRONG><BR>A Rádio 730 fez uma enquete no programa Hora do Povo sobre uma hipotética disputa entre o senador Marconi Perillo (PSDB) e o prefeito Iris Rezende (PMDB) pela prefeitura de Goiânia, em 2008. Deu goleada irista: 11 a 0. </P>
<P><STRONG>Dúvida cruel</STRONG><BR>Um único ouvinte ligou na Hora do Povo para dizer que ficaria indeciso em um eventual embate Iris x Marconi. Bom começar a pensar em decidir.</P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=532]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2007-06-24 01:21:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Marconi cria factóide para ‘esconder’ debate sobre a dívida de Goiás]]></title>
<description><![CDATA[<P>Com o debate da dívida do Estado, o buraco deixado por Marconi Perillo (PSDB) ficou cada vez mais visível. Difícil de esconder. Um elefante na sala, para usar uma metáfora pobre, mas apropriada. </P>
<P>O que fez Marconi? Desistiu do debate da dívida e lançou um factóide: diz que pode ser candidato a prefeito de Goiânia em 2008. Deixaria o Senado e transferiria seu título eleitoral para Goiânia. O objetivo, diz ele, é derrotar Iris Rezende (PMDB).</P>
<P>Com isso, tenta jogar fumaça no debate da dívida, já que não deixaria o Senado nunca para tentar ser prefeito de Goiânia, ainda mais com o risco enorme que a eleição do ano que vem anuncia. O plano de Marconi continua sendo a volta para o cargo de governador, em 2010. </P>
<P>Mas, por enquanto, vai seguir brincando com essa idéia de ser prefeito de Goiânia.</P>
<P>No fim das contas, Iris Rezende (este, sim, candidato à reeleição para prefeito) é que pode sair ganhando. Marconi não sendo candidato (o que é o óbvio), Iris ainda pode espalhar que o tucano teve medo de ser derrotado na capital. </P>
<P>Mas até lá, claro, outro factóide tucano terá sido criado.</P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=531]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2007-06-22 06:19:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Há 14 meses no poder, Alcides diz que ainda não sabe tamanho da dívida]]></title>
<description><![CDATA[<P>Na entrevista pingue-pongue concedida hoje ao <A href="http://www.dm.com.br/">Diário da Manhã</A>, o governador Alcides Rodrigues (PP) disse que vai acabar com a crise financeira de Goiás "assim que tiver os estudos". </P>
<P>Ele diz que ainda não sabe os números da dívida. E que nada pode ser feito de afogadilho, sem planejamento. </P>
<P>Alcides é mesmo fascinante. Afinal, assumiu o governo do Estado em abril de 2006. Ele está há 14 meses no cargo de governador. E, até hoje, não sabe os números da dívida do Estado. 14 meses!</P>
<P>De duas, uma:<BR><STRONG>1)</STRONG> A dívida do Estado herdada de Marconi Perillo é tão grande, mas tão grande, que até hoje não deu tempo de descobrir tudo<BR><STRONG>2)</STRONG> A equipe financeira do Estado tem o mesmo ritimo de trabalho de Alcides</P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=530]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2007-06-22 05:07:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Debate da dívida do Estado é surreal]]></title>
<description><![CDATA[<P><STRONG>Oposição dá trégua a Alcides e bate em Marconi.&nbsp;Já o governo&nbsp;esbraveja muito, mas não revela números do buraco financeiro de Goiás</STRONG></P>
<P>Nas entrelinhas do debate entre governo e oposição para ver quem é o responsável pelo endividamento do Estado, sobram erros de estratégia dos dois lados. </P>
<P>A oposição peemedebista, capitaneada pelo prefeito de Goiânia, Iris Rezende, e pelo ex-governador Maguito Vilela, mira no ex-governador e senador Marconi Perillo (PSDB) e esquece o governador Alcides Rodrigues (PP). </P>
<P>Já os governistas erram em duas frentes: Alcides Rodrigues (PP) nega-se, até agora, a dar transparência aos dados da dívida e Marconi Perillo põe a culpa exclusivamente no PMDB, também sem dar números que diz ter, apenas relembrando fatos antigos.<BR><BR>Além do debate ser marcado por estratégias erradas - como se verá a seguir -, ele também é surreal. Se o assunto é dívida, a questão é mais contábil do que política. Bastaria que os números fossem apresentados sem maquiagem para que o&nbsp;imbróglio se resolvesse naturalmente. </P>
<P>Número por número, balanço por balanço, a população (interessada maior) saberia a origem das dívidas que hoje paralisam os investimentos do Estado. </P>
<P><STRONG>Filme repetido</STRONG><BR>O PMDB repete, agora em 2007, erro semelhante ao ocorrido na eleição de 2006. No ano passado, Maguito disputou a eleição para governador no primeiro turno sem atacar Marconi Perillo uma só vez, centrando fogo apenas em Alcides (ainda assim, moderadamente). Resultado: o governo Marconi não foi desconstruído, o que possibilitou que crescesse um caldo de cultura eleitoral a favor do candidato que defendesse o governo Marconi (e esse candidato foi Alcides). </P>
<P>Apenas no segundo turno, quando a eleição já estava praticamente perdida, é que o PMDB começou a bater em Alcides.<BR><BR>Em entrevista ao jornal Tribuna do Planalto no mês de março deste ano, Maguito disse que apenas seguiu orientações quando deixou de criticar Marconi Perillo. "Era o que todo mundo me recomendava", disse ele. A estratégia, reconhece ele, estava errada. </P>
<P>E&nbsp;Maguito ainda&nbsp;disse que não tinha controle nenhum sobre sua campanha. O estranho é, agora, a estratégia ser repetida: Marconi apanha, Alcides não. Tanto que Iris, nesta semana, recomendou a Alcides que desse transparência à dívida herdada dos quase oito anos de gestão de Marconi Perillo. E Maguito, na quarta-feira, 13, disse em evento na Assembléia Legislativa que "Marconi precisa enfrentar as coisas com verdade", em vez de "tapear e falar muito".<BR><BR>Aparentemente, a estratégia de bater em Marconi parece certa: afinal, em 2010 ele é provável candidato a governador, enquanto Alcides está impedido pela legislação de ser candidato, já que foi reeleito. Mas não é. </P>
<P>Com a trégua a Alcides, o atual governador deve nadar os quatro anos sem oposição, o que tende a fazer dele, daqui a alguns anos, um bom cabo eleitoral para 2010. </P>
<P>Em 2006, o PMDB bateu no candidato (Alcides) e deixou de lado o cabo eleitoral (Marconi). Agora, ocorre o mesmo: o cabo eleitoral potencial (Alcides) é deixado de lado, enquanto o candidato provável apanha (Marconi). A estratégia correta, a julgar pelo comportamento da oposição no mundo inteiro, é ser oposição de fato a tudo que representar governo, e não só a uma ala do governo. </P>
<P><STRONG>Transparência</STRONG><BR>Os aliados Alcides Rodrigues e Marconi Perillo, por sua vez, também contribuem para que o debate lançado pela oposição não perca fôlego. </P>
<P>Afinal, Alcides Rodrigues permanece em silêncio, sem sequer esboçar que vá dar transparência às contas do Estado, o que seria sua obrigação. </P>
<P>E Marconi Perillo, em vez de apresentar números e provar o que fala, apenas contra-ataca, colocando a culpa da dívida no governo de Maguito Vilela (1995-1998). Se ninguém mais nega que há uma dívida, por que não expor claramente esses números, sem maquiá-los?<BR><BR>Há, ainda, outra contradição. </P>
<P>Durante o final de seu primeiro mandato de governador, em 2002, Marconi Perillo disse que a dívida do Estado, herdada dos governos do PMDB, já estava quase toda paga. Depois de 2002, Marconi ficaria mais quatro anos à frente do Estado, cumprindo seu segundo mandato. </P>
<P>Se a dívida já estava quase toda paga em 2002, que dívida polêmica é essa de agora, que provoca essa crise financeira no Estado? Quando ela foi contraída?<BR><BR>Assim como o PMDB foca seus ataques exclusivamente em Marconi Perillo, o mesmo Marconi tem atacado apenas Maguito Vilela. Quem sai ganhando com essa história? </P>
<P>Iris Rezende, que caminha praticamente sem oposição na prefeitura e que é provável candidato a governador de 2010. Marconi e Maguito se acusam, Alcides e Iris são poupados. Ninguém no PMDB aposta que Maguito teria apoio interno para ser candidato a governador pela terceira vez consecutiva. Iris tem.<BR><BR>Se Iris sai ganhando com essa história, Alcides também não perde. </P>
<P>Afinal, a qualquer momento o atual governador pode dar transparência às contas do Estado e mostrar de quem é a responsabilidade maior. E, fazendo isso ou não, está sendo poupado. </P>
<P>Sorte de Alcides que o PMDB não bate nele. Assim, seu governo só não dará certo se ele próprio não quiser. Ou, claro, se alguns aliados atrapalharem demais.</P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=529]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2007-06-17 07:59:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Oposição a Iris em Goiânia é tão ruim quanto oposição a Alcides em Goiás]]></title>
<description><![CDATA[<P>Provavelmente a política goiana nunca foi tão&nbsp;frágil como agora. Tudo a ver&nbsp;com a fraqueza das oposições. O governador Alcides Rodrigues (PP), com todas as dificuldades que atravessa, tem encontrado um PMDB amistoso, que o elogia bastante e esquece do seu papel de opositor. O prefeito de Goiânia Iris Rezende (PMDB) tem hoje a Câmara de Vereadores a seu favor (o que antes era inimaginável), um PT que não sabe para onde vai e uma base aliada rachadíssima na capital. Muitos desta base até elogiam Iris. Críticas são raras e poucas. </P>
<P>Sorte de Alcides e de Iris; azar de Goiás e de Goiânia. Governos não andam sem oposição. Ou, quando andam, o caminho trilhado é cada vez mais autoritário, pois não há obstáculos, nem debates, nem aprimoramento. Apenas silêncio de cemitério. </P>
<P>Nem mesmo o medíocre lema do Partido Conservador Inglês ("governante não age, apenas reage") é seguido por aqui. Se ninguém age contra Alcides e Iris, por que eles iriam reagir?</P>
<P>Pior do que isso é que no lugar de uma oposição programática do adversário, começam a ganhar força os opositores internos - no caso do governo do Estado. Hoje, a grande ameaça a Alcides não é o PMDB. São seus aliados que o pressionam por cargos. </P>
<P>A pressão sobre Alcides é puramente fisiológica. O que significa a pior oposição possível para uma democracia, já avisava o capítulo 12 de O Príncipe (quando fala dos mercenários).</P>
<P>No caso de Iris, nem oposição interna significativa há. Com dois anos e meio de mandato, Iris ainda não viu oposição forte a ele, como se imaginava ao fim da acirrada campanha de 2004. PT e aliados do PP e PSDB atacaram Iris de todas as formas na eleição. Passado o processo eleitoral, se entregaram. A tal ponto que, em 2006, o PT capitulou e se aliou ao PMDB no segundo turno para governador (o que só não ocorreu no primeiro turno porque o PMDB não quis). </P>
<P>Para ficar só com dois exemplos clássicos, François Mitterrand (na França) e Luiz Inácio Lula da Silva (no Brasil) nunca deixaram de fazer oposição a quem os derrotava. </P>
<P>Mitterand, sempre que perdia eleições presidenciais, no dia seguinte estava nas ruas atacando o vitorioso. Ele perdeu duas vezes e ganhou na terceira. </P>
<P>Lula perdeu em 1989, 1994 e 1998 e, em todas elas, nunca desistiu do papel de oposição. No dia seguinte já articulava o PT para tentar frear o governo do adversário. O que sempre foi absolutamente saudável para a democracia. Hoje o Brasil não tem uma oposição que lembre aquela comandada pelo PT.</P>
<P>Voltando a Goiânia, a oposição sempre foi forte nas&nbsp;urnas e fraca nos gabinetes. </P>
<P>Em 2000, Nion Albernaz enfrentava forte oposição do goianiense, que era contra o aumento do IPTU, o veto ao transporte alternativo e a perseguição aos feirantes. Oposição que os partidos em nenhum momento fizeram. A voz do eleitor goianiense - bastante exigente - sempre esteve à frente da voz dos políticos. </P>
<P>Em 2004, da mesma forma, Pedro Wilson foi muito mal em questões como transporte alternativo e asfaltamento da cidade. Mas ninguém o criticava. PSDB e PMDB sonhavam em indicar o vice de Pedro, que era candidato à reeleição (lembremos que Iris só foi criticar Pedro Wilson faltando três meses para o pleito). </P>
<P>Mas quer saber? A história recente das eleições em Goiânia mostra que o eleito é sempre aquele que só faz oposição oportunista, que só fez críticas à prefeitura no período eleitoral.</P>
<P>Aos exemplos: <BR><STRONG>1)</STRONG> Nion Albernaz (PSDB), vitorioso em 1996, passou os quatro anos da administração de Darci Accorsi (então no PT) quase em silêncio. Centrava fogo no PMDB antes disso. Só criticou o PT no período eleitoral;<BR><STRONG>2)</STRONG> Pedro Wilson (PT), que ganhou em 2000, não fez nenhuma crítica direta à administração de Nion antes do período eleitoral. E, mesmo no período eleitoral, atacou pouco Nion e bateu bastante em Darci, que era seu concorrente direto; <BR><STRONG>3)</STRONG> Em 2004, até o início do ano, o PMDB nunca tinha feito uma só crítica a Pedro Wilson e sonhava em indicar o vice dele. Tanto que Iris chegou a dar nota 10 para a administração petista a menos de um ano da eleição. No período eleitoral, no entanto, Iris bateu duro em Pedro e manteve o primeiro lugar de ponta a ponta.</P>
<P>Ou seja: mais do que uma novidade, já é tradição em Goiânia não existir oposição de fato. O que impera é o modelo de oposição oportunista, que aparece no período eleitoral para tentar uma sintonia com o que pensa o eleitor. Uma hora, pode não dar certo. </P>
<P>Quem seria o oportunista vitorioso da vez? PT, PSDB, PP, PSB? Ou, desta vez, a situação (com o PMDB) derrota a tese?</P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=528]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2007-06-10 20:54:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Ênio é Ênio Branco? Da Celg?]]></title>
<description><![CDATA[<P>A&nbsp;nota abaixo foi publicada no <A href="http://oglobo.globo.com/pais/noblat/post.asp?cod_Post=60657">Blog do Noblat</A>, às 12h52:</P>
<P><STRONG>Uma nova personagem</STRONG></P>
<P><EM>A Polícia Federal investiga se uma pessoa identificada apenas como Ênio nas gravações telefônicas da Operação Navalha, que conversa com Sérgio Sá, lobista da Gautama, seria Ênio Branco, diretor-presidente da Celg (Companhia Energética de Goiás). </EM></P>
<P><EM>Em conversa captada pela PF, Sá conversa com Ênio sobre suas relações com o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL).&nbsp; O lobista diz que ele e sua mulher foram convidados por Renan para um almoço em sua casa. </EM></P>
<P><EM>Ênio é ligado ao PFL de Santa Catarina, do ex-senador Jorge Bornhausen.</EM></P>
<P>A nota pode ser lida no Blog do jornalista Ricardo Noblat <A href="http://oglobo.globo.com/pais/noblat/post.asp?cod_Post=60657">clicando aqui</A>.</P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=527]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2007-06-04 12:49:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Roberto Romano no Roda Viva]]></title>
<description><![CDATA[<P>Imperdível: o entrevistado do programa <A href="http://www.tvcultura.com.br/rodaviva">Roda Viva</A> de hoje à noite é o professor da Unicamp <A href="http://www.jornalx.com.br/entrevistaDetalhe.php?id_mat=00032&amp;categoria_mat=entrevista">Roberto Romano</A>. O programa começa às 22h40 na TV Cultura.</P>
<P>Entre os entrevistadores estão Tereza Cruvinel, colunista do jornal O Globo; Alon Feuerwerker, editor de política do jornal Correio Braziliense; Alexandre Machado, diretor de jornalismo da TV Cultura; Carlos Marchi, repórter e analista de política do jornal O Estado de S. Paulo; Fernando Rodrigues, colunista e repórter do jornal Folha de S. Paulo em Brasília e Carlos Graieb, editor-executivo da revista Veja.</P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=526]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2007-06-04 02:47:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Iris e Marconi respondem]]></title>
<description><![CDATA[<P>O prefeito Iris Rezende (PMDB) e a assessora de imprensa de&nbsp;Marconi Perillo (PSDB)&nbsp;justificaram, na <A href="http://www1.folha.uol.com.br/fsp/opiniao/fz3105200710.htm">seção de Cartas</A>,&nbsp;à Folha de S.Paulo, a lista de presentes que receberam da Gautama. Veja abaixo as justificativas:</P>
<P><STRONG>Operação Navalha<BR></STRONG>"A propósito do texto "Lista de brindes da Gautama tem 225 nomes" (Brasil, 29/5), sobre supostas pessoas que teriam recebido presentes da construtora Gautama, informo que jamais mantive qualquer tipo de contato com a referida empresa nos dois mandatos à frente do governo do Estado nem na Prefeitura de Goiânia. Somente tomei conhecimento dos nomes Gautama e Zuleido Veras em decorrência da recente Operação Navalha. Cabe à PF esclarecer quais seriam os hipotéticos presentes que os integrantes desta lista possam ter recebido. Torna-se necessário ressaltar que, em 2006, o Ministério Público Federal também levantou suspeitas sobre a movimentação bancária no episódio denominado mensalão. Oito meses depois, o mesmo MPF reconheceu que nada havia de errado com essa movimentações, fruto de compra e venda de gado, e que havia cometido um grande equívoco na divulgação do fato à mídia." <BR><FONT size=-1><B>IRIS REZENDE</B>, prefeito de Goiânia (Goiânia, GO)</FONT> </P>
<P>"O senador Marconi Perillo (PSDB-GO), citado em reportagem de 29/5 como tendo recebido brindes da empresa Gautama, esclarece que não tem nenhuma relação com os donos da referida empresa. Esclarece também que, como governador de Goiás, recebeu, em datas comemorativas, brindes -como agendas e gravatas- de pessoas físicas e jurídicas, mas que nenhuma relação de negócios manteve em nenhuma ocasião com tal empresa. <BR>Marconi Perillo entende que, nesse momento em que a imprensa se volta para apurar supostos envolvidos em corrupção, publicar uma lista com nomes de pessoas que receberam brindes -como, de costume, faz toda grande empresa- é buscar confundir a compreensão do leitor." <BR><FONT size=-1><B>ADRIANA MOTTA</B>, assessora de imprensa do senador (Brasília, DF)</FONT></P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=546]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2007-05-31 06:40:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Goianos presenteados pela Gautama]]></title>
<description><![CDATA[<P>Três políticos goianos estão na lista dos presenteados pela construtora Gautama, segundo apuração da <A href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u300414.shtml">Folha de S.Paulo</A>. Os três goianos são Alcides Rodrigues (PP), Marconi Perillo (PSDB) e Iris Rezende (PMDB).</P>
<P>Do Tocantins constam Marcelo Miranda (PMDB), Osvaldo Reis (PMDB) e João Ribeiro (PFL). </P>
<P>A lista completa pode ser conferida <A href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u300414.shtml">clicando aqui</A>.</P>
<P><STRONG>Em tempo:</STRONG> em 2001, Marconi Perillo (então governador de Goiás) tinha o hábito de doar para as entidades filantrópicas todos os presentes que recebia, por considerar a prática (de receber presentes) antiética. Aconteceu o mesmo agora?</P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=525]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2007-05-29 09:05:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[‘Jornal X’ bem colocado no Pagerank]]></title>
