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Postado em 31/12/1969 às 16h00

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Lúcia Mendes disse em 18/09/08 | 11:16
OLÃ!! VOCÊS Jà VIRAM O FILME DO PRESIDENTE LULA. VEJAM, É UM GRANDE EXEMPLO PARA A CULTURA BRASILEIRA.
Obrigada Presidente Lula por ser um grande exemplo para esta nação. Hoje com certeza esta nação tem orgulho do homem culto que foi eleito. O senhor é um grande exemplo para o mundo, exemplo e a prova prática que um Mobral pode chegar a presidente de uma nação. Seu filme é um grande exemplo de sua cultura: http://br.youtube.com/watch?v=8iA0I6m6dFk
Caro presidente, na verdade o que mais o senhor se aperfeiçoou juntamente com o PT foi em defender ditadores como: Fidel, Hugo Chávez e Morales e ser menino De recado deles.
Desculpe-me, mas tenho vergonha de tê-lo como presidente que defende ditadores que pregam um socialismo falso disfarçado que na prática é uma real ditadura e o senhor ainda sonha em ser um deles.
Minha modesta Opinião.
Obrigada
Lúcia Mendes
Professora Universitária
27 anos


J.Machado disse em 18/09/08 | 11:16
Concordo com você. Também não gosto deste teatro que fazem certas gentes famosas. Às vezes o fingimento é tão grande que fica difícil até de assistir.Trago sempre a controle da tv à mão, tem cena que pulo, depois volto.
abração


Augusto disse em 18/09/08 | 11:16
Gostei da análise, apesar de não concordar tanto.


Fred Leão disse em 18/09/08 | 11:16
Sem tom de cobrança, mas lá se vão 23 dias sem postagens.


samuel straioto disse em 18/09/08 | 11:16
Olá professor Eduardo. Na minha opinião, a respeito do Dunga no comdando da Seleção Brasileira, nada foi do que uma tentativa frustrada de marketing, em 1990 a equipe canarinho passou pela mesma situação, ou seja, uma campanha mediocre na Copa do Mundo, com uma eliminação precoce, apresentando boa parte dos problemas da melancólica equipe de 2006. O detalhe é que a CBF, quiz resgatar uma verdadeira identidade, de uma equipe que fosse a cara do treinador, e na verdade é. Ricardo Teixeira ao colocar Dunga no comando da seleção, pensou ele como o eterno e glorioso capitão do Tetra, não como um estagiário de técnico de futebol, que por causa da fragilidade dos adversários é que está conseguindo alguns resultados importantes o que dificuldade o sonho de muitos torcedores brasileiros, o meu inclusive, que ele saia da seleção e possa vir realmente um técnico,servindo até mesmo o sonolento Carlos Alberto Parreira.


Marco disse em 18/09/08 | 11:16
Está certo. Pensei ter lido isso no seu blog (no post sobre Tropa de Elite ou em outro), mas devo ter me enganado. Me desculpe. Como já discuti o lance do Tropa de Elite antes, vou me abster disso agora, embora não concorde com o que diz. Se você, como eu, discorda da crítica do Le Monde, já tá de bom tamanho... rs


Eduardo disse em 18/09/08 | 11:16
Marco: que eu saiba, nunca critiquei a "Câmera frenética" de Tropa de Elite. Li e reli meu texto sofre o filme e nada vi disso, ainda mais com as aspas que você coloca: "câmera frenética é contra o pensamento". Quem diz isso é a crítica do Le Monde sobre o filme, que eu republiquei aqui. Mas acho que o post deixa bem claro que é a opinião do Le Monde.


Eduardo disse em 18/09/08 | 11:16
Em Tropa de Elite, tudo é contra qualquer pensamento minimamente inteligente. E já que você gosta do termo - que eu nunca usei -, inclusive a tal "câmera frenética"


Marco disse em 18/09/08 | 11:16
Pois é, mas você ainda acha que a "câmera frenética é contra o pensamento"? Ou dá pra pensar durante a projeção de Nome Próprio e dos outros dois?


Eduardo disse em 18/09/08 | 11:16
Em alguns filmes, como Tropa de Elite, a adrenalina é um problema: porque só existe ela - e mais nada. O resto é vazio, simplificador e pobre, muito pobre. Não é o que acontece com "Nome Próprio", "Meu nome não é Johnny" e "Cidade de Deus", pra citar três filmes citados aqui recentemente. Um abraço.


Marco disse em 18/09/08 | 11:16
Esqueci de assinar o comentário abaixo.


disse em 18/09/08 | 11:16
Você implicou com a "adrenalina" de Tropa de Elite... E, não sei se no comentário sobre esse mesmo filme ou de outro, disse que a velocidade, a "câmera frenética", é contra o pensamento... rs
Agora, sobre meu blog, não nego o fato: it's dead. Mas pode voltar um dia. Abraço! ;-)


Eduardo disse em 18/09/08 | 11:16
Pois é, mas tem muitos caras "bons de serviço" que são preteridos exatamente por não terem a tal "adrenalina" correndo o tempo todo na veia. "Adrenalina" que, desconfio eu, é mais teatral do que real. José Roberto Guimarães é mais técnico (ou pelo menos tão bom quanto) Bernardinho, mas não tem nem 1% da valorização que Bernardinho tem. E eu não disse nada que contrarie com o que você tá dizendo. Quando acabou a Copa de 2006, disse que era arrogância do brasileiro achar que perdemos a Copa por falta de "vibração". E não é a vibração ou falta dela que vai fazer o Brasil ser bom ou ruim. Mas que esse povo "vibrante" cansa, disso não tenho dúvidas. Prefiro mais profissionalismo.

Soh não sei também onde impliquei com "adrenalina" no cinema. Numa nota abaixo, sobre Ensaio sobre a Cegueira, elogio Cidade de Deus - que é um filme cheio de adrenalina. "Meu nome não é Johnny", também elogiado neste blog, também tem a tal "adrenalina" de sobra. Anda faltando adrenalina mesmo é no seu blog, que está mortinho, mortinho... rs rs rs


Marco disse em 18/09/08 | 11:16
Pô, Eduardo, você anda implicando com a adrenalina, a vibração... rs. E tanto no cinema quanto no futebol. Não tenho nada contra a adrenalina em si. Não descarto um filme movimentado simplesmente por causa da rapidez, e não descarto um técnico agitado simplesmente por causa da vibração. Cada um pode ser bom do seu próprio jeito. No caso do Bernardinho, por exemplo, você está lutando contra o óbvio: é inegável que o cara é competente. O problema do Dunga hoje não é a vibração, assim como o problema da Seleção em 2006 não foi a falta dela. É simplesmente deficiência técnica, tática...
Escolher um técnico pelo fato de ele ser "zen" pode ser outro erro (e olha que sou bastante simpático ao zen). O cara tem que ser é bom de serviço, dentro das condições que o cargo apresenta.


 

 

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