<description><![CDATA[<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><?xml:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /><o:p>Por Euler de França Belém <BR>(do <A href="http://www.jornalopcao.com.br/index.asp?secao=Imprensa&amp;subsecao=Colunas&amp;idjornal=239">Jornal Opção</A>)</o:p></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><o:p></o:p>&nbsp;</P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><o:p>O editor de Cultura do Jornal Opção, o poeta Carlos Willian Leite, também consultor de Internet, fez uma pesquisa sobre quais são os jornais citados na rede como os mais influentes de Goiás. “</o:p><o:p>Trata-se do pagerank”, diz Carlos Willian. </o:p><o:p>Eis a lista: Diário da Manhã (<A href="http://www.dm.com.br/">www.dm.com.br</A>) — pagerank 6, com variações 5. Jornal Opção (<A href="http://www.jornalopcao.com.br/">www.jornalopcao.com.br</A>) — 4, sem variações. Revista Bula (<A href="http://www.revistabula.com/">www.revistabula.com</A>) —3, com variações em 2. Blog do Eduardo Horácio, (<A href="http://www.jornalx.com.br/">www.jornalx.com.br</A>) — 3,&nbsp; com variações em 2. O Popular (<A href="http://www.opopular.com.br/">www.opopular.com.br</A>) — 3, com variações em 1. </o:p></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><o:p></o:p>&nbsp;</P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><o:p>“Embora tenha (pagerank) 3, o Pop tem pontuação menor, pois se enquadra na categoria geral. No caso da Bula, embora o pagerank seja o mesmo, o peso do voto é maior, pois se enquadra em categoria específica, literatura”, registra Carlos Willian. As variações acontecem quando o GoogleBoot, o robô do Google, faz a catalogação de links, que, no mundo virtual, são considerados votos. </o:p></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><o:p></o:p>&nbsp;</P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><o:p>“Quanto maior o prestígio de quem fala de você, maior é o peso do voto”, diz o consultor-poeta. Carlos Willian revela que “um anúncio no mundo virtual (Google ou Submarino) vale mais na Bula do que no Pop”. Um dos motivos da baixa influência do Pop certamente é o fato de que o jornal, fechado para os não-assinantes, tem sido lido quase que exclusivamente em Goiás (e só por assinantes). </o:p></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><o:p></o:p>&nbsp;</P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><o:p>DM e o Jornal Opção são lidos em qualquer lugar do mundo. “Para ter peso no mundo virtual é preciso ter uma vida longa”, afirma Carlos Willian. “Ser citado uma vez por Helio Fernandes [da Tribuna da Imprensa] ou Elio Gaspari [da Folha de S. Paulo] vale mais do que ser citado duzentas vezes por algum político goiano. Na Internet é assim: o que vale é o prestígio de quem fala de você.</o:p></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><o:p></o:p>&nbsp;</P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><o:p>Um exemplo: imagine a Coca-Cola ter um link do Jornal Opção em sua página; teria um peso enorme no mundo virtual. Se existisse um fórum de comentários no Jornal Opção, ele seria o maior de Goiás. Dos 17.156 mil links direcionados à página do Jornal Opção, cerca de 14.772 mil é linkando&nbsp;a coluna Imprensa. Um explicação para isso talvez seja o fato de a coluna ter comentado sobre todos os grandes lançamentos de livros em língua portuguesa nos últimos anos. Os robôs do Google têm preferência por assuntos ligados a tecnologia, ciência e cultura. Nesse quesito, se levarmos em conta a quantidade de links da coluna Imprensa, ela tem o mesmo peso do caderno Prosa &amp; Verso, de O Globo. </o:p></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><o:p></o:p>&nbsp;</P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><o:p>O Google detém 44,9 por cento da audiência de ferramentas de busca, segundo o relatório da Nielsen. Qual foi o diferencial que fez o Google superar todos seus rivais? “O nome deste segredo é o pagerank. Antes do Google, as ferramentas de busca simplesmente varriam os sites procurando por conteúdo. Se o algoritmo da ferramenta concluísse que a página tratava do assunto, ficava na frente nos sites de busca. Isto facilitava a ação dos trambiqueiros, pois bastava criar uma página que atendesse os requisitos que ela ficaria em primeiro, mesmo que não fizesse sentido para os seres humanos. Foi então pensado um sistema que não fosse baseado apenas no conteúdo, mas também nos links que apontassem para ela, que serviriam como um voto. O Altavista desenvolveu um sistema baseado no link popularity, que ainda não era o ideal, mas que seria aperfeiçoado pelo pagerank. O pagerank foi criado por Larry Page e Sergey Brin, fundadores do Google na Universidade de Stanford.” </o:p></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><o:p></o:p>&nbsp;</P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><o:p>(o texto acima foi retirado da coluna Imprensa da edição <FONT face=Arial size=2>1664 </FONT>e pode ser visto no&nbsp;sítio <A href="http://www.jornalopcao.com.br/">www.jornalopcao.com.br</A>)</o:p></P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=524]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2007-05-27 17:12:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Maguito quer ser candidato em Aparecida de Goiânia em 2008]]></title>
<description><![CDATA[<P>A fórmula é simples: se Iris Rezende insistir, Maguito Vilela será candidato a prefeito de Aparecida de Goiânia em 2008. E Iris vai insistir. E Maguito vai topar. </P>
<P>Sobretudo porque o plano número 1 de Iris hoje é voltar&nbsp;a ser governador do Estado, sendo a reeleição em Goiânia no ano que vem apenas uma etapa desse projeto. Para o projeto se tornar forte, Iris deseja que o PMDB esteja no comando das principais prefeituras do Estado em 2010. E Aparecida é uma das prioridades. </P>
<P>A "solução-Maguito" em Aparecida de Goiânia é oportuna, na visão do PMDB, porque: 1) há falta de nomes fortes do partido no segundo maior colégio eleitoral de Goiás; 2) é uma boa chance para Maguito Vilela se reabilitar politicamente; 3) Aparecida é um terreno fértil para fatos novos, já que o grupo que comanda a cidade está desgastado; 4) Mesmo em crise, Maguito teve mais votos que Alcides em Aparecida nos dois turnos da eleição de 2006; 5) Como já dito, uma vitória em Aparecida fortalece o projeto do PMDB para 2010, principalmente se Iris também vier a ser reeleito em Goiânia.</P>
<P>Há problemas para Maguito. O primeiro é a mudança de domícilio eleitoral. Maguito ainda reluta (embora menos do que antes) em deixar Jataí e acabar sendo chamado de traidor. O segundo problema é o risco de ser chamado de aventureiro em Aparecida, o que muitas vezes é comum com quem muda de domícilio eleitoral para ser candidato, a exemplo do que ocorreu com vários nomes em Goiás em 2004. </P>
<P>Iris, no entanto, promete fazer todos os esforços para minimizar esses problemas. Pretende, na campanha conjunta da eleição de 2008 (Iris candidato em Goiânia, Maguito em Aparecida) dizer que Maguito vai asfaltar toda a cidade de Aparecida, repetindo o mote de Iris em Goiânia. Quanto à Jataí, deve haver um trabalho de fortalecimento de Leandro Vilela na cidade, o que minimizaria a saída de Maguito de sua terra natal. </P>
<P>Há, ainda, um outro fator que fortaleceria a candidatura de Maguito: o possível apoio do deputado federal Sandro Mabel (PR),&nbsp;que tem domicílio eleitoral na cidade e sempre ajudou a bancar as campanhas vitoriosas do grupo de Ademir Menezes. Agora que às vezes se desentende com Ademir, não é improvável imaginar que Mabel feche aliança com o PMDB em várias cidades do Estado em 2008, começando por Goiânia e Aparecida. Eles, inclusive, já conversam a respeito. </P>
<P>O PMDB realizou este mês uma pesquisa em Aparecida&nbsp; para consumo interno, em que o nome de Maguito foi colocado como candidato. Só que mesmo com as chances de Maguito ser candidato serem grandes, ele e Iris devem se manter em silêncio por ora. Não querem apanhar dos adversários antes do jogo começar e nem despertar a ira antecipada de alguns políticos de Aparecida. </P>
<P>Semana passada, por exemplo, Ozair José foi ao Paço Municipal saber de Iris em que pé estava a candidatura de Maguito na cidade. Iris negou tudo. Maguito, também. Mas convém voltar a perguntar de novo a eles em setembro, prazo final para a mudança de domicílio eleitoral de quem pretende se candidatar em 2008.</P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=523]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2007-05-21 04:14:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Racha, se houver, só em 2010]]></title>
<description><![CDATA[<P><STRONG>As brigas entre Alcides Rodrigues e Marconi Perillo levam especialistas e políticos a apostar em rompimento, apesar da lógica recomendar o contrário</STRONG></P>
<P>Basta um governador suceder a outro do mesmo grupo político e pronto: lá vem a disputa entre ambos para ver quem manda mais. </P>
<P>Foi assim com o então mandato de governador de Maguito Vilela (1995-1998), sucedendo a Iris Rezende (1991-1994). Maguitistas e iristas (mais até do que os próprios Iris e Maguito) brigaram o tempo todo por espaço no governo. </P>
<P>A idéia de que o PMDB (partido de ambos) estaria rachado esteve em pauta o tempo todo, mas Maguito e Iris nunca romperam, apesar de várias divergências pontuais. </P>
<P>As razões para que não houvesse rompimento não são poucas, mas há uma em especial: o fato de que romper é entrar em um jogo de soma negativa. </P>
<P>Maguito e Iris perderiam juntos. Talvez um perdesse mais, outro menos. Mas ambos perderiam. </P>
<P>Da mesma forma ocorre com as disputas de poder entre os grupos do governador Alcides Rodrigues (PP) e do senador Marconi Perillo (PSDB). A união entre os dois produz atritos (alguns difíceis de reparar), mas a desunião só provocaria perdas irreparáveis.</P>
<P>Basta lembrar do rompimento entre Iris Rezende e Henrique Santillo, quando este último foi governador (1987-1991). À época, ninguém duvidou que o principal perdedor havia sido Santillo, afinal deixou o governo com altos índices de impopularidade e sem conseguir eleger seu sucessor. Mais do que isso: teve de suportar a idéia de ver Iris sucedendo-o.</P>
<P>Com o passar do tempo, Santillo recuperou credibilidade, enquanto Iris perdeu força, principalmente entre os formadores de opinião. </P>
<P>Tanto que o eixo central do discurso feito por Marconi Perillo na eleição de 1998 (em que o tucano venceu Iris) foi formulado anos antes por Santillo. </P>
<P>Com o rompimento, Santillo perdeu muito no início: seu governo se tornou inviável em muitos aspectos. Depois, conseguiu ainda reescrever seu passado, quando seus feitos nas áreas de saúde e cultura se mostraram sólidos. </P>
<P>Por outro lado, Iris pareceu vencedor no primeiro round. Mas, em 1998, o discurso de Santillo - atualizado por Marconi - voltou com força contra o próprio Iris. Ou seja: ambos mais perderam do que ganharam com o rompimento. </P>
<P>Quando venceram, a vitória foi por pontos. Quando perderam, a derrota foi por nocaute.</P>
<P>A questão é essa: quem entra na política pensando em fazer mais aliados e menos inimigos, joga xadrez. Quem entra disposto a provocar divergências e rupturas, opta pelo boxe. </P>
<P>Daí que um pouco de consulta à história é suficiente para supor que Alcides e Marconi ainda preferem o xadrez. E, se mudarem de esporte, não será por agora: deve ser perto de 2010. </P>
<P>Se Alcides rompe com Marconi, seu governo pode ser nocauteado pela bancada tucana (e agregados) na Assembléia e pelas raízes que o senador fincou na estrutura do Estado. Estar com Marconi é, por ora, um mal menor para Alcides.</P>
<P>Se Marconi rompe com Alcides, o tucano abre a guarda e se expõe mais, tendo contra si o governador e boa parte da máquina do Estado. O que forçaria Marconi a ser candidato a governador em 2010 como candidato de oposição, tarefa bem menos simples do que ser candidato de situação. </P>
<P>Um rompimento próximo de 2010 seria, portanto, menos traumático para ambos. Marconi já estaria com uma candidatura consolidada a governador e não teria de conviver com o fato de ser oposição a Alcides por tanto tempo. E Alcides não teria uma bancada marconista sabotando-o por quase quatro anos. </P>
<P>Ainda assim, o mais lógico é apostar em não-rompimento, já que algum trauma sempre haveria. É mais fácil para ambos suportar um aliado barulhento do que tê-lo como adversário. Embora a política tenha sempre seu lado imponderável. </P>
<P>Um outro ponto a ser considerado é que alcidistas e marconistas brigam mais entre si do que os próprios Alcides e Marconi. Tal qual Iris e Maguito, como já dito. O que dificulta ainda mais qualquer possibilidade de rompimento formal e definitivo, caso de Iris e Santillo. </P>
<P>Pesa, também, contra o rompimento, a diferença de temperamento entre Alcides e Marconi. <BR>Santillo sempre foi mais explosivo. Iris nunca foi de aceitar quem discordasse dele internamente no partido. Deu no que deu. Diferente de Alcides, mais pacato do que Marconi, este sim com temperamento semelhante ao de Iris.</P>
<P>Em outras palavras, a chave para saber se haverá ou não rompimento está com o atual governador. Se ele continua com seu jeito Alcides de ser, é provável que não haja nenhuma ruptura. Mas se seu temperamento público se modificar com o tempo e se aproximar do estilo Santillo, a política goiana muda de rumo.</P>
<P>Com esse novo rumo, daria até para imaginar uma repetição histórica. Como farsa? Talvez. Se Iris rompeu com Santillo e foi eleito governador em 1990 como candidato de oposição, não seria improvável, neste cenário, imaginar Marconi candidato em 2010 em oposição ao candidato de&nbsp; Alcides.&nbsp;</P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=521]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2007-04-18 14:14:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[2008 é laboratório de 2010?]]></title>
<description><![CDATA[<P>Leonel Brizola (1922-2004), um dos principais nomes da política brasileira no século 20, era um sujeito cindido: metade pragmático, metade idealista. </P>
<P>Em alguns momentos, seu lado anglo-saxão (pragmático) predominava; em outros, sua porção francesa (idealista) falava mais alto. </P>
<P>Foi um insight anglo-saxão que fez ele propor, em 1999, que os principais partidos de esquerda do Brasil lançassem, em 2000, candidatos a prefeito nas principais cidades. Em 2002, ano em que se escolheria novo presidente e novos governadores, a esquerda se uniria em torno dos vitoriosos de 2000. </P>
<P>Em poucas palavras: Brizola queria que a eleição para prefeito fosse uma espécie de "laboratório" para as eleições maiores (estaduais e presidenciais). Ninguém encampou a idéia publicamente, mas a proposta de Brizola acabou desvelando uma prática que, de certa forma, já era exercida por vários partidos políticos. </P>
<P>Em Goiás, por exemplo, muita gente foi tão pragmática quanto Brizola naquele ano de 2000. O grupo de partidos que havia se unido para eleger Marconi Perillo governador em 1998 estava dividido. Ronaldo Caiado (líder do então PFL, hoje DEM), Roberto Balestra (do então PPB, hoje PP) e Pedrinho Abrão (do PTB) não aceitaram, em 2000, a idéia de apoiar um candidato do PSDB para a Prefeitura de Goiânia. Os três partidos bancaram a candidatura de Darci Accorsi (PTB), numa clara tentativa, uma vez vencendo em Goiânia, de tentar ser um contraponto ao PSDB de Marconi Perillo em 2002. </P>
<P>Como se sabe, não deu certo: Darci foi ao segundo turno, mas perdeu para Pedro Wilson (PT). Lúcia Vânia (PSDB) nem ao segundo turno foi.</P>
<P>Apesar do segundo lugar de Darci e do terceiro lugar da candidata tucana, a sensação mais forte era de que o grande derrotado era o grupo de Darci, principalmente depois que o PSDB de Marconi, Lúcia e Nion havia apoiado o PT no segundo turno. Mas o principal motivo para o PSDB não se portar como derrotado era, claro, o fato de ainda estar no comando do governo do Estado. </P>
<P>Com a derrota, PFL, PPB e PTB voltaram, em silêncio, para a aliança que reelegeria Marconi Perillo, dois anos depois, como a história bem registra. </P>
<P>Sim, arriscaram uma independência em 2000. Sem sucesso, optaram pelo caminho mais seguro em 2002. A idéia de fazer da eleição municipal um laboratório, no entanto, não terminou. Ao contrário: voltou com mais força.</P>
<P>Tanto que, em 2004, novamente os partidos se agitaram em ano de sucessão municipal. PSB e PP entraram em uma briga de foice para ver quem indicaria o candidato da base aliada. Sandes Júnior (PP) venceria Barbosa Neto (PSB) nas prévias. O PTB, no entanto, ensaiou lançar Jovair Arantes candidato a prefeito e acabou optando por indicar Misael Oliveira para vice de Pedro Wilson (PT). </P>
<P>Já o PFL escolheu vôo solo com a candidatura de Rachel Azeredo, enquanto o PL bancou o nome de Darci Accorsi. </P>
<P>Mesmo perdendo, o PP (com Sandes)&nbsp;mostrou força dentro da base ao se mostrar fiel ao PSDB, partido hegemônico no arco de alianças. Tanto que, dois anos depois, o candidato a governador da base aliada seria do PP. O PTB, desiludido com a derrota de Pedro Wilson, voltaria em 2006 para esta mesma base. </P>
<P>PFL e PL (hoje PR) tiveram votações fracas com suas duas candidaturas. Rachel não decolou. Darci teve a pior votação de sua história. Mas as reações foram diferentes. O PR, apesar de derrotado em Goiânia, conseguiu importantes vitórias em suas experiências no interior. Mais cacifado, o PR voltou à base aliada em condições de exigir mais, mesmo apoiando Alcides Rodrigues em 2006. </P>
<P>O PFL, no entanto, manteve o discurso de independência, apesar da fraca votação de Rachel. Tanto que, dois anos depois, conseguiria bancar nova candidatura própria, com Demóstenes Torres. </P>
<P>O PSB, fracassado em sua tentativa de candidatura própria em 2004, preferiu fazer o processo inverso, lançando um nome em 2006 (o mesmo Barbosa Neto) para governador. Apesar de sua reação na reta final, a candidatura de Barbosa em nenhum momento ameaçou a polarização entre o PMDB de Maguito Vilela e o PP de Alcides. </P>
<P>E agora, em 2008? Quem novamente usará Goiânia como laboratório? PTB e PR já negociam por todos os lados. Tanto Jovair Arantes quanto Sandro Mabel admitem candidaturas próprias na capital (o que demonstra ousadia), mas recuam na eleição para governador (Jovair prefere Marconi e Mabel sonha com Henrique Meirelles). </P>
<P>O PT deve lançar candidato em Goiânia. Historicamente, desde sua fundação, os candidatos petistas nunca tiveram menos de 25% dos votos na capital. O que costuma ser suficiente para o partido ir,&nbsp;ao&nbsp;menos, ao segundo turno, como quase sempre vai (só não foi em 1996). Se vencer em Goiânia, parece certo que o PT será mais ousado em 2010. Se perder, a tendência é que apóie um candidato de outro partido (como fez em 2006, ao apoiar Barbosa Neto). </P>
<P>O PP se movimenta, mas a tendência é que apóie o candidato do PSDB a prefeito. O DEM (ex-PFL) deve novamente tentar um vôo solo (embora ainda não fale publicamente em nenhum nome) e o PSB deve teimar em lançar Barbosa Neto candidato, um sonho pessoal antigo do ex-deputado federal. </P>
<P>Apesar da idéia laboratorial, convém fazer duas ressalvas. A primeira: lembrar que o eleitor não vê a eleição municipal como prévia da estadual. A última vez em que isso aconteceu foi em 1996 e 1998, quando Nion Albernaz (PSDB) foi eleito em Goiânia e Marconi Perillo (PSDB) em Goiás, respectivamente. </P>
<P>Em 2000, o vitorioso foi Pedro Wilson (PT), o que não combina com a reeleição de Marconi em 2002. Em 2004, a vitória em Goiânia foi do PMDB de Iris Rezende, sem nenhuma relação direta, portanto, com a reeleição de Alcides Rodrigues (PP). </P>
<P>A segunda ressalva: nos últimos cinqüenta anos, candidatos a prefeito vitoriosos não tiveram muita sorte depois que deixam o cargo. Nion Albernaz nunca foi além do cargo de prefeito. Darci Accorsi perdeu seis eleições consecutivas (sendo quadro delas para deputado) depois que deixou a Prefeitura de Goiânia. Pedro Wilson conseguiu, com dificuldade, voltar a ser deputado federal, mas hoje é um nome menos denso do que na época em que&nbsp;era prefeito. </P>
<P>Só há uma exceção neste xadrez que dá azar a quem vira prefeito: Iris Rezende. Foi eleito prefeito em 1965 e, em 1982 e 1990, chegou a governador. Embora, hoje, seja novamente prefeito, o que também representa um recuo em sua carreira política.</P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=520]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2007-04-17 13:57:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Crise do PMDB favorece Iris-2010]]></title>
<description><![CDATA[<STRONG>A fórmula é simples: quanto mais o partido se desmoraliza, mais Iris Rezende&nbsp;cresce como "salvação". Foi assim em 2003. Parece ser assim agora. Não é difícil apostar que será assim em 2010.</STRONG> 
<P>Em setembro de 2003, se dependesse apenas dos deputados estaduais do PMDB, a decisão já estaria tomada: o melhor para o partido seria se aliar ao PSDB em Goiás, com cargos de primeiro escalão e outras benesses do poder. Isso mesmo: PSDB e PMDB, adversários das últimas eleições estaduais, estariam juntos a partir de então, já valendo para a sucessão de Goiânia no ano seguinte, em 2004. </P>
<P>O fato, hoje recalcado na história peemedebista, chegou a merecer uma reunião ampla com todos os principais líderes do partido, no dia 10 de setembro daquele ano. O casal peemedebista Gilberto e Mara Naves, esta última deputada estadual até hoje, deram declarações públicas justificando a decisão. Gilberto chegou a afirmar que os dois partidos nasceram no mesmo berço e que ele, pessoalmente, continuava amigo de Marconi Perillo (PSDB).</P>
<P>A idéia também havia recebido um "sim" eufórico de José Gomes da Rocha e José Nelto. O primeiro era candidato a prefeito de Itumbiara e, o segundo, de Senador Canedo. Queriam, pelo menos, a neutralidade do Palácio das Esmeraldas. Barbosa Neto, ainda no PMDB (poucos dias depois iria para o PSB), queria ser candidato a prefeito de Goiânia com o apoio de Marconi, sem sair do PMDB. Até Fernando Netto, opositor mais ferrenho ao governo tucano, concordava com a capitulação.</P>
<P>Com o clima de marconismo avançando no PMDB, Iris Rezende (então presidente regional do partido) e Maguito Vilela (ainda senador) bateram na mesa e abortaram a adesão do PMDB a Marconi naquele ano de 2003. Era um momento de crise: o partido havia perdido pela segunda vez consecutiva a eleição para governador. Muitos deputados - e outras lideranças - não estavam acostumados a ficar longe do poder. </P>
<P>Naquela crise, em 2003, dois nomes se sobressaíram: Iris Rezende e Maguito Vilela. Iris vinha do trauma de um terceiro lugar na disputa pelo Senado. Teve ali seu primeiro momento de ressurreição. Não foi por acaso que alguns dias depois um grupo de peemedebistas históricos (com Juarez Magalhães Jr. à frente) lançaria Iris candidato a prefeito de Goiânia em 2004. A idéia, que parecia absurda, se mostrou certeira.</P>
<P>Maguito foi outro que lucrou com a crise de 2003. O peemedebista vinha de uma derrota traumática na eleição de 2002, quando havia perdido para Marconi. Na campanha, vários peemedebistas se mostraram insatisfeitos com a "falta de energia" demonstrada por Maguito. Aquele momento de crise em 2003 reposicionaria Maguito no centro do PMDB. Tanto que, em 2006, a maior parte da base do PMDB o empurraria novamente para ser o candidato a governador.</P>
<P><STRONG>E 2007?</STRONG><BR>Mas, afinal, o que aquela crise de 2003 tem a ver com o momento atual? Novamente, o PMDB goiano passa por uma crise de identidade. Assim como há quatro anos, o partido vem de uma ressaca eleitoral. Já são três derrotas consecutivas. O partido resiste em ser oposição. Outra tentação adesista ronda o partido. O maior exemplo vem da eleição na Assembléia Legislativa, quando 90% da bancada peemedebista contrariou Maguito e Iris, votando em Jardel Sebba (o candidato bancado por Marconi) e não em Samuel Almeida. </P>
<P>A crise no PMDB atinge patamares tão altos que até a falta de comando impera. O partido nem mesmo pune os abertamente infiéis. Seu líder na Assembléia, José Nelto, é o exemplo mais latente. Vive buscando a sombra de Marconi, compõe com ele em alguns momentos e não põe em prática seu discurso de oposição. Reclama que a Assembléia não pode ser um "poder agachado". Mas ele não foi oposição aos dois governos de Marconi.&nbsp;A crise de 2003 é uma boa amostra.</P>
<P>E, afinal, por que José Gomes da Rocha (prefeito de Itumbiara), que apoiou abertamente Alcides Rodrigues para governador, não foi punido ou expulso do PMDB? É sintomático ver que nem mesmo Maguito, hoje presidente do partido e principal prejudicado em 2006, reagiu à infidelidade de José Gomes. </P>
<P>Diferentemente de 2003, agora Maguito carrega o estigma de duas derrotas consecutivas: dificilmente conseguirá ser candidato a governador outra vez. E sua voz não é mais ouvida: tanto que ninguém deu bola para suas orientações na eleição da Assembléia. </P>
<P>Outro motivo para Maguito não ser ouvido&nbsp;por seus pares&nbsp;é sua incoerência crônica: num dia critica Alcides; no outro, prega parceria com ele (como aconteceu nesta quinta-feira, 29 de março).</P>
<P>O prefeito Iris Rezende, que no momento da eleição na Assembléia ainda se recuperava de uma cirurgia, recomendou voto em Samuel, <EM>pero no mucho</EM>. Não fez tanta força para que isso se tornasse realidade. </P>
<P>Houve quem observasse, na posição tomada por Iris, uma sutileza: ao deixar Jardel ser eleito, o prefeito de Goiânia contribuiu para queimar de vez o prefeito de Catalão Adib Elias, líder emergente no partido. Jardel é arqui-rival de Adib em Catalão e nove dos dez deputados estaduais peemedebistas votaram no tucano. Iris, depois, até afastaria Flávio Peixoto da prefeitura. Há quem aposte que foi apenas um ato protocolar, uma espécie de "satisfação ao público". </P>
<P>Com Maguito queimado, Adib traído, e deputados loucos para aderir, o que sobra de autenticidade no PMDB? Outra vez, Iris Rezende. Para o bem e para o mal.</P>
<P>Se a crise de 2003 possibilitou que Iris se lançasse inesperadamente candidato a prefeito de Goiânia - e tivesse uma vitória esmagadora -, há quem veja na crise de agora uma única saída para Iris: se reeleger prefeito em 2008 e, na seqüência, se lançar candidato a governador em 2010. Se em 2006 o projeto de Iris se candidatar com aclamação do partido foi abortado pelo grupo de Maguito e pela insistência de Adib em fazer prévias, em 2010 o caminho parece livre para o atual prefeito. </P>
<P>O que, agora, parece mais uma tentativa marconista de pôr o PMDB no bolso - o que tem lastro na realidade - pode no fundo ser apenas parte da estratégia silenciosa de Iris. </P>
<P>A fórmula é simples: quanto mais o partido se desmoraliza, mais Iris Rezende se torna o antídoto moralizador. Foi assim em 2003. Parece ser assim agora. Não é difícil apostar que será assim em 2010.</P>
<P><STRONG>Renovação adiada outra vez<BR></STRONG>A estratégia silenciosa de Iris Rezende - que fatalmente deve levá-lo a ser candidato a governador em 2010 - adia, mais uma vez, qualquer possibilidade de renovação no PMDB. </P>
<P>Um sintoma disso é a falta de espaço encontrada por várias lideranças do partido. O último a ser fritado foi o prefeito de Catalão, Adib Elias. Mesmo sem renovação, nas três últimas eleições para governador o PMDB começou a campanha com chance real de vencer. Agora, fora Iris, nenhum candidato passa essa idéia.</P>
<P>Se antes de ser candidato a prefeito de 2004, Iris parecia engolido pelo setor que tinha sede de renovação, agora a situação é diferente: Iris mexe as peças para ficar sozinho no comando, sem oposição interna. </P>
<P>Há até quem veja no fato de Iris e Marconi se encontrarem com bastante freqüência nos dois primeiros meses do ano uma atitude estratégica: seria uma forma de Iris reforçar no imaginário do eleitor a idéia de que ele é o principal protagonista do Estado, ao lado do tucano. </P>
<P>Aqueles que conseguem enxergar, de forma otimista, algum "ar de renovação no PMDB" apostam que Iris deseja mesmo é ser condutor da sucessão de 2010, ainda que não seja candidato. </P>
<P>Neste caso, a estratégia passaria pelo lançamento, pelo PMDB, da candidatura de Henrique Meirelles, hoje presidente do Banco Central. E ele, Iris, seria candidato ao Senado. </P>
<P>Meirelles, na visão de Iris, poderia vir a ser o adversário ideal de Marconi Perillo em 2010. </P>
<P>Dentro dessa hipótese, o objetivo é vingança. </P>
<P>Assim como Marconi evitou que Iris se tornasse governador de Goiás pela terceira vez em 1998, agora seria a vez de Iris, em 2010, evitar que Marconi se tornasse governador pela terceira vez. </P>
<P>Nessa estratégia, pouca importa o candidato de Iris ser ele próprio ou Henrique Meirelles.</P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=519]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2007-03-31 15:41:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Cultura Zero? Os dados de Goiás]]></title>
<description><![CDATA[<P>Boa pesquisa: os dados levantados pelo produtor cultural <A href="http://entreatos.blogspot.com">Marcus Fidelis</A> sobre o trabalho da Agepel (Agência Goiana de Cultura) nos quatro anos do segundo mandato de Marconi Perillo e Alcides Rodrigues. </P>
<P>Os textos dele - da série <A href="http://entreatos.blogspot.com">Cultura Zero?</A> constam de seu blog <A href="http://entreatos.blogspot.com">Entreatos</A>. Para acessar o blog e consultar a pesquisa seguida de boa análise, <A href="http://entreatos.blogspot.com">clique aqui</A>. </P>
<P><STRONG>Em tempo:</STRONG> A escolha de Linda Monteiro para presidir a Agepel não poderia ser mais desastrosa. Se não houve política cultural nos últimos oito anos (apenas eventos, eventos e eventos), nos tempos de Linda Monteiro (no governo Maguito Vilela) nem isso havia. </P>
<P>Pergunte para qualquer pessoa ligada à cultura naqueles tempos. </P>
<P>Uma ressalva: boa parte da responsabilidade do desastre que foi Linda Monteiro à frente da Fundação Pedro Ludovico teve relação direta com a pouca verba destinada à cultura pelo então governador Maguito Vilela. Tanto que o desastre também havia se repetido antes, com Bernardo Élis à frente do órgão.&nbsp;</P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=518]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2007-03-30 18:33:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[As ‘boas intenções’ de Babel]]></title>
<description><![CDATA[<P>Em <A href="http://adorocinema.cidadeinternet.com.br/filmes/babel/babel.asp">Babel</A>, os clichês de acumulam: </P>
<P>- Existe um personagem mexicano bêbado e brigão (e olha que o diretor do filme é o mexicano Alejandro Gonzáles Iñárritu)<BR>- Há uma personagem japonesa que não regula bem<BR>- Repete-se a idéia de que os árabes não sabem o que fazer com armas de fogo<BR>- E, claro, os norte-americanos são sempre salvos por helicópteros </P>
<P>Muitos destes problemas acabam sendo camuflados pela repetição do jeito angustiante de filmar (que hoje é moda em Hollywood) que já estava presente antes em <A href="http://http://adorocinema.cidadeinternet.com.br/filmes/amores-brutos/amores-brutos.asp">Amores Brutos</A> e <A href="http://adorocinema.cidadeinternet.com.br/filmes/21-gramas/21-gramas.asp">21 Gramas</A>, outros dois filmes do diretor, e que também é usado por outro filme esquecível: <A href="http://www.jornalx.com.bradorocinema.cidadeinternet.com.br/filmes/jardineiro-fiel/jardineiro-fiel.asp">O Jardineiro Fiel</A>, de Fernando Meirelles. </P>
<P>Quando falo em "jeito angustiante de filmar", me refiro a câmeras que tremem, falas desordenadas e situações tensas, tudo de uma só vez. </P>
<P>Além do "jeito angustiante de filmar", há uma outra característica que ajuda o espectador a "absolver" o filme de sua mediocridade: as aparentes boas intenções. </P>
<P>Afinal, como ser contra um filme que nos expõe problemas urgentes do mundo contemporâneo, como incomunicabilidade, solidão, paranóia e falta de compaixão?</P>
<P>Indiretamente, é como se <A href="http://adorocinema.cidadeinternet.com.br/filmes/babel/babel.asp">Babel</A> dissesse: se você não gosta deste filme, é porque você se sentiu agredido com ele. E está no grupo dos que sofrem de paranóia, solidão, etc. Ou, então, não passa de um insensível. </P>
<P>O filme, no entanto, tem pelo menos um mérito: excelentes atuações. Os personagens marroquinos (que não são atores profissionais), os japoneses, os norte-americanos e os mexicanos cumprem bem seus papéis.&nbsp;Não é esse, portanto, o grande problema de <A href="http://adorocinema.cidadeinternet.com.br/filmes/babel/babel.asp">Babel</A>.</P><EMBED style="WIDTH: 348px; HEIGHT: 235px" src=http://www.youtube.com/v/9R0WfYhwATU width=348 height=235 type=application/x-shockwave-flash wmode="transparent"></EMBED>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=517]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2007-03-03 14:40:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[‘A Rainha’ é um alívio]]></title>
<description><![CDATA[<P><A href="http://www.jornalx.com.brwww.thequeen-movie.com/">A Rainha</A> é um filme político. Mesmo para quem não gosta de política, é agradável. Passa longe de filmes políticos de quinta categoria, como <A href="http://adorocinema.cidadeinternet.com.br/filmes/mera-coincidencia/mera-coincidencia.htm">Mera Coincidência</A> e <A href="http://adorocinema.cidadeinternet.com.br/filmes/quarto-poder/quarto-poder.asp">O Quarto Poder</A>. Em <A href="http://www.thequeen-movie.com/">A Rainha</A>, a fórmula é simples: menos caricatura, mais sutileza. Muita ambigüidade, pouco maniqueísmo. </P>
<P>O recorte feito pelo diretor Stephen Frears é o primeiro acerto: começa na eleição de Tony Blair para premiê (em maio de 1997) até a morte e enterro da princesa Diana (em agosto e setembro do mesmo ano). </P>
<P>Pelo recorte já se estabelecem três grandes personagens: Tony Blair (Michael Sheen), ótimo marqueteiro de si mesmo; Elizabeth II (Helen Mirren), reservada e discreta; e a princesa Diana, onipresente como fantasma em toda a trama, apesar de só aparecer em imagens de arquivo. </P>
<P>Sem cenas de ação, sem vilões e mocinhos, consegue ser um filme ágil e tenso.</P>
<P>O filme mostra como Blair se aproveita do fantasma de Diana. Capitaliza para si a falta de iniciativa da família real. O filme também recupera bem como era marcante, em Diana, o estilo Bono Vox de bom mocismo. O que, claro, contribui para sua mitificação. </P>
<P>Uma cena, em especial, resume a sutileza precisa que caracteriza o filme: aquela em que a rainha chora. Em vez do close frontal, uma surpresa.</P>
<P>Se a Elizabeth II da vida real incorporou, desde Churchill, uma personagem (uma rainha reservada, discreta e como rosto sempre enigmático), Helen Mirren faz melhor. Do cinema recente, vem à lembrança dois outros casos de internalização intensa: 1) Philip Seymour Hoffman’s em <A href="http://www.jornalx.com.br/artigosDetalhe.php?id_mat=00034&amp;categoria_mat=artigo">Capote</A>; 2) Daniel Oliveira em <A href="http://adorocinema.cidadeinternet.com.br/filmes/cazuza/cazuza.asp">Cazuza</A>.</P>
<P>A película concorre com poucas chances na categoria de melhor filme do Oscar. Pouco importa. É, sem dúvidas, o melhor filme dos últimos meses, talvez anos, mesmo sem inovações estéticas. Há ótimos atores, roteiro inteligente e direção precisa. </P>
<P>Diante da medíocre safra do cinema atual, <A href="http://www.thequeen-movie.com/">A Rainha</A> é um alívio.</P>
<P><EMBED style="WIDTH: 284px; HEIGHT: 214px" src=http://www.youtube.com/v/L9ewaYstZi8 width=284 height=214 type=application/x-shockwave-flash wmode="transparent"></P>
<P></EMBED>Veja acima o trailer do filme </P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=515]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2007-02-24 12:28:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Altos e baixos de Stephen Frears]]></title>
<description><![CDATA[<P>Além de <A href="http://adorocinema.cidadeinternet.com.br/filmes/rainha/rainha.asp">A Rainha</A> (ver post acima), outros dois outros filmes do inglês&nbsp;Stephen Frears&nbsp;merecem ser vistos: <A href="http://adorocinema.cidadeinternet.com.br/filmes/high-fidelity/high-fidelity.asp">Alta Fidelidade</A> e <A href="http://pt.wikipedia.org/wiki/The_Grifters">Os Imorais</A>. E pelo menos dois devem&nbsp;ser esquecidos: <A href="http://adorocinema.cidadeinternet.com.br/filmes/coisas-belas-e-sujas/coisas-belas-e-sujas.asp">Coisas belas e sujas</A> e <A href="http://adorocinema.cidadeinternet.com.br/filmes/liam/liam.asp">Liam</A>.</P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=516]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2007-02-24 12:21:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[A grande pauta do Carnaval]]></title>
<description><![CDATA[<P>Goiás e Itumbiara jogaram no sábado de carnaval, em Itumbiara, com vitória do time da casa. </P>
<P>Mas a grande pauta do dia foi ignorada por todos nós jornalistas: Delúbio Soares jogou a preliminar da partida ao lado do prefeito José Gomes da Rocha (foto abaixo, sendo entrevistado pelas rádios). Ambos com a camisa do Itumbiara Esporte Clube. </P>
<P><IMG style="WIDTH: 185px; HEIGHT: 134px" height=110 alt="" hspace=0 src="http://www.jornalx.com.br/images/site/posts/delubio3.jpg?0.9918070456115205" width=163 border=0></P>
<P>No mínimo, detalhes desta "partida" preliminar&nbsp;e da atuação de Delúbio valeriam como curiosidade.</P>
<P>Delúbio que, aliás, vem aos poucos retomando sua vida pública. Na semana passada já havia aparecido na posse de seu irmão (Carlos Soares, do PT) na Câmara de Vereadores de Goiânia.</P>
<P>As duas fotos deste post foram retiradas do portal <A href="http://www.portaliub.com.br">IUB</A>.</P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=513]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2007-02-22 00:47:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Tocantins e Goiás: fim da oposição]]></title>
<description><![CDATA[<P>Não é só aqui (em Goiás) que a oposição ao governo do Estado está acabando. Também no Tocantins ocorre o mesmo.</P>
<P>Quem informa é o jornalista Giordano Maçaranduba, que escreve semanalmente em <EM>O Jornal</EM>, publicação semanal do Estado. Giordano, como o leitor se lembra,&nbsp;foi colaborador assíduo deste blog durante a campanha eleitoral de 2006. </P>
<P>Clique&nbsp;<A href="http://falsidade.blogspot.com/2007/02/acabou-oposio-ao-governo-estadual.html">aqui</A> e saiba mais, lendo a respeito no <A href="http://falsidade.blogspot.com/2007/02/acabou-oposio-ao-governo-estadual.html">blog de Giordano</A>.</P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=514]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2007-02-21 11:05:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[PMDB e PT pra quê?]]></title>
<description><![CDATA[<P>Momentos de transição no legislativo servem para desnudar situação e oposição. Nos discursos e nas posturas. Na situação, poucas novidades. Vem dela, oposição, a maior surpresa da eleição de Jardel Sebba (PSDB) para a presidência da Assembléia Legislativa de Goiás.</P>
<P>O presidente regional do PMDB, Maguito Vilela, fez de tudo ("tudo" para os padrões maguitistas, ressalve-se) para sua bancada apoiar Samuel Almeida (PSDB). Os dez deputados peemedebistas, no entanto, agiram por conta própria. Não deram bola para o presidente da legenda. Os deputados estiveram boa parte do tempo com Samuel, mas não hesitaram em mudar de opinião rapidamente. Tanto que nove deles votaram em Jardel. Só a deputada Adriete Elias (por questões paroquiais de sua cidade, Catalão) preferiu não votar em Jardel.</P>
<P>A questão principal, no entanto, não foi motivo de preocupação por parte dos peemedebistas. Eles sempre oscilaram entre Samuel e Jardel. Em nenhum momento, questionaram o fato de terem de escolher entre dois tucanos. Parecia algo natural votar em um tucano. Mesmo com bancada significativa (a maior da Assembléia, ao lado do PSDB, com 10 deputados), todos pareciam resignados - e, mais do que isso, até felizes - com a situação. Tanto que jamais ameaçaram lançar um candidato ou apoiar alguém que não fosse do PSDB. </P>
<P>Se o governador eleito em 2006 fosse Maguito Vilela (e não Alcides Rodrigues), será que o PSDB seria tão simpático assim com o PMDB? Marconi Perillo (PSDB), principal cabo eleitoral de Jardel, pediria votos para um candidato do PMDB, assim como Maguito pediu para um tucano? Quem conhece Marconi sabe que é provável que não. </P>
<P>Preocupado em abocanhar míseros nacos de poder na mesa diretora, o PMDB esqueceu de vez o seu papel principal: ser oposição. Tanto esqueceu que, quando Alcides lançou o pacote de corte de gastos, a maioria dos peemedebistas aplaudiu. Só algumas semanas depois é que a ficha caiu e alguns mudaram de opinião. A credibilidade do PMDB foi para o espaço. Primeiro, o partido esquece que é oposição. E, quando lembra, se atrapalha.</P>
<P><STRONG>PT</STRONG><BR>O PT, por sua vez, vive situações opostas - porém, espelhadas – nas esferas nacional e local. Em Brasília, o PSDB passou por um episódio vexaminoso, com sua bancada de deputados no Congresso declarando inicialmente apoio a Arlindo Chinaglia (PT). Depois, apoiou Gustavo Fruet (PSDB), meio a contragosto. E, no segundo turno, voltou feliz para o colo de Chinaglia. Enquanto o PFL – em tese, oposição ao PT de Lula – apoiou Aldo Rebelo (PC do B) nos dois turnos, ignorando o tucano Fruet. Situação que tem levado o PT a fazer chacota com o PSDB. Chinaglia, por exemplo, chegou a dizer que só foi eleito "graças ao apoio do PSDB de Serra e Aécio". </P>
<P>Em Goiás, a situação é o espelho de Brasília. A bancada do PT na Assembléia Legislativa – formada por três deputados – esteve em dúvida o tempo todo entre dois tucanos. A exemplo do PMDB, em nenhum momento chegou a pensar em lançar uma candidatura para se opor à hegemonia tucana, nem que fosse para marcar posição, prática comum a quem preza por manter um mínimo de coerência ideológica e respeito ao passado. </P>
<P>Nem mesmo o deputado estadual Mauro Rubem, líder da oposição na Assembléia, se sentiu constrangido em apoiar um tucano. Mauro é da "Tendência Marxista", que se coloca à esquerda da Articulação (corrente hegemônica no PT). Mas sua postura ideológica na sucessão da Assembléia foi, no mínimo, "transgênica". </P>
<P>Na segunda-feira, 29, Mauro explicou o apoio a Jardel Sebba de forma pragmática. "Fechamos com o Jardel porque ele pareceu ser o candidato com maior poder de aglutinação", disse ele. E desde quando "poder de aglutinação" é critério para a escolha de um candidato? Mauro foi além: "Mas se houver uma reviravolta, podemos repensar nossa posição. O principal objetivo do PT é participar de uma mesa diretora plural", disse. Ou seja: o PT estava com Jardel apenas enquanto ele fosse favorito. Se o vento soprasse para o lado de Samuel Almeida, para lá também iria o PT. Minutos antes de votar no tucano Jardel, Mauro Rubem foi para a tribuna, em nome da oposição, e atacou Alcides e Marconi. </P>
<P>Em resumo, deputados do PT e PMDB se esqueceram completamente que foram eleitos para o papel de oposição. Mais grave do que isso: a direção dos dois partidos também. Que o eleitor não estranhe, portanto, se qualquer dia desses ambos lutem por cargos no governo de Alcides Rodrigues. Quem perde é a democracia. Quem vence é o grupo que se autodenomina "Tempo Novo", termo que é engolido e reproduzido pela oposição desde 1998, o que mostra que a fragilidade não é de agora. E fica a pergunta original: se não for para ser oposição, pra quê PMDB e PT?&nbsp;</P>
<P>(<EM>o texto acima foi&nbsp;originalmente publicado na <A href="http://www.tribunadoplanalto.com.br/modules.php?name=News&amp;file=article&amp;sid=2884&amp;mode=thread&amp;order=0&amp;thold=0">Tribuna do Planalto</A>, que está nas bancas de Goiânia desde ontem, sábado</EM>)</P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=512]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2007-02-04 12:54:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[A nova mesa diretora]]></title>
<description><![CDATA[<P>Como, com exceção da presidência, há candidato único para todos os postos da mesa diretora, a composição final da nova direção da Assembléia Legislativa de Goiás deve ficar assim:</P>
<P><STRONG>Presidente:</STRONG> Jardel Sebba (PSDB)<BR><STRONG>1º Vice-presidente:</STRONG> Honor Cruvinel (PSDB)<BR><STRONG>2º Vice-presidente:</STRONG> Wagner Guimarães&nbsp;(PMDB)<BR><STRONG>1º Secretário:</STRONG> Ozair José (PP)<BR><STRONG>2º Secretário:</STRONG> Cristóvão Tormin (PTB)<BR><STRONG>3º Secretário:</STRONG> Luís César Bueno (PT)<BR><STRONG>4º Secretário: </STRONG>Paulo Cezar Martins (PMDB)</P>
<P>A nova mesa diretora, acima relacionada, toma posse dia 15 de fevereiro, quinta-feira, às 15h no plenário da Assembléia.</P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=510]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2007-02-01 20:20:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Oficial: Jardel está eleito presidente]]></title>
<description><![CDATA[<P>Agora é oficial: o deputado Jardel Sebba (PSDB) está eleito presidente da Assembléia Legislativa de Goiás. Ele teve 37 votos, conforme&nbsp;era previsto por todos.&nbsp;Sua adversária, a deputada Flávia Morais (PSDB), obteve&nbsp;apenas 4&nbsp;votos.<BR><BR>Abatido com&nbsp;o revés que sofreu na&nbsp;última madrugada&nbsp;(até então era favorito), o&nbsp;deputado Samuel Almeida (PSDB), que era candidato à reeleição na presidência da mesa, saiu da Assembléia antes da divulgação do resultado.&nbsp;</P>
<P>A direção da mesa, interinamente, está com o deputado Daniel Goulart (PSDB).</P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=509]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2007-02-01 19:45:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Começa a votação]]></title>
<description><![CDATA[<P>Começa agora a votação para a presidência da Assembléia Legislativa. Primeiro, os 41 deputados escolhem entre os candidatos a presidente. </P>
<P>Depois, votam, sucessivamente, para primeiro vice-presidente, segundo vice-presidente e demais secretários da mesa diretora da Casa. </P>
<P>Jardel Sebba (PSDB)&nbsp;é amplamente favorito. Ele disputa a presidência com Flávia Morais, também do PSDB. Samuel Almeida (que era o principal adversário de Jardel), percebendo que perderia, desistiu da disputa mais cedo e&nbsp;congratulou Jardel pelas articulações.</P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=508]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2007-02-01 18:49:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Jardel Sebba deve vencer eleição]]></title>
<description><![CDATA[<P>Começa em poucos instantes a eleição do novo presidente da Assembléia Legislativa de Goiás. A tendência é que Jardel Sebba (PSDB) vença a disputa. </P>
<P>A previsão é que Jardel tenha o apoio de pelo menos 37 dos 41 deputados da Assembléia, o que mostra que deputados do PT e do PMDB (oposição ao PSDB, pelo menos na teoria)&nbsp;também apóiam Jardel. </P>
<P>O atual presidente, Samuel Almeida (PSDB), queria que a sessão começasse às 20h. Foi sua última&nbsp;tentativa de ainda respirar na disputa. Acabou engolido pelos colegas. Samuel era o principal oponente de Jardel, mas desistiu da disputa e, nos bastidores, até parabenizou Jardel pelas articulações durante a noite. </P>
<P>Samuel era o vitorioso na disputa até 19h de ontem. Depois das 19h, várias reuniões do grupo de Jardel Sebba (PSDB) pela madrugada&nbsp;acabaram minando a vantagem de Samuel.</P>
<P>Além de Jardel, quem acabou se inscrevendo foi a deputada Flávia Morais (PSDB). Flávia, no entanto, é uma candidata simbólica. Sabe que vai perder. Jardel é fortemente apoiado pelo senador Marconi Perillo (PSDB).</P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=507]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2007-02-01 18:19:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Rombo em Goiás pode chegar a 1,3 bi, diz deputado]]></title>
<description><![CDATA[<P>O deputado estadual Mauro Rubem (PT) fez discurso hoje ao ser reemposado como deputado e líder da oposição na Assembléia Legislativa. Em um dos trechos do discurso, Mauro Rubem diz que estudos feitos a pedido da Secretaria da Fazenda indicam que o "buraco no Estado pode chegar a mais de um 1 bilhão e 300 mil reais”. </P>
<P>O petista também criticou a situação da saúde no governo Alcides.&nbsp; “Hospitais públicos estão sucateados, superlotados, mesmo sendo o governador da área da saúde”. E criticou a paralisação de obras importantes. "Obras importantes, como a barragem do córrego João Leite, estão paralisadas", afirmou. </P>
<P>Mauro Rubem também criticou o ex-governador Marconi Perillo (PSDB), empossado hoje no Senado. "Alcides foi o vice-governador nos últimos sete anos. Período em que a gestão pública priorizou uma milionária publicidade personalista nunca vista na história de Goiás." </P>
<P>Alcides respondeu a Mauro Rubem em entrevista coletiva. Disse que "o governo está andando".</P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=506]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2007-02-01 16:28:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Renan ‘esquece’ Marconi na posse]]></title>
<description><![CDATA[<P>O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB), esqueceu de chamar Marconi Perillo (PSDB) na posse hoje de 27 novos senadores na casa. Renan leu a lista dos novatos sem chamar Marconi, que pediu "questão de ordem" e alertou o próprio Renan. </P>
<P>Depois da primeira gafe, Renan cometeu a segunda. Chamou Marconi de "Marcondes Perillo". O senador Demóstenes Torres (PFL), que estava do lado de Marconi, não conseguiu esconder um sorriso de satisfação. </P>
<P>Renan foi corrigido pelo próprio Marconi novamente.</P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=505]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2007-02-01 16:10:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Entrevista com Roberto Romano]]></title>
<description><![CDATA[<P>Entrevistei, na sexta-feira última (dia 26), o professor de filosofia da Unicamp, Roberto Romano. É uma das mentes mais lúcidas do pensamento político nacional. A entrevista está publicada na edição desta semana da <A href="http://www.tribunadoplanalto.com.br/modules.php?name=News&amp;file=article&amp;sid=2847&amp;mode=thread&amp;order=0&amp;thold=0">Tribuna do Planalto</A> (que começou a circular nas bancas ontem, sábado). </P>
<P>Coincidentemente, também outro veículo decidiu entrevistá-lo esta semana: a revista <A href="http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EGD0-5855,00.html">Época</A> (edição 454, a que tem uma pilha de moedas na capa). Uma belíssima entrevista, por sinal.</P>
<P>A&nbsp;entrevista de Roberto&nbsp;Romano à <A href="http://www.tribunadoplanalto.com.br/modules.php?name=News&amp;file=article&amp;sid=2847&amp;mode=thread&amp;order=0&amp;thold=0">Tribuna</A>, feita por este blogueiro,&nbsp;está disponível no site do jornal, além da edição impressa.&nbsp;Quem quiser lê-la na íntegra,&nbsp;pode <A href="http://www.tribunadoplanalto.com.br/modules.php?name=News&amp;file=article&amp;sid=2847&amp;mode=thread&amp;order=0&amp;thold=0">clicar aqui</A>.</P>
<P>Alguns destaques da entrevista de Roberto Romano:</P>
<P><EM>"Há uma concórdia de base entre PT (pelo menos a sua direção) e o PSDB, no plano da política econômica. Aliás, este foi um dos fatores da derrota dos tucanos nas últimas eleições. Eles nada tinham a opor, de fato, ao governo."</EM></P>
<P><EM>"Há um dito de Elias Canetti, autor do clássico livro </EM><A href="http://www.massaepoder.com.br/materiasDetalhe.php?id_mat=00013"><EM>Massa e Poder</EM></A><EM> que fornece uma pista para entender os discursos e as práticas dos 'radicais' e 'puros' em política: 'Nunca vi um homem deblaterando contra o poder, sem o desejo secreto de possuí-lo'. Por volta dos anos 80, o desejo do poder estava no plano do 'desejo secreto'. Agora ele se tornou público e transparente."</EM></P>
<P><EM>"Há mais de 20 anos advirto, como professor de ética, que o desgaste da palavra 'ética' traz conseqüências tremendas para a sociedade e para o Estado brasileiros. O PT era o partido que usava a ética como "palavra embreagem" (ver explicação do termo na primeira resposta da entrevista) para qualquer coisa, sobretudo para atacar seus concorrentes." </EM></P>
<P><EM>"Quanto ao PFL, é preciso ver o que ele fará, de fato, para unir as suas hostes, determinar uma estratégia de longo prazo, atenuar o tom moralista herdado da UDN e passar a uma atuação uniforme no país inteiro. Por enquanto, como o PMDB, o PFL é uma federação de oligarquias, cada qual com alvos e táticas próprias."</EM></P>
<P><EM>"O presidente (Lula) é o maior propagandista de si mesmo que seu partido conhece. Ele sabe perfeitamente dirigir figuras de linguagem e metáforas contra seus adversários, banalizando coisas difíceis e complexas. A divisão esquerda/direita é complexa. Ele a simplifica em proveito próprio."</EM></P>
<P><EM>"Se não for possível vislumbrar o crescimento da oposição (qualquer oposição), pode-se dizer que não há futuro democrático para o Brasil. Aliás, nosso país tem sido a terra do governismo incondicional."</EM></P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=504]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2007-01-28 04:04:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[José Dirceu pede ‘Fora Meirelles’]]></title>
<description><![CDATA[<P>O ex-ministro e deputado cassado <A href="http://blogdodirceu.blig.ig.com.br/">José Dirceu</A> (PT) foi taxativo&nbsp;hoje de manhã&nbsp;em seu <A href="http://blogdodirceu.blig.ig.com.br/">blog</A>: "Fora Henrique Meirelles e abaixo o Copom". Lembrou um desses gritos de ordem comuns no movimento estudantil. </P>
<P>Há quem diga que Dirceu continua muito influente no governo Lula. Verdade ou não,&nbsp;a decisão do Copom do BC de Meirelles (claramente anti-PAC) vai servir para testar o próprio Meirelles e a força de Dirceu. </P>
<P>Como diz o próprio Dirceu ao final de sua nota: com a palavra, o presidente Lula. </P>
<P>Abaixo, a nota completa publicada no <A href="http://blogdodirceu.blig.ig.com.br/">blog de Dirceu</A>:</P>
<P><EM><STRONG>Sinais de pequenez e mesquinharia na decisão do Copom</STRONG></EM></P>
<P><EM>Por José Dirceu</EM></P>
<P><EM>Não dá para entender e nem para aceitar, porque é inaceitável. A sociedade tem que exigir a renúncia do presidente do Banco Central – fora Henrique Meirelles e abaixo o Copom.</EM></P>
<P><EM>Nada justifica a decisão tomada ontem pelo Comitê de Política Monetária do BC, que, por cinco votos a três, decidiu cortar a taxa básica de juros (a Selic) em apenas 0,25 ponto percentual, para 13% ao ano. É ideologia pura, política pura. Parece até molecagem, só para afirmar a autoridade – não do BC, mas dos seus diretores.</EM></P>
<P><EM>Nada ameaça a inflação, que está abaixo da meta; a capacidade instalada da indústria tem folga, não há pressão de demanda; e a situação externa é ótima. Logo, tudo cheira a uma pequenez, uma mesquinharia com o Brasil e um ataque frontal ao PAC. Com a palavra, o presidente Lula.</EM></P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=503]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2007-01-25 14:20:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Britvs: um perfil do criador do Katteca]]></title>
<description><![CDATA[<P>Quer um bom texto e uma boa história? <A href="http://www.massaepoder.com.br/materiasDetalhe.php?id_mat=00178">Clique aqui</A> e leia um perfil que o jornalista Luís Cláudio Guedes escreveu sobre João Luiz Brito de Oliveira (que assina Britvs), autor das ácidas e famosas tirinhas do Katteca, publicadas desde 1973 em <EM>O Popular</EM>. </P>
<P>O texto está no site <A href="http://www.massaepoder.com.br/materiasDetalhe.php?id_mat=00178">Massa e Poder</A>.</P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=502]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2007-01-22 16:43:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Alcides-2007 adota ‘Cultura Zero’]]></title>
<description><![CDATA[<P>Além de pedir "<A href="http://www.massaepoder.com.br/materiasDetalhe.php?id_mat=00170">cota de sacrifício</A>" ao servidor público, o que faz Alcides Rodrigues (PP) logo no segundo dia de seu segundo mandato? Corta majoritariamente as verbas do setor cultural. </P>
<P>Para dizer apenas o mínimo, estão cancelados patrocínios a todos os eventos até o fim de junho, estão adiadas indefinidamente a realização de licitações (mesmo as que eram urgentes) e, de quebra,&nbsp;os editais que seriam publicados estão suspensos. </P>
<P>A comparação é péssima para Alcides, mas a medida lembra o início do mandato do presidente Fernando Collor (1990-1992), que acabou com todos os incentivos, editais e patrocínios à cultura nacional. Levou o cinema brasileiro ao seu pior período.&nbsp;E ainda&nbsp;extinguiu o Ministério da Cultura.</P>
<P>É bem possível que essas medidas sejam temporárias - até junho deste ano, como se diz. Mas o simples fato de os cortes atingirem primeiro essa área - e de forma indiscriminada, o que mostra falta de visão, planejamento&nbsp;e respeito&nbsp;- já é um mau prenúncio do que vem por aí.</P>
<P>Leia o texto acima na íntegra no site <A href="http://www.massaepoder.com.br/materiasDetalhe.php?id_mat=00171">Massa e Poder</A> <A href="http://www.massaepoder.com.br/materiasDetalhe.php?id_mat=00171">clicando aqui</A>.</P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=499]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2007-01-07 05:52:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Alcides repete velho discurso e pede ‘cota de sacrifício’ ao funcionalismo]]></title>
<description><![CDATA[<P>O arrocho&nbsp;nas contas do Estado, anunciado pelo governador&nbsp;Alcides Rodrigues (PP),&nbsp;começa pelo adiamento dos reajustes salariais dos servidores porque há um sentimento difuso na população de ódio ao funcionalismo público. Para azar de um Estado e de um País que vive falando em desenvolvimento. </P>
<P>Leia análise deste blogueiro a respeito <A href="http://www.massaepoder.com.br/materiasDetalhe.php?id_mat=00170">clicando aqui</A>, no site&nbsp;<A href="http://www.massaepoder.com.br/materiasDetalhe.php?id_mat=00170">Massa e Poder</A>.</P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=500]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2007-01-06 19:51:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Alcides segue fiel a Marconi]]></title>
<description><![CDATA[<P>Para justificar o arrocho nas contas do Estado, o governador Alcides Rodrigues (PP) e equipe usam a expressão "colocar tudo em ordem". </P>
<P>Se algo precisa ser "colocado em ordem", é lógico supor que há uma "desordem". </P>
<P>Até agora, só se fala nas conseqüências dessa "desordem". Ninguém aborda as causas. </P>
<P>Em tempos de responsabilidade fiscal e probidade administrativa, não deveria ser um assunto a ser jogado para debaixo do tapete. Afinal, estamos falando de dinheiro público. </P>
<P>Quem seria o causador da desordem? </P>
<P>Leia essa análise na íntegra no site <A href="http://www.massaepoder.com.br/materiasDetalhe.php?id_mat=00169">Massa e Poder</A> (<A href="http://www.massaepoder.com.br/materiasDetalhe.php?id_mat=00169">clique aqui</A>; o acesso é&nbsp;livre)</P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=496]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2007-01-06 18:37:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Veja ‘descobre’ Goiânia Rock City]]></title>
<description><![CDATA[<P>A pauta é velha (aliás, batidíssima).&nbsp;Bem ou mal, só agora&nbsp;foi levada adiante&nbsp;na revista Veja. A&nbsp;edição desta semana (nº1990)&nbsp;dedica um bom espaço para&nbsp;abordar o rock independente feito no Brasil. A maior parte do material é sobre as bandas de Goiânia. </P>
<P>Na matéria há fotos das bandas goianas Violins (e&nbsp;um quadro curioso, conforme pode ser visto na ilustração acima), MQN (a legenda da foto é "<EM>MQN, de Goiás: rudes e com cara de maus - assim como o seu público</EM>") e&nbsp;Valentina (a legenda é "<EM>Valentina: até o vocalista do Placebo gostou do glam rock da banda</EM>"). </P>
<P>Leia abaixo o primeiro parágrafo da matéria escrita pelo jornalista Sérgio Martins:</P>
<P><EM>Nos últimos quinze anos, Goiânia foi o grande berço da música sertaneja nacional. De lá saíram as quatro duplas mais bem-sucedidas do país – Chrystian &amp; Ralph, Zezé di Camargo &amp; Luciano, Leandro &amp; Leonardo e Bruno &amp; Marrone. Os goianos têm orgulho de seus sertanejos, e o gênero é quase uma unanimidade no Estado. Quase. A existência de uma numerosa dissidência roqueira transparece em festivais como o Goiânia Noise e o Bananada (realizado no mês de maio, durante a temporada de rodeios, por aqueles que desejam "dar uma banana" para os amantes da viola). </EM></P>
<P><EM>Goiânia tornou-se, efetivamente, um dos principais centros do rock brasileiro na atualidade. Só não se pode chamá-la de capital porque outras cidades, em outros estados, se mostram igualmente animadas. Bandas de rock promissoras vêm surgindo em Pernambuco, no Paraná ou no Acre – freqüentemente em reação à "hegemonia" de algum gênero popular como o axé ou o forró. E o fenômeno tem outra característica notável: juntamente com as bandas despontam selos independentes, casas de espetáculos e festivais, que fazem com que essas várias cenas roqueiras ganhem um ar duradouro e se sustentem sozinhas, sem precisar, como em outros tempos, do aval do público do Rio de Janeiro ou de São Paulo. </EM></P>
<P>Outros trechos:</P>
<P><EM>Roqueiro goiano em geral tem cara de mau e faz som pesado. As bandas Mechanics e MQN preenchem à risca esses requisitos. Para os adeptos do estilo punk de dança – que tem um quê de pugilismo –, assistir a uma apresentação desses grupos em Goiânia pode ser uma experiência memorável. Principalmente se for no Martim Cererê, um antigo reservatório de água que nos anos 70 teria sido usado pelos militares como centro de tortura. São dois cones de concreto com arquibancadas de madeira e um palco mambembe. Com alguns poucos intervalos, esse espaço abrigou o Goiânia Noise por uma década. No fim do ano passado, o festival foi transferido para o Centro Cultural Oscar Niemeyer, uma construção que custou 60 milhões de reais. Mas a irreverência roqueira continuou a mesma. </EM></P>
<P><EM>O contraponto mais "doce" ao estilo duro de Mechanics e MQN é oferecido pelo quinteto Valentina. Influenciado pela estética teatral e andrógina do glam rock, o Valentina é alvo de brincadeiras dos roqueiros cascas-grossas. Há dois anos, eles abriram um show da banda inglesa Placebo em Brasília. No fim da apresentação, a secretária de Brian Molko, cantor do Placebo, perguntou qual a marca de delineador que Rodrigo Feoli, vocalista do Valentina, usou nos olhos. "Foi o momento de glória do menino", dizem os músicos do MQN. Apesar das diferenças, não há hostilidade entre os grupos. Ambos lançam discos pela mesma gravadora local, a Monstro. Violins e Réu e Condenado são outros destaques do rock goiano. O primeiro segue a linha de grupos como o inglês Radiohead. Seus fãs são de uma fidelidade canina. Pouco tempo atrás, foi divulgado que eles encerrariam as atividades. Pela reação mostrada em alguns sites, parecia o fim dos Beatles – e os Violins voltaram. Formada por Daniel Drehmer e Francis Leech, a dupla Réu e Condenado satiriza o estilo sertanejo – no nome e no nonsense das letras. "Paulo Eduardo tinha tremedeiras / E não conseguia se pentear / Ah, essa vida me maltrata tanto", cantam em Vida Severina. O pai de Francis Leech é um ex-missionário americano que se envolveu com uma freira goiana – os dois, claro, foram expulsos da Igreja. "O resultado do casamento fui eu, um autêntico anticristo", brinca o músico.</EM> </P>
<P>A frase que encerra o texto é: "<EM>'Sou roqueiro, canto em inglês e não estou nem aí para o que acontece na MPB', resume o goiano Márcio Jr., do Mechanics.</EM>" </P>
<P>A matéria de <A href="http://veja.abril.com.br/100107/p_106.html">Veja</A>&nbsp;pode ser lida na <A href="http://veja.abril.com.br/100107/p_106.html">íntegra</A> no site da revista (<A href="http://veja.abril.com.br/100107/p_106.html">clique aqui</A>). A edição impressa já está disponível para venda em São Paulo e deve chegar às bancas de Goiânia amanhã (domingo), como de costume.</P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=495]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2007-01-06 00:41:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Bipolaridade longe do fim]]></title>
<description><![CDATA[<P><EM>Alcides Rodrigues&nbsp;toma posse amanhã. Mas 2007 começa com a certeza de que a velha disputa entre UDN e PSD segue fortíssima - e cada vez mais longe de ser rompida em Goiás</EM></P>
<P>A bipolaridade conservadora entre UDN e PSD nunca deixou de existir em Goiás. Foi rearranjada a fórceps, durante a ditadura militar. Virou a disputa entre as siglas Arena e MDB. Com a volta das eleições diretas para governador, a partir de 1982, o embate passou a ser entre PMDB e uma coalizão partidária de centro-direita. E não deixou mais de ser assim. </P>
<P>A "novidade" que o quase finado 2006 - ano da eleição de Alcides Rodrigues (PP) para o governo&nbsp;do Estado - trouxe para o cenário goiano é o fato de que esta bipolaridade nunca esteve tão longe de acabar. Não há, nem mesmo de forma residual, uma terceira força que acumule energia política ou disposição para quebrar a hegemonia conservadora comandada pelos dois grupos políticos que se revezam no poder desde o surgimento de Goiás. </P>
<P>De 1982 a 2002, o PT tentou se manter como terceira força no Estado - sempre com candidato próprio a governador.&nbsp;Procurou se manter à distância do PMDB e do grupo que hoje reúne PP, PSDB, PTB, PL e parte do PFL. É fato que esta tentativa de "terceira força" sempre foi sustentada mais por vontade do que por estrutura política. O PT nunca alcançou o interior do Estado como gostaria, concentrando resultados mais palpáveis apenas na capital. Mas, ainda assim, pelo menos sobrevivia uma tentativa de diferenciação.</P>
<P>Em 2006, alegando pragmatismo, toda construção em torno da idéia de terceira força foi deixada de lado. Inicialmente o PT topou ser vice do PMDB. Chegou até a indicar nome e sobrenome em reunião do diretório estadual. Preterido pelos peemedebistas, o PT indicou o vice de um ex-peemedebista: Barbosa Neto (PSB). No segundo turno, abraçou a candidatura de Maguito Vilela (PMDB), o mesmo que havia rejeitado aliança com o PT no primeiro turno. Nos dois turnos, o PT abriu mão da diferenciação. Deixou de se apresentar como alternativa à bipolaridade.</P>
<P>Nos dois turnos? Mas Barbosa Neto não era uma tentativa de diferenciação? Ora, mesmo que Barbosa Neto fosse eleito - ainda que apoiado pelo PT -, ele não seria uma ruptura com a bipolaridade. No máximo, um dissidente que, no poder, repetiria a prática política do grupo que um dia representou. No limite, uma reacomodação de forças, com uma configuração não muito diferente da atual. Barbosa não é, afinal, o primeiro político que rompe com o PMDB de Iris Rezende.&nbsp;</P>
<P>Quando deixou o PMDB, Barbosa foi para os braços do grupo oposto, de Marconi Perillo (PSDB). Antes da eleição, chegou a tentar ser vice de Maguito (ou seja, quis voltar a apoiar o PMDB). E no segundo turno voltou a se aliar a Marconi, o que comprova que seu discurso de ruptura não tem mesmo - e provavelmente nunca pretendeu ter - sustentação ideológica. </P>
<P>Barbosa Neto, no entanto, não é o perdedor desta eleição. Ele transita bem nos dois grupos - PMDB de um lado, PP-PSDB-PTB-PFL-PL de outro. Seu partido, idem. O PSB negociou, nesta eleição, com todos os lados: PMDB, PT e PP. Em 1998, o PSB protagonizou um caso radical de pragmatismo: apoiou Iris Rezende (PMDB) no primeiro turno e Marconi Perillo (PSDB) no segundo, mesmo Iris estando também no segundo turno.&nbsp;&nbsp; </P>
<P>Quem perde mesmo é o PT. Afinal, o partido tem agora credibilidade para voltar a se apresentar como terceira força? Ou está mesmo disposto a ser um partido-coadjuvante do PMDB, mesmo tendo ele (PMDB) dispensado a aliança no primeiro turno? Ainda que volte a ter credibilidade junto ao eleitor, fica difícil apostar que o PT, se um dia for escolhido pelo eleitor goiano para comandar o Estado, vá ter uma prática política e administrativa diferente da vista até hoje por PMDB ou PSDB-PP.</P>
<P>Goiás vive um cenário que, em 1982, poucos poderiam prever. Quase 25 anos depois, em vez de uma terceira - e até uma quarta - força surgirem, o que houve foi o arrefecimento de qualquer oposição aos dois grupos hegemônicos.</P>
<P>A disputa continua sendo apenas uma disputa de poder e espaço, longe de qualquer diferenciação ideológica. Só que, ao contrário de 1982, não há hoje nenhum grupo com representação relevante na sociedade disposto a "denunciar" essa não-diferenciação. Partidos como PSTU e Psol, por mais que se esforcem, ainda são pouco representativos na sociedade. Por isso, não é absurdo dizer que a bipolaridade em Goiás nunca esteve tão longe de acabar. Para sorte de alguns, azar de outros.</P>
<P><STRONG></STRONG>&nbsp;<BR><STRONG><U>Tempo Novo uniu arenistas com ex-peemedebistas</U></STRONG></P>
<P>Do ponto de vista político, o que representaram os dois mandatos do tucano Marconi Perillo (1999-2006)? Talvez a melhor resposta seja a radicalização do processo de conciliação em troca de adesão incondicional. Marconi não mediu esforços para abrigar em seu governo todos que quiseram nele entrar. Desde que aderissem integralmente. </P>
<P>Desde o primeiro ano de seu governo, Marconi trabalhou para colocar no governo o máximo possível de partidos. Do PC do B ao PFL, todos tiveram espaço no seu governo. Diferentemente do PMDB, que dividiu pouco o poder com outros partidos, Marconi procurou dar espaço para várias legendas e grupos políticos. Sua prioridade, no entanto, foram sempre os ex-peemedebistas. </P>
<P>Principalmente os mais novos. Acomodou, sim, ex-integrantes do governo Henrique Santillo (1987-1990), do qual inclusive fez parte, mas priorizou, sobretudo, quem quisesse abandonar a oposição e vir para seu governo. Marconi sempre teve prazer em desfalcar o partido de seu adversário, Iris Rezende. Por isso, estimulou adesões. E ainda tem o mesmo prazer: basta entender o processo que levou Deivison Costa (agora ex-PMDB) à presidência da Câmara&nbsp;de Goiânia. </P>
<P>Dentro desse projeto de conciliação de elites, apoiaram&nbsp;Marconi todos os ex-governadores da Ditadura Militar. Mas também o apoiou o ex-governador que essa mesma ditadura ajudou a derrubar: Mauro Borges. Ex-governador que é filho de Pedro Ludovico, outro ex-governador que foi adversário histórico da família Caiado. Família esta que, representada por Ronaldo Caiado, ajudou a liderar a aliança que elegeu e reelegeu Marconi. Sem esquecer de Henrique Santillo, ídolo de Marconi e um dos principais opositores da ditadura em Goiás. </P>
<P>Em termos de prática política, a grande novidade do governo do chamado "Tempo Novo" de Marconi Perillo foi essa aglutinação de forças aparentemente tão díspares. Claro que o estímulo à adesão, em si, não é nada novo. O 'novo' mesmo que Marconi trouxe&nbsp;é o estímulo&nbsp;indiscriminado. </P>
<P>Mas convém não ser maniqueísta: se de um lado existiu um governo que fomentou a adesão sem olhar cor ideológica, é bom notar que, do outro, havia também um grupo já propenso a ser "estimulado" a aderir. Eles, portanto, se merecem. </P>
<P><STRONG><U><BR></U></STRONG><STRONG><U>PP também vai esfacelar o PMDB?</U></STRONG></P>
<P>Embora a origem partidária diga pouco, a maior parte das lideranças atuais do PSDB goiano é formada por ex-peemedebistas. Isso talvez explique, em parte apenas, o fato de o PSDB, uma vez no poder com Marconi Perillo, ter estimulado tanto a adesão de peemedebistas ao seu governo. Afinal, se o PSDB se formou a partir da costela do PMDB, é natural que continue querendo inchar desta forma. </P>
<P>E agora, com Alcides Rodrigues no poder? Seu partido, o PP, não nasceu do PMDB. Pelo contrário. A sigla tem origem na UDN. Esteve dentro da Arena durante a Ditadura Militar e depois se espalhou por alguns partidos (sendo o PDS e o PDC os principais). A configuração do PP atual é recente: vem dos anos 90 em diante, quando a sigla passou a existir a partir da fusão de PTR e PST e recebeu a adesão de vários líderes do (hoje extinto) PDS. Chegou a ser chamado de PPB e, de 2003 em diante, perdeu o "B", virando apenas PP.</P>
<P>Boa parte dos integrantes do PP goiano pode não estar na legenda há muito tempo. Alguns transitaram no PTB e no PFL, por exemplo. Outros, em siglas que nem existem mais. A grande diferença para o PSDB está no fato de poucos terem pertencido ao PMDB. Irá Alcides Rodrigues (PP) agora estimular a adesão de peemedebistas ao PP? Essa é uma pergunta a ser respondida durante seu governo, embora já haja sinais positivos, apesar de pouco conclusivos a respeito da intensidade do adesismo. </P>
<P>Há ainda uma outra pergunta. Uma das razões do êxito de Marconi Perillo é a roupagem moderna que seu marketing conseguiu imprimir aos dois mandatos em que esteve à frente do Estado. Mesmo com prática política - e até administrativa - bastante semelhante à exercida pelo PMDB, Marconi conseguiu convencer o eleitor de que ele era, de fato, o 'novo'. Mais do que isso: por contraste, carimbou na mente do eleitor a idéia de que o PMDB era o 'velho'. PMDB, aliás, que até hoje não saiu dessa armadilha. </P>
<P>Alcides seguirá a mesma receita? Ou, com seu estilo discreto e avesso a holofotes, tentará imprimir outra marca? Se sim, que marca?</P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=494]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2006-12-31 05:14:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Marconi pode ser cassado por Caixa 2]]></title>
<description><![CDATA[<P>O Ministério Público Federal, por meio do procurador regional eleitoral Helio Telho, pediu hoje ao Tribunal Regional Eleitoral (TRE) a cassação do mandato de Marconi Perillo, eleito senador pelo PSDB. Marconi é acusado de captação ilegal e gastos ilícitos em sua campanha ao Senado. Em outras palavras: caixa 2 de campanha eleitoral.</P>
<P>Segundo a representação ajuizada pelo Ministério Público, há despesas que não foram encontradas na prestação de contas de Marconi, como, por exemplo, carros de som, cabos eleitorais e comitês eleitorais. Assim como nas contas de Alcides Rodrigues (PP), há também pagamentos indevidos de gastos de campanha realizados diretamente pelo PSDB e pelo PP, sem trânsito na conta bancária específica.</P>
<P>Marconi agora terá de comprovar a regularidade de suas despesas. Se não comprovar, o diploma de seu mandato no Senado será cassado. O julgamento será apenas em 2007. </P>
<P>Leia a íntegra da representação que pede a cassação de Marconi <A href="http://www.prgo.mpf.gov.br/imprensa/not470-1%20-%20Marconi%20Perillo.pdf">clicando aqui</A>.</P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=493]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2006-12-21 20:05:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Perguntas de Paulo Henrique a Maguito]]></title>
<description><![CDATA[<P><EM>Abaixo, um trecho do texto que o jornalista Paulo Henrique Amorim assina na edição desta semana da revista <A href="http://www.cartacapital.com.br/index.php?funcao=exibirMateria&amp;id_materia=5595">Carta Capital</A>&nbsp;(nº 425). A revista chega às bancas de São Paulo amanhã e às bancas de Goiânia no sábado.</EM> </P>
<P>(...) Como é que a Globo quer impedir a democratização da mídia? Através da treva tecnológica? </P>
<P>Esteve em tramitação no Congresso uma PEC do senador Maguito Vilela (PMDB-GO), que pretendia exatamente isso: devolver o Brasil à Idade da Pedra. Ou seja, que “o provimento de conteúdo” – em todas as mídias, inclusive no celular – só possa ser feito de acordo com a lei atual de radiodifusão – aquela que interessa à Globo. A nacionalização completa do conteúdo, de preferência por nacionais do Jardim Botânico, quer dizer, do Projac. </P>
<P>Eu imaginei submeter, humildemente, ao senador Evandro Guimarães*, ou melhor, Maguito Vilela, as seguintes perguntas: </P>
<P>• Se a minha sogra argentina tirar uma foto do Pão de Açúcar com o celular e enviar por e-mail para a minha filha que está em Fortaleza, pode? </P>
<P>• Se o meu sobrinho baixar o último disco do Bob Dylan no iPod, ele pode ouvir sentado no McDonald's da avenida Henrique Schaumann? Ou tem de ser no Habib"s? </P>
<P>• Se um turista tailandês usar uma camereta e filmar um engarrafamento na Marginal do Tietê, postar no YouTube e eu assistir no meu notebook quando estiver em Caruaru, pode? </P>
<P>• O senhor não vai deixar entrar no Brasil a Internet Protocol Television (IPTV), que na Coréia do Sul e em Hong Kong é uma brincadeira de criança? Ou seja, assistir à tevê, na telinha do celular, pode? </P>
<P>• O Mino Carta, em Gênova, pode fazer um post em seu blog, no iG, sobre a excelência do vinho espanhol? Ou só pode se for sobre o Miolo? </P>
<P>• Jamais teremos a digital wallet, a carteira digital, que a Nippon Telegraph and Telephone começou a distribuir no Japão? É um celular com as características de um cartão de crédito. Você compra o que quiser... com o celular. Pode, senador? </P>
<P>• Ou é melhor transferir o iG para Ciudad del Leste e começar a postar as minhas enquetes e os meus vídeos de lá. Senador, o senhor pretende construir um Muro da Treva, na Ponte da Amizade, com o logo da Globo, em cima, todo iluminado de azul? </P>
<P>• Finalmente, senador, qual o seu tipo inesquecível, dentre esses amigos inseparáveis da democratização da informação? <BR>( &nbsp;) Pol Pot <BR>(&nbsp; ) Fidel Castro <BR>( &nbsp;) Kim Jong-il&nbsp;</P>
<P><EM>* Evandro é vice-presidente da Globo em Brasília e mentor intelectual da PEC de Maguito</EM></P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=492]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2006-12-21 12:06:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Última derrota de Maguito no ano: tentar defender TV Globo]]></title>
<description><![CDATA[<P>(<EM>O texto abaixo é do jornalista Paulo Henrique Amorim</EM>)</P>
<P>A Globo perdeu feio. A sessão da Comissão de Constituição e Justiça do Senado arquivou a PEC 55/2004 do senador Maguito Vilela (PMDB-GO) que manda o Brasil para a Idade da Pedra. </P>
<P>A Comissão de Constituição e Justiça do Senado suspendeu a sessão de hoje e só volta a se reunir ano que vem, quando o Senado terá outra composição. O presidente da CCJ é o senador&nbsp;Antonio Carlos Magalhães.</P>
<P>Essa é a primeira grande derrota da Globo no Congresso, em muito tempo. Ela ficou sozinha, com o mico da PEC de Maguito Vilela na mão.</P>
<P>A PEC de Maguito pretendia fazer com que todos os conteúdos produzidos por meio eletrônico sejam feitos por empresas brasileiras e administradas por brasileiros.</P>
<P>A PEC foi inspirada por Evandro Guimarães, o todo-poderoso vice-presidente da Globo em Brasília.</P>
<P>A Globo tem medo das empresas telefônicas, que querem entrar na produção de conteúdo, na&nbsp;TV por assinatura e no celular. Empresas telefônicas como a Brasil Telecom, que controla o IG, onde trabalho.</P>
<P>Na prática, a PEC do senador mandaria o Brasil de volta à Idade da Pedra, porque sua PEC exigiria a construção de uma barreira eletrônica que vai envolver o Brasil na redoma da treva.</P>
<P>Só assim será possível impedir o fluxo internacional de informação através dos meios eletrônicos com a Internet. É o que conseguiram fazer os líderes de Cuba, da Coréia do Norte e da China - padrões de democracia, como se sabe. O interessante é que esses líderes pensam que conseguiram fechar as portas eletrônicas do país.</P>
<P>(O texto acima pode ser lido também&nbsp;clicando no <A href="http://conversa-afiada.ig.com.br/materias/406501-407000/406643/406643_1.html">blog de Paulo Henrique Amorim</A>)<BR><BR>Leia também: <A href="http://conversa-afiada.ig.com.br/materias/406001-406500/406467/406467_1.html">Globo e ACM mandam Brasil à idade da Pedra</A>)</P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=491]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2006-12-20 23:51:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Pedida cassação de Alcides Rodrigues e outros 33 por suspeita de Caixa 2]]></title>
<description><![CDATA[<P>O Ministério Público Federal, por meio do procurador regional eleitoral Helio Telho, pediu hoje a a cassação do diploma do governador reeleito Alcides Rodrigues (PP) e de 33 deputados estaduais e federais eleitos em outubro, além de 12 suplentes, por suspeita de Caixa 2 na eleição de 2006. </P>
<P>Nas contas de Alcides Rodrigues há vários problemas detectados, entre outros: <BR>- Falta a contabilização de algumas despesas<BR>- Há incoerência entre valores das notas fiscais apresentadas e as transferências bancárias de fato realizadas<BR>- Pagamentos indevidos de gastos de campanha realizados diretamente pelo PP e pelo PSDB, sem trânsito&nbsp;em conta bancária específica<BR>- Ausência de identificação da origem de alguns recursos</P>
<P>Quem quiser ler a íntegra da representação contra Alcides Rodrigues deve <A href="http://www.prgo.mpf.gov.br/imprensa/not468-19%20-%20Alcides%20Rodrigues.pdf">clicar aqui</A>.</P>
<P>Alcides e os outros 33 eleitos (além dos suplentes) foram diplomados pelo TRE anteontem, dia 19, na Assembléia Legislativa. O TRE deverá notificar os&nbsp;diplomados para que apresentem suas defesas.&nbsp;Mas o julgamento só deve ocorrer&nbsp;em 2007. </P>
<P><STRONG>A lista</STRONG><BR>Veja abaixo a relação completa dos eleitos - titulares e suplentes - que tiveram pedido de cassação do diploma pedido pelo Ministério Público:</P>
<P>Alcides Rodrigues Filho, candidato eleito governador pelo PP;</P>
<P>Adriete Corradi Fonseca Fayad Elias - candidata eleita deputada estadual pelo PMDB;</P>
<P>Aloísio Moreira dos Santos, candidato eleito deputado estadual pelo PSDB;</P>
<P>Álvaro Soares Guimarães, candidato eleito deputado estadual pelo PL;</P>
<P>Carlos Alberto Leréia da Silva, candidato eleito deputado federal pelo PSDB,</P>
<P>Francisco Gomes de Abreu (Chico Abreu), candidato eleito deputado federal pelo PL;</P>
<P>Cláudio Olinto Meirelles, candidato eleito deputado estadual pelo PL;</P>
<P>Dalson Borges Gomes, candidato eleito primeiro suplente de deputado estadual pelo PT do B;</P>
<P>Daniel Goulart, candidato eleito deputado estadual pelo PMDB;</P>
<P>Dirceu Ferreira de Araújo, candidato eleito segundo suplente de deputado federal pelo PL;</P>
<P>Fábio Tokarski, candidato eleito suplente de deputado estadual pelo PC do B;</P>
<P>Fernando Netto Lorenzi, candidato eleito suplente de deputado federal pelo PMDB;</P>
<P>Frederico Fonseca Nascimento, candidato eleito suplente de deputado estadual pelo PFL;</P>
<P>Helder Valin Barbosa, candidato eleito deputado estadual pelo PSDB;</P>
<P>Honor Cruvinel de Oliveira, candidato eleito deputado estadual pelo PSDB;</P>
<P>Iris de Araújo Rezende Machado, candidata eleita deputada federal pelo PMDB;</P>
<P>Jorge Carneiro Correia, candidato eleito suplente de deputado estadual pelo PT do B;</P>
<P>José Essado Neto, candidato eleito segundo suplente de deputado estadual pelo PMDB;</P>
<P>José Fuscaldi Cesílio (José Tatico), candidato eleito a deputado federal pelo PTB</P>
<P>Jovair de Oliveira Arantes, candidato eleito deputado federal pelo PTB;</P>
<P>Heleandro Ferreira Sena, candidato eleito primeiro suplente de deputado estadual pelo PPS;</P>
<P>Leandro Vilela, candidato eleito deputado federal pelo PMDB;</P>
<P>Leonardo Moura Vilela, candidato eleito deputado federal pelo PSDB;</P>
<P>Luís César Bueno e Freitas, candidato eleito deputado estadual pelo PT;</P>
<P>Luiz José Bittencourt, candidato eleito deputado federal pelo PMDB;</P>
<P>Lyvio Luciano Carneiro de Queiroz, eleito primeiro suplente de deputado estadual pelo PMDB;</P>
<P>Marcelo de Araújo Melo, candidato eleito deputado federal pelo PMDB;</P>
<P>Marlúcio Pereira da Silva, candidato eleito deputado estadual pelo PTB;</P>
<P>Mauro Rubem de Meneses Jonas, candidato eleito deputado estadual pelo PT;</P>
<P>Misael Pereira de Oliveira, candidato eleito deputado estadual pelo PDT;</P>
<P>Neyde Aparecida da Silva, candidata eleita primeira suplente de deputada federal pelo PT;</P>
<P>Paulo Cézar Martins, candidato eleito deputado estadual pelo PMDB;</P>
<P>Pedro Wilson Guimarães, candidato eleito deputado federal pelo PT;</P>
<P>Raquel Figueiredo Teixeira, candidata eleita deputada federal pelo PSDB;</P>
<P>Roberto Egídio Balestra, candidato eleito deputado federal pelo PP;</P>
<P>Romiltom Rodrigues de Morais, candidato eleito deputado estadual pelo PMDB;</P>
<P>Ronaldo Ramos Caiado, candidato eleito deputado federal pelo PFL;</P>
<P>Samuel Guilsimar Almeida, candidato eleito deputado estadual pelo PSDB;</P>
<P>Samuel Pacheco de Moura Belchior, candidato eleito deputado estadual pelo PMDB;</P>
<P>Saulo Furtado, candidato eleito primeiro suplente de deputado estadual pelo PPS; </P>
<P>Sandro Antônio Scodro (Sandro Mabel), candidato eleito deputado federal pelo PL;</P>
<P>Sebastião Costa Filho, candidato eleito deputado estadual pelo PT do B;</P>
<P>Thiago Mello Peixoto da Silveira, candidato eleito deputado estadual pelo PMDB;</P>
<P>Túlio Isac Carneiro, candidato eleito deputado estadual pelo PSDB;</P>
<P>Valdir Ferreira Bastos, candidato eleito deputado federal pelo PL;</P>
<P>Vilmar da Silva Rocha, candidato eleito primeiro suplente de deputado federal pelo PFL.&nbsp;</P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=490]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2006-12-20 23:08:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[É grave: Maguito põe Alcides e Marconi sob suspeita de corrupção]]></title>
<description><![CDATA[<P>Em entrevista à edição de hoje do jornal <A href="http://www2.opopular.com.br/anteriores/18dez2006/politica/2.htm">O Popular</A> o senador Maguito Vilela (PMDB) diz, com todas as letras, que houve compra de votos na eleição para a nova mesa diretora da Câmara Municipal de Goiânia. </P>
<P>E coloca Alcides Rodrigues (PP), Marconi Perillo (PSDB) e os vereadores goianienses sob suspeita. Eleito ontem presidente regional do PMDB, Maguito disse que na Câmara de Goiânia "tudo funciona na base do dinheiro". Disse que o dinheiro para a compra dos votos saiu "do povo, para comprar parlamentares. Não sei se foi do governador (<EM>se referindo a Alcides</EM>) ou do senador (<EM>se referindo a Marconi</EM>), o certo é que saiu dinheiro". </P>
<P>Leia análise deste blogueiro sobre a denúncia de Maguito no site <A href="http://www.massaepoder.com.br/materiasDetalhe.php?id_mat=00158">Massa e Poder</A>. Basta <A href="http://www.massaepoder.com.br/materiasDetalhe.php?id_mat=00158">clicar aqui</A>&nbsp;e ir direto para a matéria. <BR>..................................<BR>Já informações e análises exclusivas da eleição na Câmara de Goiânia&nbsp;podem ser lidas na edição desta semana do jornal <A href="http://www.tribunadoplanalto.com.br/">Tribuna do Planalto</A>. Clique nos links abaixo e leia as matérias (acesso livre para qualquer internauta):</P>
<P><A href="http://www.tribunadoplanalto.com.br/modules.php?name=News&amp;file=article&amp;sid=2612&amp;mode=thread&amp;order=0&amp;thold=0">Marconi tem vitória 'magra'</A></P>
<P><A href="http://www.tribunadoplanalto.com.br/modules.php?name=News&amp;file=article&amp;sid=2613&amp;mode=thread&amp;order=0&amp;thold=0">Após derrota, Iris quer formar base na Câmara</A></P>
<P><A href="http://www.tribunadoplanalto.com.br/modules.php?name=News&amp;file=article&amp;sid=2614&amp;mode=thread&amp;order=0&amp;thold=0">Deivison: fisiologismo assumido</A></P>
<P>Já a entrevista que Maguito concedeu hoje ao jornal O Popular pode ser lida na íntegra <A href="http://www2.opopular.com.br/anteriores/18dez2006/politica/2.htm">clicando aqui</A> (acesso livre apenas para assinantes do jornal).</P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=489]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2006-12-18 04:36:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Lula: de Piaget a Pinochet]]></title>
<description><![CDATA[<P>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que sempre resiste em falar em esquerda e direita, resolveu abrir a boca no evento que acabou agora há pouco na festa-jabá da revista <EM>Istoé</EM>, que lhe entregou o prêmio "Brasileiro do Ano".</P>
<P>Convém registrar:</P>
<P><EM>"Se você conhece uma pessoa muito idosa esquerdista, é porque está com problema" [risos de Lula]. </EM></P>
<P><EM>"Se acontecer de conhecer alguém muito novo de direita é porque também está com problema. Quando a gente tem 60 anos está no equilíbrio porque a gente não é nem um e nem outro"</EM></P>
<P><EM>"Quem é mais de direita vai ficando mais de centro, e quem é mais de esquerda vai ficando social-democrata, menos à esquerda. As coisas vão confluindo de acordo com a quantidade de cabelos brancos, e de acordo com a responsabilidade que você tem. Não tem outro jeito"</EM></P>
<P><EM>"Eu agora sou amigo do Delfim Neto. Passei vinte e poucos anos criticando-o e agora o Delfim Neto é meu amigo e eu sou amigo dele. É uma evolução da espécie humana"</EM></P>
<P><EM>"A gente se transforma no caminho do meio, aquele que precisa ser seguido pela sociedade."</EM></P>
<P>De fato é uma bela "evolução da espécie humana" alguém agora se orgulhar de ser amigo de José Sarney, Delfim Neto e Renan Calheiros, antes personagens do lado oposto de Lula. </P>
<P>O mais curioso é que FHC, quando era presidente, cansou de fazer discursos deste naipe para justificar (para si mesmo, sobretudo) o porquê de sua guinada à direita. E, claro, nunca perdeu a oportunidade de citar&nbsp;a "ética da responsabilidade",&nbsp;o que só tem esquentado a orelha de&nbsp;Max Weber. </P>
<P>Se Lula&nbsp;fosse chileno e estivesse eleito&nbsp;no lugar de Michelle Bachelet, não duvidaria nada que tentaria se aproximar até mesmo de Augusto Pinochet. Exagero meu?</P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=488]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2006-12-12 02:59:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Iris está melhor que Alcides em Goiânia]]></title>
<description><![CDATA[<P>Surpresa: mesmo reeleito governador há menos de 40 dias, Alcides Rodrigues (PP) vai pior em Goiânia do que seu adversário - e prefeito da cidade - Iris Rezende (PMDB). É o que mostra a pesquisa Serpes divulgada hoje no jornal <EM>O Popular</EM>. Leia mais a respeito&nbsp;clicando no <A href="http://www.massaepoder.com.br/blog.php">blog do Massa e Poder</A>.</P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=487]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2006-12-10 03:22:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[PFL vira o disco com Alcides?]]></title>
<description><![CDATA[<P><EM>Comando do partido em Goiás&nbsp;viveu dias de guerra com Marconi governador. Com Alcides a situação será diferente?</EM></P>
<P>Com Marconi Perillo (PSDB) governador, o PFL passou mais de sete anos rachado. O tucano, uma vez instalado no poder,&nbsp;nunca perdeu a oportunidade de interferir no partido dos deputados federais Ronaldo Caiado e Vilmar Rocha, sempre favorecendo a ala do segundo. </P>
<P>O auge da tensão ocorreu em outubro de 2003, quando Marconi mexeu nos bastidores e pressionou, com sucesso, para que 23 prefeitos&nbsp;saíssem PFL de Caiado&nbsp;e desembarcassem no PSDB dele, Marconi. Depois disso, o troca-troca de acusações só ficou mais forte. O resultado foi o distanciamento formal do PFL da base aliada. Tanto que houve candidatura própria do PFL para a prefeitura de Goiânia (em 2004, com Rachel Azeredo) e para o governo do Estado (em 2006, com Demóstenes Torres). <BR><STRONG><BR></STRONG><STRONG>Incógnita</STRONG><BR>Agora, com Alcides Rodrigues (PP) reeleito governador, o relacionamento entre PFL e base aliada é incógnita. Alcides, repetindo Marconi, vai manter a relação tensa? Vai pressionar o PFL para ser aliado incondicional do governo do Estado? E o PFL de Caiado e Demóstenes? Vai manter a postura de oposição, tentará uma independência ou vai negociar participação no governo de Alcides? Pouco se sabe. A única certeza até agora é que o PFL de Vilmar Rocha vai continuar lutando para ter cargos no governo.</P>
<P>No discurso, Alcides deu alguns sinais de que estaria disposto a conversar com o PFL caiadista. Mas o discurso de Alcides ainda é tímido. Falta algo mais sólido. Ele&nbsp;ainda não se manifestou formalmente. <BR><BR>Precavido, Ronaldo Caiado se prepara para o pior cenário para ele e seus aliados. Foi por isso que, na terça-feira, manobrou para que a executiva regional do PFL pedisse a dissolução de 22 diretórios municipais que teriam apoiado a candidatura de Alcides ao governo do Estado - e, portanto, trairam a candidatura de Demóstenes. Com a atitude, Caiado espanta os infiéis e aumenta as chances de ele - ou alguém de seu grupo - continuar no poder da partido em abril de 2007, quando o diretório passará por nova eleição. <BR><BR>Caiado conseguiu sucesso com atitude semelhante outras duas vezes: em 2003 viabilizou, na direção nacional do partido,&nbsp;a candidatura de Rachel Azeredo à prefeitura de Goiânia. E, este ano, criou uma comissão provisória regional - também com aval nacional - que assegurou a candidatura própria de Demóstenes.&nbsp;O PFL de Vilmar Rocha articulava apoio do partido à reeleição de Alcides Rodrigues. <BR><BR>Demóstenes e Caiado, mesmo que convidados, ainda não sabem se seria bom para o PFL deles freqüentar o Palácio das Esmeraldas. Uma vez aliados, Caiado e Demóstenes não continuariam preteridos? Alcides não iria sempre confiar mais em Vilmar Rocha? </P>
<P>Caiado teria motivos para desconfiar já que sentiu na pele, durante os mais de sete anos de Marconi, o tamanho da força da máquina do Estado. Vários de seus aliados de primeira hora foram seduzidos por cargos e indicações, preferindo o lado palaciano. Tanto que Caiado, antes propenso a ter uma postura mais independente do que oposicionista, acabou sendo obrigado a se declarar anti- Marconi.<BR><BR>Já do lado de Alcides a dúvida é saber se Caiado e Demóstenes seriam mesmo aliados. Se, por um lado, o governador ganharia o apoio de um senador e de um deputado federal bastante atuante no Congresso, por outro há o temor de desagradar a ala de Vilmar Rocha, aliada de primeira hora da candidatura de Alcides. </P>
<P>Sem contar que, nas eleições municipais de daqui dois anos, Alcides não tem certeza da continuidade do apoio da ala caiadista ao projeto do "tempo novo". E mais: Marconi - que ainda&nbsp;tem&nbsp;muita influência sobre Alcides&nbsp;- receberia bem uma aliança dele, Alcides, com Caiado e Demóstenes? A campanha eleitoral deste ano mostrou que Marconi e Demóstenes estão "inimigos para sempre”, para usar uma expressão muito ouvida dos dois lados. <BR><BR>O grande detalhe da história é que, independente de Alcides e Marconi, é quase inconciliável a paz entre as duas alas do PFL. Não interessa a nenhum dos dois lados a paz. Nenhum dos dois grupos quer consenso. Ambos querem a derrota do outro. </P>
<P>Há quem diga que uma solução nacional poderia por fim à disputa. Mas ela não parece provável. Primeiro porque não ocorreu em nenhum dos outros Estados onde o PFL também está rachado - e não são poucos. </P>
<P>E mais: mesmo considerando que direção nacional do PFL tenha optado pelo lado de Caiado, ela jamais forçaria Vilmar Rocha e seu grupo a abandonar o barco pefelista - até porque Vilmar é fundador do partido e tem trajetória em cargos nacionais internos, como a representativa presidência do Instituto Tancredo Neves. <BR><BR>Por conta própria, Vilmar também não sai. Com a derrota de Demóstenes na sucessão em Goiás, Vilmar imagina que Alcides agora o ajudará a retomar o PFL. Não seria o momento de pular fora. </P>
<P>Até segunda ordem, alguma mudança no xadrez pefelista só ocorrerá se houver iniciativa de Alcides. Mas é impossível prever que tipo de conseqüências, independente da posição a ser tomada por Alcides. Simplesmente porque o PFL de Goiás é tenso e imprevisível. E parece adorar viver assim.</P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=486]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2006-12-10 03:20:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Ainda sobre o silêncio de Alcides]]></title>
<description><![CDATA[Além do post anterior, leia mais sobre o "silêncio de Alcides Rodrigues" em texto inédito publicado no site <A href="http://www.massaepoder.com.br/materiasDetalhe.php?id_mat=00144">Massa e Poder</A>. Para ler o texto, <A href="http://www.massaepoder.com.br/materiasDetalhe.php?id_mat=00144">clique aqui</A>.]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=485]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2006-12-04 00:58:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Alcides contraria manual de Maquiavel. Mas até que ponto?]]></title>
<description><![CDATA[<P><EM>Até agora, contrariando previsões de muitos analistas,&nbsp;governador consegue bons resultados. Mas estilo silencioso e avesso a holofotes pode ser abandonado nos próximos quatro anos</EM></P>
<P>Aliados não discutem publicamente, mas é assunto recorrente a forma como Alcides Rodrigues (PP) governa. Discreto e silencioso, as informações não vazam. Alguns tentam falar em nome de Alcides, mas nenhum recebeu (ainda) carta branca para tal. E, ao contrário de outros ocupantes do executivo, Alcides também não desautoriza ninguém. E nem solta informações. Faltando menos de um mês para o início de seu segundo mandato, não há informações seguras sobre seu secretariado. Não é de seu estilo vazar notas para jornalistas, como Marconi Perillo (PSDB), por exemplo, fazia. Mais surpreendente ainda, ele não passa informações nem para aliados mais próximos.</P>
<P>Nem os velhos amigos de Santa Helena ou os aliados de primeira hora da campanha eleitoral sabem, ao certo, como será a composição do governo Alcides. Haverá enxugamento da máquina? Como será a proporção partidária na distribuição de cargos? Ele dará pouco ou muito espaço para os marconistas? Tentará formar um grupo seu? Centralizará as decisões? Quem formará seu núcleo duro de poder? Ninguém sabe. O que reforça o grau de surpresa do "não saber" é perceber que ele já é governador desde abril deste ano. E, mesmo assim, quase nada ser vazado. </P>
<P>No capítulo 23 de <EM>O Princípe</EM>, o mais citado dos manuais de política de botequim, o pensador florentino Nicolau Maquiavel recomenda que o governante escolha um grupo seleto de homens sábios e mantenha livre troca de informações com eles. Em outras palavras, a sugestão é que haja um "núcleo duro" de poder. Não ocorre com Alcides. Maquiavel também afirma que o governante deve se afastar de "pretendentes linguarudos”. Quem fala de si no futuro governo - e se esquece de falar do governador - deve ser queimado logo de cara. Maquiavel recomenda: "quando o auxiliar pensar mais em si do que em ti, e que em todas as ações procura o interesse próprio, deve concluir que este jamais será um bom auxiliar e nele nunca poderá confiar". Até agora Alcides não deu indicações de que vá se afastar dos linguarudos. Mas também não sinalizou que vá incluí-los no governo. </P>
<P>Há vários analistas que ainda coçam a cabeça para saber como um político avesso a polêmicas, que não produz frases de efeito e nem se preocupa em criar factóide pode dar certo. É esse o estilo de Alcides, que ele não parece disposto a abandonar. A lógica é a mais óbvia: se deu certo até agora, para quê mudar? Para ser mais lógico ainda, nunca é demais lembrar do lema que virou quase slogan do Partido Conservador Inglês e que parece reflexo do poder de qualquer lugar do mundo: governante não age, apenas reage. Para mudar, Alcides precisaria ser provocado. </P>
<P>O que poderia provocar uma mudança em Alcides? Fatores externos eventuais como oposição forte, denúncias de corrupção e crises administrativas geralmente levam qualquer ocupante do executivo a uma posição de enfrentamento. Nesses momentos, o silêncio pode custar caro. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), por exemplo, levou uma lição logo cedo com o escândalo Waldomiro Diniz (em 2004). Naquela época, Lula demorou para agir no episódio e ficou em silêncio mais do que deveria. O episódio, que poderia ter morrido na fonte, cresceu e chegou a ficar maior do que o próprio Palácio do Planalto. O mesmo ocorreu na crise do mensalão. As duas crises só diminuíram de tamanho quando o governo de fato reagiu. O que incluiu uma mudança de postura do próprio ocupante do executivo.</P>
<P>No caso do atual cenário em Goiás, Alcides ainda não tem muitos motivos para mudar. Ao contrário. Seu estilo discreto mostrou-se forte em vários quesitos. Conseguiu transformar vícios em virtudes. Analisando em retrospectiva, só mesmo um político discreto e com pouco carisma seria capaz de, na pré-campanha, unir a base aliada em torno de si. Qualquer outro nome que fosse mais forte em imagem logo desagregaria. Não foi o caso de Alcides. Mas seria o caso se o candidato fosse Leonardo Vilela (PSDB) ou Lúcia Vânia (PSDB), por exemplo. </P>
<P>Ao fugir dos holofotes - nos mais de sete anos em que foi vice-governador -, Alcides também conseguiu não desagradar Marconi Perillo. Bastante centralizador, Marconi teria dificuldades em aceitar como candidato à sua sucessão um vice que não tivesse lhe sido fiel e, mais do que isso, pacífico. Ao optar pela discrição, Alcides não fez de Marconi um adversário. Deixou para aparecer mais do que Marconi apenas no momento da campanha eleitoral deste ano. Ou seja: Alcides foi anti-Marconi por contraste de estilo e não por oposição. </P>
<P>O estilo de Alcides só tem similares na política de antigamente. Hoje em dia, em época de excessiva teatralização da política, dificilmente um político se destaca e cresce por meio da discrição e do silêncio. O cenário é mais propício para surgimento de personagens similares a Enéas, Heloísa Helena e ACM Neto, todos altamente midiáticos. O perfil de Alcides é mais próximo dos políticos com perfil conservador do passado, caso por exemplo de Marco Maciel (PFL-PE). Tal como Alcides, Marco Maciel foi vice (do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso) por dois mandatos e pouco apareceu. De Maciel nada se ouviu durante os oito anos de FHC, o que é coerente com toda sua carreira política.</P>
<P>Em Goiás, o perfil de Alcides é próximo do deputado federal Roberto Balestra (PP). Tal como Alcides, Balestra evita se envolver com polêmicas e não corre atrás de pirotecnia. Assim como Alcides, provavelmente em função dessas características, conseguiu ser candidato a governador em 1998. Por outros motivos, sua candidatura acabou se inviabilizando, o que possibilitou a vitória de Marconi (candidato que herdou a aliança montada por Balestra) sobre Iris Rezende naquele ano. </P>
<P>Com muito silêncio e pouca polêmica, Alcides pode estar reinaugurando em Goiás uma época da política que parecia enterrada. Há quem aposte que essa estratégia oposta lhe cause menos problemas do que o estilo-adrenalina adotado por Marconi em seus dois mandatos. Para não dizer que Alcides não tem nada de Maquiavel, é só lembrar que o capítulo 25 de <EM>O Príncipe</EM> recomenda que o governante deve sempre evitar o risco de se expor sem necessidade. "Deliberar por si, a seu modo, jamais abandonar seu modo", resume o famoso pensador florentino. Alcides pode ou não seguir Maquiavel. Mas de bobo, não tem nada.&nbsp;</P>
<P>(O texto que você acaba de ler está&nbsp;publicado na edição deste domingo da <A href="http://www.tribunadoplanalto.com.br/modules.php?name=News&amp;file=article&amp;sid=2510&amp;mode=thread&amp;order=0&amp;thold=0">Tribuna do Planalto</A>)</P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=484]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2006-12-03 03:31:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Marconi e o risco-Demóstenes]]></title>
<description><![CDATA[<P><EM>Maguito, Iris e Demóstenes já priorizaram a política nacional e se deram mal em Goiás. Conseguirá Marconi Perillo quebrar esse tabu? Que conseqüências isso traria para Alcides Rodrigues?</EM></P>
<P>No dia seguinte à sua eleição para o Senado, Marconi Perillo (PSDB) já anunciava sua intenção de ser presidente da Casa. Para ele, sua boa votação e trajetória política o credencia para o posto. </P>
<P>Na mesma semana pós-eleição, em entrevista ao Correio Braziliense, Marconi confirmou que faria oposição ao presidente reeleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Mais do que isso: disse que a oposição será "raivosa", se necessário. <BR><BR>Marconi está sendo honesto: nunca escondeu suas pretensões nacionais. Postulou ser candidato a presidente da República em 2006, mesmo sabendo que suas chances eram pequenas dentro de um PSDB dominado por paulistas. Agora, seu alvo é a presidência do Senado. Se não conseguir,&nbsp;soltará foguetes se passar perto do cargo de líder do PSDB na Casa ou mesmo de líder da oposição. E se pintar outra CPI contra o governo Lula, ele certamente se candidatará para relator ou presidente da mesma. <BR><BR>As chances de Marconi ser presidente do Senado são curtas. Primeiro porque ele é calouro na Casa, o que já é um grande empecilho. Segundo porque ele pertence ao PSDB, que não tem a maior bancada nesta legislatura. É tradição no Congresso que o partido com maior bancada fique com a presidência. Hoje o maior partido é o PFL, seguido de perto pelo PMDB. O terceiro empecilho é Marconi ser oposição a Lula. <BR><BR>Em um primeiro ano de um presidente reeleito com grande popularidade é muito difícil que um candidato que promete "oposição raivosa" ser eleito presidente de uma das duas casas do Legislativo. </P>
<P>Mas Independente da presidência do Senado, a opção prioritária pela visibilidade nacional pode enjaular Marconi Perillo em uma armadilha experimentada - em&nbsp;épocas diferentes -&nbsp;por Iris Rezende (PMDB), Maguito Vilela (PMDB) e Demóstenes Torres (PFL).<BR><BR>Iris priorizou a política nacional no governo de José Sarney, quando chegou a ser ministro com destaque. Na época, em função disso, perdeu parte do controle do PMDB goiano para Henrique Santillo (PMDB), que foi candidato a governador em Goiás contrariando o próprio Iris.</P>
<P>Já Maguito Vilela teve seu auge de visibilidade para além do Paranaíba em 2001, quando assumiu a presidência interina do PMDB nacional e passou a atacar o então presidente da República Fernando Henrique Cardoso. Maguito acabou forçando Iris a romper com FHC porque ele, Maguito, queria seguir no posto de presidente nacional do PMDB. <BR><BR>Maguito perdeu a disputa, ficou sem aliados e se descuidou da base eleitoral em Goiás. Foi naquele momento que Marconi Perillo se aliou ao então ministro Ovídio de Ângelis (que estava rompido com Maguito) e conquistou força no interior para derrotar Maguito na eleição de 2002 já no primeiro turno. </P>
<P>Demóstenes Torres, por sua vez, se destacou no Senado já em seu primeiro mandado, assumido em 2003. Fez oposição dura a Lula, apresentou vários projetos e teve bastante visibilidade nacional, logo entrando para o seleto clube de parlamentares mais influentes. O pefelista, no entanto, se descuidou de sua base em Goiás e, quando foi candidato a governador este ano, acabou amargando menos de 4% dos votos válidos, ficando na quarta posição.<BR><BR><STRONG>"Raivoso”</STRONG><BR>Se Marconi quer mesmo embarcar em um projeto nacional, deve ele saber então do "risco-Demóstenes" que corre por acabar se afastando de Goiás. Um outro problema, ao optar pela "oposição raivosa", são as conseqüências políticas que isso pode acarretar para seu aliado Alcides Rodrigues (PP), reeleito governador do Estado. Renegociação de dívidas, verbas para obras no Estado e outros assuntos serão a pauta da relação entre Alcides e Lula. Se Marconi bater forte em Lula, é possível que os efeitos colaterais sobrem para Alcides, já que Lula pode perceber nisso sinais de afastamento do governador de Goiás.<BR><BR>É sempre bom lembrar que, no segundo turno, o PP nacional (partido de Alcides) declarou apoio a Lula e não a Alckmin (que foi a escolha de Alcides). Agora, no entanto, não é cenário irreal imaginar que Alcides resolva fazer parte da equipe de governadores aliados de Lula. Teria, provavelmente, mais força para pedir obras, além de estabelecer parcerias e ter facilidade para renegociar a dívida do Estado com a União. <BR><BR>Com a oposição de Marconi a Lula, restaria a Alcides topar o embate com o presidente, incluindo todas as conseqüências que isso traria para Goiás ou se deslocar de Marconi, deixando de reconhecê-lo como aliado, hipótese hoje improvável. <BR><BR>Se Marconi for sensato, é bem provável que tente se equilibrar entre as duas posturas. Deve bater forte em Lula nos momentos oportunos e ficar quieto em outros. O tucano pode inclusive mirar em colegas de partido como José Serra e Aécio Neves, governadores de São Paulo e Minas Gerais respectivamente. Serra e Aécio são oposição a Lula mas não pretendem acirrar os ânimos com o PT neste momento. <BR><BR>Serra e Aécio sabem que brigar agora com Lula é perder tempo e popularidade. Lula&nbsp;ainda surfa na&nbsp;reeleição com votação consagradora e seu governo está muito bem avaliado. Bater em quem acabar de se reeleger pode soar como "falta de respeito" para uma parcela do eleitorado. É conveniente esperar o clima de festa da vitória passar. Vale tanto para governadores como para senadores eleitos. </P>
<P><STRONG>Se Marconi exagerar na oposição a Lula e priorizar apenas o cenário nacional, pode:</STRONG></P>
<P><STRONG>1)</STRONG> Perder espaço na política goiana<BR><STRONG>2)</STRONG> Prejudicar a relação de Alcides com Lula<BR><STRONG>3)</STRONG> Ser visto como intransigente&nbsp;</P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=483]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2006-11-29 02:43:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Mais dúvidas, menos certezas]]></title>
<description><![CDATA[<P><EM>Procuradores eleitorais têm pouco espaço para agir dentro de uma legislação programada para não punir, mas deveriam pensar duas vezes antes de propor, ainda mais, o esfriamento da democracia</EM></P>
<P>Quando se fala em fiscalização eleitoral em Goiás, o primeiro nome que aparece é o do procurador regional eleitoral Hélio Telho (veja foto no quadro). Suas ações já são conhecidas há muito no meio político, embora poucas prosperem em função de uma legislação arquitetada especialmente para não punir. Recheado de boas intenções, o procurador também emite opiniões sobre o sistema político. Já atacou marqueteiros, defendeu o voto distrital e comemorou o fim de showmícios e distribuição de brindes. Seus colegas, espalhados pelo Brasil, chegam a defender a diminuição do tempo de campanha. Mas seriam medidas boas para a democracia?<BR><BR>Na eleição de 2006, não houve showmícios, nem distribuição de brindes para os eleitores. As duas atitudes passaram a ser consideradas irregulares. Mas o que era mais grave, não mudou. Talvez até tenha se agravado. Por mais que qualquer procurador ou órgão de Justiça se esforce, a questão é que algumas medidas para combater a corrupção podem ter um efeito colateral amargo: o enfraquecimento da democracia.<BR><BR>E, depois, há e sempre haverá crimes impossíveis de serem pegos. Um exemplo: a legislação hoje permite contratação de cabos eleitorais por um candidato. Como saber se esses cabos eleitorais estão mesmo (somente) desempenhando suas funções ou se está havendo apenas uma simples compra de votos? Um candidato a deputado que arrume 10 mil cabos eleitorais está comprando o trabalho dessas pessoas ou o voto delas?<BR><BR>A julgar pelas declarações de juízes e procuradores eleitorais, é bem provável que a Justiça também se mostrasse feliz se a contratação de cabos eleitorais fosse igualmente proibida. Facilitaria a fiscalização. Haveria um automatismo: se existe cabo eleitoral pago, é crime. Mas o cabo eleitoral "gratuito" poderia muito bem estar trabalhando em troca de algum benefício pós-eleição, caso de um emprego, por exemplo. Como combater isso? Sem contar que a proibição de cabo eleitoral pago fomentaria ainda mais o caixa 2. <BR><BR>Uma eleição completamente esvaziada nas ruas (sem showmícios, sem comícios, sem santinhos e até sem cabos eleitorais) aumentaria ainda mais a força do programa eleitoral na TV. Só que o mesmo Hélio Telho já chegou a sugerir que os marqueteiros fazem mal à democracia. Uma abstração: suponha-se, então, que o marketing seja proibido. O candidato apareceria na TV solitariamente, sem treino, sem maquiagem, sem cenário, sem influência alguma. <BR><BR>Mas não poderia haver consulta informal a marqueteiros? E se não houvesse, não existe um pouco de "marketing nato" dentro de alguns políticos? Nem é preciso citar o sem-número de políticos ruins que são ótimos de comunicação. E o sem-número de políticos bons que são péssimos de comunicação. As distorções de imagem que ocorrem hoje em função da prática do marketing não deixariam de existir. Apenas saíriam das mãos de profissionais da área para ficar com os próprios políticos. O marketing não é o grande vilão. </P>
<P>Ainda assim, como funcionaria uma campanha esvaziada nas ruas e na TV? Sobraria apenas o noticiário dos jornais. Mas não são justamente os jornais que são acusados de tendenciosos por vários procuradores? Seria bom o eleitor ficar na mão apenas do jornalismo?<BR><BR>Uma campanha assim seria menos suja? Talvez. E certamente ainda mais fria. É que neste caso a campanha seria menos suja por simplesmente não existir, quando o melhor seria o aperfeiçoamento dos instrumentos de fiscalização, implementação de financiamento público e aumento do grau de cultura republicana do eleitorado. Esfriar a campanha é um preço alto para a democracia. Não é questão de escolher entre um modelo de campanha quente e sujo contra um modelo frio e mais limpo. Os dois seriam ruins para qualquer regime político. <BR><BR>Em 1998, quando a legislação reduziu o tempo da campanha eleitoral - nas ruas e na televisão - houve muita gente que comemorou a medida. Seria uma forma de reduzir a corrupção, justificou-se. Em 2005, quando nova redução da campanha chegou a ser proposta (e não concretizada), houve nova leva de magistrados defendendo a decisão em nome de menos corrupção.</P>
<P>Mas o fato é que se uma campanha mais curta produz menos corrupção por uma simples questão matemática. Esta campanha também produz uma democracia eleitoral menos eficiente, já que o eleitor recebe menos informações. Da mesma forma ocorre com a proposta de voto distrital, ainda que misto (e não puro). O voto distrital facilita a fiscalização por parte da Justiça? Sim. Mas pode prejudicar a democracia na medida em que favorece e institucionaliza o "voto de curral", ainda que produza um processo eleitoral menos eivado de corrupção.<BR><BR>Em termos de ações, procuradores como Hélio Telho até fazem mais do que poderiam. Contam com reduzido número de pessoal, instrumentos frágeis de punição e ainda assim conseguem denunciar uma série de irregularidades mesmo com uma legislação propositadamente falha. A (saudável) luta por menos corrupção é que acaba, às vezes, tapando os olhos para outras questões relevantes para o funcionamento da democracia.</P>
<P><STRONG><U>Os desafios para a Justiça</U></STRONG></P>
<P>*&nbsp;Como diferenciar contratação de cabos eleitorais ou compra de votos?</P>
<P>*&nbsp;Como fiscalizar adequadamente um candidato à reeleição? Hoje é difícil identificar quando o governante extrapola o limite da divulgação de suas ações e passa a fazer propaganda de cunho pessoal</P>
<P>*&nbsp;Como distinguir objetivamente ações puramente administrativas de ações administrativas com interesse eleitoral?</P>
<P>*&nbsp;Desproporcionalidade: de que adianta o infrator pagar penas leves para crimes eleitorais pesados?</P>
<P>*&nbsp;E se uma eleição mais honesta para o sistema político for uma eleição mais pobre do ponto de vista político?</P>
<P>*&nbsp;Como não atolar a Justiça se uma única denúncia pode gerar inúmeras ações?</P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=482]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2006-11-29 02:41:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Vassil Oliveira lança hoje à noite livro sobre eleição em Goiás]]></title>
<description><![CDATA[<P><EM>Por Eduardo Sartorato (texto retirado do jornal Tribuna do Planalto)</EM></P>
<P>Quem quiser saber detalhes e bastidores, além de uma análise sobre a atuação da imprensa nas eleições estaduais de outubro último, não pode deixar de conferir o livro <EM>Eleição do Início ao Fim</EM>, do jornalista Vassil Oliveira, que será lançado hoje, terça-feira, 28, a partir das 20 horas, na Livraria Leitura, no Goiânia Shopping. </P>
<P>O livro conta de vários ângulos todo o processo político marcado pela vitória do governador Alcides Rodrigues (PP) sobre o senador Maguito Vilela (PMDB), com o diferencial de ter sido escrito no calor da disputa.</P>
<P>O lançamento é editado pela Contato Comunicação, do jornalista e editor Iúri Rincon Godinho. A Contato possui um grande acervo de livros que tratam da história de temas específicos dentro do universo de Goiás, como a história da propaganda, do Distrito Agroindustrial de Anápolis (Daia), da mineração e pecurária em Goiás, da arquitetura goianiense, dentre outros. "A empresa não tem interesse em política. Tem interesse em editar livros históricos", ressalta Iúri Rincon.</P>
<P>Segundo Rincon, <EM>Eleição do Início ao Fim</EM> é um <EM>stant book</EM> (livro instantâneo, numa tradução literal), realizado no desenrolar do evento e editado pouco tempo depois do término dos acontecimentos. "Aqui em Goiás nós não temos este tipo de cultura", lamenta o jornalista, destacando que em outros países, como nos Estados Unidos, o gênero faz sucesso. Segundo ele, o mercado de livros históricos cresceu muito em Goiás em virtude dos patrocínios, principalmente da iniciativa privada, que hoje possibilitam o processo de pesquisa e edição. </P>
<P>Já Vassil Oliveira é diretor de redação da <A href="http://www.tribunadoplanalto.com.br/">Tribuna do Planalto</A>, além de comentarista político da <A href="http://www.radio730.com.br/">Rádio 730</A>, onde comanda o programa Cá entre nós, diariamente pela manhã. Formado pela Universidade Federal de Goiás (UFG) em 1992, ele já trabalhou nos jornais Diário da Manhã, Opção e O Popular.</P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=481]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2006-11-28 10:43:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Com R$ 1,5 milhão do agronegócio, Marconi faz campanha mais cara do Centro-Oeste]]></title>
<description><![CDATA[<P>Por Daniel Merli e Keite Camacho</BLOCK><BR><I><BLOCK>Repórteres da Agência Brasil</I></P>
<P><I></BLOCK></I>Brasília - Doações de empresas agrícolas e bancos permitiram ao ex-governador goiano Marconi Perillo (PSDB) fazer a campanha mais cara do Centro-Oeste para uma vaga no Senado. Dos R$ 3,5 milhões que declarou à Justiça Eleitoral, Perillo arrecadou R$ 1,5 milhão junto a empresas do agronegócio.<BR><BR>Uma das maiores doações individuais (R$ 230 mil) veio da Mitsubishi, fábrica japonesa de caminhonetes, que possui unidade em Catalão, interior goiano. Para instalar-se na região, a fábrica recebeu uma isenção, por 30 anos, de 70% do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS).<BR><BR>Os bancos também contribuíram com a candidatura de Perillo. Itaú e BMG doaram R$ 150 mil cada um. A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) deu R$ 50 mil para a campanha de Perillo para senador. Em 2001, a CBF foi investigada por duas comissões parlamentares de inquérito (CPIs) na Câmara e no Senado.</P>
<P>O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) publicou em sua página eletrônica a prestação de conta de 20 dos 27 senadores eleitos por cada estado da federação no primeiro turno das eleições deste ano. Os dados completos podem ser vistos em <A href="http://www.tse.gov.br">www.tse.gov.br</A></P>
<P>Está matéria também pode ser lida <A href="http://www.agenciabrasil.gov.br/noticias/2006/11/04/materia.2006-11-04.0989715516/view">clicando aqui</A>.</P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=541]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2006-11-04 04:50:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[PMDB elege mais no 2º turno]]></title>
<description><![CDATA[<P>Confira abaixo os governadores que foram eleitos hoje em segundo turno. O PMDB elegeu 3 governadores. Já o PSDB e o PSB ficaram com 2 cada. </P>
<P><STRONG>Rio de Janeiro:</STRONG> Sérgio Cabral (PMDB)</P>
<P><STRONG>Paraná:</STRONG> Roberto Requião (PMDB)</P>
<P><STRONG>Santa Catarina:</STRONG> Luiz Henrique (PMDB)</P>
<P><STRONG>Rio Grande do Sul:</STRONG> Yeda Crusius (PSDB)</P>
<P><STRONG>Paraíba:</STRONG> Cássio Cunha Lima (PSDB)</P>
<P><STRONG>Pernambuco: </STRONG>Eduardo Campos (PSB)</P>
<P><STRONG>Rio Grande do Norte:</STRONG> Vilma Faria (PSB)</P>
<P><STRONG>Pará:</STRONG> Ana Júlia (PT)</P>
<P><STRONG>Maranhão:</STRONG> Jackson Lago (PDT)</P>
<P><STRONG>Goiás:</STRONG> Alcides Rodrigues (PP)</P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=480]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2006-10-29 20:32:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Lula está reeleito oficialmente]]></title>
<description><![CDATA[<P>Mesmo que todos os votos que restam caminhem integralmente para Alckmin (PSDB), Lula (PT) já está matematicamente reeleito presidente da República. </P>
<P>86,7% dos votos já foram apurados e Lula tem 69,5% dos votos válidos&nbsp;contra 39,5% de Alckmin. São mais de 18 milhões de votos de diferença. E só faltam 16 milhões de votos para serem apurados no Brasil inteiro.</P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=479]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2006-10-29 19:16:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Lula reeleito, segundo Ibope]]></title>
<description><![CDATA[<P>Veja abaixo os números da pesquisa boca-de-urna do Ibope, divulgada agora às 19h:</P>
<P>Lula: 62%<BR>Alckmin: 38%</P>
<P>Os números acima se referem aos votos válidos.</P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=478]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2006-10-29 19:00:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Alcides: matematicamente eleito]]></title>
<description><![CDATA[<P>Neste momento, os votos já apurados garantem matematicamente a vitória a Alcides Rodrigues (PP). </P>
<P>Com 92,3% dos votos apurados, Alcides tem 57,2% contra 42,7% de Maguito Vilela (PMDB). </P>
<P>A diferença é superior a 350 mil votos. E só faltam 274 mil votos para serem apurados. </P>
<P>Ou seja: Alcides já está reeleito governador de Goiás. É oficial.</P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=476]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2006-10-29 18:55:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Paraná: emoção pra valer]]></title>
<description><![CDATA[<P>Quer uma eleição emocionante? Acompanhe a apuração no Paraná. Lá, com 98% dos votos apurados, Osmar Dias (PDT) tem apenas 0,03 ponto porcentual a mais que Roberto Requião (PMDB). São 4 mil votos de frente. E faltam 134 mil votos para serem apurados. </P>
<P>A pesquisa boca-de-urna Ibope&nbsp;deu vitória folgada (com mais de 6 pontos porcentuais) para Requião.</P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=477]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2006-10-29 18:54:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Serpes: Alcides está reeleito]]></title>
<description><![CDATA[<P>Boca-de-urna do Serpes, considerando apenas votos válidos, divulgada há dois minutos:</P>
<P>Alcides - 57,5%<BR>Maguito - 42,5%</P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=475]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2006-10-29 17:07:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Alcides está reeleito, segundo Grupom]]></title>
<description><![CDATA[<P>Resultado da pesquisa boca-de-urna da rádio 730 divulgada agora, feita pelo instituto Grupom:</P>
<P><STRONG>Votos válidos</STRONG><BR>Alcides - 58,1%<BR>Maguito - 41,9%</P>
<P><STRONG>Votos totais</STRONG><BR>Alcides - 55,5%<BR>Maguito - 40,1%<BR>Votos brancos - 1,7%<BR>Votos nulos - 2,7%</P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=474]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2006-10-29 17:00:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Pesquisas: veja quem vai acertar]]></title>
<description><![CDATA[<P>Veja acima a comparação dos últimos números entre os institutos de pesquisa em Goiás a respeito do segundo turno para governador. </P>
<P>Os números usados acima para base de comparação foram os votos válidos. </P>
<P>As pesquisas Ibope,&nbsp;Serpes&nbsp;e Ecope foram divulgadas hoje.&nbsp;A pesquisa Grupom foi divulgada na quinta-feira. &nbsp;</P>
<P>Dois institutos divulgarão amanhã, às 17h, pesquisa boca-de-urna em Goiás: Grupom (para a Rádio 730) e Ibope (para a TV Anhangüera).</P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=473]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2006-10-28 21:46:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Pesquisas: Alcides será reeleito amanhã]]></title>
<description><![CDATA[<P><STRONG>Serpes dá diferença de 19,6 pontos a favor de Alcides&nbsp;nos votos válidos e Ibope&nbsp;indica distância menor:&nbsp;12 pontos</STRONG></P>
<P>As novas rodadas das pesquisas Ibope e Serpes, divulgadas agora à noite, apontam para a reeleição do governador Alcides Rodrigues (PP), embora tragam números diferentes. </P>
<P>O Serpes, que já havia divulgado uma rodada ontem, resolveu fazer novo levantamento ontem e hoje. </P>
<P>Os dados do Serpes dizem que Alcides tem 55,9% dos votos totais contra 37,6% de Maguito Vilela (PMDB). Votos brancos e nulos somam 2,5% dos entrevistados e não sabem em quem votar 4% dos goianos. Nos votos válidos, a diferença é de 59,8% contra 40,2%, o que dá 19,6 pontos de diferença</P>
<P>Já o Ibope diz que Alcides tem 52% contra 41% de Maguito.&nbsp;Nulos, brancos e indecisos somam&nbsp;7% dos eleitores. Nos votos válidos a diferença é de 56% a 44% a favor de Alcides, mantendo os 12 pontos porcentuais da pesquisa anterior, realizada sábado passado.</P>
<P>No primeiro turno, Serpes e Ibope também apontaram números diferentes na véspera da eleição. O Ibope errou. O Serpes ficou mais próximo de acertar. </P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=472]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2006-10-28 19:27:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Comparação entre as pesquisas]]></title>
<description><![CDATA[<P>Veja no gráfico acima a comparação dos números entre os institutos de pesquisa em Goiás a respeito do segundo turno para governador. As pesquisas Ibope e Ecope são do fim de semana passado (sábado e domingo, respectivamente) e as pesquisas Grupom e Serpes são de ontem e hoje. </P>
<P>Serpes e Grupom não farão mais pesquisa nesta campanha. O Ibope divulga sua última rodada amanhã à noite e o Ecope divulga sua última rodada no domingo, dia da eleição. </P>
<P>Dois institutos farão pesquisa boca-de-urna em Goiás: Grupom (para a rádio 730) e Ibope (para a TV Anhangüera).</P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=471]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2006-10-27 09:33:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Serpes diz que distância de Alcides para Maguito cai 7 pontos]]></title>
<description><![CDATA[<P>Se a pesquisa Serpes divulgada hoje no jornal O Popular estiver correta, está confirmada a queda da distância entre Alcides Rodrigues (PP) e Maguito Vilela (PMDB) no segundo turno para governador de Goiás. Segundo o instituto, houve uma redução de 7 pontos porcentuais na diferença entre os dois candidatos. </P>
<P>Alcides caiu na pesquisa Serpes de 58,1% para 54,4% enquanto Maguito subiu de 35,2% para 38,5%. A diferença hoje estaria em 15,9 pontos porcentuais a favor de Alcides. </P>
<P>A não ser que aconteça uma grande perda de votos de hoje até o dia da eleição, Alcides será reeleito no próximo domingo, dia 29. </P>
<P>Convém notar, no entanto, que a curva ascendente hoje está a favor de Maguito, enquanto a descendente está com Alcides, situação inversa do primeiro turno. Não será surpresa, portanto, se a diferença entre os dois candidatos estiver abaixo dos 10 pontos porcentuais no dia da votação. </P>
<P>Já Luiz Inácio Lula da Silva (PT) passou Geraldo Alckmin (PSDB) em Goiás na eleição presidencial. O petista tem 11,5 pontos porcentuais a mais que o tucano. No resultado da eleição no primeiro turno, a situação era inversa: vantagem de 11,3 pontos para Alckmin. </P>
<P><STRONG>Lula e Maguito</STRONG><BR>Está&nbsp;confirmado o detalhe que este blog já havia mencionado:&nbsp;o Serpes também diz que Lula&nbsp;sobe nos mesmos segmentos do eleitorado que Maguito cresce. Só que Lula cresce mais aceleradamente. Maguito é quem surfa na "onda Lula" que agora atinge Goiás. </P>
<P>Esta foi a última pesquisa Serpes do segundo turno. Foram entrevistados 1000 eleitores, a mesma quantidade das rodadas anteriores. O levantamento foi realizado entre os dias 23 e 25 (entre segunda e quarta-feira), não tendo pesquisado o dia de ontem (quinta-feira). A margem de erro é de 3,1 pontos porcentuais para mais ou para menos.</P>
<P>O Ibope divulga amanhã à noite (sábado, véspera da eleição) sua última rodada do segundo turno. Na primeira rodada, divulgada sábado passado,&nbsp;a diferença era de 12 pontos a favor de Alcides.</P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=470]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2006-10-27 02:31:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Alcides e Maguito: O pior debate]]></title>
<description><![CDATA[<P><IMG style="WIDTH: 150px; HEIGHT: 176px" height=733 alt="" hspace=0 src="http://www.jornalx.com.br/images/site/posts/deb01.jpg?0.06159268432275383" width=640 border=0>&nbsp; <IMG style="WIDTH: 158px; HEIGHT: 176px" height=701 alt="" hspace=0 src="http://www.jornalx.com.br/images/site/posts/deb02.jpg?0.9901355519833472" width=640 border=0></P>
<P></P>
<P>Acabou há alguns minutos na TV Anhangüera (afiliada da Rede Globo) o debate do segundo turno entre os dois candidatos que disputam o segundo turno para governador de Goiás. Foi o pior debate da campanha, superando inclusive os sete realizados no primeiro turno. Ambos melhoraram no vídeo, mas continuaram repetindo as mesmas ladainhas de sempre. Veja abaixo alguns detalhes do debate:</P>
<P><STRONG>Bola fora de Maguito<BR></STRONG>Maguito disse que a dívida pública de Goiás quase triplicou no governo do "Tempo Novo" em função dos juros "praticados pelo grupo político do PSDB, PFL e PP". É bom Maguito lembrar que quem praticou juros altos no país nos últimos quatro anos foi o governo Lula (portanto, durante todo o segundo mandato de Marconi-Alcides). Logo o governo Lula que Maguito tanto elogia. Alcides perdeu a chance de rebater isso. </P>
<P><STRONG>Bola fora de Alcides</STRONG><BR>Já Alcides errou feio ao perguntar sobre o porcentual do orçamento que era aplicado na saúde no governo de Maguito. Embora Maguito não tenha aplicado corretamente os recursos, o próprio Alcides também é questionado pelo Ministério Público por desviar o dinheiro da saúde para programas sociais. </P>
<P><STRONG>Pegadinhas<BR></STRONG>Alcides fez pegadinhas a Maguito, perguntando a ele dados de seu próprio governo e detalhes da Constituição do Brasil. Funcinou uma vez. Das outras vezes, Maguito respondeu corretamente algumas e driblou outras.</P>
<P><STRONG>Tempo</STRONG><BR>É impressionante como os dois candidatos não sabem regular o tempo quando falam. Parece até que não são velhacos em política</P>
<P><STRONG>Marketing</STRONG><BR>Maguito está mais bem orientado no vídeo do que no primeiro turno. Transmite mais tranqüilidade e humildade, o que faltou no primeiro turno. Gesticula bem menos. Já Alcides está mais concentrado: faz menos pausas, passa mais espontaneidade e gesticula na dose certa. Faltou conteúdo a ambos.</P>
<P><STRONG>Sem vencedor</STRONG><BR>Desta vez, não dá mesmo para falar quem venceu. Se um debate com vencedor influencia pouco o resultado de uma eleição (muda no máximo três pontos porcentuais), este de hoje não deve provocar alterações no quadro final.</P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=469]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2006-10-27 00:39:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Maguito surfa na ‘onda Lula’]]></title>
<description><![CDATA[<P>Uma análise detida das pesquisas mostra que Maguito está crescendo mais na periferia de Goiânia, no Entorno do Distrito Federal e em algumas cidades do Norte e Sudoeste do Estado. </P>
<P>Maguito também cresce entre eleitores menos escolarizados (que têm até ensino fundamental). E cresce muito entre eleitores mais jovens. </P>
<P>Coincidência ou não, Lula cresce em Goiás exatamente nos mesmos setores do eleitorado. </P>
<P>E se a eleição em Goiás fosse feita apenas com eleitores de Lula, Maguito teria mais votos que Alcides (63% a 37%).&nbsp;</P>
<P>Daí que, pela lógica peemedebista, quanto mais Lula continuar crescendo nos quatro dias que restam, mais Maguito também deve crescer. Além do ótimo programa eleitoral da televisão (visivelmente melhor que o de Alcides), é este o trunfo que move Maguito a ainda acreditar que dá para virar as eleições. </P>
<P><STRONG>Otimismo na ação...</STRONG><BR>... E pessimismo na reflexão. Mesmo agora novamente empolgada, a cúpula do PMDB desconfia que dificilmente vira a eleição em Goiás. Maguito e aliados estão cientes que bobearam no início do segundo turno, quando ficaram praticamente 12 dias sem atividade de campanha. Neste período, Alcides deitou e rolou sozinho. Os comitês do interior chegaram até a ser desmontados e a lavagem de roupa suja correu solta internamente antes da hora.</P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=468]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2006-10-25 13:48:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Último suspiro?]]></title>
<description><![CDATA[Para o jornalista e analista político Giordano Maçaranduba, o peemedebista Maguito Vilela está tendo "um suspiro antes de morrer". Segundo ele, Alcides voltará a crescer mais lentamente e ganhará por pouco. Foi o que ele disse a este blog.<BR>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=467]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2006-10-25 13:42:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Voto de represa]]></title>
<description><![CDATA[<P>Nos três últimos dias do primeiro turno, uma grande quantidade de votos represados foram despejados em Alcides Rodrigues. A maioria era de eleitores antes propensos a votar em Maguito Vilela. </P>
<P>E agora, no segundo turno, haverá "voto de represa"? Se houver, cairá em quem?</P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=466]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2006-10-25 13:40:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Indicação de César Maia]]></title>
<description><![CDATA[<P>O prefeito do Rio de Janeiro César Maia (PFL) disse hoje em seu ex-blog que "a campanha de Alckmin deveria pedir emprestado as pílulas&nbsp;das campanhas de Alcides e Marconi em Goiás". </P>
<P>Sorte de César Maia ter visto apenas as pílulas de Nerso da Capitinga e não os programas normais de 10 minutos. </P>
<P>Para ver as pílulas indicadas por César Maia, <A href="http://www.coligacaotemponovo.com.br/site/index.php?page=downloads_videos">clique aqui</A>.</P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=465]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2006-10-25 13:38:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[A palma da mão de Bordoni]]></title>
<description><![CDATA[<P>O apresentador do programa de Alcides Rodrigues (PP) no rádio, Luiz Carlos Bordoni, disse hoje que conhece o PMDB de Maguito "com a palma da mão". </P>
<P>A mesma estratégia foi usada por Bordoni em 2002 na campanha ao Senado de Demóstenes Torres (PFL) e contribuiu para derrotar Iris Rezende (PMDB). </P>
<P>Em tempo: no rádio, o programa de Alcides está bem melhor que o de Maguito.</P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=464]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2006-10-25 13:37:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Dose certa]]></title>
<description><![CDATA[<P>Com o crescimento de Maguito Vilela nas pesquisas, o programa de Alcides Rodrigues trouxe de volta depoimentos de Marconi Perillo, cabo eleitoral que estava sumido do segundo turno. </P>
<P>A experiência indica que é conveniente dosar: em 2004, o candidato a prefeito de Goiânia Sandes Júnior (PP) começou a cair mais&nbsp;rápido quando Marconi passou a ocupar todo seu horário eleitoral. É que o eleitor passou a enxergar Sandes como um títere de Marconi.</P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=463]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2006-10-25 13:19:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[As promessas que sumiram]]></title>
<description><![CDATA[<STRONG></STRONG>
<P><STRONG>Asfalto em todo o Estado, erradicação do analfabetismo e escola de tempo integral estão agora ausentes dos discursos e programas eleitorais de Alcides e Maguito</STRONG>&nbsp;</P>
<P>A&nbsp;campanha eleitoral para governador de Goiás deste ano tem uma grande novidade em relação a outras campanhas: o sumiço de promessas. Algumas, feitas pelos candidatos Alcides Rodrigues (PP) e Maguito Vilela (PMDB) no início da campanha, estiveram em alta no primeiro turno, mas, no segundo turno, sumiram dos comícios, discursos e programas eleitorais do rádio e da televisão. Algumas ainda são citadas (apenas citadas) de vez em quando, mas a maioria desapareceu de vez.</P>
<P>Das propostas que sumiram, o grande destaque é a pavimentação de todas as ruas e avenidas dos 246 municípios de Goiás. A promessa consta dos planos de governos de Alcides e Maguito, mas já não é mais lembrada. Nem citada. Outra promessa - antes&nbsp;coqueluche da campanha&nbsp;- é a erradicação do analfabetismo no Estado em quatro anos, idéia hoje ausente do discurso dos dois candidatos. </P>
<P>Há várias hipóteses para o desaparecimento. O sumiço das duas promessas pode ter relação direta com a falta de consistência das propostas. Quem não tem convicção do que propõe, pode deixar de propor a qualquer momento. Nenhum dos dois candidatos chegou a explicar na campanha como e com que dinheiro todas as ruas de Goiás seriam asfaltadas. Não havia sequer um mapeamento de onde precisaria ser asfaltado, algo essencial para quem deseja fazer uma proposta. No campo da educação, nenhum dos dois postulantes explicou também como acabar com o analfabetismo. </P>
<P>Outra vítima do esquecimento foi a proposta de implantação de escolas de tempo integral. Copiando o então candidato Demóstenes Torres (PFL), Maguito Vilela disse que ia propor a implantação de unidades de escola deste modelo paulatinamente em todo o Estado, com um prazo de 20 anos para execução completa. </P>
<P>Alcides Rodrigues foi além: propôs transformar todas as 1.135 escolas de Goiás em unidades de tempo integral em um prazo de apenas quatro anos. A verba para tanto demandaria pelo menos o dobro do orçamento gasto hoje com educação em Goiás - algo inviável em época de Lei de Responsabilidade Fiscal. Mas Alcides propôs e massificou a idéia no primeiro turno. No segundo turno, foi "esquecida". Aliás, foi citada apenas uma vez, no programa eleitoral noturno de sexta-feira, 20. </P>
<P>O programa de governo de Alcides diz, claramente, que vai "implantar o programa e estabelecer os investimentos necessários a curto, médio e longo prazos para atender todas as unidades escolares ao final de quatro anos" e ainda explica que vai obrigar o funcionamento de todas as escolas "em dois turnos (manhã e tarde), tais como: permanência na escola por oito horas diárias; oferecendo três refeições e com apoio às tarefas escolares; recriar as práticas didático-pedagógicas; e dotar as unidades escolares de biblioteca escolar, quadra poliesportiva, refeitório, laboratórios, dentre outros". Ou seja: não é pouca coisa. </P>
<P>Maguito explica com bem menos detalhes a idéia de escola de tempo integral. E não promete implantar em todas as escolas. Mas também é muito generalizante: não diz em quantas escolas serão implantas e nem que características vai ter. Diz apenas que vai criar o Centro de Lazer nas unidades da rede escolar "para proporcionar a vivência cultural e experiência de produção coletiva dos estudantes nas escolas de tempo integral" e que vai "aumentar o número de escolas em tempo integral no Estado, porém, com um diferencial, para que a escola seja vista de forma lúdica, cultural e esportiva. Nesse contexto, serão criados centros de línguas na rede escolar a fim de facilitar e melhorar o contato com outros idiomas". </P>
<P><STRONG>Cheiro de vitória</STRONG><BR>Uma outra hipótese para o sumiço dessas propostas é a perspectiva de poder, principalmente para a candidatura de Alcides Rodrigues. Como a margem de votos nas pesquisas eleitorais é favorável a Alcides com relativa folga (pelo menos até o fechamento desta edição, na sexta-feira, 20), é natural que o candidato comece a prometer menos do que prometia antes. O "cheiro de vitória" começa a fazer Alcides agir com cautela quando o assunto é promessa. </P>
<P>Por isso promessas que constam do plano oficial de governo, como o aumento dos valores dos programas Renda Cidadã, Salário Escola, Bolsa Universitária, Cheques Moradia e Reforma e Banco do Povo já não é um assunto tão comentado quanto antes. O mesmo vale para as propostas de expandir para 10 municípios o programa Restaurante Cidadão, informatizar todas as delegacias de polícia de Goiás, estender o vale-transporte de R$ 0,45 para os municípios de Goianira, Trindade e Senador Canedo e criar pelo menos mais quatro bolsas assistencialistas. </P>
<P>No caso de Maguito Vilela, o que aconteceu foi a substituição de promessas. As promessas de Maguito antes estavam focadas na comparação com o tempo novo. Com novo marqueteiro no segundo turno, Maguito agora tenta trazer novos focos — principalmente o da geração de empregos, carro-chefe do segundo turno. </P>
<P>O foco na geração de empregos e em propostas mais específicas para saúde e educação fazem com que temas campeões de citação no primeiro turno, caso também da criação do passe livre estudantil gratuito, acabaram sendo deixados de lado. Maguito não fala mais em criação da Polícia Comunitária, criação das delegacias solidárias, contratação de quatro mil novos policiais, criação do Vapt-Vupt da saúde e nem de recriação do Dergo e do Crisa. Sem contar as mais de cinco bolsas assistencialistas que Maguito também havia proposto. </P>
<P>Há propostas, no entanto, que não dependem diretamente de grandes fontes de investimento. É caso da promessa de colocar mulheres em pelo menos 50% dos cargos do governo no primeiro, segundo e terceiro escalões, feita por Alcides Rodrigues no início do primeiro turno. Apesar de não onerar o Estado em mais nada, essa proposta está, por ora, também esquecida.</P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=462]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2006-10-25 12:08:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Baile na TV e força de Lula explicam reação de Maguito na reta final]]></title>
<description><![CDATA[<P>Que Maguito reagiu nas pesquisas, até assessores da candidatura de Alcides admitem em <EM>off</EM>. A questão é saber se a diferença caiu mesmo para 12 pontos, como diz o Ibope de hoje (uma semana antes, de acordo com outros institutos, a diferença era superior a 23 pontos). </P>
<P>Se a diferença for mesmo de 12 pontos, terá ocorrido uma transferência direta de votos de Alcides para Maguito, o inverso do primeiro turno.&nbsp;Confirmada a curva ascendente do peemedebista e a descendente de Alcides, a última semana da eleição será emocionante. </P>
<P>De qualquer forma, a reação de Maguito deve ter relação direta com dois fatores: </P>
<P><STRONG>1) O baile no horário eleitoral da TV</STRONG><BR>Maguito está bem&nbsp;melhor que&nbsp;Alcides na qualidade do programa eleitoral gratuito na televisão. Maguito faz um programa redondo, com lembranças do passado e propostas específicas para o futuro, sem deixar de criticar saúde e educação do atual governo (ou seja, mostrando que é candidato de oposição, o que não fez no primeiro turno). Enquanto isso, Alcides insiste em um programa monótono, com poesias bregas e falas intermináveis do candidato, sem conteúdo novo no segundo turno.</P>
<P><STRONG>2) A reação de Lula em Goiás</STRONG> <BR>O petista Luiz Inácio Lula da Silva terminou o primeiro turno em Goiás mais de 11 pontos atrás do tucano Geraldo Alckmin. Agora, segundo o Ibope, Lula está 2 pontos à frente. Como Maguito e Lula estão trabalhando colados em Goiás (Lula pede votos para Maguito diariamente na TV e ainda faz comícios conjuntos), é bem provável que Lula também esteja transferindo votos para Maguito. O PMDB de Goiás espera contar com mais um comício de Lula nesta semana, mais especificamente em Goiânia, onde a reação de Maguito está&nbsp;mais forte. </P>
<P>O grande desafio de Maguito agora é fazer o PMDB voltar para as ruas. Já Alcides precisa manter a forte campanha de rua e azeitar seu horário eleitoral na televisão.</P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=461]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2006-10-21 19:23:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Se Ibope estiver certo, Maguito ainda pode virar eleição em Goiás]]></title>
<description><![CDATA[<P>O instituto Ibope, contratado pela TV Anhangüera, acaba de divulgar sua primeira rodada da pesquisa para governador de Goiás neste segundo turno. </P>
<P>Se os números estiverem corretos (não custa lembrar o vexame do ibope no primeiro turno), é real a chance de Maguito Vilela ainda virar a eleição em Goiás, já que as pesquisas da semana passada davam a Alcides uma vantagem superior a 23 pontos. E, agora, o Ibope traz uma vantagem de apenas 12 pontos para Alcides. </P>
<P>Ou seja: estaria ocorrendo uma queda acentuada de Alcides e uma reação rápida de Maguito, a apenas oito dias da eleição. </P>
<P>Os números são os seguintes:<BR><STRONG>Alcides Rodrigues (PP) - 53%<BR>Maguito Vilela (PMDB) - 41%<BR>Indecisos - 3%<BR>Nulos e Brancos - 3%</STRONG></P>
<P>Em termos de votos válidos, a diferença é também de 12 pontos: 56% para Alcides e 44% para Maguito. </P>
<P>Os números também mostram uma reação de Lula (PT) em Goiás, com 47% contra 45% de Alckmin (PSDB). No primeiro turno, Lula ficou&nbsp;11 pontos&nbsp;atrás de Alckmin em Goiás. </P>
<P>O instituto Ibope ouviu 812 pessoas entre os dias 18 e 20 de outubro. A margem de erro é de 3 pontos porcentuais para mais ou para menos. O Ibope divulgará apenas mais uma pesquisa neste segundo turno: no próximo sábado, dia 28, véspera da eleição. </P>
<P>Os institutos Serpes e Grupom&nbsp; prometem novos números da sucessão em Goiás para essa segunda-feira, dia 23.</P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=460]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2006-10-21 19:10:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Entrevista de Fernando Rodrigues]]></title>
<description><![CDATA[<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><EM>Trecho de entrevista que o repórter Fernando Rodrigues (Folha de S.Paulo) concede à revista <A href="http://portalimprensa.uol.com.br/new_ultimasnoticias_data_view.asp?code=3845">Imprensa</A> de outubro, que está nas bancas:<?xml:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /><o:p></o:p></EM></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><o:p>&nbsp;</o:p></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt">“O Henrique Meirelles passou quatro anos no Banco Central e, em 2005, há informações objetivas que o sonho dele era ser governador de Goiás. Ele recebia prefeitos de Goiás no fim de semana, visitava prefeitos no meio da semana também, tinha contatos políticos... Ele era presidente do Banco Central!!! Um presidente do Banco Central que deseja ser governador de Goiás, com todo o respeito a Goiás, não sei se é o melhor presidente do Banco Central que o Brasil deveria ter. O Ministro da Fazenda, quando a gente está conversando nesta entrevista, é Guido Mantega. O Guido Mantega não está lá porque presidente queria que ele estivesse; ele está lá porque o outro Ministro da Fazenda, Antonio Palocci, teve que sair por causa de um escândalo. Ele dá a impressão de ser um ministro tampão. O Brasil não pode ter um Ministro da Fazenda tampão, não pode ter presidente de Banco Central com interesses políticos, eu acho isso um equívoco, com todo o respeito, pessoalmente, a essas pessoas. Elas e seus outros auxiliares todos, não vamos concentrar só nesses dois.”</P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=459]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2006-10-20 14:36:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Quatro notas de um debate frio]]></title>
<description><![CDATA[<P>Notas sobre o debate presidencial&nbsp;de ontem no SBT:</P>
<P><STRONG>Sinuca -</STRONG> Alckmin está numa sinuca de bico em relação aos debates. Se bate forte em Lula, perde pontos nas pesquisas. Se não bate em Lula, fica tudo como está. O tucano - que no primeiro turno achava que os debates seriam sua salvação - agora deve estar perdido</P>
<P><STRONG>Leitura -</STRONG> Péssima essa idéia de colocar Lula para ler respostas com números de seu governo. Quem está como telespectador não entende nada do que ele fala. Além de ter ficado muito chato. </P>
<P><STRONG>Sandice -</STRONG> Alckmin também tem suas sandices. Uma delas é ficar falando de policiamento de fronteiras. Ele fala desse assunto todo dia no horário eleitoral e em todos os debates. Será que isso faz ganhar eleição?</P>
<P><STRONG>Extremos -</STRONG> Se o debate da Band, feito no dia 8, foi um dos melhores já realizados, este de ontem, no SBT, foi péssimo. Aguardemos o debate da Record na segunda-feira, dia 23.</P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=458]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2006-10-20 10:25:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Quasar: ingressos devem acabar logo]]></title>
<description><![CDATA[<P>Os ingressos para a pré-estréia do espetáculo <EM>Uma História Invisível</EM>, da Quasar Cia de Dança, começaram a ser comercializados hoje às 14h. Uma hora depois, às 15h, mais de duzentos ingressos já tinham sido vendidos. A previsão é que os ingressos já estejam esgotados, no máximo, no início de sexta-feira.</P>
<P><EM>Uma História Invisível</EM> tem exibição no Teatro Rio Vermelho (do Centro de Convenções), em Goiânia, às 20h de domingo (dia 22) e às 21h de segunda-feira (dia 23). </P>
<P>Os ingressos para a apresentação em Goiânia custam R$ 40. Quem tem carteira de estudante paga R$ 20. Quem levar dois litros de óleo de soja também paga R$ 20. Mais informações no fone 3251-5580.</P>
<P>Em <EM>Uma História Invisível</EM>, os cinco personagens no palco têm características baseadas nos cinco sentidos. É a partir dessa metáfora que o coreógrafo Henrique Rodovalho orienta a movimentação, contemplando emoções derivadas da racionalidade, intuição, superficialidade, sutileza e liberdade.</P>
<P>Depois de Goiânia, a companhia se apresenta em São Paulo nos dias 11 e 12 de novembro.</P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=457]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2006-10-19 15:22:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Alcides pode quebrar recorde de Iris]]></title>
<description><![CDATA[<P>O governador de Goiás eleito com a maior votação proporcional pós-redemocratização foi Iris Rezende (PMDB),&nbsp;que em 1982 conseguiu 61,8% dos votos (votos totais e não votos válidos). </P>
<P>Alcides Rodrigues (PP) teria hoje 58,1% dos votos totais (segundo o Serpes). Se crescer mais de 3 pontos porcentuais até a eleição, pode bater o recorde de Iris.</P>]]></description>
<link><![CDATA[http://www.jornalx.com.br/blog.php?id_post=456]]></link>
<author><![CDATA[Eduardo Horácio]]></author>
<pubDate><![CDATA[2006-10-18 14:10:00]]></pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Lula pode superar a si mesmo]]></title>
<description><![CDATA[O presidente da República eleito no Brasil co